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A Santa Sé aprovou a tradução do Missal Romano. A matéria está publicada no site cnbb.org.br. O Dicastério para o Culto Divino e a

A Santa Sé aprovou a tradução do Missal Romano. A matéria está publicada no site cnbb.org.br.

O Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos confirmou, nesta sexta-feira, 17 de março, a tradução brasileira da Terceira Edição Típica do Missal Romano. O texto aprovado pela Santa Sé foi entregue em dezembro pelo presidente e pelo o assessor da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB, dom Edmar Peron e padre Leonardo Pinheiro.

O decreto que concede a confirmação à tradução brasileira foi endereçado ao arcebispo de Belo Horizonte e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo.

“Esperamos que a nova edição do Missal Romano seja um novo estímulo para celebrar e vivenciar o sagrado mistério da Eucaristia, memorial da morte e ressurreição do Senhor”, escreveu o prefeito, cardeal Artur Roche.

No texto impresso do missal, será inserido o decreto de confirmação, conforme orientação do Dicastério. Com a inserção do decreto, o livro litúrgico será impresso e ficará disponível para as dioceses. Os prazo desse processo serão discutidos pelo episcopado durante a reunião do Conselho Permanente, na próxima semana, e na 60ª Assembleia Geral da CNBB, em abril.

Com a confirmação da aprovação, a Presidência da CNBB manifestou alegria e gratidão, recordando os que contribuíram para a tradução do missal no Brasil:

A Presidência da CNBB alegra-se pela confirmação da tradução brasileira da Terceira Edição Típica do Missal Romano e agrade: à Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos (CETEL), pelo trabalho excelente feito nessas quase duas décadas; a quem não está na CETEL atualmente, mas trabalhou nesse período; à Comissão Episcopal para a Liturgia, nas pessoas de seu presidente, Dom Edmar Peron, e assessor, Padre Leonardo José Pinheiro, que cuidaram desse trabalho final; também aos bispos e peritos que deram sua contribuição ao longo dessas duas décadas e nessa aprovação final, ocorrida na 59ª Assembleia Geral Ordinária da CNBB; e ao Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que recebeu a Presidência da CNBB no final do ano passado e acolhe nesses dias o Padre Leonardo, entregando a ele o documento de confirmação.

Missal Romano

O Missal Romano é um dos principais livros litúrgicos da Igreja Católica. Nele, estão as orações e orientações para a celebração das missas. Depois do Evangeliário, que contém os textos do Evangelho, é o livro mais importante nos ritos da Igreja.

“No missal, encontramos a nossa fé expressa em orações, por isso então o Missal Romano, do rito latino da Igreja Católica, contém todas as orações necessárias para a celebração da Missa”, explica o assessor da Comissão para a Liturgia da CNBB, padre Leonardo Pinheiro.

Na primeira Audiência após as Celebrações de 10 anos de pontificado, o Papa Francisco surpreendeu. A matéria está publicada no site vaticannews.va: O clima
Na primeira Audiência após as Celebrações de 10 anos de pontificado, o Papa Francisco surpreendeu.
A matéria está publicada no site vaticannews.va:
O clima de surpresa, também pelo inesperado sabor primaveril, abriu-se esta manhã, na Praça de São Pedro, a primeira Audiência Geral do décimo primeiro ano de pontificado do Papa Francisco
Desde a sua eleição, o Pontífice realizou 438 reuniões às quartas-feiras com a presença de cerca de 7 milhões de pessoas.

E a primeira surpresa do dia foi para as crianças do Instituto Don Milani de Cerveteri quando, na entrada da Praça de São Pedro, o bispo de Roma quis algumas delas com ele no papamóvel. Todas muito empolgadas e um tanto tímidas com o convite inesperado, vestiam uma camiseta com a inscrição “O mundo conta comigo” em letras grandes.

Crianças do Instituto Don Milani de Cerveteri passeiam com Papa Francisco no papamóvel

Com eles ao seu lado, e acompanhado pela música do coro da St. Louis University High School – no Missouri -, o Pontífice deu a volta na praça para saudar os fiéis presentes.

