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Ponta Formosa foi o local escolhido pelos Diáconos Permanentes da Arquidiocese de Vitória para realização da Assembleia que elegeu os novos membros da CAD

Ponta Formosa foi o local escolhido pelos Diáconos Permanentes da Arquidiocese de Vitória para realização da Assembleia que elegeu os novos membros da CAD (Comissão Arquidiocesana dos Diáconos Permanentes) na manhã do último sábado (06). Por votação secreta de maioria simples foram eleitos, pelo voto dos diáconos presentes, o Secretário, o Tesoureiro e os dois Conselheiros. Além disso foi escolhida, por votação em dois ‘turnos’, uma lista com os nomes de três diáconos que será enviada para o sr. Arcebispo Dom Dario Campos, que com o auxílio imprescindível do Espírito Santo, irá eleger a partir dessa mesma lista o novo Coordenador e Vice- Coordenador da CAD para os próximos 2 anos.

O dia iniciou com uma palavra descontraída e amistosa do sr. Arcebispo, e os trabalhos contaram ainda com a condução do Pe. Márcio Ferreira, Diretor da Escola Diaconal São Lourenço, e Assessor do Corpo Diaconal em Vitória. A abertura da Assembleia se deu com a Santa Missa presidida pelo Pe. Márcio, e o processo de reflexão e votação foi intercalado por súplicas ao Santo Espírito de Deus.

A nova diretoria da CAD será empossada às 16:00 do dia 10/08/2024, na Festa de São Lourenço, Diácono e Mártir, durante Celebração Eucarística presidida por Dom Andherson Franklin, no Santuário Basílica de Santo Antônio, com a presença dos diáconos, esposas e familiares, e toda comunidade de fé.

Que a Virgem Maria interceda pela nova Comissão que está sendo gerada, e seja sempre auxílio e amparo no serviço dos nossos diáconos.

por: Diác. José Wander Neves

Aconteceu dos dias 28 a 30 de junho, na cidade de Caucaia-CE, o segundo seminário nacional para animadores vocacionais, promovido pela Comissão Episcopal para

Aconteceu dos dias 28 a 30 de junho, na cidade de Caucaia-CE, o segundo seminário nacional para animadores vocacionais, promovido pela Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da CNBB.

O encontro teve como tema “animação vocacional no mundo digital: desafios e perspectivas” e contou com a assessoria do Ir. Márcio, dos irmãos Maristas, e do Marcus Tullius, coordenador da PASCOM Brasil.

Contou também com a participação de 160 animadores vocacionais de todas as regiões do país.

O evento possibilitou encontros e reencontros, além de momentos de partilha das realidades da animação vocacional nas diversas realidades de Igreja e levou a perceber que a animação vocacional se faz, também nos meios digitais, com o testemunho da vida real, o que exige paciência, verdade e a capacidade de “perder tempo”.

O tema proposto ajudou a refletir a realidade digital como um novo campo de missão da Igreja e, também, de animação vocacional e levou a refletir que presença nesta realidade não deve ser meramente mecânica, mas humanizadora, capaz de criar espaços de encontro, relacionamento e comunidade.

CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, disponibiliza materiais para o mês vocacional. Confira a matéria publicada no site cnbb.org.br e baixe os materiais.

CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, disponibiliza materiais para o mês vocacional. Confira a matéria publicada no site cnbb.org.br e baixe os materiais.

“Igreja como uma sinfonia vocacional” é o tema do mês vocacional 2024, celebrado em agosto. E você já pode conferir o cartaz e o subsídio preparado pela Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB para o Mês Vocacional 2024. O lema deste ano é  “Pedi, pois, ao Senhor da Messe” (Mt 9, 38).

BAIXE AQUI O CARTAZ DO MÊS VOCACIONAL

ACESSE AQUI O SUBSÍDIO DO MÊS VOCACIONAL 

Momento dedicado à oração, reflexão e ação nas comunidades, o mês vocacional terá início com uma Santa Missa presidida por dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), às 19h, no dia 1º de agosto, na Basílica São Francisco de Assis, em Brasília (DF).

O Cartaz

O cartaz do mês vocacional é inspirado no convite do Papa Francisco para sermos, enquanto Igreja, uma Sinfonia Vocacional, que evoca movimento e leveza, a música e a dança, inspirados pelo próprio Cristo.  

