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Hoje a Arquidiocese de Vitória instala mais uma paróquia dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, em Vila Velha. Desmenbrada da paróquia Santa Mãe de

Hoje a Arquidiocese de Vitória instala mais uma paróquia dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, em Vila Velha. Desmenbrada da paróquia Santa Mãe de Deus, Ibes, a nova paróquia será instalada hoje, 12 de junho de 2026, às 19h30, na agora matriz Sagrado Coração de Jesus, em Santos Dumont. Toma posse canônica como administrador paroquial, pe. Antônio Renato Coutinho Ferreira, que já exercia sua missão sacerdotal na região desde 2024 e vinha fazendo a preparação para criar a paróquia.

Com a divisão, passam a pertencer à paróquia Sagrado Coração de Jesus cinco comunidades (a matriz, a Comunidade Nossa Senhora da Penha, bairro do mesmo nome; Comunidade Sto. Antônio, Bairro Brisamar; Comunidade Nossa Senhora das Graças, Bairro Guadalajara; Comunidade Sta. Inês, bairro do mesmo nome. Nesse período equipes e pastorais foram se estruturando (Círculo Bíblico, Pastoral do dízimo, Equipe de canto, Cerimoniários e Coroinhas, Ministros da Eucaristia, Catequese e as Pastorais familiar e de acolhida).

Com a criação da nova paróquia, a Área Pastoral Vila Velha passa a ter 21 paróquias.

 

A inauguração da Torre de Jesus Cristo, na Basílica Sagrada Família em Barcelona, Espanha foi inaugurada hoje pelo Papa Leão XIV. Abaixo a cobertura
A inauguração da Torre de Jesus Cristo, na Basílica Sagrada Família em Barcelona, Espanha foi inaugurada hoje pelo Papa Leão XIV. Abaixo a cobertura feita pelo site vaticannews.va.
Na Basílica da Sagrada Família, “uma catequese eloquente feita de pedras, cores e luz”, o Papa enfatizou que “não podemos acreditar em Jesus e matar o inocente. Não podemos acreditar em Jesus e abandonar quem sofre, quem chora, quem foge da miséria”. “Recordemos nesta tarde que a Cruz de Cristo que coroa esta basílica”, afirmou o Pontífice, “é a Cruz dos últimos que se tornam os primeiros, dos pecadores que se tornam santos, dos mortos que ressuscitarão”.

O Papa Leão XIV presidiu a missa na Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, na tarde desta quarta-feira (10/06), onde inaugurou a Torre de Jesus Cristo. A celebração eucarística assinalou também o centenário da morte do arquiteto Antoni Gaudí.

A construção da Basílica da Sagrada Família começou em 1882, a partir do projeto do arquiteto diocesano Francisco de Paula del Villar (1828-1901), mas foi Gaudí quem, a partir de 1883, lhe traçou um novo destino. É um dos símbolos distintivos da identidade de Barcelona, ​​reconhecida mundialmente e visitada por milhões de pessoas.

A vida cristã é sempre um caminho

«Ó Senhor, nosso Deus, como é admirável o teu nome em toda a terra!» Com este versículo do Salmo 8 o Santo Padre iniciou sua homilia na Basílica da Sagrada Família que “acolhe-nos nesta bela cidade”, convidando-nos “a escutar a Palavra de Deus, que nos constitui numa família amada pelo Senhor, alimentada pela sua própria vida na Eucaristia”.

“Esta igreja é um edifício único, constituído por muitas pedras. Uma casa que cresce continuamente ao longo dos anos, seguindo um mesmo projeto. Todos nós somos as pedras vivas desta obra, que tem Cristo como fundamento e ápice, princípio e fim. Muito mais do que um monumento, a Basílica da Sagrada Família continua a ser hoje uma obra em construção, que nos lembra como a vida cristã é sempre um caminho, porque se trata de um projeto que é levado a cabo por Deus.”

“Não habitamos, portanto, uma obra inacabada, mas um templo ainda em construção. A sua imperfeição não é um defeito, pois testemunha um desejo; não significa uma falta, mas expressa uma promessa que queremos honrar com coerência. A nossa gratidão transforma-se, assim, em compromisso, ao mesmo tempo que cooperamos no projeto de Deus, ou seja, na edificação para a qual Ele mesmo nos chama. Uma vez que somos templo do Espírito Santo, esta obra coincide com a nossa vida, que Deus concebe como uma obra-prima que devemos realizar juntos e para a qual nos chama a colaborar com Ele“, disse ainda o Papa.