O presépio de sabão e farinha doado pelos internos de Locri

Um sentimento de surpresa também foi experimentado pelos internos da prisão de Locri que participaram da Audiência para doar um presépio ao Papa.

A obra foi considerada a mais merecedora das 63 criadas pelos hóspedes de várias prisões italianas. De fato, os presos de Locri venceram o “Concurso de presépios” anunciado no ano passado pela Inspetoria Geral de capelães do departamento de administração penitenciária e do departamento de justiça juvenil.

Usando toda a sua imaginação e criatividade, eles criaram um presépio verdadeiramente original, usando materiais ‘naturais’ como sabão e farinha“, diz Caterina Arrotta, diretora da prisão, acompanhada pelo comissário Giuseppe Ramundino. O alto funcionário confidenciou com que emoção e engenho os próprios reclusos também prepararam a vitrine para transportar o presépio para a Praça de São Pedro.

O capelão militar, P. Crescenzio De Mizio, comentou a importância do susto experimentado pelos presos “quando se deram conta de que havia um gesto de atenção para com eles, neste caso até do Pontífice, que nunca se esquece dos últimos”. O sacerdote recordou então como essas pessoas vivem em “um hemisfério caracterizado pela expectativa de liberdade e redenção”.

A taça dos últimos na maratona de Roma

O Papa Francisco abençoou a Taça dos Últimos que – domingo de manhã por ocasião da Maratona de Roma – será entregue ao último corredor que passará na praça de São Pedro – praça Pio XII, no km. 16 da prova, quando faltam cerca de 26. A iniciativa foi promovida pela Athletica Vaticana e “L’Osservatore di strada”. Erwin Alfredo Bendfeldt Rosada, de origem guatemalteca, que mora no abrigo da Caritas em Ponte Casilino, fez o troféu “com material pobre” e o entregou a Francesco esta manhã. Com ele Francesco China, “anjo da guarda” de Erwin Alfredo, e Piero di Domenicantonio, editor do jornal “L’Osservatore Romano”, que dedicou a edição de março precisamente ao esporte visto e vivido pelos pobres. Inclusive com uma “carta aberta” aos maratonistas com quem dividem a estrada.

E pronta foi a resposta da organização da Maratona de Roma – 30.000 participantes – através de uma série de iniciativas solidárias e inclusivas para tornar visíveis os invisíveis. Os dirigentes da maratona doaram a medalha e a camiseta para Francesco. E contou sobre os encontros que estão tendo com os mais pobres no Dispensário Santa Marta e com as pessoas acolhidas no Palazzo Migliori pela Esmolaria Apostólica e pela Comunidade de Sant’Egidio.

Grupos de leitura da Palavra da diocese de Bérgamo

Para celebrar o 50º aniversário de atividade, os grupos eclesiais de leitura contínua da Palavra de Deus da diocese de Bérgamo compareceram à audiência geral esta manhã. Com efeito, nasceram em 1973, poucos anos depois do fim do Concílio Vaticano II, graças a algumas pessoas que, tendo acolhido os documentos conciliares, em particular a Dei Verbum e a Lumen gentium, sentiram a necessidade de aprofundar o conhecimento do texto bíblico e, ao mesmo tempo, o desejo de comunicá-lo aos outros.

A intenção, “enxergando na Palavra a bússola essencial do ser cristão, é propor uma leitura contínua do Gênesis ao Apocalipse, para mergulhar na história da salvação que tem seu começo e seu fim, na concretude da vida que se estende ao longo tempo», dizem, explicando que as reuniões dos pequenos grupos são guiadas por um ou dois animadores leigos, não “especialistas”, mas pessoas preparadas e empenhadas. Esta “não especialização”, que assinalam “não significa superficialidade ou aproximação”, é intencional, pois constitui “motivo de maior mediação, de transição mais fácil entre o trabalho dos estudiosos da Bíblia e o do povo”.

O curso, de frequência semanal, dura vários anos, para que “a frequência das Escrituras, não seja algo esporádico, mas nos dê acesso à ‘sublime ciência de Deus’ e nos ensine a entrar no caminho que leva a Cristo, no caminho que é Cristo”.

