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Em preparação próxima ao Sínodo sobre sinodalidade, acontece em Roma no próximo dia 30 de setembro, uma vigília de oração ecumênica. A vigília será
Em preparação próxima ao Sínodo sobre sinodalidade, acontece em Roma no próximo dia 30 de setembro, uma vigília de oração ecumênica. A vigília será presidida pelo Papa Francisco e tem como título “Together”, em Português traduzida como “Juntos: encontro do Povo de Deus”. O Sínodo foi dividido em etapas: diocesanas, continentais, a próxima que reune lideranças e representantes mundiais que começa em outubro deste ano, e a última etapa, prevista para 2024.
Leia abaixo como será a vigília e quais os objetivos deste processo sinodal publicados pelo vaticannews.va.

“Caminhar mais juntos”

“O desafio deste Sínodo é aprender a caminhar mais juntos, na escuta do Espírito, tornando-nos uma Igreja mais sinodal, para anunciar o Evangelho no mundo de hoje”: foi o que afirmou, em uma coletiva, na Sala de Imprensa Vaticano, a Irmã Nathalie Becquart, vice-secretária da Secretaria Geral do Sínodo. A religiosa propôs algumas chaves para uma maior compreensão deste evento, intimamente ligado ao caminho sinodal. Recordou, em particular, as palavras do Papa Francisco: “Não pode haver sinodalidade sem ecumenismo e nem ecumenismo sem sinodalidade”.

Por isso, o evento na Praça São Pedro será altamente simbólico, porque contará com a presença de líderes das Igrejas Ortodoxa, Protestante e Evangélica, além de alguns delegados fraternos e membros da Assembleia Geral do Sínodo, que, juntos com o Papa, acompanharão o início de um caminho sinodal, que tem suas raízes no Concílio Vaticano II.

Programa da Vigília de Oração

Ao apresentar, detalhadamente, o programa da Vigília ecumênica, que se realizará na tarde do dia 30 de setembro, na Praça São Pedro, a Irmã Nathalie Becquart explicou: “O evento, aberto com cantos, músicas e momentos de oração, que expressam gratidão, será inaugurado com um pronunciamento do Papa Francisco”. A seguir, haverá uma oração do Patriarca Ecumênico, Bartolomeu I, a leitura da Palavra de Deus, as intercessões lidas por um líder religioso ou delegado fraterno do Sínodo, enquanto o “Pai Nosso” será rezado pelo Arcebispo Welby. Por fim, após a oração final, o Papa Francisco concederá a bênção apostólica, junto com os doze chefes de Igrejas e líderes cristãos.

Participação cerca de 3 mil jovens, entre os 18 e 35 anos

O Irmão Matthew, que, a partir do próximo dia 3 de dezembro, ocupará o cargo de Prior de Taizé, abençoará a Praça São Pedro, onde estarão reunidos cerca de 3 mil jovens, dos 18 aos 35 anos, provenientes de vários países europeus e pertencentes a várias Igrejas cristãs. Participarão da Vigília também um grupo crianças, que naqueles dias estarão reunidas em oração pelo Sínodo, reiterando o princípio citado pelo Papa: “Um caminho se faz caminhando”.

Trabalhos sinodais

A respeito dos trabalhos do Sínodo, cujo calendário e regulamento ainda estão em fase de definição, Paolo Ruffini, Prefeito do Dicastério para a Comunicação, bem como Presidente da Comissão de Informação da Assembleia sinodal, apresentou aos jornalistas, durante a coletiva de imprensa, algumas indicações para uma compreensão correta do Sínodo: “É preciso contribuir para que haja um clima de colaboração serena entre todos os participantes do Sínodo, para que possa produzir seus devidos”.

Segundo o desejo do Papa, disse Ruffini, deve-se criar um espaço dentro da Igreja, que não é um “parlamento” e muito menos “uma sala de visita”; mas, livre de qualquer “ideologia”, deve-se também favorecer o “diálogo entre os batizados e os membros da Igreja, falar sobre a vida da Igreja e sobre o diálogo com o mundo e os problemas que hoje afligem a humanidade”.

