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Há sete anos o Papa Francisco instituiu o Dia Mundial dos Pobres a ser realizado no 33º Domingo do Tempo Comum. Este ano de

Há sete anos o Papa Francisco instituiu o Dia Mundial dos Pobres a ser realizado no 33º Domingo do Tempo Comum. Este ano de 2023 será no dia 19 de novembro.

“Não desvies o rosto de nenhum pobre” (Tb 4,7), é o tema proposto e a Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (Cepast-CNBB), propõe a VII Jornada Mundial dos Pobres em preparação ao Dia Mundial dos Pobres, que neste ano será realizada de 12 a 19 de novembro. Os materiais já estão disponíveis e podem ser baixados clicando  aqui. Leia a matéria publicada no site da CNBB.

Seguindo a convocação do Papa Francisco, a Cepast-CNBB reafirma: “O Dia Mundial dos Pobres, sinal fecundo da misericórdia do Pai, vem pela sétima vez alentar o caminho das nossas comunidades. Trata-se duma ocorrência que se está a radicar progressivamente na pastoral da Igreja, fazendo-a descobrir cada vez mais o conteúdo central do Evangelho. Empenhamo-nos todos os dias no acolhimento dos pobres, mas não basta; a pobreza permeia as nossas cidades como um rio que engrossa sempre mais até extravasar; e parece submergir-nos, pois o grito dos irmãos e irmãs que pedem ajuda, apoio e solidariedade ergue-se cada vez mais forte. Por isso, no domingo que antecede a festa de Jesus Cristo, Rei do Universo, reunimo-nos ao redor da sua Mesa para voltar a receber d’Ele o dom e o compromisso de viver a pobreza e servir os pobres”.

As pastorais, organismos e iniciativas que articulam e animam a VII Jornada Mundial dos Pobres, são: 6ª Semana Social Brasileira, Cáritas Brasileira, Assessoria de Comunicação da CNBB, Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Conselho Pastoral dos Pescadores, Instituto Migrações e Direitos Humanos, Pastoral da Comunicação, Pastoral da Criança, Pastoral do Povo de Rua, Pastoral Operária, Serviço a Pastoral do Migrante, Setor de Mobilidade Humana da CNBB e Tv Evangelizar e Signis Brasil.

Confira o convite feito presidente da Comissão Episcopal para Ação Sociotransformadora:

Identidade visual

Para esta sétima Jornada Mundial dos Pobres, a equipe propôs como tema: Olhe para mim!” e o lema “Não desvies o rosto de nenhum pobre” (Tb 4,7). A identidade visual para esta jornada, em forma de mosaico indica a necessidade de conectar os povos dos campos, das cidades, das florestas, das águas na interligação com a Casa Comum.

Os cenários, da identidade visual, foram construídos e organizados a partir de infográficos que se conectam à medida que as figuras ultrapassam as bordas. As cores quentes provocam a sensação de alegria, comunhão, refeição, acolhimento, com os elementos da cultura popular trazendo a dimensão artística, cultural, religiosa, documental, estética. Tudo isso, junto com presença humana e de toda natureza, no convite: “Olhe para mim”.

Materiais de apoio

Para contribuir na realização e mobilização da Jornada, junto com as pessoas em situação pobreza, os materiais disponibilizados são: o subsídio para reflexão e celebração, cartaz, banner, camisete, material para as redes sociais, Tvs e rádio: você pode acessar aqui.

Para acessar os subsídios, clique aqui.

O Papa Francisco publicou hoje, 04 de outubro de 2023, a Carta Laudate Deum, um texto que dá continuidade à encíclica Laudato Si, publicada

O Papa Francisco publicou hoje, 04 de outubro de 2023, a Carta Laudate Deum, um texto que dá continuidade à encíclica Laudato Si, publicada em 2015.  Leia abaixo as preocupações do Papa sobre as mudanças climáticas na publicação do site vaticannews.va.

