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Prestes a completar 453 anos de existência, uma das maiores e mais antigas festas religiosas do Brasil, a Festa da Penha, agora é patrimônio

Prestes a completar 453 anos de existência, uma das maiores e mais antigas festas religiosas do Brasil, a Festa da Penha, agora é patrimônio cultural do Estado do Espírito Santo. O reconhecimento foi publicado nesta quinta-feira (22), no Diário Oficial do Estado, por meio da Lei 11.721, assinada pelo governador Renato Casagrande.

“Para nós é uma alegria e um reconhecimento da grandeza histórica da festa em homenagem à padroeira do Estado, que leva milhares e milhares de pessoas às ruas todos os anos. A nova lei é sem dúvida um reconhecimento e, ao mesmo tempo, uma inspiração para fazermos um evento cada vez melhor e mais abrangente. Nossa gratidão ao governador e deputados pela aprovação da lei”, diz frei Djalmo Fuck, guardião do Convento da Penha.

A Festa da Penha é o maior evento religioso do Espírito Santo e está entre as maiores e mais antigas festas marianas do Brasil. A próxima edição será entre os dias 9 e 17 de abril e terá como tema “Com Maria, Chamados a Servir”.

Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, em seu nome e de dom Dario Campos, arcebispo envia a todas as famílias

Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, em seu nome e de dom Dario Campos, arcebispo envia a todas as famílias os votos de um Natal de Paz e Bem! Dom Franklin lembrou as vítimas da covid, das enchentes e da violência e agradeceu pelos cristãos que são sinais de esperança para quem precisa. Assista a mensagem.

Anexos

Neste tempo que nos aproxima do Natal, o Papa Francisco vem insistindo sobre solidariedade, fraternidade e atenção a todos aqueles que precisam. Na audiência
Neste tempo que nos aproxima do Natal, o Papa Francisco vem insistindo sobre solidariedade, fraternidade e atenção a todos aqueles que precisam. Na audiência de hoje, 21 de dezembro, o Papa pediu pelo povo ucraniano, principalmente as crianças. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:
Na Audiência geral desta quarta-feira duplo pensamento do Papa Francisco para a Ucrânia devastada pela guerra. Primeiro Bergogli se dirige aos fiéis presentes na Sala Paulo VI provenientes da Polônia. “De acordo com sua tradição, vocês deixam um lugar vazio à mesa para o convidado inesperado”. Este ano o convidado será a multidão de refugiados da Ucrânia aos quais vocês abriram as portas de suas casas com grande generosidade”.
Depois, no momento da saudação em italiano, Francisco acrescentou: “é a festa de Deus feito criança, pensemos nas muitas crianças da Ucrânia que sofrem, e tanto, com esta guerra. Quando elas vêm aqui, a maioria delas não consegue sorrir, e quando se perde a capacidade de sorrir é grave. Elas carregam consigo a tragédia de uma guerra tão desumana e dura: pensemos no povo ucraniano sem luz e sem aquecimento, sem as coisas principais para sobreviver, e rezemos ao Senhor para lhes dê a paz o quanto antes”.
Por mais um ano, nosso Seminário encerrou sua missão de férias, desta vez na cidade de Afonso Cláudio-ES, nas Paróquias São Sebastião do Alto

Por mais um ano, nosso Seminário encerrou sua missão de férias, desta vez na cidade de Afonso Cláudio-ES, nas Paróquias São Sebastião do Alto Guandú e Nossa Senhora de Lourdes.

No dia 11/12, em Vila Pontões, ocorreu a Santa Missa de abertura e envio dos missionários às mais de cinquenta comunidades da região. A acolhida do Padre Daniel Calil (Adm. Paroquial) e dos leigos e leigas engajados na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes já preanunciaram o clima fraterno que se vivenciara ao longo dos dias de trabalho.

O encerramento não foi diferente: a ação de graças pelo término das Missões aconteceu na Matriz de São Sebastião na manhã deste último Domingo (18). Presidida pelo Reitor, Padre Jorge, a cerimônia foi concelebrada pelo Padre Rodrigo Chagas (Adm. Paroquial da Paróquia São Sebastião), padres locais e contou com a participação de um grande número de fiéis.

