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Com apenas 0,6% da população vacinada, a Libéria recebeu ajuda do Papa Francisco para tratar pacientes com covid-19. Leia abaixo a matéria publicada no

Com apenas 0,6% da população vacinada, a Libéria recebeu ajuda do Papa Francisco para tratar pacientes com covid-19. Leia abaixo a matéria publicada no site Vatican News.

Francisco enviou uma grande quantidade de equipamentos médicos ao hospital católico “São José”, localizado na Diocese de Monróvia, úteis para o tratamento de pacientes afetados pela Covid-19.

São mais de 5.500 casos de coronavírus na Libéria, país africano que, até o momento, registra 245 mortes. A campanha de vacinação segue muito devagar, tanto que até agora apenas 0,6% da população recebeu a segunda dose da vacina.

Felizmente, porém, a máquina da solidariedade não para e na semana passada contou com um doador de excelência: o Papa Francisco. O Pontífice enviou uma grande quantidade de equipamentos médicos ao hospital católico “São José”, localizado na Diocese de Monróvia. Os medicamentos são úteis para o tratamento de pacientes afetados pela Covid-19. A doação do Papa foi entregue ao hospital na quarta-feira, 25 de agosto, pelo núncio apostólico local, dom Dagoberto Campos Salas, na presença do secretário-geral da Conferência Episcopal (Cabicol), pe. Dennis Cephas Nimene.

Os equipamentos entregues consistem em ventiladores, máscaras, capacetes respiratórios, oxigênio, protetores faciais e medicamentos antissépticos para as vias respiratórias. “Estamos gratos ao Santo Padre por esta doação”, disse o pe. Nimene, recordando que desde o início da pandemia, em 2020, o Pontífice tem apoiado o trabalho da Igreja católica na Libéria também através de doações em dinheiro, no valor de 40 mil euros. “Esta última oferta”, salientou o secretário-geral da Conferência Episcopal, “é a continuação de uma longa solidariedade”.

A Igreja católica na Libéria administra 22 estruturas de saúde, dentre as quais o Hospital São José, dirigido pela Ordem de São João de Deus (Fatebenefratelli), que é um ponto de referência. Em 2014, recordou o pe. Nimene, “todos os funcionários do hospital, tanto religiosos quanto leigos, enfrentaram a pandemia de ebola. Desde então, estão sendo feitos muitos esforços para preparar os funcionários e equipar adequadamente a estrutura para emergências semelhantes”. Entretanto, concluiu o secretário-geral da Conferência Episcopal, “a Igreja Católica apoia a campanha de vacinação contra a Covid, procurando incentivar os fiéis a submeterem-se à administração das doses previstas”.

A Libéria não é o único país onde chegou a solidariedade do Papa Francisco: em 11 de agosto, dois ventiladores pulmonares portáteis, dez caixas de máscaras cirúrgicas e dez de máscaras N95 e alguns oxímetros foram enviados ao Hospital católico “Bom Pastor” de Siteki, em Essuatíni (ex-Suazilândia).

Duas lideranças indígenas do Pará estavam na delegação do Movimento Laudato Si, recebida ontem, 26 de agosto de 2021, pelo Papa Francisco. Leia abaixo

Duas lideranças indígenas do Pará estavam na delegação do Movimento Laudato Si, recebida ontem, 26 de agosto de 2021, pelo Papa Francisco. Leia abaixo a matéria publicada no site Vatican News.

Na manhã desta quinta-feira, 26, o Papa Francisco recebeu na antessala da Sala Paulo VI uma delegação do Movimento Laudato Si (até 29 de julho chamado Movimento Católico Global pelo Clima), que tem o foco de suas atividades na ecologia integral, mas também o compromisso internacional e constante inspiração de ação na Encíclica do Papa o sobre o cuidado com a Casa Comum.

Duas lideranças indígenas do Pará presentes no encontro – Cacique Dadá Borari e Poraborari, da terra indígena Maró, município de Santarém, oeste do Pará – contaram que o Papa Francisco dançou o Surara – somos guerreiros, eu sou guerreiro – e na conversa deu a eles “uma esperança muito boa”. As lideranças acompanham a movimentação em torno da votação do marco temporal pelo STF nesta quinta-feira, mas também falaram sobre os inúmeros testes realizados antes de chegar na Itália – incluindo a quarentena de 10 dias – e ao final exortaram todos a usar máscara, álcoo gel, e ter cuidado consigo mesmo e com os outros.

