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Na próxima sexta-feira, 25 de julho de 2025, o Convento São Francisco na Cidade Alta recebe a Mostra de Bordados, chamada de Coleção São

Na próxima sexta-feira, 25 de julho de 2025, o Convento São Francisco na Cidade Alta recebe a Mostra de Bordados, chamada de Coleção São Francisco. A Exposição ficará acessível ao público que queira visitar de 28 de julho a 01 de agosto nos horários de 9h às 11h30 e de 14h às 15h30 no Salão Memorial. A Abertura é às 14h no dia 25 de julho e conta com a presença do Arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari.

O projeto Fazendo Arte, aceitou a parceria com a Cáritas Brasileira, que financiou duas oficinas de bordado à mão (vagonite – bordado em tecido com tramas soltas – e bordado livre). “O  Projeto Bordados conta, mensalmente, com a participação de 150 mulheres, moradoras do Território do Centro de Vitória: Piedade, Parque Moscoso, Morro do Moscoso, Santa Clara, Vila Rubim, Ilha do Príncipe, Centro, Cidade Alta e Morro do Quadro”, disse Mônica Rezende – Coordenadora do Projeto Fazendo Arte.

Sendo moradoras do Centro, as bordadeiras fizeram durante 3 meses “uma imersão na história do Convento São Francisco localizado na Cidade Alta em Vitória. A partir dessa parceria foi resgatada a relação que as mulheres participantes dessas oficinas tinham com o Convento. Através das visitas técnicas, foram identificados objetos e ícones como pisos, arabescos, castiçais, paredes, lustres e o próprio monumento que serviram de inspiração para a criação da Coleção São Francisco”, contextualiza a designer de moda, Juliana Bittencourt.

A Mostra promete muitas emoções aos visitantes, pois além da arte do bordado, apresenta as emoções das memórias no resgate afetivo com este monumento que faz parte da história da cidade e hoje é sede da Igreja Católica. A Mostra “nasce do silêncio que ecoa pelas pedras antigas, dos sons suaves que habitam o Convento e das histórias que ali sussurram em cada canto. Cada peça foi criada a partir das impressões sensíveis das mulheres que vivenciaram esse espaço, suas memórias, emoções e olhares se entrelaçaram às texturas e formas inspiradas pelo Convento. Mais do que roupas ou acessórios, as peças desta coleção são vestígios de um encontro entre passado e presente, entre o espaço sagrado e o íntimo de cada mulher”, relata Juliana.

Mostra Coleção São Francisco
Local: Salão do Memorial na Mitra Arquidiocesana de Vitória
Abertura: 25/07/2025 – 14h 
Período de exposição: 28 de julho a 01 de agosto de 9h às 11h30 e de 14h às 15h30.

Ontem (21), iniciou-se o 5º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas (5COMINSE), em Teresina – Piauí. Dentre os participantes do Regional Leste 3, estão os

Ontem (21), iniciou-se o 5º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas (5COMINSE), em Teresina – Piauí. Dentre os participantes do Regional Leste 3, estão os Seminaristas Jeferson Aurich e Mateus Baptista, do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha. O congresso acontece entre os dias 21 a 26 de julho, na Arquidiocese de Teresina, e é promovido pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM), por meio da Pontifícia União Missionária e do Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE), em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Arquidiocese de Teresina. 

Com o tema “Discípulos missionários de esperança”, o evento marca a celebração dos 40 anos do COMISE e reúne seminaristas de várias dioceses do Brasil, proporcionando um espaço de reflexão, formação e vivência missionária, além de conferências, oficinas, momentos de espiritualidade e partilhas de experiências missionárias, incentivando o compromisso evangelizador dos futuros presbíteros.

De acordo com a organização do Congresso, o tema escolhido reflete a necessidade de fortalecer a animação missionária da Igreja, de modo especial em tempos onde há desafios e transformações sociais. Assim, a esperança é colocada como um elemento central na caminhada dos seminaristas, que são chamados a ser sinais de luz e esperança nas comunidades onde atuam.

