No segundo domingo de agosto, conhecido por se celebrar o dia dos pais, a Igreja inicia a Semana da Família. Neste ano de 2022,
No segundo domingo de agosto, conhecido por se celebrar o dia dos pais, a Igreja inicia a Semana da Família. Neste ano de 2022, em especial, a pastoral familiar comemora 30 anos do início de seus encontros aprovados pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O tema proposto a ser refletido foi definido no X Encontro Mundial das Famílias e denominado “Amor Familiar, vocação e caminho de santidade”
Na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris Laetitia, o Santo Padre Papa Francisco diz que “A Alegria do Amor que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja.” Embasado na Sagrada Escritura, Papa Francisco ilustra como a vocação familiar está explícita em vários momentos da história do povo de Deus. “A Bíblia aparece cheia de famílias, gerações, histórias de amor e de crises familiares, desde as primeiras páginas onde entra em cena a família de Adão e Eva, como seu peso de violência mas também com a força da vida que continua (cf. Gn 4), até às últimas páginas onde aparecem as núpcias da Esposa e do Cordeiro (cf. Ap21, 2.9)”.
Ainda nos alerta o Santo Padre, que “o bem da família é decisivo para o futuro do mundo e da Igreja”. Por isso, como cristãos, precisamos sempre lutar pela manutenção da instituição familiar, rezando por todas as famílias, entendendo que, sendo uma vocação, é um chamado de Deus e precisa, portanto, ser conduzido por Ele, iluminado pelo Espírito Santo.
Conversamos com Will e Thais, casal da paróquia Santa Teresa de Calcutá que, junto com seus filhos Pedro e Helena, contaram um pouco das alegrias e desafios de ser família.
O site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou sugestões de cantos para a solenidade da Assunção de Nossa Senhora preparadas pela
O site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou sugestões de cantos para a solenidade da Assunção de Nossa Senhora preparadas pela Comissão para a Liturgia. Para ouvir os cantos clique no link no final da matéria.
O Setor Música Litúrgica da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou um subsídio com sugestões de músicas para a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Aqui no Brasil, a celebração ocorre no domingo subsequente ao dia 15 de agosto quando este não cai em um domingo, conforme autorização da Santa Sé. Portanto, será no dia 21 de agosto.
Novamente o Setor busca contribuir com as equipes de canto litúrgico na escolha de músicas que contemplem a proposta da Igreja para a celebração da solenidade.
“Nas celebrações próprias dedicadas a Maria o canto de Abertura faz memória de sua
participação no mistério da salvação, por isso exalta as glórias do Filho. Especificamente o Missal Romano, na Missa do Dia da Assunção, traz na Antífona de Abertura um trecho do episódio da mulher do Apocalipse que aparece vestida de sol. Interpretada como figura da Igreja, Maria é a antecipação daquilo que a própria Igreja deseja ser e viver: participar das coisas do alto“, explica Euri Ferreira, que é membro do Grupo de Reflexão em Música Litúrgica ligado à Comissão.
Quanto ao canto de comunhão o material explica que o canto do Magnificat sempre será em primeiro plano, “valendo para todas as celebrações dedicadas a Maria”. Mas também há a sugestão do Salmo 34(33), “cuja letra relata os feitos do Senhor narrados por uma pessoa que se viu em perigo e foi salva, ou ao seu povo, que foi liberto das garras de quem o oprimia”. Euri Ferreira explica que o salmo em questão “traz forte ligação com Magnificat, por isso já antecipa e anuncia as ações do Pai, por meio do Filho, que Maria já proclamara em seu canto”.
Em agosto a Igreja Católica celebra o mês das vocações, e sendo o dia 10 a Festa de São Lourenço, Diácono e mártir, acaba
Em agosto a Igreja Católica celebra o mês das vocações, e sendo o dia 10 a Festa de São Lourenço, Diácono e mártir, acaba se tornando essa uma data propícia para se comemorar a vocação ao Diaconato Permanente.
Por isso, na noite dessa quarta feira (10), a Comissão Arquidiocesana dos Diáconos de Vitória ES (CAD), organizou um momento celebrativo em comemoração ao ministério de todos os Diáconos Permanentes da Arquidiocese.
Em Missa presidida pelo nosso Bispo Auxiliar, Dom Andherson Franklin, e concelebrada pelos padres Márcio Ferreira, Victor Noronha, Robinson Castro, José Ricardo, além do nosso anfitrião Pe Celso Nogueira. A Missa aconteceu na paróquia São Francisco de Assis em Jardim da Penha Vitória-ES, e nessa oportunidade um expressivo número de diáconos com suas respectivas esposas e filhos, foram amavelmente acolhidos e saudados, tanto pelos fiéis quanto pelos sacerdotes ali presentes.