Os testemunhos e alegria de todos eram presentes ao longo da semana: além das visitas às casas e famílias em diferentes realidades e situações, os seminaristas celebraram, rezaram e confraternizaram com toda a Comunidade. Apesar dos percalços próprios (devido as chuvas constantes em todos os dias da Missão, houveram muitas estradas enlameadas), foram momentos de júbilo, que marcaram a vida de muitos fiéis, além da caminhada vocacional de cada seminarista.

Louvamos a Deus pela conclusão dos trabalhos missionários, pedindo a Ele que nos conceda sempre as forças necessárias para prosseguirmos em nossa caminhada.

A Arquidiocese de Vitória conta com novos seminaristas que se aproximam do grau da Ordem, com a instituição no ministério de Acólitos de nossos

A Arquidiocese de Vitória conta com novos seminaristas que se aproximam do grau da Ordem, com a instituição no ministério de Acólitos de nossos irmãos:

Bruce Willis Moura de Oliveira, César Augusto Flegler Delarmelina, Juliano do Nascimento Machado, Leonardo Oss, Marcílio de Araújo Netto e Vitor Valentim Placidino do Nascimento.

A Missa de Instituição foi realizada na noite de ontem, 20/12, presidida por Dom Andherson Franklin, Bispo Auxiliar.

A celebração contou com numerosa participação dos padres que acompanham os seminaristas ao longo do processo formativo. Na cerimônia, Dom Andherson Franklin, à luz da Palavra de Deus proclamada, recordou aos candidatos instituídos sobre a sublimidade e a dignidade própria de seus ofícios, sobre o cuidado e o zelo que estes deverão ter ao servirem o Altar e à Sagrada Liturgia, participando e alimentando-se da Santíssima Eucaristia.

Sobretudo, a tarefa de prosseguirem procurando, com uma piedade mais ardente, um conhecimento sempre mais profundo da mesma. Em nome de toda sua turma, o seminarista Vitor Valentim Placidino do Nascimento teceu, os devidos agradecimentos ao Sr. Arcebispo e ao Sr. Bispo Auxiliar, aos Srs. Reitores e Formadores, bem como a todos os demais que de alguma forma participaram de suas trajetórias vocacionais.

Tradicionalmente, ao final da Santa Missa de encerramento das atividades do ano, acontece a Bênção do Presépio. Com a colaboração de muitos irmãos, o Presépio deste ano foi organizado pelos seminaristas César, Rodrigo e Jacob. Como os seminaristas passam os dias do Natal do Senhor com seus familiares e amigos, as festividades natalinas são antecipadas no Seminário.

Rezemos pelas vocações sacerdotais, e de forma especial por esses nossos irmãos que deram um passo tão significativo em sua caminhada!

 

Em entrevista à rede de televisão Mediaset, o Papa Francisco falou sobre sua preocupação com as vítimas da guerra e pediu que não cultivemos
Em entrevista à rede de televisão Mediaset, o Papa Francisco falou sobre sua preocupação com as vítimas da guerra e pediu que não cultivemos a cultura da indiferença. Veja alguns trechos da entrevista publicados no site do Vaticano:

Santo Padre, para começar agradecemos por este presente a todos os telespectadores da rede Mediaset, mais uma vez, neste Natal. Falaremos sobre muitas questões de atualidade, começando pela guerra, a guerra da Ucrânia, com um povo e principalmente com crianças que sofrem. Por que esses dois países, os líderes desses dois países, não conseguem sentar-se à mesa para dialogar?