Laudate Deum” é o título desta carta. Porque um ser humano que pretenda tomar o lugar de Deus torna-se o pior perigo para si mesmo”. Com essas palavras, conclui-se a exortação apostólica do Papa Francisco, publicada em 4 de outubro. Um texto em continuidade com a encíclica Laudato si’ de 2015. Em 6 capítulos e 73 parágrafos, olhando para a COP28 em Dubai daqui a dois meses, o Sucessor de Pedro pretende fazer um apelo à corresponsabilidade diante da emergência das mudanças climáticas, porque o mundo “está desmoronando e talvez se aproximando de um ponto de ruptura”. É um dos “maiores desafios que a sociedade e a comunidade global enfrentam”, “os efeitos das alterações climáticas recaem sobre as pessoas mais vulneráveis” (3).

Os sinais da mudança climática cada vez mais evidentes

No primeiro capítulo, o Papa explica que, por mais que tentemos negá-los, “os sinais da mudança climática estão aí, cada vez mais evidentes”. Ele cita “fenômenos extremos, períodos frequentes de calor anormal, seca e outros gemidos da terra”. Afirma: “é possível verificar que certas mudanças climáticas, induzidas pelo homem, aumentam significativamente a probabilidade de fenômenos extremos mais frequentes e mais intensos”. E para aqueles que minimizam, responde: “aquilo que agora estamos a assistir é uma aceleração insólita do aquecimento”. “Provavelmente, dentro de poucos anos, muitas populações terão de deslocar as suas casas por causa destes fenômenos” (6).

A culpa não é dos pobres

Para aqueles que culpam os pobres por terem muitos filhos e talvez tentem resolver o problema “mutilando as mulheres nos países menos desenvolvidos”, Francisco lembra “que uma reduzida percentagem mais rica do planeta polui mais do que o 50% mais pobre”. A África, que “alberga mais da metade das pessoas mais pobres do mundo, é responsável apenas por uma mínima parte das emissões no passado” (9). Em seguida, o Papa desafia aqueles que afirmam que o menor uso de combustíveis fósseis levará “à diminuição dos postos de trabalho”. Na realidade, “milhões de pessoas perdem o emprego” devido às diversas consequências da mudança climática. Enquanto a transição para as energias renováveis, “bem administrada”, é capaz de “gerar inúmeros postos de trabalho em diferentes setores. Por isso é necessário que os políticos e os empresários se ocupem disso imediatamente” (10).

Indubitável origem humana

“A origem humana – ‘antrópica’ – da mudança climática já não se pode pôr em dúvida”, diz Francisco. “A concentração na atmosfera dos gases com efeito estufa… nos últimos cinquenta anos, o aumento sofreu uma forte aceleração” (11). Ao mesmo tempo, a temperatura “aumentou a uma velocidade inédita, sem precedentes nos últimos dois mil anos” (12). Isso resultou na acidificação dos mares e no derretimento dos glaciares. A coincidência entre esses eventos e o crescimento das emissões de gases de efeito estufa “não pode ser escondida. A esmagadora maioria dos estudiosos do clima defende esta correlação, sendo mínima a percentagem daqueles que tentam negar esta evidência”. Infelizmente, a crise climática não é propriamente uma questão que “interesse às grandes potências econômicas, preocupadas em obter o maior lucro ao menor custo e no mais curto espaço de tempo possíveis” (13).

Em tempo para evitar danos mais dramáticos

” Vejo-me obrigado – continua Francisco – a fazer estas especificações, que podem parecer óbvias, por causa de certas opiniões ridicularizadoras e pouco racionais que encontro mesmo dentro da Igreja Católica. Mas não podemos continuar a duvidar que a razão da insólita velocidade de mudanças tão perigosas esteja neste facto inegável: os enormes progressos conexos com a desenfreada intervenção humana sobre a natureza” (14). Infelizmente, algumas manifestações dessa crise climática já são irreversíveis por pelo menos centenas de anos. É “urgente uma visão mais alargada… tudo o que se nos pede é uma certa responsabilidade pela herança que deixaremos atrás de nós depois da nossa passagem por este mundo” (18).

O paradigma tecnocrático: a ideia de um ser humano sem limites

No segundo capítulo, Francisco fala do paradigma tecnocrático que “consiste, substancialmente, em pensar como se a realidade, o bem e a verdade desabrochassem espontaneamente do próprio poder da tecnologia e da economia” (20) com base na ideia de um ser humano sem limites. “Nunca a humanidade teve tanto poder sobre si mesma, e nada garante que o utilizará bem, sobretudo se se considera a maneira como o está a fazer…É tremendamente arriscado que resida numa pequena parte da humanidade” (23). O Papa reitera que “o mundo que nos rodeia não é um objeto de exploração, utilização desenfreada, ambição sem limites” (25). Ele também lembra que estamos incluídos na natureza, e “isso exclui a ideia de que o ser humano seja um estranho, um fator externo capaz apenas de danificar o ambiente” (26).