De Magenta para recordar Santa Gianna Beretta Molla

Representantes das cinco paróquias da comunidade pastoral “Santa Gianna e San Paolo vi” de Magenta, na arquidiocese de Milão, vieram pedir a bênção do Papa para a conclusão do ano jubilar anunciado pelo centenário do nascimento de Gianna Beretta Molla, marcada para 28 de abril, memória litúrgica da santa e 61º aniversário de sua morte. Os promotores pretendem destacar a figura da mulher, que nasceu na cidade lombarda, e sua obra também nas vizinhas Pontenuovo di Magenta e Mesero.

As freiras dos idosos abandonados

Elas foram as primeiras a encher o lado direito do adro esta manhã. Estamos falando de 45 religiosas das Pequenas Irmãs dos Idosos Abandonados. Elas se reuniram em Roma nos últimos dias para celebrar o XXVI Capítulo Geral no qual, no domingo, elegeram Ir. Julia Vinuesa como a nova superiora geral. Vindo principalmente da Espanha e da América Latina, para muitas foi a primeira vez em uma audiência geral. É fácil entender o entusiasmo e a grande expectativa pela saudação e foto com o Papa Francisco.

Tradição religiosa se mantém há mais de quatro séculos e cresce a cada ano De grande relevância na identidade e na cultura do povo

Tradição religiosa se mantém há mais de quatro séculos e cresce a cada ano

De grande relevância na identidade e na cultura do povo capixaba a Festa da Penha é uma realização do Convento da Penha, juntamente com a Arquidiocese de Vitória e a Associação de Amigos do Convento da Penha. O Evento é considerado a maior manifestação religiosa do estado do Espírito Santo, sendo a terceira do Brasil, atrás apenas do Círio de Nazaré e Aparecida.

Em sua 453º edição, a Festa da Penha de 2023 com programação que inclui o oitavário, acontece entre 9 e 17 de abril e tem como tema ““Com Maria, Chamados a Servir”. Além de 48 missas que serão rezadas durante esses dias, são esperadas também romarias vindas de diversas partes da Grande Vitória e interior do estado. Mas você sabe quando e como começaram essas romarias?

De acordo com o guardião do Convento da Penha, Frei Djalmo Fuck, não se pode precisar exatamente o ano em que começaram as romarias, porque as romarias são uma manifestação espontânea da fé do povo capixaba. Ele explica que desde quando a Festa da Penha passou a existir, sempre houve pequenas romarias de devoção a Nossa Senhora das Alegrias:

“O povo espontaneamente foi fazendo as suas romarias, as suas devoções a Nossa Senhora da Penha, até que nos anos 1950, naturalmente, essas romarias foram se organizando, ganhando mais visibilidade como a Romaria dos Homens e a Romaria das Mulheres que são as mais tradicionais”, relembra Frei Djalmo que também falou sobre números e modelos de romarias:

“A Romaria dos Homens, hoje reúne perto de um milhão de pessoas e a das Mulheres, duzentas mil. Nos últimos tempos também foram surgindo outras romarias como a dos Militares, dos Conguistas, das Pessoas com Deficiência, enfim, são romarias mais recentes. Mas todas é uma expressão da devoção do povo capixaba a Nossa Senhora da Penha”.

Segundo Frei Djalmo, hoje existe oficialmente 11 romarias organizadas pelo convento dentro daquilo que se tem o controle por parte da comissão da Festa da Penha e que prestam suas devoções durante a programação do evento. Mas ele ressalta que existem outras tantas que não estão dentro do cronograma, mas que as pessoas as fazem espontaneamente.

“Ao longo da semana ao começar o oitavário a gente têm romarias menores, isso em número de pessoas, mas não menos importantes. Porém, na medida em que vai chegando o final de semana e se aproxima a Festa da Penha, temos as grandes romarias das nossas dioceses que compõe o Leste 3 como a própria Arquidiocese de Vitória que é a diocese anfitriã”, finaliza o frei.

