Notícias da Igreja

Ao final da Audiência de ontem, 26 de outubro de 2022, o Papa Francisco lembrou a beatificação de Benigna Cardoso da Silva, menina martirizada
Ao final da Audiência de ontem, 26 de outubro de 2022, o Papa Francisco lembrou a beatificação de Benigna Cardoso da Silva, menina martirizada aos 13 anos, ao resistir aos ataques de um jovem que tentava estuprá-la, em 1941 no Cariri, Ceará.
Ao final da menção, o Papa pediu a proteção e cuidado de Nossa Senhora para o povo brasileiro. “Peço a Nossa Senhora Aparecida que proteja e cuide do povo brasileiro, que o livre do ódio, da intolerância e da violência”.
Leia a notícia publicada no site do Vaticano.
Na audiência geral desta quarta-feira na Praça São Pedro o Papa saudou os peregrinos de língua portuguesa, em especial aqueles que vieram de São Salvador da Bahia, Anicuns, Taubaté e São Paulo. Em seguida recordou a beatificação da menina Benigna Cardoso da Silva realizada na tarde da última segunda-feira, na cidade de Crato, Ceará:
Queridos irmãos e irmãs, anteontem, em Crato, no Estado brasileiro do Ceará, foi beatificada Benigna Cardoso da Silva, uma jovem mártir que, seguindo a Palavra de Deus, manteve pura a sua vida, defendendo a sua dignidade. O seu exemplo nos ajude a ser generosos discípulos de Cristo. A vida do mundo depende do nosso testemunho coerente e alegre do Evangelho. Um aplauso à nova beata!

Enfim o Papa dirigiu seu pensamento ao povo brasileiro pedindo a intercessão e a proteção de Nossa Senhora Aparecida.

Peço a Nossa Senhora Aparecida que proteja e cuide do povo brasileiro, que o livre do ódio, da intolerância e da violência.

Anexos

Paz é um tema que o Papa Francisco insiste desde o início de seu ministério. Ontem, Francisco participou do Encontro Internacional de Oração pela

Paz é um tema que o Papa Francisco insiste desde o início de seu ministério. Ontem, Francisco participou do Encontro Internacional de Oração pela paz que teve início no dia 23 e se encerrou ontem, 25 de outubro de 2022. Confira a notícia publicada no site do Vaticano:

O Papa Francisco participou do encerramento do Encontro Internacional de Oração pela Paz com demais líderes cristãos e representantes das religiões mundiais, no Coliseu, em Roma, na tarde desta terça-feira, 25 de outubro. A iniciativa, promovida pela Comunidade de Santo Egídio, teve como tema “O grito da paz. Religiões e culturas em diálogo”. É a 36ª convocação organizada no “Espírito de Assis”, após a primeira, desejada por São João Paulo II, em 1986.

A paz está no coração das religiões

Este ano, nossa oração se tornou um “grito”, porque hoje a paz é gravemente violada, ferida e pisoteada: e isto na Europa, ou seja, no Continente que no século passado viveu as tragédias das duas guerras mundiais. Infelizmente, desde então, as guerras nunca pararam de ensanguentar e empobrecer a terra, mas o momento que estamos vivendo é particularmente dramático. Por esta razão, elevamos nossa oração a Deus, que sempre escuta o grito angustiado de seus filhos.

Segundo o Papa, “a paz está no coração das religiões, em suas Escrituras e em sua mensagem”, e “no silêncio da oração desta noite”, sublinhou Francisco, “ouvimos o grito da paz: a paz sufocada em tantas regiões do mundo, humilhada por muita violência, negada até mesmo às crianças e aos idosos, que não são poupados da terrível dureza da guerra. O grito da paz é muitas vezes silenciado não apenas pela retórica bélica, mas também pela indiferença, e pelo ódio que aumenta”.