Decadência ética do poder: marketing e informações falsas

“Realizamos progressos tecnológicos impressionantes e surpreendentes, sem nos darmos conta, ao mesmo tempo, que nos tornámos altamente perigosos, capazes de pôr em perigo a vida de muitos seres e a nossa própria sobrevivência” (28). “A decadência ética do poder real é disfarçada pelo marketing e pela informação falsa, mecanismos úteis nas mãos de quem tem maiores recursos para influenciar a opinião pública através deles” (29). “Podemos notar como às vezes os próprios pobres, confundidos e encantados perante as promessas de tantos falsos profetas, caem no engano dum mundo que não é construído para eles” (31). Há “um domínio daqueles que nasceram com melhores condições de progresso” (32).

Política internacional fraca

No capítulo seguinte da exortação, o Papa aborda o tema da fraqueza da política internacional, insistindo na necessidade de favorecer “acordos multilaterais entre Estados” (34). Ele pede “organizações mundiais mais eficazes, dotadas de autoridade para assegurar o bem comum mundial”. Essas organizações que “devem dotadas duma real autoridade que possa «assegurar» a realização de alguns objetivos irrenunciáveis” (35). Francisco lamenta “que as crises globais sejam desperdiçadas, assim como sucedeu na crise financeira de 2007-2008 e com a pandemia, que trouxeram “maior individualismo, menor integração, maior liberdade para os que são verdadeiramente poderosos e sempre encontram maneira de escapar ilesos” (36). O desafio atual é recriar um novo multilateralismo “à luz da nova situação global” (37), reconhecendo que tantas agregações e organizações da sociedade civil ajudam a compensar as fraquezas da Comunidade internacional.

Inúteis as instituições que preservam os mais fortes

Francisco propõe ” um multilateralismo «a partir de baixo» e não meramente decidido pelas elites do poder” (38). Ele lembra que é necessário um “quadro diferente para uma cooperação eficaz” (42). Portanto, precisamos de “uma espécie de maior «democratização» na esfera global… Deixará de ser útil apoiar instituições que preservem os direitos dos mais fortes, sem cuidar dos direitos de todos”. (43)

O que se espera da COP de Dubai?

No capítulo seguinte, analisando a COP28, Francisco escreve: “Não podemos renunciar ao sonho de que a COP28 leve a uma decidida aceleração da transição energética, com compromissos eficazes que possam ser monitorizados de forma permanente. Esta Conferência pode ser um ponto de viragem” (54). Infelizmente, “a necessária transição para energias limpas…, não avança de forma suficientemente rápida” (55).

Chega de ridicularizar a questão ambiental

Francisco pede o fim da “atitude irresponsável” daqueles que ridicularizam a questão ambiental por interesses econômicos: em vez disso, trata-se de “dum problema humano e social em sentido amplo e a diversos níveis. Por isso requer-se o envolvimento de todos”. Com relação aos protestos de grupos radicalizados, o Papa afirma que “eles preenchem um vazio da sociedade”, pois caberia “a cada família pensar que está em jogo o futuro dos seus filhos” (58) e exercer uma pressão saudável. O Pontífice espera que da COP28 surjam “formas vinculantes de transição energética” que sejam eficientes e “facilmente monitoráveis” (59). ” Oxalá que, a intervir na COP28, sejam estrategas capazes de pensar mais no bem comum e no futuro dos seus filhos, do que nos interesses contingentes de algum país ou empresa. Possam assim mostrar a nobreza da política, e não a sua vergonha” (60).

