Notícias da Igreja

Os temas para os próximos Dias Mundiais da Juventude que acontecem nas dioceses e arquidioceses no dia da Festa de Cristo Rei. A escolha
Os temas para os próximos Dias Mundiais da Juventude que acontecem nas dioceses e arquidioceses no dia da Festa de Cristo Rei.
A escolha é feita pelo Papa e a divulgação é do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

XXXVIII Jornada Mundial da Juventude, 2023: «Alegres na esperança» (cf. Rm 12, 12);

XXXIX Jornada Mundial da Juventude, 2024: «Aqueles que esperam no Senhor caminham sem se cansar» (cf. Is 40, 31).

Na exortação apostólica pós-sinodal Christus vivit, o Papa Francisco indicava Cristo como «a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo» (n. 1). Agora, com os temas das duas próximas DMJ, Sua Santidade convida os jovens a aprofundar o significado da esperança cristã e a testemunhar alegremente que Cristo está vivo.

Notícias e outras informações relativas às JMJ podem ser encontradas no site do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida: www.laityfamilylife.va.

Fonte: vaticannews.va
Ontem, 24 de setembro, celebramos o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados e o Papa Francisco fez um apelo após a oração do Angelus.
Ontem, 24 de setembro, celebramos o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados e o Papa Francisco fez um apelo após a oração do Angelus. “É necessário que a cada homem e a cada mulher seja garantida a possibilidade de viver uma vida digna na sociedade em que se encontra. Infelizmente miséria, guerra e crise climática obrigam muitas pessoas a fugir. Por isso todos somos chamados a criar comunidades prontas e abertas, para acolher, promover, acompanhar e integrar quem bate à nossa porta”.
O Papa acentuou que migrar de veria uma escolha e não a única saída.
Fonte: site vaticannwes.va
Em novo vídeo, o assessor jurídico da civil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dr. Hugo Cysneiros, apresentou novas informações sobre a

Em novo vídeo, o assessor jurídico da civil da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dr. Hugo Cysneiros, apresentou novas informações sobre a atuação da entidade no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442. A ação está na pauta de julgamento virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) e tem por objetivo descriminalizar o aborto no Brasil. Hugo manifestou “indignação” e “estranheza técnica” diante de incoerências na condução do processo pela Suprema Corte.

O advogado contou que o STF tomou uma decisão sobre a acolhida dos amicus curiae, entidades que apoiam o processo com indicações sobre o tema, após a divulgação do último vídeo, no qual ele destacava a omissão da Suprema Corte sobre a participação de entidades nessa contribuição ao processo.

Entretanto, o prazo para manifestação só foi conhecido pelas entidades após já ter sido finalizado. O julgamento terá início à meia noite desta sexta-feira, 22 de setembro, de forma virtual.

“Temos aqui, portanto, um prazo impossível de ser cumprido. Diversas instituições já se manifestaram acusando esse problema procedimental, esta clara nulidade processual, e estamos esperando algum tipo de pronunciamento do Supremo Tribunal Federal”, destacou Hugo Cysneiros.

O advogado também destacou “com estranheza” o fato de ser um julgamento virtual sobre um tema tão importante naquilo que pra ele “talvez seja a mais importante ação judicial julgada nos últimos anos pelo STF, que diz respeito ao direito à vida”.

“Por que conduzir um processo como esse em ambiente virtual, sem sessão plenária presencial, onde claramente a sociedade brasileira terá acesso e conhecimento aos argumentos das partes dos amicus curiae e também dos senhores e senhoras, ministros e ministros do Supremo Tribunal Federal? Fica aqui a nossa indignação, a nossa estranheza técnica, sobretudo, e esperamos dar seguimento a essa luta com resultado favorável, a fim de que o Estado Democrático de Direito seja preservado”, salientou.

