Homilias

Jz 9, 6-15      |       Sl 20       |      Mt 20, 1-16a A dinâmica do mundo e a

Jz 9, 6-15      |       Sl 20       |      Mt 20, 1-16a

A dinâmica do mundo e a dinâmica do Reino de Deus se opõem ou estão juntas? Esta foi a forma encontrada por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, para iniciar a homilia de hoje que tinha como textos bíblicos a parábola contada por Jesus sobre os trabalhadores contratados ao longo do dia,  que receberam pagamento igual, independente das horas trabalhadas, e, o livro dos Juízes que também apresenta a parábola da escolha do líder para governar as árvores.

Ao não aceitar a liderança por considerarem importantes seus frutos, as árvores entregaram a liderança ao espinheiro que não produzia frutos e por isso não tinha visibilidade. Dom Dario deixou uma pergunta: “Quem aceita serviços em nossas comunidades e por que? Quando aceitamos um serviço o fazemos pelo serviço ou para aparecer”?

Sobre o Evangelho, o Arcebispo disse que ele mostra um sentimento “tipicamente humano que classifica as pessoas por outros critérios que não os da justiça e do amor”. “Todos os trabalhadores chamados eram desempregados e tinham as mesmas necessidades, mas igualar o pagamento a quem trabalhou mais ou menos não agradou à lógica humana. A lógica de Deus, a justiça, a bondade e a misericórdia nem sempre são compreendidas. Os que defendem os marginalizados e trabalham com os pequenos são mal vistos. É dever do cristão promover tratamento igualitário entre todos. É hora de rever conceitos e dissipar preconceitos nos nossos corações”. Escute a homilia.

Jz 6, 11-24a        |          Sl 84          |         Mt 19, 23-30

Jz 6, 11-24a        |          Sl 84          |         Mt 19, 23-30

“Estamos presentes neste mundo por que e para quê?”, assim,  dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, iniciou a homilia de hoje. “Deus nos chamou para algo. Temos uma missão nesta terra, uma vocação”, continuou o arcebispo.

Na primeira leitura, a missão de Gedeão era libertar Israel dos medianitas. Gedeão tinha medo porque era uma situação difícil, mas aceita e Deus o capacita para a missão. Já o Evangelho apresenta o jovem rico que diz a Jesus seguir todos os mandamentos. Jesus, então, pede-lhe que se desfaça de seus bens. Ele se afasta triste, não queria se desfazer de nada, o que faz Jesus concluir que dificilmente  um rico entrará no Reino dos Céus. “Aqui devemos entender ricos numa dimensão mais larga, não só aqueles possuidores de bens, de dinheiro, mas quantas vezes também eu, na minha pobreza, estou apegado àquele pouco que tenho tenho! Jesus convida à gratuidade, a nos colocarmos na palma da mão de Deus. Ser cristão é colocar a serviço do Reino com duas atitudes: certeza que o Senhor está conosco e sem ter medo”. Escute a homilia.

Js 24, 1-13      |        Sl 135       |        Mt 19, 3-12 Dom Dario Campos, arcebispo

Js 24, 1-13      |        Sl 135       |        Mt 19, 3-12

Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, iniciou a homilia de hoje lembrando que estamos no mês das vocações e que nesta semana refletimos sobre a família, “a vocação à vida em 1º lugar”. Depois relaciona as leituras com o tema vocacional e disse: “o tema vocacional perpassa as leituras de hoje e nos convida a avaliar nossa vida pessoal, familiar e na comunidade”. Em seguida o Arcebispo comentou a 1ªleitura tirada do livro de Josué, quando este “recorda os feitos de Deus na libertação do povo hebreu” e acentuou a importância da memória histórica “que nos ajuda a valorizar o presente”.

Quanto ao Evangelho, Jesus fala especificamente sobre o matrimônio a partir das dúvidas dos fariseus sobre o divórcio. Dom Dario explicou: “os fariseus falavam do matrimônio como um contrato, mas Jesus os esclarece dizendo o que Deus quer. Deus quer que marido e mulher se unam e formem uma só carne, que não se separem jamais, que ambos se completem, se respeitem e gerem uma família alicerçada no amor e no respeito”. Escute a homilia.

Js 3, 7-10a.11. 13-17       |         Sl 113         |         Mt 18, 21-35. 19,1 As

Js 3, 7-10a.11. 13-17       |         Sl 113         |         Mt 18, 21-35. 19,1

As leituras de hoje nos falam da essência do cristianismo. De um lado na primeira leitura, Deus que se faz presente na Arca da Aliança. De outro o Evangelho, que nos fala do perdão, a aliança de Deus que perdoa sempre. Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, na homilia disse que a mensagem da liturgia de hoje é que “na essência do cristianismo não existe limites para o perdão”, e pediu que “Deus nos dê a graça de um coração manso, humilde e capaz de perdoar”. Escute a homilia.

