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Os temas para os próximos Dias Mundiais da Juventude que acontecem nas dioceses e arquidioceses no dia da Festa de Cristo Rei. A escolha
Os temas para os próximos Dias Mundiais da Juventude que acontecem nas dioceses e arquidioceses no dia da Festa de Cristo Rei.
A escolha é feita pelo Papa e a divulgação é do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

XXXVIII Jornada Mundial da Juventude, 2023: «Alegres na esperança» (cf. Rm 12, 12);

XXXIX Jornada Mundial da Juventude, 2024: «Aqueles que esperam no Senhor caminham sem se cansar» (cf. Is 40, 31).

Na exortação apostólica pós-sinodal Christus vivit, o Papa Francisco indicava Cristo como «a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo» (n. 1). Agora, com os temas das duas próximas DMJ, Sua Santidade convida os jovens a aprofundar o significado da esperança cristã e a testemunhar alegremente que Cristo está vivo.

Notícias e outras informações relativas às JMJ podem ser encontradas no site do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida: www.laityfamilylife.va.

Fonte: vaticannews.va
O estrategista digital católico Fabiano Fachini estará na Arquidiocese de Vitória para participar do Encontro da Pascom no dia 07 de outubro de 2023,

O estrategista digital católico Fabiano Fachini estará na Arquidiocese de Vitória para participar do Encontro da Pascom no dia 07 de outubro de 2023, a partir das 14h, no Centro Católico de Estudos (Cecates), na Praia do Suá. Se você ainda não se inscreveu, clique aqui e participe! As inscrições para o encontro vão até o dia 05 de outubro.

Em fevereiro de 2021 ele participou de um encontro de formação da Pascom de forma virtual – devido a pandemia – e agora ele retorna a nossa Arquidiocese pessoalmente para compartilhar muito mais sobre as estratégias de evangelização por meio das mídias sociais e dar dicas sobre como fortalecer a Pascom na sua paróquia. Sua participação também contempla uma oficina de redes sociais.

A abertura do encontro vai acontecer com a fala de Dom Valdir José de Castro – Bispo de Campo Limpo (SP) – que é o Presidente da Comissão de Comunicação da CNBB – e foi eleito para o Quadriênio 2023-2027. Esta será uma oportunidade para os pasconeiros presentes terem um primeiro contato com o referencial da comunicação a nível de Brasil. Dom Valdir dará uma palestra online e ao vivo sobre “Pastoral da Comunicação e Sinodalidade”.

Nesta tarde também conversaremos sobre a representação arquidiocesana da Pascom. Atualmente temos a representação por Área Pastoral (Vitória, Vila Velha, Cariacica/Viana, Serra/Fundão, Serrana e Benevente) e a ideia é que esta pessoa possa unificar toda a comunicação na Arquidiocese de Vitória, sendo uma ponte direta com o Vicariato para a Comunicação, as pastorais, as áreas e paróquias.

Sobre Fabiano Fachini

● Profissional com mais de 10 anos de experiência em Comunicação nas áreas de Assessoria de Imprensa, Jornalismo Impresso, TV, Rádio, Marketing Digital e Mídias Digitais, com atuação em empresas de serviços de radiodifusão, telecomunicações e religioso;
● Vivência na área de Mídias Digitais, respondendo por criação de planos estratégicos e de conteúdos para sites, Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, YouTube e Aplicativos;
● Desenvolvimento e aprovação de textos e briefing para artes gráficas, com produção de textos para merchandising, posts de redes sociais, artigos, matérias e materiais externos, atuando junto a agências de publicidade na produção de material;
● Produção de conteúdo e gerenciamento de canal do YouTube, com foco em ampliar a audiência e criar uma comunidade conectada com a marca (Alcance de um Play de Prata – 100 mil inscritos; e Placa de Ouro – 1 milhão de inscritos).
● Criação de conteúdo e planejamento estratégico da presença da empresa no WhatsApp Business;
● Gestão de times com até 15 colaboradores diretos mais integração com times de outros setores;
● Atuação como Orientador Educacional do curso online “Assessoria de Imprensa”;
● Aplicação de Palestras e Workshops sobre Mídias Digitais e estratégias de comunicação e Igreja.

Quem é Dom Valdir José de Castro?

Nasceu em 14 de fevereiro de 1961 em Santa Bárbara d’Oeste, diocese de Piracicaba (SP). Estudou Filosofia na Universidade de Caxias do Sul (RS), de 1981 a 1983, e Teologia no Instituto Teológico de São Paulo, de 1984 a 1987.

