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Alex Fabiano, irmão de pe. Gudialace faleceu aos 48 anos. Alex morava em Galileia, MG. Pe. Gudialace já está a caminho para acompanhar o

Alex Fabiano, irmão de pe. Gudialace faleceu aos 48 anos. Alex morava em Galileia, MG. Pe. Gudialace já está a caminho para acompanhar o velório e sepultamento.

Rezemos para que Deus acolha o Alex em seu Reino e unamo-nos à família de pe. Gudialace em oração para que a fé os sustente neste momento de dor.

“Deus que ressuscitou o Senhor, ressuscitará também a nós pelo seu poder” 1 Cor 6, 14

Após a oração do Angelus o Papa Francisco lembro da retomada do funcionamento dos portos na Ucrania e a peregrinação dos jovens  no Caminho
Após a oração do Angelus o Papa Francisco lembro da retomada do funcionamento dos portos na Ucrania e a peregrinação dos jovens  no Caminho de Santiago de Compostela. Leia o que disse o Papa em matéria publicada no site do Vaticano:

Depois da oração do Angelus, neste domingo, 7 de agosto, o Papa Francisco manifestou sua satisfação pela retomada das viagens de navios com grãos dos portos da Ucrânia, principalmente o de Odessa. Estas foram suas palavras:

“Gostaria de saudar a partida dos primeiros navios carregados com grãos dos portos da Ucrânia. Esta etapa mostra que é possível dialogar e alcançar resultados concretos, que beneficiam a todos. Portanto, este evento é também um sinal de esperança, e espero sinceramente que, seguindo este caminho, possamos pôr um fim aos combates e alcançar uma paz justa e duradoura”

Peregrinação Europeia dos Jovens

Em seguida o Papa recordou da Peregrinação dos Jovens Europeus que está sendo realizada no Caminho de Santiago de Compostela de 3 a 7 de agosto. Estão presentes cerca de 12 mil jovens de toda a Europa, particularmente da Espanha, Portugal e Itália. Francisco disse:

“Hoje é o dia culminante da Peregrinação da Juventude Europeia a Santiago de Compostela, adiada do Ano Santo de Compostela do ano passado. Com alegria, abençoo de coração cada um dos jovens que participaram e abençoo também todos os que trabalharam para organizar e acompanhar este evento. Que sua vida seja sempre um caminho: um caminho com Jesus Cristo, um caminho para Deus e para seus irmãos, um caminho no serviço e na alegria!”

Os Diáconos Éder Hoffman e Paulo Mercedes encerraram, na última sexta-feira, o Retiro preparatório para suas Ordenações Presbiterais que ocorrerão nas próximas semanas. Desde

Os Diáconos Éder Hoffman e Paulo Mercedes encerraram, na última sexta-feira, o Retiro preparatório para suas Ordenações Presbiterais que ocorrerão nas próximas semanas.

Desde a última quarta-feira, os eleitos reuniram-se na Casa Sacerdotal sob a orientação do Padre Arthur Francisco Juliatti dos Santos, Vice-Reitor do Seminário e Diretor do Instituto Interdiocesano.

A Ordenação Presbiteral do Diácono Paulo será no próximo dia 13/08, às 10h, na Matriz de Brejetuba-ES. E no dia 03/09, às 10h, na Catedral Metropolitana, a Ordenação Presbiteral do Diácono Éder Hoffman.

Na última quarta-feira (03/08), na Catedral Metropolitana, tomaram posse como Diretor e Vice-Diretor do Propedêutico, respectivamente, os Padres Ruan Coutinho da Cruz e Alessandro

Na última quarta-feira (03/08), na Catedral Metropolitana, tomaram posse como Diretor e Vice-Diretor do Propedêutico, respectivamente, os Padres Ruan Coutinho da Cruz e Alessandro Rebonato.

A cerimônia presidida pelo Sr. Arcebispo, Dom Dario, contou com a participação de padres, diáconos, seminaristas e de grande número de fiéis. Na ocasião, o Padre Ruan foi apresentado como Vigário Paroquial da Catedral.

Dom Dario ressaltou a missão dos formadores que auxiliam os vocacionados durante o processo, a se tornarem cada vez mais homens de Deus e pastores segundo o Coração de Jesus, fiel a Igreja e compromissado com os irmãos, principalmente os mais necessitados.

