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O presidente da Comissão de Proteção da Criança e do Adolescente da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, convida para o Curso: O

O presidente da Comissão de Proteção da Criança e do Adolescente da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, convida para o Curso: O Serviço de Proteção: as constituições e atribuições.

Os Conselhos Diocesanos e delegados precisam fazer inscrição para participar. Veja como na matéria publicada no site da CNBB:

O bispo da diocese de Santo Amaro (SP) e presidente Comissão Especial de Proteção da Criança e do Adolescente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom José Negri, divulgou um vídeo reforçando o convite para a participação no curso de capacitação regional “O Serviço de proteção: as constituições e atribuições”.

14 de dezembro, dividido em dois grupos: um compreendendo Norte e Nordeste e outro Centro-Oeste, Sudeste e Sul. É destinada aos membros dos Conselhos Diocesanos de Proteção à Crianças e Adolescentes, como também para delegados das respectivas dioceses.

Para as regiões Norte e Nordeste a formação será realizada nos dias 29/11 e 1, 6, 8 e 13/12, sempre às 19h. Para o Centro-Oeste, o Sul e o Sudeste, nos dias 30/11 e 2,7, 9 e 14/12, também a partir das 19h.Mais informações e inscrições.

De acordo com dom José Negri, a Igreja Católica no Brasil está firme quanto à prevenção de abusos sexuais a crianças, adolescentes e vulneráveis cometidos no âmbito eclesial. “Nós queremos, com esta formação, dar subsídios, ajuda e suporte aos membros dos serviços de proteção diocesanos da criança, do adolescente e da pessoa vulnerável; Convido você meu irmão e minha irmã a participar deste curso que terá, com certeza, mais sucesso com sua presença”, disse.

Saiba mais o que a Igreja no Brasil está fazendo:

Núcleo Lux Mundi promove curso de capacitação regional contra violência sexual – CNBB
Carta convite aos Vigários Gerais ao curso “O Serviço de proteção: as constituições e atribuições”
Carta aos Bispos sobre a criação do Núcleo Lux Mundi
Presidente do Núcleo Lux Mundi fala da estrutura que auxiliará no combate aos abusos sexuais – CNBB

Para mais informações sobre o curso:
Entrar em contato com sua diocese ou através do email do Núcleo Lux Mundi – [email protected].

Faça sua inscrição aquiinscrições. 

O Papa Francisco enviou mensagem em vídeo para a Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Cultura e fez uma apelo: “redescobrir o significado
O Papa Francisco enviou mensagem em vídeo para a Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Cultura e fez uma apelo: “redescobrir o significado e o valor do humano em relação aos desafios que devem ser enfrentados”. Leia a matéria publicada no site Vatican News.
Diante da revolução que afeta “os nós essenciais da existência humana”, é necessário fazer um “esforço criativo” e “repensar a presença do ser humano no mundo”. Na mensagem de vídeo para a Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Cultura, divulgada nesta terça-feira (23/11), dedicada ao humanismo necessário, o Papa indica a necessidade de responder às muitas questões colocadas pela pandemia, primeiramente aquelas “fundamentais da existência: a questão de Deus e do ser humano”:

De fato, neste momento da história, precisamos não apenas de novos programas econômicos ou novas receitas contra o vírus, mas sobretudo de uma nova perspectiva humanista, baseada na Revelação bíblica, enriquecida pela herança da tradição clássica, assim como pelas reflexões sobre a pessoa humana presentes em diferentes culturas.

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O fim das ideologias e humanismo profano

Francisco cita Paulo VI. Era o final de 1965 e do Concílio Vaticano II, quando o Papa Montini convidou a humanidade, que com o seu humanismo secular profano desafiou a visão cristã e permaneceu fechada à transcendência, “a reconhecer o nosso novo humanismo”. Desde então, passaram-se cerca de 60 anos, e daquele humanismo secular permaneceu a lembrança:

Em nossa época marcada pelo fim das ideologias, ele parece ter sido esquecido, parece ter sido enterrado diante das novas mudanças trazidas pela revolução informática e o incrível desenvolvimento das ciências, que nos obrigam a repensar o que é o ser humano. A questão do humanismo decorre desta pergunta: o que é o homem, o ser humano?