Um compromisso que brota da fé cristã

Por fim, o Papa recorda as razões desse compromisso que brota da fé cristã, incentivando “os irmãos e irmãs de outras religiões a fazerem o mesmo” (61). “A cosmovisão judaico-cristã defende o valor peculiar e central do ser humano no meio do maravilhoso concerto de todos os seres… formamos uma espécie de família universal, uma comunhão sublime que nos impele a um respeito sagrado, amoroso e humilde” (67). ” Isto não é um produto da nossa vontade… pois Deus uniu-nos tão estreitamente ao mundo que nos rodeia” (68). O que é importante, escreve Francisco, é lembrar que “não há mudanças duradouras sem mudanças culturais… e não há mudanças culturais sem mudança nas pessoas” (70). “Os esforços das famílias para poluir menos, reduzir os esbanjamentos, consumir de forma sensata estão a criar uma nova cultura” (71). O pontífice conclui lembrando “que as emissões pro capite nos Estados Unidos são cerca do dobro das dum habitante da China e cerca de sete vezes superiores à média dos países mais pobres”. E afirma “que uma mudança generalizada do estilo de vida irresponsável ligado ao modelo ocidental teria um impacto significativo a longo prazo. Assim, juntamente com as indispensáveis decisões políticas, estaríamos no caminho do cuidado mútuo” (72).

Na oração do Angelus de 01 de outubro, o Papa Francisco falou sobre a diferença entre pecado e corrupção e disse: “Para o pecador
Na oração do Angelus de 01 de outubro, o Papa Francisco falou sobre a diferença entre pecado e corrupção e disse: “Para o pecador há sempre esperança de redenção; para o corrupto, porém, é muito mais difícil”. Leia a matéria publicada no site vaticannews.
Neste domingo, 1º de outubro, o Papa Francisco rezou a oração mariana do Angelus, com milhares de fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro.

O Pontífice refletiu a passagem do evangelho que fala de dois filhos, aos quais o pai pede que vão trabalhar na vinha. Um deles responde imediatamente “sim”, mas depois não vai. O outro, recusa no momento, mas depois reconsidera e vai.

“O que dizer sobre esses dois comportamentos?”, questionou o Papa, “imediatamente vem à mente que ir trabalhar na vinha exige sacrifício e que sacrificar custa, não acontece espontaneamente, apesar da beleza de reconhecer-se filhos e herdeiros”.

Segundo Francisco, o dilema contado não é tanto a resistência em ir trabalhar na vinha, mas a sinceridade, ou a falta dela, diante do pai e diante de si mesmo: “na verdade, nenhum dos dois filhos se comporta de maneira impecável, um deles mente, enquanto o outro erra, mas permanece sincero”.

O comportamento corrupto

Ao deter-se sobre o filho que diz sim, mas depois não vai, o Papa destacou que ele “não quer fazer a vontade do pai, mas também não quer discutir ou falar sobre isso”. E por este motivo ele se esconde atrás de um “sim”, atrás de um consentimento falso, que encobre sua preguiça somente para salvar salva sua pele. E deste modo, consegue sobreviver sem conflitos, mas engana e decepciona o pai, desrespeitando-o de uma forma pior do que teria feito com um “não” direto.

“O problema com um homem que se comporta dessa maneira é que ele não é apenas um pecador, mas um corrupto, porque mente suavemente para cobrir e disfarçar sua desobediência, sem aceitar qualquer diálogo ou confronto honesto.”

Para o pecador há sempre esperança

“O outro filho”, continuou Francisco, “aquele que diz não, mas depois vai, é sincero. Não é perfeito, mas é sincero”, e ao manifestar sua relutância corajosa, “ele assume a responsabilidade por seu comportamento e age abertamente”.

O Santo Padre sublinhou, que através da sua atitude honesta como filho, aquele homem “acaba se questionando, chegando à conclusão de que estava errado e refazendo seus passos”.

“Ele é, poderíamos dizer, um pecador, mas não um corrupto. E para o pecador há sempre esperança de redenção; para o corrupto, porém, é muito mais difícil. Na verdade, o seu falso “sim”, suas aparências elegantes, mas hipócritas, e suas ficções que se tornaram hábitos são como uma espessa “parede de borracha”, atrás da qual ele se protege dos apelos da consciência.”

“Esses hipócritas fazem muilto mal”, enfatizou o Papa, pedindo aos fiéis para não se esquecerem deste ensinamento: “pecadores sim, corruptos não”.