Rezemos para que o trabalho exercido pelos padres Ruan e Alessandro seja iluminado pelo Espírito Santo, a fim de que frutifique abundantemente.

 

 

Para animar os cristãos católicos na retomada presencial das atividades pastorais, a Arquidiocese de Vitória propõe um método de oração com a Palavra de

Para animar os cristãos católicos na retomada presencial das atividades pastorais, a Arquidiocese de Vitória propõe um método de oração com a Palavra de Deus, a única capaz de reacender e re-encantar os corações que desanimaram durante o período da pandemia. É verdade que ainda precisamos de cuidados, mas já é possível encontrar-se e celebrar em comunidade e de maneira presencial, então na da melhor que encontrar-se em torno da Palavra de Deus, rezar com ela e deixar que ela ilumine e aqueça nossos corações, abrindo-nos para a ação do Espírito Santo em nós para que nossas comunidades se tornem lugares de acolhida, de cuidado e de celebração da fé.

O bispos auxiliar de Vitória, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza fará uma live, um treinamento com lideranças para motivar os encontros de oração que acontecem nos meses de setembro, outubro e novembro.

Já está disponível o subsídio com a proposta no site: aves.org.br e o treinamento acontece no próximo dia 9 às 19h30 em formato virtual. Quem quiser participar pode se inscrever pelo zoom ou acessar o canal do yuotube da Arquidiocese onde será transmitido o treinamento.

Formando Discípulos Missionários de Jesus é o nome do projeto. Participe. Faça sua inscrição pelo link: https://forms.office.com/r/Xi0D0Bdu79

Dia 9 de agosto de 2022 às 19h30 pelo zoom ou youtube.

O prefeito da Secretaria para a Economia em entrevista à mídia do Vaticano examina o Balanço 2021: 3 milhões de euros de déficit em
O prefeito da Secretaria para a Economia em entrevista à mídia do Vaticano examina o Balanço 2021: 3 milhões de euros de déficit em comparação com os 33 milhões previstos. O tempo dos sacrifícios ainda não acabou. Apesar dos resultados positivos, a Santa Sé se descapitaliza. A matéria foi publicada no site Vatican News:

“Demos muitos passos na direção certa da transparência, da tutela econômica da Santa Sé e da sustentabilidade”: assim comenta o padre Juan Antonio Guerrero Alves, prefeito da Secretaria para a Economia, sobre a publicação do Balanço da Santa Sé 2021. Os resultados – diz ele – são melhores do que se esperava, mas “para o futuro se prevê um período muito incerto” e ainda temos que enfrentar alguns problemas estruturais. Guerrero define um problema eclesial o subfinanciamento da Missão do Papa e olha com satisfação à venda do prédio de Londres “de forma transparente”.

Padre Guerrero, o que há de novo neste Balanço?

A primeira novidade é a mudança de perímetro do Balanço consolidado. Aqui está o Balanço de toda a Santa Sé. Somente o Governatorato e o IOR não estão incluídos.  Isto significa um passo adiante em termos de transparência e visibilidade da situação econômica complexiva da Santa Sé; o caminho percorrido continua e se aprofunda. Em julho de 2021, o Conselho para a Economia introduziu importantes mudanças que fazem com que o Balanço agora espelhe melhor a realidade econômica da Santa Sé. No perímetro anterior, que considerava apenas a Cúria, tínhamos visibilidade de apenas 35% do total. Aumentamos significativamente a dimensão: de 60 entidades no perímetro anterior para 92 no perímetro atual; de um total ativo de 2,2 bilhões de euros em 2020 a 3,9 bilhões de euros em 2021; do passivo de 0,8 bilhões de euros a 2,3; de um patrimônio líquido de1,4 bilhões de euros a 1,6; as receitas passaram de 248 milhões de euros a 1 bilhão e 93 milhões de euros; os custos de 315 milhões de euros a 1 bilhão e 96 milhões de euros; o déficit complexivo foi de 3 milhões de euros.

Como foi o andamento ao longo do último ano?

A primeira boa notícia é que os resultados são melhores do que o esperado. Tanto no novo como no antigo perímetro. No novo perímetro era esperado um déficit de 33,4 milhões de euros, e na realidade foi de 3,3 milhões de euros. O déficit operacional projetado era de 56 milhões de euros e foi de 77,7 (é maior porque no orçamento, por problemas técnicos, não estava incluída a Fundação Casa Sollievo della Sofferenza, que acrescenta um déficit de 30 milhões de euros).  Também neste caso, os bons resultados financeiros mitigaram os resultados operacionais. Se compararmos a conta econômica da Cúria – o antigo perímetro – com o orçamento, com um déficit esperado de 49,6 milhões de euros, resulta ao invés um superávit de 28,8 milhões de euros (78,4 milhões de euros melhor do que o esperado).