Ameaça das armas atômicas

Mas a invocação da paz não pode ser suprimida: ela sobre do coração das mães, está escrita nos rostos dos refugiados, das famílias em fuga, dos feridos ou moribundos. Este grito silencioso sobe ao Céu. Não conhece fórmulas mágicas para sair dos conflitos, mas tem o direito sacrossanto de pedir paz em nome dos sofrimentos sofridos, e merece ser ouvido. Merece que todos, começando pelos governantes, se inclinem para ouvir com seriedade e respeito. O grito da paz expressa a dor e o horror da guerra, mãe de todas as pobrezas.

A seguir, Francisco citou um trecho da Encíclica Fratelli tutti: «Toda a guerra deixa o mundo pior do que o encontrou. A guerra é um fracasso da política e da humanidade, uma rendição vergonhosa, uma derrota perante as forças do mal». Recordou que “o uso de armas atômicas, que depois de Hiroshima e Nagasaki continuaram sendo produzidas e testadas, agora é abertamente uma ameaça”.

Desarmar os conflitos com a arma do diálogo

“Neste cenário sombrio, onde, infelizmente, os desígnios dos poderosos da terra não dependem das aspirações justas dos povos, o plano de Deus, que é “um projeto de paz e não de desventura”, não muda para nossa salvação”, disse ainda o Papa, ressaltando que em “Deus, cujo nome é Paz”, “a voz daqueles que não têm voz é ouvida, e se funda a esperança dos pequenos e dos pobres”. A paz é um dom de Deus e “esse dom deve ser acolhido e cultivado por nós, homens e mulheres, especialmente por nós fiéis. Não nos deixemos contaminar pela lógica perversa da guerra, não caiamos na armadilha do ódio pelo inimigo. Coloquemos a paz no centro da visão do futuro, como objetivo central de nossa ação pessoal, social e política, em todos os níveis. Desarmemos os conflitos com a arma do diálogo”.

As religiões não podem ser usadas para a guerra

Francisco recordou que São João XXIII fez um apelo pela paz, durante a grave crise internacional, em outubro de 1962, em que um confronto militar e uma explosão nucelar pareciam próximos. O Pontífice pediu aos governantes para fazerem de tudo para “salvar a paz”.

“Sessenta anos depois, essas palavras soam atuais”, disse o Papa, pedindo para não sermos “neutros, mas alinhados pela paz”, e invocou “o ius pacis como direito de todos para resolver conflitos sem violência”.

Nesses anos, a fraternidade entre as religiões fez progressos decisivos: “Religiões irmãs que ajudam povos irmãos a viver em paz”. Cada vez mais nos sentimos irmãos entre nós! Um ano atrás, quando nos encontramos aqui, em frente ao Coliseu, lançamos um apelo, hoje ainda mais atual: “As religiões não podem ser usadas para a guerra. Somente a paz é santa e ninguém usa o nome de Deus para abençoar o terror e a violência. Se virem guerras ao seu redor, não desistam! Os povos desejam paz”.

“Não nos resignemos à guerra, cultivemos sementes de reconciliação”, concluiu o Papa, convidando a elevar ao Céu o grito de paz com as palavras de São João XXIII: “Que todos os povos da terra sejam irmãos e que a paz tão desejada floresça neles e reine sempre”.

O Papa é o primeiro inscrito para a Jornada Mundial da Juventude que acontece em Portugal em agosto de 2023. Leia a notícia divulgada
O Papa é o primeiro inscrito para a Jornada Mundial da Juventude que acontece em Portugal em agosto de 2023.
Leia a notícia divulgada pelo site do Vaticano:

“Abrem-se hoje as inscrições para a 37ª Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em Lisboa em agosto de 2023. Convidei dois jovens portugueses para estarem aqui comigo enquanto também me inscrevo como peregrino (clique no tablet). Eu me inscrevi! Queridos jovens, convido-vos a participar neste encontro no qual, depois de um longo período de distanciamento e isolamento, redescobriremos a alegria do abraço fraterno entre os povos e entre as gerações, do qual temos tanta necessidade”.

«Maria levantou-se e partiu apressadamente» (Lc 1, 39) foi a citação bíblica escolhida pelo Papa Francisco como lema da Jornada Mundial da Juventude 2023. A JMJ se consolidou como uma grande peregrinação, uma festa da juventude, uma expressão da Igreja universal e um momento forte de evangelização do mundo juvenil.

