Depois de um percurso de 14km, a imagem de Nossa Senhora da Penha que acompanhou a Romaria dos homens chegou ao palco da Prainha
Depois de um percurso de 14km, a imagem de Nossa Senhora da Penha que acompanhou a Romaria dos homens chegou ao palco da Prainha em Vila Velha. Uma multidão aguardava a chegada para participar da missa.
Mais uma vez muita fé e devoção foi a demonstração dos romeiros que ali permaneceram apesar do cansaço. Os romeiros vêm de todos os cantos, alguns de muito longe em caminhadas que duram até mais que um dia, outros mais de perto e um grande número parte da Catedral. Ao longo do percurso grupos vão se juntando e “um mar” de gente se forma por longas extensões. Sem dúvida é a maior de todas as romarias da Festa da Penha.
Cansados, mas firmes na fé e na devoção, os romeiros participaram da missa e ouviram logo no início as palavras de dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória que se disse: “estou encantado com esta manifestação de fé”.
Na homilia, dom Ângelo convidou a todos para que elevassem os braços e dissessem obrigado ao Papa Francisco. Os devotos repetiram e, espontaneamente, inundaram a Prainha com uma salva de palmas.
O Arcebispo lembrou que somos peregrinos a caminho com Maria, com Jesus e com a Igreja e, ainda lembrando o Papa Francisco, repetiu que “somos peregrinos rumo à vida plena”.
Bispo, padres e fieis de Cachoeiro de Itapemirim trouxeram lembranças para este dia do Oitavário: recordaram os 40 anos de martírio de ir. Cleuza
Bispo, padres e fieis de Cachoeiro de Itapemirim trouxeram lembranças para este dia do Oitavário: recordaram os 40 anos de martírio de ir. Cleuza e a morte do Papa Francisco, mas trouxeram também esperança, principalmente no momento de homenagem a Nossa Senhora que foi realizada pelos jovens da diocese.
um momento forte da Celebração aconteceu quando dom Luiz Lisboa, bispo diocesano pediu que o povo ficasse de pé, fizesse silêncio e em seguida uma salva de palmas pelo Papa sepultado hoje na Basílica Sta. Maria Maior. Dom Luiz citou o legado do Papa, dizendo que não podemos esquecer seus apelos, homilias, encíclicas e orientações: ser Igreja pobre para os pobres – Igreja em saída – Igreja com coragem para enlamear os pés – Igreja sinodal – Igreja que acolhe todos – Igreja peregrina e de esperança – Igreja profética e samaritana – Igreja compassiva e misericordiosa – Igreja sem medo de mudar.
“O Papa nos pediu para cuidarmos da Casa Comum tão ameaçada e sua encíclica Laudate Si se tornará uma grande referência na Doutrina Social da Igreja”, disse dom Luiz e terminou pedindo ao Papa: “O senhor sempre pediu que rezássemos pelo senhor, agora reze por nós”.
No momento devocional que antecedeu a romaria, os freis Gabriel e Felipe abençoaram as velas que os devotos trouxeram e prepararam com a ajuda da equipe de canto a acolhida para receber os romeiros com seu bispo.
A morte e funeral do Papa Francisco motivaram a homilia de dom Paulo D’alBó, bispo de São Mateus na romaria que aconteceu na manhã
A morte e funeral do Papa Francisco motivaram a homilia de dom Paulo D’alBó, bispo de São Mateus na romaria que aconteceu na manhã de hoje durante os festejos da Festa da Penha.
Lembrando que a grande maioria dos romeiros de Nossa Senhora não conseguiu acompanhar o translado do corpo e cerimônia fúnebre, dom Paulo falou sobre perda, ausência, saudade, mas principalmente sobre a vida e o legado de Papa Francisco.
um grande número de fieis acompanhou a Celebração no Campinho e a realidade da diocese foi apresentada durante o ofertório, quando jovens da diocese apresentaram com banner’s os municípios da região, a preparação para a Assembleia diocesana, as iniciativas para o Jubileu e o tema da Campanha da Fraternidade.