Como comunicar o Sínodo

Paolo Ruffini acrescentou ainda: “O Papa convida todos a compreender e a falar sobre o autêntico significado de Sínodo, um processo de discernimento para toda a Igreja, que abrange a confidencialidade, sacralidade e momentos de verdadeira escuta, discernimento e oração, baseada na comunhão”.

A Igreja não é um Parlamento

O Sínodo será é instrumento de maior conhecimento entre seus membros, que se sentem “parte de um só corpo”, afirmou Paolo Ruffini, que acrescentou: “Depois de três semanas de oração, reflexão e conversão, a Assembleia sinodal aprovará um documento de síntese, que será publicado, mas que não deverá ser considerado documento final. Esta é a primeira sessão do Sínodo. A segunda, conforme o anúncio do Papa, se realizará no próximo ano”.

Citando as palavras do Papa, Paolo Ruffini reiterou: “O Sínodo não é e nem será “uma discussão em Parlamento, que não tem nada a ver com dinâmica eclesial”. O processo sinodal contará, certamente, com ideias discordantes, mas buscará também encontrar um consenso, que satisfaça a todos. Eis a característica do caminho sinodal”.

O Papa, hoje, 06 de setembro, na Audiência Geral na Praça de São Pedro, lembrou a visita à Mongólia, sua 43ª viagem, e disse
O Papa, hoje, 06 de setembro, na Audiência Geral na Praça de São Pedro, lembrou a visita à Mongólia, sua 43ª viagem, e disse e falou de sua alegria por encontrar uma Igreja feliz: “Tive a graça de encontrar na Mongólia uma Igreja humilde e feliz, que está no coração de Deus, e posso testemunhar-vos a sua alegria por se encontrarem por alguns dias também no centro da Igreja”.
Francisco destacou as características que percebeu durante a visita: Igreja humilde e feliz; missionários apaixonados pelo Evangelho; a riqueza da convivência ecumênica. O Papa acentuou a importância de ser Igreja encarnada e definiu a catolicidade como universalidade encarnada.

O Pontífice fez então memoria da “Casa de Misericórdia”, inaugurada por ele no último dia da viagem, sendo a primeira obra de caridade na Mongólia.

“Aquele espaço expressa todos os componentes da Igreja local: um lugar aberto e acolhedor, onde as misérias de todos podem entrar em contato sem vergonha com a misericórdia de Deus que eleva e cura. Eis o testemunho da Igreja mongol, com missionários de vários países que se sentem um com o povo, felizes em servi-lo e descobrir as belezas que já existem ali”.

“Os missionários não foram lá para fazer proselitismo, isso não é evangélico, eles foram lá para viver como o povo mongol, para falar a língua deles, para assumir os valores daquele povo e pregar o Evangelho no estilo daquela cultura”.

Francisco explicou porque foi à Mongólia: “Mas por que o Papa vai tão longe para visitar um pequeno rebanho de fiéis? Porque é precisamente ali, distante dos holofotes, que muitas vezes se encontram os sinais da presença de Deus, que não olha para as aparências, mas para o coração. O Senhor não procura o centro do palco, mas o coração simples de quem O deseja e O ama sem aparecer, sem querer destacar-se dos outros. E tive a graça de encontrar na Mongólia uma Igreja humilde e feliz, que está no coração de Deus, e posso testemunhar-vos a sua alegria por se encontrarem por alguns dias também no centro da Igreja.”

Fonte: site vaticannews.va

 

 

 

Para contribuir com a vivência do terceiro Ano Vocacional do Brasil, a Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional

Para contribuir com a vivência do terceiro Ano Vocacional do Brasil, a Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) junto à Comissão de Comunicação do Ano Vocacional promove um ciclo de diálogos sobre “Vocação e Comunicação” nos meses de setembro, outubro e novembro.