Confira o vídeo na íntegra:

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio do fundo emergencial, destinou 90 mil reais ao regional sul 3, que corresponde ao Estado do Rio Grande

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio do fundo emergencial, destinou 90 mil reais ao regional sul 3, que corresponde ao Estado do Rio Grande do Sul. O recurso é para ajudar na reconstrução dos espaços coletivos e dedicar apoio às famílias mais afetadas com as inundações. Ao todo são 91 municípios em estado de calamidade pública, com 46 mortes e mais de 50 desaparecidos. Além disso, milhares de famílias estão desabrigadas e sem as mínimas condições de garantir o essencial para a sobrevivência.

O secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, salientou que a Conferência sempre esteve muito preocupada e envolvida com as questões também de calamidade pública. Ele enfatizou que a CNBB nunca deixou de responder, dentro da sua possibilidade, com ajuda e colaboração, seja do ponto de vista espiritual, rezando e orando pelas famílias vitimadas, como também, na medida do possível, ajuda financeira.

“Nesse momento o nosso foco está no Rio Grande do Sul. Fomos buscar recursos de ajudas emergenciais para colaborar nesse momento de dor, de sofrimento, de reconstrução. E para nós, é um momento de solidariedade e a CNBB é a primeira que deve estar sempre à disposição para colaborar nesses momentos”, disse.

O monsenhor Nereudo Freire Henrique, ecônomo da CNBB, também salientou a atenção que a CNBB sempre teve para com os mais necessitados. Ele recordou que nos últimos três anos, a partir da pandemia, a Conferência teve um assento às comunidades carentes, de forma especial às comunidades vítimas de alguma catástrofe.

Para o monsenhor, o gesto de colaboração é um sinal de solidariedade. “Significa dizer que a Conferência, além da Campanha da Fraternidade, também tem uma atenção e participa com ajuda emergencial a comunidades carentes do Brasil”, disse. Ele relembrou os momentos de ajuda que a CNBB ofereceu também a outras regiões como o Norte e Nordeste do país.

Gratidão

O arcebispo de Santa Maria (RS) e presidente do regional Sul 3, dom Leomar Antônio Brustolin, enfatizou que mais de 20 mil pessoas estão desalojadas e cerca de 1.500 desabrigadas. Ele agradeceu a ajuda ofertada pela CNBB e exortou para que mais pessoas se engajem a colaborar, visto que muitas cidades foram praticamente destruídas.

“Tudo que está vindo agora é importante, porque a maioria das pessoas doa alimento, roupa, água, etc; mas precisamos de mais para reconstruir as cidades. E as dioceses estão ajudando a partir de uma caridade organizada”, disse.

Dom Leomar relembrou a campanha que o regional Sul 3 tem encabeçado para auxiliar na arrecadação de donativos que possam socorrer as famílias necessitadas. O regional disponibiliza a sua conta para o recebimento de doações via PIX: pela chave 33685686001041 (CNPJ).

Foto de capa: Marcelo Caumo - RS/Instagram
Fonte: CNBB
Na audiência geral desta quarta-feira, 20 de setembro, o Papa Francisco recebeu os fiéis na Praça São Pedro, e durante a catequese, deu continuidade

Na audiência geral desta quarta-feira, 20 de setembro, o Papa Francisco recebeu os fiéis na Praça São Pedro, e durante a catequese, deu continuidade ao ciclo de reflexões sobre a paixão pela evangelização. O Santo Padre apresentou o testemunho de São Daniel Comboni, que desenvolveu seu apostolado na África.

Francisco iniciou destacando que São Daniel continuamente lutava contra o horror da escravidão, da qual era testemunha. “A escravidão “coisifica” o homem, cujo valor se reduz a ser útil a alguém ou a alguma coisa. Mas Jesus, Deus feito homem, elevou a dignidade de cada ser humano e desmascarou a falsidade da escravidão. Comboni, à luz de Cristo, tomou consciência do mal da escravatura” sublinhou o Papa, “e compreendeu, além disso, que a escravidão social está enraizada em uma escravidão mais profunda, a do coração, a do pecado, da qual o Senhor nos liberta”.