As indicações da Gaudium et spes

Este momento, que Francisco define como “líquido ou gasoso” e animado pela “fluidez da visão cultural contemporânea”, a referência continua sendo a Constituição Conciliar ‘Gaudium et spes’, que indica quanto ainda a Igreja tem a dar ao mundo e que “impõe reconhecer e avaliar, com confiança e coragem, as conquistas intelectuais, espirituais e materiais que surgiram desde então em vários setores do conhecimento humano”:

Hoje, está em andamento uma revolução – sim, uma revolução – que toca os nós essenciais da existência humana e requer um esforço criativo de pensamento e ação. Ambos. Há uma mudança estrutural na forma de entender o gerar, o nascer e o morrer. A especificidade do ser humano em toda a criação, sua singularidade em relação aos outros animais, e até mesmo sua relação com as máquinas, estão sendo postas em questão.

O homem como servidor da vida

Sem ceder à crítica e à negação, ressalta ainda Francisco, é hora de pensar “na presença do ser humano no mundo à luz da tradição humanista: como servidor da vida e não como seu patrão, como construtor do bem comum com os valores da solidariedade e da compaixão”. Portanto, além da questão sobre Deus, há outra questão hoje, que diz respeito ao ser humano e sua identidade:

A Sagrada Escritura nos oferece as coordenadas essenciais para traçar uma antropologia do ser humano em sua relação com Deus, na complexidade das relações entre homem e mulher e na ligação com o tempo e o espaço em que vive.

A fusão “entre a sabedoria antiga e a bíblica continua sendo um paradigma ainda fecundo”. Entretanto, o humanismo bíblico e clássico, hoje, deve abrir-se ao que outras culturas e outras tradições humanistas podem dar. Tudo isso, conclui o Papa, torna-se “o melhor instrumento para abordar as inquietantes questões sobre o futuro da humanidade”, já que o mundo, hoje mais do que nunca, “precisa redescobrir o significado e o valor do humano em relação aos desafios que devem ser enfrentados”.

Encontro para jovens que queiram fazer experiência missionária na Fazenda Esperança já tem data. Abaixo matéria publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos

Encontro para jovens que queiram fazer experiência missionária na Fazenda Esperança já tem data. Abaixo matéria publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e um vídeo explicando como se inscrever.

O projeto “Espalhando Esperança” é uma organização da Fazenda Esperança em parceria com a Comissão para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para recrutar jovens para serem voluntários da fazenda.

Segundo a organização, o objetivo é “desafiar os jovens a fazer um upgrade em suas vidas” através de uma experiência profunda de vivência nas comunidades.

Os voluntários poderão atuar nas sedes da Fazenda dentro e fora do Brasil, podendo passar no mínimo de um mês em território nacional, três meses nos demais países americanos e um ano em outros continentes.

Em participação especial no programa “Igreja em Saída”, da TV Aparecida, o padre Antônio Ramos Prado, assessor externo da Comissão para a Juventude da CNBB, falou sobre a iniciativa:

Encontro Espalhando Esperança 2021  

Encontro do Projeto Espalhando Esperança é um momento de formação para aqueles que desejam fazer um trabalho missionário nas Fazendas da Esperança do Brasil ou do mundo. Serão três dias de atividades e temas para que cada um possa descobrir, de uma forma mais concreta, o carisma da Esperança.

O encontro será realizado nos 3 a 5 de dezembro, no Santuário da Esperança (Fazenda da Esperança São Libório), em Guaratinguetá (SP).

As inscrições são pagas e para se inscrever é preciso preencher o formulário de inscrição (Aqui).

