Notícias do Arcebispo

A cerimônia da Sexta-feira Santa é a 2ª parte da Celebração da Páscoa. Em três etapas a Igreja Católica faz uma única Celebração: 1.

A cerimônia da Sexta-feira Santa é a 2ª parte da Celebração da Páscoa. Em três etapas a Igreja Católica faz uma única Celebração: 1. Instituição da Eucaristia e Lava-pés. 2. A Paixão e Morte. 3. A vigília da Ressurreição.

Na Catedral de Vitória, o arcebispo, dom Dario Campos entrou juntamente com pe. Renato Criste, pároco e, diante do altar despido, prostraram-se em silêncio, sem cantos e em oração profunda. Depois seguiram-se as leituras bíblicas, a narração da Paixão de Jesus de forma dialogal, a explicação da Palavra e preces universais cantadas pelo pe. Renato sem acompanhamento musical.

As palavras do Arcebispo partiram  da ideia “de que a vida do homem sobre a terra, depois do pecado, é um mar de suores”. Depois dom Dario lembrou algumas situações de pecado: guerras, assassinatos, ódios, vinganças, assaltos, tráfico, venda de órgãos e disse: “nas tentações, nas tribulações e na hora da nossa morte devemos abraçar e amar a cruz de Cristo, sabendo que Cristo aí está e que Ele nos levará à salvação”. Dom Dario para nos fazer entender o momento da Paixão e Morte de Jesus contou a história dos filhos do rei de Cimérios. Os três filhos brigavam pela coroa e o juiz mandou amarrar o rei morto, amarrá-lo em uma árvore e disse que o filho que acertasse o coração com uma flecha seria o rei. O primeiro acertou a garganta, o segundo o ombro. O terceiro quando mirou no cadáver do pai, gritou: não posso! È meu pai”. Então, o Juiz sentenciou que este seria o rei e justificou: “este será o rei, pois mostrou piedade filial e poder de decisão”. Para concluir a história dom Dario disse: “os três filhos representam a todos nós pecadores, que alvejamos o Coração de Jesus com nossos pecados”.

Esta proposta de reflexão nos leva a pensar nas cruzes que carregamos e como as carregamos: filhos, pais, doentes, pobres, injustiçados, etc. e, como disse o Arcebispo “quem carrega a cruz como Jesus, vence as tentações, vence o demônio, vence o pecado”.

Sempre mantendo o clima de silêncio, a cruz foi apresentada à comunidade, juntamente com um convite à adoração. Em seguida, cada fiel, se dirigiu até ela e fez um gesto de veneração, de reverência e reconhecimento pelo amor de Jesus que se entregou até à morte.

A Sagrada Comunhão foi distribuída aos fiéis com as hóstias consagradas na missa de ontem, 5ª Feira-santa e em silêncio, os ministros foram se retirando, deixando o convite à oração silenciosa.

O que se celebra no dia de hoje, Sexta-feira Santa é a Paixão e Morte de Jesus, acompanhamos os momentos ficais de sua vida terrena: prisão, coroação de espinhos, caminhada até ao Calvário e crucifixão. É um dia de silêncio e contemplação, não se celebra missa, o altar fica despido, não tem flores e o destaque é a cruz. Contemplar a cruz é uma forma de se aproximar do mistério deste momento que trouxe uma mensagem de vida nova para a humanidade.

Iniciamos hoje à noite, Quinta-Feira Santa, a grande celebração da Páscoa, uma única celebração dividida em 3 partes que começa com a recordação da

Iniciamos hoje à noite, Quinta-Feira Santa, a grande celebração da Páscoa, uma única celebração dividida em 3 partes que começa com a recordação da 1ª missa, tornando-a presente, e que vai se encerrar na vigília pascal no Sábado Santo.

Esta primeira parte do Tríduo Pascal faz memória da instituição da Eucaristia e dentro desse evento a cerimônia do Lava-pés.

Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória,, presidiu a missa na Comunidade Sagrado Coração de Jesus no Morro Fonte Grande, Comunidade que pertence à paróquia Nossa Senhora da Vitória (Catedral). Durante a homilia o Arcebispo serviu-se da própria liturgia para explicar de maneira simples, didática e pastoral porque é uma única celebração em três partes: “hoje iniciamos esta Celebração fazendo o sinal da cruz e dizendo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, como fazemos em todas as missas. Mas hoje não diremos ‘ide em paz’, porque a celebração continua amanhã. Amanhã também não iniciaremos com o sinal da cruz, porque é a continuação da celebração de hoje. No sábado também não faremos o sinal da cruz no início da celebração, porque será a continuidade da sexta-feira, mas ao final encerraremos a Celebração Pascal dizendo, como fazemos em todas as missas: Ide em paz!”.

Dirigindo-se às crianças , dom Dario explicou o significado da Páscoa e disse que era costume o povo matar um cordeiro, cear com a família e marcar as portas com o sangue do cordeiro para que todos soubessem que ali se celebrava e recordava a saída do povo do Egito. A partir dessa breve explicação, dom Dario disse que Jesus também se reuniu com sua família de discípulos para celebrar e ali, naquele momento, instituiu a Eucaristia. Para fazer com que as crianças entendessem o significado do Lava-pés, dom Dario lembrou que nas casas que tinham empregados era costume lavar os pés das visitas, pois chegavam com os pés sujos e cansados. Ao lavar os pés dos discípulos, Jesus ensinou que devemos estar a serviço uns dos outros. Mostrou também que estar a serviço não é coisa apenas para os empregados, Ele, o Senhor lavou os pés dos discípulos para ensiná-los e se colocarem a serviço dos irmãos e irmãs. Dom Dario disse: “Entre nós tem que ser assim, um ao serviço do outro. Quem segue a Jesus tem sempre que estar a serviço do irmão”.

Na sequência o Arcebispo lavou os pés de seis crianças e seis mulheres, consagrou as hóstias para a cerimônia de amanhã e recomendou que as pessoas ficassem em oração e se preparem para viver com fé e confiança os momentos celebrativos, acompanhando os últimos momentos da vida terrena de Jesus: Paixão, Morte e Ressurreição.

Amanhã às 15h, dom Dario continua presidindo a Celebração iniciada hoje na Catedral de Vitória.

Entramos na Semana Santa. Para a Igreja Católica a participação nas Celebrações desta semana é de maior importância para o fortalecimento da fé e

Entramos na Semana Santa. Para a Igreja Católica a participação nas Celebrações desta semana é de maior importância para o fortalecimento da fé e crescimento espiritual. O arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, preside às cerimônias religiosas desta semana nos locais e horários abaixo:

Quinta-feira Santa – missa dos Santos Óleos na Catedral de Vitória às 9h.

Quinta-feira Santa – missa e lava pés na Comunidade Sagrado Coração de Jesus na Fonte Grande às 19h30.

Sexta-feira Santa – Celebração da Paixão na Catedral às 15h.

Sábado Santo – Vigília Pascal na Catedral de Vitória às 19h.

Domingo de Páscoa – Missa na Catedral às 8h.

O bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Sousa preside celebrações em:

Sexta-Feira Santa – Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida em Cobilândia às 15h.

Sábado Santo – Vigília Pascal na paróquia Nossa Senhora das Graças em Jucutuquara às 19h.

Domingo de Páscoa – Missa na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro às 05h30.

– Missa na paróquia da Ressurreição em Goiabeiras às 19h.

O arcebispo de Vitória, dom Dario Campos e o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, reúnem em Guarapari, no próximo dia 6

O arcebispo de Vitória, dom Dario Campos e o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, reúnem em Guarapari, no próximo dia 6 os padres das áreas pastorais Benevente e Serrana que são compostas pelos municípios de Guarapari, Anchieta, Alfredo Chaves, Domingos Martins, Brejetudo, Marechal Floriano, Afonso Claudio, Sta. Leopoldina e Sta. Maria de Jetibá.

O encontro encerra o ciclo das áreas pastorais. A primeira entre os padre de Vitória e Serra/Fundão que aconteceu em 23 de março; a segunda entre os padres de Caraicica/Viana e Vila Velha que aconteceu em 30 de março.

Este é um momento de reflexão sobre a pastoral, troca de experiências e encaminhamentos necessários para paróquias e áreas pastorais.

