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Após massacre de 37 na Tailândia, entre as quais 22 eram crianças, o Papa Francisco enviou telegrama à Nunciatura expressando sua tristeza e proximidade
Após massacre de 37 na Tailândia, entre as quais 22 eram crianças, o Papa Francisco enviou telegrama à Nunciatura expressando sua tristeza e proximidade espiritual às famílias. Leia a nota publicada no site do Vaticano:
O Papa Francisco enviou um telegrama de pesar à Nunciatura Apostólica na Tailândia, nesta sexta-feira (07/10), pelas vítimas numa creche em Uthai Sawan.

Segundo informações locais, um ex-policial matou 37 pessoas, incluindo 22 crianças. A agressão ocorreu com arma e faca. Depois, o assassino matou a esposa e o filho a tiros em sua casa antes de se suicidar.

No telegrama, assinado pelo secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, o Papa ressalta que ficou “profundamente entristecido ao saber do terrível ataque” e que “manifesta suas sinceras condolências”. O Pontífice assegura “sua proximidade espiritual a todos os afetados por este ato de violência indescritível contra crianças inocentes”.

O Papa implora “a cura divina e o consolo aos feridos e às famílias em luto”. “Sua santidade reza para que, nesta hora de imensa tristeza, eles possam encontrar o apoio e a força da solidariedade das pessoas próximas e dos cidadãos”, ressalta o cardeal Parolin no telegrama do Papa. “Sobre o amado povo tailandês, Francisco invoca as bênçãos da paz e da perseverança no bem.”

A preocupação do Papa Francisco com a sinodalidade (caminhar com a participação de todos) da Igreja vem se expressando de diversas formas e em

A preocupação do Papa Francisco com a sinodalidade (caminhar com a participação de todos) da Igreja vem se expressando de diversas formas e em diversas ocasiões. Para este mês de outubro o Papa que rezemos com essa intenção.

O Santo Padre chama a atenção para o caminho sinodal que começou em 2021 e terminará em 2023. Após a etapa inicial em que as Igrejas particulares, as Conferências Episcopais e outras realidades eclesiais refletiram sobre o Documento Preparatório, é inaugurada a etapa continental, cuja ênfase é a escuta, o discernimento e o diálogo no âmbito regional, com base nas contribuições feitas pelas Igrejas particulares.

“O que significa “fazer um sínodo”? Significa caminhar juntos: sí-no-do. Em grego é isto: “caminhar juntos” e caminhar na mesma direção. E isso é o que Deus espera da Igreja do terceiro milênio. Que recupere a consciência de que é um povo em caminhada e que deve fazer isso unido. Uma Igreja com este estilo sinodal é uma Igreja de escuta, que sabe que escutar é mais do que ouvir”, ressalta o Papa na videomensagem.

Trata-se de nos escutarmos uns aos outros na nossa diversidade e de abrir as portas aos que estão fora da Igreja. Não se trata de recolher opiniões, nem de fazer um parlamento. O sínodo não é uma pesquisa; trata-se de ouvir o protagonista, que é o Espírito Santo, trata-se de oração. Sem oração, não haverá Sínodo.

Francisco convida a aproveitar “esta oportunidade para sermos uma Igreja de proximidade, que é o estilo de Deus, a proximidade. E agradeçamos a todo o povo de Deus que, com sua escuta atenta, está percorrendo um caminho sinodal”.

Rezemos para que a Igreja, fiel ao Evangelho e corajosa no seu anúncio, viva cada vez mais a sinodalidade e seja um lugar de solidariedade, fraternidade e acolhimento.

É neste espírito que o Sínodo 2021-2023 sobre o tema “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”, começou há um ano, e este mês marca o início de sua segunda etapa. É um processo constante de escuta e discernimento em todo o mundo.

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Na próxima segunda-feira, nossos seminaristas do 2° ano de Teologia receberão o Ministério do Leitorado: Antonio Vitor Favero, Arthur Cristo da Silva, Jacob Mariano

📖 Na próxima segunda-feira, nossos seminaristas do 2° ano de Teologia receberão o Ministério do Leitorado: Antonio Vitor Favero, Arthur Cristo da Silva, Jacob Mariano Pimentel Firme, João Luís Caçandre, Marwin Amaral Martins, Matheus de Souza, Pedro Nunes Gouveia, Rodrigo Almeida Simões e Wellinton Cordeiro de Paula.

🙏🏻 É um importante momento que marca a caminhada vocacional do candidato ao presbiterado, pelo qual, desde já, é chamado pela Igreja a aprofundar-se na meditação, no estudo e na proclamação da Palavra de Deus.