Como foi o encontro com o Papa Francisco na manhã de hoje?

O encontro foi um encontro muito bom, por conta que o Papa nos recebeu com todo carinho, com toda essa pessoa que ele é, foi sensível, sensibilizou a luta indígena nossa no Brasil, principalmente lá do Baixo Tapajós, e ele nos garantiu que é possível a gente construir uma agenda, aonde a gente possa discutir exatamente esse grande problema que hoje ocorre no Brasil, que é possível a gente fazer aliança, que essa aliança seja feita entre nós do Brasil, a população indígena, e a liderança que ele é hoje aqui no Vaticano. Então ele deu uma esperança muito boa para gente, que a gente vai construir uma torre de liderança, que essa torre de liderança possa discutir exatamente esses grandes empreendimentos que ocorrem no Brasil.

Teve uma dança e um grito especial durante o encontro, é isso?

Foi muito legal, por conta que nós dançamos o Surara e o Papa Francisco entrou na roda com a gente, segurou na minha mão, e a gente conseguiu dançar o Surara, que nada mais é do que esse tom aqui…[canto indígena]. O Surara significa ‘somos guerreiros, eu sou guerreiro’ (…) significa que o Papa Francisco é um guerreiro forte aqui no Vaticano. Esse é o significado. E tem o grito ‘Surara!’, somos fortes.

Hoje vai ser votado no STF o marco temporal. Como vocês estão acompanhando a mobilização em torno da votação, que teve inclusive o apoio nesses dias da CNBB, da REPAM, da CRB….

Estamos acompanhando, estamos bastante preocupados, porque está sendo discutido o futuro dos territórios indígenas, o futuro dos povos indígenas, porque se o STF referenda o marco temporal, significa dizer na prática de que todos os territórios indígenas, eles acabam sendo atribuído, criada regra geral para ter direito à demarcação de terra, os povos que estavam sob posse em 5 de outubro de 1988, quando foi promulgada a Constituição, o Brasil é signatário. E com isso é muito prejudicial por conta que a nossa história não começa em 88, nós estamos ocupando o Estado brasileiro muito antes da constituição do Estado brasileiro, nós já estávamos ali ocupando aqueles territórios. Então o STF precisa reconhecer a presença indígena no Brasil, precisa reconhecer os povos indígenas como pertencentes daquele território, o direito dos povos indígenas é um direito signatário, originário, e que o STF precisa referendar. E mais, a própria tese do marco temporal ela é inconstitucional. Vários juristas do Brasil já fizeram seus artigos de apoio, apontando a inconstitucionalidade da tese do marco temporal, há dois dias atrás, a ONU lançou um relatório também afirmando ndo e ponderando que o STF precisa julgar pela inconstitucionalidade da tese do marco temporal, porque a ONU também entende de que o marco temporal é uma tese inconstitucional para os povos indígenas no Brasil.

Como vocês veem o apoio da Igreja Católica à causa indígena?

A Igreja Católica tem sua importância no mundo, tem suas influências no mundo, e no momento em que o cacique recebe um convite para se encontrar com Papa Francisco, onde o Papa Francisco assume o compromisso em criar uma aliança pela defesa e a manutenção dos direitos originários dos povos indígenas, dos povos tradicionais, isso é muito importante porque a Igreja nada mais, nada menos, do que está reconhecendo o seu papel social, não só o papel religioso mas seu papel social para com os povos, que há muito tempo foram dizimados e invisibilizados.

Nós estamos vivendo este período de pandemia. Como foi para chegar à Itália para este encontro no Vaticano e como está a situação da Covid em sua aldeia…

Desde que a gente saiu da aldeia, aí chegamos na Cidade de Santarém, a gente teve que fazer exame de Covid, fizemos exames em São Paulo, aí depois fizemos quando chegou aqui na Itália, e todos os exames foram negativos, e quando eu cheguei aqui na Itália a gente teve que ir para a quarentena de 10 dias. Após a quarentena a gente voltou a fazer exame de novo, testou negativo e para entrar aqui no Vaticano também tivemos que fazer o exame, graças a Deus deu tudo certo, deu tudo negativo.