O apelo continuo contra a exploração 

O Pontífice afirmou que os cristãos são chamados a combater contra todas as formas de escravidão, e ressaltou: “a escravidão, tal como o colonialismo, não é uma recordação do passado.” O Papa também sublinhou a atualidade deste tema, e disse que a África tão amada por Comboni, ainda hoje é dilacerada por muitos conflitos políticos e econômicos, que não deixam de ser tipos de escravidão.

Francisco renovou o seu apelo, como havia feito em Kinshasa, no inicio deste ano: “Basta de sufocar a África: não é uma mina a ser explorada ou um solo a ser saqueado”.

Os protagonistas da evangelização

Ao aprofundar na história de São Daniel, o Papa recordou que o missionário, depois de passar um período inicial na África, teve que deixar aquela terra por motivos de saúde: “Muitos missionários morriam após contraírem doenças, aliado à falta de conhecimento da situação local. Contudo, se outros abandonavam a África, Comboni não o fez”. Depois de um tempo de discernimento, sentiu que o Senhor o inspirava com um novo caminho de evangelização, que ele sintetizou nestas palavras: “Salvar a África com a África”.

Para Francisco esta é uma intuição poderosa, que contribuiu para renovar o compromisso missionário: as pessoas evangelizadas não eram apenas “objetos”, mas “sujeitos” da missão, e São Daniel desejava tornar todos os cristãos protagonistas da ação evangelizadora, e assim com este espírito, destacou o Papa, “pensou e agiu de forma integral, envolvendo o clero local e promovendo o serviço leigo dos catequistas, que são um tesouro da Igreja: os catequistas são aqueles que vão adiante na evangelização”, sublinhou Francisco.

“Quão importante é, ainda hoje, fazer progredir a fé e o desenvolvimento humano a partir de contextos de missão, em vez de transplantar modelos externos ou limitar-se a um estéril assistencialismo! Nem modelos externos nem assistencialismo. Extrair da cultura dos povos o caminho para a evangelização. Evangelizar a cultura e inculturar o Evangelho andam juntos.”

A paixão missionária

O Papa afirmou que a missão de Comboni, todavia, não foi fruto de seu esforço humano, mas foi movido pela sua coragem e motivado somente por valores importantes, como a liberdade, a justiça e a paz; o seu zelo nasceu da alegria do Evangelho, inspirava-se no amor de Cristo e levava ao amor por Cristo.

“A fonte da capacidade missionária, para Comboni, é, portanto, a caridade, em particular o zelo em fazer próprios os sofrimentos dos outros, em senti-los na própria pele e em saber aliviá-los, como bons cireneus da humanidade.”

Sobre a missão de São Daniel, o Santo Padre disse que sua paixão pela evangelização nunca o levou a agir como solista, mas sempre em comunhão, e alertou para o drama do Clericalismo, onde se formam sujeitos de “pescoço torto”, cheios de egoísmo e de si mesmos, que não cuida como se deve da salvação e conversão das almas.

Os crucificados dos dias atuais

Francisco afirmou que Comboni é testemunha do amor do Bom Pastor, que vai procurar quem está perdido e dá a vida pelo rebanho. “Seu zelo foi enérgico e profético em opor-se à indiferença e à exclusão. Nas suas cartas recordava com tristeza a sua amada Igreja, que durante demasiado tempo se esqueceu de África”, lembrou o Santo Padre.

O Papa também destacou que o sonho de São Daniel era ver uma Igreja que faça causa comum com os crucificados da história, para experimentar com eles a ressurreição.

“Neste momento, eu lhe dou uma sugestão. Pensem nos crucificados da história de hoje: homens, mulheres, crianças, idosos que são crucificados por histórias de injustiça e dominação. Vamos pensar neles e rezar por eles.”

Um testemunho vindo do Brasil

“Antes de vir para cá, tive uma reunião com legisladores brasileiros que trabalham para os pobres, que tentam promover os pobres com assistência e justiça social. E eles não se esquecem dos pobres: eles trabalham para os pobres”, contou Francisco, ao concluir a catequese ao dizer da importância do testemunho que escutou do trabalho que este grupo faz pelos mais necessitados, e fez um convite: “não se esqueçam dos pobres, porque serão eles que abrirão a porta do céu”.

