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🙋Ei, jovem! Você já pensou em ser PADRE? 😄Nós temos um convite muito especial para você! Se você sente um chamado diferente, para seguir


🙋Ei, jovem! Você já pensou em ser PADRE?

😄Nós temos um convite muito especial para você! Se você sente um chamado diferente, para seguir a Cristo mais de perto, doando sua vida por ele e pela Igreja, venha participar dos nossos Encontros Vocacionais!

🙏Estes encontros são momentos especiais de oração e discernimento a respeito daquilo que Deus deseja para cada um de nós, daquilo que são os Seus desígnios para nossa vida.

💒Não tenha medo! Faça está experiência!

📅🕑Será no próximo domingo, 16/10, às 9h, no Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha.

Deus conta com seu sim!
Até breve!

 

A Comunidade Jesus Está Vivo junto ao EAC, e os grupos Alabanza e Fiat da Paróquia São Francisco de Assis de Jardim da Penha,

A Comunidade Jesus Está Vivo junto ao EAC, e os grupos Alabanza e Fiat da Paróquia São Francisco de Assis de Jardim da Penha, convidam os adolescentes e jovens pra viver uma noite marcante e inesquecível!

No dia 26 de novembro, sábado, às 20h, acontecerá a Festa Católica Saints Night. Será uma noite pra ficar na história!! Terá show, música eletrônica e Adoração.

Presença confirmada do DJ JP da Imaculada.

Local: Paróquia São Francisco de Assis em Jardim da Penha
Dia: 26 de novembro
Hora: 19h

Os passaportes estão sendo vendidos na sede da Comunidade Jesus Está Vivo
Informações: (27)99705-6184/3227-1342.

Anexos

Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória e dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar estará entre os arcebispo e bispo dos Regionais Leste

Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória e dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar estará entre os arcebispo e bispo dos Regionais Leste 2 e Leste 3 na visita ao Santo Padre, o Papa Francisco entre os dias 17 e 26 de outubro de 2022.

Os bispos participam da “Visita Ad Limina” (encontros dos bispos com o Papa e visitas aos dicastérios [secretarias]) a cada 5 anos para apresentar ao Papa as realidades diocesanas e ouvir instruções para a evangelização. O momento é importante para o Papa e para as Igrejas Locais e expressa também, a comunhão entre os bispos e com o Papa, a partilha das realidades e o conhecimento dos regionais com suas características comuns e suas diversidades.

Para acompanhar esta Visita, todos os católicos estão convidados a rezar pelos bispos, durante toda a visita, mas de maneira especial nos dias que antecedem o início da Visita, nos dias 15 e 16.

Willian Cardoso| “Fazei o que Ele vos disser”. (João 2,5) Hoje, doze de outubro, celebramos o dia Daquela sobre a qual a Princesa Isabel
Willian Cardoso| “Fazei o que Ele vos disser”. (João 2,5)

Hoje, doze de outubro, celebramos o dia Daquela sobre a qual a Princesa Isabel disse em sua carta: “eu diante de vós, sou uma princesa da terra e me curvo, pois és rainha do céu, e te dou tão pobre presente que é uma coroa que seria igual a minha, e se eu não me sentar no trono do Brasil, rogo que a senhora se sente nele por mim e governe perpetuamente o Brasil. ”

A primeira leitura (cf. Est 5,1b-2; 7,2b-3) nos diz que a rainha Ester interveio junto do rei Assuero em favor do povo judeu ao qual pertencia. Ao mesmo tempo, menciona-se a graciosa beleza desta “flor do seu povo”. A rainha Ester, judia, era protegida pelo povo que governava por causa de suas qualidades reais e da presença de Deus em sua vida. Ester simboliza o amor de Deus por qualquer nação que expressa sua confiança nele, reconhecendo seu trabalho na “Rainha” Maria, mas também acolhendo sua vontade e justiça como a direção de seu caminho. Pois se a vontade justa do rei é negada, não adianta pedir a intercessão da rainha.

A segunda leitura (cf. Ap 12, 1.5.13a.15-16a) nos remete à liturgia da Assunção. Maria, que protege a humanidade e a Igreja, cumpre a missão de mãe e mestra. Maria gerou, trouxe o Salvador ao mundo e testemunhou sua vitória, esta é a união de Maria e da Igreja, cuja missão é trazer o Salvador ao mundo e testemunhar a vitória de Cristo como Rei da humanidade. Isso une Maria e a igreja na obra da salvação.