Para mais informações: (12) 9 9182 2871 (Whatsapp) ou pelo e-mail [email protected]

Sobre o Projeto

O  surgiu após a JMJ 2013 quando o Papa Francisco disse para todos os jovens: “Ide sem medo, servir!”. Em resposta a este pedido, o Projeto deseja proporcionar a cada jovem um verdadeiro encontro com Deus-Amor a partir de uma experiência missionária em uma das 125 comunidades da Fazenda da Esperança que hoje está presente em 17 países (America Latina, Europa, Africa e até na Ásia). Já foram muitos os jovens que em diferentes países e estados do Brasil encontraram um novo sentido para a vida e hoje seguem em suas realidades irradiando amor.

O Papa Francisco iniciou hoje, 17 de novembro de 2021, um ciclo de reflexões sobre São José. Leia a matéria publicada no site Vatican

O Papa Francisco iniciou hoje, 17 de novembro de 2021, um ciclo de reflexões sobre São José. Leia a matéria publicada no site Vatican News.

Francisco iniciou o ciclo de catequeses sobre São José. “Nunca como hoje, neste tempo marcado por uma crise global com diferentes componentes, ele pode ser apoio, conforto e orientação para nós. Por isso decidi dedicar-lhe um ciclo de catequeses, que espero nos possa ajudar ulteriormente a deixar-nos iluminar pelo seu exemplo e pelo seu testemunho”, disse o Papa na Audiência Geral.

Francisco recordou que em “8 de dezembro de 1870, o Beato Pio IX proclamou São José padroeiro da Igreja universal”.

Depois de 150 anos daquele evento, estamos vivendo um ano especial dedicado a São José, e na Carta Apostólica Patris corde recolhi algumas reflexões sobre a sua figura. Nunca como hoje, neste tempo marcado por uma crise global com diferentes componentes, ele pode ser apoio, conforto e orientação para nós. Por isso decidi dedicar-lhe um ciclo de catequeses, que espero nos possa ajudar ulteriormente a deixar-nos iluminar pelo seu exemplo e pelo seu testemunho.

A seguir, o Pontífice sublinhou que “na Bíblia há mais de dez personagens com o nome de José. O mais importante de todos é o filho de Jacó e Raquel, que, através de várias vicissitudes, de escravo, tornou-se a segunda pessoa mais importante no Egito depois do Faraó”.

José tem fé na providência de Deus

O Papa explicou que “o nome José em hebraico significa “Deus aumente, Deus faça crescer”. É um desejo, uma bênção baseada na confiança na providência de Deus e refere-se especialmente à fecundidade e ao crescimento dos filhos. Este mesmo nome nos revela um aspecto essencial da personalidade de José de Nazaré. Ele é um homem cheio de fé em Deus, na sua providência. Ele crê na providência de Deus. Tem fé na providência de Deus. Toda a sua ação, narrada no Evangelho, é ditada pela certeza de que Deus “faz crescer”, “aumenta”, “acrescenta”, ou seja, que Deus providencia a continuação do seu plano de salvação. E nisto, José de Nazaré é muito parecido com José do Egito”.

Segundo Francisco, “as principais referências geográficas que se referem a José, Belém e Nazaré, também desempenham um papel importante na compreensão de sua figura. O Filho de Deus não escolheu Jerusalém como o lugar de sua encarnação, mas Belém e Nazaré, duas aldeias periféricas, longe do clamor da crônica e do poder da época. Contudo, Jerusalém era a cidade amada pelo Senhor, a «cidade santa», escolhida por Deus para nela habitar. Ali, habitavam os doutores da Lei, os escribas e fariseus, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo”.