O Santo Padre disse que a Sagrada Escritura nos ensina que a vontade do Pai “cumpre-se através de Jesus”. Cristo “deseja para nós o bem definitivo, eterno”.

Não podemos acreditar em Jesus e abandonar quem sofre

“Perante a ameaça do mal, o Senhor está sempre conosco, sempre a nosso favor. “Eu sou”: este é o Santíssimo Nome que Deus revelou a Moisés na sarça ardente, revelando a sua fidelidade inabalável”, frisou o Papa Leão, acrescentando:

“Feito homem, Ele torna-se para nós o Emanuel, fonte de graça, perdão, salvação e vida nova. Queridos irmãos, não podemos acreditar em Jesus e promover a guerra. Não podemos acreditar em Jesus e matar o inocente. Não podemos acreditar em Jesus e abandonar quem sofre, quem chora, quem foge da miséria. Por isso, recordemos nesta tarde que a Cruz de Cristo que coroa esta basílica, é a Cruz dos últimos que se tornam os primeiros, dos pecadores que se tornam santos, dos mortos que ressuscitarão.”

“Ao admirar a torre de Jesus Cristo, elevamos o olhar para Ele, para Aquele que nos revela apenas a verdade de Deus e a verdade de nós mesmos. Olhando para Cristo, podemos ver o mundo com olhos renovados: a torre da cruz transforma-se então em estandarte da caridade, porque Deus nos ama assim, transformando um instrumento de morte num sinal de esperança. Na cruz de Jesus, a nossa fé atinge o seu ápice. Esta cruz brilha de dia, refletindo a luz do sol, e brilha de noite, iluminando a cidade como um farol aberto para o Mediterrâneo”, frisou o Papa.

Antoni Gaudí, arquiteto ardente de fé

Segundo Leão XIV, “a fé dá forma às pedras e sentido ao edifício que habitamos juntos. Na nossa oração, portanto, descobrimos o vínculo originário das coisas com Deus, criador do céu e da terra: Ele é o artista que imprimiu o seu esplendor no cosmos. Criado à sua imagem, o homem responde à obra de Deus com a sua própria criatividade: é assim que o artista converte o talento em louvor e a criatividade em testemunho do próprio Criador”.

“Como arquiteto ardente de fé, o venerável Antoni Gaudí concebeu estes espaços com o desejo de narrar os mistérios da vida do Senhor: assim, propôs uma peregrinação espiritual, que conduz ao encontro com Cristo nascido, morto e ressuscitado por nós. Esta tarde, com Gaudí, de quem recordamos o centenário da morte, lembramos e agradecemos todos os promotores e benfeitores, os artistas e trabalhadores que cooperam na construção de uma obra-prima de arquitetura, que é também uma catequese eloquente feita de pedras, cores e luz.”

Aprender com o Senhor a arte de viver o seu Evangelho

“Na sua sabedoria”, disse ainda o Papa, “a Igreja renova assim a Biblia pauperum das antigas catedrais, que são, em si mesmas, mensagens de evangelização de grande riqueza. Nesta era da imagem, é ainda mais evidente como a arte e a beleza são canais eminentes de evangelização“.

De acordo com Leão XIV, a beleza da Basílica da Sagrada Família “anima-nos a aprender cada vez mais com o nosso Mestre e Senhor a arte de viver segundo o seu Evangelho. Enquanto levantamos o olhar para Ele, o Crucificado Ressuscitado, comprometamo-nos a erguer o rosto daqueles que jazem no pó”.

O Papa concluiu, convidando a demonstrar “que a Sagrada Família é a igreja mais alta do mundo, não para se destacar em classificações mundanas, mas para guiar os passos do povo de Deus que peregrina na terra da Catalunha, com a cruz que ilumina o caminho, como uma lâmpada acesa na espera do regresso do Esposo”

O Santuário Nacional de São José de Anchieta, no município de Anchieta (ES), reuniu milhares de fiéis, peregrinos, religiosos e sacerdotes na tarde da

O Santuário Nacional de São José de Anchieta, no município de Anchieta (ES), reuniu milhares de fiéis, peregrinos, religiosos e sacerdotes na tarde da última terça-feira (9) para a Missa Solene de encerramento da Festa Nacional de São José de Anchieta 2026. A celebração marcou os 460 anos da Ordenação Presbiteral do santo jesuíta, reconhecido como o Padre do Brasil e uma das figuras mais importantes da evangelização do país.

A Eucaristia foi presidida por Dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e concelebrada pelo arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, além de bispos, padres e religiosos presentes na solenidade.