Obteve a Licenciatura em Espiritualidade na Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma (1992-1994) e frequentou o curso de Jornalismo na Universidade de Caxias do Sul (RS), de 1996 a 2000. Em seguida, especializou-se em Comunicação na Faculdade Cásper Líbero em São Paulo (2001-2004) e fez doutorado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2012-2016).

Ele fez sua profissão religiosa em 11 de fevereiro de 1981 na Sociedade de São Paulo e foi ordenado sacerdote em 12 de dezembro de 1987. Após sua ordenação sacerdotal, ocupou os seguintes cargos: formador de aspirantes (1987-1990), mestre dos novatos (1997-2000), conselheiro provincial da província do Brasil (1996-2004), vigário provincial (2000-2004), formador de juniores (2006-2007), diretor geral de Apostolado (2001-2006), provincial da província Argentina-Chile-Peru (2006-2010), diretor da Faculdade de Comunicação (FAPCOM) (2012-2015), provincial do Brasil (2012-2015) e superior geral da Pia Sociedade de São Paulo (2015-2022) tornando-se o sétimo sucessor do fundador Beato Tiago Alberione e o primeiro não italiano a assumir o cargo.

Em setembro de 2022, dom Valdir foi nomeado pelo Papa Francisco como bispo de Campo Limpo (SP). Em 29 de setembro do mesmo, o Papa Francisco o nomeou também como novo membro do Dicastério para a Comunicação.

Confira a nova programação do Encontro Pascom

07/10/23 – 14h às 17h – Cecates

– Oração Inicial e Abertura

– Dom Valdir José de Castro (online) – Bispo de Campo Limpo (SP) e Presidente da Comissão de Comunicação da CNBB – Tema: Sinodalidade na Comunicação.

– Fabiano Fachini – Comunicador e estrategista digital Católico – Tema: “Fortalecendo a Pascom na sua Paróquia”.

– Oficina com Fabiano Fachini – “Redes Sociais na Igreja – Como fazer?”

– Fila do Povo

– Fala sobre Coordenador Arquidiocesano da Pascom

– Visita ao Estúdio de TV da Arquidiocese de Vitória

– Encerramento

 

Na manhã desta segunda-feira (25) foi retomada por Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória, a tradicional Missa com os Políticos Católicos na Arquidiocese

Na manhã desta segunda-feira (25) foi retomada por Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória, a tradicional Missa com os Políticos Católicos na Arquidiocese de Vitória e cerca de 70 pessoas estiveram presentes. Esta iniciativa começou com Dom Luiz Mancilha Vilela e a proposta é de que uma vez por mês os políticos católicos – irmãos e irmãs que assumem uma missão na política – se reúnam para rezar, para partilhar a vida e também para um momento de confraternização.

A Celebração Eucarística aconteceu em Ponta Formosa, Vitória. Estiveram presentes diversas personalidades políticas do estado do Espírito Santo no âmbito do Poder Legislativo e Executivo. Tanto pessoas com mandatos, como pessoas que trabalham na parte mais executiva das atividades políticas como secretários e secretárias de diversas pastas do Estado e dos municípios. Além de prefeitos, vereadores e deputados.

A organização da missa foi feita pelo Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória e o seu Vigário Episcopal, padre Kelder Brandão, destaca que o presidente da Assembleia Legislativa estava presente, além de outros prefeitos como o de Vitória, de Vila Velha e de Domingos Martins. Padre Kelder também disse ter se sentido surpreso com a participação de políticos de outras denominações religiosas e que estavam felizes em participar deste momento.

“Foi muito rica a participação, integração e Dom Dario pontuou muito a necessidade da gente reconstruir o nosso país, o nosso estado, os nossos municípios, a partir de uma política que seja mais integrativa, que dialogue mais. E precisamos principalmente reconstruir o tecido social, uma sociedade que está tão dividida a partir de dois princípios fundamentais: um compromisso integral com a vida humana desde a concepção até o seu término natural e outro que é o compromisso com a verdade toda em qualquer circunstância”.

