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No dia 16 de fevereiro de 1958, o Papa Pio XII, por meio da bula Cum territorium, elevou a então Diocese do Espírito Santo

No dia 16 de fevereiro de 1958, o Papa Pio XII, por meio da bula Cum territorium, elevou a então Diocese do Espírito Santo à categoria de arquidiocese e sé metropolitana, passando a denominar-se Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo.

Anteriormente A Diocese do Espírito Santo havia sido erigida canonicamente pelo Papa Leão XIII, no dia 15 de novembro de 1895, por meio da bula Sanctissimo Domino Nostro, a partir de território desmembrado da então Diocese de Niterói. Durante os seus dois primeiros anos ficou sob a direção de um Administrador Apostólico, Dom João Fernando Tiago Esberard, arcebispo do Rio de Janeiro. Em 1897 tomou posse o seu primeiro bispo Dom João Batista Corrêa Nery.

Assim, quando aconteceu a elevação de Vitória à categoria de Arquidiocese, também foram criadas as Dioceses de Cachoeiro do Itapemirim e São Mateus, portanto na mesma data. Dom Luiz Gonzaga Peluso foi o primeiro Bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES), tinha como lema: Ipse firmitas mea (Ele é a minha firmeza) e ficou a frente da Diocese por 26 anos (de 1959 a 1985). Já Dom José Maria Dalvi, foi eleito Bispo de São Mateus em 9 de maio de 1959 e Sagrado em Vitória-ES, em 29 de junho de 1959, aos 39 anos de idade. Ele governou a Diocese de 1959 a 1970, quando renunciou por problemas de saúde.

João Batista da Mota e Albuquerque, filho de Francisco Feliciano da Mota e Albuquerque e Francisca do Carmo Mota e Albuquerque, nasceu em 02 de setembro de 1909, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro. Foi batizado a 11 de novembro de 1909 na Igreja Matriz da Glória, no largo do Machado, no Rio de Janeiro, conforme certidão de nascimento.

Dom João Batista da Mota e Albuquerque, já era Bispo do Espírito Santo. Ele havia sido nomeado pelo papa Pio XII, no dia 04 de maio de 1957. D. João substituiu a Dom José Joaquim Gonçalves, que esteve à frente da diocese de Vitória até sua transferência na qualidade de bispo auxiliar na diocese de Ribeirão Preto (SP), em 14 de março de 1957. Dom João Batista da Mota e Albuquerque foi proclamado o primeiro arcebispo da Arquidiocese de Vitória em 26 de maio do mesmo ano (1958) da elevação de Vitória à Arquidiocese. “Sanctificans Evangelium Dei”, esse é o lema de Dom João Batista da Mota e Albuquerque, que pode ser traduzido como “Sacerdote do Evangelho de Deus” e com o qual viveu à frente da Igreja de Vitória.

Escrito por Padre Manoel Davi Neto

Aconteceu entre os dias 10 e 12 de fevereiro o 1º Congresso Catequético da Paróquia São Pedro, em Jacaraípe, Serra. O objetivo foi motivar

Aconteceu entre os dias 10 e 12 de fevereiro o 1º Congresso Catequético da Paróquia São Pedro, em Jacaraípe, Serra. O objetivo foi motivar os catequistas, seguindo como base o diretório catequético, os documentos da Igreja e da Arquidiocese de Vitória. Participaram deste momento formativo todos os agentes de: catequese infantil, catecumenato de jovens e adultos, crisma, batismo, círculo bíblico, pastoral familiar e aqueles que desejavam conhecer o trabalho.

Durante os três dias tiveram a presença e palestra da professora Irmã Lucia Imaculada, cnsb e da Irmã Luzia Maria do Espírito Santo ambas religiosas da Congregação de Nossa Senhora de Belém, fundada no Rio de Janeiro, por Madre Maria Helena Cavalcanti. Abaixo veja o currículo das religiosas.

Segundo o Diácono Rafael Medeiros, “o primeiro congresso catequético de nossa paróquia teve por objetivo motivar nossos atuais agentes de pastoral (catequistas) do segmento catequético e descobrir novas vocações para trabalhar com a iniciação cristã. As vezes, pensamos que não há nada de novo a ensinar à aqueles que já tem muito tempo de caminhada e caímos no “ócio evangelizador”, ou seja, esquecemos da grande força motriz que é o próprio Espírito Santo que nos conduz, renova, inspira, motiva e caímos no erro de “profissionalizar” os meios e métodos da evangelização”, conclui.