Durante a homilia, Dom Ricardo destacou que a vida e a missão de São José de Anchieta continuam sendo fonte de inspiração para os cristãos de hoje. Segundo ele, a força do santo não estava apenas em seus talentos pessoais, mas sobretudo em sua total entrega a Deus.

“Tudo o que São José de Anchieta fez foi porque a sua fé permitiu o trabalho. Agora é a nossa vez. É a nossa geração. Somos nós, em 2026, chamados a viver a fé, anunciar o Evangelho e transformar o mundo a partir das nossas famílias e comunidades”, afirmou.

Ao recordar os 460 anos da ordenação sacerdotal de Anchieta, Dom Ricardo ressaltou que a celebração não foi apenas uma homenagem a um personagem histórico, mas um convite para que os fiéis renovem seu compromisso com a missão evangelizadora da Igreja.

“Não estamos aqui apenas lembrando um belo personagem do passado. Estamos contemplando a graça de Deus na vida de São José de Anchieta e pedindo a mesma graça para a nossa vida, para a nossa missão e para a evangelização do nosso tempo”, destacou.

Missionário, educador, escritor, poeta e mensageiro da paz, São José de Anchieta deixou um legado que atravessa séculos. Mesmo enfrentando limitações físicas e problemas de saúde desde a juventude, o santo não permitiu que suas fragilidades o impedissem de cumprir sua missão.

Seu amor e dedicação aos povos indígenas e à educação o levaram a aprender idiomas, produzir materiais de ensino e catequese e percorrer longas distâncias para anunciar o Evangelho. Seu testemunho de fé, serviço e entrega continua inspirando a Igreja e os fiéis brasileiros a viverem com coragem o chamado missionário.

 

A Comissão Missionária do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha realizou, na noite desta terça-feira (09), uma reunião com o Conselho Paroquial da Paróquia

A Comissão Missionária do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha realizou, na noite desta terça-feira (09), uma reunião com o Conselho Paroquial da Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz, em Santa Maria de Jetibá, para apresentar a proposta da Missão 2026, que será realizada entre os dias 26 de julho e 02 de agosto. O encontro contou com a presença do pároco, Padre Jonatan Rocha do Nascimento, os Seminaristas Emanuel Araújo, Renann Siqueira e Wesley Murilo e os membros do Conselho Paroquial.

Durante a reunião, foram apresentados o Seminário e suas etapas de formação, esclarecendo aos conselheiros aspectos relacionados ao processo vocacional e aos caminhos percorridos pelos candidatos ao sacerdócio. Também foram compartilhadas informações sobre o ingresso no Seminário, a importância da experiência missionária dentro do itinerário formativo dos futuros presbíteros e orientações gerais sobre a organização da missão paroquial.

A Missão 2026 mobilizará comunidades, lideranças e agentes pastorais da Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz em um tempo especial de evangelização, encontro e testemunho de fé. A iniciativa reforça o compromisso missionário da Igreja e convida toda a comunidade paroquial a participar deste importante momento de comunhão e anúncio do Evangelho.

A MISSÃO NO PROCESSO FORMATIVO

A experiência missionária ocupa um lugar importante na formação sacerdotal, pois permite aos seminaristas vivenciar de maneira concreta as diferentes realidades presentes no território arquidiocesano. Por meio do contato direto com as comunidades, eles têm a oportunidade de unir a formação teórica à prática pastoral, aprofundando o conhecimento sobre a vida da Igreja e fortalecendo sua proximidade com o Povo de Deus.

Além disso, a missão possibilita aos futuros presbíteros conhecerem as particularidades culturais, sociais, estruturais e espirituais de cada comunidade. Essa vivência contribui para uma compreensão mais ampla dos desafios e riquezas da ação evangelizadora, preparando-os para o exercício do ministério sacerdotal e fortalecendo o espírito missionário e a unidade da Igreja.

Durante sua visita ao Espírito Santo para a celebração do Dia de São José de Anchieta, Dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da Conferência Nacional dos

Durante sua visita ao Espírito Santo para a celebração do Dia de São José de Anchieta, Dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), esteve na Igreja Nossa Senhora da Ajuda, em Araçatiba, no município de Viana. O local é um antigo sitio histórico da presença jesuíta e da missão evangelizadora da Companhia de Jesus no Brasil.

Dom Ricardo veio ao estado para presidir a missa em honra a São José de Anchieta, que será celebrada nesta terça-feira, 09 de junho, às 16 horas, no Santuário Nacional de São José de Anchieta, no município de Anchieta. Durante sua passagem pelo Espírito Santo, aproveitará para visitar espaços históricos que preservam a memória da atuação dos jesuítas em terras capixabas.