Os brasileiros que encontraram com o Papa Francisco vieram ao Vaticano para entregarem ao Papa o prêmio Zilda Arns. A audiência privada durou cerca de trinta minutos e aconteceu na antesala da Sala Paulo VI. O grupo é composto por sete Deputados Federais que fazem parte da Comissão em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (Cidoso): Aliel Machado Bark, José Dias de Castro Neto, Reimont Luiz Otoni Santa Barbara, Flávia Carreiro Albuquerque Morais, Simone Aparecida Curraladas dos Santos, Leandre dal Ponte e José Haroldo Figueiredo Campo.

O prêmio Zilda Arns é uma forma de reconhecimento às pessoas e instituições que contribuíram ou têm contribuído ativamente na defesa dos direitos das pessoas idosas. O prêmio consiste em um diploma de menção honrosa, concedido anualmente a até cinco homenageados.

Foi lançada nesse domingo, 17 de setembro, durante a celebração eucarística de encerramento do Seminário Nacional das Campanhas, presidida pelo bispo auxiliar de Brasília

Foi lançada nesse domingo, 17 de setembro, durante a celebração eucarística de encerramento do Seminário Nacional das Campanhas, presidida pelo bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Ricardo Hoepers, na Basílica Menor São Francisco de Assis, em Brasília (DF), a música do hino da Campanha da Fraternidade (CF) 2024, que tem como tema “Fraternidade e amizade social” e o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs”, (Cf. Mt. 23, 8).

O assessor das Campanhas da CNBB, padre Jean Poul,, organizador do seminário. | Foto: Osnilda Lima.

O seminário foi promovido pelo Setor de Campanhas da CNBB de 14 a 17 de setembro, em Brasília, e reuniu cerca de 60 lideranças responsáveis pela dinamização da Campanha da Fraternidade  nos 19 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), seus jornalistas e comunicadores e membros da coordenação nacional e representantes da Pastoral da Comunicação  no Brasil, de canais de televisão católicas (TV Aparecida, TV Evangelizar e TV Imaculada) e membros da direção da Signis Brasil.

Autor da música

 

José David Melo, autor da música do hino da CF 2024

De autoria do José David Melo, da arquidiocese de Aracaju (SE), a música seguiu todos os critérios estipulados no edital divulgado em julho no site da CNBB, dentre eles o de melodia e ritmo fluentes, acessíveis a qualquer tipo de assembleia. A melodia também obedeceu o critério de realçar o sentido da letra.

“É muito importante poder contribuir com a Campanha da Fraternidade que, sobretudo no tempo quaresmal, nos ajuda a viver essa dimensão social da fé, mas sem deixar de lado a dimensão da oração, a dimensão das práticas penitenciais”, disse o autor.

A inspiração para a música, segundo o autor, surgiu a partir de melodias anteriores, sobretudo das suas preferidas que são as de 2017 e a de 2020. Ele deixou claro também que os hinos da CF não são um canto litúrgico, mas que são específicos para serem utilizados nos encontros da Campanha da Fraternidade, início ou final das vias-sacras ou das missas. “É muito gratificante contribuir com essa campanha que é muito importante para a Igreja no Brasil”, disse.

Assista o depoimento do autor da música:

Letra do hino

A letra do hino já havia sido divulgada no site da Conferência em julho de 2023. O autor é o Douglas Diego Palmeira Rocha, cristão leigo da arquidiocese de Campinas (SP).  

Douglas Diego, autor da letra do hino da CF 2024

A inspiração para a letra, segundo Douglas, foi fruto da oração feita com os textos bíblicos que são próprios para o tempo quaresmal, mas também de todas as contribuições e iluminações do Papa Francisco para a Igreja através de sua Encíclica Fratelli Tutti.

Ele comenta que a Campanha da Fraternidade abre a oportunidade de refletir sobre a comunhão, o diálogo, a amizade social. “Me apoiando em todo o magistério da Igreja tive a graça de compor esse texto”, disse.