Nesse momento de pandemia na aldeia, a gente está seguindo as nossas próprias regras culturais, e a gente teve um grande problema que por conta… no início nós tivemos 40 pessoas na aldeia que foram vítimas da Covid, mas daí temos uma grande que é que a minha mãe, Edite Alves de Souza o nome dela, e ela com outro pajé, andaram fazendo os remédios caseiro e graças a Deus nenhum indígena precisou ir para o hospital de Santarém, para que recebesse intubação, graças a Deus ninguém veio [foi ]e a gente só tratou, a mamãe, só tratou lá com os remédios caseiros que tem no próprio território. Então a sabedoria ancestral, voltada à medicina tradicional, ela foi positiva e graças a Deus todo mundo ficou bom, não deixou sequelas em ninguém e hoje a gente tá feliz, porque temos nossos saberes culturais que não deixa de somar com os saberes científicos. Mas a gente como a gente exige respeito da sociedade, nós também respeitamos a sociedade. Aí é por isso que eu concordei em fazer essa quarentena de 10 dias e a gente cumpriu a quarentena tudo na paz, tudo deu certo, espero sucesso a todo mundo, mesmo lá do meu país e aqui do país Vaticano e peço a todos, por favor: “Você que tá ouvindo neste momento, use máscara, use álcool gel e tenha cuidado que o que está em jogo não é a vida dos outros, mas é a nossa própria vida, a minha, a sua, a de todo mundo, vamos se cuidar.”

Na preparação para a Campanha da Fraternidade (CF) 2022, a Edições CNBB oferece no próximo sábado, 28 de agosto, às 9h, uma formação sobre

Na preparação para a Campanha da Fraternidade (CF) 2022, a Edições CNBB oferece no próximo sábado, 28 de agosto, às 9h, uma formação sobre o texto base conduzida pelo secretário executivo de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Patriky Samuel Batista. O evento será transmitido ao vivo, pelas redes sociais da editora e da CNBB.

O momento formativo será ocasião para conhecer melhor as reflexões propostas pelo tema “Fraternidade e Educação” e o lema “Fala com sabedoria, ensina com amor” (Pr 31, 26).

Padre Patriky explica que a CF 2022 se propõe a pensar a educação integral no horizonte do Pacto Educativo Global do Papa Francisco e que seu grande enfoque “é nos ajudar a pensar qual a contribuição da experiência da fé cristã na educação integral”.

O secretário executivo de Campanhas da CNBB também destaca que o olhar da Igreja para a educação hoje não pode se esquecer do cenário pandêmico que estamos vivendo: “O que a pandemia revelou da nossa cultura no que diz respeito à educação, tanto a evasão escolar, o desafio dos professores, o ensino remoto? Quais os impactos na nossa educação? Tudo isso vamos refletir e apresentar como o texto-base aborda todos esses elementos, lembrando que o texto base é essa primeira inspiração para motivar o debate, para iniciar uma boa conversa”.

Durante o encontro de formação, padre Patriky também vai falar sobre a dinâmica da Campanha da Fraternidade como um dos modos de viver a espiritualidade quaresmal. A informação e convite estão publicados no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Após a catequese da Audiência Geral, o Papa Francisco recordou as Paraolimpíadas, em Tóquio, no Japão que iniciaram ontem, 23 de agosto de 2021,

Após a catequese da Audiência Geral, o Papa Francisco recordou as Paraolimpíadas, em Tóquio, no Japão que iniciaram ontem, 23 de agosto de 2021, e disse:  “Envio a minha saudação aos atletas e agradeço-lhes, porque oferecem a todos um testemunho de esperança e coragem. Na verdade, mostram como o compromisso esportivo ajuda a vencer as dificuldades aparentemente intransponíveis”. As informações do site Vatican News.

Ao enviar mensagem para os participantes do Congresso  interuniversitário que acontece na Argentina entre 1 e 4 de setembro, com o tema “O cuidado

Ao enviar mensagem para os participantes do Congresso  interuniversitário que acontece na Argentina entre 1 e 4 de setembro, com o tema “O cuidado da casa comum”,  o Papa Francisco esclareceu que “A encíclica Laudato si’ não é somente uma encíclica “verde”, é uma encíclica “social”.