Deus se manifesta nas periferias geográficas e existenciais

“É por isso que a escolha de Belém e Nazaré nos diz que a periferia e a marginalidade são prediletas a Deus. Jesus não nasceu em Jerusalém, com toda a corte. Não. Ele nasceu na periferia. Viveu a sua vida até 30 anos naquela periferia, trabalhando como carpinteiro. Como José. Para Jesus, as periferias e a marginalidade são prediletas”, disse ainda o Papa, acrescentando:

Não levar esta realidade a sério equivale a não levar a sério o Evangelho e a obra de Deus, que continua se manifestando nas periferias geográficas e existenciais. O Senhor age sempre escondido nas periferias. Na periferia da alma, nos sentimentos, nos sentimentos que talvez nos envergonha. Mas, o Senhor está ali para nos ajudar a ir adiante. O Senhor continua se manifestando nas periferias, geográficas e existenciais. Em particular, Jesus vai em busca dos pecadores, entra nas suas casas, fala com eles, chama-os à conversão. Jesus é repreendido por isso. “Olhem esse mestre”, dizem os doutores da lei, “esse mestre que come com os pecadores, se suja”. Mas também vai em busca daqueles que não praticaram o mal, mas que o sofreram: os doentes, os famintos, os pobres, os últimos. Jesus vai sempre em direção à periferia. Isso deve nos dar muita confiança, pois o Senhor conhece as periferias do nosso coração, as periferias de nossa alma, as periferias de nossa sociedade, de nossa cidade, de nossa família, aquela parte um pouco escura que nós não mostramos talvez por vergonha.

Olhar para aquilo que o mundo não quer

Segundo o Papa, “sob este aspecto, a sociedade daquela época não é muito diferente da nossa. Hoje, também há um centro e uma periferia. E a Igreja sabe que é chamada a anunciar a boa nova a partir das periferias. José, que é um carpinteiro de Nazaré e que confia no plano de Deus para a sua jovem noiva e para si mesmo, recorda à Igreja para fixar o olhar naquilo que o mundo ignora deliberadamente”.

“José nos ensina a não olhar muito para as coisas que o mundo louva, mas a olhar para o ângulo, olhar para as sombras, para a periferia, para aquilo que o mundo não quer. Lembra a cada um que devemos dar importância ao que os outros descartam.”

“Neste sentido, ele é um mestre do essencial: nos lembra que o que é realmente valioso não atrai a nossa atenção, mas requer um discernimento paciente para ser descoberto e valorizado. Peçamos-lhe que interceda para que toda a Igreja possa recuperar este discernimento, esta capacidade de discernir e avaliar o que é essencial. Comecemos de novo a partir de Belém, comecemos de novo a partir de Nazaré”, disse ainda Francisco.

São José, testemunha e protetor

Por fim, o Papa transmitiu “uma mensagem a todos os homens e mulheres que vivem nas periferias geográficas mais esquecidas do mundo ou que experimentam situações de marginalidade existencial”. “Que encontrem em São José a testemunha e o protetor para quem olhar”, disse o Pontífice, fazendo a seguinte oração:

São José,

vós que sempre confiastes em Deus,

e fizestes as vossas escolhas

guiado pela sua providência

ensinai-nos a não contar tanto com os nossos projetos

mas com o seu desígnio de amor.

Vós que viestes das periferias

ajudai-nos a converter o nosso olhar

e a preferir o que o mundo descarta e marginaliza.

Confortai quantos se sentem sozinhos

e apoiai quantos se comprometem em silêncio

para defender a vida e a dignidade humana. Amém.

Bispos do Brasil irão expor a realidade da pobreza em suas regiões dando sequência à reflexão sobre o Dia do Pobre, celebrado no domingo,

Bispos do Brasil irão expor a realidade da pobreza em suas regiões dando sequência à reflexão sobre o Dia do Pobre, celebrado no domingo, 14 de novembro. Acompanhe pelos canais do Santuário de Aparecida: Os episódios serão veiculados a partir desta segunda-feira, 15 de novembro, na Rede Aparecida de Rádio, nos jornais Notícias em 30 (1ª e 2ª edição, às 7h e 17h30) e também no programa Com a Mãe Aparecida (20h45), pelo portal a12.com/radio, aplicativo Aparecida, além do Youtube e Facebook da emissora. A série contou reportagem de Fernanda Prado e Rafaela Oliveira; edição de jornalismo de José Eduardo Souza; trabalhos técnicos de Marcos Prado e direção do padre Inácio Medeiros.