A Igreja Nossa Senhora da Ajuda foi a primeira a ser visitada pelo secretário. Ela foi construída no século XVIII e fazia parte da antiga Fazenda de Araçatiba, administrada pelos jesuítas durante o período colonial. O espaço guarda importantes traços da história da evangelização no Espírito Santo e, recentemente restaurado, passou a integrar o Centro de Interpretação Fazenda de Araçatiba.

Durante a visita, Dom Ricardo destacou a importância de preservar os locais que testemunham a missão evangelizadora da Igreja no Brasil. “Estar aqui, em Araçatiba, é fazer memória da presença evangelizadora dos Jesuítas que ajudaram a construir a identidade do Espírito Santo”, afirmou Dom Ricardo Hoepers.

A Igreja Nossa Senhora da Ajuda integra o roteiro histórico da presença jesuíta no Espírito Santo, ao lado do Santuário Nacional de São José de Anchieta, do Palácio Anchieta, em Vitória, e da Igreja dos Reis Magos, na Serra.

Em visita à Espenha o Papa Leão XIV encontro o presidente, Pedro Sánchez, os padres Agostinianos, representantes da cultura, arte e economia em Madri

Em visita à Espenha o Papa Leão XIV encontro o presidente, Pedro Sánchez, os padres Agostinianos, representantes da cultura, arte e economia em Madri e continuará sua viagem passando por Barcelona e Iklhas Canárias nos próximos dias.

Ontem domingo, 07 de junho de 2026, o Papa presidiu a missa na Solenidade de Corpus Christi na Plaza de Cibeles, em Madri, diante de mais de 1,2 milhão de fiéis. Em sua homilia, o Pontífice recordou que a Eucaristia é a presença viva de Cristo no meio do seu povo e convidou os católicos a transformarem a fé em testemunho concreto de caridade e esperança.

Neste domingo, 7 de junho, segundo dia de sua quarta Viagem Apostólica, o Papa Leão XIV presidiu a celebração de Corpus Christi na Plaza de Cibeles, em Madri. Em alguns países, como a Espanha, a solenidade é transferida da tradicional quinta-feira para o domingo seguinte, permitindo uma participação mais ampla dos fiéis nas celebrações e procissões eucarísticas. Também na capital espanhola, os fiéis prepararam os tradicionais tapetes ornamentais que serviram de cenário para a procissão do Santíssimo Sacramento pelas ruas da cidade, uma tradição presente na história e na espiritualidade do país.

A presença viva de Cristo no meio do povo

Em sua homilia, com o olhar voltado para o tema da Eucaristia, Leão XIV recordou que Corpus Christi celebra o dom da presença viva de Cristo, que continua a alimentar o seu povo e a caminhar com ele ao longo da história. O Papa destacou que a solenidade não representa apenas uma expressão cultural ou folclórica, mas a manifestação da fé na presença real do Senhor.

“Não se trata de uma manifestação exterior, de uma sobrevivência folclórica ou de um simples adorno estético: trata-se aqui da fé na presença do Senhor Ressuscitado, que está vivo e continua a passar no meio de nós.” 

Corpus Christi além da tradição

Ao refletir sobre o significado da procissão eucarística, o Pontífice explicou que ela expressa a proximidade de Deus com a humanidade. Segundo ele, Cristo não permanece fechado nos templos, mas vai ao encontro das pessoas em suas realidades concretas:

“Jesus caminha pelas ruas, atravessa as praças, visita os nossos bairros, habita os lugares da nossa vida quotidiana. Ele é o Deus próximo que caminha com o seu povo.”

Leão XIV recordou ainda que a Igreja na Espanha associa há muitos anos a Solenidade de Corpus Christi ao Dia da Caridade, ressaltando que a adoração eucarística deve conduzir ao compromisso com os mais pobres, os doentes, os que sofrem e os que vivem situações de abandono.

A religião não é um museu do passado, mas uma escola de fé

Dirigindo-se especialmente à sociedade espanhola, o Santo Padre fez um apelo para que a rica herança religiosa do país continue sendo uma fonte viva para o presente e para o futuro:

“Não seja a religiosidade que anima este país há séculos um museu do passado para ser visitado, mas uma escola de fé da qual ainda hoje se pode beber.”

Segundo o Papa, essa escola de fé ensina a colocar Deus e o próximo no centro da vida, a viver a gratuidade do amor e a assumir responsabilidades diante dos desafios da sociedade, contribuindo para a construção do bem comum.

