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Confira os requisitos, publicados pela CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, para participar do concurso para letra do hino da Campanha da Fraternidade

Confira os requisitos, publicados pela CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, para participar do concurso para letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2024

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou sexta-feira, 19 de maio, o edital do concurso para a letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2024, que tem como tema “Fraternidade e Amizade Social” e o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs” (Mt 23, 8).

Por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral, o Consep, o concurso será realizado em dois editais: este primeiro, para a letra do hino, e outro, posterior, em data ainda não definida, para a música. As composições deverão ser enviadas à CNBB até o dia 20 de junho de 2023.

Características

Para servir de letra para o hino da CF 2024, a composição deve, conforme o edital, traduzir em linguagem poética os conteúdos do tema, lema e objetivos evitando explicitações desnecessárias, moralismos ou chavões; buscar inspiração na Sagrada Escritura e no Magistério da Igreja, este ano especialmente na Carta Encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco; apresentar um caráter convocativo, ou seja, os fiéis devem ser convocados para a adesão ao que se propõe a CF 2024; articular com coerência fé e vida, evitando intimismos ou sentimentalismos exagerados, dentre outras características.

Critérios

Tratando-se de forma poética, serão observados, em especial, o emprego da função da linguagem mais adequada ao momento litúrgico: evocativa, exortativa, invocativa, narrativo-descritiva, experiencial, penitencial, informativa, laudativa, votiva, reflexivo-meditativa.

Também as qualidades do estilo, em especial quanto aos princípios da correção, da originalidade e da harmonia. E, ainda, a expressividade poética mediante o emprego pertinente de figuras de linguagem (a exemplo de textos bíblicos poéticos, observar o melhor emprego de metáforas e comparações).

Prazo

As composições deverão ser enviadas à CNBB até o dia 20 de junho de 2023, trazendo no remetente apenas o pseudônimo do autor. Dentro da correspondência, num envelope fechado, devem constar o nome verdadeiro do compositor e o termo de cessão de direitos autorais, devidamente preenchido e assinado. A correspondência deve ser enviada para o endereço físico da CNBB.

Confira (aqui) o edital completo.

No último dia 13 de maio, sob a benção de Nossa Senhora de Fátima, aconteceu na sede da escola diaconal São Lourenço, o encontro

No último dia 13 de maio, sob a benção de Nossa Senhora de Fátima, aconteceu na sede da escola diaconal São Lourenço, o encontro vocacional para o discernimento ao diaconato permanente da Arquidiocese de Vitória-ES.

A atual turma em discernimento possui cinco vocacionados que são acompanhados pela equipe de formadores composta pele Pe. Márcio Ferreira de Souza (Diretor da Escola) e os diáconos Sandro Magdo Melo, Adauto Miguel Pedroni, Sérgio Pinto Rodrigues, Fabrício Ramos Rodrigues e Antônio Sergio Bandeira.

Depois deste encontro, os vocacionados serão acompanhados individualmente ao longo dos próximos meses e, em agosto participarão do Estágio Vocacional, para o discernimento de ingresso ao Propedêutico da Escola Diaconal desta Arquidiocese.

Que Nossa Senhora de Fátima interceda pelos formadores e vocacionados, para que o Espírito Santo ilumine todo esse processo de discernimento.

 

Ocorreu nos últimos dias 18 e 19 de maio, a Assembleia missionária a Comissão Missionária de Seminaristas do Regional Leste III, os nossos seminaristas,

Ocorreu nos últimos dias 18 e 19 de maio, a Assembleia missionária a Comissão Missionária de Seminaristas do Regional Leste III, os nossos seminaristas, junto aos propedeutas, estiveram reunidos no Encontro Estadual da COMISE (Comissão Missionária de Seminaristas) do Regional Leste III.

O encontro acontece na Casa de Formação “Bom Pastor” – Propedêutico, no Centro de Vitória, e está sendo assessorado pelo Padre Antônio Niemiec, secretário da Pontifícia União Missionária e assessor nacional dos COMISEs, e por Maria Amélia (Amelinha), além das presenças de Dom Luiz Fernando Lisboa (Bispo de Cachoeiro) e de Dom Lauro Sérgio Versiani (Bispo de Colatina e Presidente do Leste III).