A que se deve este superávit da Cúria?

O superávit do antigo perímetro é totalmente devido aos resultados financeiros (44,6 milhões de euros), mas em comparação com o orçamento, as receitas foram de 21,8 milhões de euros superior ao orçado, as despesas e 26,4 milhões de euros inferiores ao orçado e os resultados financeiros de 30,2 milhões de euros melhores do que o previsto. É importante considerar que os resultados financeiros são principalmente não-realizados, ou seja, não-materializados e sujeitos à volatilidade dos mercados financeiros e aos movimentos das taxas de câmbio.

Então, como o senhor avalia os números deste Balanço?

Não estamos procurando superávits, mas a sustentabilidade do serviço da Santa Sé. Um déficit de 3 milhões de euros em um orçamento de 1 bilhão e 100 milhões não é tanto, é praticamente equilibrado, e não parece ser um número que cause preocupação. Mas se fizermos uma análise mais detalhada, há algumas áreas a serem melhoradas. A primeira análise é que existe um déficit operacional de 62 milhões de euros, que os bons resultados financeiros de 2021 mitigaram para deixar um déficit de 3 milhões de euros. Quando os resultados financeiros não são tão bons quanto em 2020, emerge o déficit operacional.

O senhor insistiu muito nos anos anteriores sobre “balanço de missão”. Esta consciência está crescendo?

Creio que cada instituição curial está muito consciente de sua missão de ajudar a Missão do Santo Padre, a realiza com dedicação e, nestes tempos de dificuldade econômica, tenta fazê-lo com austeridade, cuidando do essencial da missão. A Cúria, que é a que consente um confronto melhor com os anos anteriores – o antigo perímetro de balanço consolidado – continua mostrando uma cobertura insuficiente, o que eu definiria como um problema eclesial. A missão do Papa não é suficientemente financiada. Em 2021 a Cúria (excluindo os resultados do Óbolo, que foram incluídos no orçamento) teve um déficit de 10 milhões de euros, 56 milhões de déficit a menos do que teve realmente em 2020, o que é uma boa notícia. É também uma boa notícia que a Cúria fez sacrifícios ao reduzir as despesas, controlando a parte que ela pode controlar melhor, enquanto as entradas ordinárias continuam a cair.

A Cúria recebeu 14 milhões de euros a mais e gastou 42 milhões de euros menos; mas devemos reconhecer, para não nos iludirmos, que o déficit ordinário permaneceu inalterado, as despesas ordinárias diminuíram de 15 milhões de euros, atingindo um novo mínimo este ano, mas isso não é suficiente, também as entradas ordinárias diminuíram em 14 milhões de euros, outro novo mínimo. O déficit de 56 milhões de euros a menos é devido a 33 milhões de euros de melhores resultados financeiros e a 23 milhões de euros de melhores resultados extraordinários em relação ao ano passado. Não há dúvida de que não podemos agir somente sobre as despesas reduzindo-as, chegará um momento em que elas não poderão ser reduzidas ainda mais sem comprometer a missão, por isso também estamos trabalhando em formas de aumentar as entradas. O fato é que a Santa Sé reduz o patrimônio a cada ano para cobrir os serviços curiais.

Por que, com um déficit menor e até mesmo com um superávit de quase 29 milhões de euros na Cúria, o senhor insiste que a Santa Sé se descapitaliza?