Os encontros serão online, por meio de videoconferência na plataforma Zoom, com transmissão simultânea pelos canais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) e pela página da Confederação Latinoamericana dos Religiosos (CLAR). Para participar da sala do Zoom é necessária a inscrição prévia, com vagas limitadas.

Para a coordenadora da Comissão de Comunicação do Ano Vocacional e assessora de comunicação da CRB, irmã Neusa Santos, o objetivo deste ciclo é estimular reflexões mais profundas sobre a estreita conexão entre duas esferas essenciais: a vocação e a comunicação.

Programação

O primeiro encontro será no dia 13 de setembro, às 20h, e tem a centralidade da reflexão em sintonia com o Mês da Bíblia. O tema Chamados a comunicar a Palavra de Deus: “vestir-se da nova humanidade” será abordado pela religiosa paulina e biblista, irmã Zuleica Silvano, e pelo bispo auxiliar de São Paulo e presidente da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB, dom Ângelo Ademir Mezzari. A mediação será feita pela irmã Neusa Santos.

No mês de outubro, consagrado em todo mundo pela oração e reflexão sobre a missão, o tema escolhido é “Discernimento vocacional nas rodovias digitais”. O encontro que acontece no dia 18 de outubro, às 20h, terá como convidados a diretora nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM), irmã Regina Costa Pedro, e o coordenador-geral da Pascom Brasil, Marcus Tullius. A mediação será feita pelo integrante dos Jovens Conectados, Adilson Zorzi. A inspiração para este tema é o documento publicado pelo Dicastério de Comunicação da Santa Sé, “Rumo à presença plena: uma reflexão pastoral sobre a participação nas redes sociais”.

Para encerrar o ciclo, na perspectiva do Sínodo sobre Sinodalidade, o encontro do 8 de novembro, às 20h, terá o tema “Vocação e comunicação para uma igreja toda sinodal”. Os convidados para este momento são a assessora da CRB e da CMOVIC, irmã Maristela Ganassini, e do diretor do Centro para a Comunicação do Conselho Episcopal Latinoamericano e Caribenho (CELAM), professor Oscar Elizalde. A mediação será do jornalista e assessor de comunicação da diocese de Caxias do Sul, Felipe Padilha.

Aprofundar a graça e a missão

Irmã Neusa Santos afirma que o ciclo de diálogos guiará nos meses subsequentes para explorar com mais profundidade as dimensões missionária e sinodal da Vocação e da Comunicação, todas intrinsecamente entrelaçadas no âmbito vocacional.

“Esses temas se revelam de suma importância em meio aos diálogos que permeiam as relações entre o chamado para transmitir a mensagem positiva do Reino, abrangendo dimensões como a vocacional, a missionária e a sinodal. Eles nos convidam a mergulharmos nas profundezas da Graça e da missão, central nas discussões do Ano Vocacional”, afirmou.

Terceiro Ano Vocacional do Brasil

Aberto em 20 de novembro de 2022, o terceiro Ano Vocacional do Brasil comemora os 40 anos do primeiro ano temático dedicado à reflexão, oração e promoção das vocações no país. A sua culminância será na próxima solenidade de Cristo Rei, em 26 de novembro de 2023.

Inspirado no Documento Final do Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, o Ano Vocacional tem o objetivo de promover a cultura vocacional em todas as comunidades eclesiais a partir do tema “Vocação: Graça e Missão” e do lema “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24, 32-33).

O Papa Francisco chegou hoje a Mongólia. Esta é a primeira visita de um Papa ao país. Leia abaixo como foi a chegada. A
O Papa Francisco chegou hoje a Mongólia. Esta é a primeira visita de um Papa ao país. Leia abaixo como foi a chegada. A divulgação é do site vaticannews.va.
Uma brisa leve amenizava o forte calor na chegada do Papa Francisco ao Aeroporto Internacional de Ulan Bator, capital da Mongólia onde o Pontífice desembarcou às 9h51 (hora local) e até o dia 4 de setembro participa de encontros e preside uma Celebração Eucarística para o pequeno rebanho local. É a primeira viagem de um Pontífice a esta terra da Ásia Central, como já foi mencionado nos últimos dias e repetido pelas rádios e televisões locais que sublinham o carácter “histórico” da visita.