Em sua homilia Dom Andherson destacou a íntima e indissolúvel relação entre o Mestre e seus discípulos, na qual Nosso Senhor nos assegura “onde eu estou estará também o meu servo” (Jo 12, 26). E assim, nos leva a refletir Dom Andherson: devemos a exemplo de Jesus, ser como o grão de trigo que cai na terra, morre (morre para o mundo e abre-se para Deus) e assim produz muito fruto. Dirigindo-se especificamente aos Diáconos, o Bispo Auxiliar de Vitória fez questão de primeiramente agradecê-los pelo exercício do seu ministério, que produz bons frutos na Igreja de Vitória. Destacou também o belo testemunho que cada Diácono Permanente junto com suas respectivas famílias proporcionam à igreja e ao mundo. Dom Andherson Franklin recordou-nos que o ministério do diácono é mercado pelo ‘tripé’ Liturgia, Palavra e Caridade, mas pediu aos diáconos que com mais intensidade dediquem-se ao exercício continuo e esperançoso da prática da caridade, sobretudo aos pobres.
Ao final da Missa Pe Márcio Ferreira, diretor da Escola Diaconal São Lourenço, apresentou oficialmente os cinco novos aspirantes da Escola Diaconal que estão concluindo o Propedêutico e assim iniciam na Teologia, para que percorrendo o caminho dos estudos façam também, juntamente com seus formadores, o necessário discernimento acerca da vocação ao diaconato. Cada um deles recebeu o acolhimento da Igreja pelas mãos do Bispo Auxiliar de nossa Arquidiocese.
Nessa noite foi também apresentada a nova mesa diretora da CAD, iniciando dessa forma sua trajetória que terá duração prevista de 2 anos. Nessa oportunidade, Dom Andherson agradeceu amavelmente aqueles que estiveram a frente da coordenação da CAD, sobretudo em tempos difíceis como o que recentemente passamos, e desejou sucesso os que agora iniciam seu trabalho nessa Comissão.
O Diác Marcos Rezende, presidente da CRD-Leste 3, não pode estar fisicamente presente, pois ele estava na Assembleia Nacional dos Diáconos, porém sua presença foi simbolicamente marcada por meio de uma carta lida ao final pelo secretário da CAD, Diác Renan Loyola.
Vale destacar também a presença do Diác Éder Hoffman, que está transitoriamente passando pelo ministério e no dia 03 de setembro será ordenado presbítero, e depois será acolhido como vigário na Par. São Francisco de Assis em Jardim da Penha.
Após a Missa, os presentes foram convidados a participar de uma singela porém alegre recepção, que torna-se sempre uma excelente oportunidade de reencontros entre amigos, boa conversa e recrudescimento de laços fraternos.
Que Nossa Senhora da Penha, aquela que se fez “a serva do Senhor” (Lc 1, 38) seja sempre o modelo a ser seguido do por todos aqueles que receberam da Igreja o Sacramento da Ordem, “não para o sacerdócio mas para o serviço” (LG 29), imitando sempre a fidelidade e humildade da Mãe do Nosso Redentor, Jesus Cristo.
O Congresso de Catequese 2022 sem dúvidas trará novos horizontes para os catequistas da nossa Arquidiocese. E pensando nisso, foi criada uma identidade visual
O Congresso de Catequese 2022 sem dúvidas trará novos horizontes para os catequistas da nossa Arquidiocese. E pensando nisso, foi criada uma identidade visual que remete a caminhada percorrida pelos catequizandos e catecúmenos ao longo da jornada catequética. Com isso apresentamos a logomarca do Congresso e, consequentemente, a logo da Comissão Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética. São estes os elementos:
A Água: A água batismal, representada pelas linhas onduladas em azul, é o símbolo do primeiro passo no caminho da Iniciação à Vida Cristã. No Batismo acontece a morte do homem velho e o renascimento do homem novo (cf. Rm 6, 4). Com isso somos incorporados ao corpo de Cristo, ou seja, a Igreja (cf. Cl 1,18).
O número três nos recorda a realidade trinitária do Batismo, como pede o próprio Jesus em Mt 28, 19: “Ide, pois, e fazei discípulos todos os povos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito”.
A Vela: A luz está presente nos três Sacramentos da Iniciação à Vida Cristã, através do Círio Pascal, a grande luz que é o próprio Jesus. Ao recebê-la no Batismo, somos chamados a ser, também, luz do mundo e a caminhar como filhos (as) da luz (cf. Ritual do Batismo de Crianças, 83-84). Neste sentido, o cristão que é membro de Cristo e corpo da Igreja é chamado a “difundir em torno de si o Reino de Deus” como a vela difundi a luz ao seu redor (Doc. CNBB 19,139).