Sobre o Congresso, o Seminarista Jeferson Aurich, do segundo ano de Filosofia, relatou: “O 5º Congresso Nacional do COMISE é um momento de comunhão e renovação do espírito missionário. Ele reforça que ser cristão é, essencialmente, ser missionário”. Ele destacou ainda: “O evento promove unidade, formação e cooperação entre seminaristas. É um chamado a viver a vocação com ousadia, em sintonia com toda a Igreja em missão”. Em relação as expectativas para o evento, Mateus Baptista, que atualmente está no primeiro ano de Teologia, afirmou: “A expectativa para este encontro vai além do vasto aprendizado que as oficinas e palestras proporcionarão. Nosso anseio mais profundo é vivenciar a Igreja em sua perene Vocação de Peregrina da Esperança”. Ele ainda completou dizendo: “Este será também um tempo precioso para estreitar os laços da convivência fraterna com os demais irmãos seminaristas. Assim, teremos a oportunidade de conhecer as diversas realidades da Igreja no Brasil, enriquecendo nossa compreensão sobre os desafios e as alegrias que marcam a vida do Povo Santo de Deus”.

Confira abaixo alguns registros do primeiro dia de evento:

Fonte: pom.org.br (Adaptado) 

Fotos: Comise – Regional Leste 3

Na manhã de ontem (20 de julho de 2025), o Papa leão XIV pediu por duas vezes orações pelas vítimas das guerras e pediu

Na manhã de ontem (20 de julho de 2025), o Papa leão XIV pediu por duas vezes orações pelas vítimas das guerras e pediu o fim destas, dizendo que “o mundo não aguenta mais”. Leia abaixo a matéria publicada no site vaticannews.va.

O Papa voltou a falar sobre a triste realidade vivida pelos povos que sofrem insistentemente com as guerras. Primeiro, ao final da missa celebrada na manhã deste domingo (20/07), em Albano, quando interpelado por jornalistas italianos, afirmou que “o mundo já não aguenta mais com tantas guerras”. Depois, durante os apelos após a oração mariana do Angelus em Castel Gandolfo, o Pontífice pediu novamente pelo fim dos conflitos, que se “pare imediatamente a barbárie da guerra”.

O Papa Leão XIV voltou a se posicionar sobre a tragédia que atingiu a única igreja católica na Faixa de Gaza na última quinta-feira (17/07), que matou três pessoas e feriu outras 10, inclusive o pároco da Santa Família, Padre Gabriel Romanelli. Primeiramente, ao final da missa presidida na Catedral de Pancrácio Mártir, em Albano, na manhã deste domingo (20/07), o Pontífice, ao saudar a comunidade pelas principais ruas da cidade, foi interpelado por alguns jornalistas sobre a situação em Gaza e disse:

“É preciso rezar pela paz e tentar convencer todas as partes a se sentarem à mesa para negociar, dialogar e depor as armas, porque o mundo não aguenta mais, há tantos conflitos, tantas guerras, é preciso trabalhar verdadeiramente pela paz, rezar com confiança em Deus, mas também trabalhar…”

Questionado sobre a conversa que teve com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, após o ataque militar israelense contra a Igreja da Sagrada Família em Gaza, o Papa Leão XIV comentou:

“Sim, conversamos, foi publicado, insistimos sobre a necessidade de proteger os locais sagrados de todas as religiões, trabalhar juntos também nesse sentido, mas com verdadeiro respeito pelas pessoas e pelos locais sagrados, e tentar deixar para trás tanta violência e tanto ódio, tantas guerras.”

Na oportunidade do telefonema, Leão XIV fez um forte apelo para que se chegasse a um cessar-fogo e ao fim da guerra. O Papa também demonstrou grande preocupação “pela dramática situação humanitária da população de Gaza, cujo preço devastador é pago especialmente pelas crianças, idosos e pessoas doentes”.