Peregrinos de mais de 50 dioceses do Brasil já estão se preparando para o evento, que será o primeiro após a pandemia do coronavírus. O evento que reúne jovens do mundo inteiro foi instituído pelo Papa João Paulo II:

“O evento visa promover o encontro dos jovens com o Papa e ser um momento de renovação da fé.”

Na Carta enviada ao cardeal Eduardo Francisco Pironio por ocasião do Seminário de Estudos sobre as Jornadas Mundiais da Juventude realizado em Czestochowa, em maio de 1996, o Papa Wojtyla escreveu:

O objetivo principal das Jornadas é recolocar no centro da fé e da vida de cada jovem a pessoa de Jesus, para que Ele se torne seu ponto de referência constante e seja também a verdadeira luz de todas as iniciativas e todo compromisso educativo para com as novas gerações. É o “refrão” de cada Jornada Mundial. 

A JMJ teve sua primeira edição em Roma no ano de 1986 e se realiza a cada 3 anos, já passando por mais de 20 cidades em 3 continentes diferentes. Buscando o protagonismo jovem, a Jornada Mundial da Juventude também busca promover a paz, a união e a fraternidade entre os povos e as nações de todo o mundo.

No ato simbólico de domingo, Papa Francisco deu início ao período de inscrição da JMJ. Todas as informações sobre a JMJ Lisboa 2023, podem ser acessadas através do site: https://www.lisboa2023.org/pt/.

24 de outubro de 2022 Os arcebispos e bispo dos Regionais Leste 2 e 3 da CNBB continuam em Roma cumprindo agenda da Visita

24 de outubro de 2022

Os arcebispos e bispo dos Regionais Leste 2 e 3 da CNBB continuam em Roma cumprindo agenda da Visita Ad Limina. Estes últimos dias visitaram a Secretaria Geral do Vaticano e conversaram sobre os desafios da Igreja nos dias de hoje, celebraram missa na Basílica São Paulo Fora dos Muros e visitaram a cidade de Assis. A programação continua até dia 26, próxima quarta-feira.

21 de outubro de 2022

Resumo da Visita Ad Limina: Encontro com o Papa e visita aos Dicastérios. Vídeo produzido pela Assessoria de Imprensa Leste 2 e 3.

Os (arce)bispos dos Regionais Leste 2 (Minas Gerais) e Leste 3 (Espírito Santo), foram recebidos nessa sexta-feira (21), na Secretaria de Estado e Segunda Seção (Relações com os Estados), pelo Cardeal Pietro Parolin.

Durante o encontro, o Secretário de Estado do Vaticano, juntamente com os (arce)bispos, discutiram sobre a necessidade de construir um futuro pautado no desenvolvimento das relações diplomáticas e bilaterais, além da importância de um acordo bilateral, visando promover a cooperação entre Igreja e Estado e da corresponsabilidade pelo cuidado da identidade religiosa, cultural e histórica do país; do respeito pela liberdade religiosa. A relatoria foi de Dom Airton José dos Santos, Arcebispo de Mariana.

Os (arce)bispos também tiveram a oportunidade de discutir temas pastorais, bem como os desafios da Igreja no Brasil, no Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, com a relatoria de Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R. Também foi realizado um encontro no Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida que, com a relatoria de Dom Edson José Oriolo dos Santos, bispo de Leopoldina, discutiu temas relativos à ação evangelizadora, sobretudo os sacerdotes e lideranças, que se dedicam na dinâmica da corresponsabilidade pela valorização e defesa irrestrita da vida e da família, frente aos inúmeros desafios de nosso tempo.

No encerramento das atividades, foi celebrada uma missa na Basílica São Paulo Fora dos Muros, com a presidência de Dom Geovane Luis da Silva, bispo auxiliar de Belo Horizonte, onde nossos pastores renovaram sua Profissão de Fé.