A Eucaristia como fonte de esperança

Na conclusão da homilia, Leão XIV convidou os fiéis a retornarem continuamente à fonte da Eucaristia para encontrar força, esperança e renovação espiritual. Inspirando-se em São João da Cruz, recordou que Cristo permanece presente mesmo nas noites mais escuras da existência, oferecendo uma luz que não se apaga:

“A graça eucarística transforma-nos, mas também nos converte em protagonistas da transformação da história e em sinal de esperança para aqueles que encontramos. Que o Senhor Jesus, presente na Eucaristia, faça de vocês pão partido, entregue e oferecido, para que uma vida plena possa brotar para vocês, para as suas famílias e para o seu país.” 

Após a celebração da Santa Missa, o Papa conduziu a tradicional procissão de Corpus Christi pelas ruas de Madri e concedeu a bênção eucarística aos milhares de fiéis reunidos no centro da capital espanhola.

Na manhã desta quarta-feira (3), aconteceu a celebração da Páscoa dos Militares. A celebração aconteceu na Escola de Aprendizes-Marinheiros do Espírito Santo (EAMES), localizada

Na manhã desta quarta-feira (3), aconteceu a celebração da Páscoa dos Militares. A celebração aconteceu na Escola de Aprendizes-Marinheiros do Espírito Santo (EAMES), localizada em Vila Velha. A celebração foi presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória, Dom Andherson Franklin, que destacou, em sua homilia, a importância da esperança, da missão e do compromisso com a promoção da paz e da dignidade humana.

A “Páscoa dos Militares” surgiu da necessidade vivida após a Segunda Guerra Mundial. Ao retornarem para casa, muitos militares chegaram depois das celebrações pascais e, diante dessa realidade, a Igreja concedeu a eles a oportunidade de celebrar o sentido da vida nova em Cristo fora das datas previstas no calendário litúrgico. Essa tradição permaneceu ao longo dos anos.

O Projeto Cerâmica pela Vida promove, entre os dias 5 e 6 de junho, o seu 147º leilão beneficente, desta vez em uma edição

O Projeto Cerâmica pela Vida promove, entre os dias 5 e 6 de junho, o seu 147º leilão beneficente, desta vez em uma edição especial dedicada a pinturas e aquarelas. A iniciativa reúne obras doadas por importantes artistas, que transformam sua arte em solidariedade para fortalecer a rede de apoio às famílias em situação de vulnerabilidade alimentar atendidas pela Campanha Paz e Pão, da Arquidiocese de Vitória.

Criado em abril de 2021 por um grupo de ceramistas do Espírito Santo, o Cerâmica pela Vida nasceu com o propósito de unir arte e compromisso social. Desde então, o projeto mobiliza artistas e apoiadores de diversas regiões do país em leilões beneficentes realizados mensalmente.

Todo o valor arrecadado com a arrematação das obras é destinado integralmente à Campanha Paz e Pão, uma iniciativa permanente de combate à fome da Arquidiocese de Vitória. Os participantes depositam diretamente o valor dos lances vencedores na conta da campanha, contribuindo para a aquisição de cestas básicas destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade. O frete das obras fica sob responsabilidade dos arrematantes.

O leilão acontece de forma online, por meio do perfil do Instagram @ceramicapelavida. Os lances são realizados nos comentários das publicações das obras disponibilizadas no dia do evento. Nesta edição especial, serão leiloadas pinturas e aquarelas de artistas reconhecidos nacionalmente, além de outros convidados que abraçaram a causa.

A iniciativa é aberta a participantes de todo o Brasil, que poderão adquirir obras exclusivas e, ao mesmo tempo, colaborar com uma importante ação de solidariedade.

Como participar

  1. Siga o perfil @ceramicapelavida no Instagram.
  2. Acompanhe a publicação das obras no início do leilão.
  3. Escolha a peça desejada e faça seu lance nos comentários.
  4. Caso outro participante ofereça um valor maior, é possível realizar novos lances.
  5. Ao final do leilão, os vencedores receberão as orientações para a conclusão da arrematação.

Serviço

147º Leilão Cerâmica pela Vida – Edição Especial: Pinturas e Aquarelas
Datas e horários: de 5 de junho, às 18h, a 6 de junho, às 18h
Local: Instagram @ceramicapelavida
Participação: aberta ao público de todo o Brasil
Beneficiário: Campanha Paz e Pão, da Arquidiocese de Vitória.