2° Dia O 2° dia da curta visita do Núncio Apostólico, dom Giambttista Diquattro à Arquidiocese de Vitória começou com a presença dos bispos

2° Dia

O 2° dia da curta visita do Núncio Apostólico, dom Giambttista Diquattro à Arquidiocese de Vitória começou com a presença dos bispos do Regional Leste 3 (o Regional é formado pelas 4 dioceses do Espírito Santo) no Centro Interdiocesano de Estudos. Ali se reuniram estudantes de teologia, alguns professores e os diretores geral e acadêmico para celebrar juntos. Durante a qual o  Núncio explicou como se dá o amadurecimento da fé a partir do trecho do Evangelho quando o centurião pede a Jesus a cura do filho. Dom Giambattista afirmou: “a fé é formada gradualmente”. O centurião tinha fé, mas pensava que Jesus só poderia curar seu filho se ele estivesse presente, então, disse o Núncio “ele tinha fé, acreditou na palavra de Jesus, mas não completamente. Quando voltou para casa quis certificar-se que a melhora não tinha sido acidental”. Ao perceber que a cura tinha sido exatamente na hora do pedido a Jesus o centurião amadureceu na fé.  O Núncio disse ainda que “Jesus está presente onde é convidado”.

Após a missa, o Núncio reuniu-se com diretores, professores e bispos para um café e visitou a sede do Regional Leste 3 e Escola Diaconal. Em seguido, sempre acompanhado pelos bispos do Regional dirigiu-se ao Convento da Penha onde encontrou a fraternidade franciscana e contemplou a vista privilegiada do Campinho.

 

1° Dia

O Núncio Apostólico, dom Giambattista Diquattro, após ser recebido no aeroporto de Vitória por dom Dario Campos, arcebispo e dom Andherson Franklin Lustoza, bispo auxiliar , hoje, 27 de março de 2022, foi aplaudido na Catedral de Vitória pelos fiéis que participavam da Celebração Eucarística das 18h. Esta é a primeira visita do Núncio que está em missão no Brasil desde 29 de agosto de 2020.

A presidência da missa foi precedida por um momento de oração conduzido por pe. Diego Azevedo, vigário paroquial, que rezou o terço nas intenções do Papa pela paz no mundo, principalmente na Rússia e Ucrânia e a consagração a Nossa Senhora feita pelo Núncio. A imagem de Nossa Senhora de Fátima foi levada até ao presbitério por membros da Associação Arautos do Evangelho enquanto um coral formado por crianças e adultos da mesma Associação entoavam o canto: A treze de maio.

Dom Dario dirigiu-se ao Núncio Apostólico em nome da Arquidiocese e também do Regional Leste 3 e disse: “vossa presença entre nós nos une e convida à participação em vista da missão. O senhor representa o Papa entre nós que, com sua voz profética, nos incentiva a ser Igreja em saída”. Após pedir que os fiéis acolhessem o representante do Papa com palmas, o Arcebispo lembrou  o ato de consagração a Nossa Senhora e pedido de paz e encerrou a a colhida dizendo: “que o vosso serviço de Núncio no Brasil seja sempre acompanhado pela intercessão da Mãe do Senhor”.

Durante a homilia dom Giambattista explicou a parábola do filho pródigo e disse que “na parábola está a regra de como Deus acolhe os pecadores e comparou as duas atitudes, a do filho mais novo que voltou arrependido por vontade própria e a do filho mais velho que ficou aborrecido com o retorno do mais novo”. Depois o Núncio fez uma comparação dizendo que “a fome do filho mais novo representa a fome de todo aquele que se afasta de Deus encontra, porque o homem não vive só de pão”. Dom Giambattista terminou a homilia dizendo: “A Virgem Maria nos ajude a encontrar a cada dia o caminho para seu Filho Jesus”.

Alguns padres concelebraram a Eucaristia e estiveram presentes os bispos de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e São Mateus, dom Luiz Lisboa, dom Lauro Versiani e dom Paulo Dal’Bó, o arcebispo emérito de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha e o bispo emérito de Colatina, dom Décio Sossai.

 

Frei Hans Stapel, fundador da Fazenda Esperança (casa para recuperação de dependentes químicos), foi recebido na manhã de hoje (25) pelo arcebispo de Vitória,

Frei Hans Stapel, fundador da Fazenda Esperança (casa para recuperação de dependentes químicos), foi recebido na manhã de hoje (25) pelo arcebispo de Vitória, dom Dario Campos.