Dom Paulo fez memória da vida do Papa Francisco, cujos restos mortais, percorriam as ruas de Roma em direção à Basílica Santa Maria Maior, local escolhido pelo Papa para ser sepultado. “ao escolher a Basílica Santa Maria Maior, o Papa volta ao útero da mãe, agora para a vida eterna. A Basílica é considerada o coração mariano de Roma”, disse dom Paulo. O bispo de São Mateus lembrou ainda que a “Igreja chora e se entristece, mas Jesus tranquiliza nossos corações” e acrescentou “quando a perda deixa um vazio e a saudade aperta é hora de confiar no Senhor. A dor e a saudade não desaparecem de repente, porque a saudade é um pedacinho do outro dentro da gente. Olhemos para o legado onde se destaca a sinodalidade, Igreja em Saída e seu olhar para os pequenos e pobres”.
A Romaria encerrou-se com a oração a Nossa Senhora e bênção aos fieis.
Ninguém sabe realmente o que se passa no coração de cada um”, é uma daquelas frases prontas usadas em diversas situações. Mas hoje, 25
Ninguém sabe realmente o que se passa no coração de cada um”, é uma daquelas frases prontas usadas em diversas situações. Mas hoje, 25 de abril de 2025, essa frase ganhou um novo sentido para todos aqueles que visitaram a Penitenciária Feminina de Cariacica- Bubu. As presidiárias rezaram, cantaram, pediram bênção, se ajoelharam, estenderam os braços o quanto lhes era possível para tocar no vidro que cobria a imagem de Nossa Senhora da Penha que as visitava. O arcebispo de Vitoria, dom Ângelo Mezzari, os freis da fraternidade franciscana do Convento da Penha e os membros da pastoral carcerária se emocionaram diante da recepção das presidiárias à visita de Nossa Senhora. Nos corredores, dom Ângelo e frei Gabriel acolheram as mãos estendidas, abençoaram, disseram palavras de conforto e rezaram.
O primeiro contato foi através da rádio que é conduzida por uma presidiária e pela qual o Frei e o Arcebispo se dirigiram a todas as presidiárias. Depois foi uma verdadeira procissão por todos os corredores. Depois a imagem foi atravessando as grades do presídio e entrando nos corredores e nos corações de quem vive atrás das grades.
O resultado do trabalho manual realizado pelas presidiárias foi entregue aos freis franciscanos e serão colocadas no Convento da Penha.
A missa pelo Papa Francisco celebrada na Catedral de Vitória, hoje, 21 de abril de 2025 {as 18h mobilizou a comunidade que lotou a
A missa pelo Papa Francisco celebrada na Catedral de Vitória, hoje, 21 de abril de 2025 {as 18h mobilizou a comunidade que lotou a igreja, manifestou tristeza pela páscoa do Santo Padre e rezou com fé pedindo que Deus o acolha em seu Reino na vida eterna. A Papa terminou sua peregrinação terrena e nos deixou grande testemunho de como aceitar a finitude da vida com fé e serenidade. Ontem o Papa concedeu ao mundo a bênção Urbi et Orbi e se aproximou dos fiéis, uma despedida do jeito que Francisco gostava.
Na Catedral de Vitória um quadro com a imagem do Papa estava em destaque na lateral do altar e foi ali que dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, padres e diáconos se encontraram no final da celebração para rezar pelo descanso do Papa Francisco.
Logo no início da missa, dom Andherson disse que o Papa foi “alguém que entrou na nossa casa como alguém de casa e nos acolhia como pai. Alguém que fez a experiência do amor divino e, por isso, deu testemunho”.
Na homilia, dom Andherson relembrou algumas características do Papa: alegria – esperança – testemunha do Evangelho – peregrino. Lembrou que o primeiro escrito de Francisco como Papa foi A Alegria do Evangelho e que foi um grande peregrino da esperança que não decepciona, porque fundamentada em Deus. Dom Andherson terminou a homilia virando-se para o quadro com a imagem do Papa e disse: “Vá em paz e muito obrigado pelo seu testemunho como discípulo de Cristo”.