As atividades da Visita Ad Limina Apostolorum no Vaticano encerraram nesta sexta-feira. Na segunda-feira (24), o Cardeal Dom José Tolentino conduzirá um retiro para os (arce)bispos no Colégio Pio Brasileiro. Às 19h, uma missa será transmitida direto de Roma, encerrando as atividades da agenda pastoral.

 

 

21 de outubro de 2022

Ontem, 20 de outubro, em um dos momentos mais esperados da Visita Ad Limina Apostolorum, nossos (arce)bispos encontraram-se com o Papa Francisco, no final desta manhã na Biblioteca do Vaticano. O encontro foi esperado por doze anos e, durante o momento com o Santo Padre, os bispos dos Regionais Leste 2 (Minas Gerais) e Leste 3 (Espírito Santo), expressaram alegria e a emoção de estar junto ao Sucessor do Apóstolo Pedro, a quem manifestaram a mais plena comunhão e fidelidade. Durante a conversa, também foram apresentadas questões pastorais das (arqui)dioceses e os (arce)bispos puderam ouvir conselhos e orientações do Pontífice sobre vários assuntos da Igreja e da caminhada pastoral.

Durante o dia, os bispos também visitaram a Pontifícia Comissão para a América Latina. Com apresentação e relatoria de Dom Marco Aurélio, um dos assuntos tratados na reunião foi com relação às terras mineiras e capixabas, que também encontram-se em todo o continente latino-americano e caribenho. Como as mesmas enfrentam inúmeros desafios sociais: fome, desemprego, ausência de políticas públicas governamentais na área da saúde, educação, cultura e um processo constante de degradação do meio ambiente, em especial do bioma amazônico. Também foram destacados os dois desastres que marcaram profundamente a vida das comunidades: o rompimento das barragens de rejeito em Mariana e Brumadinho, que ceifaram inúmeras vidas humanas e causaram grandes impactos ambientais.

No final da noite, a comitiva da visita Ad Limina Apostolorum foi recebida na Embaixada do Brasil junto à Santa Sé.

20 de outubro de 2022

Acompanhe o momento em que os bispos dos Regionais Leste 2 e 3 se encontram com o Papa e lhe entregam alguns presentes. Dom Dario Campos, também presidente do Leste 3, está entre a comitiva junto ao Papa.

Bispos aguardando o encontro com o Papa

Antes do encontro com o Papa Francisco, os bispos dos Regionais 2 e 3 continuaram as visitas aos dicastérios (secretarias do Vaticano). Os bispos de Minas Gerais e Espírito Santo iniciaram a manhã desta quarta-feira (19), com a celebração da Santa Eucaristia na Basílica Papal de San Giovanni in Laterano, sob a presidência de Dom Dario Campos (ES). Na sequência, uma série de atividades, como visitas aos dicastérios, marcaram o dia no Vaticano, em Roma.

A primeira visita foi realizada no Dicastério para a Evangelização, que incentiva e orienta o processo de inculturação da Boa Nova de Jesus Cristo, nas diversas culturas e etnias e na evangelização, prestando particular atenção à piedade popular. A apresentação foi realizada por Dom Luiz Fernando Lisboa, com a relatoria de Dom Esmeraldo Barreto de Farias, os bispos foram recebidos pelo Cardeal Luís Antônio Gokim Tagle.

No Dicastério para a Educação Católica, que tem como prefeito o Cardeal Giuseppe Versaldi, o relator Dom Pedro Cunha Cruz e Dom Geovane Luís, destacaram a realidade da Pastoral da Educação nos Regionais, que é entendida como um autêntico compromisso no anúncio do evangelho no mundo da educação, sempre integrando nossos valores culturais com a dimensão religiosa.

O Cardeal Monsenhor Lázzaro You Heung-sik, do Dicastério para o Clero, recebeu os bispos que apresentaram as conquistas e os desafios do Clero, reafirmando a afetiva comunhão e a sintonia eclesial com a Sede de Pedro. O momento contou com apresentação de Dom José Aristeu Vieira e relatoria de Dom Esmeraldo Barreto.