Em sua homilia Dom Dario enfatizou que como pastor da Arquidiocese se alegrou muito com a presença e a disponibilidade de todos. “Pelo batismo todos fomos iluminados pela Luz do Ressuscitado, chamados a ser seus discípulos missionários. Somos vocacionados a ser sal da terra, como o sabor da caridade de Cristo e luz do mundo, iluminando as realidades da sociedade com a luz do Evangelho. Algo que se aplica também diretamente a vocês que assumem um papel muito importante na sociedade, como católicos que exercem a sua missão na política. O Papa Francisco afirmou que a política é a mais alta forma de caridade, manifestação do amor e do compromisso social na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária”.

Ao final da missa Dom Andherson Franklin, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Vitória, fez um agradecimento destacando que “esse momento de oração, escuta da palavra e partilha da Eucaristia é importante, pois os discípulos foram levados por Jesus ao Monte Tabor para lá refazerem suas forças, revigorarem o ânimo, para descerem para a planície onde a missão continuava. É assim que nós queremos que esse tempo seja: um tempo de oração, escuta da palavra, de refazermos as forças, pois, na planície onde cada uma assume como católico e católica a sua missão, os embates são grandes, as dificuldades, os desafios, principalmente, pois, todos nós devemos nos empenhar para construirmos um Espírito Santo mais justo, solidário, inclusivo e pacífico em todas as instâncias”.

O Deputado Estadual Marcelo Santos que é presidente da Assembleia Legislativa, afirmou que “a missa com os políticos católicos presidida por dom Dario é muito importante para que nós possamos estar ainda mais próximos da Igreja, aonde ela tem uma percepção principalmente das pessoas que mais precisam, os mais pobres e é uma baliza importante para que nós políticos possamos trabalhar mais e melhor garantindo investimento para todas as áreas, mas volto a dizer com essa percepção da Igreja Católica fazendo chegar o braço do estado aonde ele ainda não alcançou e naturalmente alcançar os mais pobres. Como católico praticando fico muito feliz em participar dessa missa”.

Lorenzo Pazolini, prefeito da capital do Espírito Santo, destaca: “tivemos uma manhã de segunda feira abençoada, um momento de reflexão e principalmente um momento que voltarmos às causas sociais, ao combate à fome, a desigualdade social, a melhoria de vida nas nossas cidades e sem dúvida nenhuma uma boa oportunidade para que os gestores e políticos fizessem essa reflexão profunda sobre a importância de acolher e cuidar daqueles que mais precisam. Então agradeço o convite e a oportunidade em que toda a arquidiocese presente levou todos os gestores, todos os líderes, a uma reflexão profunda, íntima sobre como podemos fazer mais pelo nosso povo, como podemos reduzir a desigualdade social e principalmente cuidar melhor daqueles que mais precisam”.

Após o encerramento da missa houve um momento de confraternização que durou cerca de 40 minutos e as pessoas conversaram, se cumprimentaram, articularam. As novas datas das missas com os políticos católicos neste ano serão nas últimas segundas-feiras dos meses de outubro e novembro: 23/10 e 27/11, sempre as 8h da manhã, em Ponta Formosa, Vitória. No ano que vem a ideia é de que aconteçam 11 encontros – de fevereiro a dezembro – na primeira segunda-feira de cada mês.

Confira a Homilia de Dom Dario Campos na íntegra 

       Queridos irmãos e irmãs!

Paz e Bem!

Acolho nesta celebração Eucarística a todos e todas que receberam o nosso convite e se fazem presentes nesta celebração que retoma uma tradição iniciada pelo nosso saudoso Dom Luiz Mancilha. Agradeço o empenho dos membros da CPDH, bem como, de nosso Vicariato para a ação social, política e ecumênica na realização desta Celebração Eucarística.

Gostaria de partilhar com vocês meus irmãos e irmãs três elementos que se encontram presentes na liturgia da Palavra que acabamos de escutar. O primeiro diz respeito a primeira leitura quando indica o compromisso assumido por aqueles que deveriam reconstruir a cidade e o Templo de Jerusalém. O segundo diz respeito a afirmação de Jesus sobre a necessidade de que as luzes sejam colocadas em lugares propícios para iluminarem a todos. Por fim, meu terceiro ponto de reflexão, encontra-se no Salmo Responsorial, que indica a fecundidade da colheita de todos os que se comprometem a semear com generosidade e largueza de coração.