O Evangelho de hoje (cf. João 2,1-11), narra as bodas de Caná e está inserido no contexto da família. Nossa Senhora deve ser lembrada como a padroeira da família. Deste modo, nossa família deve ser consagrada no coração mariano, deve ver Maria como a protetora de que precisam e sua intercessora privilegiada junto a Deus, porque, pergunte à mãe e o filho responderá. Maria intercedeu junto a Jesus. Não podemos ter carência da proteção de Maria, pois ela é aquela que nos protege, nos pega no colo e nos lembra sempre, que está tudo bem, eu estou contigo. Da mesma forma, ela intercede pelas múltiplas necessidades do povo brasileiro. Maria, nossa Mãe, Mãe de Misericórdia, cuja ternura toca os nossos corações, acolhe e responde aos nossos pedidos, dos mais simples aos mais complexos e difíceis. Maria acreditou completamente em Jesus, em seu poder salvador, em sua bondade e em seu amplo coração de bondade. O vinho acabou e Maria intercede, pedindo ao funcionário que “faça o que ele diz”. Maria também distribuiu grande parte da riqueza desta graça para as crianças que recorreram a ela em busca de ajuda. Sobre ela, podemos dizer o mesmo que aconselhava o sumo sacerdote de Jesus na carta aos Hebreus: “Aproximemo-nos do trono da graça com confiança, para alcançarmos misericórdia” (cf. 4,16).

De Maria aprendemos o silêncio que nos permite experimentar Deus e crescer na caridade. Maria falava muito pouco, todo o seu ser apontava para Deus. Ela nos ensina o significado do quarto grau de humildade referido por São Bento, que consiste em “abraçar a paciência com um espírito calmo nas coisas difíceis e desfavoráveis”.

A experiência com Nossa Senhora deve ser aquela cujo o sentimento é deixar que ela acalme os nossos corações, não esperemos grandiosas manifestações, mas que a ação dela venha como uma brisa suave em seu silêncio e nos proteja. Assim como o vinho acabou e ela intercedeu por seu filho, assim também confiemos, pois ela sempre intercede por aqueles que a ela recorrem e que possamos sempre lembrar no nosso dia a dia o que o salmista cantou: escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o rei se encante com vossa beleza.  Que a nossa beleza não seja nossa, mas a de cristo, transfigurado em nossos corações.

Que hoje, povo brasileiro, possamos lembrar que temos uma padroeira, que nos protege e não nos deixa carente de sua presença, temos aquela que nos carrega em seu colo como filhos adotivos, que chamamos de Nossa Senhora Aparecida, ela que intercede por esse povo, que roga por nos junto a seu filho, e que por essa intercessão, o nosso olhar não seja o nosso, mas o olhar de cristo, que o nosso toque, a nossa caridade, não seja nossa, mas a de Cristo, intermediada por Nossa Senhora, que está sempre conosco.

 

Willian Miranda Cardoso

Seminarista do 3º ano de filosofia

Paróquia de origem: São José, São José, Guarapari – ES;

Paróquia de pastoral: Santa Mãe de Deus, Ibes, Vila Velha – ES.

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota, nesta terça-feira, 11 de outubro, na qual lamenta “a intensificação da exploração

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota, nesta terça-feira, 11 de outubro, na qual lamenta “a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno” das eleições deste ano. Os bispos recordam que a manipulação religiosa desvirtua valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que precisam ser debatidos e enfrentados no país.

Leia o pronunciamento na íntegra:

NOTA DA PRESIDÊNCIA

“Existe um tempo para cada coisa” (Ecl. 3,1)

Lamentamos, neste momento de campanha eleitoral, a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno. Momentos especificamente religiosos não podem ser usados por candidatos para apresentarem suas propostas de campanha e demais assuntos relacionados às eleições. Desse modo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta e reprova tais ações e comportamentos.

A manipulação religiosa sempre desvirtua os valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que necessitam ser debatidos e enfrentados em nosso Brasil. É fundamental um compromisso autêntico com a verdade e com o Evangelho.