Leia abaixo a matéria publicada no site da CNBB.

De 15 a 19 de novembro, bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), entre eles o bispo de Roraima, segundo vice-presidente da CNBB e presidente da Cáritas Brasileira, dom Mário Antônio, vão apresentar na série “Brasil: face que clama por misericórdia”, o olhar da Igreja Católica diante da realidade da pobreza no Brasil em especial da Rádio Aparecida.

Em sintonia com a V Jornada Mundial dos Pobres, instituía pelo Papa Francisco, a série de áudio-reportagens traz a realidade da pobreza em nosso país. Os cinco episódios vão abordar como destaque os conceitos que rodeiam o tema, a situação das famílias em vulnerabilidade, o impacto da pandemia, a relação com a violência e o preconceito, o papel governamental e a importância da compaixão.

A jornada deste ano faz um convite para que não haja indiferença frente ao sofrimento das pessoas em situação de vulnerabilidade e à crescente pobreza socioeconômica, que assola mais 51,9 milhões de brasileiros e brasileiras.

O editor chefe da Rádio Aparecida, José Eduardo de Souza, disse que a partir da Jornada Mundial dos Pobres e da mensagem do Papa Francisco a equipe percebeu uma oportunidade de tratar do tema pobreza de forma ampla.

“Ouvimos pessoas que enfrentam essa realidade diariamente e contamos com a ajuda de especialistas e dos bispos para apresentar, em cada um dos episódios, o olhar da igreja, que nos motiva a ter esperança de dias melhores”, destacou.

A cada dia, bispos ligados a esta realidade vão debater diferentes temas ligados à pobreza. No primeiro episódio ‘Conceito de pobreza em si, olhar da igreja’, que vai ao ar na próxima segunda-feira, dia 15 de novembro, o bispo da diocese de Brejo (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Sóciotransformadora da CNBB, dom José Valdeci, destaca o papel da Jornada Mundial dos Pobres.

Episódios

‘Famílias que entraram em vulnerabilidade, agravamento da pandemia’ é o tema do segundo episódio que traz a participação do bispo de Jales (SP) e referencial da CNBB para a Pastoral Operária Nacional, dom Reginaldo Andrietta, que fala sobre o modelo econômico da sociedade e do bispo de Rio Grande (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom Ricardo Hoepers, que ressaltou a importância da união e da família em tempos difíceis.

No terceiro episódio ‘Excluídos da Sociedade e relação entre violência e pobreza’, o bispo de Valença (RJ) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, dom Nelson Francelino, destaca o respeito do impacto da pobreza e da falta de assistência na vida do Jovem.

Na sequência, o ‘Papel Governamental e políticas públicas para combate à pobreza’ é apresentado pelo bispo da diocese de Lages (SC) e presidente do Grupo de Trabalho – Pacto pela Vida e pelo Brasil, dom Guilherme Werlang, que ponta políticas públicas que são necessárias para que a pobreza seja superada e pelo assessor político da CNBB, padre Paulo Renato, que explica qual precisa ser o papel do Estado na vida das pessoas mais necessitadas.

Para fechar a série, no dia 19, o bispo de Roraima, segundo vice-presidente da CNBB e presidente da Cáritas Brasileira, dom Mário Antônio, destaca a caridade e o papel dos organismos da igreja no episódio ‘Solidariedade e compaixão na prática’. Também foi ouvido o Padre Patrick Samuel Batista, coordenador de campanhas da CNBB, a respeito da campanha “É tempo de Cuidar”.

A série de áudio-reportagens conta ainda com a participação de especialistas no assunto, pessoas que vivem a pobreza na pele, pastorais e instituições como o Instituto Sou da Paz, Cáritas Brasileira e Fazenda Esperança que também lançam perspectivas e apresentam sugestões para a solução de problemas estruturais.