A Palavra: A Bíblia norteia toda a caminhada daquele que deseja, verdadeiramente, alimentar-se de Deus. “A Iniciação à Vida Cristã e a Palavra de Deus estão intimamente ligadas. Uma não pode ocorrer sem a outra” (DGAE 2019-2023). Na imagem, a Palavra está representada pelo livro aberto em tons de cinza.
A Hóstia: Na Eucaristia vivemos e permanecemos em Cristo e Ele em nós (cf. Jo 6,56-57). Assim, na caminhada catequética encontramos a “fonte e o ápice da vida cristã” (SC 47), pois, no partir do pão os olhos se abrem e reconhecemos a face de Cristo (cf. Lc 24,30-31).
Os raios: A cor do elemento remete ao óleo santo da crisma, assinalado na fronte do iniciado. Neste Sacramento, onde é recebido os dons do Espírito Santo, é concedido o aperfeiçoamento da graça batismal e dota os crismados dos 7 dons (cf. Is 11,1-2; CIgC 1831), representados pelos raios na imagem.
A caminhada catequética, demonstrada na logo, é renovada a cada celebração da Vigília Pascal, na qual celebramos todo o mistério da ação salvífica de Deus na encarnação do Filho e no sopro renovador do Espírito Santo.
Nascido em 12 de setembro de 1943, o Padre João Tozzi está atualmente como vigário na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Praia
Nascido em 12 de setembro de 1943, o Padre João Tozzi está atualmente como vigário na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Praia da Costa.
Sua relação com a Igreja começou desde muito cedo. Ele conta que desde os 4 anos de idade frequentava a Igreja de São Sebastião, em Jucutuquara, e com cerca de 8 anos começou a sentir o desejo pela vocação a partir dos sermões do capelão da Polícia Militar, Monsenhor Raimundo Pereira de Barros, que tocavam seu coração e o emocionava muitas vezes.
Na juventude conheceu a Nélida. Eles namoraram durante 3 anos e se casaram no dia 17 de janeiro de 1970, na Capela do Colégio Salesiano. Muito emocionado, ele conta que foram casados durante 41 anos, mas desde o dia do casamento manifestou para a esposa que um dia ainda queria ser padre. Durante 25 anos a família viveu em Jardim América, onde João era frequentador assíduo da Paróquia Santa Maria Goretti começando sua vida pastoral onde atuou no círculo bíblico, Pastoral Operária, catequese e conselho da comunidade.
Assista o vídeo para saber mais sobre essa linda história de vocação.
O Papa Francisco manifestou na audiência de hoje, 10 de agosto, sua solidariedade com as vítimas do incêndio em Cuba e o povo da
O Papa Francisco manifestou na audiência de hoje, 10 de agosto, sua solidariedade com as vítimas do incêndio em Cuba e o povo da Ucrânia. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:
O Papa Francisco expressou durante a sua saudação aos fiéis de língua espanhola presentes na Audiência geral sua proximidade aos atingidos pelo incêndio no depósito de combustível em Matanzas, Cuba, que causou a morte de uma pessoa e deixou vários desaparecidos.
“Quero expressar minha proximidade de maneira especial aos atingidos pela tragédia causada pelas explosões e o incêndio na base petrolífera de Matanzas, em Cuba”, disse o pontífice na Sala Paulo VI, no Vaticano.
“Peçamos à nossa mãe, Rainha do Céu, que cuide das vítimas desta tragédia e de suas famílias, e interceda por todos nós perante o Senhor para que saibamos dar testemunho de fé e esperança na vida do mundo que está por vir. Que Deus os abençoe”, concluiu o Papa.
O pontífice, que visitou a ilha em setembro de 2015, lamentou assim um dos piores desastres industriais da história do país, em Matanzas (Cuba ocidental), no qual também há catorze desaparecidos, 125 feridos e 22 hospitalizados.
Francisco, que entrou na sala caminhando sem a necessidade da cadeira de rodas que usa frequentemente por causa de seus problemas de joelhos, na sua saudação aos fiéis de língua espanhola se dirigiu aos fiéis dizendo:
“Chilenos, mexicanos, argentinos… há de todos os tipos”, disse, apontando para os fiéis na Sala Paulo VI suscitando aplausos dos presentes.
No final da audiência geral, o Papa Francisco dirigiu ainda seu “um pensamento ao povo da Ucrânia, que ainda sofre esta guerra cruel”. Pediu ainda que todos rezassem “pelos migrantes que estão chegando continuamente”.
Em português saudou, em particular os peregrinos da Diocese de Leiria-Fátima. “Irmãos e irmãs, o Espírito Santo aumente a nossa fé, para que possamos verdadeiramente crer que o melhor de nossa vida ainda está por vir. Que Deus vos abençoe!”, finalizou.