Sinceridade diante de Deus

Francisco conclui sua alocução antes da oração mariana com algumas perguntas, convidando os fiéis, à luz destes ensinamentos, a olharem para si mesmos e questionarem:

“Diante do esforço de viver uma vida honesta e generosa, de me comprometer de acordo com a vontade do Pai, estou disposto a dizer “sim” todos os dias, mesmo que isso custe? E quando falho, sou sincero ao confrontar Deus sobre minhas dificuldades, minhas quedas, minhas fragilidades? E quando eu digo “não”, eu volto atrás? Devemos conversar com o Senhor sobre isso. Quando cometo um erro, estou disposto a me arrepender e refazer meus passos? Ou faço vista grossa e vivo usando uma máscara, preocupando-me apenas em parecer bom e decente? No final das contas, sou um pecador, como todo mundo, ou há algo corrupto em mim? Não se esqueça: pecadores sim, corruptos não.”

“Maria, espelho de santidade, ajude-nos a ser cristãos sinceros”, finalizou o Papa.

 

É com profundo pesar que a Arquidiocese de Vitória recebe a triste notícia do falecimento do nosso estimado confrade, Ir. Luiz Scharenberg, ocorrido hoje,

É com profundo pesar que a Arquidiocese de Vitória recebe a triste notícia do falecimento do nosso estimado confrade, Ir. Luiz Scharenberg, ocorrido hoje, 29 de setembro de 2023, por volta das 10h40min. Neste momento de luto e saudade, nossos corações se entristecem, mas também se enchem de gratidão pelo legado de amor e serviço deixado por ele.

Que Deus, em Sua infinita misericórdia, conceda ao nosso querido Ir. Luiz Scharenberg a paz eterna e o acolha em Sua morada celestial. Suas sua dedicação à comunidade de Santa Isabel serão sempre lembradas e valorizadas.

Pedimos a todos que acompanhem a família e a comunidade religiosa em suas orações neste momento difícil.

Em breve, forneceremos mais informações sobre o velório em honra ao Ir. Luiz Scharenberg.

“Dai-lhe, Senhor o repouso eterno e brilhe para ele a Vossa Luz. Descanse em paz!”

Missa de corpo presente do Ir. Luiz, amanhã 30/09/2023, às 9:30 no Seminário / casa de retiro São Francisco Xavier, presidida por Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória – ES

“Inteligência artificial e sabedoria do coração: por uma comunicação plenamente humana”. Este é o tema escolhido pelo Papa Francisco para a celebração do 58º Dia

“Inteligência artificial e sabedoria do coração: por uma comunicação plenamente humana”.

Este é o tema escolhido pelo Papa Francisco para a celebração do 58º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado em 12 de maio de 2024. Tradicionalmente, o tema é divulgado em 29 de setembro, festa litúrgica dos Santos Arcanjos, na qual se celebra o padroeiro dos comunicadores, São Gabriel. A mensagem será conhecida no próximo 24 de janeiro, memória de São Francisco de Sales.

A justificativa da escolha, segundo o Boletim de Imprensa da Santa Sé, é que a evolução dos sistemas de inteligência artificial torna cada vez mais natural a comunicação através e com as máquinas, de tal modo que se tornou cada vez mais difícil distinguir o cálculo do pensamento, a linguagem produzida por uma máquina daquela gerada pelos seres humanos.

“Como todas as revoluções, também esta baseada na inteligência artificial coloca novos desafios para que as máquinas não contribuam para espalhar um sistema de desinformação em larga escala e não aumentem a solidão daqueles que já estão sós, privando-nos do calor que só a comunicação entre pessoas pode dar”, contextualiza o comunicado.

“É importante orientar a inteligência artificial e os algoritmos, de modo que haja em todos nós uma consciência responsável no uso e no desenvolvimento dessas diferentes formas de comunicação, que acompanham as das redes sociais e da internet. A comunicação deve ser orientada para uma vida mais plena da pessoa humana”, conclui.

 

Inteligências artificiais e paz 

Na mesma linha da reflexão para o Dia Mundial das Comunicações Sociais será o Dia Mundial da Paz de 2024, celebrado em 1º de janeiro. O tema escolhido foi “Inteligências Artificiais e Paz”. O argumento foi divulgado em 8 de agosto pelo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral. O notável progresso feito no campo da inteligência artificial tem um impacto cada vez mais profundo na atividade humana, na vida pessoal e social, na política e na economia.