Irmão Luiz Carlos Lima, autor da identidade visual, destaca os elementos da obra:

Jesus, é aquele que rege essa grande sinfonia de vocações, dons e carismas. Ele, com seu grande coração, se move a convidar, animar e acompanhar os vocacionados e as vocacionadas em seus mais diferentes chamados. Ao mesmo tempo esse movimento parte da Igreja, mas sai dela, como nos convida o Papa Francisco: para que sejamos uma “Igreja em saída”. Dessa forma, a pauta, utilizada para escrever as partituras musicais, traz em si os vocacionados e vocacionadas como notas musicais, “com todas as vocações unidas e distintas em harmonia e juntas em saída para irradiar no mundo a vida nova no Reino de Deus”. (Papa Francisco)  

A circularidade e os círculos que compõem a imagem, falam da fraternidade e da saída de modelos até então “enquadrados” por diversas leis, passando para as possibilidades de movimentos mais circulares, horizontais, sem dobras, mas inteiro e partindo de um único ponto: Jesus Cristo e o Reino.  

O coração exposto de Jesus faz menção ao recente Ano Vocacional que a Igreja no Brasil vivenciou. Este coração que arde e que faz os nossos pés se colocarem a caminho, em uma Igreja em que a cultura vocacional seja cada vez mais cultivada. 

O telhado abaixo da torre quer simbolizar a casa, lugar da família, igreja doméstica, pois “na Igreja, somos todos servos e servas, segundo diversas vocações, carismas e ministérios. A vocação ao dom de si próprio no amor, comum a todos, desenvolve-se e concretiza-se na vida dos cristãos leigos e leigas, empenhados a construir a família como uma pequena igreja doméstica”. (Papa Francisco) 

O relógio evoca a hora dedicada a Nossa Senhora (18h). Ela que é a vocacionada por excelência, também nos convida a entrar nessa sinfonia. As pessoas, apresentadas na partitura, traz representações das mais diversas expressões de vocações: laical, ministérios ordenados e vida consagrada.  

A arte convida o leitor a entrar nessa melodia, a sentir e a confirmar que sua vocação não é apenas uma nota ou um tom isolado, mas sim, parte de uma grande Sinfonia. Uma só canção, um só coração, um só corpo em Cristo (cf. I Cor 12,12). 

Subsídio para o Mês Vocacional

O subsídio “Hora Vocacional” traz toda a temática de trabalho do mês vocacional 2024.  O material é composto por diversas celebrações litúrgicas e também de encontros litúrgicos pastorais que favorecem a reflexão do tema e do lema proposto para o mês vocacional. Nele, são encontradas sugestões para encontros, celebrações, terço, dentre outros.

“É um subsídio bem completo para que todas as paróquias, comunidades e regionais se organizem para celebrar bem o mês vocacional. E também que tenham conteúdo para trabalhar nesse ano, nos próximos anos, também essa temática vocacional, que esse ano tá ligada à questão eclesiológica, a questão da igreja, o lugar da vocação em todos os ambientes da nossa igreja”, complementa padre Guilherme.

ACESSE AQUI O SUBSÍDIO DO MÊS VOCACIONAL 

O Ano Vocacional

Instituído em 1981, pela CNBB, em sua 19ª Assembleia Geral, o mês vocacional tinha como objetivo principal conscientizar as comunidades da responsabilidade que compartilham no processo vocacional. De lá para cá, todos os anos alguma temática tem sido trabalhada.

Uma nova comissão, coordenada por dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, foi criada para pensar, programar e realizar uma Exposição

Uma nova comissão, coordenada por dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, foi criada para pensar, programar e realizar uma Exposição sobre o Concílio Vaticano II.

A Exposição vai acontecer no primeiro semestre de 2025, no Cecates, Centro Católico de Estudos na Praia do Suá.

Segundo Giovanna Valfré, coordenadora do Centro de Documentação e membro da nova comissão, os objetivos são: fazer memória da história de maneira integrada em suas etapas, enriquecer o sentido de pertença à Igreja, entender o Concílio Vaticano II com seu percurso, personagens e desdobramentos e, recuperar a força do Vaticano II a partir daquilo que a Igreja aponta hoje com o Papa Francisco. Ainda, segundo Giovanna, a Exposição será composta com fotos, documentos, materiais gráficos, áudios e vídeos.