Estão presentes cerca de 60 pessoas, entre formadores e seminaristas das diversas etapas da formação, incluindo religiosos. Os participantes discutiram sobre as temáticas do Ano Vocacional e do 5º Congresso Missionário Nacional.

O objetivo da assembleia é consolidar a caminhada missionária dos seminaristas através da organização do COMISE conforme o seu regimento e traçar um plano de ação conjunta em vista da missão. Ao final da assembleia, espera-se eleger uma nova comissão regional do COMISE no Espírito Santo.

O presidente da Pontifícia Academia para a Vida, em uma entrevista ao Vatican News, reflete sobre alguns aspectos da Encíclica de Paulo VI, no
O presidente da Pontifícia Academia para a Vida, em uma entrevista ao Vatican News, reflete sobre alguns aspectos da Encíclica de Paulo VI, no centro de um encontro promovido em Roma pela Cátedra Internacional de Bioética Jérôme Lejeune.

“Penso que esta Encíclica deve ser lida, hoje, em sua atualidade, que diz respeito à generatividade das relações humanas”. É o que afirma dom Vincenzo Paglia, presidente da Pontifícia Academia para a Vida, ao refletir com o Vatican News sobre algumas questões centrais colocadas pela Humanae vitae de Paulo VI, no centro de uma conferência em Roma organizada pela Cátedra Internacional de Bioética Jérôme Lejeune (19 e 20 de maio).

Dom Paglia, o senhor já disse no passado que a bioética nos leva a refletir sobre o tema da vida em todos os seus aspectos. Hoje somos chamados a abordar a salvação do planeta e da humanidade, e a dimensão da bioética global requer uma aliança entre todas as ciências. Nesse sentido, olhando para os documentos da Igreja, qual é a sua avaliação sobre a Encíclica Humanae vitae, 55 anos após sua publicação?

Gostaria de me deter em um aspecto que considero essencial. Estou me referindo ao nexo constitutivo entre sexualidade, amor conjugal e geração, que é o tema altamente atual da Humanae vitae. A afirmação se encontra no n. 9, onde Paulo VI recorda as quatro “características” fundamentais do amor conjugal: um “amor plenamente humano, isto é, ao mesmo tempo sensível e espiritual”, um “amor total, isto é, uma forma muito especial de amizade pessoal”, um “amor fiel e exclusivo até a morte”, um “amor fecundo”. O amor conjugal, como tal, é fecundo, superando de uma só vez a antiga questão da relação entre os fins do matrimônio, o fim primário (prolis generatio et educatio) e o fim secundário (mutuum adiutorium e remedium concupiscentiae). Dessa forma, a fecundidade da geração foi considerada uma característica intrínseca do amor conjugal e não um acréscimo sucessivo.

Como sabiamente percebemos hoje, é necessário nos perguntarmos como a questão colocada pela Humanae vitae pode continuar a alimentar a compreensão do nexo entre sexualidade, amor conjugal e geração, que emergiu com maior clareza à luz da perspectiva personalista. E é por isso que considero muito importante que continuemos a refletir e discutir sobre o assunto, como o Papa Francisco reiterou precisamente sobre o tema dos contraceptivos, afirmando “que o dever dos teólogos é a pesquisa, a reflexão teológica. Não se pode fazer teologia com um ‘não’ diante de si. Então será o Magistério que dirá: ‘Não, você foi longe demais, volte’. Mas o desenvolvimento teológico deve ser aberto, os teólogos estão ai para isso” (Coletiva de imprensa durante o voo de retorno do Canadá, 29 de julho de 2022).

Qual é a mensagem e o valor da Encíclica?

