Homilias

2 Cor 8, 1-9        |        Sl 145         |        Mt 5, 43-48 O

2 Cor 8, 1-9        |        Sl 145         |        Mt 5, 43-48

O cerne da Liturgia da Palavra de hoje nos fala da “proposta inovadora e revolucionário de Jesus: amar os inimigos”, disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória na homilia. Este ensinamento de Jesus nos ensina a sermos verdadeiramente cristãos, mas, para isso, “é preciso deixar morrer em nós a pessoa mesquinha de coração, de coração endurecido, apegado às coisas materiais em vez de estra livre para amar a todos indistintamente, inclusive os que a sociedade não ama e os que nos incomodam”, disse o Arcebispo.

Ao final da homilia dom Dario agradeceu às pessoas que têm doado cestas básicas para a Campanha Paz e Pão e disse que esse é um gesto belo, “a sinceridade da caridade se revela nos gestos concretos de amor”, concluiu. Escute a homilia.

Os 11,1.3-4.8c-9       |        Is 12,2-3,4bcd.5-6          |          Ef 11, 1. 3-4.8c-9   

Os 11,1.3-4.8c-9       |        Is 12,2-3,4bcd.5-6          |          Ef 11, 1. 3-4.8c-9           |          Jo 19, 31-37

 

Na Festa do Sagrado Coração de Jesus, o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos iniciou a homilia fazendo uma pergunta: “o que esta Festa nos ensina?” Toda a homilia decorreu no sentido de responder a esta pergunta. “A Festa do Coração de Jesus nos ensina a bondade, o amor, a compaixão, o relacionamento com o irmão e como devemos viver aqui na terra. Esta Festa mostra o rosto materno de Deus e leva cada um de nós a fazer um pedido: que esse coração manso e humilde faça o nosso coração semelhante ao dele”.

Depois dom Dario relaciona este tema geral com as leituras. Oseias que apresenta Deus amoroso na figura de um pai que trata seus filhos com carinho e bondade. São Paulo que apresenta a Igreja missionária que anuncia o amor de Deus e São João que fala de um detalhe da morte de Jesus: água e sangue jorrando do coração transpassado como sinal do coração de Jesus transbordando de amor por nós. Escute a homilia.

2ªCor 3, 15-4, 1. 3-6      |        sl 84        |        Mt 5, 20-26 A

2ªCor 3, 15-4, 1. 3-6      |        sl 84        |        Mt 5, 20-26

A liturgia da Palavra de hoje continua falando da Antiga e da Nova Lei. “A nova lei nos manda agir por amor e não por obrigação. Quando se faz por obrigação o sentido se esvazia. Quem ama não se limita a cumprir normas”, foi assim que dom Dario Campos, arcebispo de Vitória explicou as leituras de hoje. Escute a homilia.

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2ª₢or 3,4-11        |          Sl 98           |            Mt 5, 17-19

A Lei de Deus é o tema que perpassa as leituras propostas pela liturgia de hoje. Mas qual é a Lei de Deus? perguntou dom Dario Campos, arcebispo de Vitória e respondeu “é a Lei do espírito, gravada no coração e que é capaz de transformar”. “As leis gravadas em materiais escritos, por mais resistentes que sejam, são passíveis de esquecimento, mas as leis gravadas no coração, na alma, na vida de uma pessoa jamais serão esquecidas”, acrescentou o Arcebispo.

Na primeira leitura São Paulo questiona a Antiga Aliança e anuncia a Nova Aliança trazida por Jesus. No Evangelho Jesus alerta para “retomar a Lei naquilo que ela tem de essencial para a vida e fazê-la valer de fato. Os ensinamentos de Jesus consistem, portanto, em ensinar a viver a Lei de modo que ela sirva para a vida e não que a vida sirva a lei. Jesus propõe buscar na lei a justiça e a misericórdia. Quando uma lei ou práticas religiosas passam a escravizar as pessoas, elas devem ser revistas”, concluiu dom Dario. Escute a homilia.

