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Na tarde dessa quarta-feira (04), recebemos Eliana e Amelinha, da Comunidade Epifania, para uma formação sobre a Missão no Barco Laguna Negra, da Prelazia

Na tarde dessa quarta-feira (04), recebemos Eliana e Amelinha, da Comunidade Epifania, para uma formação sobre a Missão no Barco Laguna Negra, da Prelazia de Lábrea – Amazonas. O Seminarista Jardel Martins , da Etapa da Síntese Vocacional, também partilhou a sua experiência missionária realizada em Julho de 2025. 

A Missão Laguna Negra “é um serviço missionário/voluntário, realizado há 12 anos, […] direcionado para levar amor e esperança à população ribeirinha e indígena, situada nos municípios de Pauini, Lábrea, Canutama e Tapauá, no centro-sul ocidental do Estado do Amazonas”. De acordo com o total geral de atendimentos, foram 2.785 atendimentos médicos, 5.468 atendimentos odontológicos e cerca de 47 missionários/voluntários.

Durante sua apresentação, Eliana destacou que a Igreja não pode permanecer fechada em si mesma. Ela relembrou ainda que toda ação da Igreja tem o propósito de  evangelizar. Assim, a missão não é apenas uma atividade entre tantas outras, ela é a própria identidade da Igreja, ou seja, quando a comunidade se mobiliza para anunciar, servir e cuidar, ela vive sua vocação mais profunda.

A experiência missionária no Barco Laguna Negra recorda que a presença da Igreja transforma realidades. Ao levar a Palavra de Deus, os sacramentos, a escuta fraterna e a solidariedade concreta, os missionários tornam visível o amor de Cristo. Cada gesto simples é expressão de uma Igreja que se faz próxima.

Eliana pontuou ainda que essa e outras ações missionárias estão em sintonia com o Programa Nacional Missionário, que anima as dioceses e paróquias do Brasil a cultivarem uma espiritualidade missionária permanente. O programa reforça que toda comunidade é chamada a assumir a missão como prioridade, promovendo formação, cooperação e compromisso concreto com a evangelização, dentro e fora de seu território.

Para que iniciativas como a missão no Barco Laguna Negra continuem acontecendo, é fundamental a participação de todos. As campanhas de arrecadação são instrumentos concretos de comunhão e corresponsabilidade. Ao contribuir, cada fiel se torna também missionário, colaborando para que a Igreja chegue aos lugares mais necessitados. A oferta generosa sustenta a logística, os materiais evangelizadores e as ações sociais que acompanham a missão. Para saber mais sobre a Missão Laguna Negra clique aqui .

 

Papa Leão XIV pede paz para os países em guerra. Matéria publicada no site vaticannews.va “Dirijo um veemente apelo sincero às partes envolvidas para
Papa Leão XIV pede paz para os países em guerra. Matéria publicada no site vaticannews.va
“Dirijo um veemente apelo sincero às partes envolvidas para que assumam a responsabilidade moral de deter a espiral de violência antes que ela se torne um abismo irreparável! Que a diplomacia recupere seu papel e promova o bem-estar dos povos que anseiam por uma coexistência pacífica, fundada na justiça”, foi o apelo do Pontífice.

“Que a diplomacia recupere seu papel e promova o bem dos povos, que anseiam por uma coexistência pacífica, fundada na justiça”. Poucos dias depois do quarto aniversário da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, as atenções nestas horas se voltam em particular para o Irã, onde um ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel atingiu desde a manhã de sábado diversas cidades iranianas, matando o líder supremo Ali Khamenei. O Irã reagiu, atingindo Israel, bases estadunidenses, além de países vizinhos: hotéis e o aeroporto de Dubai, os cais utilizados pela Marinha Francesa em Abu Dhabi, um posto militar dos EUA em Erbil (Iraque), um petroleiro no Golfo Pérsico, o porto omanita de Duqm, escritórios da Marinha dos EUA no Bahrein, alvos na Arábia Saudita, Kuwait e Catar. O espaço aéreo sírio e jordaniano foi violado e drones foram enviados para o Mediterrâneo Oriental. E, claro, o território do Estado judeu.