Há muito tempo eu venho falando, estamos vivendo a terceira guerra mundial em pedaços. A Ucrânia nos desperta um pouco mais porque está perto, mas a Síria está há 13 anos em uma guerra terrível. E o Iêmen? Mianmar, vários países da África. O mundo está em guerra. Dói muito, dói muito mesmo. Quando eu estava em Redipuglia, em 2014, chorei. Eu chorei! Comemorava-se o centenário da guerra. Eu não podia acreditar nisto: na idade dos mortos. Todos os anos, em Finados, no dia 2 de novembro, vou ao cemitério. Um ano fui visitar o cemitério de Anzio, onde estão enterrados soldados americanos. Eu vi a idade dos jovens e chorei. Mas como é possível? Como se pode destruir vidas naquela idade? A guerra é como uma mística da destruição. Então, quando houve a comemoração do 60º aniversário do desembarque na Normandia, vi, sim, os chefes de governo lembrando o que era o início da libertação da Europa, do nazismo, do fascismo. Mas naquela praia morreram 30 mil jovens. Eu não entendo, a guerra destrói. Às vezes penso nas mães que recebem o carteiro que bate à porta: “Uma carta para a senhora. Senhora, temos a honra de dizer que a senhora é a mãe de um herói”. Sim, tudo o que resta daquele filho é aquela carta para sua mãe. A guerra é uma loucura, sempre destrói. E dizemos agora há crueldade, porque uma agressão traz outra, e outra, e outra, e outra. Continua assim. E a destruição vira um jogo. Depois, também, a fome, o frio, tantas coisas que a guerra causa, destruições. O comércio das armas. A indústria das armas, é uma indústria que, em vez de fazer progredir a humanidade, produz a destruição. Nós somos loucos. Direi às pessoas, por favor, não tenhamos medo, mas choremos um pouco. Hoje sentimos falta de chorar por essas crueldades. Recebi aqui muitas crianças da Ucrânia por ocasião das audiências gerais. Nenhuma delas sorri, nenhuma, cumprimentam, mas não conseguem sorrir, sabe lá o que viu aquela criança…

Desde o início da guerra o senhor tem feito muitos apelos nos Angelus, nas Audiências Gerais, escreveu muito, falou, telefonou aos dois presidentes, perguntou a Putin se poderia encontrá-lo em Moscou para tentar parar a guerra, falou várias vezes com o presidente Zelensky, pediu aos dois que se sentassem à mesa de negociações. Escreveu muito, recolheu todos os seus discursos em livro que chamou de Uma Encíclica sobre a Paz na Ucrânia. Então eu me pergunto: existe um momento em que até mesmo o Papa, depois de tantos meses, diante desta situação, diz: “O que mais posso fazer”?

É a loucura da guerra e sempre acontece assim, em relação às outras partes, é assim. A guerra começou com Caim. O espírito de Caim. Aquele que mata por ciúmes, mata por interesse, sabe? É algo muito feio. Agora as consequências sociais, as consequências em toda a Europa. Prepare-se, prepare-se.

Há uma coisa que me preocupa muito: é a atitude de indiferença. Há aqui uma fotografia tirada por um de nossos fotógrafos, que é a saída de um restaurante de uma senhora no inverno, usando um casaco de pele, ela é idosa, usa luvas e um chapéu. Pode-se ver que estava frio. Ela sai do restaurante e, à porta, está uma mulher pedindo esmola. Percebe-se que é uma mulher humilde moradora de rua, talvez. A senhora olha para o outro lado. O pior que pode nos acontecer é olhar para o outro lado. Por favor, meçam os gastos de Natal, meçam-no. Este é um Natal triste, um Natal de guerra. Há pessoas morrendo de fome. Por favor, tenham um grande coração e não gastem como se nada estivesse acontecendo. A indiferença é uma das coisas que temos que lutar muito e vocês jornalistas têm um pouco da missão de despertar os corações para não cair nesta cultura de indiferença. “Eu olho para o outro lado, lavo minhas mãos, não é problema meu”. O problema é de todos. O desperdício. Devemos tomar consciência deste momento histórico, da pobreza. Que há crianças brincando com um míssil russo, que estão com fome. Há pessoas morrendo de fome. Pelo menos celebramos a Natividade porque a Natividade é uma coisa linda, é uma bela mensagem. Queremos festejar, mas vamos festejar com moderação.

Falando de crianças, que são um fio condutor nesta nossa entrevista, é preciso muito pouco para fazê-las sorrir: uma bola para jogar na rua, para jogar em um campinho. O senhor trouxe uma bola de trapos. Esta bola nos demonstra que precisa muito pouco para fazer uma criança sorrir, para que ela se divirta.

O esporte é nobre. O esporte traz nobreza. Há um filme argentino chamado Pelota de trapo, Bola de Trapos, e o autor é Enrique Mueňo. Estou falando de 1945, eu o vi quando era criança. É um belo filme da época, é um pouco da mística dos meninos que brincam com o que têm em mãos. Foi Dom Bosco quem dizia “se você quiser reunir os meninos, ponha uma bola na rua e eles vêm imediatamente, como moscas para o doce”. As crianças brincam. E aí passamos a uma coisa muito bonita que é o valor do jogo, do esporte, até mesmo do próprio jogo. Brincar e fazer esportes. É uma bênção poder fazê-lo bem, porque o esporte é uma coisa nobre. Todos nós precisamos desta gratuidade do esporte. É por isso que fico feliz quando vejo que as pessoas estão entusiasmadas com o mundo do esporte e quando o esporte não perde essa dimensão de ‘amadorismo’, amador, não? O esporte é gratuito, é amador, não? Existem, agora, aspectos mais comerciais, mas não é ruim se eles forem moderados. Desde que o esporte não perca esse “amadorismo”. O verdadeiro esporte deve ser livre, amador.