Enquanto isso, Giovanna Valfré, coordenadora do Centro de Documentação da Arquidiocese de Vitória (Cedoc), explica que, de fato, documentadas oficialmente, existem registros de romarias que acontecem desde os anos 1950. Giovanna que trabalha há 36 anos na Mitra Arquidiocesana, explica um pouco sobre o crescimento desta tradição.

“Eram tempos de Dom José Joaquim Gonçalves, o 5º Bispo da Diocese do Espírito Santo, que ficou aqui de 1951 a 1957. Só que as romarias eram realizadas durante o dia. Com a chegada de Dom João batista da Mota e Albuquerque a Festa da Penha tomou outra proporção e já no ano seguinte o bispo impulsionou a devoção o que tornou possível os primeiros registros”.

O arquivo da Arquidiocese de Vitória, através do seu acervo do centro de documentação nos cedeu algumas imagens da primeira romaria realizada em 1958 e uma outra mais recente dos anos 1990, durante a gestão do então arcebispo, Dom Silvestre Luiz Scandian. Já a TV Aribiri ficou a cargo dos registros da última Romaria dos Homens realizada no ano passado.

PROGRAMAÇÃO DESTE ANO PARA AS 11 ROMARIAS :

 

ROMARIA DOS MILITARES – 14 de abril (Sexta), início às 14h no portão do convento. As 15h – 6º dia do oitavário no campinho do Convento.

ROMARIA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA – 15 de abril (Sábado),  08h Romaria e missa na Igreja do Rosário, na Prainha.

ROMARIA DA DIOCESE DE SÃO MATEUS – 15 de abril (Sábado), 09h Missa com a Romaria no capinho do Convento.

ROMARIA DOS ADOLESCENTES – 15 de abril (Sábado), 10h saída da Romaria no Parque da Prainha e 11h Missa no Campinho do Convento.

ROMARIA DA DIOCESE DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – 15 de abril (Sábado), 16h Missa com a Romaria no Campinho do Convento

ROMARIA DOS HOMENS – 15 de abril (Sábado), 18h Missa de Envio na Catedral de Vitória e 23h Missa de Encerramento no Parque da Prainha.

REMARIA – 16 de abril (Domingo), 08 concentração na Praia do Ribeiro, Praia da Costa, Vila Velha.

ROMARIA DA DIOCESE DE COLATINA – 16 de abril (Domingo), 09h Missa com a Romaria no Campinho do Convento.

ROMARIA DAS MULHERES – 16 de abril (Domingo), 15h saída no Santuário de Vila Velha e 17h Missa de Encerramento no Parque da Prainha.

ROMARIA DOS CICLISTAS – 17 de abril (Segunda), 08h saída da Praça Sebastião Cibien, em Cobilândia. Destino: Parque da Prainha.

ROMARIA DOS CONGUISTAS – 17 de abril (Segunda), 08h concentração no portão do Convento da Penha e subida até o Campinho.

Fonte: Convento da Penha

 

O que significa ser apóstolo hoje? Este foi o tema abordado pelo Papa Francisco na Audiência de hoje, 15 de março de 2023. A
O que significa ser apóstolo hoje? Este foi o tema abordado pelo Papa Francisco na Audiência de hoje, 15 de março de 2023.
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Na Audiência Geral, Francisco continuou sua catequese sobre a paixão de evangelizar e esclareceu o que significa ser apóstolo hoje: sacerdotes, pessoas consagradas e leigos têm tarefas diferentes, mas um chamado comum à missão, mesmo aqueles que ocupam os cargos mais altos no Igreja é chamada para servir.
Na escola do Concílio Vaticano II, buscamos entender melhor o que significa “ser apóstolos” hoje em dia. Ser apóstolo significa ser “enviado para uma missão”. Assim, o Cristo Ressuscitado envia os seus apóstolos ao mundo, “transmitindo-lhes a força que Ele mesmo recebeu do Pai e dando-lhes o seu Espírito”.