A comissão é composta por dom Andherson Franklin, bispo auxiliar; Raquel Tonini, arquiteta e membro da Comissão de Arte Sacra; Vitor Schneider, juiz e membro da Comunidade Epifania; Maria Amélia Reuter Mota Carrera, coordenadora da Comunidade Epifania; Doris Pereira de Almeida, pedagoga e membro da Comunidade Epifania; Noemita Alexandre, bibliotecária do Cecates.

O Papa Francisco, no vídeo de intenção de oração para julho, pede que rezemos “para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às
O Papa Francisco, no vídeo de intenção de oração para julho, pede que rezemos “para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança”. O Papa ainda insiste que “não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer”, explicando que é “um dos ‘sacramentos da cura’, que cura o espírito”.
https://www.youtube.com/watch?v=XZ42JGataLc

Assim inicia Francisco a mensagem em vídeo de julho com a intenção de oração que o Pontífice confia à Igreja Católica através da Rede Mundial de Oração do Papa. O Pontífice se detém a explicar mais precisamente sobre a Unção dos Enfermos, um sacramento administrado pelo sacerdote que proporciona consolo aos que sofrem alguma doença e aos seus mais próximos. Os sacramentos da Igreja são dons, são as formas de Jesus se fazer presente para abençoar, animar e acompanhar. O Papa faz um alerta:

A Unção dos Enfermos não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer. Não. É importante deixar isto claro. Quando o sacerdote se aproxima de uma pessoa para lhe dar a Unção dos Enfermos, não está necessariamente a ajudá-la a despedir-se da vida. Pensar assim é desistir de toda a esperança. É dar por adquirido que depois do padre vem o coveiro.

Um sacramento com dimensão comunitária

O convite do Papa Francisco à oração de toda a Igreja é uma forma de tornar visível que a Unção dos Enfermos é um sacramento de natureza comunitária e relacional. Em Audiência Geral de fevereiro de 2014, dedicada à Unção dos Enfermos, o Pontífice recordou que “no momento da dor e da doença não estamos sós: o sacerdote e quantos estão presentes durante a Unção dos Enfermos representam toda a comunidade cristã que, como um único corpo se estreita em volta de quem sofre e dos familiares, alimentando neles a fé e a esperança, e apoiando-os com a oração e com o calor fraterno”.

A proximidade de Jesus

Esse sacramento assegura a proximidade de Jesus à dor de quem está doente ou já idoso, o alívio do sofrimento e o perdão dos seus pecados, mas não é sinônimo de uma morte iminente. A Unção dos Enfermos é, frequentemente, um sacramento esquecido ou menos reconhecido, continuou o Papa. No entanto, “é o próprio Jesus que chega para aliviar o doente, para lhe dar força, para lhe dar esperança, para o ajudar; também para lhe perdoar os pecados”. E, no vídeo para o mês de julho, Francisco acrescenta:

“Lembremos que a Unção dos Enfermos é um dos ‘sacramentos da cura’, da ‘cura’, que cura o espírito. E quando uma pessoa está muito doente, é aconselhável dar-lhe a Unção dos Enfermos. E quando uma pessoa já é idosa, é apropriado que receba a Unção dos Enfermos.”

As imagens que acompanham as palavras de Francisco no vídeo – gravadas por profissionais da Arquidiocese de Los Angeles em duas dioceses dos Estados Unidos: Allentown (Pensilvânia) e Los Angeles (Califórnia) – põem em destaque precisamente os diferentes contextos em que o sacramento pode ser administrado. São retratadas duas histórias aparentemente diferentes em idade e situação clínica, mas unidas pela graça da Unção dos Enfermos e pelo grande afeto daqueles que se reúnem em volta de quem recebe o sacramento.

“Rezemos para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança.”