O Papa enviou a mensagem em vídeo e disse desejar que o Congresso “consiga ver todo o seu alcance e todas as suas consequências”.

O evento é organizado pelo Conselho Interuniversitário Nacional (CIN), pelo Conselho de Reitores de Universidades Privadas (CRUP) e pela Conferência Episcopal Argentina (CEA). De forma virtual, será realizado em distintos pontos do país para permitir uma maior participação.

Das jornadas participarão especialistas nacionais e internacionais, que compartilharão sua análise da atualidade e sobre os principais eixos da encíclica, como dignidade pessoal, fraternidade e diálogo intercultural, meio ambiente e desenvolvimento integral das pessoas.

Seis anos após a publicação da Encíclica, a finalidade do Congresso é a busca de uma nova agenda que atenda a complexidade e as diversas dimensões que atravessam esses fenômenos.

A notícia está publicado no site Vatican News

Na oração do Angelus o Papa Francisco refletiu sobre o Evangelho de São João e disse que devemos nos preocupar se Jesus Cristo não

Na oração do Angelus o Papa Francisco refletiu sobre o Evangelho de São João e disse que devemos nos preocupar se Jesus Cristo não nos colocar em crise. Leia a matéria publicada no site Vatican News.

“Não nos surpreendamos se Jesus Cristo nos coloca em crise. Aliás, nos preocupemos se não nos coloca em crise, porque talvez tenhamos diluído sua mensagem! E peçamos a graça de nos deixar provocar e converter por suas ‘palavras de vida eterna’”, disse Francisco no Angelus deste domingo, 22 de agosto, XXI Domingo do Tempo Comum. “Que Maria Santíssima, que carregou seu Filho Jesus na carne e se uniu a seu sacrifício, nos ajude a dar sempre testemunho de nossa fé com a vida concreta”, rezou o Papa

“Não devemos buscar Deus em sonhos e imagens de grandeza e poder, mas devemos reconhecê-lo na humanidade de Jesus e, consequentemente, na dos irmãos e irmãs que encontramos no caminho da vida.”

Foi o que disse o Papa na alocução que precedeu o Angelus, ao meio-dia deste XXI Domingo do Tempo Comum, este 22 de agosto, rezando a oração mariana com os fiéis e peregrinos presentes na Praça são Pedro.

Jesus, o verdadeiro pão descido do céu, o pão da vida

Explicando a Liturgia do dia, Francisco destacou que o Evangelho  (Jo 6, 60-69) nos mostra a reação da multidão e dos discípulos ao discurso de Jesus após o milagre dos pães. Jesus convidou a interpretar esse sinal e a acreditar n’Ele, que é o verdadeiro pão descido do céu, o pão da vida; e revelou que o pão que Ele dará é sua a carne e o seu sangue.

Estas palavras, disse o Santo Padre, soam duras e incompreensíveis aos ouvidos do povo, tanto que, a partir daquele momento, muitos de seus discípulos voltam atrás, ou seja, deixam de seguir o Mestre. Então Jesus pergunta aos Doze: “Não quereis também vós partir?”, e Pedro, em nome de todo o grupo, confirma a decisão de ficar com Ele: “Senhor, a quem iremos? Tens palavras de vida eterna e nós cremos e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”.

O Pontífice deteve-se brevemente na atitude daqueles que se retiram e voltam para trás, decidindo não seguir mais Jesus. De onde nasce essa descrença? Qual é o motivo desta recusa? – perguntou Francisco.

O escândalo da encarnação de Deus

“As palavras de Jesus causam grande escândalo: Ele está dizendo que Deus escolheu manifestar-se e trazer a salvação na fraqueza da carne humana. A encarnação de Deus é o que suscita escândalo e que representa para estas pessoas – mas muitas vezes também para nós – um obstáculo. De fato, Jesus afirma que o verdadeiro pão da salvação, que transmite a vida eterna, é sua própria carne; que para entrar em comunhão com Deus, antes de observar as leis ou cumprir os preceitos religiosos, é preciso viver uma relação real e concreta com Ele.”