O apelo do Papa no Angelus pelo fim da “barbárie da guerra”

Ao final da oração mariana do Angelus deste domingo (20/07), aos presentes na Praça da Liberdade em Castel Gandolfo, Leão XIV voltou a reforçar sobre a busca pela paz com “mais notícias dramáticas chegando do Oriente Médio”, recordando o triste ataque sofrido pelos cristãos em Gaza durante a semana: “expresso minha profunda dor pelo ataque do exército israelense contra a Paróquia Católica da Sagrada Família, na cidade de Gaza. Como sabem, na última quinta-feira, ele causou a morte de três cristãos e ferimentos graves em outros”. O Papa então disse rezar por todos os envolvidos, paroquianos e familiares das vítimas, citando o nome das três pessoas que morreram: Saad Issa Kostandi Salameh, Foumia Issa Latif Ayyad e Najwa Ibrahim Latif Abu Daoud:

“Peço novamente que pare imediatamente a barbárie da guerra e que se alcance a uma resolução pacífica do conflito.”

“Dirijo à comunidade internacional o apelo para que observe o direito humanitário e se respeite a obrigação de proteger os civis, bem como a proibição de punição coletiva, do uso indiscriminado da força e do deslocamento forçado da população. Aos nossos amados cristãos do Oriente Médio, digo: estou próximo à sensação de vocês de poder fazer pouco diante desta situação tão dramática. Vocês estão no coração do Papa e de toda a Igreja. Obrigado pelo testemunho de fé de vocês. Que a Virgem Maria, mulher do Oriente, aurora do Sol novo que surgiu na história, os proteja sempre e acompanhe o mundo rumo ao amanhecer da paz.”

O Papa, então, dirigiu várias saudações aos grupos presentes, em especial àqueles do Fórum Internacional da Ação Católica que idealizaram a “Maratona de Oração pelos Governantes”, que convida a parar por 1 minuto a rezar pela paz neste domingo (20/07), entre às 10h e 22h: “o convite, dirigido a cada um de nós, é de pararmos apenas por um minuto para rezar, pedindo ao Senhor que ilumine os nossos governantes e inspire neles projetos de paz”.

 

O Pontífice também fez um agradecimento especial pelo acolhimento recebido durante seu primeiro período de férias em Castel Gandolfo que, ao invés de terminar neste mesmo domingo (20/07) como era previsto, deve acontecer na terça-feira (22/07), segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé. E o retorno de Leão XIV às Vilas Pontifícias para mais um tempo de repouso será em agosto, entre os dias 15 e 17.

Após ataque a uma igreja católica, o Papa Leão XIV expressa solidariedade e pede orações. As matérias estão publicadas no site vaticannews.va Solidariedade do
Após ataque a uma igreja católica, o Papa Leão XIV expressa solidariedade e pede orações. As matérias estão publicadas no site vaticannews.va

Solidariedade do Papa à paróquia Sagrada Família

Em telegrama assinado pelo cardeal secretário de Estado Pietro Parolin, o Papa Leão XIV expressou sua “profunda tristeza” pelo ataque nesta quinta-feira à Paróquia da Sagrada Família. O Pontífice assegurou ao pároco Romanelli, ferido na ação israelense, sua proximidade espiritual e orações por toda a comunidade paroquial. Em seguida, reiterou seu apelo por um “cessar-fogo imediato” na Faixa de Gaza e expressou sua profunda esperança por uma “paz duradoura”.

O Papa Leão XIV renova seu apelo por um “cessar-fogo imediato” na Faixa de Gaza e expressa sua “profunda esperança” por “diálogo, reconciliação e paz duradoura na região”. É o que se lê no telegrama assinado pelo cardeal secretário de Estado Pietro Parolin, após o ataque israelense à Igreja Católica da Sagrada Família em Gaza na manhã desta quinta-feira, que deixou mortos e vários feridos, incluindo o pároco Pe. Gabriel Romanelli, que sofreu ferimentos leves na perna e foi prontamente atendido no Hospital Al-Ahli, na Cidade de Gaza.