Uma recepção sóbria, mas com sentimento de gratidão

As informações da mídia chegam em um ciclo contínuo e aumentam a curiosidade da parte não católica da população, portanto majoritária, principalmente budista tibetana, pela chegada de um “personagem” de fama mundial. Nas ruas da cidade é difícil encontrar faixas e cartazes como em outras viagens internacionais do Pontífice, muito menos multidões.

É uma acolhida sóbria aquela reservada ao Papa, mas com um profundo sentido de gratidão, especialmente por parte do “pequeno rebanho” católico: “como para com um familiar querido que sabes que vai visitar a tua casa”, dizem alguns Missionários da Consolata.

Mesmo no Aeroporto Internacional Chinggis Khan, o silêncio parece reinar após a chegada do Papa, silêncio sobre o qual o próprio Papa nos convidou a refletir durante o voo vindo de Roma, com palavras que o jovem cardeal Giorgio Marengo – prefeito apostólico de Ulaanbaatar, na primeira fila para as boas-vindas no aeroporto – diz ter apreciado muito.

A chegada do Papa

Por volta das 10h, o A330 da ITA Airways estacionou na pista. O encarregado de negócios da Nunciatura Apostólica, monsenhor Fernando Duarte Barros Reis, e o chefe do protocolo embarcaram na aeronave pela escadaria frontal para cumprimentar o Papa, que posteriormente desceu de elevador. Ao pé da escada principal, o aguardava a ministra do Exterior, Sra. Batmunkh Battsetseg. Na Mongólia, quem ocupa este cargo é encarregado de receber os Chefes de Estado estrangeiros.

Outra mulher, uma jovem vestida com um dil vermelho (é o vestido nacional em seda e algodão), ofereceu ao Papa uma xícara de iogurte seco, prato tradicional local de sabor azedo produzido com leite de iaque, um dos animais mais comuns, juntamente com vacas, cabras e cavalos. O Papa tocou o copo com a mão e depois pegou um pedaço de iogurte.

Não houve discursos, mas apenas a Guarda de Honra com os soldados nos tradicionais uniformes vermelho, azul e amarelo (cores da bandeira mongol) e as saudações das respectivas delegações. Presente também dom José Luis Mumbiela Sierra, bispo da Diocese da Santíssima Trindade de Almaty, na qualidade de presidente da Conferência Episcopal da Ásia Central.

Acolhida na Prefeitura Apostólica

O Papa e a ministra dirigiram-se então à Sala VIP para uma breve conversa. No final, o deslocamento de carro para a Prefeitura Apostólica de Ulaanbaatar, ao sul da cidade, no distrito de Khan Uul, uma das principais zonas industriais da região.  Ao chegar à Prefeitura, o Papa foi recebido por um grupo de idosos e doentes, depois algumas crianças o cumprimentaram na entrada e lhe ofereceram flores.

Neste prédio de tijolos laranja de quatro andares, onde nos últimos dias foi afixada uma faixa azul de boas-vindas, Jorge Mario Bergoglio residirá durante sua estadia na Mongólia.

A cerimônia oficial de boas-vindas terá lugar na manhã de sábado, 2 de setembro, na praça Sukhbaatar, onde se encontra o Palácio do Estado e onde se realizará o encontro com as autoridades civis, primeiro compromisso oficial e público da viagem do Papa Francisco.