A seguir, o Papa falou sobre outro aspecto fundamental do “ser apóstolo”: a vocação, ou seja, o chamado. Foi assim desde o início: “Jesus chamou os que ele quis e eles foram até ele”. “Constituiu-os como um grupo, dando-lhes o título de “apóstolos”, para estarem com Ele e enviá-los em missão”, sublinhou Francisco. O mesmo aconteceu com São Paulo, “chamado a ser apóstolo”.

A vocação cristã é também vocação ao apostolado

A experiência dos Doze apóstolos e o testemunho de Paulo nos interpelam também hoje. Convidam-nos a verificar as nossas atitudes, a verificar as nossas escolhas, as nossas decisões, com base nestes pontos fixos: tudo depende de um chamado gratuito de Deus; Deus também nos escolhe para serviços que às vezes parecem sobrecarregar nossas capacidades ou não corresponder às nossas expectativas. O chamado recebido como um dom gratuito deve ser respondido gratuitamente.

O Concílio ensina que “a vocação cristã é também, por sua própria natureza, vocação ao apostolado”. Trata-se de um chamado comum aos que receberam o Sacramento da Ordem, às pessoas consagradas, e a cada fiel leigo, homem ou mulher, “é um chamado a todos. O tesouro que você recebeu como vocação cristã, você deve doá-lo. É a dinamicidade da vocação, é a dinamicidade da vida”, frisou o Papa. “É um chamado que nos permite desempenhar a nossa tarefa apostólica de maneira ativa e criativa, dentro da Igreja em que «há diversidade de ministério, mas unidade de missão».

A vocação cristã não é uma promoção para subir

No âmbito da unidade da missão, a diversidade de carismas e ministérios não deve dar lugar, no seio do corpo eclesial, a categorias privilegiadas. Não há promoção aqui, e quando você concebe a vida cristã como uma promoção, que o de cima comanda os outros porque conseguiu subir, isso não é cristianismo. Isso é puro paganismo. A vocação cristã não é uma promoção para subir, não! Isso é outra coisa.

Existe algo maior, porque, embora «por vontade de Cristo, alguns sejam constituídos doutores, dispensadores dos mistérios e pastores a favor dos demais, reina, porém, a igualdade entre todos quanto à dignidade e quanto à atuação, comum a todos os fiéis, em benefício da edificação do corpo de Cristo». “Quem tem mais dignidade na Igreja: o bispo, o sacerdote? Não… Somos todos cristãos a serviço dos outros. Quem é mais importante na Igreja: a religiosa ou a pessoa comum, batizada, não batizada, a criança, o bispo…?

A vocação que Jesus dá é a do serviço

Todos são iguais, somos iguais e quando uma das partes se considera mais importante das outras e levanta um pouco o nariz, então, está errada. Essa não é a vocação de Jesus. A vocação que Jesus dá, a todos, mas também a quantos parecem estar em lugares mais elevados, é a do serviço, o serviço aos outros, a humilhação. Se você encontrar uma pessoa que tem uma vocação mais elevada na Igreja, mas é vaidosa, então você vai dizer: ‘Coitada’! Reze por ela porque não compreendeu qual é a vocação de Deus. A vocação de Deus é a adoração do Pai, o amor à comunidade e o serviço. Isso é ser apóstolos, este é o testemunho dos apóstolos.

“Queridos irmãos e irmãs, essas palavras podem nos ajudar a verificar o modo em que vivemos a nossa vocação batismal, como vivemos a nossa maneira de ser apóstolos numa Igreja apostólica que está a serviço dos outros”, concluiu Francisco.

O Padre Ermindo Rapozo, administrador paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Glória, em Vila Velha, acaba de lançar um livro que promete inspirar e

O Padre Ermindo Rapozo, administrador paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Glória, em Vila Velha, acaba de lançar um livro que promete inspirar e emocionar os leitores. Em “As Lições de Maria”, o autor propõe uma série de 14 reflexões a partir de textos do Evangelho que fazem referência a essa mulher tão especial.

A obra nos convida a mergulhar na espiritualidade, mostrando momentos de dores e alegrias vividas por Nossa Senhora para nos ensinar a vivenciar nossos próprios sofrimentos e deleites aqui na terra. Com uma linguagem clara e acessível, Padre Ermindo nos conduz a uma reflexão profunda sobre a figura de Maria, trazendo um novo olhar sobre a importância dessa mulher na nossa fé e na nossa vida cotidiana.

