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O caminho da santidade, recordou o Papa no Angelus desta sexta-feira, 1º de novembro e Dia de Todos os Santos, começa pelo comprometimento em
O caminho da santidade, recordou o Papa no Angelus desta sexta-feira, 1º de novembro e Dia de Todos os Santos, começa pelo comprometimento em primeira pessoa em “praticar as Bem-aventuranças do Evangelho nos ambientes em que vivo”. Tantos os santos venerados nos altares como aqueles da “porta ao lado” são “pessoas ‘cheias de Deus’, incapazes de permanecer indiferentes às necessidades do próximo; testemunhas de caminhos luminosos, possíveis também para nós”.

Neste 1º de novembro a Igreja celebra o Dia de Todos os Santos, solenidade que, no Brasil, foi transferida para o domingo, 3 de novembro. Na Praça São Pedro, também ponto de partida para a tradicional Corrida dos Santos na sua décima sexta edição com 4 mil atletas, o Papa refletiu no Angelus sobre o Evangelho do dia (cf. Mt 5,1-12) e as Bem-aventuranças proclamadas por Jesus, que são “a carteira de identidade do cristão e o caminho da santidade”, aquele feito por amor, “que Ele mesmo percorreu primeiro ao se tornar homem, e que para nós é tanto um dom de Deus quanto a nossa resposta”.

O caminho da santidade

É dom de Deus, explicou Francisco, porque, é para Ele “que pedimos que nos faça santos, que torne o nosso coração semelhante ao seu”, de modo que em nós, como dizia o Beato Carlo Acutis, “tenha sempre ‘menos de mim para dar lugar a Deus'”. O que nos leva ao segundo ponto, continuou o Pontífce, a nossa resposta:

 O Pai do céu, de fato, nos oferece a sua santidade, mas não a impõe a nós. Ele a semeia em nós, nos faz sentir o gosto e ver a beleza, mas depois espera a nossa resposta. Deixa a nós a liberdade de seguir as suas boas inspirações, de nos deixarmos envolver por seus projetos, de fazer nossos os seus sentimentos (cf. Dilexit nos, 179), colocando-nos, como Ele nos ensinou, a serviço dos outros, com uma caridade como sempre mais universal, aberta e dirigida a todos, aberta e dirigida ao mundo inteiro.

Tudo isso vemos na vida dos santos, apronfundou o Papa, ao citar o caminho da santidade feito por “São Maximiliano Kolbe, que em Auschwitz pediu para tomar o lugar de um pai de família condenado à morte; ou em Santa Teresa de Calcutá, que passou sua existência a serviço dos mais pobres entre os pobres; ou no bispo São Óscar Romero, assassinado no altar por ter defendido os direitos dos últimos contra os abusos dos prepotentes”. Santos “moldados pelas Bem-aventuranças” que são venerados nos altares, sem esquecer aqueles que sempre ficam “na porta ao lado”, “aqueles de todos os dias, escondidos que levam adiante a sua vida cristã quotidiana”, “pessoas ‘cheias de Deus’, incapazes de permanecer indiferentes às necessidades do próximo; testemunhas de caminhos luminosos, possíveis também para nós”.

“Perguntemo-nos agora: eu peço a Deus, em oração, o dom de uma vida santa? Deixo-me guiar pelos bons impulsos que o seu Espírito desperta em mim? E me comprometo em primeira pessoa a praticar as Bem-aventuranças do Evangelho nos ambientes em que vivo?”

Publicação: vaticannews.va
Neste ano, dos 238 projetos aprovados pelo Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), 16 deles

Neste ano, dos 238 projetos aprovados pelo Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), 16 deles vão apoiar e promover a integração social de migrantes, refugiados e povos tradicionais. Os recursos tem origem na Coleta Nacional de Solidariedade, realizada no Domingo de Ramos.

O edital do Fundo Nacional de Solidariedade deste ano definiu, como de costume, três eixos para a distribuição de recursos, alinhados com o tema da Campanha da Fraternidade, neste ano “Fraternidade e Amizade Social”. O Eixo 2 atendeu a 16 projetos de apoio e integração social de migrantes, refugiados e povos tradicionais.

Acolhimento humanizado

Uma dessas iniciativas do eixo 2 é o “Projeto de Integração local e social de Migrantes e pessoas em situação de refúgio”, desenvolvido pelo Centro de Integração do Migrante, de São Paulo (SP), ligado às Irmãs Servas do Espírito Santo.