Nas instalações da Rádio Vaticano, aconteceu a última reunião do dia que reuniu os bispos no Dicastério da Comunicação. Com a presença do Prefeito Paolo Ruffini, do jornalista Silvonei José e equipe, destacou-se o trabalho da Pastoral da Comunicação e esforço que tem sido feito para que, em cada diocese, seja organizada a Pascom, assim como em cada paróquia. A formação de agentes de Pascom, a evangelização pós-pandemia e a importância da comunicação pastoral da Igreja do Brasil, foram alguns dos destaques do encontro.

19 de outubro de 2022

Na programação da Visita dos bispos do Leste 2 e 3 ao Papa, está prevista para hoje missa presidida por nosso arcebispo, dom Dario Campos e amanhã a audiência com o Papa. Para acompanhar a missa acesse as redes sociais do Leste 2 e Leste 3.

A audiência com o Papa acontece amanhã, 20 de outubro.

Continuemos rezando por nossos bispos.

A programação continua no Vaticano em Roma até 26 de outubro.

18 de outubro de 2022

Os bispos em Visita Ad Limina fazem profissão de fé junto ao túmulo de São Pedro em Roma.

Considerado um dos pontos altos da visita Ad Limina Apostolorum, na manhã desta terça-feira (18), os bispos dos Regionais Leste 2 e Leste 3 celebraram a Santa Missa na Basílica Patriarcal de São Pedro, em Roma. Com a celebração presidida por Dom José Carlos Souza Campos, bispo de Divinópolis, junto ao altar do túmulo do apostolo, os sucessores de Pedro renovaram a profissão de fé e fizeram preces por suas comunidades no Brasil.

Os bispos de Minas Gerais e Espírito Santo ainda tiveram uma agenda repleta de atividades nos dicastérios e secretarias do Vaticano. Logo após a celebração eucarística, foi realizada a visita ao Dicastério para os Bispos e foram recebidos pelo Cardeal Marc Ouellet, P.S.S. Durante o encontro, que contou com a relatoria de Dom Geovane Luís da Silva e apresentação de Dom Luiz Fernando Lisboa, os bispos destacaram os desafios pastorais e a valorização e diálogos com as culturas e sociedade pluralista mineira e capixaba.

No Dicastério para a Doutrina da Fé, o relator Dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa apresentou o relatório com Dom Paulo Bosi Dal’Bó, ressaltando o contexto cheio de esperanças para a caminhada eclesial com o processo sinodal desencadeado pelo Papa Francisco. Na sequência foi a vez do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e SVA, que teve a relatoria de Dom Luiz Fernando Lisboa e apresentação de Dom Dario Campos.

Neste departamento, os bispos foram recebidos pelo Cardeal brasileiro João Braz de Aviz, que reconheceu a importante presença das Ordens e Congregações Religiosas nos estados de Minas e Espírito Santo. Na oportunidade, também foram discutidos os desafios pastorais da vida consagrada, que também envolve os Institutos Seculares, as Sociedades de Vida Apostólica, as Comunidades Monásticas e as Virgens Consagradas.

No período da tarde, divididos em dois grupos, os bispos estiveram no Dicastério para as Causas dos Santos, com a relatoria de Dom Otacílio Ferreira de Lacerda e apresentação de Dom Paulo Bosi Dal’Bó. Na Secretaria Geral do Sínodo, Dom Darci José Nicioli apresentou o relatório, que contou com a apresentação de Dom José Carlos de Souza Campos.

A Visita Ad Limina Apostolorum como peregrinação devota é uma tradição muito antiga e significa no limiar, na entrada, nos limites das Basílicas dos apóstolos Pedro e Paulo. Na próxima sexta-feira, a celebração será na Basílica Papal São Paulo Fora dos Muros.

17 de outubro de 2022

A Visita Ad Limina começou oficialmente hoje. Os arcebispos e bispos que chegaram a Roma no sábado, celebraram a missa hoje na Basílica Papal de Santa Maria Maggiore.