O reconhecimento da conexão inseparável entre o amor conjugal e a geração na Humanae vitae não significa que todo relacionamento conjugal deva ser necessariamente fecundo. Com essa afirmação, a Encíclica retoma a abertura de Pio XII na famosa Alocução às Parteiras em 1951. É por essa razão que, retomando, além disso, uma intuição muito feliz do Concílio (GS n. 50 e 51), Paulo VI reconhece que a procriação deve ser “responsável” e – como é sabido – aponta para os métodos naturais como o caminho para realizar essa responsabilidade. Posteriormente, na Exortação pós-sinodal Familiaris consortio, João Paulo II enfatizará a necessidade de uma reflexão teológica para aprofundar – além do mero perfil biológico – o valor antropológico e moral da “escolha dos ritmos naturais“: isso, de fato, “implica a aceitação do tempo da pessoa, isto é, da mulher, e com essa aceitação também do diálogo, do respeito recíproco, da responsabilidade compartilhada, do domínio de si” (32 d).

No parágrafo 14 da Humanae vitae, Paulo VI afirma que qualquer meio que impeça a procriação é ilícito, uma proibição que teria causado uma “distância” entre os fiéis e o Magistério. O que senhor pensa sobre isso?

De minha parte, concordo com todas as passagens da Humanae vitae. Você não encontrará ninguém mais obstinado e tenazmente em defesa da vida humana do que eu. Acho que essa Encíclica deve ser lida em sua atualidade, que diz respeito à generatividade das relações humanas. Estamos diante de desafios de época: nos anos 60, a “pílula” parecia o mal absoluto. Hoje temos desafios ainda maiores: a vida de toda a humanidade está em risco se não pararmos a espiral de conflitos, de armas, se não desarmarmos a destruição do meio ambiente. Eu gostaria que houvesse uma leitura que integrasse a Humanae vitae com as encíclicas do Papa Francisco (e de João Paulo II) e com a Amoris laetitia, para abrir uma nova era de humanismo integral. Integral, abandonando as leituras parciais. Por sua vez, o cardeal Zuppi, em sua mensagem para a conferência, escreve que é “muito importante que evitemos proceder por círculos estreitos e homogêneos, que no final teriam a intenção de reiterar as posições dos participantes, sem ativar um diálogo sincero e autêntico”. Isso é verdade, porque – repito – hoje o desafio da continuação, da proteção, do desenvolvimento, da vida humana, deve ser colocado em todos os níveis, como nos ensinam a Laudato si’ e a Fratelli tutti.

É possível vincular, e em caso afirmativo como, a Encíclica Humane vitae com a Exortação Apostólica Amoris laetitia?

O elo é a família. Posicionando-se como o paradigma gerador de relações antropológicas fundamentais, a família acaba sendo o “motor da história”, uma autêntica escola de vida, aberta à sociedade e ao mundo, um “laboratório” de relações humanas e de responsabilidade civil. Assim, de geração em geração, a família se abre ao mundo e transmite um modo de habitá-lo, marcado não pela posse e pela dominação despótica, mas pelo dom e pela responsabilidade, segundo o estilo daquela ecologia integral que o Papa Francisco delineou na Encíclica Laudato si’. Dentro desse horizonte, podemos também compreender bem o profundo vínculo entre família e Igreja. O Papa Francisco já enuncia isso no terceiro capítulo da Amoris laetitia, quando afirma que “a Igreja é uma família de famílias” (AL 87) e acrescenta: “a Igreja é um bem para a família, a família é um bem para a Igreja” (87).

No dia 16 de maio de 2023 em Domingos Martins – ES, os membros do Regional Leste 3 da CNBB, reuniram-se na Casa de

No dia 16 de maio de 2023 em Domingos Martins – ES, os membros do Regional Leste 3 da CNBB, reuniram-se na Casa de Encontros São Francisco Xavier em Santa Isabel e realizaram a eleição da nova presidência do Conselho Episcopal Regional Leste 3 da CNBB, para o quadriênio 2023 -2027.

Realizados os escrutínios, resultaram eleitos:

PRESIDENTE: Dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa, bispo da Diocese de Colatina – ES,

VICE-PRESIDENTE: Dom Luiz Fernando Lisboa, bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim – ES,

SECRETÁRIO: Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, brasileiro, bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória – ES.

Confiamos a nova presidência aos cuidados de Nossa Senhora da Penha, padroeira do Estado do Espírito Santo.