A Unção dos Enfermos à luz dos Evangelhos

O Padre Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, salienta que, embora já haja muitas pessoas que redescobriram a profundidade da Unção dos Enfermos, esse sacramento ainda é visto, frequentemente, como uma forma de preparar os doentes para a morte: “é isso que o Papa Francisco diz, quando recorda que, quando alguém está gravemente doente, queremos sempre adiar o sacramento da Unção dos Enfermos, pois persiste a ideia de que o coveiro chega depois do sacerdote (Audiência Geral de 26 de fevereiro de 2014). Por isso, o Pontífice deseja que este mês possamos redescobrir toda a profundidade e o verdadeiro sentido deste sacramento, não apenas como preparação para a morte, mas como um sacramento que consola os doentes em alturas de enfermidade grave, bem como os que lhe são queridos, e dá força a quem os cuida”.

“A pessoa doente não está sozinha”, conclui então o Pe. Fornso: “com os sacerdotes e as pessoas presentes, é toda a comunidade cristã que a apoia com as suas orações, alimentando a fé e a esperança, e assegurando-lhe, bem como à família, que não estão sós no sofrimento. Todos conhecemos pessoas doentes, rezamos por elas e, se entendemos que padecem de uma doença grave, bem como os idosos cujas forças declinam, não tenhamos dúvidas em propor-lhes que vivam esse sacramento de consolação e esperança”.

O relicário, uma urna com alguns ossos do corpo da santa, veio da Basílica de Santa Teresa de Lisieux, na França, está percorrendo cidades

O relicário, uma urna com alguns ossos do corpo da santa, veio da Basílica de Santa Teresa de Lisieux, na França, está percorrendo cidades brasileiras desde 1 de fevereiro e continuará no Brasil até o mês de outubro.

Em Vitória, os fiéis poderão ver o relicário e participar das celebrações a partir de amanhã (02/07), no Carmelo de Nazaré, em Cariacica (Av Obed Emerich.1552- Santo Antônio – Cariacica/ES – 29156-813)

Confira a programação:

Dia 02

13h30 – Chegada da Relíquia e acolhida

15h – Missa de abertura com o Frei Emerson, OCD

18 horas – Oração das Vesperas

19h – Missa

21h – Recolhimento (Capela fechada)

 

Dia 03

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Terço Mariano

12h – Terço Mariano

Dia 04

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Paróquias Santa Terezinha (Paul)

14h – Perpétuo Socorro (Praia da Costa)

Dia 05

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Terço Mariano

12h – Terço Mariano

14h – Momento Oracional

17h30 – Oração das Vesperas

19h – Missa de encerramento com Dom Andherson Franklin

História

Santa Teresinha do Menino Jesus, também conhecida como Santa Teresa de Lisieux, é uma das santas mais amadas e veneradas do Católico. Nascida em Alençon, França, em 1873, Teresa Martin entrou no Carmelo de Lisieux aos 15 anos e viveu uma vida de simplicidade, humildade e profundo amor a Deus. Sua espiritualidade, centrada na “pequena via” do amor e da confiança, inspirou milhões de pessoas ao redor do mundo.

Santa Teresinha nasceu em uma família com ótimas condições financeiras e temente a Deus. Seus pais, Luis e Zélia, que agora são santos, recentemente canonizados pela Igreja, tiveram oito filhos, antes da caçula Teresinha. Quatro de seus irmãos morreram com pouca idade, restaram quatro irmãs de Teresa que também se tornaram freiras (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Terezinha também sentiu um forte desejo de abraçar a vida religiosa e com apenas 15 anos obteve a autorização do Papa Leão XIII para entrar no mosteiro das carmelitas, em Lisieux.  

Santa Teresinha não nasceu santa, mas foi aos poucos trilhando um caminho de santidade. Teresinha teve uma vida dura e sofreu alguns baques. Além de perder os seus irmãos, como já relatamos, perdeu sua mãe quando tinha apenas quatros anos e oito meses de idade, vítima de câncer. Viu suas irmãs irem para o convento e seu pai sofrer com problemas psiquiátricos. Por fim, a tuberculose e outros problemas de saúde que a santa foi acometida nos últimos dias de vida. Para todos esses acontecimentos, Santa Terezinha precisou de muita resiliência e de confiar na misericórdia divina. Com muita simplicidade, entendeu os desígnios de Deus e se entregou a ele totalmente, não se revoltou em nenhum momento.  