Naturalmente, é mais difícil explicar por que, embora tenhamos um déficit de 3 milhões de euros no total das entidades que fazem referência à Santa Sé, ou um superávit de 28,8 milhões de euros na Santa Sé ou na Cúria, Óbolo e outros fundos papais incluídos, na realidade a Santa Sé se descapitaliza em média de 20-25 milhões de euros a cada ano. E nisto é bastante constante. A razão, além do fato de que os resultados financeiros não são realizados, é que muitas doações que recebemos são finalizadas, são para uma coisa e não para outra. Uma grande parte dos ativos alocados a algumas instituições está finalizada e não pode ser dedicada a outra coisa. Ou seja, não podemos compensar as despesas de algumas entidades com as receitas de todas as outras. Há muitos dicastérios que realizam um serviço para o qual não recebem compensação econômica, são simplesmente centros de custos e praticamente não têm receita, seu serviço é sempre realizado com déficits. E tem que ser assim. Não estamos administrando uma empresa, os critérios econômicos desempenham um papel relativo, a economia deve servir, não governar, como insiste o Santo Padre.  Um caso recente interessante é o Tribunal da Rota, que passou do autofinanciamento a ser deficitário, uma vez que o Papa decidiu, justamente, que para evitar que a justiça fosse apenas para aqueles que podem pagar por ela, ele a tornou gratuita. A renda sobre o patrimônio e as contribuições internas não cobrem os custos da missão. É por isso que a ajuda do Óbolo de São Pedro, que financia as obras de caridade e a missão do Papa, e a contribuição das dioceses são fundamentais. As doações a cada ano e o que a Santa Sé pode gerar não conseguem financiar todas as despesas das entidades que não têm renda, e a Santa Sé acaba tendo que sofrer uma erosão de 20-25 milhões em ativos a cada ano.

O novo balanço inclui dois hospitais italianos, em um momento de crise para a saúde católica: como eles estão se saindo?

Sim, a saúde católica também está passando por um momento difícil na Itália. Temos dois hospitais incluídos no balanço consolidado. Um deles é o Bambin Gesù (Hospital Menino Jesus). Com um orçamento maior que o da Cúria, está indo na direção certa e é um hospital economicamente em boa saúde; nos últimos anos tem lidado bem com a crise devido à Covid; o outro, a Casa Sollievo della Sofferenza (Hospital Casa Alívio do Sofrimento), deve enfrentar sua crise econômica e tomar medidas urgentes para não comprometer sua sustentabilidade. As novas entidades incluídas no balanço nos permitiram registrar todos os ativos e passivos e obter um balanço mais realista; ou seja, conseguimos reconhecer todas as obrigações contraídas pela Santa Sé. Temos um mapa melhor dos pontos fortes e fracos.

Outro tema que emerge deste balanço é o do Fundo de pensão e do passivo representado pelas prestações pós-trabalho. Como estão as contas?

As pensões são um problema em quase todos os Estados, e nosso Fundo de pensão não é exceção. Aliás, eu diria que – em sua pequena proporção – as pensões vaticanas são melhores e mais seguras do que em muitos países vizinhos. Esta é uma das questões para as quais se tem chamado a atenção há anos, com maior ou menor alarmismo, para traçar um cenário econômico sombrio no futuro. Incluímos pela primeira vez no balanço o passivo líquido do Fundo de pensão para as prestações pós-trabalho de acordo com a avaliação atuarial de 2019: 631,4 milhões de euros de acordo com o IPSAS 39 (que é a forma correta de avaliá-lo, embora menos favorável).  Esta é a parte que corresponde à Santa Sé de um passivo líquido total de 1 bilhão de euros, que inclui também o pessoal do Vicariato e do Governatorato. Não há dúvida de que não estamos dotando o Fundo de pensão o suficiente para permitir que ele cumpra suas obrigações futuras, ou que estamos prometendo mais do que realmente podemos pagar. A boa notícia é que ainda estamos a tempo para introduzir medidas corretivas e não-traumáticas, mas devemos fazê-lo em breve.

O passivo líquido do Fundo de Assistência de Saúde em 2021 para as prestações pós-trabalho, que de acordo com a avaliação atuarial é de 171,2 milhões de euros em patrimônio líquido, também foi incluído no balanço patrimonial do primeiro ano.

Como pretendem agir?

Quando falamos de passivos, não estamos nos referindo a um déficit atual, mas estamos reconhecendo que assumimos certas obrigações que, avaliadas hoje, talvez não sejamos capazes de lidar em algum momento no futuro com a alocação atual. Ou seja, ou alocamos mais dinheiro para que esta situação futura previsível não ocorra, ou ajustamos as prestações às possibilidades. Ou alocar mais dinheiro ou prometer menos prestações. As duas últimas vezes que a Santa Sé tomou consciência do problema no Fundo de pensão, ela alocou mais dinheiro. Entretanto, este é apenas um paliativo de curto prazo, que não resolve o problema estrutural pelo qual, no longo prazo, as contribuições não serão suficientes para compensar as prestações prometidas.