Leia abaixo como está sendo feita a síntese da escuta sinodal na publicação da CNBB: A Equipe de Animação do Sínodo 2023 no Brasil se encontra
Leia abaixo como está sendo feita a síntese da escuta sinodal na publicação da CNBB:
A Equipe de Animação do Sínodo 2023 no Brasil se encontra na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com a tarefa de realizar, entre os dias 8 a 12 de agosto, a síntese das contribuições enviadas da fase de escuta realizada pelas Igrejas Particulares. Até esta segunda-feira, 8 de agosto, chegaram cerca de 200 contribuições das Igrejas Particulares, o que representa 70% das dioceses brasileiras. A equipe tem o trabalho, a partir das orientações da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, de reunir em um único e breve arquivo as contribuições elaboradas por cada Igreja Particular em um documento de apenas 10 páginas.
O bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado, membro da Equipe de Animação do Sínodo 2023 no país, definiu esse momento de síntese como a “escuta das escutas”, um trabalho, segundo ele, muito exigente.
O maior desafio, de acordo com o secretário-geral, é assegurar a fidelidade a tudo que, por meio das falas locais, o Espírito Santo falou à Igreja no Brasil. “Por isso, elaborar esta síntese exige uma atitude reverente, cheia de fé e compromisso”, descreve.
O secretário-executivo do regional Sul 2 da CNBB, padre Valdecir Badzinski, contou que a equipe está admirada com a diversidade de aspectos eclesiais contidos nas sínteses vindas das dioceses. Segundo ele, o material é um relevante raio X das múltiplas realidades do Brasil, onde as experiências se multiplicam a partir de cada realidade eclesial. “Estas sínteses servirão de base propulsora e inspiradora para novos projetos relacionados à Igreja no Brasil, aprimorando a bela e profícua caminhada eclesial já realizada”, afirmou.
Segundo ele, os desafios que acompanham todo o processo sinodal também aparecem nas contribuições enviadas pelas dioceses, como: a questão geográfica, a multiplicidade cultural, a experiência eclesial, o fato do ouvir a todos, o tempo presente, os múltiplos meios de influência, a liberdade de expressão e o clericalismo. “Estes e outros desafios exigem da equipe de síntese aguçadas habilidades para não desconsiderar o que chegou e, ao mesmo tempo, conciliar uns com os outros em vista de uma igreja melhor”, destaca.
Metodologia de trabalho da síntese
De acordo com assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, Mariana Venâncio, a Equipe de Animação do Sínodo 2023 fez um trabalho prévio de preparação para a realização da síntese. Desde o fim de julho, cada um dos 14 integrantes da equipe, ficou responsável por analisar um dos horizontes indicados pelo Documento Preparatório para a escuta diocesana.
“À medida em que as sínteses diocesanas eram enviadas, iam sendo também compartilhadas com toda a equipe para a leitura. Hoje, no nosso primeiro dia presencial de trabalho, alinhamos detalhes como os horários da semana, a metodologia da redação da síntese e a linguagem que vamos adotar, por exemplo. No início desta semana, estamos concluindo essas leituras e preparando uma apresentação geral, que será feita por cada integrante do grupo, a toda equipe”, informou.
Ela explica que essa visão geral tem por objetivo fazer com que todos tenham ciência sobre as contribuições apresentadas, não só sobre o horizonte pelo qual ficou responsável. Assim todo o grupo poderá contribuir sobre os temas e as contribuições que precisam figurar na síntese final. “A partir do meio da semana, pretendemos que cada um já possa ir redigindo a síntese da parte que assumiu para que, até a sexta, possamos fechar o texto todo, fazendo as revisões, correções e adequações necessárias.
Segundo a assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB um dos maiores desafios é elaborar uma síntese que ofereça o panorama da escuta em um Brasil tão diversificado, incluindo a maior parte das contribuições e não apenas privilegiando o discurso da maioria. Ela destaca que o primeiro contato com as contribuições demonstra que elas serão um importante instrumento de estudo e aprofundamento, tanto no campo da pesquisa, quanto no âmbito pastoral, em benefício da caminhada da Igreja no Brasil e, até mesmo, em âmbito universal.
O discernimento ao sacerdócio é um processo e segue um caminho guiado por Deus. Cada um tem o seu próprio tempo. A vida pode
O discernimento ao sacerdócio é um processo e segue um caminho guiado por Deus. Cada um tem o seu próprio tempo. A vida pode fazer que sejam dadas voltas e surjam desculpas como o medo ou até mesmo uma timidez, mas Deus quando chama, Ele não desiste.
Assim aconteceu com o Pe. Claudio Alves, da Arquidiocese de Vitória, que teve sua história vocacional de idas e vindas. Uma história da insistência de Deus para com um vocacionado que ofereceu resistência a sua vocação e ao seu chamado.