Notícia publicada no site Vatican News: A quinta edição do Dia Mundial dos Pobres será celebrada no próximo domingo, 14 de novembro. A iniciativa

Notícia publicada no site Vatican News:

A quinta edição do Dia Mundial dos Pobres será celebrada no próximo domingo, 14 de novembro. A iniciativa é fortemente desejada pelo Papa Francisco para exortar a Igreja e os fiéis a “sair” para encontrar a pobreza nas várias formas em que ela se manifesta no mundo moderno e estender a mão aos mais necessitados.

O lema escolhido para promover o Dia deste ano vem do Evangelho de Marcos: “Sempre tereis pobres entre vós» ” (Mc 14,7), divulgado como sempre na Mensagem do Santo Padre no dia de Santo Antônio de Pádua, no passado dia 13 de junho.

Como todos os anos, o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Dicastério do Vaticano encarregado pelo Papa para promover o evento, organizou várias iniciativas em preparação à celebração.

Encontro do Papa Francisco com os Pobres em Assis

O Santo Padre fará uma visita privada a Assis na sexta-feira, 12 de novembro, onde na Basílica de Santa Maria dos Anjos encontrará um grupo de 500 pessoas pobres de diferentes partes da Europa e viverá com eles um momento de escuta e oração. O Papa será acolhido pelo “abraço dos pobres” que lhe darão o manto e o cajado de peregrino e o acompanharão em procissão até a Basílica.

Em um primeiro momento o Santo Padre, refazendo os gestos de São Francisco de Assis, fará uma pausa para rezar na Porciúncula, local entre os mais importantes na vida do Santo, que naquela época gostava de receber seus frades e numerosos pobres e onde Santa Clara decidiu consagrar-se ao Senhor.

Lá, Francisco também fará um gesto significativo: no final da celebração abençoará uma pedra retirada anteriormente da Porciúncula para ser doada a alguns representantes do abrigo para sem-teto “Rosas de São Francisco” em Trsat, fundada em 2007 pela fraternidade local da Ordem Franciscana Secular de Trsat, na cidade de Rijeka, Croácia.

Os 500 pobres que encontrarão o Papa são provenientes das dioceses da Úmbria, guiados pela Caritas, pela Associação francesa “Fratello” e por uma delegação proveniente de Roma formada pela Esmolaria Apostólica e pelas associações Caritas Diocese de Roma, Círculo São Pedro, Comunidade de Sant’Egidio, Coordenação Regional da Família Vicentina, Centro Astalli, ACLI de Roma.

No final do dia, serão doadas aos participantes 500 mochilas produzidas no âmbito do projeto “+Three” – que promove produtos feitos em conformidade com a sustentabilidade ambiental e econômica, dentro de uma cadeia ética socialmente útil, cada uma contendo roupas doadas pela Tombolini, conhecida marca de roupas produzidas na Itália – contendo blusões, cachecóis, chapéus e bonés, casacões e máscaras anti-Covid em tecido lavável e reutilizável.

Todo o evento poderá ser acompanhado ao vivo pelo circuito das mídias do Vaticano e será transmitido por algumas redes nacionais e internacionais.

Celebração da Santa Missa na Basílica de São Pedro

No domingo, 14 de novembro, às 10 horas (horário italiano), o Papa presidirá a celebração da Santa Eucaristia na Basílica de São Pedro, com a participação de 2.000 pobres, de acordo com as normas e cuidados de saúde, assistidos pelas várias associações de voluntários presentes na região de Roma. As leituras e as orações dos fiéis serão proclamadas por alguns pobres. No final da Celebração serão distribuídas refeições quentes a todos os participantes.

Os ingressos para participar da Celebração podem ser retirados na sede do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Via della Conciliazione 7, de quinta 11 a sábado 13 de novembro, das 8h30 às 13h30.