Quais são suas previsões para o futuro?

Para o futuro nos é prospectado um tempo muito incerto. Não temos muitas variáveis sobre as quais trabalhar enfrentar a crise, não temos política fiscal ou monetária, e não temos controle sobre uma grande parcela das receitas. Além de nossos problemas estruturais, a situação mundial – guerra, inflação, falta de abastecimentos, incerteza financeira, etc. – cria novos desafios e oportunidades para nós. Não podemos dizer que o tempo dos sacrifícios terminou, 2022 será um ano particularmente difícil e o mesmo acontecerá em 2023. Agora temos que lidar com o orçamento para 2023, o que não nos permite estar muito animados, embora a pressão da Covid tenha diminuído.

O que o senhor pode nos dizer sobre a nova Diretoria de Recursos Humanos?

No que diz respeito aos recursos humanos, estamos atualmente dando continuidade ao que fizemos até agora. Temos um plano de trabalho para os próximos anos, o novo diretor tomará posse em setembro, e esperamos que ele possa introduzir melhorias que, no entanto, levarão tempo: melhorar o clima de trabalho onde for necessário, a motivação, o percurso de carreira, a identificação com o serviço que a Cúria presta à Igreja; a nova Constituição Apostólica está cheia de indicações e sugestões sobre o que significa servir à Igreja, a começar pela Cúria Romana. Servir na Cúria não é simplesmente um trabalho, é uma missão. Ainda há muito a ser feito.

Como o senhor avalia os resultados no caminho para a transparência?

Neste tempo, demos muitos passos na direção certa da transparência, da tutela econômica da Santa Sé e da sustentabilidade. Os dicastérios e instituições curiais estão implementando procedimentos e dando passos adiante na direção certa. Publicamos recentemente as contas do Óbolo de São Pedro, o que recebemos e como o utilizamos; iniciamos também o projeto de centralização dos investimentos financeiros solicitados pelo Papa anos atrás, aprovamos uma política de investimentos e foi nomeado um Comitê para os investimentos.  Mas ainda caminhamos lentamente. Foram introduzidos procedimentos para nos proteger; realizamos a venda do prédio de Londres de forma transparente e sem problemas, seguindo os procedimentos corretos; a aprovação dos atos administrativos extraordinários, por sua vez, introduziu um mecanismo de controle que nos convida a seguir os procedimentos; o levantamento do sigilo sobre questões econômicas nos tornou mais transparentes…. Estamos a caminho.

Na Festa de São Lourenço, diácono e mártir, os Diáconos Permanentes da nossa Arquidiocese, assim como suas esposas e filhos, irão participar da Celebração

Na Festa de São Lourenço, diácono e mártir, os Diáconos Permanentes da nossa Arquidiocese, assim como suas esposas e filhos, irão participar da Celebração Eucarística, presidida pelo bispo auxiliar Dom Andherson Franklin, em ação de graças pelo dia do Diácono.

A celebração será realizada na paróquia São Francisco de Assis, em Jardim da Penha, às 19h30 do dia 10 de agosto (quarta-feira). Na ocasião, acontecerá a posse da nova diretoria da CAD- Comissão Arquidiocesana dos Diáconos e a apresentação dos atuais Propedêuticos da Escola Diaconal São Lourenço.

Esperamos contar com a presença de todos os diáconos permanentes e suas respectivas famílias, para juntos celebrarmos fraternalmente o ministério de amor e serviço que o diácono representa para a Igreja, e que pela intercessão de São Lourenço e da Virgem da Penha, o corpo diaconal da Arquidiocese de Vitória floresça sempre mais em bons frutos na diaconia da Liturgia, Palavra e Caridade.

O Senhor Arcebispo, Dom Dario Campos, OFM, considerando as necessidades missionárias, pastorais e administrativas que envolvem algumas paróquias desta Arquidiocese de Vitória, considerou por

O Senhor Arcebispo, Dom Dario Campos, OFM, considerando as necessidades missionárias, pastorais e administrativas que envolvem algumas paróquias desta Arquidiocese de Vitória, considerou por bem realizar as seguintes nomeações e transferências:

 Área Pastoral Vitória

  • Padre Teodósio Cesar de Aquino: assume como Administrador Paroquial a paróquia São Pedro, Vila Rubim. Padre Teodósio continuará Pároco na paróquia São Camilo de Lellis, Mata da Praia.
  • Padre Eduardo de Oliveira Rodrigues: assumirá o Ofício de Vigário Paroquial da Paróquia São Pedro, Vila Rubim, Vitória-ES. Padre Eduardo continuará como Vigário Paroquial da Paróquia São Camilo de Lellis, Mata da Praia, Vitória-ES.
  • Padre Alessandro Rebonato: assumirá o Ofício de Vice-Diretor da Casa de Formação Bom Pastor, Propedêutico – Centro, Vitória-ES e o de Administrador Paroquial da Paróquia São Pedro Apóstolo, São Pedro, Vila Palestina, Vitória-ES.
  • Padre Ruan Coutinho da Cruz: assumirá o Ofício de Diretor da Casa de Formação Bom Pastor (Propedêutico), Centro, Vitória-ES e o Ofício de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Vitória, Catedral, Centro, Vitória-ES.
  • Padre José Paulino Francisco Neto: assumirá o Ofício de Vigário Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória-ES; sendo transferido da Paróquia de São Pedro Apóstolo, São Pedro, Vila Palestina, Vitória-ES.
  • Diácono Eder Hoffman Daniel: após a Ordenação Presbiteral, assumirá o Ofício de Vigário Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória-ES.

Área Pastoral Vila Velha

  • Padre Abel de Andrade: assumirá o Ofício de Pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha-ES; sendo transferido da Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Cobilândia, Vila Velha-ES.
  • Padre Osmar de Oliveira Braido: assumirá o Ofício de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha-ES; sendo transferido da Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória-ES.
  • Padre Gudialace Silva de Oliveira: assumirá o Ofício de Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Cobilândia, Vila Velha-ES; sendo transferido da Paróquia Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha-ES.
  • Padre Ermindo Raposo de Assis: assumirá o Ofício de Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Glória, Glória, Vila Velha-ES; após ter realizado experiência missionária na Diocese de Santíssima Conceição do Araguaia, Pará-PA.
  • Padre Eduardo Sérgio Magalhães: assumirá o Ofício de Vigário Paroquial da Paróquia Santa Mãe de Deus, Ibes Vila Velha-ES; sendo transferido da Paróquia São Francisco Xavier, Iriri-ES.

Área Pastoral Cariacica-Viana

  • Padre Luís Antônio Ogionni: assumirá o Ofício de Administrador Paroquial da Paróquia são João Batista, Cariacica-ES. Padre Luiz continua também como Pároco da Paróquia Cristo Rei, Campo Verde, Cariacica-ES.
  • Diácono Paulo Mercedes de Amorim: após a Ordenação Presbiteral, assumirá o Ofício de Vigário Paroquial da Paróquia São João Batista, Cariacica-ES; e o de Vigário Paroquial da Paróquia Cristo Rei, Campo Verde, Cariacica-ES.

Área Pastoral Benevente

  • Padre Alexandro Firmino Barbosa: assumirá o Ofício de Pároco da Paróquia São Pedro, Muquiçaba, Guarapari-ES; sendo transferido da paróquia Nossa Senhora da Glória, Glória, Vila Velha-ES.
  • Padre Diego Carvalho dos Santos: assumirá o Ofício de Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco Xavier, Iriri-ES. E permanece como Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Centro, Guarapari-ES.
  • Padre Amarílio Luiz Corradi: assumirá o Oficio de Vigário Paroquial da Paróquia São Francisco Xavier, Iriri-ES; sendo transferido da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Alfredo Chaves-ES.
  • Padre Manoel David Neto: assumirá o Ofício de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Alfredo Chaves-ES; sendo transferido da Paróquia São Pedro, Vila Rubim, Vitória-ES.

Área Pastoral Serrana

  • Padre Daniel Callil Mascalubo: assumirá o Ofício de Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, Pontões, Afonso Cláudio-ES; a ser desmembrada da Paróquia São Sebastião do Alto Guandú, Afonso Cláudio-ES.

Missão no Pará

  • Padre Rafael Martins do Nascimento: será enviado para realizar experiência missionária na Diocese de Santíssima Conceição do Araguaia, Pará-PA.

Estudos em Roma

  • Padre Diego Pereira Azevedo: será enviado para estudos no Pontifício Instituto de Espiritualidade Teresianum de Roma, Itália.

Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC)

  • Padre Carlos Antônio Conceição: assumirá o Ofício de Representante da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo no CONIC–ES.