Segundo o Dicastério, o Papa Francisco pede “um diálogo aberto sobre o significado dessas novas tecnologias, dotadas de potencial disruptivo e de efeitos ambivalentes”. O Pontífice ainda lembra a necessidade de se estar vigilante e de se trabalhar para garantir que “uma lógica de violência e de discriminação” não estejam vinculadas ao se produzir e se usar esses dispositivos, em detrimento dos mais frágeis e excluídos:

“Injustiça e desigualdades alimentam conflitos e antagonismos. A urgência de orientar a concepção e o uso das inteligências artificiais de forma responsável, para que estejam a serviço da humanidade e da proteção da nossa casa comum, exige que a reflexão ética seja estendida no âmbito da educação e do direito.”

Ao divulgar a inteligência artificial como tema de reflexão para o Dia Mundial da Paz de 2024, o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral ainda destaca a importância de se “proteger a dignidade da pessoa e o cuidado de uma fraternidade verdadeiramente aberta a toda a família humana” como condições indispensáveis para que o desenvolvimento tecnológico contribua para a promoção da justiça e da paz no mundo.

Pascom Brasil
Foto de capa: koyu de Getty Images/Canva Pro
Foi anunciada recentemente a aguardada lista de indicados à 14ª edição do Troféu Louvemos o Senhor, um evento que celebra a música católica e

Foi anunciada recentemente a aguardada lista de indicados à 14ª edição do Troféu Louvemos o Senhor, um evento que celebra a música católica e reconhece os artistas que propagam a fé através de suas canções. Entre os indicados deste ano, destacou a dupla Capixaba, Gabi e Janderson, que concorrem na categoria: interprete dupla/ grupo, com a música “Eu quero estar com Deus”.

“A música ‘Eu quero estar com Deus’, foi escrita por mim quando eu tinha 14 anos, hoje tenho 31, desde da minha adolescência pulsava dentro do meu coração, essa vontade de estar sempre com Deus. E ser indicado para um prêmio num festival da música católica mais antigo e mais importante da Igreja no Brasil, já é uma vitória para nós dois, pois nossa missão, com casal, é de evangelizar com o nosso cantar. Escrevemos a música sem o intuito de classificação, mas quando vimos que o nosso nome estava entre os finalista, foi uma surpresa enorme para todos nós”, comenta Gabi.

Gabi e Janderson são os únicos capixabas, que vão participar dessa edição do Troféu Louvemos. Esse feito ressalta a importância da música católica no Estado e a dedicação dos artistas locais em propagar a mensagem de fé e esperança por meio de suas composições.

O Troféu Louvemos o Senhor, que acontecerá no dia 07 de novembro, promete ser uma noite de celebração e reconhecimento para os talentosos artistas que dedicam suas carreiras à evangelização por meio da música. O evento será realizado no auditório Paulo Apóstolo, situado na sede da Associação do Senhor Jesus, em Valinhos/SP.

A 14ª edição do Troféu Louvemos o Senhor promete ser um evento edificante para todos os envolvidos na música católica e para aqueles que apreciam as mensagens de esperança e espiritualidade.

Vale lembrar que Gabi e Janderson foram os campeões do 1° Prêmio Palma da Vitória da Arquidiocese de Vitória, com a música “Mãe da Divina Providência”.

Confira, abaixo, quem são os indicados em cada categoria da edição 2023 do Troféu Louvemos o Senhor

Intérprete Solo
Ana Gabriela – Canção: GPS
Ana Lúcia – Senhor Salvador Libertador
Bruna Marques – Canção: Brevíssimo Segundo
Davidson Silva – Canção: Herança
Gisele de Paula Faria – Canção: Consagração

Intérprete Banda/Ministério
Acordi – Canção: Que eu seja corajoso
Comunidade Católica Shalom – Canção: Irresistivelmente
Ministério M3 – Canção: O Céu não é tão longe
Missionário Shalom – Canção: Fogo Abrasador
Vértice do Céu – Canção: É Natal

