Homilias

Sb 7, 22-30. 8,1         |         Sl 118        |        Lc 17, 20-25 A

Sb 7, 22-30. 8,1         |         Sl 118        |        Lc 17, 20-25

A liturgia desta 5ª feira nos fala da sabedoria nas duas leituras como disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória: “a Mesa da Palavra fala da sabedoria para descobrir, perceber e reconhecer o Reino de Deus que está entre nós. No local que você está vivendo, procure ver aí o Reino de Deus acontecendo”. Poderíamos perguntar de qual sabedoria está tratando esta Mesa da Palavra, mas uma coisa é certa, não é sabedoria intelectual, racional, filosófica, mas uma sabedoria religiosa, daquele homem e mulher, irmão e irmã que se sente tocado, que vê e se sente tocado pela presença do Espírito Santo atuando em nossos dias. É comum enxergarmos as coisas com os olhos da razão, por isso, queremos coisas concretas, definições, mas sabemos que toda a definição é limitada. Quando definimos algo, colocamos limites para a nossa compreensão e passamos a enxergar dentro dos limites que colocamos, mas isso não é possível com a sabedoria que nos fala a 1ª leitura”. Escute a homilia.

A 1ª leitura de hoje é dirigida aos governantes, e o autor do livro da Sabedoria faz diversas advertências dizendo que “se agirem de

A 1ª leitura de hoje é dirigida aos governantes, e o autor do livro da Sabedoria faz diversas advertências dizendo que “se agirem de boa fé, muitos serão beneficiados, caso contrário muitos sofrerão as consequências”, conforme disse o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos na homilia.  O Arcebispo acrescentou que as palavras parecem ser escritas para nossos dias, principalmente o pedido para que “aqueles que se colocam a serviço da comunidade tenham humildade, piedade e honestidade”.

No Evangelho diversos fatos são narrados enquanto Jesus caminha para Jerusalém. O ensinamento de hoje tem duas vertentes, por um lado a compaixão de Jesus para com aqueles que sofrem. Com os leprosos Jesus sentiu a dor da exclusão e da marginalização, porque “sentir compaixão é sofrer com aquele que sofre”. Por outro lado a capacidade de agradecer e o Arcebispo disse que “a melhor forma de agradecer a Deus é defender a vida”. Escute a homilia.

Ez 47, 1-2.8-9.12           |             sL 45              Jo 2, 13-22

Ez 47, 1-2.8-9.12           |             sL 45              Jo 2, 13-22

Hoje, 9 de novembro, a Igreja celebra a Dedicação da Basílica São João de Latrão, a Catedral de Roma. “Esta celebração nos possibilita rever nossa filiação a esta igreja-mãe, a mãe de todas as igrejas em Roma e no mundo”, disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória.

Na primeira leitura de hoje, o profeta Ezequiel descreve a igreja-templo como um local que tinha ao centro uma nascente de água que enchia o espaço e o fazia transbordar pelas portas. Adaptando a simbologia o Arcebispos disse: “A igreja é o local onde brota o rio de água viva que jorra pelo mundo. Nós, participando da Eucaristia e da Palavra devemos sair transbordando a presença de Jesus para onde formos. Cada leigo é o braço, a perna, o olhar e o coração do bispo e do padre, porque os leigos chegam onde nós não chegamos, levam a Palavra de Deus pelo testemunho, pela oração, pela presença. O templo sagrado em primeiro lugar é o nosso corpo”. Depois dom Dario referiu-se à atitude enérgica de Jesus ao expulsar os vendilhões do templo que transformaram a casa de Deus em lugar de comércio e disse: “Jesus expulsou os comerciantes porque o lugar estava sendo corrompido e se transformado em lugar de exploração econômica. Fica a pergunta: como anda nossa relação com a Igreja? Preocupamo-nos com a evangelização nos espaços sagrados?” Escute a homilia.

Rm 15, 14-21        |        Sl 97        |         Lc 16, 1-8 O final

Rm 15, 14-21        |        Sl 97        |         Lc 16, 1-8

O final do Tempo Comum que já se aproxima também nos introduz na dinâmica da mudança que o Advento nos  propõe. Na homilia de Hoje, dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, levantou uma série de questionamentos tendo como ponto de partida a parábola, contada por Jesus, sobre o administrador infiel.

O administrador agia desonestamente com o patrão e com aqueles que deviam ao patrão. Ao primeiro ele entregava menos  do arrecadado, aos segundos cobrava mais de que era devido. Ele não pensava nas consequências. Quando o patrão descobriu o administrador agiu rápido e passou a cobrar apenas o devido e acabou recebendo um elogio do patrão. Dom Dario explicou que o elogio foi devido à mudança no comportamento e trouxe os questionamentos para os seguidores de Jesus. “Jesus, ao contar a parábola dirigia-se aos seus discípulos, ou seja a parábola é para nós seus seguidores. Então perguntemos: Como anda a administração dos bens que Deus lhe confiou, começando com o primeiro deles que é a vida? Como está nossa relação com o próximo, nossas responsabilidades sociais e eclesiais e cuidado com a casa comum, que tanto pede o Papa Francisco? Tudo isso exige uma administração voltada para o bem comum. Com que responsabilidade estou fazendo esta administração”? Escute a homilia.