Ao final da missa, o Bispo Auxiliar lembrou que na visita ao Papa os bispos entregaram uma imagem de Nossa Senhora da Penha e acrescentou que durante a Festa que estamos realizando continuaremos com a programação prevista e transformaremos estes dias em dias de oração pelo Papa.
Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória Est[a em viagem, visitando sua mãe. Ao saber da morte do Papa Francisco, o Arcebispo enviou uma mensagem
Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória Est[a em viagem, visitando sua mãe. Ao saber da morte do Papa Francisco, o Arcebispo enviou uma mensagem
A todo o saúdo na paz de nosso Senhor Jesus Cristo.Nesta manhã fomos surpreendidos com a triste notícia da morte do nosso amado Papa Francisco.Um momento de dor, de sofrimento, de perda, de luto para toda a Igreja Católica e para a humanidade.
O Papa Francisco, nos últimos meses, nos deu um exemplo tão grande e tão bonito de como viver a doença e a enfermidade sem perder a esperança e a paz.Foi um sinal de que mesmo na dor e no sofrimento, na enfermidade, se pode viver a fé.Tudo oferecido pelo amor de nosso Senhor.
Nós, de nossa Arquidiocese de Vitória, juntamente com nosso Bispo Auxiliar Dom Anderson,nosso Arcebispo Emérito Dom Dario, queremos expressar nossa unidade e nossa comunhão,neste momento, pela morte do Papa Francisco.Uma morte que nos comove, mas que também nos leva a agradecer.Nesse sentido, antes de tudo, quero convidar a todos a rezarmos.
Esse é o momento que a Igreja, quase no silêncio, nessa sede vacante da Igreja Católica,na espera da eleição de um novo Papa, que vivamos como um tempo de oração,um tempo de súplica ao Divino Espírito Santo, um tempo de luz e discernimento.Pois é o Espírito que conduz a Igreja, a Igreja de Jesus Cristo,e nós confiamos e acreditamos que o Espírito continua conduzindo a sua Igreja.Por isso, vos convido a rezar.
Paróquias, comunidades, pastorais, grupos, movimentos, associações,enfim, tudo aquilo que nos pertence e faz parte da nossa vida, da fé e de comunidade,que seja um sinal permanente e constante de oração.Gratidão ao Papa Francisco.Ele foi, entre nós, nesses 12 anos de pontificado, um sinal do amor de Deus,da sua misericórdia e compaixão.
Aliás, essa experiência da misericórdia, do amor, foi muito forte no Papa Francisco,uma igreja que sai ao encontro da humanidade que sofre.Agradecer também pelos grandes sinais que realizou entre nós,sendo uma voz profética, hoje, no meio de nós e da humanidade,por exemplo, a luta pela paz, o entendimento entre os povos,o cuidado da criação, também sinal da nossa campanha da fraternidade,da ecologia integral, Deus viu que tudo era muito bom.Um Papa que pediu mais harmonia, mais entendimento entre outros povos,mais respeito.
Um Papa, também, que pediu o cuidado com os migrantes, os sofredores, enfim, olhou com amor e viveu com amor, servindo a humanidadepara que ela possa viver mais em paz.Ao mesmo tempo, nos unindo em oração, vamos permanecer em oração.
Nesse tempo que também prepara o seu funeral, depois o conclave, quando o colégio dos cardeais se reúnepara discernir o caminho da Igreja, refletir sobre ela e eleger o novo Papa.Enfim, a Igreja católica, nesse momento, e nós também de nossa Arquidiocese,queremos viver esse tempo de profunda oração, de profunda prece,gratidão ao Papa Francisco e olhando para a frente. O Papa Francisco nos deixou o jubileu da esperança. Eu creio que esse é o caminho que todos vamos seguir agora.Ele foi um sinal de esperança entre nós.Nós agora queremos ser sinais de esperança.