Ratificamos que a CNBB condena, veementemente, o uso da religião por todo e qualquer candidato como ferramenta de sua campanha eleitoral. Convocamos todos os cidadãos e cidadãs, na liberdade de sua consciência e compromisso com o bem comum, a fazerem deste momento oportunidade de reflexão e proposição de ações que foquem na dignidade da pessoa humana e na busca por um país mais justo, fraterno e solidário.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo 
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-presidente da CNBB

Dom Mário Antonio da Silva
Arcebispo de Cuiabá (MT)
Segundo Vice-presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Fonte: publicado no site da CNBB
Em Solene Eucaristia na noite de ontem, 10 de outubro, Dom Dario Campos presidiu a Santa Missa na qual foram instituídos ao Ministério de
Em Solene Eucaristia na noite de ontem, 10 de outubro, Dom Dario Campos presidiu a Santa Missa na qual foram instituídos ao Ministério de Leitor, os irmãos do 2º ano de Teologia:
Sem. Antonio Vitor Favero, Sem. Arthur Cristo da Silva, Sem. Jacob Firme Mariano Pimentel, Sem. João Luís Caçandre, Sem. Marwin Amaral Martins, Sem. Matheus de Souza, Sem. Pedro Nunes Gouveia, Sem. Rodrigo Simões de Almeida e Sem. Wellinton Cordeiro de Paula.
Realizada no Seminário, a cerimônia contou com a participação de familiares e amigos dos instituídos, além da presença de Dom Andherson Franklin (Bispo Auxiliar), dos padres formadores, párocos e vigários das Paróquias de origem e de pastoral destes nossos irmãos. Também se fizeram presentes os seminaristas das demais Dioceses do Estado, que compõem o Regional Leste 3.
Em sua homilia, o Arcebispo de Vitória destacou sobre a centralidade da Palavra de Deus não somente na Liturgia, mas em toda trajetória vocacional. Recordou que o presbítero é o homem da Palavra, viva e presente na caminhada do povo de Deus rumo ao céu.
Rogamos que pela intercessão da Virgem da Penha, nossa Padroeira, estes nossos irmãos consolidem sempre mais o chamado de Cristo em suas vidas.

 

Ao receber os participantes do Convênio “A Santidade Hoje”, o Papa Francisco afirmou: “Os Santos são pérolas preciosas. Sempre vivos e atuais, não perdem jamais

Ao receber os participantes do Convênio “A Santidade Hoje”, o Papa Francisco afirmou: “Os Santos são pérolas preciosas. Sempre vivos e atuais, não perdem jamais o seu valor, representando um comentário fascinante do Evangelho. A sua vida é como um catecismo por imagens, a ilustração desta Boa Nova que Jesus trouxe à humanidade: Deus é nosso Pai e ama a todos com imenso amor e ternura infinita.”

O Convênio foi organizado pelo Dicastério das Causas dos Santos. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:

No discurso aos presentes, Francisco enfatizou que “o tema escolhido para o Convênio está em sintonia com a Exortação apostólica Gaudete Et Exsultate, que visa ‘fazer ressoar mais uma vez o chamado à santidade, procurando encarná-la no contexto atual, com os seus riscos, desafios e oportunidades’. Tal chamado está no coração do Concílio Vaticano II, que dedicou um capítulo inteiro da Lumen Gentium à vocação universal à santidade, onde se afirma: ‘Todos os fiéis, seja qual for a sua condição ou estado, são chamados pelo Senhor à perfeição do Pai, cada um por seu caminho’”.

Também hoje, descobrir a santidade no povo santo de Deus

O Santo Padre foi enfático ao destacar que também hoje é importante descobrir a santidade no povo santo de Deus: nos pais que crescem amorosamente os filhos, nos homens e mulheres que se empenham na realização quotidiana do seu trabalho, nas pessoas que suportam uma condição de enfermidade, nos idosos que continuam a sorrir e a oferecer sabedoria. “O testemunho duma conduta cristã virtuosa, vivida no dia a dia por tantos discípulos do Senhor, constitui para todos nós um convite a respondermos pessoalmente ao chamado para ser santo”, disse o Papa.