A Primeira Leitura traz um texto do livro de Esdras, no qual Ciro deixa partir da Babilônia aqueles que teriam a responsabilidade de reconstruir a cidade Santa de Jerusalém. O texto afirma que: “levantaram-se todos aqueles que se sentiram inspirados por Deus para ir edificar o templo do Senhor, que está em Jerusalém”. Estes partiram com o coração cheio de confiança em Deus, na certeza de que o Senhor mesmo lhes acompanharia e fortaleceria na missão a eles confiada de reconstruírem a Cidade Santa, para o povo eleito do Senhor.

Meus queridos irmãos e irmãs, de maneira especial, aqueles e aquelas que assumem, por meio da escolha popular, a missão, como políticos, nas diversas esferas: municipais, estaduais e federais. O texto do livro de Esdras deve lhes inspirar e confirmar no compromisso que assumiram quando acolheram a vontade da maioria que lhes elegeu. Na verdade, a cada um de vocês, meus irmãos e irmãs também é confiada uma missão muito importante e essencial. A de fazer com que a política, o espaço e o debate das ideias, a formulação das leis e a gestão de nossos municípios e do estado contribuam para que todos, de maneira especial, os mais pobres possam viver com dignidade e em paz. Criando políticas públicas que assistam e garantam acesso a saúde, educação, transporte, lazer, ou seja, construam a Casa Comum.

No Evangelho, Jesus afirma que as luzes não deveriam ser escondidas debaixo das camas, mas, colocadas no candeeiro a fim de que todos pudessem ser iluminados. Na verdade, ele não fala da luz das casas, mas, dos cristãos chamados e enviados, por Ele mesmo, como luzeiros no mundo. Chamados a iluminar as realidades humanas com a luz dos valores do Evangelho, como sinais claros do Reino de Deus.

Meus caros irmãos e irmãs, como pastor de nossa Arquidiocese eu me alegro muito com a presença e a disponibilidade de todos vocês de estarem hoje aqui. Pelo batismo todos fomos iluminados pela Luz do Ressuscitado, chamados a ser seus discípulos missionários. Somos vocacionados a ser sal da terra, como o sabor da caridade de Cristo e luz do mundo, iluminando as realidades da sociedade com a luz do Evangelho. Algo que se aplica também diretamente a vocês que assumem um papel muito importante na sociedade, como católicos que exercem a sua missão na política. O Papa Francisco afirmou que a política é a mais alta forma de caridade, manifestação do amor e do compromisso social na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária. Em nosso Regional Leste 3, nós bispos escrevemos uma Carta Pastoral denominada “A Melhor Política”, na qual apresentamos algumas reflexões sobre o nosso papel como católicos diante dos grandes desafios de nossa sociedade. Assim sendo, onde quer que vocês estejam iluminem sempre com a luz do Evangelho, assumindo com alegria e responsabilidade o que vos foi confiado, por meio do voto popular. Sejam sempre vigilantes a fim de que acompanhados pela graça divina possam exercer o vosso papel, cumprindo com fidelidade e serenidade a missão de serem luzeiros onde estiverem.

Por fim, o Salmo responsorial traz uma afirmação muito significativa: “Os que lançam as sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria”. A esperança do salmista está baseada na certeza de que o Senhor sempre acompanha aqueles que escolheu para guiarem o seu povo eleito. É muito significativa a imagem do semeador marcado pelas dores da semeadura, mas, com o coração cheio de esperança, enfrentando os desafios que, por vezes, podem lhe causar o desamino, a decepção e a tristeza. Sua confiança e maior alegria é saber que quem fará crescer o que ele semeou é o próprio Deus que lhe confiou esta importante e nobre missão.

Meus caros irmãos e irmãs, em nossas mãos o Senhor confiou as sementes a serem lançadas com confiança, responsabilidade e persistência. De maneira especial, a vocês que ocupam a nobre missão como políticos o Senhor confiou diversas sementes, que precisam ser lançadas com confiança e coragem no terreno de nossa sociedade tão marcada ainda pela fome de justiça, solidariedade e de paz. Muitos são os desafios que enfrentam e a batalhas que cotidianamente travam, a fim de que possam ser fieis ao chamado e à missão que receberam. Saibam que vocês não semeiam sozinhos, pois, junto de vocês está Aquele que vos chamou a este compromisso cristão, político e social. As sementes que lançamos hoje na terra de nossa sociedade brotarão, florescerão e darão frutos à medida de nossa generosidade, esperança e fé. Sobretudo, quando forem lançadas com os corações imbuídos da caridade de Cristo, que nos move a assumir como nosso o compromisso de construir uma sociedade na qual todos tenham vida e a tenham em abundância e plenitude.

