Exposição

Após mais de três meses de grande participação do público, entra agora em sua última semana a visitação da exposição “Igreja de Vitória: peregrina

Após mais de três meses de grande participação do público, entra agora em sua última semana a visitação da exposição “Igreja de Vitória: peregrina de esperança à luz do Vaticano II”, aberta no dia 7 de agosto no Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Scandian (CECATES). Desde então, a mostra tem sido um dos momentos das celebrações do Ano Jubilar da Arquidiocese de Vitória, convidando fiéis, grupos pastorais, escolas e comunidades a revisitarem o legado transformador do Concílio Vaticano II e a reconhecerem seu impacto na história da evangelização em nossa Igreja local.

Na noite de abertura, Dom Ângelo Ademir Mezzari, Arcebispo de Vitória, recordou que o Concílio Vaticano II foi “um grande sopro do Espírito”, capaz de iluminar a identidade e a missão da Igreja nos tempos atuais. Também presente, Dom Andherson Franklin destacou o caráter missionário e atual da proposta conciliar, que continua a inspirar a Igreja a acolher as dores, alegrias e esperanças do mundo contemporâneo, anunciando o Evangelho com fé, generosidade e defesa da vida.

Desde agosto, centenas de visitantes puderam conhecer documentos, fotografias e materiais que narram o caminho da Arquidiocese desde a recepção das diretrizes conciliares, valorizando especialmente o surgimento das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e o fortalecimento das pastorais sociais — frutos diretos de uma Igreja próxima, atuante e profética.

Com o olhar voltado para a esperança que não decepciona — Spes non confundit — esta última semana é um convite final para quem ainda não visitou ou deseja revisitar a exposição e renovar o compromisso de caminhar como peregrinos de esperança à luz do Concílio Vaticano II.

Aproveite este último dia, dia 21 de novembro, para se deixar tocar pela memória e pela fé que continuam a inspirar a Arquidiocese de Vitória em sua missão evangelizadora.

No próximo sábado, 4 de outubro, crianças e adolescentes estão convidados a participar de uma tarde de formação e vivência lúdica na Exposição sobre

No próximo sábado, 4 de outubro, crianças e adolescentes estão convidados a participar de uma tarde de formação e vivência lúdica na Exposição sobre o Concílio Vaticano II, que acontece no CECATES (Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Luiz Scandian), das 14h às 17h.

O encontro contará com a presença da Raquel Passos, junto com a equipe da Arquidiocese, preparou uma programação especial para aproximar os pequenos da história e da espiritualidade que marcaram esse importante momento da Igreja.

Segundo Raquel, será “um momento muito especial de encontro com crianças e adolescentes, com reflexões, músicas, dinâmicas, mística e oração, tudo relacionado à temática do Concílio Vaticano II e à Igreja de Vitória”.

O encontro é organizado em parceria com o Grupo de Estudo Bíblico Ecumênico CEBI Bíblia e Criança, que trabalha com a metodologia da educação popular, aproximando a Bíblia da realidade das novas gerações.

“Vai ser muito bom estar com vocês para esse momento de estudo e vivência sobre o Vaticano II. Leve sua Bíblia, seu caderno e venha participar dessa bonita ciranda de memória”, convida Raquel.

📅 Data: 4 de outubro, sábado
Horário: 14h às 17h
📍 Local: CECATES – Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Luiz Scandian

Faça sua inscrição, gratuita, clicando aqui!

A Arquidiocese de Vitória, em parceria com a Associação Nacional de Escolas Católicas (ANEC), promoveu um encontro especial com representantes de escolas católicas da

A Arquidiocese de Vitória, em parceria com a Associação Nacional de Escolas Católicas (ANEC), promoveu um encontro especial com representantes de escolas católicas da região. Diretores, equipes técnicas, agentes de pastoral e responsáveis pela orientação religiosa conheceram de perto a exposição “Peregrinos de Esperança”, já em andamento, como preparação para levar, futuramente, seus alunos ao percurso expositivo.

Segundo Raquel Schneider, uma das organizadoras, a iniciativa nasceu do diálogo com o padre Geraldo, presidente do regional da ANEC, e do desejo de que a mostra ultrapassasse os limites das comunidades eclesiais. “Queremos contar essa história para quem a viveu, mas também apresentá-la àqueles que não tiveram a oportunidade de conhecê-la. É memória que aponta para o futuro, enriquecendo o caminho de fé e formação das novas gerações”, destacou.

A exposição apresenta um pequena amostra do artista italiano Sergio Girón, dedicada ao itinerário de São José em diálogo com os patriarcas bíblicos. As obras, segundo Raquel, conduzem a uma experiência de escuta e vivência da Palavra. Além disso, algumas peças do acervo que futuramente integrarão o sonhado Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Vitória também estão disponíveis ao público.