Ele também afirmou que seguiram na formação o que o diretório catequético, RICA, Catecismo orienta, entre outros documentos, assim como, as orientações da própria arquidiocese por meio dos bispos e segmento catequético arquidiocesano: “Mas, fizemos deste congresso um meio para recordar que é o Espírito Santo que nos motiva a desbravar novos meios, ou ainda, olhar para evangelização sempre como um caminho de renovação de nossa própria história, a luz de Cristo, numa igreja em saída”.

Confira o que foi trabalhado na programação:

10/02 – Comunidade Sagrado Coração de Jesus (sexta-feira)

Público Alvo: Noite dedicada para os coordenadores de qualquer pastoral do segmento catequético de nossas comunidades e coordenadores de comunidade.

  • Missa de abertura
  • 1º palestra: Evangelização e Catequese

11/02 – Sábado

Público Alvo: dia dedicado para todos os inscritos

Comunidade Santo Antônio

  • 2ª palestra: A identidade da catequese
  • 3ª palestra: Ser, saber e saber fazer do catequista

Comunidade São Francisco

  • 4ª palestra: Conhecendo nosso catequizando
  • 5ª palestra: O encontro catequético

Comunidade São Pedro

  • 6º Palestra: A espiritualidade do catequista
  • Missa e adoração
  • Noite com a juventude

12/02: Centro Pastoral (domingo)

Público Alvo: Dia dedicado para todos os atuais catequistas de todo o segmento catequético.

  • 7º palestra: A catequese de inspiração catecumenal
  • 8º palestra: Pedagogia de Jesus
  • Missa de encerramento

“A catequese é: uma tomada de consciência na fé; um testemunho de vida na esperança; um anúncio da salvação na caridade.” (Me. Mª. Helena Cavalcanti)

Currículos das Palestrantes

Irmã Lucia Imaculada, cnsb (Assistente Social, Pedagoga, Especialista em Ensino Religioso, Membro da Comissão Arquidiocesana da Iniciação à Vida Cristã, Coordenadora da Animação Bíblico-Catequética do Regional Leste 1 da CNBB, Professora do Seminário S. José, Escola Diaconal Sto. Efrém, Instituto Superior de Ciências Religiosas, Membro da Sociedade Brasileira de Catequistas.)

Irmã Luzia Maria do Espírito Santo (Pedagoga, Professora nas Escolas de Fé da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Coordenadora do Núcleo Catequético Nossa Senhora de Belém, Dirigente do MEJ da Paróquia N. Sra. De Loreto/RJ)

Reflexão do diácono Rafael Medeiros

“Recordar os nossos próprios passos com Cristo, nos impele a buscar novos caminhos. Passar isso a diante para os nossos catequisandos, como uma igreja em saída, é o que nos recorda o documento Evangelii Gaudium: “Na Palavra de Deus, aparece constantemente este dinamismo de ‘saída’, que Deus quer provocar nos crentes. Abraão aceitou a chamada para partir rumo a uma nova terra (cf. Gn 12, 1-3). Moisés ouviu a chamada de Deus: ‘Vai; Eu te envio’ (Ex 3, 10), e fez sair o povo para a terra prometida (cf. Ex 3, 17). A Jeremias disse: ‘Irás aonde Eu te enviar’ (Jr 1, 7). Naquele ‘ide’ de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja, e hoje todos somos chamados a esta nova ‘saída’ missionária. Cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho.” (EG 20). Contudo, não adianta de nada querer ser, a qualquer custo,  uma igreja em saída, se não olharmos primeiro para dentro de nós e nos inspirarmos em sairmos de nós mesmo com um olhar cristocêntrico na vocação de ser catequista, voltando nosso olhar para o outro com o mesmo olhar de misericórdia com que Cristo olha para nós. Vamos aprendendo a olhar para o outro através de um caminho organizado e completamente inspirado por Deus. Somos discípulos daquele que olha para os seus discípulos e diz: “Tenho compaixão deste povo” (Mc 8, 1-2) e por isso, somos convidados a catequisar com o mesmo olhar que Cristo nos olhou.”