Proximidade e orações

E é precisamente ao padre Romanelli que o Papa dirigiu seu telegrama, expressando sua “profunda tristeza” por este ataque contra a paróquia, que desde o início da guerra abrigou mais de 500 pessoas. O Papa Leão, confiando as almas dos falecidos “à amorosa misericórdia de Deus Todo-Poderoso”, assegurou a toda a comunidade sua “proximidade espiritual” e suas orações “pelo consolo dos que sofrem e pela cura dos feridos”.

Bombardeio atinge igreja católica

Um bombardeio israelense atingiu a igreja católica da Sagrada Família esta manhã. Segundo o Patriarcado Latino de Jerusalém, várias pessoas ficaram feridas, incluindo o pároco, algumas das quais estão em estado grave.

Esta manhã, a igreja católica da Sagrada Família em Gaza foi atingida por um ataque israelense. De acordo com as primeiras notícias de agência, citando fontes médicas do Hospital Al-Ahli, na Cidade de Gaza, há dois mortos (duas mulheres) e seis feridos graves. O pároco, padre Gabriel Romanelli, também sofreu ferimentos leves numa perna e recebeu tratamento médico no hospital local antes de retornar à sua comunidade.

O Patriarcado Latino não confirma as mortes

Por sua vez, o Patriarcado Latino de Jerusalém, num post em sua conta X, embora confirme o acontecimento, afirma que “neste momento não há confirmação de vítimas”, apenas de feridos. A estrutura da igreja, que abriga cerca de 500 pessoas que fogem da guerra, teria sofrido vários danos. Israel, segundo a agência de notícias ANSA, citando fontes próximas ao Patriarcado, se justificou falando de “um erro de tiro”.

Tajani: ataques inaceitáveis, é hora de parar

“Os ataques do Exército israelense contra a população civil em Gaza não são mais admissíveis”, escreveu o ministro italiano das Relações Exteriores, Antonio Tajani, no X. O de hoje é “um ato grave contra um local de culto cristão”, acrescentou. É hora de parar e encontrar a paz”.

 

A Arquidiocese de Vitória se prepara para realizar uma exposição inédita que convida fiéis, agentes pastorais e estudiosos a revisitarem um dos momentos marcantes

A Arquidiocese de Vitória se prepara para realizar uma exposição inédita que convida fiéis, agentes pastorais e estudiosos a revisitarem um dos momentos marcantes da Igreja Católica: o Concílio Vaticano II. A mostra pretende apresentar de forma acessível e didática a história, os documentos, as reformas e as repercussões do concílio na vida eclesial e pastoral da arquidiocese capixaba.

Foto: Arquidiocese de Vitória

A exposição acontecerá no CECATES e a data ainda será divulgado em breve, e será composta por painéis explicativos, fotografias históricas, documentos, objetos antigos e vídeos que contextualizam o Concílio Vaticano II (1962–1965), convocado pelo Papa João XXIII e concluído por Paulo VI. O evento marcou uma virada na relação da Igreja com o mundo moderno e promoveu profundas mudanças na liturgia, na participação dos leigos, na promoção do diálogo ecumênico e na missão evangelizadora.

Com o objetivo de aproximar esse legado das comunidades e paróquias, a iniciativa destacará especialmente como os princípios do Concílio influenciaram o caminho pastoral da Arquidiocese de Vitória, desde a organização das pastorais sociais até o fortalecimento da participação dos leigos, da colegialidade episcopal e da opção preferencial pelos pobres.

“A exposição é uma oportunidade de reconhecer que a caminhada sinodal que vivemos hoje tem raízes profundas no Concílio Vaticano II. Ele abriu janelas para o mundo e nos impulsiona a continuar sendo uma Igreja em saída, missionária e comprometida com a vida”, afirma o Giovana Valfré, coordenadora do Centro de Documentação da Arquidiocese de Vitória e uma das curadoras da Exposição.

Mais do que uma viagem ao passado, a exposição é um convite a renovar a fidelidade ao Evangelho por meio das inspirações do Vaticano II, que continuam guiando a missão da Igreja em Vitória e no mundo.