 

‼️ Querido jovem, se você já pensou em ser Padre, aqui vai um convite mais que especial para você! 📆 No próximo Domingo (21/05)

‼️ Querido jovem, se você já pensou em ser Padre, aqui vai um convite mais que especial para você!

📆 No próximo Domingo (21/05) teremos o terceiro Encontro Vocacional de nosso Seminário, às 9h.

🙏🏻 O encontro deste mês mariano, nos falará sobre a Virgem Maria, como Mãe e modelo das vocações.

➡️ Os Encontros são momentos oportunos para o discernimento vocacional e para o futuro ingresso na caminhada rumo ao presbiterato.

ℹ️ Para maiores informações, procure-nos em nossas redes sociais.

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  Os padres do Regional Leste 3 da CNBB (Arquidiocese de Vitória, Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, Diocese de Colatina e Diocese de São

 

Os padres do Regional Leste 3 da CNBB (Arquidiocese de Vitória, Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, Diocese de Colatina e Diocese de São Mateus) estão reunidos na Casa de Retiro São Francisco Xavier, em Santa Isabel, Distrito de Domingos Martins, desde o último dia 15 de maio, para o Encontro anual de Formação Permanente do Clero. No total são 162 padres e 5 bispos reunidos.

O tema desta semana formativa em 2023 é “A consciência moral e sua incidência na vida dos Presbíteros: medos e fracassos”. Quem está assessorando as reflexões é o padre José Rafael Solano Durán, presbítero da Arquidiocese de Londrina – PR, Mestre e Doutor em Teologia Moral pela PUC e pós doutor em Teologia Moral e Família pelo Pontifício Instituto Teológico João Paulo II. 

Padre Diego Carvalho – Representante dos Presbíteros da Arquidiocese de Vitória – destaca que estes dias estão sendo uma chance de refletir sobre a identidade dos sacerdotes, seus medos e angústias: “é uma oportunidade de pensar sobre as emoções do sacerdotes, sobre a escolha que fizemos e ainda vamos fazer em nossa vida. É uma semana formativa, mas além disso uma semana de encontro com a identidade sacerdotal, sentimento que move o serviço das comunidades em que estamos inseridos”. 

O Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Dario Campos, fala sobre a importância do encontro: “é um momento de formação permanente, mas não só isso. É  convivência, é lazer, é estar junto, no almoço e jantar. Um momento de confraternização. Os  presbíteros do Estado do Espírito Santo se encontram para podermos dialogar de Norte a Sul, de Leste a Oeste, nas quatro dioceses. 

Dom Paulo Bosi Dal Bó, Bispo da Diocese de São Mateus, destaca que o momento é de integração, de estreitar os laços e comunhão entres os presbíteros: “Caminhamos juntos, é um encontro do Regional Leste 3 que vai além da dimensão intelectual, dado muito interessante que é uma integração, oportunidades convivência, de somar experiências e fortalecer este grupo. Juntos nos tornamos mais fortes”. 

Vivendo um período de pós pandemia, foi preciso olhar para a saúde mental dos padres. Durante os últimos anos aumentaram os casos de depressão entre os sacerdotes, inclusive o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, do Vaticano, publicou um documento em 2021 que se chama “Acompanhar pessoas com sofrimento psicológico no contexto da pandemia de covid-19: membros de um só corpo, amados por um único amor”.

“Existem 3 elementos que são perduráveis na vida humana: a consciência, a liberdade e a graça e a consciência ocupa o primeiro lugar porque ela é praticamente o sismógrafo de todas as nossas atividades. A consciência ilumina a decisão, ilumina a palavra e sobretudo a vida da pessoa em relação aos outros. Desde o ano passado o Clero do Leste 3 me convidou para analisarmos alguns tópicos, os elementos mais críticos que atravessamos todos nós presbíteros e bispos do mundo. Juntos estamos analisando o que está acontecendo conosco”, enfatiza o assessor padre José Rafael Solano Durán. 