Irmã Malgarete Scapinelli Conte
Irmã Malgarete Scapinelli Conte, coordenadora do CIM | Foto: reprodução

O projeto tem por propósito ofertar, no período de um ano, atendimento humano e escuta acolhedora a 350 migrantes e pessoas em situação de refúgio que chegam à capital paulista, de modo a favorecer a regularização migratória e o acesso a direitos.

A coordenadora do Centro de Integração do Migrante, irmã Malgarete Scapinelli Conte, explicou que a primeira necessidade quando uma pessoa em situação de migração ou refúgio chega no Brasil é ter sua situação migratória regular, com os devidos documentos para conhecer e ter acesso aos direitos sociais previstos em lei.

“O CIM, por meio desse projeto, de integração local e social de imigrantes e refugiados, com o apoio do Fundo Nacional de Solidariedade da CNBB, contribui com um profissional capacitado que dedica um dia da semana para orientação e encaminhamentos para regularização migratória e acesso a direitos. Somente nos últimos dois meses, por exemplo, foram mais de 80 pessoas atendidas de cinco nacionalidades, com predominância de bolivianos e venezuelanos. A nossa gratidão à CNBB por esse apoio que muito contribui para que os migrantes também possam chegar, se integrar na sociedade e também poder trabalhar para sustentar a família”, agradece a irmã.

Urgência do atendimento

Segundo o Centro de Integração do Migrante, a cidade de São Paulo conta com apenas um serviço público de atendimento especializado para migrantes e pessoas em situação de refúgio. “Não há diversidade de ações em prol da integração local e social – as poucas que existem são direcionadas a atividades recreativas e esportivas”, situa. Neste contexto, as religiosas entendem que “o resgate e a preservação da cultura do país de origem como a dança, ritmos, literatura, folclore favorecem o intercâmbio para quem migra e incidem nos contextos de interação transformando e mobilizando o encontro com o outro”.

O projeto, nesse sentido, busca atender à urgência no estabelecimento de um atendimento semanal para orientação documental e acesso a direitos, possibilitando inclusive aproximação com a comunidade brasileira, evitando a xenofobia. Esse serviço deve beneficiar, segundo a entidade, 210 mulheres, 80 homens, 40 crianças e adolescentes e 20 jovens, além de 1400 pessoas de forma indireta.

Os recursos serão utilizados para aquisição de equipamentos para o local de atendimento, como notebooks, papeis, mesas, cadeiras e impressora. Também serão destinados valores para o pagamento de assessorias com profissionais capacitados, como advogado, assistente social, tradutores e voluntários.

Além dos recursos destinados pelo FNS, no total de 23.258, o próprio projeto invesitirá em contrapartida R$47.407 para a execução do projeto como um todo. O Centro de Integração ainda oferecerá a pastorais e organizações sociais públicas e privadas capacitação para o atendimento aos migrantes e pessoas em situação de refúgio.

 

Migrantes no agir da CF

O texto-base da Campanha da Fraternidade deste ano situa o contexto atual como tempo em que a diferença é vista como inimizade e ameaça. No capítulo do agir, o convite à conversão motiva superar o individualismo e alargar o espaço da tenda (cf. Isaías 54). Isso significa que perante as várias formas atuais de eliminar ou ignorar os outros, devemos ser capazes de “reagir com um novo sonho de fraternidade e amizade social que não se limite a palavras”, conforme o Papa Francisco ensinou na encíclica Fratelli Tutti.

Entre as ações propostas no agir da CF 2024, há a indicação de reagir “sempre como bom samaritano”; favorecer os centros de escuta e formar pessoas para ouvir o diferente; buscar os grupos extra eclesiais que cuidam dos mais vulneráveis; e fomentar e promover as pastorais e movimentos que cuidam dos migrantes e de todos aqueles que estão nas periferias existenciais do mundo.

Publicação: cnbb.org.br
A procura de pessoas ao Tribunal Eclesiástico Interdiocesano e de Apelação de Vitória, com pedido de nulidade do matrimônio, vem crescendo desde 2020, pulando

A procura de pessoas ao Tribunal Eclesiástico Interdiocesano e de Apelação de Vitória, com pedido de nulidade do matrimônio, vem crescendo desde 2020, pulando de uma média anual de 170 para 250. Neste ano, 2024, em 4 atendimentos realizados, 400 pessoas foram recebidas e outras 60 aguardam o 1º atendimento para dar entrada no processo. Este Tribunal Interdiocesano abrange a Arquidiocese de Vitória e as dioceses de São Mateus e Colatina.