Na manhã desta terça-feira, 15 de julho, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, visitou o arcebispo emérito Dom Dario Campos, que atualmente

Na manhã desta terça-feira, 15 de julho, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, visitou o arcebispo emérito Dom Dario Campos, que atualmente reside na sede principal da Ordem dos Frades Menores (franciscanos), em Belo Horizonte (MG).

A visita aconteceu por ocasião da ida de Dom Ângelo à capital mineira para participar da abertura do Encontro Nacional de Formadores, promovido pela OSIB (Organização dos Seminários e Institutos do Brasil) e pelo CMOVIC, organismos ligados à CNBB.

O Encontro Nacional de Formadores, promovido pela OSIB (Organização dos Seminários e Institutos do Brasil) em parceria com o CMOVIC (Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada), ambos organismos da CNBB, reúne bispos, reitores, formadores e vocacionistas de todo o país para refletir sobre os desafios da formação presbiteral na atualidade. O encontro visa ajudar na formação dos futuros padres, promovendo momentos de troca de experiências e reflexão sobre os caminhos da vocação, de acordo com o que orienta a Igreja no Brasil. A Arquidiocese de Vitória está representada pelos padres Jorge Campos e Cláudio Moreira, que atuam na formação no Seminário e no Propedêutico.

Dom Ângelo expressou sua alegria pelo reencontro com Dom Dario, que se mostrou bem, sereno e feliz em sua nova residência. “Nossa gratidão e proximidade. Ele está muito bem e feliz”, afirmou o Arcebispo. Esse encontro renovou os laços de amizade entre Dom Ângelo e Dom Dario, unidos pela mesma missão de servir a nossa Igreja de Vitória.

Sobre o encontro de Formadores em Belo Horizonte

A Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB) realiza, entre os dias 14 e 18 de julho de 2025, o Encontro Nacional de Atualização para Formadores, reunindo lideranças e agentes da formação presbiteral de todo o país. O evento acontece na Casa Mãe Acolhedora, em Belo Horizonte (MG).

Foto: Arquidiocese de Vitória

Com o tema “O itinerário formativo no Documento 110: avaliação e propostas”, o encontro deste ano vai aprofundar a reflexão sobre os caminhos da formação sacerdotal à luz do Documento 110 da CNBB, oferecendo aos participantes uma rica oportunidade de avaliação, troca de experiências e elaboração de propostas práticas para o fortalecimento da missão formativa.

O assessor do encontro é o padre Fábio de Freitas Guimarães, doutor em Psicologia pela Pontifícia Università Gregoriana, de Roma (2024). O sacerdote tem formação acadêmica e experiência nas áreas de Psicologia do Desenvolvimento Humano, Psicologia Pastoral, Saúde Mental e Emocional, Psicologia da Personalidade e Acompanhamento Psicoterapêutico, com abordagens psicodinâmica e comportamental. Além disso, é bacharel em Filosofia pela Faculdade Eclesiástica João Paulo II (RJ) e em Teologia pelo Instituto Superior de Teologia da arquidiocese do Rio de Janeiro.

Regionais da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, se preparam para a COP 30, que acontece em setembro, em Belém no Pará. Agora

Regionais da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, se preparam para a COP 30, que acontece em setembro, em Belém no Pará. Agora é a vez dos Regionais do Sul do Brasil. A matéria está publicada no site cnbb.org.br:

Em preparação para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), representantes da Igreja Católica dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul se reunirão em Governador Celso Ramos (SC), entre os dias 17 e 20 de julho, para a Pré-COP Sul. O evento, promovido pelos regionais Sul 2, Sul 3 e Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), visa ampliar o diálogo sobre a emergência climática e articular ações concretas frente aos desafios socioambientais da atualidade.

Com o tema “Igreja rumo à COP30”, a iniciativa reunirá lideranças eclesiais, pastorais, organismos e movimentos sociais no Centro de Eventos e Formação da CNBB Sul 4 (CEAR). A proposta é aprofundar o papel da fé diante da crise climática, promover a conversão ecológica e fortalecer a incidência da Igreja no debate climático em nível local e global.