Frei Hans está no Estado para visitar o local onde será construída a unidade da Fazenda Esperança em Brejetuba, a unidade em funcionamento no município de Serra e lançamento de um livro de sua autoria que acontece amanhã (26), às 11 horas, na Fazenda Esperança na Serra.

https://sites.google.com/view/daesperancaserra

Em comunhão com o Papa Francisco e atendendo seu pedido para rezar pela Rússia e Ucrânia, o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, celebra

Em comunhão com o Papa Francisco e atendendo seu pedido para rezar pela Rússia e Ucrânia, o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, celebra missa às 19h no Seminário Nossa Senhora da Penha e na Celebração fará a mesma oração do Papa consagrando o povo dos dois países ao Imaculado Coração de Maria.

Todas as comunidades da Arquidiocese estão convidadas a incluírem na sua programação um momento especial de oração nas orações e celebrações de final de semana, 26 e 27 de março.

O Papa Francisco já disponibilizou a oração.

ATO DE CONSAGRAÇÃO

AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

na Celebração Penitencial

(Basílica de São Pedro, 25 de março de 2022)

Ó Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, recorremos a Vós nesta hora
de tribulação. Vós sois Mãe, amais-nos e conheceis-nos: de quanto
temos no coração, nada Vos é oculto. Mãe de misericórdia, muitas vezes
experimentamos a vossa ternura providente, a vossa presença que faz
voltar a paz, porque sempre nos guiais para Jesus, Príncipe da paz.
Mas perdemos o caminho da paz. Esquecemos a lição das
tragédias do século passado, o sacrifício de milhões de mortos nas
guerras mundiais. Descuidamos os compromissos assumidos como
Comunidade das Nações e estamos a atraiçoar os sonhos de paz dos

povos e as esperanças dos jovens. Adoecemos de ganância, fechamo-
nos em interesses nacionalistas, deixamo-nos ressequir pela

indiferença e paralisar pelo egoísmo. Preferimos ignorar Deus, conviver
com as nossas falsidades, alimentar a agressividade, suprimir vidas e
acumular armas, esquecendo-nos que somos guardiões do nosso
próximo e da própria casa comum. Dilaceramos com a guerra o jardim
da Terra, ferimos com o pecado o coração do nosso Pai, que nos quer
irmãos e irmãs. Tornamo-nos indiferentes a todos e a tudo, exceto a
nós mesmos. E, com vergonha, dizemos: perdoai-nos, Senhor!
Na miséria do pecado, das nossas fadigas e fragilidades, no

mistério de iniquidade do mal e da guerra, Vós, Mãe Santa, lembrai-
nos que Deus não nos abandona, mas continua a olhar-nos com amor,

desejoso de nos perdoar e levantar novamente. Foi Ele que Vos deu a
nós e colocou no vosso Imaculado Coração um refúgio para a Igreja e

para a humanidade. Por bondade divina, estais connosco e conduzis-
nos com ternura mesmo nos transes mais apertados da história.

Por isso recorremos a Vós, batemos à porta do vosso Coração, nós
os vossos queridos filhos que não Vos cansais de visitar em todo o
tempo e convidar à conversão. Nesta hora escura, vinde socorrer-nos e
consolar-nos. Repeti a cada um de nós: «Não estou porventura aqui Eu,
que sou tua mãe?» Vós sabeis como desfazer os emaranhados do nosso