➡️ A Santa Missa com o Rito de Instituição de Leitores será presidida pelo Exmo. e Revmo. Sr. Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Frei Dario Campos, OFM, no Seminário, dia 10/10 (segunda-feira), a partir das 19hrs.

📲 Todos são convidados a unir-se a nós em oração, e a acompanhar a cerimônia por meio de nossas redes sociais.

Lê com muita frequência as divinas Escrituras; aliás, que o Livro sagrado nunca seja deposto das tuas mãos. Aprende aqui o que tu deves ensinar” (São Jerônimo – Ep. 52,7).

Nascido em Olpe na Alemanha em 1946, pe. Hugo Scheer, ordenado padre em 1972, vive no Brasil desde 1975. Durante este período ficou um

Nascido em Olpe na Alemanha em 1946, pe. Hugo Scheer, ordenado padre em 1972, vive no Brasil desde 1975. Durante este período ficou um tempo em Roma na Itália para estudos. Dos 50 anos de sacerdócio, pe. Hugo dedicou 36 à Arquidiocese de Vitória destacando-se como professor e diretor no Instituto de Filosofia e Teologia, hoje fazendo parte do Centro de Estudos Interdiocesano de Vitória (Cecates).

Este ano, pe. Hugo completa 50 anos de vida sacerdotal e a Arquidiocese de Vitória se une a ele para celebrar e agradecer a Deus por tantos anos de dedicação nesta Igreja Particular. O

Os primeiros anos no Brasil, pe. Hugo foi missionário em Araçuaí, MG, mas firmou sua residência em Vitória desde 1986, dedicando-se com seu irmão de Congregação, dom Silvestre Luiz Scandian, pois ambos pertencem à Congregação do Verbo Divino, à formação sendo professor do Instituto de Filosofia e Teologia, criado em 1984. Além de professor e diretor do Instituto pe. Hugo também colaborou com a congregação auxiliando nos finais de semana os padres de sua congregação em Sta. Isabel, Domingos Martins e Comissão Ecumênica Arquidiocesana.

Para comemorar os 50 anos de ordenação a Arquidiocese de Vitória celebra com pe. Hugo missa em ação de graças e deseja que tenha saúde, paz e muito alegria no desempenho de sua missão. Que Deus continue iluminando seu caminho e seus passos, pe. Hugo. A Arquidiocese de Vitória reza pelo senhor.

 

Na audiência de hoje, 5 de outubro de 2022, o Papa Francisco nos alerta sobre as pressões sociais que sofremos e muitas vezes nem
Na audiência de hoje, 5 de outubro de 2022, o Papa Francisco nos alerta sobre as pressões sociais que sofremos e muitas vezes nem percebemos. Leia a matéria publicada no site do Vaticano.
Francisco disse na Audiência Geral que “muitas vezes o que é dito num programa na televisão, em alguma propaganda que é feita, toca o nosso coração e nos faz ir para aquela direção sem liberdade”. “Tenham cuidado com isso”, advertiu o Papa.

O Papa Francisco deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre o discernimento, na Audiência Geral desta quarta-feira (05/10). O tema do encontro semanal do Pontífice com os fiéis, na Praça São Pedro, foi “Os elementos do discernimento. Conhecer a si mesmo”.

Ouça e compartilhe

Na catequese da semana passada, Francisco sublinhou a oração como “um elemento indispensável do discernimento, entendida como familiaridade e confidência com Deus. A oração com o coração aberto”, sublinhou o Papa. No encontro de hoje, o Papa ressaltou “que o bom discernimento exige também o conhecimento de si”. O discernimento envolve “memória, intelecto, vontade, afetos”. “Muitas vezes não sabemos discernir porque não nos conhecemos bem, e assim não sabemos o que realmente queremos”, sublinhou.

A seguir, Francisco citou um autor de espiritualidade que diz: «Cheguei à convicção de que o maior obstáculo para o verdadeiro discernimento (e para o verdadeiro crescimento na oração) não é a natureza intangível de Deus, mas a constatação de que não nos conhecemos suficientemente, e nem sequer queremos conhecer-nos como verdadeiramente somos. Quase todos nos escondemos por trás de uma máscara, não só perante os outros, mas também quando nos olhamos no espelho».

“Desativar o piloto automático”

Segundo Francisco, conhecer-se “implica um paciente trabalho de escavação interior. Requer a capacidade de parar, de “desativar o piloto automático”, de tomar consciência da nossa maneira de agir, dos sentimentos que nos habitam, dos pensamentos recorrentes que nos condicionam, muitas vezes sem que saibamos.