Porém, não é apenas o número que surpreende, mas também o tempo que essas pessoas ficaram casadas. Muitas delas entre 3, 6 e 12 meses, caracterizando que a grande maioria são jovens.  Pessoas mais idosas também buscam a nulidade e alegam que a relação foi mais duradoura por obediência aos pais, uma entre as causas mais apontadas nos pedidos. Incapacidade de assumir as obrigações do matrimônio, falta de maturidade, exclusão da unidade e exclusão da prole estão entre as motivações para os pedidos.

Os pedidos de nulidade surgem de pessoas separadas que buscam regularizar o vínculo estabelecido com  aquela pessoa e, também, regularizar a relação com a Igreja e, principalmente, com Deus.

O processo dura de 1 ano e meio a dois anos, e é composto de várias etapas:

  1. A pessoa solicita a nulidade e em seguida é marcado o 1º atendimento – Nele, a pessoa é atendida pelo Vigário Judicial, que orienta sobre o processo e documentos necessários;
  2. Com a narrativa das razões e os documentos a pessoa dá entrada no processo;
  3. Avaliada a documentação e os argumentos do pedido de nulidade, segue-se o encaminhamento interno para andamento do processo no Tribunal;
  4. Formulação das dúvidas para o Defensor do Vínculo;
  5. Audiência com as partes envolvidas no pedido e as testemunhas;
  6. Parecer do Defensor do Vínculo;
  7. Julgamento;
  8. Publicação da Sentença;
  9. Emissão da Certidão de Declaração de Nulidade.

Funções do Tribunal Eclesiástico:

O Tribunal Eclesiástico é um tribunal da Igreja Católica que aplica a justiça canônica e orienta os cristãos católicos em determinadas situações da vida espiritual e eclesial. O objetivo é que os cristãos possam viver uma vida plena e cumprir a missão que Cristo lhes incumbiu. É um instrumento técnico jurídico, utilizado para a resolução dos conflitos entre as pessoas na Igreja. Podem ser objeto de julgamento um fato jurídico a ser declarado (por ex., a validade ou não de um matrimônio etc), problemas de indisciplina de pessoas do clero e leigos, faltas contra os sacramentos e outros assuntos.

Composição do Tribunal Eclesiástico de Vitória:

Secretária:1
Notária: 1
Defensor do Vínculo: 2
Juízes: 5
Auditores: 5

Composição nas dioceses de São Mateus e Colatina:

Notária: 1 em São Mateus e 1 em Colatina

Auditor: 1 em São Mateus e 1 em Colatina

No final da audiência geral hoje, 30 de outubro de 2024,  o Papa Francisco lançou um novo apelo para rezar pela paz, elencando territórios
No final da audiência geral hoje, 30 de outubro de 2024,  o Papa Francisco lançou um novo apelo para rezar pela paz, elencando territórios assolados por conflitos e violência: Ucrânia, Oriente Médio, Mianmar, Norte do Kiwu. E com olhar voltado para os últimos ataques na Faixa de Gaza, expressou tristeza pela morte de crianças e famílias inteiras: “A guerra está crescendo. Ninguém ganha, todos perdem”.

O enésimo e veemente apelo do Santo Padre pela paz a partir de relatos de guerra recentes. “Ontem vi que 150 pessoas inocentes foram metralhadas. O que as crianças, as famílias, têm a ver com a guerra? Elas são as primeiras vítimas”, disse Francisco no final da audiência geral desta quarta-feira, 30 de outubro, na Praça de São Pedro.

Ataques e mortes em Gaza

Somente em Gaza, ontem foi um dos dias mais sangrentos desde o início da guerra. A Defesa Civil Palestina fala de “770 pessoas mortas somente nos últimos 19 dias” na Faixa. Mais vítimas foram acrescentadas ontem, depois que as forças israelenses atingiram uma dezena de casas na área de Manara, ao sul de Khan Yunis, matando também 14 crianças, seis delas da mesma família. As crianças teriam sido mortas no desabamento de sua casa, sufocadas pela fumaça dos mísseis israelenses, segundo fontes locais. As mesmas fontes relatam o ataque do exército israelense ao hospital Kamal Adwan em Beit Lahia (norte de Gaza, um dos poucos ainda em funcionamento), onde 150 pessoas, incluindo pacientes e equipe médica, ficaram presas no pátio central. De acordo com a Al Jazeera, os tanques israelenses dispararam contra o hospital e destruíram uma estação de oxigênio. Além disso, um prédio de cinco andares em Beit Lahia, no norte de Gaza, foi bombardeado. Cerca de 100 vítimas foram confirmadas, mas pelo menos 40 pessoas continuam desaparecidas sob os escombros.