Distribuição de alimentos

Este ano, o Papa Francisco quis dar atenção especial às Casas-família presente no território da Diocese de Roma. Essas estruturas acolhem – oferecendo muitas vezes também residências – pessoas, principalmente adolescentes ou em tenra idade junto com suas mães profundamente necessitadas de um lugar protegido para crescer, receber uma educação ou ter a possibilidade de começar uma nova vida através da integração gradual na sociedade.

Na região há um grande número de Casas-família de todos os tipos, que oferecem diversas modalidades de hospitalidade. Por esse motivo, as necessidades materiais para a administração dessas estruturas muitas vezes são enormes e nem sempre é possível corresponder apropriadamente às necessidades.

Foi decidido por este motivo, por generosidade da rede de Supermercados Elite, e com fornecimento de macarrão e molho de tomate do Antico Molino e Pastificio La Molisana, de ajudar 40 Casas-família, entregando diretamente em suas sedes, alimentos e produtos de higiene pessoal, especialmente produtos para a primeira infância, o suficiente para mais de dois meses.

Um suprimento semelhante também será entregue a algumas paróquias e organizações de caridade. No total, serão distribuídas cerca de 5 toneladas de macarrão, sendo 1 tonelada de arroz, 2 toneladas de molho de tomate, 1.000 litros de óleo e 3.000 litros de leite, só para citar alguns entre os muitos produtos pedidos pelas várias estruturas que serão entregues por uma equipe de voluntários.

Outra iniciativa consistirá na distribuição de 5 mil “kits” de artigos de saúde e cuidados pessoais a cerca de 60 paróquias de Roma, que então os distribuirão às famílias mais necessitadas.

Unidade hospitalar móvel na Praça São Pedro

Devido às restrições devido à pandemia Covid-19, não foi possível durante os últimos dois anos, a instalação do Centro de Saúde na Praça de São Pedro. A estrutura, um verdadeiro hospital móvel, forneceu várias consultas e serviços médicos para pessoas pobres, por meio de várias associações de voluntariado.

Este ano, portanto, ainda querendo dar um sinal de proximidade às pessoas que necessitam de alguma assistência médica, e com o objetivo de dar continuidade às atividades de triagem e visitas à Praça de São Pedro, será realizada – como já aconteceu no passado – a iniciativa “Em busca do vírus”.

Assim, estará presente na Praça de São Pedro durante o Dia Mundial dos Pobres, em dia 14 de novembro, uma unidade móvel equipada para realizar testes capazes de detectar a presença do vírus HCV (hepatite C) e do vírus HIV. O serviço estará disponível a partir do momento em que o Santo Padre concluir a recitação do Angelus, pouco depois das 12h, até às 18h.  Terão acesso aos serviços oferecidos todos os pobres que estiverem na Praça São Pedro.

O projeto é executado com o apoio da sociedade Regia Congressi S.r.l. de Florença, da S.I.M.G. (Sociedade Italiana de Medicina Geral e Cuidados Primários), do Departamento de Doenças Infecciosas da Policlínica da Universidade de Roma Tor Vergata e do Corpo de Enfermeiras Voluntárias do Cruz Vermelha Italiana.

O Papa Francisco enviou mensagem aos católicos  da Escócia e faz apelo com relação aos cuidados com a criação que serve para todo o
O Papa Francisco enviou mensagem aos católicos  da Escócia e faz apelo com relação aos cuidados com a criação que serve para todo o mundo. Leia a matéria publicada no site Vatican News.
Francisco volta a falar sobre a Conferência de Glasgow que está prestes a terminar, relançando a responsabilidade moral de enfrentar o grande desafio das mudanças climáticas para com as gerações presentes e futuras.

O Papa Francisco enviou, nesta quinta-feira (11/11), uma carta aos católicos da Escócia por ocasião da Cop26, a Conferência da ONU sobre o Clima, que se conclui na sexta-feira, 12 de novembro, em Glasgow.