O Santo Padre prosseguiu ressaltando que Deus se fez carne e sangue: abaixou-se ao ponto se tornar homem como nós, humilhou-se a ponto de assumir nosso sofrimento e nosso pecado, e nos pede para procurá-lo, portanto, não fora da vida e da história, mas no relacionamento com Cristo e com os irmãos e irmãs.

“Loucura” do Evangelho

Ainda hoje, a revelação de Deus na humanidade de Jesus pode causar escândalo e não é fácil de aceitar. É o que São Paulo chama de “loucura” do Evangelho diante daqueles que buscam os milagres ou a sabedoria do mundo (cf. 1 Cor 1, 18-25).

E este “escândalo” é bem representado pelo sacramento da Eucaristia: que sentido pode haver, aos olhos do mundo, ajoelhar-se diante de um pedaço de pão? Por qual motivo se alimentar assiduamente deste pão?

“Diante do gesto prodigioso de Jesus que alimenta milhares de pessoas com cinco pães e dois peixes, todos o aclamam e querem levá-lo em triunfo. Mas quando Ele mesmo explica que esse gesto é sinal de seu sacrifício, ou seja, do dom de sua vida, de sua carne e de seu sangue, e que aqueles que querem segui-lo devem assimilá-lo, sua humanidade dada por Deus e pelos outros, então não, esse Jesus não agrada mais”, observou o Papa.

Deixemo-nos colocar em crise

“Não nos surpreendamos se Jesus Cristo nos coloca em crise. Aliás, nos preocupemos se não nos coloca em crise, porque talvez tenhamos diluído sua mensagem! E peçamos a graça de nos deixar provocar e converter por suas ‘palavras de vida eterna'”, frisou Francisco.

Após a oração mariana, o Pontífice saudou os fiéis presentes na praça provenientes de vários países e de diferentes regiões da Itália. Havia também numerosos grupos de jovens aos quais o Papa dirigiu seu encorajamento para trilhar no caminho do Evangelho.

Definidas as representações para a Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe. As informações são do site da CNBB. Confira abaixo. O Conselho

Definidas as representações para a Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe. As informações são do site da CNBB. Confira abaixo.

O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está reunido nesta quarta-feira, 18 de agosto, de forma virtual. Na sessão desta manhã, foi definida a distribuição das 314 vagas para representantes do Brasil na Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe, marcada para novembro.

O número destinado aos participantes do Brasil foi definido pelo Conselho Episcopal Latino Americano (Celam), organizador da assembleia e que também estabeleceu uma quantidade de participantes para cinco categorias, a partir de suas vinculações eclesiais: bispos; padres e diáconos; religiosos e membros de institutos seculares; fiéis leigos; e pessoas em situação de periferia.

Bispos

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, não entra na lista dos 314 convidados, uma vez que está como “membro nato” da assembleia, por conta da função na Conferência Episcopal.

As 63 vagas dos bispos ficaram assim distribuídas: três para os demais integrantes da Presidência da CNBB; 12 para os membros do Consep; 38 para representantes dos Regionais, divididos proporcionalmente de acordo com o número de dioceses (o Regional Sul 1, por exemplo, com mais igrejas particulares, terá seis representantes); três bispos eméritos; dois bispos de recente nomeação; três bispos com mais de 20 anos de nomeação; e dom Geremias Steinmetz, arcebispo de Londrina (PR) e bispo membro da equipe de Animação Nacional.

Padres e diáconos

A Comissão Nacional dos Presbíteros e a Comissão Nacional dos Diáconos vão indicar os seus representantes, dividindo proporcionalmente as 63 vagas disponibilizadas.

Religiosos e institutos seculares

A Conferência dos Religiosos do Brasil e a Conferência Nacional dos Institutos Seculares do Brasil (CNISB) também indicarão 63 nomes, observando a diversidade de idades e carismas.

Leigos

A Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato terá 94 indicações. Para chegar aos nomes, buscarão referências nos organismos ligados aos leigos, como CNLB, CEBs, e também nas Pastorais, como a Familiar e a Juvenil. O Celam orientou que a escolha deve observar a proporção de gênero, idade, movimentos, paróquias e pequenas comunidades e organizações sociais.