Os bispos dos regionais Leste 2 e 3 celebraram a Santa Missa na Basílica Papal de Santa Maria Maggiore, e logo após seguiram para a programação do dia.

Os bispos de Minas Gerais e Espírito Santo iniciaram, nesta segunda-feira (17), a Visita Ad Limina Apostolorum em Roma, na Itália. Para dar início às atividades, às 7h30, uma santa missa, celebrada na Basílica Papal de Santa Maria Maior e presidida por Dom Airton José dos Santos, Arcebispo de Mariana, reuniu a comitiva de 31 bispos dos Regionais Leste 2 e Leste 3.

Na primeira reunião do dia, os bispos foram recebidos pelo prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, cardeal Michael Czerny. Com a relatoria de Dom Vicente de Paula Ferreira e apresentação de Dom José Carlos de Souza Campos, foram apresentados os impactos causados pelo processo minerário, em Minas Gerais e Espírito Santo. Também foram destacadas as ações do Grupo de Trabalho em Ecologia Integral e Mineração, constituído em 2020, que assessora as Dioceses e Províncias Eclesiásticas.

No Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, com a relatoria de Dom Paulo Mendes Peixoto e apresentação de Dom Dario Campos, foram comentadas as atribuições do Supremo Tribunal que julga reclamações de nulidade e outros processos. Os bispos também visitaram a Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores, que teve a relatoria de Dom Messias dos Reis Silveira e a apresentação de Dom Geovane Luís da Silva.

A Visita Ad Limina Apostolorum acontece até o próximo dia 26 de outubro. Além de encontro com o Papa Francisco, na quinta-feira (20), outras secretarias e dicastérios que integram a Cúria Romana serão visitados. Celebrações eucarísticas nos túmulos dos apóstolos Pedro e Paulo também marcam a agenda pastoral, que reúne uma comitiva de 31 bispos.

Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, na visita ao Dicastério para a Doutrina da Fé

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA VISITA:
https://www.visitaadlimina.com.br/_files/ugd/1ce27f_2624a39f08384ee9a30e3a2d19d3cbbd.pdf

16 de outubro de 2022

O nosso arcebispo, dom Dario Campos e o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza já está em Roma, junto com os bispos de Leste 2 e Leste 3. A Visita Ad Limina, como é conhecida a visita dos bispos ao Papa a cada 5 anos, inicia oficialmente amanhã.

Os bispos visitarão os dicastérios (secretarias temáticas no Vaticano) e terão audiência com o Papa Francisco. Acompanhe a visita diariamente aqui.

o

Fonte: Todas as informações e fotos são da Assessoria de Imprensa do Leste 2 e 3

Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória e dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar estará entre os arcebispo e bispo dos Regionais Leste

Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória e dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar estará entre os arcebispo e bispo dos Regionais Leste 2 e Leste 3 na visita ao Santo Padre, o Papa Francisco entre os dias 17 e 26 de outubro de 2022.

Os bispos participam da “Visita Ad Limina” (encontros dos bispos com o Papa e visitas aos dicastérios [secretarias]) a cada 5 anos para apresentar ao Papa as realidades diocesanas e ouvir instruções para a evangelização. O momento é importante para o Papa e para as Igrejas Locais e expressa também, a comunhão entre os bispos e com o Papa, a partilha das realidades e o conhecimento dos regionais com suas características comuns e suas diversidades.

Para acompanhar esta Visita, todos os católicos estão convidados a rezar pelos bispos, durante toda a visita, mas de maneira especial nos dias que antecedem o início da Visita, nos dias 15 e 16.

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota, nesta terça-feira, 11 de outubro, na qual lamenta “a intensificação da exploração

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota, nesta terça-feira, 11 de outubro, na qual lamenta “a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno” das eleições deste ano. Os bispos recordam que a manipulação religiosa desvirtua valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que precisam ser debatidos e enfrentados no país.