Outro destaque são as salas dedicadas às quatro Constituições do Concílio Vaticano II, apresentadas de forma cronológica, com contextualização histórica, conteúdos aplicados à realidade local e testemunhos da vivência da Igreja no Brasil.

A ANEC abraçou a iniciativa como oportunidade de aproximação entre Igreja e escolas católicas. A partir desta visita, as instituições poderão agendar, em breve, momentos para levar suas turmas à exposição, inclusive em horários alternativos, integrando o conteúdo expositivo à grade curricular.

Para Raquel Schneider, esse movimento abre horizontes. “É um momento muito significativo, porque permite que a história da Igreja seja conhecida, vivida e aplicada, tornando-se um verdadeiro recurso pedagógico e espiritual”, avaliou.

Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, reforçou o convite às escolas e instituições. “Este centro de formação é também a casa de vocês. Queremos que encontrem aqui um espaço aberto para acolher e enriquecer seus percursos educativos e de fé”, concluiu.

 

 

Foi aberta na noite de ontem (07/08), no Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Scandian (CECATES), a exposição “Igreja de Vitória: peregrina de esperança

Foi aberta na noite de ontem (07/08), no Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Scandian (CECATES), a exposição “Igreja de Vitória: peregrina de esperança à luz do Vaticano II”. O evento marca mais um momento importante dentro das celebrações do Ano Jubilar da Arquidiocese e convida os fiéis a revisitarem as transformações da Igreja após o Concílio Vaticano II, bem como a reconhecerem seu papel na história local da evangelização.

Na solenidade de abertura, Dom Ângelo Ademir Mezzari, Arcebispo da Arquidiocese de Vitória, destacou a importância do Concílio para o fortalecimento da identidade e da missão da Igreja nos tempos atuais. “O Concílio Vaticano II foi realmente um grande sopro do Espírito. Nos últimos tempos, iluminou a identidade da Igreja, a sua missão e nos fez compreender nosso papel como povo de Deus. Por isso, o Concílio continua sendo uma luz, como reforçado pelo Papa Francisco, para que os grandes ensinamentos da Igreja cheguem a todos os povos, anunciando Jesus Cristo”, afirmou.

Dom Andherson Franklin, também presente, reforçou o caráter missionário da exposição e sua atualidade. “O Concílio Vaticano II marca o desejo sincero da Igreja de se colocar diante das grandes questões do tempo e da história. Somos chamados, com corações inflamados pela luz do Espírito, a acolher as dores, alegrias e esperanças do nosso tempo, sobretudo dos que mais sofrem. Anunciamos com fé e generosidade o Evangelho de Jesus Cristo, defendendo a vida em todas as circunstâncias e sendo sinais da luz de Deus no mundo.”

A exposição é composta por documentos, fotografias e materiais que resgatam a trajetória da Arquidiocese de Vitória desde a recepção das diretrizes conciliares até os dias de hoje. Um dos destaques é a valorização das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e das pastorais sociais, frutos diretos da atuação de bispos que acolheram com entusiasmo os apelos do Vaticano II.

Giovana Valfré, que integra a equipe organizadora da mostra, recordou como a chegada das propostas conciliares a Vitória provocou uma verdadeira renovação eclesial. “Quando o Concílio terminou, Dom João Batista da Mota e Albuquerque e Dom Luiz Gonzaga Fernandes trouxeram esse novo espírito para nossa Igreja. Eles começaram a realizar os ‘concilinhos’ e visitar as comunidades, explicando as mudanças. Dali nasceram as CEBs e as pastorais sociais, com uma Igreja muito próxima do povo, atuante e profética. Essa marca permanece até hoje na nossa ação pastoral,” comenta Giovana Valfré, Coord. do Centro de Documentação da Arquidiocese de Vitória

Além do conteúdo histórico e formativo, a exposição também provoca uma identificação afetiva com o público.

“É emocionante se ver nessa história. Quando olhamos as fotos e os registros, percebemos que fizemos parte disso tudo. Mesmo que não estejamos na imagem, estávamos lá. Isso desperta em nós um senso de pertença e nos enche de alegria por sermos Igreja aqui, na Arquidiocese de Vitória”, afirma Raquel Tonini Rosenberg Schneider – Arquiteta e membro do Setor Espaço Litúrgico da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB

A exposição está aberta à visitação no CECATES, e os agendamentos podem ser realizados pelo site da Arquidiocese de Vitória. A proposta é que paróquias, movimentos, escolas e grupos de fé possam visitar o espaço e refletir sobre o legado conciliar na caminhada da Igreja local.

À sombra da Cruz reverente e servidora, sinal do mistério Pascal de Cristo para a Salvação do mundo, a Igreja de Vitória do Espírito

À sombra da Cruz reverente e servidora, sinal do mistério Pascal de Cristo para a Salvação do mundo, a Igreja de Vitória do Espírito Santo, nasce como peregrina de Esperança em terras capixabas.