O Papa Francisco enviou ontem, 4ª Feira, 15 de fevereiro de 2023, 10 mil camisas térmicas aos sem teto, vítimas do terremoto que atingiu
O Papa Francisco enviou ontem, 4ª Feira, 15 de fevereiro de 2023, 10 mil camisas térmicas aos sem teto, vítimas do terremoto que atingiu a Síria e a Turquia.
As caixas com as camisas térmicas foram enviadas juntamente com a ajuda do governo italiano e outras organizações não governamentais, no navio Msc Aurelia. O cardeal Konrad Krajewski, esmoleiro do Papa, levou pessoalmente a Nápoles essa ajuda enviada pelo Papa Francisco. As camisas térmicas serão distribuídas pela Fundação Rava, que está presente na Turquia atendendo com mantimentos e abrigo aos desabrigados. à Síria o Papa enviou ajuda econômica à Nunciatura Apostólica e será usada em apoio à população que além da guerra, sofre também as consequências do terremoto.
No domingo, o Papa pediu, proximidade com as vítimas e ajuda concreta para aliviar a dor dessas pessoas. Pediu ainda orações pelos mortos que já passam de 41 mil.
Fonte: site do Vaticano.

 

A Arquidiocese de Vitória  se entristece com a morte de Dona Olga Ferrari Possatti, esposa do diácono permanente Charles Possatti, e reza por esta

A Arquidiocese de Vitória  se entristece com a morte de Dona Olga Ferrari Possatti, esposa do diácono permanente Charles Possatti, e reza por esta família que sofre neste momento de saudade e dor.

O velório acontecerá, hoje (15) na Comunidade Santíssima Trindade, na Avenida Belo Horizonte, em Praiamar, Nova Almeida a partir das 18 horas.  O sepultamento será amanhã às 10h no Cemitério Jardim da Paz no CIVIT II, Serra.

Unamo-nos em oração para que Deus acolha dona Olga e console o Diácono e seus familiares.

 

O padre Amarilio Luiz Corradi foi empossado canonicamente, como novo administrador paroquial da paróquia São Francisco Xavier em Iriri, nesta última terça-feira (14/2), em

O padre Amarilio Luiz Corradi foi empossado canonicamente, como novo administrador paroquial da paróquia São Francisco Xavier em Iriri, nesta última terça-feira (14/2), em missa com rito de posse canônica, presidida pelo bispo auxiliar Dom Andherson Franklin e concelebrada por alguns padres da arquidiocese, e a presença de seminaristas e paroquianos.

Rito de Posse – Após a saudação inicial, o bispo Dom Andherson, solicitou a leitura da Provisão assinada pelo Chanceler do Arcebispado, Wilson Aragão, a leitura do decreto de nomeação, em seguida, o padre Amarilio fez a profissão de fé diante do bispo e da comunidade paroquial, e na continuidade seguiu-se a Liturgia da Palavra. Na aclamação do Evangelho o novo administrador paroquial recebeu das mãos do bispo o Evangeliário e proclamou o Evangelho, recordando que uma das funções do sacerdote é o anúncio da Palavra. Depois da homilia, o padre Amarilio renovou as promessas sacerdotais e prestou o juramento de fidelidade ao bispo. Em seguida, alguns paroquianos lhe entregaram os livros de registro de batismo, matrimônio, caixa e de tombo. Também foi entregue as chaves e a estola presbiteral.

Homilia – Em um dos trechos da homilia Dom Andherson recordou pontos importantes a serem valorizados e cultivados na missão do sacerdote junto a comunidade paroquial. O bispo citou as atribuições da missão do administrador paroquial, entre elas, o dever de ensinar (pregar a Palavra de Deus), governar e santificar o Povo de Deus; e recomendou aos paroquianos o compromisso de zelar pela amizade sincera, disponibilidade para auxiliar na missão e a oração diária pelo sacerdote.

Dom Andherson recordou que as comunidades paroquiais “Precisamos ser fermento no mundo, mas, primeiro, precisamos ser fermentados pela graça de Deus, pois é a graça d’Ele que nos dá consistência, que eleva o sentimento da alma e do coração e, acima de tudo, traz o sabor e o valor do Reino de Deus para nós. Os discípulos de Jesus não podem ser outra coisa no mundo senão o fermento da graça divina, ou seja, levedar, sinalizar e ser a grande presença que faz a diferença. Meus irmãos e irmãs, precisamos ser fermentos na massa, no mundo que está contaminado por tantas maldades e coisas erradas. Resta-nos transformar este mundo pelo exemplo e pelo testemunho.