Concluo a minha reflexão confirmando o nosso compromisso com os valores do Evangelho, como Igreja somos uma voz que sempre se levantará na direção da defesa da vida de todos, principalmente dos mais empobrecidos. Somos à favor da vida em todas as suas dimensões, desde da sua concepção até à sua morte natural, de modo que nos comprometemos a nos unirmos na construção de um mundo mais fraterno e sem violência.

Que a Virgem da Vitória nos acompanhe sempre com a sua materna intercessão.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Dom Dario Campos, ofm

 

Veja alguns registros do momento

Ontem, 24 de setembro, celebramos o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados e o Papa Francisco fez um apelo após a oração do Angelus.
Ontem, 24 de setembro, celebramos o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados e o Papa Francisco fez um apelo após a oração do Angelus. “É necessário que a cada homem e a cada mulher seja garantida a possibilidade de viver uma vida digna na sociedade em que se encontra. Infelizmente miséria, guerra e crise climática obrigam muitas pessoas a fugir. Por isso todos somos chamados a criar comunidades prontas e abertas, para acolher, promover, acompanhar e integrar quem bate à nossa porta”.
O Papa acentuou que migrar de veria uma escolha e não a única saída.
Fonte: site vaticannwes.va
Neste fim de semana aconteceu a 38ª edição do Encontro Estadual de Seminaristas na cidade de Fundão-ES, ocasião na qual se reúnem todos os

Neste fim de semana aconteceu a 38ª edição do Encontro Estadual de Seminaristas na cidade de Fundão-ES, ocasião na qual se reúnem todos os vocacionados do Regional Leste 3, que compreende a Arquidiocese de Vitória e as Dioceses de Cachoeiro, São Mateus e Colatina.

Na tarde desta sexta-feira (22), os participantes do evento estiveram na Santa Missa de abertura presidida por Dom Dario Campos (Arcebispo de Vitória) na Comunidade Nossa Senhora da Penha, Paróquia São José.

Em novo vídeo, o assessor jurídico da civil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dr. Hugo Cysneiros, apresentou novas informações sobre a

Em novo vídeo, o assessor jurídico da civil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dr. Hugo Cysneiros, apresentou novas informações sobre a atuação da entidade no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442. A ação está na pauta de julgamento virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) e tem por objetivo descriminalizar o aborto no Brasil. Hugo manifestou “indignação” e “estranheza técnica” diante de incoerências na condução do processo pela Suprema Corte.

O advogado contou que o STF tomou uma decisão sobre a acolhida dos amicus curiae, entidades que apoiam o processo com indicações sobre o tema, após a divulgação do último vídeo, no qual ele destacava a omissão da Suprema Corte sobre a participação de entidades nessa contribuição ao processo.

Entretanto, o prazo para manifestação só foi conhecido pelas entidades após já ter sido finalizado. O julgamento terá início à meia noite desta sexta-feira, 22 de setembro, de forma virtual.

“Temos aqui, portanto, um prazo impossível de ser cumprido. Diversas instituições já se manifestaram acusando esse problema procedimental, esta clara nulidade processual, e estamos esperando algum tipo de pronunciamento do Supremo Tribunal Federal”, destacou Hugo Cysneiros.

O advogado também destacou “com estranheza” o fato de ser um julgamento virtual sobre um tema tão importante naquilo que pra ele “talvez seja a mais importante ação judicial julgada nos últimos anos pelo STF, que diz respeito ao direito à vida”.

“Por que conduzir um processo como esse em ambiente virtual, sem sessão plenária presencial, onde claramente a sociedade brasileira terá acesso e conhecimento aos argumentos das partes dos amicus curiae e também dos senhores e senhoras, ministros e ministros do Supremo Tribunal Federal? Fica aqui a nossa indignação, a nossa estranheza técnica, sobretudo, e esperamos dar seguimento a essa luta com resultado favorável, a fim de que o Estado Democrático de Direito seja preservado”, salientou.

Confira o vídeo na íntegra:

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio do fundo emergencial, destinou 90 mil reais ao regional sul 3, que corresponde ao Estado do Rio Grande

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio do fundo emergencial, destinou 90 mil reais ao regional sul 3, que corresponde ao Estado do Rio Grande do Sul. O recurso é para ajudar na reconstrução dos espaços coletivos e dedicar apoio às famílias mais afetadas com as inundações. Ao todo são 91 municípios em estado de calamidade pública, com 46 mortes e mais de 50 desaparecidos. Além disso, milhares de famílias estão desabrigadas e sem as mínimas condições de garantir o essencial para a sobrevivência.

O secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, salientou que a Conferência sempre esteve muito preocupada e envolvida com as questões também de calamidade pública. Ele enfatizou que a CNBB nunca deixou de responder, dentro da sua possibilidade, com ajuda e colaboração, seja do ponto de vista espiritual, rezando e orando pelas famílias vitimadas, como também, na medida do possível, ajuda financeira.

“Nesse momento o nosso foco está no Rio Grande do Sul. Fomos buscar recursos de ajudas emergenciais para colaborar nesse momento de dor, de sofrimento, de reconstrução. E para nós, é um momento de solidariedade e a CNBB é a primeira que deve estar sempre à disposição para colaborar nesses momentos”, disse.

O monsenhor Nereudo Freire Henrique, ecônomo da CNBB, também salientou a atenção que a CNBB sempre teve para com os mais necessitados. Ele recordou que nos últimos três anos, a partir da pandemia, a Conferência teve um assento às comunidades carentes, de forma especial às comunidades vítimas de alguma catástrofe.

Para o monsenhor, o gesto de colaboração é um sinal de solidariedade. “Significa dizer que a Conferência, além da Campanha da Fraternidade, também tem uma atenção e participa com ajuda emergencial a comunidades carentes do Brasil”, disse. Ele relembrou os momentos de ajuda que a CNBB ofereceu também a outras regiões como o Norte e Nordeste do país.

Gratidão

O arcebispo de Santa Maria (RS) e presidente do regional Sul 3, dom Leomar Antônio Brustolin, enfatizou que mais de 20 mil pessoas estão desalojadas e cerca de 1.500 desabrigadas. Ele agradeceu a ajuda ofertada pela CNBB e exortou para que mais pessoas se engajem a colaborar, visto que muitas cidades foram praticamente destruídas.

“Tudo que está vindo agora é importante, porque a maioria das pessoas doa alimento, roupa, água, etc; mas precisamos de mais para reconstruir as cidades. E as dioceses estão ajudando a partir de uma caridade organizada”, disse.

Dom Leomar relembrou a campanha que o regional Sul 3 tem encabeçado para auxiliar na arrecadação de donativos que possam socorrer as famílias necessitadas. O regional disponibiliza a sua conta para o recebimento de doações via PIX: pela chave 33685686001041 (CNPJ).

Foto de capa: Marcelo Caumo - RS/Instagram
Fonte: CNBB
Na audiência geral desta quarta-feira, 20 de setembro, o Papa Francisco recebeu os fiéis na Praça São Pedro, e durante a catequese, deu continuidade

Na audiência geral desta quarta-feira, 20 de setembro, o Papa Francisco recebeu os fiéis na Praça São Pedro, e durante a catequese, deu continuidade ao ciclo de reflexões sobre a paixão pela evangelização. O Santo Padre apresentou o testemunho de São Daniel Comboni, que desenvolveu seu apostolado na África.

Francisco iniciou destacando que São Daniel continuamente lutava contra o horror da escravidão, da qual era testemunha. “A escravidão “coisifica” o homem, cujo valor se reduz a ser útil a alguém ou a alguma coisa. Mas Jesus, Deus feito homem, elevou a dignidade de cada ser humano e desmascarou a falsidade da escravidão. Comboni, à luz de Cristo, tomou consciência do mal da escravatura” sublinhou o Papa, “e compreendeu, além disso, que a escravidão social está enraizada em uma escravidão mais profunda, a do coração, a do pecado, da qual o Senhor nos liberta”.

O apelo continuo contra a exploração 

O Pontífice afirmou que os cristãos são chamados a combater contra todas as formas de escravidão, e ressaltou: “a escravidão, tal como o colonialismo, não é uma recordação do passado.” O Papa também sublinhou a atualidade deste tema, e disse que a África tão amada por Comboni, ainda hoje é dilacerada por muitos conflitos políticos e econômicos, que não deixam de ser tipos de escravidão.

Francisco renovou o seu apelo, como havia feito em Kinshasa, no inicio deste ano: “Basta de sufocar a África: não é uma mina a ser explorada ou um solo a ser saqueado”.