Depois da morte de sua mãe, Terezinha ficava por diversos momentos bem triste e chorava muito. Aos dez anos, ela fez uma experiência forte com Nossa Senhora e mudou completamente a sua vida. Ela viu a imagem de Nossa Senhora como nunca havia visto antes, uma alegria tomou conta de seu ser e todas as suas penas foram entregues a Mãe de Deus. Após essa visão, Santa Terezinha diz: “a Santíssima Virgem sorriu para mim, foi por causa das orações que eu tive a graça do sorriso da Rainha do Céu” (História de uma alma). 

Terezinha teve uma importante experiência com o Menino Jesus, no Natal de 1883, quando tinha apenas 13 anos de idade. Ela viu Jesus como o doador de uma total conversão. Depois disso, a sua vida foi transformada e ela começou a dar grandes passos na vida espiritual. Esse fato foi tão importante na vida da santa, que ela adotou o nome de Terezinha do Menino Jesus.  

O seu lema de vida a partir do momento que entrou no Carmelo foi rezar pela conversão dos pecadores e por todos os sacerdotes. Porém, trazia em seu coração o grande desejo de ser missionária e anunciar aos quatro cantos do mundo a boa nova do Evangelho. Até que entendeu que deveria rezar do carmelo pela missão de toda a Igreja, devido à impossibilidade de sair em missão. Logo após a sua morte, o Papa Pio XI a declarou padroeira das missões.  

As carmelitas de hoje seguem o mesmo carisma de Santa Terezinha do Menino Jesus e, do Mosteiro, rezam pela conversão dos pecadores e por toda a Igreja. Elas rezam e trabalham pela salvação das almas. Elas são madrinhas de oração dos sacerdotes, religiosos e seminaristas, intercedem junto à Deus por todas as vocações. 

Por meio do amor, Terezinha confiava plenamente em Deus, desenvolveu a infância espiritual ou pequena via. Ela aprendeu muito com seu pai, que dizia que Deus é bondoso, compassivo e misericordioso. Santa Terezinha era humilde e acreditava que tínhamos que ser como crianças diante de Deus. Do mesmo modo deveria ser a nossa convivência com o próximo, aceitá-lo como ele é, amar sem reservas.  

Santa Terezinha falece aos 24 anos de idade e diz em suas últimas palavras: “Oh Amo-O. Deus meu… amo-Vos!”. Após a morte de Terezinha, foram publicados os inúmeros escritos deixados por ela, que se tornaram conhecidos mundialmente. Dessa forma, cumpriu-se o seu desejo de que se espalhe pelo mundo chuva de rosas, de milagres e graças por todo o mundo. Sua beatificação aconteceu em 1923, sendo canonizada pelo Papa Pio XI em 1925, que a chamava de “uma palavra de Deus”. O Papa João Paulo II a proclamou doutora da Igreja, no dia 19 de outubro de 1997.  

Celebremos com alegria a festa litúrgica de Santa Terezinha do Menino Jesus e sigamos o seu exemplo de nos confiarmos à misericórdia de Deus, rezemos pela Igreja e por sua missão de levar a paz e o amor ao mundo inteiro, em especial, aprofundando nossa Missão. 

Relicário 

A primeira visita do relicário de Santa Teresinha ao Brasil ocorreu em 1997, ano do centenário de sua morte. Desde então, as relíquias têm percorrido diversas cidades brasileiras, atraindo milhares de fiéis em procissões, missas e eventos de oração. Em 2018, por exemplo, o relicário voltou ao Brasil para uma peregrinação que abrangeu várias regiões do país, passando por capitais e cidades do interior.

Para os católicos, as relíquias são um meio de sentir a presença dos santos de maneira mais próxima e concreta. Elas são veneradas não por serem objetos mágicos, mas como recordações sagradas de pessoas que viveram vidas exemplares de fé e amor. Santa Teresinha, com sua mensagem de simplicidade e confiança total em Deus, tocou profundamente o coração dos brasileiros.

A presença do relicário de Santa Teresinha no Brasil tem gerado um grande impacto espiritual e cultural. Muitos devotos relatam experiências de cura, conversão e renovação da fé ao visitar o relicário. As paróquias e comunidades que recebem as relíquias organizam celebrações especiais, momentos de adoração e reflexão sobre os escritos e a vida da santa.