Logo após rezar a oração mariana do Angelus, a preocupação de Leão XIV e o apelo ao diálogo:

Acompanho com profunda preocupação o que está acontecendo no Oriente Médio e no Irã nestas horas dramáticas. A estabilidade e a paz não se constroem por meio de ameaças recíprocas, nem com armas, que semeiam destruição, dor e morte, mas somente por meio de um diálogo razoável, autêntico e responsável.

Diante dos desdobramentos imprevisíveis do conflito, o Santo Padre pediu ainda que a diplomacia recupere o seu papel, reiterando que os povos anseiam pela paz fundada na justiça:

Diante da possibilidade de uma tragédia de proporções enormes, dirijo um veemente apelo às partes envolvidas para que assumam a responsabilidade moral de deter a espiral de violência antes que ela se torne um abismo irreparável! Que a diplomacia recupere seu papel e promova o bem dos povos, que anseiam por uma coexistência pacífica, fundada na justiça. E continuemos a rezar pela paz. 

E o pedido a continuar a rezar pela paz não se refere apenas ao Oriente Médio. A atenção do Pontífice se voltou também para a “guerra aberta” entre Paquistão, que possui armas nucleares, e o Afeganistão, onde o Talibã é especialista em guerra de guerrilha:

Além disso, nestes dias, chegam notícias preocupantes de confrontos entre o Paquistão e o Afeganistão. Elevo a minha súplica por um retorno urgente ao diálogo. 

E mais uma vez o pedido:

Rezemos juntos para que a harmonia prevaleça em todos os conflitos do mundo. Somente a paz, um dom de Deus, pode curar as feridas entre os povos.

Na tarde de hoje, encerrou-se o Seminário sobre a Doutrina Social da Igreja. Os encontros ocorreram entre os dias 25 e 27 de fevereiro,

Na tarde de hoje, encerrou-se o Seminário sobre a Doutrina Social da Igreja. Os encontros ocorreram entre os dias 25 e 27 de fevereiro, reunindo assessores para aprofundar a reflexão sobre temas centrais da missão evangelizadora da Igreja à luz dos principais documentos do Magistério Social. Inserido na Dimensão Pastoral Missionária e articulado nas etapas do Discipulado e Configuração, o Seminário proporcionou um espaço formativo de estudo, diálogo e compromisso com a realidade social.

No primeiro dia, o tema “Fraternidade e Moradia – ‘Ele veio morar entre nós’ (Jo 1,14)” foi desenvolvido pelo professor Júlio Pagotto, da SEDU. A reflexão partiu do mistério da Encarnação, fundamento teológico da proximidade de Deus com a humanidade, para iluminar a questão do direito à moradia digna. A partir do versículo do Evangelho de João, destacou-se que o próprio Cristo assumiu a condição humana e habitou entre nós, o que interpela a busca por promover condições justas de vida, especialmente para os mais vulneráveis. O tema foi trabalhado nas etapas de Discipulado e Configuração, ressaltando que seguir Jesus implica assumir gestos concretos e o verdadeiro compromisso com iniciativas que assegurem dignidade humana a luz da Palavra de Deus.

Ainda no contexto da DSI, o professor Edebrande Cavallieri, da UFES, abordou a encíclica Caritas in Veritate, do Papa Bento XVI. Publicado em 2009, o documento atualiza a tradição da Doutrina Social da Igreja ao reafirmar que o desenvolvimento humano integral só é possível quando fundamentado na caridade vivida na verdade. A síntese apresentada evidenciou que a economia, a política e as relações sociais precisam estar orientadas pelo bem comum e pela centralidade da pessoa humana. Assim, os Seminaristas da Etapa do Discipulado (Filosofia), foram convidados a compreender que a fé cristã não se limita à esfera privada, mas exige coerência ética e responsabilidade social.