Também requer distinguir entre emoções e faculdades espirituais. “Sinto” não é a mesma coisa que “estou convencido”; “eu gostaria de” não é a mesma coisa que “eu quero”. Assim chegamos a reconhecer que a visão que temos de nós mesmos e da realidade é às vezes um pouco deturpada. Compreender isto é uma graça! Com efeito, muitas vezes pode acontecer que convicções erradas sobre a realidade, baseadas nas experiências do passado, nos influenciem fortemente, limitando a nossa liberdade de apostar naquilo que realmente conta na nossa vida”.

Vivendo na era da informática, sabemos como é importante conhecer as senhas para poder entrar nos programas em que se encontram as informações pessoais e preciosas. Até a vida espiritual tem as suas “senhas”: há palavras que tocam o coração, porque remetem para aquilo a que somos mais sensíveis. O tentador conhece bem estas palavras-chave, e é importante que também nós as conheçamos, para não nos encontrarmos onde não gostaríamos.

Conhecer as senhas do nosso coração

Segundo o Papa, “a tentação não sugere necessariamente coisas más, mas muitas vezes coisas desordenadas, apresentadas com uma importância excessiva. Deste modo, nos hipnotiza com a atratividade que tais coisas suscitam em nós, coisas bonitas, mas ilusórias, que não podem cumprir o que prometem, deixando-nos no final com uma sensação de vazio e de tristeza. A sensação de vazio e tristeza é um sinal de que tomamos uma estrada que não era certa, que nos desorientou”. As coisas desordenadas “podem ser o título de estudos, a carreira, os relacionamentos, tudo em si louvável, mas se não formos livres, corremos o risco de nutrir expectativas irreais, como por exemplo, a confirmação de nosso valor. Você, por exemplo, quando pensa num estudo que está fazendo, pensa nele somente para se promover, para seu próprio interesse, ou também para servir a comunidade? Ali, é possível ver qual é a intencionalidade de cada um de nós. Desse mal-entendido muitas vezes vem os maiores sofrimentos, pois nada disso pode ser a garantia da nossa dignidade”, sublinhou Francisco.

Por isso, queridos irmãos e irmãs é importante conhecer-nos, conhecer as senhas do nosso coração, aquilo a que somos mais sensíveis, para nos proteger de quem se apresenta com palavras persuasivas para nos manipular, mas também para reconhecer o que é realmente importante para nós, distinguindo-o das modas do momento ou de slogans vistosos e superficiais. Muitas vezes o que é dito num programa na televisão, em alguma propaganda que é feita, toca o nosso coração e nos faz ir para aquela direção sem liberdade. Tenham cuidado com isso: sou livre ou me deixo levar pelos sentimentos do momento, ou pelas provocações do momento?

O exame de consciência ajuda muito

O Papa ressaltou que “uma ajuda para isso é o exame de consciência, ou seja, um exame de consciência geral do dia. O que aconteceu no meu coração neste dia? Fazer um exame de consciência, ou seja, o bom hábito de reler com calma o que aconteceu no nosso dia, aprendendo a observar nas avaliações e escolhas aquilo a que damos mais importância, o que procuramos e porquê, e o que afinal encontramos. Aprender sobretudo a reconhecer o que sacia o meu coração. Pois somente o Senhor pode nos dar a confirmação de quanto valemos. Ele nos diz isto todos os dias da cruz: morreu por nós, para nos mostrar quão preciosos somos aos seus olhos. Não há obstáculo nem fracasso que possa impedir o seu terno abraço.

O exame de consciência ajuda muito, pois assim vemos que o nosso coração não é uma estrada onde passa de tudo e não sabemos. Não. Ver: o que passou hoje? O que aconteceu? O que me fez reagir? O que me deixou triste? O que me deixou alegre? O que foi ruim? Fiz mal aos outros? Ver o percurso dos sentimentos, das atrações no meu coração durante o dia.

“A oração e o conhecimento de nós mesmos nos permitem crescer na liberdade. São elementos básicos da existência cristã, elementos preciosos para encontrar o próprio lugar na vida”, concluiu o Papa.

Os presidentes dos Regionais 2 e 3 da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, falam sobre a visita que os dois regionais farão

Os presidentes dos Regionais 2 e 3 da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, falam sobre a visita que os dois regionais farão a Roma. A visita é uma tradição da Igreja e serve para o Papa tomar conhecimento da caminhada da Igreja no mundo, ouvindo os bispos e, também, para que o Papa dê orientações para a evangelização nas Igrejas Locais. Assista o vídeo que tem a participação de nosso Arcebispo, dom Dario Campos, que é presidente do Regional Leste 3.