Dt 34, 1-12       |         Sl 65       |        Mt 18, 15-20 Hoje a Igreja celebra

Dt 34, 1-12       |         Sl 65       |        Mt 18, 15-20

Hoje a Igreja celebra Sta. Clara de Assis, modelo de vida para todos os católicos e “dia de louvor para a família franciscana”, como disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória na homilia de hoje, tornando-se seguidora de Jesus tendo como modelo Francisco de Assis. Sta. Clara é chamada carinhosamente pelos franciscanos de Plantinha de Assis. Clara se apaixonou pelo modo radical com que Francisco de Assis segui Jesus Cristo e juntou-se a ele desde muito cedo iniciando o ramo feminino da Ordem Franciscana. “Foi Clara quem realizou de modo extraordinário a faceta contemplativa de São Francisco, dentro do espírito da mais extrema pobreza e tornou-se para São Francisco uma conselheira quando ele duvidada entre a vida ativa e contemplativa e de ajuda quando seus seguidores enfrentavam dificuldades”, disse dom Dario. O Arcebispo terminou a homilia pedindo que Sta. Clara nos ajude a viver a dimensão da pobreza e do desapego de tudo aquilo que pode nos prender aqui na terra”. Escute a homilia.

2 Cor 9,6-10      |        Sl 111        |          Jo 12,24-26 Hoje lembramos e

2 Cor 9,6-10      |        Sl 111        |          Jo 12,24-26

Hoje lembramos e celebramos São Lourenço, diácono que viveu na Igreja primitiva, no Sec. III e foi martirizado numa fogueira, vítima da perseguição à Igreja.  Ao ser questionado sobre os bens da Igreja, na qual era administrador, Lourenço apresentou as pessoas a quem prestava assistência, dizendo que elas eram os bens da Igreja. Por conta disso, foi jogado na fogueira e queimado vivo. Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, na homilia de hoje, lembrou duas características de São Lourenço: “a fidelidade a Jesus e o carinho com os pobres, viúvas e abandonados”.

Ao falar das qualidades de São Lourenço, o Arcebispo disse: “a função do diácono é o exercício da caridade, decisão tomada pelo apóstolos ao perceberem essa necessidade. E a imagem da semente que vemos no Evangelho é bem apropriada para falar de martírio. A semente guardada não brota, somente a semente enterrada na terra”. Para concluir dom Dario, ainda se referindo à vida de São Lourenço, disse: ” Nossas ações revelam o que está em nosso coração. Se fazemos pouco ou nada é porque temos pouco ou nada dentro do coração”. Escute a homilia.

Dn 7, 9-10.13-14        |         Sl 96           |         Mt 17, 1-9 Hoje

Dn 7, 9-10.13-14        |         Sl 96           |         Mt 17, 1-9

Hoje é Festa da Transfiguração. “Esta Festa nos fala da divindade de Jesus e de sua presença entre nós. Não para nos acomodarmos nesta certeza, mas para nos sentirmos fortalecidos e impelidos para a missão de transfigurar as realidades entre nós, principalmente, as injustiças. A dinâmica é nos encontrarmos com Jesus divino e descer para a planície e transfigurar as situações”, disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, na homilia. Escute.

Nm 20, 1-13      |        Sl 94          |           Mt 16, 13-23 As

Nm 20, 1-13      |        Sl 94          |           Mt 16, 13-23

As leituras de hoje nos colocam diante de duas perguntas: Como está nossa relação com Deus e que espaço damos na nossa vida para a ação divina? Fo assim assim que dom Dario Campos, arcebispo de Vitória iniciou a homilia de hoje. Explicando a primeira leitura, dom Dario insistiu na incredulidade do povo mesmo diante das obras de Deus. Moisés faz brotar água da pedra, que sendo um mineral sem vida, transforma-se em símbolo de vida pelo fato de ter jorrado água, e mesmo assim o povo não acredita. No Evangelho Jesus pergunta o que dizem dele e o que pensam os discípulos. Pedro responde corretamente que ele é o Filho de Deus, mas em seguida é repreendido por Jesus por não querer que os desígnios de Deus se cumpram. E o Arcebispo concluíu: “quem responde prontamente recebe grandes responsabilidades, mas é preciso perceber que Deus se manifesta em meio a dores e sofrimentos e é preciso enfrentar as dores para obter conquistas”. Escute a homilia.