“O livro está baseado na meditação sobre as dores e as alegrias de Maria. Mediante dessas duas devoções marianas, eu busquei os textos na Bíblia. Para fazer uma boa leitura é necessário que se faça antes a leitura dos trechos na Sagrada Escritura”, comenta Pe. Ermindo.

Após cada reflexão, há uma oração que nos convida a refletir ainda mais sobre os ensinamentos de Maria, e todas essas orações são retiradas dos documentos da Igreja, dos discursos e falas do Papa Francisco. Isso torna o livro ainda mais relevante, pois traz uma abordagem contemporânea e atualizada sobre a espiritualidade cristã.

O lançamento do exemplar “As Lições de Maria” é um acontecimento importante para a literatura espiritual, e certamente será um grande sucesso entre os leitores que buscam um aprofundamento na fé cristã e uma reflexão mais profunda sobre a vida. O livro é uma verdadeira obra de arte e um presente para todos os que buscam uma espiritualidade mais profunda.

Para adquirir basta acessar o site da Editora Satuário 

Padre Ermindo, atualmente é Administrador Paroquial da paróquia Nossa Senhora da Glória em Vila Velha, Pós Graduado em Teologia Dogmática em Mariologia e atual Membro Associado na Academia Marial de Aparecida – SP.

 

Ao completar 10 anos de pontificado, o Papa Francisco está no centro da comunicação da Igreja, neste dia, 13 de março de 2023. A

Ao completar 10 anos de pontificado, o Papa Francisco está no centro da comunicação da Igreja, neste dia, 13 de março de 2023.

A site vaticannews.va publicou inúmeros testemunhos de diversas partes do mundo, que destacam a visão do Papa e da Igreja para quem acompanha os discursos, as viagens, as atitudes e gestos do Papa Francisco.

Escolhemos hoje, para homenagear o Papa Francisco e agradecer seu testemunho e seu jeito de conduzir a Igreja, o texto que fala do Papa e a Comunicação. A matéria foi produzida pelo Dicastério para a Comunicação:

A força comunicacional de Jorge Mario Bergoglio está na transformação de seus sinais corporais em uma proposta de pontificado construída pela proximidade através de palavras, olhares e contato, seja ele físico ou mediado por redes sociais digitais.
Era 13 de março de 2013,  a Praça de São Pedro estava repleta de pessoas e a mudança significativa, observada pelas câmeras de veículos de comunicação de todo o mundo, estava na quantidade de celulares que registravam um momento histórico para a Igreja Católica: o anúncio do novo Papa depois da renúncia de Bento XVI.

Na era da comunicação tecnológica, a fumaça branca que saía da Capela Sistina era transmitida pelos perfis nas redes sociais digitais de pessoas comuns, desejosas de ver o novo Sucessor de Pedro. Naquela noite, quando Bergoglio se apresenta na sacada, já como Papa e assumindo o nome de Francisco, a multidão é absorvida pelos segundos de silêncio antes de sua primeira frase: Irmãos e irmãs, boa noite! Neste momento, é empregado uma saudação normal, mas, ao mesmo tempo, surpreendente. O “Boa noite”, cheio de simplicidade, cala a Praça de São Pedro e o mundo que assiste pelos meios de comunicação mais potentes, a singeleza do cumprimento de alguém que se faz próximo, do mesmo modo que se aparenta como revolucionário. A sensação é de que algo tenha mudado, não somente porque o novo pontífice é jesuíta ou o primeiro chefe da Igreja Católica vindo da América do Sul. Na singularidade daquela expressão, talvez uma das mais coloquiais que se tenha, o mundo será surpreendido pelos sinais que logo se seguirão, especialmente o curvar-se para, numa Praça repleta, mas em silêncio, pedir a oração de todos os que acompanhavam pelo início de seu ministério.