Por isso, a Igreja católica, que é de Jesus Cristo,continua o seu caminho no meio do mundo.É a barca de Pedro, a barca de Cristo.Por isso, vamos caminhando com muita fé, muito amor,muita esperança, enchendo o nosso coraçãoe sabendo que a Igreja é conduzida pelo próprio Senhor.
Por isso, unidos na oração, vivamos a comunhãoe continuemos nossa missão de anunciar Jesus Cristo,seu evangelho, em comunhão.Na comunhão, na participação, em vista da missão,caminhando juntos no caminho sinodal,vamos viver esse tempo também, após a morte do Papa Francisco,o seu sepultamento e a eleição do novo Papa.É um tempo, então, de silêncio, de oração, de gratidão e de prece.
“Às 7h35 desta manhã, o Bispo de Roma, Francisco, retornou à casa do Pai. Toda a sua vida foi dedicada ao serviço do Senhor
“Às 7h35 desta manhã, o Bispo de Roma, Francisco, retornou à casa do Pai. Toda a sua vida foi dedicada ao serviço do Senhor e de Sua Igreja.
Ele nos ensinou a viver os valores do Evangelho com fidelidade, coragem e amor universal, especialmente em favor dos mais pobres e marginalizados.
Com imensa gratidão por seu exemplo como verdadeiro discípulo do Senhor Jesus, recomendamos a alma do Papa Francisco ao infinito amor misericordioso do Deus Trino.”
O Papa Francisco, nos deixou repentinamente nesta manhã, depois de ter dado a última bênção Urbi et Obi no dia de Páscoa, do balcão central da Basílica de São Pedro, após de ter dado a última volta pela multidão, para abençoar e saudar.
A causa da morte ainda não foi divulgada.
No início de fevereiro deste ano, durante uma audiência semanal, Francisco mencionou que estava com um “forte resfriado”, que, depois, foi confirmado pelo Vaticano como bronquite.
Ao longo dos anos de seu pontificado, o 266º sucessor de Pedro mostrou o rosto de uma Igreja próxima, capaz de testemunhar ternura e compaixão, acolhendo e abraçando a todos, mesmo à custa de assumir riscos e sem se preocupar com as reações dos simpatizantes.
“Papa Francisco foi o primeiro em muitas coisas. Primeiro Papa jesuíta, primeiro Papa originário da América Latina, primeiro a escolher o nome Francisco sem um numeral, primeiro a ser eleito com seu antecessor ainda vivo, primeiro a residir fora do Palácio Apostólico, primeiro a visitar terras nunca antes tocadas por um pontífice – do Iraque à Córsega -, primeiro a assinar uma Declaração de Fraternidade com uma das autoridades islâmicas mais importantes.
Também foi o primeiro Papa a se equipar com um Conselho de Cardeais para governar a Igreja, a atribuir funções de responsabilidade a mulheres e leigos na Cúria, a lançar um Sínodo que envolvia diretamente o povo de Deus, a abolir o segredo pontifício para casos de abuso sexual e a remover a pena de morte do Catecismo.
O primeiro também, a liderar a Igreja enquanto no mundo não há “a” guerra, mas muitas guerras, pequenas e grandes, travadas “em pedaços” nos diferentes continentes. Uma guerra que “é sempre uma derrota”, como repetiu nos mais de 300 apelos, mesmo quando sua voz falhava, e que ocuparam todos os últimos pronunciamentos públicos desde o início da violência na Ucrânia e no Oriente Médio.
Mas Francisco, nascido Jorge Mario Bergoglio, provavelmente não gostaria que o conceito de “primeiro” fosse associado ao seu pontificado, projetado nesses 12 anos não para atingir metas ou conquistar primados, mas para iniciar “processos”. Processos em andamento, processos concluídos ou distantes, processos que provavelmente são irreversíveis até mesmo para quem o sucederá no trono de Pedro.”
A Missa em Sufrágio acontece hoje, às 18h, na Catedral de Vitória, e vai ser presidida por Dom Andherson Franklin.