2ª Cor 1,18-22          |           Sl 118         |           Mt 5,

2ª Cor 1,18-22          |           Sl 118         |           Mt 5, 13-16

A missão confiada aos batizadas é que sejam sal da terra e luz do mundo como deixam claro as leituras que a liturgia propõe para hoje. O arcebispo de Vitória, dom Dario Campos assim sintetizou a reflexão de hoje: “o cristão é aquele que sem aparecer, tal como o sal, entra e transforma as situações desagradáveis, sem sentido e sem gosto, daqueles que estão à sua volta. Pessoas verdadeiramente cristãs são pessoas iluminadas, exemplos, modelos a serem seguidos. Ser luz do mundo é proceder de modo tão exemplar que ajude a elucidar situações, apontar direções, caminhos.  Pessoas verdadeiramente cristãs são aqueles que pelo amor, bondade, dedicação, integridade e fé tornam-se referência para outros. O autêntico missionário é aquele que se oculta para que suas obras apareçam. Quem faz para aparecer não contribui para a missão”. Escute a homilia.

 

Tb 3,1-11a. 16-17a          |            Sl 24          |         

Tb 3,1-11a. 16-17a          |            Sl 24          |            Mc 12, 18-27

Como se dá a presença de Deus na nossa vida e como é a vida eterna? Estes são os temas que a liturgia da Palavra de hoje propõe para nossa reflexão. Na primeira leitura Tobias narra o sofrimento daqueles que estão à sua volta e acentua a presença de Deus na vida daqueles que “não esmorecem diante da dor e das perdas”, disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória  na homilia de hoje. “A ação de Deus acontece quando a gente menos espera. Muitas vezes queremos que o tempo de Deus seja o nosso tempo, mas não é. Não ser atendido quando a gente suplica, não quer dizer que Deus não esteja ouvindo a nossa súplica, mas que o seu tempo é diferente do nosso”. Falando do Evangelho, o Arcebispo disse “a vida eterna não é uma mera repetição desta vida. Na ressurreição não seremos como somos neste mundo e não teremos os mesmos procedimentos”. Escute a homilia.

Tb 2,9-14     |          Sl 111       |      Mc 12,13-17 O livro de Tobias está inserido nos

Tb 2,9-14     |          Sl 111       |      Mc 12,13-17

O livro de Tobias está inserido nos Livros Históricos da Bíblia, mas é uma narração estilo romance que narra a vida dos judeus fora da Palestina, explicou dom Dario Campos, arcebispo de Vitória no início da homilia. Mais especificamente o livro fala da fidelidade do povo diante das provações. O texto de hoje fala que Tobias mesmo sendo justo e fazer tudo com amor e dedicação, a um certo momento tudo começou a dar errado para ele: ficou cego e com isso a dependência e o desconforto. Mesmo assim ele permaneceu fiel e firme. “Fidelidade e discernimento perante a realidade é o nosso desafio hoje”, disse dom Dario. Depois dom Dario falou que o “Evangelho também nos apresenta Jesus diante da armadilha que lhe prepararam, mas Ele supera com sabedoria, não se iludindo com elogios e bajulação. Os bens materiais pertencem aos poderosos, mas a vida das pessoas não pode ser tratada como mercadoria”. Escute a homilia.

 

Ecl 44,1.9-13        |         Sl 148        |         Mc 11,11-25 “O questionamento da liturgia

Ecl 44,1.9-13        |         Sl 148        |         Mc 11,11-25

“O questionamento da liturgia de hoje para a nossa vida é sobre os frutos que estamos produzindo como discípulos missionários de Jesus, aqui e agora”, assim dom Dario Campos, arcebispo de Vitória iniciou a homilia de hoje que traz as instruções do livro do Eclesiástico e a parábola da figueira que não produziu frutos. Somos chamados a produzir frutos. “Estamos aqui porque temos algo a fazer, não apenas para a  minha vida, mas para a vida do outro. Não precisamos fazer grandes obras para sermos lembrados por Deus”. O arcebispo falou sobre as indicações da primeira leitura para explicar quais frutos devemos produzir: “gestos de bondade, de compromisso com a vida do próximo, a ternura e delicadeza de uns para com os outros, fazer algo de bom que responda satisfatoriamente às necessidades do irmão e da irmã da comunidade”. A relação da primeira leitura e o Evangelho encontra-se na radicalidade com que Jesus trata a figueira sem frutos e expulso os comerciantes que utilizavam o templo para explorar pessoas. “A Igreja é mediadora entre Deus e o mundo. Por isso, Jesus expulsa os que utilizavam o templo para explorar os outros”, disse dom Dario. Escute a homilia.