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coração e desatar os nós do nosso tempo. Repomos a nossa confiança
em Vós. Temos a certeza de que Vós, especialmente no momento da
prova, não desprezais as nossas súplicas e vindes em nosso auxílio.
Assim fizestes em Caná da Galileia, quando apressastes a hora da
intervenção de Jesus e introduzistes no mundo o seu primeiro sinal.
Quando a festa se mudara em tristeza, dissestes-Lhe: «Não têm vinho!»
(Jo 2, 3). Ó Mãe, repeti-o mais uma vez a Deus, porque hoje esgotamos
o vinho da esperança, desvaneceu-se a alegria, diluiu-se a fraternidade.
Perdemos a humanidade, malbaratamos a paz. Tornamo-nos capazes
de toda a violência e destruição. Temos necessidade urgente da vossa
intervenção materna.
Por isso acolhei, ó Mãe, esta nossa súplica:
Vós, estrela do mar, não nos deixeis naufragar na tempestade da
guerra;
Vós, arca da nova aliança, inspirai projetos e caminhos de
reconciliação;
Vós, «terra do Céu», trazei de volta ao mundo a concórdia de Deus;
Apagai o ódio, acalmai a vingança, ensinai-nos o perdão;
Libertai-nos da guerra, preservai o mundo da ameaça nuclear;
Rainha do Rosário, despertai em nós a necessidade de rezar e
amar;
Rainha da família humana, mostrai aos povos o caminho da
fraternidade;
Rainha da paz, alcançai a paz para o mundo.
O vosso pranto, ó Mãe, comova os nossos corações endurecidos.
As lágrimas, que por nós derramastes, façam reflorescer este vale que
o nosso ódio secou. E, enquanto o rumor das armas não se cala, que a
vossa oração nos predisponha para a paz. As vossas mãos maternas
acariciem quantos sofrem e fogem sob o peso das bombas. O vosso
abraço materno console quantos são obrigados a deixar as suas casas
e o seu país. Que o vosso doloroso Coração nos mova à compaixão e
estimule a abrir as portas e cuidar da humanidade ferida e descartada.
Santa Mãe de Deus, enquanto estáveis ao pé da cruz, Jesus, ao
ver o discípulo junto de Vós, disse-Vos: «Eis o teu filho!» (Jo 19, 26).
Assim Vos confiou cada um de nós. Depois disse ao discípulo, a cada
um de nós: «Eis a tua mãe!» (19, 27). Mãe, agora queremos acolher-Vos

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na nossa vida e na nossa história. Nesta hora, a humanidade, exausta
e transtornada, está ao pé da cruz convosco. E tem necessidade de se
confiar a Vós, de se consagrar a Cristo por vosso intermédio. O povo
ucraniano e o povo russo, que Vos veneram com amor, recorrem a Vós,
enquanto o vosso Coração palpita por eles e por todos os povos ceifados
pela guerra, a fome, a injustiça e a miséria.
Por isso nós, ó Mãe de Deus e nossa, solenemente confiamos e
consagramos ao vosso Imaculado Coração nós mesmos, a Igreja e a
humanidade inteira, de modo especial a Rússia e a Ucrânia. Acolhei
este nosso ato que realizamos com confiança e amor, fazei que cesse a
guerra, providenciai ao mundo a paz. O sim que brotou do vosso
Coração abriu as portas da história ao Príncipe da Paz; confiamos que
mais uma vez, por meio do vosso Coração, virá a paz. Assim a Vós
consagramos o futuro da família humana inteira, as necessidades e os
anseios dos povos, as angústias e as esperanças do mundo.
Por vosso intermédio, derrame-se sobre a Terra a Misericórdia
divina e o doce palpitar da paz volte a marcar as nossas jornadas.
Mulher do sim, sobre Quem desceu o Espírito Santo, trazei de volta ao
nosso meio a harmonia de Deus. Dessedentai a aridez do nosso
coração, Vós que «sois fonte viva de esperança». Tecestes a humanidade
para Jesus, fazei de nós artesãos de comunhão. Caminhastes pelas
nossas estradas, guiai-nos pelas sendas da paz. Amen.

A paróquia Santa Rita na Praia do Canto em Vitória tem novo administrador paroquial. Frei Mário Aparecido tomou posse ontem, 6 de fevereiro de

A paróquia Santa Rita na Praia do Canto em Vitória tem novo administrador paroquial. Frei Mário Aparecido tomou posse ontem, 6 de fevereiro de 2022 em Celebração Eucarística presidida por pe. Jorge Campos, vigário geral da Arquidiocese de Vitória. .

Hoje pela manhã, segunda-feira, frei Mario presidiu a missa em Ponta Formosa, missa que está sob a responsabilidade da comunidade agostiniana semanalmente. Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória que preside a missa de terça-feira a sábado, esteve presente para acolher e cumprimentar frei Mário.

Bem-vindo frei Mário, a Arquidiocese de Vitória deseja-lhe alegrias e felicidade no exercício de seu ministério.