Os países que sofrem

“Rezemos pela paz, a guerra está crescendo”, disse o Pontífice no final da audiência, elencando mais uma vez as áreas do mundo atormentadas por conflitos para as quais, no domingo passado, no Angelus, ele havia pedido o respeito à “vida” e à “dignidade das pessoas e dos povos”, bem como “a integridade das estruturas civis e dos locais de culto, em observância ao direito internacional humanitário”.

Temos no pensamento os países que sofrem tanto: a atormentada Ucrânia, a Palestina, Israel, Mianmar, Norte do Kiwu e tantos países que estão em guerra.

Na guerra, todos perdem

“Oremos pela paz”, insistiu o Papa. Francisco o repetiu três vezes para os fiéis e peregrinos oriundos de todas as partes do mundo reunidos na Praça. Quase uma ladainha para que os fiéis do mundo inteiro não vejam o horror como algo natural num contexto de conflito. “Oremos pela paz. A paz é um dom do Espírito e a guerra é sempre, sempre, sempre uma derrota”.

“Na guerra ninguém ganha, todos perdem. Oremos pela paz, irmãos e irmãs…. Oremos pela paz.”

Este ano, Francisco escolheu presidir a missa do Dia de Finados no Cemitério Laurentino, na periferia de Roma, onde também esteve em 2018 e
Este ano, Francisco escolheu presidir a missa do Dia de Finados no Cemitério Laurentino, na periferia de Roma, onde também esteve em 2018 e rezou no “Jardim dos Anjos”, um espaço dedicado a crianças falecidas.

Após seis anos, o Papa retorna ao Cemitério Laurentino. No próximo sábado, 2 de novembro, Dia de Finados, Francisco celebrará a Missa no cemitério romano na área de Castel di Decima, que, com seus 21 hectares, é o terceiro maior da capital. O Pontífice esteve lá em 2018 e, naquele dia, antes da celebração eucarística, permaneceu em oração no “Jardim dos Anjos”, uma parte do cemitério onde estão sepultadas crianças, incluindo aquelas que não nasceram.

No ano passado, Francisco escolheu como local para a liturgia de 2 de novembro o “Rome War Cemetery”, o chamado cemitério da Commonwealth, no bairro de Testaccio, que abriga os túmulos dos mortos em guerras. Cerca de 300 pessoas estavam presentes na celebração, reunidas sob a chuva, enquanto o Papa fez um vigoroso apelo: “Peçamos ao Senhor a paz, para que as pessoas não se matem mais nas guerras.”

Publicação: vaticannews.va
Ao participar das missas e/ou nas visitas aos cemitérios lembremos o que nos disse o Papa Francisco ao visitar um cemitério em Roma: “Esta

Ao participar das missas e/ou nas visitas aos cemitérios lembremos o que nos disse o Papa Francisco ao visitar um cemitério em Roma: “Esta celebração, nos traz dois pensamentos: memória e esperança. A memória daqueles que nos precederam, que fizeram suas vidas, que terminaram suas vidas. Memória de tantas pessoas que nos fizeram bem, familiares, amigos, memória também daqueles que não fizeram tanto bem, mas que na misericórdia de Deus foram acolhidos, a grande misericórdia do Senhor. Depois a esperança, esta é uma memória para olhar em frente, para olhar o nosso caminho, a nossa estrada. Caminhamos para um encontro com o Senhor. Devemos pedir a graça da esperança… A esperança de todos os dias que nos leva adiante, nos ajuda a resolver os problemas”.

Com este pensamento, divulgamos os horários de missas nos cemitérios da Grande Vitória, por Área Pastoral.

Área Pastoral Serra/Fundão

Cinco missas serão celebradas no Cemitério Jr. da Paz, em Laranjeiras, Serra.

A iniciativa é da Área Pastoral que divulgou também uma mensagem junto ao convite para participar das missas: “Caros irmãos, no dia 02 de novembro, a Igreja Católica, celebra o Dia de Finados, oportunidade que temos de rezar mais intensamente por nossos entes queridos e amigos que já faleceram. Também é uma salutar oportunidade de celebrarmos a vida que vence a morte, pois em Jesus Cristo a morte não tem mais a última palavra sobre a vida; além de ser um momento oportuno para refletirmos a respeito de nossa peregrinação terrestre ruma à pátria celeste”.