O Papa Francisco anunciou que a publicação da 2ª parte da Laudato Si será no dia da festa de São Francisco, 4 de outubro
O Papa Francisco anunciou que a publicação da 2ª parte da Laudato Si será no dia da festa de São Francisco, 4 de outubro de 2023.
Segundo o Papa a nova Exortação Apostólica é um resumo da Mensagem para o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação.  Da mensagem podemos destacar o apelo para “transformar os nossos corações, os nossos estilos de vida e as políticas públicas que regem as nossas sociedades”, e a conversão ecológica para deixarmos de considerar a criação como um objeto a ser explorado, mas a transformarmos em realidade a ser preservada “como um dom sagrado do Criador”.
Em agosto, quando anunciou que publicaria a Exortação, o Papa disse que precisava atualizar algumas questões. Ao anunciar a data de publicação, Francisco acrescentou: “É necessário permanecer ao lado das vítimas da injustiça ambiental e climática, esforçando-se para acabar com a guerra sem sentido contra nossa casa comum, que é uma guerra mundial terrível. Exorto todos vocês a trabalhar e rezar para que ela volte a transbordar de vida”.

 

 

 

 

Na intenções de oração para o mês de setembro, o Papa Francisco pede pelas pessoas marginalizadas. Todos os meses, o Papa divulga as intenções
Na intenções de oração para o mês de setembro, o Papa Francisco pede pelas pessoas marginalizadas.
Todos os meses, o Papa divulga as intenções através de um pequeno vídeo sempre com muita objetividade e também demonstrando a sensibilidade social. Para este mês, o Papa expressa sua perplexidade pela indiferença com que tratamos os irmãos marginalizados e faz um apelo: “Por favor, paremos de tornar invisíveis os que estão à margem da sociedade”.
Assista.

Segundo dados das Nações Unidas, mais de 700 milhões de pessoas, 10% da população mundial, vivem em situação de pobreza extrema, com dificuldade para satisfazer as necessidades mais básicas, como a saúde, a educação e o acesso a água e saneamento.

A ONU acrescenta que cerca de 1,6 bilhões de pessoas vivem em condições precárias de habitação e que os países mais industrializados não constituem uma exceção. Dados da Organização Mundial da Saúde revelam, ainda, que uma em cada oito pessoas no mundo apresenta sintomas de algum tipo de “problema mental”, e que 16% da população mundial tem uma “deficiência significativa”.

Fonte: site vaticannews.va
O Papa Francisco, ao final da oração do Angelus ontem, 27 de agosto de 2023, falou sua viagem à Mongólia na Ásia.  A viagem
O Papa Francisco, ao final da oração do Angelus ontem, 27 de agosto de 2023, falou sua viagem à Mongólia na Ásia.  A viagem acontece na quinta-feira, 31 de agosto. Ao falar sobre a viagem o Papa pediu a todos que o acompanhem com orações a sua visita e disse: “Na quinta-feira, partirei para uma viagem de alguns dias ao coração da Ásia, à Mongólia. Essa é uma visita muito desejada, que será uma oportunidade para abraçar uma Igreja pequena em números, mas vivaz na fé e grande na caridade; e também para conhecer de perto um povo nobre e sábio, com uma grande tradição religiosa que terei a honra de conhecer, especialmente no contexto de um evento inter-religioso. Gostaria agora de me dirigir a vocês, irmãos e irmãs da Mongólia, dizendo que estou feliz por viajar para estar entre vocês como um irmão de todos”.

O Papa Francisco também agradeceu às autoridades do país asiático  e a todos que prepararam sua visita pelo gentil convite e empenho na preparação.

Frei Beto esteve em Roma, encontrou com o Papa e o convidou para participar da Cop30 sobre o clima, que vai acontecer em novembro
Frei Beto esteve em Roma, encontrou com o Papa e o convidou para participar da Cop30 sobre o clima, que vai acontecer em novembro de 2025 em Belém no Pará.
Segundo frei Beto, o Papa disse que está pensando nisso. Frei Beto lembrou ainda que o convite ao Papa já havia sido feito pelo Presidente Lula
O tema é muito caro ao Papa Francisco que vem insistindo constantemente para que as pessoas e os governos se empenhem no cuidado com o ambiente, que o Papa traduziu em “cuidar da casa comum”, trabalhando por uma ecologia integral.
Fonte: informações do site vaticannews.va