Os protagonistas da evangelização

Ao aprofundar na história de São Daniel, o Papa recordou que o missionário, depois de passar um período inicial na África, teve que deixar aquela terra por motivos de saúde: “Muitos missionários morriam após contraírem doenças, aliado à falta de conhecimento da situação local. Contudo, se outros abandonavam a África, Comboni não o fez”. Depois de um tempo de discernimento, sentiu que o Senhor o inspirava com um novo caminho de evangelização, que ele sintetizou nestas palavras: “Salvar a África com a África”.

Para Francisco esta é uma intuição poderosa, que contribuiu para renovar o compromisso missionário: as pessoas evangelizadas não eram apenas “objetos”, mas “sujeitos” da missão, e São Daniel desejava tornar todos os cristãos protagonistas da ação evangelizadora, e assim com este espírito, destacou o Papa, “pensou e agiu de forma integral, envolvendo o clero local e promovendo o serviço leigo dos catequistas, que são um tesouro da Igreja: os catequistas são aqueles que vão adiante na evangelização”, sublinhou Francisco.

“Quão importante é, ainda hoje, fazer progredir a fé e o desenvolvimento humano a partir de contextos de missão, em vez de transplantar modelos externos ou limitar-se a um estéril assistencialismo! Nem modelos externos nem assistencialismo. Extrair da cultura dos povos o caminho para a evangelização. Evangelizar a cultura e inculturar o Evangelho andam juntos.”

A paixão missionária

O Papa afirmou que a missão de Comboni, todavia, não foi fruto de seu esforço humano, mas foi movido pela sua coragem e motivado somente por valores importantes, como a liberdade, a justiça e a paz; o seu zelo nasceu da alegria do Evangelho, inspirava-se no amor de Cristo e levava ao amor por Cristo.

“A fonte da capacidade missionária, para Comboni, é, portanto, a caridade, em particular o zelo em fazer próprios os sofrimentos dos outros, em senti-los na própria pele e em saber aliviá-los, como bons cireneus da humanidade.”

Sobre a missão de São Daniel, o Santo Padre disse que sua paixão pela evangelização nunca o levou a agir como solista, mas sempre em comunhão, e alertou para o drama do Clericalismo, onde se formam sujeitos de “pescoço torto”, cheios de egoísmo e de si mesmos, que não cuida como se deve da salvação e conversão das almas.

Os crucificados dos dias atuais

Francisco afirmou que Comboni é testemunha do amor do Bom Pastor, que vai procurar quem está perdido e dá a vida pelo rebanho. “Seu zelo foi enérgico e profético em opor-se à indiferença e à exclusão. Nas suas cartas recordava com tristeza a sua amada Igreja, que durante demasiado tempo se esqueceu de África”, lembrou o Santo Padre.

O Papa também destacou que o sonho de São Daniel era ver uma Igreja que faça causa comum com os crucificados da história, para experimentar com eles a ressurreição.

“Neste momento, eu lhe dou uma sugestão. Pensem nos crucificados da história de hoje: homens, mulheres, crianças, idosos que são crucificados por histórias de injustiça e dominação. Vamos pensar neles e rezar por eles.”

Um testemunho vindo do Brasil

“Antes de vir para cá, tive uma reunião com legisladores brasileiros que trabalham para os pobres, que tentam promover os pobres com assistência e justiça social. E eles não se esquecem dos pobres: eles trabalham para os pobres”, contou Francisco, ao concluir a catequese ao dizer da importância do testemunho que escutou do trabalho que este grupo faz pelos mais necessitados, e fez um convite: “não se esqueçam dos pobres, porque serão eles que abrirão a porta do céu”.

Os brasileiros que encontraram com o Papa Francisco vieram ao Vaticano para entregarem ao Papa o prêmio Zilda Arns. A audiência privada durou cerca de trinta minutos e aconteceu na antesala da Sala Paulo VI. O grupo é composto por sete Deputados Federais que fazem parte da Comissão em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (Cidoso): Aliel Machado Bark, José Dias de Castro Neto, Reimont Luiz Otoni Santa Barbara, Flávia Carreiro Albuquerque Morais, Simone Aparecida Curraladas dos Santos, Leandre dal Ponte e José Haroldo Figueiredo Campo.

O prêmio Zilda Arns é uma forma de reconhecimento às pessoas e instituições que contribuíram ou têm contribuído ativamente na defesa dos direitos das pessoas idosas. O prêmio consiste em um diploma de menção honrosa, concedido anualmente a até cinco homenageados.