Também foi refletido o tema “Família e Questão Social”, para a Etapa da Configuração (Teologia), assessorado pelo professor Edivaldo José Bortelo, da UFES. A partir dos princípios da Doutrina Social da Igreja, destacou-se a família como célula fundamental da sociedade e sujeito social ativo, e não apenas destinatária de políticas públicas. A abordagem evidenciou que as fragilidades enfrentadas pelas famílias, como desemprego, precarização do trabalho e desigualdades, possuem impacto direto na organização social. Nessa ótica, ressaltou-se a necessidade de formar cristãos comprometidos com a defesa e promoção da família como espaço de dignidade, solidariedade e educação para a cidadania.

No dia seguinte, último dia de formação, o mesmo assessor conduziu a reflexão sobre a encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco. Publicada em 2020, a carta encíclica propõe a fraternidade e a amizade social como caminhos para enfrentar a cultura do descarte, a polarização e as desigualdades globais. A síntese destacou que o documento convida a superar barreiras ideológicas e a construir uma sociedade baseada no diálogo, na cultura do encontro e na promoção da paz. Na etapa do Discipulado, os participantes foram convidados a assumir uma postura de abertura e compromisso com a construção de pontes, conforme o chamado à comunhão presente nas Escrituras.

Por fim, o professor Bruno Toledo, da EMESCAM, abordou o tema dos Direitos Humanos à luz da Doutrina Social da Igreja. A reflexão ressaltou que a defesa da dignidade humana é um princípio inegociável da tradição cristã, fundamentado na convicção de que toda pessoa é criada à imagem e semelhança de Deus. Foram destacados princípios como a dignidade da pessoa humana, o bem comum, a subsidiariedade e a solidariedade, que sustentam a atuação da Igreja no campo social. Com a Etapa da Configuração, o professor reforçou a necessidade do compromisso com os Direitos Humanos é expressão concreta da fé e da missão evangelizadora.

Confira alguns registros a seguir:

FOTOS: Comunicação Seminário Nossa Senhora da Penha

Primeiras viagens do Papa Leão XIV para 2026 foram anunciadas no site vaticannews.va: dez dias na África, entre Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial,
Primeiras viagens do Papa Leão XIV para 2026 foram anunciadas no site vaticannews.va: dez dias na África, entre Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial, um dia em Monte Carlo e seis dias na Espanha, entre Madri, Barcelona e as Ilhas Canárias.

Uma viagem de dez dias à África, duas viagens à Europa, uma viagem de um único dia ao Principado de Mônaco e uma viagem de seis dias à Espanha e às Ilhas Canárias. Após a significativa viagem à Turquia e ao Líbano no final de 2025 e o anúncio das viagens pela Itália – que o levarão, entre outros, a Lampedusa -, o Papa Leão XIV retoma suas peregrinações ao redor do mundo, conforme anunciado nesta quarta-feira (25/10) pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

A mais longa delas — de 13 a 23 de abril — o levará a seguir os passos de Santo Agostinho na Argélia (Argel e Annaba); depois à África Central, na República dos Camarões (Yaoundé, Bamenda e Douala); Angola (Luanda, Muxima e Saurimo); e por fim Guiné Equatorial (Malabo, Mongomo e Bata).

Uma viagem complexa, que é contemporaneamente uma viagem em memória do Santo de Hipona, a quem o Sucessor de Pedro é ligado, para então visitar outros dois países, com particular atenção aos mais vulneráveis, aos pobres e àqueles que cuidam deles.

A paz também será um dos objetivos: Leão XIV viajará para a região de língua inglesa ao norte dos Camarões. A última parada será a Guiné Equatorial, único país de língua espanhola na África.

Uma peregrinação que, por sua duração, se assemelha àquela realizada na África por São João Paulo II em 1985, com sete países visitados em 11 dias.

A viagem de um dia ao Principado de Mônaco, em 28 de março – véspera da Semana Santa – será a primeira de sua série de Viagens Apostólicas no primeiro semestre de 2026. Leão XIV responde assim positivamente aos reiterados convites feitos pelas autoridades monegascas, primeiro ao Papa Francisco e depois a ele próprio.

O Principado representa uma realidade europeia onde o catolicismo é a religião oficial e onde o diálogo entre as instituições civis e a Igreja mantém uma importância concreta, inclusive no debate público. O compromisso do Principado com a paz também é significativo, visto que pela primeira vez na época moderna receberá um Pontífice.