Foto: Arquidiocese de Vitória

À Luz do Vaticano II, sob o influxo das quatros principais constituições: Lumen Gentium, Gaudium et Spes, Dei Verbum e Sacrosanctum Concílium, a Igreja de Vitória, recebe um inigualável impulso, reascendendo a chama de Pentecostes, que em seu seio gesta na Grande Avaliação, a fecundidade da caridade pastoral e a ousadia missionária que a envia continuamente à novos horizontes evangelizadores.

Constituída fundamentalmente por Comunidades Eclesiais de Base, em dinâmica sinodal, sempre atenta aos desafios da contemporaneidade, enraiza a sua experiência eclesial no Caminhar juntos, na acolhida fraterna e na esperança, por uma Igreja toda ministerial de comunhão e participação.

Foto: Arquidiocese de Vitória

A exposição Igreja de Vitória peregrina de Esperança à Luz do Vaticano II, revisita a história desta Igreja Conciliar, sob a ótica do evento renovador da Igreja, para celebrar o Jubileu da Esperança, fazendo memória dos seus passos com o olhar e o coração abertos ao futuro, de uma Arquidiocese vibrante, entusiasmada e vocacionada à serviço da vida para testemunhar o Reino de Deus.

Venha se encantar com a história da Igreja de Vitória em seu peregrinar de fé e caridade e celebrar com a Arquidiocese o Jubileu da Esperança.

A exposição “Igreja de Vitória: peregrina de esperança à luz do Vaticano II” convida o visitante a uma viagem pelo tempo, com olhar e

A exposição “Igreja de Vitória: peregrina de esperança à luz do Vaticano II” convida o visitante a uma viagem pelo tempo, com olhar e andar de peregrino de esperança, pois Spes non confundit – “a esperança não decepciona”.

Sessenta anos depois, a exposição relembra os aspectos sociais, espirituais e litúrgicos que motivaram o Papa João XXIII a anunciar, já no início do seu pontificado, a convocação de um Concílio, o Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965).

Havia se passado 90 anos desde a realização do Concílio Ecumênico Vaticano I (1870). Após uma intensa fase de preparação, o Concílio Ecumênico Vaticano II foi solenemente aberto em 1962, no dia 11 de outubro. Buscava o sonhado aggiornamento, ou a aproximação da Igreja com o mundo atual.

A partir daí começou um grande movimento da Igreja e foram iniciados os trabalhos, divididos em quatro sessões. Participaram cerca de 2.000 Padres Conciliares do mundo inteiro.
Encerrado depois de três anos, em 8 de dezembro de 1965, deixou como legado não apenas uma série de importantes documentos que seguem sendo de grande atualidade, mas um novo modo de ser Igreja marcado pelos conceitos de colegialidade e sinodalidade.

As decisões de um dos mais importantes eventos da Igreja Católica no século XX a aproximou dos desafios do mundo moderno sem abrir mão de seus dogmas e tradições.

Pode dizer-se que o céu e a terra se unem na celebração do Concílio. Os santos do céu, para proteger o nosso trabalho; os fiéis da terra, continuando a orar a Deus; e vós, fiéis às inspirações do Espírito Santo, para prosseguir no trabalho comum segundo os desejos e as necessidades dos nossos tempos.
— Papa João XXIII.

Essa exposição apresenta fotografias, objetos sacros e documentos raros do acervo da Cúria Metropolitana, muitos deles inéditos ao público. Os diferentes espaços expositivos contam como a História da Igreja no Espírito Santo influenciou e foi influenciada pelo Concílio Vaticano II (CV II).

As salas narram a chegada dos primeiros missionários, no século XVI, a atuação dos primeiros bispos, a elevação da Arquidiocese de Vitória, em 1958. Também revisitam o trabalho e a esperança que guiaram líderes como Dom João Batista da Mota e Albuquerque, à época arcebispo de Vitória e padre conciliar, e Dom Luís Gonzaga Fernandes, nomeado seu bispo auxiliar ao fim do Vaticano II. Exposições temporárias e atividades variadas integram o programa.

O Concílio impulsionou as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e é importante ressaltar que a característica participativa e comunitária dessas comunidades no Espírito Santo, fez da Igreja de Vitória uma referência nacional.

As memórias são recordadas a partir do protagonismo de bispos, padres, religiosos, religiosas, leigos e leigas que ajudaram a escrever a História.
Ao revisitar esse passado, a exposição reforça que o Concílio Vaticano II continua atual e segue apontando caminhos para a Igreja, hoje. Ao percorrer os espaços, o visitante pode se reconhecer como parte dessa história viva.