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Quando fui eleito, tomei como programa todas as coisas que dissemos com os cardeais nas reuniões pré-conclave para o próximo Papa que estava presente, mas ninguém sabia quem seria. Tomei isto como um caminho a seguir. Também há coisas a serem feitas, mas está avançando. É bom porque os cardeais que estiveram lá me ajudaram muito a fazer esta mudança. Uma das coisas que mais se vê, que não é a mais importante, mas a que mais vê, é a limpeza econômica, evitar que ocorram coisas ruins economicamente. Agora aquela Instituição é forte. Nestes dias reuniu-se o Conselho de Economia, está funcionando muito bem. Eles deram instruções para levar isto adiante. Comecei a fazer, com a ajuda de todos, o que os cardeais haviam pedido. Mas, acima de tudo, a missionariedade, o espírito missionário, o anúncio do Evangelho. Isto é importante: podemos ter uma cúria muito organizada, uma paróquia muito organizada, uma diocese muito organizada, mas se não há espírito de missão, se não se reza lá dentro, não funciona. A oração é importante.

Devido às fortes chuvas do período, a PREFEITURA MUNICIPAL DE VITÓRIA achou prudente, que o Show “Natal em Canção” que aconteceria no dia 21/12/2022,

Devido às fortes chuvas do período, a PREFEITURA MUNICIPAL DE VITÓRIA achou prudente, que o Show “Natal em Canção” que aconteceria no dia 21/12/2022, às 20h00, na Praça do Papa, Vitória/ES fosse CANCELADO.

Nos unamos em oração por todas as pessoas que foram afetadas pelas chuvas que atingem o Espírito Santo.

Na identidade visual da Festa da Penha de 2023 foram utilizados símbolos do Espírito Santo, envolvendo a imagem de Nossa Senhora da Penha. Vegetação

Na identidade visual da Festa da Penha de 2023 foram utilizados símbolos do Espírito Santo, envolvendo a imagem de Nossa Senhora da Penha. Vegetação da Mata Atlântica, colibri, orquídea, uvas, flores de laranjeiras, frutos de café, cacau e o Convento da Penha foram representados na nova marca, que traz também a imagem de fieis em romaria. A nova identidade visual, foi criada pela publicitária Ana Ferreira, da agência Crafi.

“A arte traz em destaque a imagem da padroeira –  Nossa Senhora da Penha, e no seu entorno elementos presentes na cultura, particularmente, agrícola, do Estado do Espírito Santo, para simbolizar os frutos da vocação, isto é, todos somos chamados a servir, a exemplo de Maria, e toda resposta ao chamado gera frutos de bondade, partilha, vida… Assim misturamos ao tema da Festa de 2023 elementos que nos remontam à nossa cultura, também para dizer que a Festa da Penha é patrimônio de todo povo capixaba”, explica padre Renato Criste, membro da Comissão Organizadora da Festa da Penha.

As peças com a nova identidade visual começaram a ser produzidas e as primeiras camisas e canecas já estão à venda na secretaria do Convento da Penha, na subida da Capela. O local funciona de segunda a sábado, de 6 às 16h30 e domingo de 4h30 até 16h30.

Marca no Vaticano

Além da nova identidade da próxima edição da Festa da Penha, as peças utilizam também a marca oficial do evento, criada em 2019 e que desde então é um símbolo da Festa da Penha, presente em todas as edições.

O vitral, que traz imagem de Nossa Senhora com o menino Jesus em seu colo, chegou às mãos do Papa Francisco em outubro. O Santo Padre foi presenteado pelo arcebispo de Vitória, Dom Frei Dario Campos, em visita ao Vaticano.

A concepção da marca em 2019, assim como a identidade visual da próxima edição, foi criada pela publicitária Ana Ferreira, sendo a peça de arte que presenteou o Papa produzida pela artista capixaba Vivian Chiabai.

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Festa da Penha: Com Maria, chamados a servir