Dom Lauro Sérgio Versiani – Bispo de Colatina – ressalta que “o padre para assumir um ministério ordenado da Igreja evidentemente precisa ser uma pessoa humana e capaz de compaixão e humanização e nós todos também temos as nossas necessidades. Então é preciso que haja essa caminhada e que nós nos apoiamos mutuamente, buscando a força na oração, na fraternidade, na capacitação para que possamos ajudar os outros, porque a graça supõe a natureza que precisa ser trabalhada”.

Neste clima de fraternidade presbiteral, o Bispo de Cachoeiro de Itapemirim, Dom Luiz Fernando Lisboa, afirma que “quando nos ajudamos podemos muito fácil ultrapassar nossos limites, nossos problemas, as várias situações que nós padres encontramos”. E também faz um importante convite: “assim como nós rezamos pelo povo é importante que o povo também reze pelos seus padres, porque somos humanos e somos depositários das angústias de tanta gente”.   

A formação permanente dos presbíteros em 2023 se encerra na quinta-feira (18) e durante estes dias na programação acontecem missas, orações, momentos de confraternização, além das palestras conduzidas pelo padre José Rafael.  

O Papa Francisco enviou mensagem aos participantes da 39ª Assembleia Geral Ordinária do Celam. Leia a matéria publicada no site vaticannews. A mensagem do
O Papa Francisco enviou mensagem aos participantes da 39ª Assembleia Geral Ordinária do Celam.
Leia a matéria publicada no site vaticannews.
A mensagem do Santo Padre está em sintonia com o tema da 39ª Assembleia Geral Ordinária do Conselho Episcopal Latino-Americano e do Caribe, que tem como lema: “Colegialidade, eclesialidade e sinodalidade para a missão”.

O Papa Francisco, por intermédio do cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado Vaticano, enviou uma mensagem a dom Miguel Cabrejos, arcebispo de Trujillo (Peru) e presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano e do Caribe (Celam), por ocasião da 39ª Assembleia Geral Ordinária do Celam, que se realiza em Porto Rico de 16 a 19 de maio.

Frutos abundantes para a Assembleia do Celam

Segundo a carta, “o Santo Padre agradece a mensagem que os bispos membros da presidência do Celam enviaram por ocasião da 39ª Assembleia Ordinária, e com a qual expressam o seu afeto fraterno, assegurando-lhe a sua recordação nas suas orações”.

Por intercessão da Santíssima Virgem Maria, “Vossa Santidade pede ao Senhor”, diz a mensagem, “que esta Assembleia dê abundantes frutos à Igreja peregrina na América Latina e no Caribe, para que esteja sempre pronta a servir, especialmente os pobres e os marginalizados, discernindo as inspirações do Espírito Santo, em sinodalidade com todo o povo santo de Deus”.

No final da mensagem, o Papa Francisco concedeu a sua Bênção Apostólica aos participantes da 39ª Assembleia Geral Ordinária do Celam, “que de bom grado estende a todos os que foram confiados ao seu cuidado pastoral”.

Uma mensagem em sintonia com o caminho do Celam

A mensagem pontifícia está em sintonia com o tema da 39ª Assembleia Geral Ordinária do Conselho Episcopal Latino-Americano e do Caribe, que tem como lema: “Colegialidade, eclesialidade e sinodalidade para a missão”. Também com o caminho promovido pelo Celam nos últimos anos, já que a Igreja da América Latina e do Caribepode ser considerada como uma das grandes promotoras da sinodalidade com todo o povo santo de Deus a que se refere o Papa Francisco.

Podemos dizer que a breve mensagem é, sem dúvida, um estímulo para a Igreja do continente neste momento em que serão marcadas as linhas a serem seguidas nos próximos anos, buscando fortalecer o processo de renovação e reestruturação do Celam iniciado na 37ª Assembleia Geral Ordinária realizada em Honduras em 2019.

Da mesma forma, o processo que está sendo vivido em relação ao Sínodo 2021-2024, do qual muitos veem um preâmbulo em um dos momentos mais marcantes da vida do Celam nos últimos anos, como foi a Primeira Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe, realizada no México em novembro de 2021, e considerada um exercício prático de sinodalidade.