Francisco observou que no meio desta multidão de crentes que ele define santos “da porta ao lado” existem aqueles que a Igreja aponta como modelos, intercessores e mestres.

Trata-se dos Santos beatificados e canonizados, que recordam a todos que viver o Evangelho em plenitude é possível e encantador. Com efeito a santidade não é um programa feito de esforços e renúncias; mas é, antes de mais nada, a experiência de ser amados por Deus, receber gratuitamente o seu amor, a sua misericórdia.

Povo de Deus sabe reconhecer estes modelos de santidade

A santidade germina da vida concreta das comunidades cristãs, prosseguiu o Pontífice. “Os Santos não provêm dum ‘mundo paralelo’; mas são crentes que pertencem ao povo fiel de Deus e estão inseridos na quotidianidade feita de família, estudo, trabalho, vida social, econômica e política. Em todos estes contextos, o Santo ou a Santa caminha e age sem medos nem convencionalismos, cumprindo nas várias circunstâncias a vontade de Deus.”

“É importante que cada Igreja particular seja solícita em identificar e valorizar os exemplos de vida cristã amadurecidos no seio do povo de Deus, que possui desde sempre um particular ‘instinto’ para reconhecer estes modelos de santidade, testemunhas extraordinárias do Evangelho. Por isso – observou -, é preciso ter em justa consideração o consenso do povo à volta destas figuras cristãmente exemplares.”

“Os fiéis estão inegavelmente dotados pela graça divina duma percepção espiritual para identificar e reconhecer, na existência concreta dalguns batizados, o exercício heroico das virtudes cristãs. A fama sanctitatis não provem, primariamente, da Hierarquia, mas dos fiéis. É o povo de Deus, nas suas diversas componentes, o protagonista da fama sanctitatis, ou seja, da opinião comum e difusa entre os fiéis a propósito da integridade de vida duma pessoa, percebida como testemunha de Cristo e das bem-aventuranças evangélicas.

Fama de santidade: espontânea, estável, duradoura e difusa

Francisco precisou que, todavia, “é necessário verificar que tal fama de santidade seja espontânea, estável, duradoura e difusa numa parte significativa da comunidade cristã. Com efeito aquela é genuína quando resiste às mudanças do tempo, às modas do momento e sempre gera efeitos salutares para todos, como podemos constatar na piedade popular”.

O Santo Padre observou ainda que um elemento que sempre comprova a fama sanctitatis ou a fama martirii é a fama signorum. “Quando os fiéis estão convencidos da santidade dum cristão, recorrem – mesmo de forma maciça e apaixonada – à sua intercessão celeste; o atendimento da oração por parte de Deus representa uma confirmação de tal convicção”, frisou.

Na santidade, o senso de humor

Antes de concluir, o Pontífice quis acrescentar a seu discurso as seguintes palavras: Não quero terminar sem mencionar uma dimensão de santidade à qual dediquei um pequeno capítulo na Gautete et exsultate: o senso de humor. Alguém costumava dizer: “Um santo triste é um triste santo”: não conta. Saber apreciar a vida com senso de humor, porque ao tomar a parte que nos faz rir, da vida, isso torna mais leve a alma. E há uma oração que, recomendo, rezai: eu a rezo todos os dias há mais de 40 anos, a oração de São Tomás Moro, que – é curioso – ele pede algo para a santidade, mas começa dizendo: “Senhor, dá-me boa digestão e algo para digerir”. Ele vai ao concreto, mas realmente tira o humor de lá. A oração está na nota 101 da Gaudete et exsultate: ali está oração, para que possais rezá-la.

Ewerton Venâncio| “Levanta-te e vai! Tua Fé te salvou! (Lc 17,19) A liturgia deste domingo nos apresenta dois pontos fundamentais que aparecem de maneira
Ewerton Venâncio| “Levanta-te e vai! Tua Fé te salvou! (Lc 17,19)

A liturgia deste domingo nos apresenta dois pontos fundamentais que aparecem de maneira interligada sobretudo na 1ª leitura (2 Reis 5,14-17) e no Evangelho de Hoje (Lucas 17,11-19): a cura, e a transformação do coração que passa pelo sentimento de gratidão, é preciso saber agradecer. Às vezes só pedimos, o pedir é sinal de proximidade, de necessidade, mas o agradecer não é somente um sinal de humildade, mas sinal de alegria, por isso é um movimento de fundamental importância.