Para Marcello Zanluchi, doutor em Comunicação e Semiótica e autor da pesquisa “Papa Francisco: uma encíclica viva de gestos e imagens”, a percepção mundial sobre o novo pontífice mudou a partir daquela apresentação na sacada da Basílica de São Pedro. “Um evento histórico, como é a eleição de um Papa, também se transforma em um evento midiático, que realiza mudanças não só na opinião pública, mas no comportamento das pessoas, da geografia social e na agenda e orientação das instituições. Portanto, se pode afirmar que, do dia 13 de março em diante, a percepção mundial mudou, principalmente pelos gestos e imagens de Francisco, não só na forma, mas na substância”.

Segundo Zanluchi, é um pontificado caracterizado pelo contato direto, de um Papa que se encontra e se deixa encontrar e que sabe utilizar da mídia primária, o corpo, para comunicar; mas sobretudo, consegue transpor essa mídia para a era tecnológica. “Francisco é um líder religioso, cujo olhar não está inclinado a uma massa indistinta, mas que fixa sua atenção em pessoas, compartilhando seus gestos, abraços e sorrisos personalizados. Acrescenta o fato de que Bergoglio utiliza, pela oralidade, sua capacidade de falar, usando uma linguagem metafórica, para se conectar com seus interlocutores. Por conta disso, sua comunicação tende a ser, imediatamente, eficaz. É essa comunicação voltada às pessoas que traz uma abertura, de parte midiática, ao papado de Francisco e, consequentemente, à visibilidade institucional da Igreja Católica. Essa atenção dada pelos meios a Francisco, sobretudo, é originária de sua capacidade de inserir uma imprevisibilidade em seus atos previsíveis de líder religioso. Um silêncio, um gesto, uma imagem ou expressão do Papa colocam a mídia na condição de dever acompanhá-lo”, sugere Zanluchi.

Sentir, ver e ouvir como comunicação nos 10 anos de pontificado

Foi com a criação do Dicastério para a Comunicação, reunindo as mídias vaticanas num mesmo organismo, que se percebeu que todo o aparato comunicacional do Vaticano está centrado em promover a cultura do encontro, promovida pelos gestos e imagens de um pontífice que recria significações a partir de suas atitudes cotidianas. Mais que um divulgar de discursos, a força dos veículos de comunicação está na figura do líder máximo dos católicos.

Durante sua atuação no Dicastério para a concretização da pesquisa, Zanluchi percebeu a intenção de mostrar uma Igreja mais próxima, uma nova forma de religiosidade que se se dá pelos meios e através do imagético. “O critério importante é a mensagem, em suas diferentes narrativas. As pessoas esperam ver o Papa sendo Papa. Francisco está sempre voltado a alguém e, se analisarmos a maior parte das fotos publicadas, poderemos ver que o Papa Francisco está dando a mão a alguém, acariciando alguém, beijando alguém, escutando alguém com atenção. Ou seja, está sempre voltado ao outro, sempre aberto às relações: com as pessoas que estão à sua frente, com o público que está à sua frente ou mesmo recolhido em oração com seriedade”, destaca o pesquisador.

Outro ponto da pesquisa ressalta a figura do Papa num momento em que as imagens assumem importância no contexto institucional e social. “No caso de Francisco, que age como Sumo Pontífice em um período em que as imagens são assim relevantes, ele se dá conta que seus gestos habituais, aqueles que fazia como sacerdote e como bispo, hoje podem alcançar todo o mundo e, portanto, não tem problema em ser registrado saudando os doentes ou ou mais necessitados. Assim, um gesto cristão sincero e autêntico de misericórdia e ternura, cotidiano, a partir das imagens, se transformam em ocasião de testemunho cristão e de evangelização”, ressalta Zanluchi.

Não por acaso, a conta @Franciscus, da rede social Instagram, administrada pelo Dicastério para a Comunicação, torna universal a imagem do Papa Francisco, a partir da sua corporeidade e proximidade. Na pesquisa, Zanluchi observou que os gestos perpetuados em imagem ganham um novo valor simbólico neste pontificado. “A  imagem do Papa que abraça um doente tem a potência de atingir um valor simbólico e passa a ser um abraço a cada pessoa enferma nos vários cantos do mundo. Isso se percebe de maneira repetida nos comentários dos seguidores nas contas do Twitter e Instagram. Tendo o Papa como exemplo, as redes sociais do Vaticano tentam ser vizinhas às pessoas que as seguem, a seus interesses, às suas preocupações, seja nas temáticas tratadas como nos modos de contá-las”.