 

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Nos próximos dias 17 a 26 , o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos e o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza,

Nos próximos dias 17 a 26 , o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos e o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, estarão entre os bispos dos Regionais Leste 2 e 3 da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, para um encontro com o Papa e secretarias (Dicastérios) do Vaticano em Roma. Esse encontro dos bispos com o Papa é conhecido como “Visita Ad Limina Apostolorum”. O objetivo da visita é conversar sobre pastoral e evangelização da Igreja Católica nas diversas arquidioceses e diocese com o Papa e com os dicastérios, que são como que secretarias para os diversos temas: liturgia, educação católica, causa dos santos, culto divino, entre outros.

Se você quer entender mais sobre a visita clique no link a seguir e leia o material preparado pelos dois regionais: https://www.aves.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Folder-Digital-Explicativo-Grupos-de-Whatsapp-de-Paroquias.pdf

O Encontro “Economia de Francisco” que aconteceu em Assis na Itália e teve no encerramento a participação do Papa Francisco, contou com uma participação

O Encontro “Economia de Francisco” que aconteceu em Assis na Itália e teve no encerramento a participação do Papa Francisco, contou com uma participação da Arquidiocese de Vitória. Pe. Vitor César Zille Noronha, que é economista, estava entre os 120 participantes. Vitor, ainda seminarista, inscreveu-se para participar do encontro cancelado por conta da pandemia. Agora teve o de participar e vivenciar 4 dias de partilha de experiências e ver de perto o Papa Francisco.

O Encontro aconteceu na Itália de 22 a 24 de setembro. Conversamos com pe. Vitor sobre a experiência e expectativa de mudanças na sua volta ao Brasil e ele nos respondeu com muita esperança.

1. Como repercutiu a inciativa do Papa entre os participantes?   

Com muita generosidade e ânimo. Eram 1000 jovens economistas – acadêmicos, empreendedores sociais e militantes – do mundo inteiro. Muitos com crença católica, outros não e outros ainda  sem nenhuma crença, mas, todos empenhados, como nos disse o Papa no encontro Economia de Francisco a “transformar uma economia que mata numa economia da vida”. É este pacto que, literalmente, assinamos: com o Papa, entre nós e com todos aqueles que junto conosco desejam construir e lutar por um mundo novo!

2. Em síntese, o que a proposta do Papa, impacta no modelo econômico que vivemos?

A proposta é dar alma à economia do amanhã. O que é incompatível com a economia atual, na qual o capital está acima do trabalho e o lucro está acima do meio-ambiente. Então, trata-se de reanimar para pensar, construir e criar um modelo econômico diferente. Isto é, para além da lógica do capital. Portanto, basta de financerização da economia, a produção deve estar a serviço da vida. Basta de consumismo, para que todos tenham acesso a tudo que for necessário, sem ameaçar a vida no planeta. A pessoa humana deve estar no centro, basta da lógica tecnocrática que precariza o trabalho. Portanto, trata-se de rejeitar o sistema econômico atual – que se serve da vida – e criar outro – que esteja a serviço da vida humana e de toda a Criação!

3. O que mais o marcou no encontro?

A afetividade do Papa. Como ele olhava com misericórdia. Como todos os presentes ficaram tocados com sua presença, não somente como autoridade religiosa, mas sua presença amiga como irmão. Lembrei-me de São Francisco. Há 800 anos atrás quando o viam nas ruas de Assis, afirmavam: é o outro Cristo. No mesmo lugar, mas nos tempos de hoje, tive a mesma experiência com outro Francisco, o Papa. Sem dúvida, outro alter Christus (outro Cristo). O Evangelho resplandece vivamente nele.

4. Acredita na mudança do modelo econômico vigente?

Acredito. O capitalismo nem sempre existiu. Certamente não existirá para sempre . Além disso, “a esperança nunca nos decepciona” (Rm 5,5), pois se estamos operando pelo amor de Deus, os frutos de justiça e paz já vão sendo experimentados, mesmo que não se desabrochem em plenitude. Portanto, a questão é muito menos fim – o que pretendemos atingir – e, muito mais o como – ou seja, o processo que nos levará ao fim desejado. Neste sentido, o Papa Francisco nos propôs lá em Assis três indicações de percurso, que considero absolutamente preciosos: 1. “Olhar o mundo com os olhos dos mais pobres”; 2. “Não se esqueçam do trabalho, não se esqueçam dos trabalhadores”; 3.”Encarnação. Vocês mudarão o mundo da economia se junto com o coração e a cabeça, também usarem as mãos”. Que assim seja!