Horários das missas:

07h30 – Pe. Eder Hoffman

09h – Pe. Ermindo Raposo

11h – Pe. Roberto Natal

14h – Pe. André de Paiva

16h – Dom Dario Campos

Área Pastoral Vila Velha

Cemitério Parque da Paz – Ponta da Fruta

Missa às 9h

Cemitério do Bosque – Alvorada

Bênção dos túmulos e procissão até à Comunidade São Braz – 8h

Missa na Comunidade São Brás às 10h.

Cemitéria Sta. Inês – Sta. Inês

Missa na Comunidade Sta Luzia às 9h

Área Pastoral Cariacica/Viana

Cemitério Sto. Amaro – Novo Brasil

Missa às 8h na Comunidade Nossa Senhora da Penha, ao lado do Cemitério

Em Viana os Cemitérios estão localizados dentro dos terrenos das Comunidades. Por isso, as missas serão celebradas nas Comunidades:

Comunidade Matriz às 07h30.

Comunidade São Pedro e São Paulo às 09h.

Comunidade Cristo Rei às 10h.

Comunidade Nossa Senhora da Ajuda às 18h.

Área Pastoral Vitória

Cemitério de Maruípe – Maruípe

Missa presidida por Pe. Robinson às 08h.

Missa presidida por pe. Téo às 15h.

Cemitério Santo Antônio – Sto. Antônio

Missa presidida por pe. Marcos Dias às 08h.

Francisco frisou que “ninguém fique de fora” após a XVI Assembleia Geral do Sínodo dos bispos. Pediu que seja lançado um caminho de harmonia
Francisco frisou que “ninguém fique de fora” após a XVI Assembleia Geral do Sínodo dos bispos. Pediu que seja lançado um caminho de harmonia para todos, no qual as palavras sejam acompanhadas por atos concretos. Exortou os participantes no Sínodo ao “testemunho da experiência vivida”.

O Documento Final do Sínodo publicado no dia 26 de outubro foi aprovado nos seus 155 pontos e apresenta o fruto de 3 anos de escuta do povo de Deus. Um tempo que colocou em caminho milhões de pessoas em todo o mundo refletindo sobre o tema “Por uma Igreja sinodal: participação, comunhão e missão”.

Nesta segunda e última sessão da XVI Assembleia Geral do Sínodo dos bispos em Roma participaram 368 membros com direito a voto, dos quais 272 eram bispos; à imagem do que aconteceu na primeira sessão em 2023, mais de 50 votantes foram mulheres, entre religiosas e leigas de vários países.

Um caminho de harmonia para todos

O Papa Francisco no seu discurso no encerramento deixou bem claro o caráter inclusivo do texto agora publicado. Sublinhou a procura da “harmonia” num caminho “rumo à plena manifestação do Reino de Deus, que a visão do Profeta Isaías nos convida a imaginar como um banquete preparado por Deus para todos os povos”, disse o Papa.

“Todos, na esperança de que não falte ninguém. Todos! Todos! Todos” Ninguém fique de fora! Todos! E a palavra-chave é esta: a harmonia, que é obra do Espírito; a Sua primeira manifestação forte, na manhã de Pentecostes, é harmonizar todas aquelas diferenças, todas aquelas línguas, todas aquelas coisas… Harmonia!”, assinalou.

Francisco apelou a uma Igreja sem muros. “Quanto mal causam os homens e mulheres da Igreja quando erguem muros! Não nos devemos comportar como ‘dispensadores da Graça’ que se apropriam do tesouro, amarrando as mãos do Deus misericordioso”, referiu o Santo Padre.

O Papa deixou mesmo uma indicação literária com a sugestão de um poema da escritora francesa Madeleine Delbrêl, “a mística das periferias”, sublinhando uma ideia: “acima de tudo, não sejas rígido”.

O Papa assinalou que a rigidez é um pecado que tantas vezes também afeta “os clérigos, os consagrados e as consagradas”. Uma chamada de atenção do Santo Padre para que o Documento Final desta assembleia sinodal seja acolhido com abertura.

Não há exortação apostólica. Documento Final é guia

Francisco anunciou a sua intenção de não publicar uma exortação apostólica, algo que acontece pela primeira vez, mas que está previsto na  constituição apostólica ‘Episcopalis communio‘ sobre o Sínodo dos Bispos, publicada em 2018 pelo Papa Francisco.