Leia o pronunciamento na íntegra:

NOTA DA PRESIDÊNCIA

“Existe um tempo para cada coisa” (Ecl. 3,1)

Lamentamos, neste momento de campanha eleitoral, a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno. Momentos especificamente religiosos não podem ser usados por candidatos para apresentarem suas propostas de campanha e demais assuntos relacionados às eleições. Desse modo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta e reprova tais ações e comportamentos.

A manipulação religiosa sempre desvirtua os valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que necessitam ser debatidos e enfrentados em nosso Brasil. É fundamental um compromisso autêntico com a verdade e com o Evangelho.

Ratificamos que a CNBB condena, veementemente, o uso da religião por todo e qualquer candidato como ferramenta de sua campanha eleitoral. Convocamos todos os cidadãos e cidadãs, na liberdade de sua consciência e compromisso com o bem comum, a fazerem deste momento oportunidade de reflexão e proposição de ações que foquem na dignidade da pessoa humana e na busca por um país mais justo, fraterno e solidário.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo 
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-presidente da CNBB

Dom Mário Antonio da Silva
Arcebispo de Cuiabá (MT)
Segundo Vice-presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Fonte: publicado no site da CNBB
Ao receber os participantes do Convênio “A Santidade Hoje”, o Papa Francisco afirmou: “Os Santos são pérolas preciosas. Sempre vivos e atuais, não perdem jamais

Ao receber os participantes do Convênio “A Santidade Hoje”, o Papa Francisco afirmou: “Os Santos são pérolas preciosas. Sempre vivos e atuais, não perdem jamais o seu valor, representando um comentário fascinante do Evangelho. A sua vida é como um catecismo por imagens, a ilustração desta Boa Nova que Jesus trouxe à humanidade: Deus é nosso Pai e ama a todos com imenso amor e ternura infinita.”

O Convênio foi organizado pelo Dicastério das Causas dos Santos. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:

No discurso aos presentes, Francisco enfatizou que “o tema escolhido para o Convênio está em sintonia com a Exortação apostólica Gaudete Et Exsultate, que visa ‘fazer ressoar mais uma vez o chamado à santidade, procurando encarná-la no contexto atual, com os seus riscos, desafios e oportunidades’. Tal chamado está no coração do Concílio Vaticano II, que dedicou um capítulo inteiro da Lumen Gentium à vocação universal à santidade, onde se afirma: ‘Todos os fiéis, seja qual for a sua condição ou estado, são chamados pelo Senhor à perfeição do Pai, cada um por seu caminho’”.

Também hoje, descobrir a santidade no povo santo de Deus

O Santo Padre foi enfático ao destacar que também hoje é importante descobrir a santidade no povo santo de Deus: nos pais que crescem amorosamente os filhos, nos homens e mulheres que se empenham na realização quotidiana do seu trabalho, nas pessoas que suportam uma condição de enfermidade, nos idosos que continuam a sorrir e a oferecer sabedoria. “O testemunho duma conduta cristã virtuosa, vivida no dia a dia por tantos discípulos do Senhor, constitui para todos nós um convite a respondermos pessoalmente ao chamado para ser santo”, disse o Papa.

Francisco observou que no meio desta multidão de crentes que ele define santos “da porta ao lado” existem aqueles que a Igreja aponta como modelos, intercessores e mestres.

Trata-se dos Santos beatificados e canonizados, que recordam a todos que viver o Evangelho em plenitude é possível e encantador. Com efeito a santidade não é um programa feito de esforços e renúncias; mas é, antes de mais nada, a experiência de ser amados por Deus, receber gratuitamente o seu amor, a sua misericórdia.

Povo de Deus sabe reconhecer estes modelos de santidade

A santidade germina da vida concreta das comunidades cristãs, prosseguiu o Pontífice. “Os Santos não provêm dum ‘mundo paralelo’; mas são crentes que pertencem ao povo fiel de Deus e estão inseridos na quotidianidade feita de família, estudo, trabalho, vida social, econômica e política. Em todos estes contextos, o Santo ou a Santa caminha e age sem medos nem convencionalismos, cumprindo nas várias circunstâncias a vontade de Deus.”