Por fim, de 6 a 12 de junho, Leão XIV visitará a Espanha – a capital Madri e depois Barcelona – ​​para inaugurar a nova e mais alta torre da Sagrada Família, a basílica monumental que remodelou o horizonte da cidade catalã. A visita coincide com o centenário da morte do brilhante arquiteto que “sonhou” a Basílica e iniciou sua construção, Antoni Gaudí, declarado Venerável Servo de Deus no ano passado.

O Pontífice, permanecendo na Espanha, se deslocará de Barcelona para as Ilhas Canárias, para realizar uma viagem que já estava no coração de Francisco, como destacou o cardeal arcebispo de Madri, José Cobo Cano, em janeiro passado. Nesta etapa, os destinos serão Tenerife e Gran Canaria.

Por meio dessas três viagens, o Bispo de Roma terá a oportunidade de encontrar uma grande variedade de países e situações, desde uma nação muçulmana como a Argélia, onde os cristãos são uma pequena minoria e uma semente de fraternidade, até países de maioria cristã localizados no coração do continente africano, com seus desafios e seu alegre testemunho de fé.

O Papa fará uma breve visita ao segundo menor país do mundo – depois da Cidade do Estado do Vaticano -, localizado na Riviera Francesa, e em seguida viajará para uma nação europeia, a Espanha, cuja identidade foi moldada pela fé cristã, mas que sofre com a secularização. E concluirá a viagem com as Ilhas Canárias, uma das principais rotas migratórias da África para a Europa, com dezenas de milhares de desembarques a cada ano.

Após a oração do Angelus, o Pontífice pediu o fim imediato dos combates, libertação de prisioneiros e diálogo sincero. “Convido todos a unirem-se em
Após a oração do Angelus, o Pontífice pediu o fim imediato dos combates, libertação de prisioneiros e diálogo sincero. “Convido todos a unirem-se em oração pelo martirizado povo ucraniano e por todos aqueles que sofrem por causa desta guerra”, suplicou.

“Quantas vítimas, quantas vidas e famílias despedaçadas, quanta destruição, quanto sofrimento indescritível! (…) Que as armas se calem, que cessem os bombardeamentos, que se chegue sem demora a um cessar-fogo e que se reforce o diálogo para abrir caminho à paz.”

Após a oração do Angelus deste domingo, 22/02, o Papa Leão XIV renovou com firmeza seu apelo pedindo o fim da guerra na Ucrânia, ao lembrar que já se passaram quatro anos desde o início deste dramático conflito “que está diante dos olhos de todos”. O Pontífice destacou que a paz não pode ser adiada e deve encontrar espaço nos corações, transformando-se em decisões responsáveis:

“Toda guerra é realmente uma ferida infligida à inteira família humana: deixa para trás morte, devastação e um rastro de dor que marca gerações. (…) Convido todos a unirem-se em oração pelo martirizado povo ucraniano e por aqueles que sofrem em razão desta guerra e dos outros conflitos no mundo, para que o tão esperado dom da paz possa brilhar nos nossos dias.” 

Um cenário de sofrimento e destruição

A guerra teve início em 24 de fevereiro de 2022, quando a Rússia lançou uma invasão em larga escala contra a Ucrânia. Desde então, o conflito provocou dezenas de milhares de mortos e feridos, destruiu cidades inteiras e forçou milhões de pessoas a se deslocarem dentro e fora do país. Organismos internacionais classificam esta como a maior crise humanitária da Europa desde a Segunda Guerra Mundial, com impactos profundos na segurança, na economia e na vida diária da população civil, sem que até o momento tenha sido alcançado um acordo definitivo para o fim das hostilidades.

Desde o início do conflito na Ucrânia, o Papa Francisco reiterou inúmeros pedidos pelo fim da guerra e pela libertação de prisioneiros, com atenção especial às crianças e às vítimas civis, enquanto o rigor do inverno agravava os danos provocados pelos bombardeios. Ao longo desses anos, a Santa Sé manteve apoio humanitário à população ucraniana, dialogou com líderes como Putin e Zelensky, recebeu associações, famílias e refugiados, e reafirmou sua disposição em sediar negociações de paz, sublinhando a importância do engajamento da Europa e da Itália. O Papa Leão XIV deu continuidade a esse compromisso pela paz, enviando também ajudas concretas ao país.