“Por isso, não tenho intenção de publicar uma ‘exortação apostólica’. É suficiente aquilo que aprovámos. No Documento há já indicações muito concretas que podem servir de guia para a missão das igrejas, nos diversos continentes, nos diversos contextos: por isso, coloco-o imediatamente à disposição de todos. Por isto, disse que seja publicado. Quero, deste modo, reconhecer o valor do caminho sinodal realizado, que através deste Documento entrego ao santo povo fiel de Deus”, declarou Francisco.

O Papa confirmou até junho de 2025 o trabalho dos 10 grupos de estudo sobre alguns temas que necessitam de um especial aprofundamento, tais como as questões ligadas à pobreza, a participação das mulheres na Igreja, a formação dos sacerdotes ou o ministério dos bispos.

Palavras e atos na receção do Documento nas dioceses

Entretanto, Francisco alertou os participantes no Sínodo para a necessidade de tornar acessível os conteúdos do Documento Final, em especial com o “testemunho da experiência vivida”. “A igreja sinodal para a missão precisa, agora, que as palavras partilhadas sejam acompanhadas de atos”, assinalou o Papa.

Abre-se, assim, um tempo novo no qual, tal como disse o Papa, as palavras partilhadas devem ser acompanhadas por ações. Ou seja, a receção das conclusões nas dioceses, que é a terceira fase do Sínodo, não deverá ficar apenas pela leitura e reflexão do Documento Final, mas será necessária uma reforçada criatividade na difusão da informação produzida nesta sessão sinodal.

Destaque especial para o método sinodal da “Conversação no Espírito” que no número 45 do Documento Final ficamos a saber que “a sua prática tem suscitado alegria, espanto e gratidão e tem sido experimentada como um caminho de renovação que transforma as pessoas, os grupos e a Igreja”, pode-se ler no Documento.

Fase decisiva pede gestos e atitudes sinodais

E segundo o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa a fase decisiva do Sínodo começou agora. D. José Ornelas disse à Agência Ecclesia que esta nova fase é como “um sopro novo”.

“O Sínodo não terminou hoje, a fase decisiva do Sínodo começa hoje e é importante que cada Igreja, que cada família, que cada instituição da Igreja possa deixar-se permear por este sopro novo que sai do Sínodo”, disse D. José Ornelas.

O bispo de Leiria-Fátima, assinalou que este “é um documento, sobretudo, de propostas de trabalho, de conversão”. Sublinhou que com o texto agora publicado é preciso transformar as palavras “em gestos e em atitudes, e isto é uma conversão que é preciso que a Igreja faça”, declarou D. José Ornelas.

Uma conversão que deverá passar pelas paróquias, dioceses e movimentos tal como referia, recentemente, no Vatican News, o jornalista e investigador em Ciência das Religiões, Joaquim Franco, afirmando que a dinâmica sinodal “deve ser exemplar em todas as estruturas da Igreja”.

“A dinâmica que este Sínodo imprime deve ser exemplar em todas as estruturas da Igreja; dioceses, paróquias e movimentos. Criando espaços que soltam a pausa do Espírito, espaços para a calma das palavras construtivas, mas também, repito e ouso dizê-lo, em todas as estruturas não religiosas, sociais, comunitárias ou até políticas, chamando todos e todas ao princípio da corresponsabilidade na diferença, à escuta que leva ao encontro”, assinalou Joaquim Franco.

Mais do que palavras, após a XVI Assembleia Ordinária do Sínodo dos bispos, são necessários gestos, atitudes e decisões sinodais.

Publicação: vaticannews.va
Duas oficinas de teatro estão sendo oferecidas para educadores populares, no próximo mês de novembro. A inciativa visa ampliar a formação para educadores sociais

Duas oficinas de teatro estão sendo oferecidas para educadores populares, no próximo mês de novembro. A inciativa visa ampliar a formação para educadores sociais para que transformem textos em representação teatral que facilite e favoreça o entendimento.

A primeira nos dias 5 e 7 de novembro e a segunda nos dias 26 e 28 de novembro de 2024, de 8h às 12h e de 13h às 16h45.

Local: Salão pe. Gabriel – Cúria Metropolitana de Vitória. Rua Soldado Abílio dos Santos, 47 – Centro –  Vitória

Tema: Teatro do oprimido na educação social

Professor: William Berger

Você ainda pode se inscrever. Ligue para 3025-6263 ou 3025-6294