Situação de periferia

O último grupo consiste em pessoas em situação de periferia. São 31 participantes que deverão ser indicados pela Cáritas Brasileira.

As indicações devem chegar à CNBB até o dia 25 de setembro para encaminhamento à organização da Assembleia Eclesial, marcada para o período de 21 a 28 de novembro, de forma virtual.

Interpretada em três idiomas, português, espanhol e inglês, foi lançada a música para a Jornada da Juventude 2021. Clique aqui para ouvir o clipe.

Interpretada em três idiomas, português, espanhol e inglês, foi lançada a música para a Jornada da Juventude 2021. Clique aqui para ouvir o clipe.

A publicação é do site Aleteia. Confira abaixo.

Com o título em português “Jesus disse-me: ‘levanta-te!’”, acaba de ser lançada a música que animará a Jornada da Juventude de 2021.

Neste ano, de acordo com as novas disposições do Papa Francisco, a Jornada da Juventude ocorrerá em nível local, ou seja, em cada uma das dioceses do mundo. A próxima Jornada, que reunirá o Papa e os jovens num evento global, acontecerá em 2023, em Lisboa.

Jovens protagonistas da Igreja

A canção foi produzida e publicada pela Fundação Ramón Pané, através do programa Cristonaut @ s. Visa encorajar os jovens a serem protagonistas do cristianismo nestes momentos decisivos que a Igreja vive.

A letra surgiu após um processo de reflexão, segundo o método da Lectio Divina do Ir. Ricardo Grzona, Diretor Executivo da Fundação Ramón Pané.

“Ao nos projetarmos para ver como seria a composição musical, passamos a ver nossa Igreja, a entendê-la, a ver o que a juventude de hoje segue e fizemos o que o primeiro evangelizador da América, Ramón Pané, fez em 1494, ‘inculturar’ nós mesmos e sugerimos ritmos contemporâneos ”, explica Irmão Ricardo Grzona.

Em três idiomas: espanhol, inglês e português

Por isso, na produção do vídeo, a Fundação Ramón Pané reuniu alguns dos mais conhecidos cantores católicos cristãos de diversos países.

“Juntamo-nos a eles para cantar a primeira música em três línguas (espanhol, português e inglês). Acreditamos que será a primeira música com essas características na Igreja e, talvez, no mundo secular ”, acrescenta o diretor executivo da Fundação Pané.

Além disso, ele acrescenta: “Queremos dar aos jovens instrumentos de reflexão, de oração e encorajá-los a participar na Jornada Mundial da Juventude”.

“Levanta-te!”, lema da Jornada de 2021

Conforme relatado pelo Dicastério para os Leigos, Família e Vida, da Santa Sé, o tema escolhido pelo Santo Padre para a Jornada Diocesana da Juventude de 2021 será: “Levanta-te! Eu te constituo testemunha do que viste” (cf. Atos 26,16).

O Papa Francisco determinou que a Jornada Diocesana da Juventude seja celebrada este ano no Domingo de Cristo Rei, 21 de novembro.

“Este caminho espiritual marcado pelo Pontífice continua em coerência com a reflexão iniciada na última Jornada Mundial da Juventude no Panamá em 2019 e com o caminho sinodal, em particular com a Exortação Apostólica Christus vivit”, explica o Ir . Grzona.

Levanta-te, “acorda para a vida”

“Este tema apresenta o convite aos jovens a ‘levantar-se’, para se apressarem em viver o chamado do Senhor e difundir a boa nova, como fez a Virgem Maria depois de ter pronunciado o ‘Aqui estou’”, esclarece Grzona.

De fato, enfatiza Grzona, o verbo “’levantar-se” no texto original de São Lucas também tem o significado de’ ressuscitar ‘,’ despertar para a vida ‘. Isso é apresentado em um vídeo lírico (para poder ser cantado nas três línguas) ”.

Vozes de jovens de todas as Américas

Entre os cantores que participaram do videoclipe de lançamento, estão artistas de toda a América. Os representantes de língua portuguesa, por exemplo, são: Marcos Tonasse e Frei Renã Barros.

“Os cantores se uniram em uma experiência internacional, para mostrar que jovens de todos os países podem participar”, diz o irmão Grzona.