Na primeira leitura de hoje aparece a figura de Naamã, general do exército do rei sírio, homem de grande apreço e de grande estima, entretanto este homem tinha uma doença de pele e seguindo a ordem do profeta Eliseu, confia na sua palavra, deixando-se conduzir por Deus. A sua cura após ter se banhado sete vezes no Rio Jordão nos mostra em um primeiro momento a busca, o sair de seu lugar e buscar esse sinal de cura em sua vida. Em um segundo momento, após a cura, há um sinal de retorno que Naamã faz ao profeta Eliseu, é um sinal de profissão de fé, agradecido ele se coloca ainda mais a acreditar, e isso aparece claramente no: “Agora estou convencido de que não há outro Deus em toda a terra, senão o que há em Israel” (cf.v.16). Os sinais, os milagres, devem ser sempre sinais de gratidão, e esse sentimento de gratidão é a confirmação que sempre ratifica a nossa adesão contínua ao projeto de Deus, e isso deve nos interpelar e conduzir todos os nossos projetos: ser grato sempre, pelas pequenas e grandes coisas que o Senhor realiza em nossa vida!

O Evangelho deste domingo nos apresenta a passagem da cura dos dez leprosos, todos ao encontrarem Jesus gritam suplicando a cura: “Jesus, Mestre tem compaixão de nós” (cf. v.13). A cura acontece e eles são curados no caminho, entretanto apenas um percebendo que estava curado, volta cheiro de alegria, louvando e bendizendo e cai aos pés de Jesus, com o coração tomado de gratidão, e este como nos apresenta o texto é um samaritano que diferentemente dos outros nove eram considerados impuros, gente pecadora. O que se percebe no Evangelho de Lucas no entanto, é que eles são modelos de misericórdia e gratidão. É importante olharmos essa cena e observarmos melhor: os dez foram curados, mas apenas um foi curado e salvo, não só porque acreditou e retornou, mas porque a gratidão é sinal essencial da vida cristã, os noves conquistaram apenas apenas a “saúde” física, já este que volta, alcançou também a salvação, pois abriu-se verdadeiramente à graça, transformando-se por completo. O trecho final do Evangelho de hoje não é apenas dirigido a esse que foi curado por completo mas é dirigido a cada um de nós nesta liturgia: “Levanta-te e Vai! Tua fé te salvou” (cf. v.19), se estamos em momentos difíceis é preciso ter coragem e fé, levantar-se, colocar-se a caminho, com fé, com perseverança, com gratidão, pois é o amor de Deus que é capaz de curar as nossas dores e restaurar a nossa vida.

Nesse contexto, a 2ª leitura (2 Timóteo 2,8-13) nos propõe justamente a ficarmos firmes: “Merece fé esta palavra: se com ele morremos, com ele viveremos, se com ele ficamos firmes com ele reinaremos” (cf.v.12-13). Que esta liturgia nos coloque sempre no caminho da gratidão, da perseverança, nos conduzindo de maneira fiel ao projeto de Deus, testemunhando com a nossa vida os pequenos sinais, os pequenos milagres que Deus realiza, pois para seguir o caminho do amor e da entrega, é preciso nos colocar a caminho e nesse caminho, vamos descobrindo e nos aproximando do Senhor, nascendo assim para um vida nova. A cura em nossa vida é um movimento processual, só seremos verdadeiramente curados se fizermos uma profunda experiência de entrega de toda a nossa fragilidade nas mãos do Senhor e fazer um caminho novo, cuja base será sempre a fé, o amor e a caridade.

Estamos no mês missionário, e é nossa missão testemunhar sem medo os sinais, pois é somente em Jesus que a vida plena acontece, e vida nova floresce e que tudo se ressignifica. Que possamos reconhecer que é somente com a gratidão que nós assumimos verdadeiramente o projeto de anunciar ao mundo com coragem e fé a palavra revelada que o próprio Cristo.

 

Ewerton Venâncio Mariani                                                                                                                                     

Seminarista do 1º ano de teologia

Paróquia de origem: Sant’Ana, Marechal Floriano – ES;

Paróquia de pastoral: Nossa Senhora da Conceição, Viana Sede – ES.