Intérprete Dupla/Grupo Vocal
Alvaro E Daniel – Canção: Tua Paixão
Comunidade Católica Pantokrator – Canção: Eu exalto o Amor Poderoso
Gabi e Janderson – Canção: Eu quero estar com Deus
Ramon E Rafael – Canção: Vai Chover
Terço – Canção: Senhor

Canção de Adoração
Comunidade Católica Shalom – Irresistivelmente
Danubia do Menino Jesus – Viver de amor
Lucas Martins – Faz o que quiser de mim
Ministério M3 – Amáveis Laços
Ticiana de Paula – Teu amor sem fim

Canção de Louvor
Ariane Subtil – O Cântico Eterno
Canção Nova – Nasceu
Diego Contiero – Maranatha
Mayara Marques – Enamorada
Ticiana de Paula – Deus ouve

Canção Mensagem
Banda Evedus – Recomeçar
Identidade Sua – Aquela Paz
Mayara Marques – Você
Thiago Brado – Eu te seguro
Ticiana de Paula – Tudo Passará

Canção Mariana
Ana Rita Ricardo de Faria – Ponte do céu
Colo de Deus – Me aceita de volta
Evandro José – Sou Isabel
Ministério Tua Palavra – Pelas mãos de Maria
Sarah Sabará – Angelus

Canção Litúrgica / Bíblica
Amor e Adoração – Entre Nós
Comunidade Católica Shalom – Alma de Cristo
Coro Edipaul – Jesus Filho de Deus, Cordeiro Libertador
Lukas Cruz – Faça Morada em Mim
Thiago Brado – Deus Gigante

Regravação
Ana Gabriela – Me aventurar
Bruna Marques – Juras de amor por Deus
Davidson Silva – Apaixonado
Júlia Trevisan – Good to me
Missionário Shalom – Santo dos Santos

Canção com Participação (Feat.)
Amor e Adoração – A Procura
Comunidade CAJU – Sob os Pés da Cruz
Layane Lima – Resposta
Marquinho Costa – O Amor
Rosa de Saron – O que me espera

Projeto Infantil
Canção Nova Kids – Meu Burrinho vai Ligeiro
Paulo Praciano – Sonho de Natal
Rodrigo Luz Grecco – Soldadinho de Chumbo
Sarah Sabará – Angelus
Vinde A Mim – Pra falar com Papai do Céu

Videoclipe
Ana Gabriela – Canção: GPS
André Leite – Canção: Pai de Misericórdia
Davidson Silva – Canção: Herança
Thiago Brado – Canção: Quando isso passar
Ziza Fernandes – Canção: Nudez de Madalena

Lyric Video
André Reis – Canção: Filho, aqui estou
Canção Nova Kids – Jesus Ressuscitou
Forró Santíssima Trindade – Canção: Noite de São João
Kellyane – Canção: Deus está aqui
Rodrigo Luz Grecco – Canção: Soldadinho de Chumbo

Artista Revelação
André Reis – Canção: Filho aqui estou
Bruna Marques – Canção: Nada Temerei
Danubia do Menino Jesus – Canção: Onde o noivo está
Ministério M3 – Canção: Amáveis Laços
Vinícius Bernucci – Canção: Tempestade

Música do Ano
Amor e Adoração – Entre nós
Banda Evedus – Recomeçar
Canção Nova – Nasceu
Danúbia do Menino Jesus – Viver de amor
Identidade Sua – Aquela paz
Mayara Marques – Enamorada
Mayara Marques – Você
Thiago Brado – Eu te seguro
Ticiana de Paula – Deus ouve
Ticiana de Paula – Tudo Passará

Na manhã desta quarta-feira, 27 de setembro, o Papa dedicou a reflexão da catequese para contar aos fiéis e peregrinos presentes na Praça São

Na manhã desta quarta-feira, 27 de setembro, o Papa dedicou a reflexão da catequese para contar aos fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro sobre a experiência que viveu no final da semana passada, em sua viagem a Marselha, onde foi participar da conclusão dos “Encontros Mediterrâneos”.

O Santo Padre disse que, junto com bispos e prefeitos da região mediterrânea, e com numerosos jovens, dedicou-se ao diálogo aberto sobre o futuro. Ao relembrar o tema do evento em Marselha, “Mosaico da Esperança”, Francisco afirmou que “este é o sonho, este é o desafio: que o Mediterrâneo recupere sua vocação de ser um laboratório de civilização e paz”.