Fonte: publicado no site vaticannews.va
Na tarde de hoje (21), o Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha foi representado por quatro seminaristas na reunião da Comissão Missionária da Arquidiocese

Na tarde de hoje (21), o Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha foi representado por quatro seminaristas na reunião da Comissão Missionária da Arquidiocese de Vitória. O encontro, mediado pelo padre Abel de Andrade, coordenador da Comissão, constituiu um momento significativo de partilha, planejamento e renovação do ardor missionário.

Durante a reunião, realizou-se a acolhida e a apresentação dos novos membros, fortalecendo a comunhão entre os representantes das diversas áreas pastorais da Arquidiocese. Além disso, foram apresentadas propostas de formações missionárias por área, bem como iniciativas específicas, como a Missão com os Seminaristas, evidenciando o empenho em levar o Evangelho a um número cada vez maior de pessoas.

Entre os demais temas pertinentes às demandas da Comissão, destacou-se também a apresentação da edição atualizada e ampliada do Programa Missionário Nacional da CNBB, bem como a reflexão sobre a importância dos Conselhos Missionários como instrumentos a serviço da animação missionária da Igreja no Brasil. A iniciativa reforça o compromisso missionário e a unidade na evangelização, fortalecendo a caminhada da Igreja em sua missão.

Unidos na fé e na caridade, comunicamos que nosso querido arcebispo, Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ,  foi submetido a uma cirurgia hoje, dia 20/2,

Unidos na fé e na caridade, comunicamos que nosso querido arcebispo, Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ,  foi submetido a uma cirurgia hoje, dia 20/2, ao meio-dia, em razão de uma artrose avançada no quadril, sendo necessária a colocação de uma prótese.

A cirurgia foi exitosa, sem intercorrências, e ele está sendo acompanhado pela equipe assistencial do hospital.

Ainda não há previsão de alta, mas Dom Ângelo está muito bem e agradece as orações de todos.

Confiantes na misericórdia de Deus e na intercessão de Nossa Senhora da Vitória, pedimos que continuemos em oração por sua plena recuperação.

Vicariato para a Comunicação
Arquidiocese de Vitória

 

Por ocasião da Abertura da Campanha da Fraternidade 2026, o Papa enviou uma mensagem ao povo brasileiro. Leia abaixo a matéria publicada no site

Por ocasião da Abertura da Campanha da Fraternidade 2026, o Papa enviou uma mensagem ao povo brasileiro. Leia abaixo a matéria publicada no site cnbb.org.br e no link a mensagem do Papa.

Confira o texto da mensagem na íntegra:
Mensagem do Papa Leão XIV à Campanha da Fraternidade 

Em referência a um dos sermões de Santo Agostinho, o Papa reforça na mensagem que a Quaresma é um tempo litúrgico durante o qual “recebemos um especial chamado de Deus a uma autêntica conversão, redirecionando toda a nossa vida para Ele, ao seguirmos, por meio do jejum e a penitência, os passos de Nosso Senhor que se retirou no deserto por quarenta dias. Neste tempo de intensa oração, somos igualmente convidados a praticar com renovado empenho a virtude da caridade com os mais pobres e necessitados, com os quais o próprio Cristo se identifica (cf. Mt 25, 35-40). O Espírito Santo, autor da nossa santificação, nos conduza ao longo deste caminho”, afirmou.

O Santo Padre destacou, no documento, o papel das Campanhas da Fraternidade: “Com o intuito de animar o povo fiel em cada itinerário quaresmal, há mais de sessenta anos que a Igreja no Brasil realiza a Campanha da Fraternidade, momento em que, como comunidade de fé, dirige a sua ação pastoral e caritativa aos pobres, os verdadeiros destinatários do nosso amor preferencial, como fiz questão de recordar na Exortação Apostólica Dilexi te: convencidos de que «existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres» (n. 36), «devemos empenhar-nos cada vez mais em resolver as causas estruturais da pobreza» (n94).”.