Em tempos de correria e distrações, há gestos que permanecem como raízes profundas em meio ao caos. São pequenas tradições familiares, transmitidas com amor,
Em tempos de correria e distrações, há gestos que permanecem como raízes profundas em meio ao caos. São pequenas tradições familiares, transmitidas com amor, que carregam um poder silencioso de transformar vidas. Uma dessas tradições é a fé — aquela que se aprende no colo da avó, se fortalece com o exemplo da mãe e floresce no coração dos filhos e netos.
É nesse espírito que a história de três gerações de mulheres devotas de Nossa Senhora da Penha nos convida a parar, respirar fundo e recordar o essencial: a fé que une, consola, fortalece e permanece.
Foto: Daniela Gomide
Josefa Matias Meneghetti carrega no coração uma fé que é herança. Desde menina, aprendeu com os pais que o caminho da vida se fortalece com oração, que a devoção é abrigo nos dias bons e sustentação nos dias difíceis. Hoje, aos pés de Nossa Senhora da Penha, ela revive essas lembranças e celebra o que mais valoriza: ter transmitido essa fé às futuras gerações.
“Minha devoção veio dos meus pais. Aprendi com eles, passei para meus filhos e, agora, passo para meus netos”, conta emocionada, com os olhos marejados e o coração cheio de gratidão.
Uma dessas sementes que floresceu foi Eliene, sua filha. Cresceu sob o olhar firme e terno da mãe, aprendendo que a fé não se impõe — se vive e se compartilha. Sua história com Nossa Senhora da Penha é marcada por um daqueles milagres que transformam toda a vida.
“Há 15 anos, fiz a Romaria dos Homens e, depois dela, recebi a graça de engravidar. O médico dizia que era impossível devido à minha condição de saúde. Eu não fui pedir essa graça… fui apenas caminhar com fé. Mas, depois de percorrer aqueles 15 km, da Catedral de Vitória até o Convento da Penha, a maternidade chegou como um presente inesperado”, relembra Eliene, com a voz embargada e o olhar voltado para o alto, como quem agradece a cada instante.
Foto: Fernando Madeira
A graça recebida tem nome: Vitória. E talvez por isso mesmo, o lugar preferido dessa menina — agora adolescente — seja o Convento da Penha. Não por acaso, desde o primeiro ano de vida, ela acompanha a mãe e a avó nas peregrinações. A fé que a gerou foi a mesma que a ensinou a caminhar.
Hoje, com 15 anos, Vitória já vem ao Convento de duas a três vezes ao ano. E toda vez, sem falhar, sobe descalça a ladeira da penitência, como forma de entrega e amor. “Desde que tinha apenas um ano de idade, faço isso. Mas, este ano, pela primeira vez, subi calçada”, conta. “Dessa vez foi bem diferente. Fiquei olhando… estava tudo tão diferente.” Sua fala vem carregada daquela sensibilidade que só a fé amadurecida proporciona — ela percebe que, mesmo quando os gestos mudam, a essência da fé permanece viva e profunda.
A história de Josefa, Eliene e Vitória é mais do que um bonito testemunho: é a prova de que a fé, quando plantada com amor, floresce mesmo nas pedras da caminhada. É a certeza de que o verdadeiro milagre é ver a devoção atravessar o tempo, vencer o cansaço, passar de mãos dadas por gerações.
Foto: Fernando Madeira
Nos passos dessa família, se revela o que há de mais bonito na fé: sua capacidade de unir avós, mães e filhas no mesmo gesto de amor à Mãe das Alegrias. Porque quando a fé é vivida em família, ela não se perde — ela se eterniza.
O testemunho dessas mulheres de fé ecoa fortemente o tema vivido neste primeiro dia da Festa da Penha: “Com Maria, peregrinos do Amor.” Foi esse amor — vivido como fé, missão e serviço — que guiou os milhares de fiéis ao Convento, e que move também a caminhada dessa família Meneghetti.
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