Assista o depoimento do autor da letra do hino abaixo:

 

 

 

Letra escolhida para a CF 2024:

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2024

Tema: Fraternidade e Amizade Social
Lema: “Vós sois todos irmãos e irmãs” (Mt 23, 8)

Letra: Douglas Diego Palmeira Rocha

1. Conduzidos a este deserto, (cf Mc 1, 13)
Deus nos chama à libertação (cf Ex 3,8; 20,2)
da indiferença e divisão:
“Onde está tua irmã, teu irmão?” (cf Gn 4,9)
“Eis a hora! O Reino está perto,
Crê na Palavra e na conversão. ((Mc 1,15)

REFRÃO: “Vós sois todos irmãos e irmãs” (Mt 23,8)
é palavra de Cristo, o Senhor;
pois a fraternidade humana
deve ser conversão e valor.
Seja este um tempo propício (cf 2Cor 6,2)
para abri-nos, enfim, ao amor!

2. A Quaresma nos chama a assumir
um amor que supera barreiras, (FT 1)
desejando abraçar e acolher, (FT 3)
se estendendo além das fronteiras, (FT 99)
rompendo as cadeias que isolam,
construindo relações verdadeiras. (FT 62)

3. Misericórdia, pecamos, Senhor, (Sl 50,3)
sem no outro um irmão enxergar.
Mas queremos vencer os conflitos,
pela cultura do encontro lutar. (FT 30)
Em unidade na pluralidade,
um só Corpo queremos formar! (cf 1Cor 12,12-31)

4. O Senhor nos propõe aliança (Gn 9,8-15)
e nos trata com terno carinho. (Sl 102,4)
Superemos divisões, extremismos
ninguém vive o chamado sozinho. (FT 32)
Só assim plantaremos a paz:
“Corações ardentes e pés a caminho” (cf Lc 24, 32-33)

5. “Alarga o espaço da tenda” (Is 54,2)
e promove a amizade social, (cf EG 228)
vence as sombras dum mundo fechado,
construindo Igreja sinodal.
Convertidos, renovados veremos
novo céu, nova terra, afinal. (Ap 21,1-7)

Aprenda a cantar o hino da CF 2024 com o vídeo produzido pela Edições CNBB:

 

 

Por ocasião dos 150 anos de fundação da Farmácia Vaticana, o Papa encontrou com os consagrados da Ordem Hospitaleira de São João de Deus,
Por ocasião dos 150 anos de fundação da Farmácia Vaticana, o Papa encontrou com os consagrados da Ordem Hospitaleira de São João de Deus, colaboradores e funcionários da instituição.
A mensagem do Papa  se adapta a todos os profissionais da saúde em qualquer lugar do mundo e um conselho para as pastorais da saúde espalhadas pelo mundo.
O Papa agradeceu o trabalho e disse que “a profissão do farmacêutico é uma missão”.
Gostaria de dizer obrigado, obrigado por isso: obrigado aos Irmãos de São João de Deus, aos colaboradores leigos, aos farmacêuticos e funcionários, aos que trabalham nos armazéns e a todos os que ajudam nessa obra. Obrigado por seu profissionalismo e dedicação, mas também pelo espírito de acolhida e disposição com que realizam sua tarefa, que às vezes exige esforço e – como aconteceu especialmente durante a pandemia – requer disposição para o sacrifício”.
A todos fez uma recomendação:
De vez em quando, levantem seus olhos para o Crucifixo, voltando o olhar para o Deus chagado e ferido. O serviço que vocês prestam aos doentes é um serviço a Ele. E é bom obter do Médico celestial paciência e benevolência, e a força para amar, sem se cansar. Em Sua escola, desde a cátedra da cruz até o balcão da farmácia, que vocês também sejam dispensadores diários de misericórdia”. 
Fonte: site vaticannews.va

 

 

 

 

A nova edição do Missal Romano será lançada no próximo dia 19 na sede da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, às 10h30.

A nova edição do Missal Romano será lançada no próximo dia 19 na sede da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, às 10h30.

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