Rm 14, 7-12       |        Sl 26         |          Lc 15, 1-10 As leituras

Rm 14, 7-12       |        Sl 26         |          Lc 15, 1-10

As leituras de hoje nos ensinam o comportamento cristão, ou seja, o jeito de viver que agrada a Deus porque como disse o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos “a nossa vida pertence a Deus”. N a primeira leitura, São Paulo afirma que “vivemos e morremos para o Senhor”. Comentando São Paulo, dom Dario disse: “alguns acham que vivem somente para si e agem dessa maneira, passando por cima dos irmãos como se fossem reis. Este tipo de comportamento inviabiliza o relacionamento fraterno e é muito difícil viver com uma pessoa egoísta, egocêntrica. Ninguém é professor para ensinar a si mesmo, ninguém médico para curar a si mesmo, ninguém é padre para si mesmo. Tudo que fazemos na comunidade deve ser para o bem da comunidade”. De novo o Arcebispo citou São Paulo: “A essência do Evangelho consiste em doar-se para que outros tenham vida”. No Evangelho Jesus mostra-nos a dimensão da alegria de quem se aproxima do outro e, mesmo sendo criticado, aproxima-se dos marginalizados e em vez de ser contaminado por eles, como dizia o pensamento da época, é Jesus que os contamina com o amor. Para os que pensavam diferente, Jesus conta duas parábolas: da ovelha que se perde e da mulher que perdeu a moeda. “A busca pelo essencial nos leva a atitudes cristãs que dom Dario elencou de maneira simples: dar testemunho diante de pessoas que precisem de uma palavra, de um gesto, de ternura, de atenção, dar bom dia, boa tarde, perguntar como vai ou dizer Deus lhe abençoe”. Escute a homilia.

Rm 13, 8-10        |           Sl 111           |             Lc

Rm 13, 8-10        |           Sl 111           |             Lc 14, 25-33

“Seguir Jesus exige fazer escolhas e toda a escolha supõe renúncias, pois sempre que optamos por algo temos que renunciar a uma infinidade de outras coisas”. Foi com essas palavras que o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos iniciou a homilia de hoje. Dom Dario explicou das escolhas que fazemos depende a nossa felicidade e a dos irmãos e que a escolha errada pode comprometer a nossa vida e a do irmão também. Depois dom Dario referiu-se especificamente ao Evangelho quando Jesus  fala sobre o critério que devemos usar é amar e desejar o bem para nós e para os irmãos e disse: “dar preferência a Jesus, não colocar nada nem ninguém acima dele. Com Jesus a nosso lado, tudo se torna possível”. Escute a homilia.

Rm 9, 1-5      |     Sl 147       |     Lc 14, 1-6 “O que nos entristece? Quais as causas de

Rm 9, 1-5      |     Sl 147       |     Lc 14, 1-6

“O que nos entristece? Quais as causas de nossas tristezas, hoje?” Estas são perguntas que nosso arcebispo, o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, colocou para nossa reflexão no dia de hoje, durante a homilia. Para responder, dom Dario referiu-se a São Paulo que expôs sentimentos de tristeza pelo comportamento de seus irmãos na fé, mas principalmente à atitude de Jesus perante os fariseus durante uma refeição, quando um hidrópico (hidropisia é uma doença causada por distúrbios no sangue), precisava de ajuda em dia de sábado, quando a Lei não permitia agir.

Jesus enfrenta os fariseus mostrando que a vida tem prioridade sobre a Lei “comprometer-se com a vida é a essência dos ensinamentos de Jesus”, disse dom Dario. Jesus questiona os fariseus perguntando-lhes o que fariam se um filho ou mesmo um boi deles caísse num poço em dia de sábado? “Os fariseus silenciaram, mas a resposta era óbvia, claro que tirariam do poço mesmo sendo sábado”.  E o Arcebispo pede: “Não se omita em socorrer quem precisa”, e concluiu: “Deus conserve em nossos corações a sensibilidade a sensibilidade, a ternura e o amor”. Escute a homilia.

Ef 2, 19-22     |       Sl 18        |        Lc 6, 12-19 Hoje, festa de São Judas

Ef 2, 19-22     |       Sl 18        |        Lc 6, 12-19

Hoje, festa de São Judas e São Simão a liturgia nos brinda com a reflexão sobre a missão apostólica da Igreja, disse o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos no início da homilia. “A Igreja é como uma obra em constante processo de edificação. As bases foram lançadas por Jesus com os apóstolos e a construção está sendo erguida a partir de todos nós na caminhada pelo mundo. Quando pensamos a Igreja não devemos pensar uma Igreja hierárquica (Papa, padres, bispos), mas uma Igreja toda povo de Deus”. Dom Dario fez referência ao jeito do Papa Francisco pensar a Igreja e citou a realização do Sínodo que está em andamento e para o qual o Papa pediu a participação de todo o povo. Depois dom Dario falou sobre a escolha dos apóstolos e disse: “A escolha dos seguidores de Jesus é precedida de uma noite de oração na montanha. Ou seja, antes de decidir quem seriam os apóstolos, Jesus reza. Isto é um grande exemplo para nós: rezarmos sempre antes de qualquer decisão”. Escute a homilia.