A programação inclui painéis temáticos, momentos de espiritualidade, oficinas em grupos e a construção coletiva de uma Carta-Compromisso da macrorregião Sul com foco na mobilização para a COP30, que será realizada em novembro, em Belém do Pará. Entre os destaques, estão os painéis sobre a urgência climática no atual contexto histórico e sobre o profetismo da Igreja diante da crise socioambiental. Haverá ainda espaços para apresentação de iniciativas locais, rodas de conversa por regionais e uma noite cultural.

O evento se inicia oficialmente na tarde da quinta-feira, 17 de julho, com a chegada dos participantes e um jantar de acolhida. A programação se estende até domingo, 20, quando será realizada uma plenária com os compromissos assumidos, a leitura da Carta-Compromisso e um gesto simbólico de envio.

A Pré-COP Sul integra uma série de encontros preparatórios realizados pelas regionais da CNBB em diferentes partes do país, como parte do esforço da Igreja Católica brasileira para contribuir de forma ativa e profética nos debates da COP30, reforçando a escuta dos territórios e a urgência de justiça climática e socioambiental.

 “Bem-aventurado aquele que não perdeu a esperança”, disse o Papa Leão XIV na mensagem para o Dia dos Avós e dos Idosos. Leia a
 “Bem-aventurado aquele que não perdeu a esperança”, disse o Papa Leão XIV na mensagem para o Dia dos Avós e dos Idosos. Leia a matéria publicada no site vaticannews.va, por ocasião da divulgação da mensagem. Acesse a mensagem na íntegra (aqui).
Santo Padre recorda que muitas vezes “os nossos avós foram para nós um exemplo de fé e devoção, de virtudes cívicas e compromisso social, de memória e perseverança nas provações! A nossa gratidão e coerência nunca serão suficientes para agradecer este bonito legado que nos foi deixado com tanta esperança e amor.”

Foi divulgada, nesta quinta-feira (10/07), a mensagem do Papa Leão XIV para o V Dia Mundial dos Avós e dos Idosos intitulada “Bem-aventurado aquele que não perdeu a esperança”.

Ouça e compartilhe

O Pontífice inicia a mensagem, recordando que “o Jubileu que estamos vivendo nos ajuda a descobrir que a esperança é, em todas as idades, perene fonte de alegria” e “quando é provada pelo fogo de uma longa existência, torna-se fonte de uma bem-aventurança plena”.

Idosos: primeiras testemunhas da esperança

A seguir, o Papa recorda alguns homens e mulheres, na Bíblia, em idade avançada, “que o Senhor inclui nos seus desígnios de salvação”. Abraão e Sara, Isabel e Zacarias, Jacó, já idoso, que abençoa os filhos de José, seus netos, Moisés e Nicodemos. “Deus mostra várias vezes a sua providência dirigindo-se a pessoas idosas” (…). “Com estas escolhas, Ele nos ensina que, aos seus olhos, a velhice é um tempo de bênção e graça e que, para Ele, os idosos são as primeiras testemunhas da esperança“, ressalta Leão XIV.

De acordo com o Pontífice, “só se compreende a vida da Igreja e do mundo na sucessão das gerações. Por isso, abraçar um idoso ajuda-nos a entender que a história não se esgota no presente, nem em encontros rápidos e relações fragmentárias, mas se desenrola rumo ao futuro”.

“Portanto, se é verdade que a fragilidade dos idosos precisa do vigor dos jovens, é igualmente verdade que a inexperiência dos jovens precisa do testemunho dos idosos para projetar o futuro com sabedoria.”

Quantas vezes os nossos avós foram para nós um exemplo de fé e devoção, de virtudes cívicas e compromisso social, de memória e perseverança nas provações! A nossa gratidão e coerência nunca serão suficientes para agradecer este bonito legado que nos foi deixado com tanta esperança e amor“, sublinha o Papa.