Desse modo, ele destacou que o pároco é aquele que a Igreja envia para presidir uma comunidade de fé na caridade, no relacionamento e no modo de ser. Dom Andherson olhando para o Padre Amarilio, enfatizou“Ajude estes irmãos a crescerem, marcados no fermento da intimidade com o Senhor, da escuta da sua palavra e na generosa gratuidade, onde celebramos a partilha do que temos, na certeza de que o Senhor multiplica a generosidade das nossas mãos”.

Acolhida da Comunidade Paroquial – Na acolhida da Santa Missa o animador citou o nome de todos os 4 setores geográficos bem como das 20 comunidades que compõem a paróquia. Lideranças das comunidades estiveram presentes representadas pelos coordenadores do Conselho de Pastoral Comunitário e de coordenadores de Pastorais e Movimentos. Estiveram também presentes diversos Ministros Extraordinários da Eucaristia, além da presença de Cerimoniários e Coroinhas.

Agradecimento – Nos agradecimentos, o novo administrador paroquial manifestou a alegria de assumir o ofício e o compromisso de caminhar junto com a comunidade paroquial. “Conto com a participação e colaboração de vocês na organização pastoral, formações e de projetos de evangelização. Atender com carinho e amor às comunidades. Fortalecer o dízimo e dar atenção a Pastoral da Saúde, nossos idosos e doentes deram sua vida para a igreja e em suas debilidades precisamos estar presentes com eles. Quero olhar também para as crianças, adolescentes e jovens, pois eles precisam da ajuda do sacerdote que dão sempre uma palavra de ânimo e apoio para descobrir sua vocação. Precisamos criar unidade, harmonia e comunhão com todos da paróquia. É necessário servir com fidelidade e perseverança ao chamado no qual recebemos de Cristo”.

O padre Amarilio, enfatizou a presença do Seminarista Marwin que é o primeiro a desenvolver seus trabalhos de pastoral do Seminário na paróquia “Ele vem para ajudar e colaborar na formação mas também para aprender com a paróquia com o seu jeito de ser e agir”.

Ao término da Missa, o novo administrador paroquial foi calorosamente saudado pelos paroquianos.

 

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou na tarde desta segunda-feira, 13 de fevereiro, uma mensagem na qual reafirma sua

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou na tarde desta segunda-feira, 13 de fevereiro, uma mensagem na qual reafirma sua comunhão com a Igreja Católica no mundo inteiro, em especial com a Igreja que está na Nicarágua. “Em prece, a CNBB suplica o fortalecimento dos nicaraguenses na busca pelo respeito e pela dignidade. Fraternal e solidária, reza, por nosso irmão bispo, dom Rolando Álvarez, condenado a 26 anos de prisão”, diz um texto do documento. Confira abaixo a íntegra da nota e (aqui) o link do documento em pdf.

Texto publicado no site da CNBB.

Mensagem da Presidência da CNBB

 

Brasília-DF, 13 de fevereiro de 2023

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), comprometida com a defesa dos direitos humanos e repudiando qualquer gesto ou decisão que neguem estes mesmos direitos, reafirma sua comunhão com a Igreja Católica no mundo inteiro, em especial a Igreja que está na Nicarágua.

Onde a humanidade sofre é também dor e sofrimento da Igreja no Brasil.

A fé cristã é místico-profética, exigindo de cada discípulo e discípula de Jesus uma santa indignação frente aos cenários de desrespeito à vida, de desconsideração da sacralidade humana, templo vivo do Espírito Santo de Deus.

Em prece, a CNBB suplica o fortalecimento dos nicaraguenses na busca pelo respeito e pela dignidade. Fraternal e solidária, reza, por nosso irmão bispo, dom Rolando Álvarez, condenado a 26 anos de prisão.

A cada pessoa seja concedida a liberdade de se expressar com responsabilidade e viver sua fé. As autoridades de todo o mundo, da América Latina e, especialmente, da Nicarágua, possam se sensibilizar.