Nestes 10 anos, segundo a pesquisa, se pode observar que o Papa Francisco, a partir de suas escolhas, estrategicamente assume uma postura de proximidade, entendendo que a base da comunicação começa e termina no corpo. Dessa maneira, a mensagem evangélica assume uma característica das primeiras comunidades cristãs.  “Os gestos concernentes à comunicação demonstram uma vontade de se comunicar o Evangelho, não de maneira contrária aos pontificados precedentes, mas que pela linguagem gestual e oral fundamental a mensagem cristã contida nas Sagradas Escrituras, no Magistério e na Tradição da Igreja. Antes, é uma maneira diferente, utilizada com metáforas, humor e proximidade com seu público. Francisco não fala apenas aos fiéis católicos, mas sabe construir uma agenda em que os meios também se verguem para cobrir seus gestos que, longe de um ato protocolar, são transformados pela “eventização” do seu cotidiano”, destaca Zanluchi.

Um ponto importante e que se torna latente é que Papa Francisco comunica pela sua presença. Ou seja, seu corpo possui uma capacidade ímpar de fazer presença e ser meio para a mensagem chegar a todos, inclusive seus gestos, muitas vezes, sublinham mais qualquer discurso ou documento. “Francisco apresenta um cristianismo não por proselitismo, mas por atração. Como mencionado, sua comunicação não é pra massa, mas é sinodal, participativa, de favorecimento da cultura de ouvir, personalizada. É um pontífice que vê nos gestos, no tato, uma forma de se comunicar com uma contemporaneidade mais distante do contato humano. Francisco é um Papa digital, mas que não preenche espaços. Antes, abre processos para que haja uma aproximação do encontro, com fundamento de um cristianismo de contato e não de aparência. Um ser religioso que busca a transcendência pela inclusão, com estilo humano, capaz de evangelizar a sociedade em que vivemos”, pontua Zanluchi.

🙋🏽‍♂️Querido jovem, temos um convite muito especial para você! Deus tem uma chamado especial para a vida de cada um de nós! Você já

🙋🏽‍♂️Querido jovem, temos um convite muito especial para você!

Deus tem uma chamado especial para a vida de cada um de nós! Você já sabe qual é o seu? Venha discernir conosco a sua vocação!

📅No dia 19/03, à partir das 9h, no Seminário Nossa Senhora da Penha.

“Fala, Senhor, que teu servo escuta!” 1Sm 3

#vocaçãosacerdotal #vocação #seminarista

Na manhã desta sexta-feira (10), faltando 30 dias para a Festa da Penha 2023, teve início a montagem da estrutura do evento. Serão utilizadas

Na manhã desta sexta-feira (10), faltando 30 dias para a Festa da Penha 2023, teve início a montagem da estrutura do evento. Serão utilizadas mais de 30 toneladas de equipamentos de som, 20 toneladas de equipamentos de luz, 60 toneladas de estrutura metálica e mais de 150 metros de painel de Led. O palco do evento, que acontece entre os dias 9 e 17 de abril, terá 18 metros de altura.

Foto: Fernando Ribeiro

A megaestrutura é a mesma que foi usada pela primeira vez no ano passado, que garante capacidade de público 30% maior do que os anos anteriores do evento. A novidade esse ano fica por conta do cenário do palco, todo inspirado no tema desse ano da Festa e na comunicação visual utilizada nesta 453ª edição.

Símbolos do Espírito Santo estão presentes na decoração do palco da Festa da Penha 2023, tais como vegetação da Mata Atlântica, colibri, orquídea, uvas, flores de laranjeiras, frutos de café, cacau e o Convento da Penha, sempre tendo em destaque a imagem da padroeira – Nossa Senhora da Penha.