 

Mais uma vez, o Papa Francisco, reza pelos países em guerra e pede aos fiéis que não esqueçam dos países que foram ou estão
Mais uma vez, o Papa Francisco, reza pelos países em guerra e pede aos fiéis que não esqueçam dos países que foram ou estão sendo atingidos pela guerra. A oração e o pedido foram feitos ontem, 30 de junho, durante a oração do Angelus. A matéria foi publicada no site vaticannews.va.

No último Angelus do último dia de junho, mês tradicionalmente dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, o Papa Francisco invoca a intercessão de Cristo para que converta aqueles que alimentam a espiral dos conflitos – tirando deles, como disse recentemente, “lucros e vantagens” – e, em vez disso, empreguem as próprias energias, recursos e responsabilidades em iniciativas destinadas a construir um futuro de paz, justa e duradoura, para os povos.

“Neste último dia de junho, imploremos ao Sagrado Coração de Jesus de tocar os corações daqueles que querem a guerra, para que se convertam a projetos de diálogo e paz.”

Francisco já havia elevado uma oração ao Sagrado Coração de Jesus, do qual se celebra o aniversário de 350 anos da aparição a Santa Maria Margarida Alacoque (1673), Francisco já havia elevada aos céus em 5 de junho, ao final da Audiência Geral, anunciando a redação de um novo documento sobre esse culto, a ser publicado em setembro, para meditar não só sobre os aspectos “do amor do Senhor” para a renovação eclesial, mas também para lançar uma “mensagem significativa a um mundo que parece ter perdido o coração”.

Não esquecer das terras dilaceradas pela violência

Um mundo, então, que corre o risco de se acostumar com a violência que ocorre em em outros territórios. É por isso que o Papa, também neste domingo (30/06), mais uma vez exorta os fiéis presentes na Praça de São Pedro – bem como todos aqueles conectados via streaming ao encontro dominical – a rezar e a não esquecer dos países dilacerados pela violência.

“Irmãos e irmãs, não esqueçamos da martirizada Ucrânia, Palestina, Israel, de Mianmar e de tantos outros lugares onde se sofre tanto por causa da guerra.”

Há tantos mártires hoje, mais do que nos primeiros séculos

Sempre nas saudações após o Angelus, o Papa recorda a comemoração litúrgica de hoje dos chamados protomártires romanos, também conhecidos como os primeiros Santos Mártires da Igreja de Roma. Todos aqueles mártires sem nome que, junto com Pedro e Paulo, pereceram nas perseguições anticristãs na época de Nero. Um exemplo de fé e martírio que, diz Francisco, como em tantas outras ocasiões, não parou até hoje. Pelo contrário:

“Nós também vivemos em um tempo de martírio, ainda mais do que nos primeiros séculos. Em várias partes do mundo muitos nossos irmãos e irmãs sofrem discriminação e perseguição por causa da fé, fecundando assim a Igreja. Outros enfrentam um martírio ‘com as luvas brancas’.”

Martírio com “luvas brancas”

Assim o Papa retoma uma expressão bem conhecida, usada desde os primeiros anos do seu pontificado, para indicar aquela perseguição dissimulada, por meio da qual, “de maneira ainda mais elegante”, os cristãos são expulsos, deixados de lado, discriminados na vida política e social. Não apenas em lugares difíceis do mundo, mas também na própria Europa. Para todos eles, Jorge Mario Bergoglio pede orações: “vamos apoiá-los e nos deixar inspirar pelo testemunho deles de amor a Cristo”.

Na manhã desta última sexta-feira (28/06), as casas de formação do Regional Leste 3 se reuniram para celebrar o encerramento de mais um semestre

Na manhã desta última sexta-feira (28/06), as casas de formação do Regional Leste 3 se reuniram para celebrar o encerramento de mais um semestre letivo dos cursos de Filosofia e Teologia.

A Celebração Eucarística ocorreu na capela do Centro Universitário Salesiano – UNISALES, e foi presidida por Dom Dario Campos, Arcebispo da Arquidiocese de Vitória, concelebrada por Dom Paulo Dal’Bó, Bispo de São Mateus, e demais Padres que atuam na formação.

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