“É importante que cada Igreja particular seja solícita em identificar e valorizar os exemplos de vida cristã amadurecidos no seio do povo de Deus, que possui desde sempre um particular ‘instinto’ para reconhecer estes modelos de santidade, testemunhas extraordinárias do Evangelho. Por isso – observou -, é preciso ter em justa consideração o consenso do povo à volta destas figuras cristãmente exemplares.”

“Os fiéis estão inegavelmente dotados pela graça divina duma percepção espiritual para identificar e reconhecer, na existência concreta dalguns batizados, o exercício heroico das virtudes cristãs. A fama sanctitatis não provem, primariamente, da Hierarquia, mas dos fiéis. É o povo de Deus, nas suas diversas componentes, o protagonista da fama sanctitatis, ou seja, da opinião comum e difusa entre os fiéis a propósito da integridade de vida duma pessoa, percebida como testemunha de Cristo e das bem-aventuranças evangélicas.

Fama de santidade: espontânea, estável, duradoura e difusa

Francisco precisou que, todavia, “é necessário verificar que tal fama de santidade seja espontânea, estável, duradoura e difusa numa parte significativa da comunidade cristã. Com efeito aquela é genuína quando resiste às mudanças do tempo, às modas do momento e sempre gera efeitos salutares para todos, como podemos constatar na piedade popular”.

O Santo Padre observou ainda que um elemento que sempre comprova a fama sanctitatis ou a fama martirii é a fama signorum. “Quando os fiéis estão convencidos da santidade dum cristão, recorrem – mesmo de forma maciça e apaixonada – à sua intercessão celeste; o atendimento da oração por parte de Deus representa uma confirmação de tal convicção”, frisou.

Na santidade, o senso de humor

Antes de concluir, o Pontífice quis acrescentar a seu discurso as seguintes palavras: Não quero terminar sem mencionar uma dimensão de santidade à qual dediquei um pequeno capítulo na Gautete et exsultate: o senso de humor. Alguém costumava dizer: “Um santo triste é um triste santo”: não conta. Saber apreciar a vida com senso de humor, porque ao tomar a parte que nos faz rir, da vida, isso torna mais leve a alma. E há uma oração que, recomendo, rezai: eu a rezo todos os dias há mais de 40 anos, a oração de São Tomás Moro, que – é curioso – ele pede algo para a santidade, mas começa dizendo: “Senhor, dá-me boa digestão e algo para digerir”. Ele vai ao concreto, mas realmente tira o humor de lá. A oração está na nota 101 da Gaudete et exsultate: ali está oração, para que possais rezá-la.

Após massacre de 37 na Tailândia, entre as quais 22 eram crianças, o Papa Francisco enviou telegrama à Nunciatura expressando sua tristeza e proximidade
Após massacre de 37 na Tailândia, entre as quais 22 eram crianças, o Papa Francisco enviou telegrama à Nunciatura expressando sua tristeza e proximidade espiritual às famílias. Leia a nota publicada no site do Vaticano:
O Papa Francisco enviou um telegrama de pesar à Nunciatura Apostólica na Tailândia, nesta sexta-feira (07/10), pelas vítimas numa creche em Uthai Sawan.

Segundo informações locais, um ex-policial matou 37 pessoas, incluindo 22 crianças. A agressão ocorreu com arma e faca. Depois, o assassino matou a esposa e o filho a tiros em sua casa antes de se suicidar.

No telegrama, assinado pelo secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, o Papa ressalta que ficou “profundamente entristecido ao saber do terrível ataque” e que “manifesta suas sinceras condolências”. O Pontífice assegura “sua proximidade espiritual a todos os afetados por este ato de violência indescritível contra crianças inocentes”.

O Papa implora “a cura divina e o consolo aos feridos e às famílias em luto”. “Sua santidade reza para que, nesta hora de imensa tristeza, eles possam encontrar o apoio e a força da solidariedade das pessoas próximas e dos cidadãos”, ressalta o cardeal Parolin no telegrama do Papa. “Sobre o amado povo tailandês, Francisco invoca as bênçãos da paz e da perseverança no bem.”