Ser protagonista da “revolução” da gratidão

Desde as suas origens bíblicas, o Jubileu representou um tempo de libertação: os escravos eram libertados, as dívidas perdoadas, as terras devolvidas aos seus proprietários originais. Era um momento de restauração da ordem social desejada por Deus, em que se sanavam as desigualdades e as opressões acumuladas ao longo dos anos”, ressalta o Papa na mensagem.

Olhando para os idosos nesta perspectiva jubilar, também nós somos chamados a viver com eles uma libertação, sobretudo da solidão e do abandono. Este ano é o momento propício para realizá-la: a fidelidade de Deus às suas promessas ensina-nos que há uma bem-aventurança na velhice, uma alegria autenticamente evangélica que nos convida a derrubar os muros da indiferença na qual os idosos estão frequentemente encerrados”, escreve o Pontífice.

“Em todas as partes do mundo, as nossas sociedades estão a habituar-se, com demasiada frequência, a deixar que uma parte tão importante e rica do seu tecido social seja marginalizada e esquecida. Perante esta situação, é necessária uma mudança de atitude, que testemunhe uma assunção de responsabilidade por parte de toda a Igreja.”

Segundo o Papa, “cada paróquia, associação ou grupo eclesial é chamado a tornar-se protagonista da “revolução” da gratidão e do cuidado, a ser realizada através de visitas frequentes aos idosos, criando para eles e com eles redes de apoio e oração, tecendo relações que possam dar esperança e dignidade àqueles que se sentem esquecidos. A esperança cristã impele-nos continuamente a ousar mais, a pensar em grande, a não nos contentarmos com o status quo. Neste caso específico, a trabalhar por uma mudança que devolva aos idosos a estima e o afeto“.

A seguir, Leão XIV recorda que “o Papa Francisco quis que o Dia Mundial dos Avós e dos Idosos fosse celebrado, em primeiro lugar, encontrando aqueles que estão sozinhos. E decidiu-se, pela mesma razão, que aqueles que não puderem vir a Roma neste ano em peregrinação podem «obter a Indulgência jubilar se visitarem por um côngruo período […] idosos em solidão […] quase fazendo uma peregrinação em direção a Cristo presente neles»”.

“Visitar um idoso é um modo de encontrar Jesus, que nos liberta da indiferença e da solidão.”

Não perder a esperança na velhice

A seguir, o Pontífice recorda o Livro do Eclesiástico que “afirma que a bem-aventurança é daqueles que não perderam a esperança, dando a entender que na nossa vida – especialmente se for longa – podem existir muitos motivos para sempre lançar o olhar para o passado, em vez de olhar para o futuro”. No entanto, o Papa Francisco escreveu durante sua última internação no Hospital Gemelli, que «o nosso físico está fraco, mas, mesmo assim, nada nos impede de amar, de rezar, de nos doarmos, de sermos uns pelos outros, na fé, sinais luminosos de esperança».

“Possuímos uma liberdade que nenhuma dificuldade pode tirar-nos: a de amar e rezar. Todos, podemos amar e rezar, sempre. O bem que desejamos às pessoas que nos são caras – ao cônjuge com quem compartilhamos grande parte da vida, aos filhos, aos netos que alegram os nossos dias – não desaparece quando as forças se esvaem. Pelo contrário, muitas vezes é justamente o carinho deles que desperta as nossas energias, trazendo-nos esperança e conforto”, escreve o Papa. “Por isso, sobretudo na velhice, perseveremos confiantes no Senhor. Deixemo-nos renovar todos os dias, na oração e na Santa Missa, pelo encontro com Ele. Transmitamos com amor a fé que vivemos na família e nos encontros quotidianos durante tantos anos: louvemos sempre a Deus pela sua benevolência, cultivemos a unidade com as pessoas que nos são caras, abramos o nosso coração aos que estão mais longe e, em particular, aos necessitados. Assim, seremos sinais de esperança, em todas as idades”, conclui o Papa Leão XIV.