Ninguém seja indiferente à injustiça.

“Se os profetas se calarem, as pedras falarão” (Lc 19,40).

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Arcebispo de Cuiabá (MT)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

“Seduziste-me Senhor e eu me deixei seduzir” (Jr 20,7). Guiados por este divino chamado, 11 jovens apresentaram-se hoje (13/02) à Casa de Formação Bom

“Seduziste-me Senhor e eu me deixei seduzir” (Jr 20,7).

Guiados por este divino chamado, 11 jovens apresentaram-se hoje (13/02) à Casa de Formação Bom Pastor, para iniciar o processo formativo rumo ao sacerdócio.

Após um ano de discernimento junto aos encontros vocacionais, o jovem que decidiu-se pela vocação sacerdotal é convidado a ingressar no Propedeutico, ou período introdutório, onde permanecerá por um ano unido à sua comunidade fraterna.

Ao findar este período, o candidato solicita, caso assim o queira, o ingresso na comunidade de filosofia, na qual prosseguirá sua jornada.

Oremos, a fim de que, à luz da Palavra de Deus, possam viver o corrente ano com muita sabedoria e o olhar sempre atento ao Nosso Senhor Jesus Cristo, o Bom Pastor que dá a vida por suas ovelhas.

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, pela Ação Sociotransformadora, a 6ª Sema Brasileira e a Diocese de Roraima estão apoiando a Campanha

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, pela Ação Sociotransformadora, a 6ª Sema Brasileira e a Diocese de Roraima estão apoiando a Campanha “SOS Yanomami”, em curso sob a organização do Conselho Indígena de Roraima. O valor arrecadado está sendo destinado à aquisição de alimentos, remédios, deslocamentos e demais emergências e urgência dos yanomami.

A CNBB também publicou uma nota de apoio ao povo Yanomami e fortalece a divulgação da Campanha de ajuda aos irmãos que sofrem. Abaixo estão os dados da conta e também a nota da CNBB publicada em 30 de janeiro de 2023.

As doações podem ser feitas através das contas abaixo:

Pix: [email protected]
Banco do Brasil
Agência: 2617-4
Conta Corrente: 59027-4
CNPJ: 34.807.578/0001-76

Nota da CNBB

Brasília, 30 de janeiro de 2023

EM DEFESA DOS POVOS ORIGINÁRIOS
A ofensiva contra os direitos dos povos indígenas, agravada nos últimos anos, foi
denunciada pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI), em seu relatório anual. A
realidade vivida pelo povo Yanomami é, pois, síntese do que apresenta o relatório do
CIMI. Os povos originários, integrados à natureza, têm sido desrespeitados de modo
contumaz, a partir da ganância, da exploração predatória do meio ambiente, que
propaga a morte em nome do dinheiro. Essa realidade deve despertar santa indignação
no coração de cada pessoa, especialmente dos cristãos, que não podem fazer da defesa
da vida uma simples bandeira a ser erguida sob motivação ideológica. A vida tem que
ser efetivamente defendida, não apenas em uma etapa específica, mas em todo o seu
curso. E a defesa da vida humana é indissociável do cuidado com o meio ambiente.

A CNBB pede às autoridades um adequado tratamento dedicado ao povo
Yanomami e a cada comunidade indígena presente no território brasileiro. Diante da
gravidade do que se verifica no Norte do País, das mortes, principalmente de crianças e
de idosos, sejam apontados os responsáveis, para que a justiça prevaleça. O genocídio
dos Yanomamis seja capítulo nunca esquecido na história do Brasil, para que não se
repita crime semelhante contra a vida de nossos irmãos.

A Igreja Católica no Brasil está unida ao povo Yanomami, solidariamente, com
sua rede de comunidades de fé. As dores de cada indígena são também da Igreja, que,
a partir de sua doutrina, do magistério do Papa Francisco, vem ensinando a importância
dos povos originários na preservação do planeta. O momento é de tristeza e desolação,
mas a Igreja Católica continuará a trabalhar, intensificando sempre mais as suas ações,
em união com muitos segmentos da sociedade e do poder público, para que prevaleça
a esperança, confiante de que cada Yanomami será respeitado em sua dignidade de filho
e filha de Deus.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Arcebispo de Cuiabá – MT
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-geral da CNB