Um lugar de encontro e não de conflito

“O Mediterrâneo é o berço da civilização, e o berço é para a vida! Não é tolerável que se torne um túmulo, nem mesmo um lugar de conflito. Não. O Mar Mediterrâneo é o oposto de choques entre civilizações, guerra ou tráfico de seres humanos”, disse o Pontífice, sublinhando que o Mediterrâneo conecta a África, a Ásia e a Europa; o norte e o sul, o oriente e o ocidente; povos e culturas, línguas e religiões diferentes.

O Santo Padre ressaltou que o mar é sempre, de alguma forma, um abismo a ser superado e pode se tornar perigoso. Suas águas abrigam tesouros de vida, suas ondas e ventos conduzem embarcações de todos os tipos, e destacou: o mar “é um lugar de encontro e não de conflito, de vida e não de morte”.

Francisco enfatizou que o encontro em Marselha aconteceu após eventos semelhantes realizados em Bari em 2020 e em Florença no ano passado, e completou: “Não foi um evento isolado, mas sim um passo à frente em um itinerário para responder, hoje, ao apelo lançado por São Paulo VI em sua Encíclica Populorum Progressio, para promover “um mundo mais humano para todos, um mundo em que todos tenham algo para dar e receber, sem que o progresso de alguns constitua um obstáculo ao desenvolvimento dos outros”.

Conversão pessoal, solidariedade social e esforços concretos

Ao falar sobre os resultados do evento em Marselha, o Papa afirmou que “surgiu um olhar sobre o Mediterrâneo simplesmente humano, não ideológico, não estratégico, não politicamente correto, nem instrumental, mas humano, ou seja, capaz de relacionar cada coisa com o valor primordial da pessoa humana e sua dignidade inviolável”.

Para Francisco, este olhar de esperança despertou principalmente através dos testemunhos compartilhados: “Esta obra sempre passa pela fraternidade, através dos olhos, mãos, pés e corações de homens e mulheres que, em seus respectivos papéis de responsabilidade eclesiástica e civil, buscam construir relações fraternas e de amizade social”, sublinhou o Pontífice.

Esperança no futuro

O Papa disse que há outro aspecto complementar: “é preciso devolver esperança às nossas sociedades europeias, especialmente às novas gerações”. E apresentou algumas questões:

“De fato, como podemos acolher os outros se não tivermos nós mesmos um horizonte aberto para o futuro? Os jovens, pobres de esperança, fechados no privado, preocupados em gerir sua precariedade, como podem se abrir ao encontro e à partilha?”

Segundo o Pontífice, nossas sociedades doentes de individualismo, consumismo e vazios precisam se abrir, oxigenar a alma e o espírito, e então poderão encarar a crise como uma oportunidade e enfrentá-la de forma positiva.

Ao recordar que a Europa precisa redescobrir a paixão e o entusiasmo, Francisco disse que em Marselha encontrou no Cardeal Aveline, nos sacerdotes e nos consagrados, nos fiéis leigos empenhados na caridade e educação, no povo de Deus, uma grande cordialidade. O Papa também agradeceu ao Presidente da República, Emmanuel Macron, que, com sua presença, demonstrou a atenção de toda a França ao evento em Marselha.

No final da catequese, Francisco recordou Nossa Senhora da Guarda, venerada pelo povo de Marselha, e disse confiar a Ela o caminho dos povos do Mediterrâneo, “para que esta região se torne aquilo que sempre foi chamada a ser: um mosaico de civilização e esperança”.

Fonte: Vaticano News

Na tarde desta terça-feira (23), nosso Arcebispo, Dom Dario Campos, esteve no Seminário em um encontro com os seminaristas da Teologia e os padres

Na tarde desta terça-feira (23), nosso Arcebispo, Dom Dario Campos, esteve no Seminário em um encontro com os seminaristas da Teologia e os padres que os acompanham nas Paróquias de pastoral.

Na ocasião, todos puderam partilhar os desafios, os pontos positivos e as experiências que vivenciam nas comunidades e no exercício das atividades pastorais-missionárias.

Ao final, os presentes parabenizaram a Dom Dario que completa hoje, 23 anos de ministério episcopal.

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