O Pontífice ressalta que não foi possível participar da Cop 26 e que sente muito por isso, mas ao mesmo tempo está feliz porque hoje os católicos escoceses se unem em oração pelas intenções do Papa e “por um resultado frutífero deste encontro, destinado a enfrentar uma das grandes questões morais de nosso tempo: a preservação da criação de Deus, que nos foi doada como um jardim para cultivar e como uma Casa comum para a nossa família humana”.

Deus confiou o mundo aos nossos cuidados

“Imploramos os dons da sabedoria e força de Deus para aqueles que têm a tarefa de guiar a Comunidade internacional, à medida que procuram enfrentar este sério desafio com decisões concretas inspiradas na responsabilidade para com as gerações presentes e futuras. O tempo está se esgotando. Esta oportunidade não deve ser desperdiçada por medo de ter que enfrentar o julgamento de Deus por nossa incapacidade de sermos guardiões fiéis do mundo que Ele confiou aos nossos cuidados”, ressalta Francisco na carta.

O Papa expressa aos católicos da Escócia o seu afeto no Senhor e os incentiva “a perseverar em sua fidelidade a Deus e à sua Igreja”. Francisco saúda e reza pelos católicos escoceses e “suas famílias, pelos jovens, pelos idosos, os doentes e por aqueles que, de qualquer forma, estão sofrendo os efeitos da pandemia”.

“Nestes tempos difíceis, que todos os seguidores de Cristo na Escócia renovem seu compromisso de serem testemunhas convincentes da alegria do Evangelho e de seu poder de levar luz e esperança a todos os esforços para construir um futuro de justiça, fraternidade e prosperidade, tanto material quanto espiritual”.

Francisco conclui a carta, assegurando suas orações pelos católicos escoceses, suas famílias, suas paróquias e comunidades, e confiando-lhes à amorosa intercessão de Maria, Mãe da Igreja.

Outras práticas para a Economia é a proposta que Papa Francisco vem fazendo à algum tempo. Pensar e agir diferente é tarefa para aqueles

Outras práticas para a Economia é a proposta que Papa Francisco vem fazendo à algum tempo. Pensar e agir diferente é tarefa para aqueles que acreditam na mudança também nas relações capital-sociedade. No Brasil acontece o 2º Encontro nos dias 19 e 20 de novembro. Veja abaixo a informação para participar do Encontro publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Estão abertas as inscrições para o 2º Encontro Nacional da Economia de Francisco e Clara, realizado pela Articulação Brasileira pela Economia de Francisco e Clara em parceria com a PUC Minas, que acontece nos dias 19 e 20 de novembro.

O evento terá como tema ‘Territórios, coletividade e práticas econômicas alternativas’. A proposta é que o evento seja um ponto convergente de forças a fim de avaliar os avanços da proposta de construção da Economia de Francisco e Clara no Brasil. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site:  economiadefranciscoeclara.com.br

O Seminário, que será totalmente virtual, terá no sábado, 20, um encontro por grandes regiões, além de uma feira de boas práticas em que serão apresentadas diversas experiências como os Bancos Comunitários (Rede Brasileira de Bancos Comunitários) e Moedas Sociais e Agroecologia e Soberania Alimentar (ANA – economia agrourbana).

Durante o 2º Encontro Nacional a intenção é de firmar uma carta-compromisso que envolva as entidades nacionais e seus interesses de articulação em torno de economias transformadoras. O evento é uma realização da Articulação Brasileira para a Economia de Francisco e Clara (ABEFC) em parceria com o Grupo de Trabalho e Reflexão para a Economia de Francisco e Clara da PUC Minas.

O que é a Economia de Francisco e Clara

Em maio de 2019, em carta endereçada aos jovens, o Papa Francisco o Papa Francisco destacou a urgência de “uma economia diferente, que faz viver e não mata, inclui e não exclui, humaniza e não desumaniza, cuida da criação e não a depreda”, simbolicamente chamada de Economia de Francisco. No Brasil, a proposta ganhou corpo a partir de diversas frentes de ação em todo o país por uma economia que venha fortalecer as experiências de colaboração, cooperativismo, renda e finanças solidárias a fim de ser para todos.