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O Estado do Espírito Santo, com base em dados da Secretaria de Saúde, divulgou na tarde de ontem que não há mais necessidade de

O Estado do Espírito Santo, com base em dados da Secretaria de Saúde, divulgou na tarde de ontem que não há mais necessidade de uso de máscara. A exceção são os profissionais de saúde e, consequentemente, pessoas que estejam nos Postos de Saúde, Prontos Atendimentos e Hospitais. A divulgação do mapa de risco semanal também está suspensa pelo Estado.

Portanto, as igrejas da Arquidiocese de Vitória também estão liberadas do uso de máscaras a partir de agora. É necessário, contudo, manter-se vigilante e atento a qualquer nova divulgação do Governo sobre mapa de risco e seguir as orientações.

Papa fala sobre a viagem a Malta e define como entende a geopolítica hoje. Confira a matéria publicada no site Vatican News: A catequese
Papa fala sobre a viagem a Malta e define como entende a geopolítica hoje. Confira a matéria publicada no site Vatican News:
A catequese de Francisco foi dedicada à sua recente viagem apostólica a Malta. Durante o encontro com os fiéis na Sala Paulo VI, o Papa disse que “hoje, fala-se frequentemente de “geopolítica”, mas infelizmente a lógica dominante é a das estratégias dos Estados mais poderosos para afirmar os seus interesses alargando a própria área de influência econômica, ideológica e militar”.

A recente viagem apostólica do Papa Francisco a Malta foi o tema da catequese do Pontífice na Audiência Geral desta quarta-feira (06/04), realizada na Sala Paulo VI.

A viagem apostólica do Papa a Malta estava planejada para se realizar em 2020, mas foi adiada por causa da pandemia da Covid-19. Segundo o Papa, “poucas pessoas sabem que Malta, embora sendo uma ilha no meio do Mediterrâneo, recebeu o Evangelho muito cedo, porque o Apóstolo Paulo naufragou perto do seu litoral e milagrosamente salvou-se a si mesmo e a todos os que estavam no barco, mais de duzentas e setenta pessoas. Os Atos dos Apóstolos relatam que os malteses acolheram todos «com rara humanidade».”

Um mundo mais fraterno, mais habitável

Escolhi precisamente estas palavras: com rara humanidade, como lema da minha Viagem, pois indicam o caminho a seguir não só para enfrentar o fenômeno dos migrantes, mas em geral para que o mundo se torne mais fraterno, mais habitável, e se salve de um “naufrágio” que ameaça a todos nós que estamos, como aprendemos, no mesmo barco, todos. Malta é um lugar-chave neste horizonte”.

Primeiramente, Malta é um lugar-chave “geograficamente, devido à sua posição no centro do mar entre a Europa e a África, mas que também banha a Ásia. Malta é uma espécie de “rosa dos ventos”, onde povos e culturas se encontram; é um ponto privilegiado a partir do qual se pode observar a área mediterrânea numa perspectiva de 360°. Hoje, fala-se frequentemente de “geopolítica”, mas infelizmente a lógica dominante é a das estratégias dos Estados mais poderosos para afirmar os seus interesses alargando a própria área de influência econômica, ideológica e militar. Estamos vendo isso com a guerra”, disse o Papa, acrescentando:

Malta representa, neste quadro, o direito e a força dos “pequenos”, das nações pequenas, mas ricas em história e civilização, que deveriam levar a cabo outra lógica: a do respeito, mas também a lógica da liberdade, da convivência das diferenças, oposta à colonização dos mais poderosos. Estamos vendo isso agora e não somente de uma parte, mas também da outra.

“Depois da Segunda Guerra Mundial, foram feitas tentativas para lançar as bases de uma nova história de paz, mas infelizmente, não aprendemos, a velha história de grandes potências concorrentes continuou. E, na atual guerra na Ucrânia, estamos vendo a impotência da Organização das Nações Unidas.”

Europa foi formada por migrações

O segundo aspecto é que “Malta é um lugar-chave no que diz respeito ao fenômeno das migrações“. “No Centro de acolhimento João XXIII, encontrei-me com muitos migrantes que chegaram à ilha após terríveis viagens”, frisou o Papa, convidando a “ouvir os seus testemunhos, porque esta é a única forma de fugir da visão distorcida que frequentemente circula nos meios de comunicação e reconhecer os seus rostos, histórias, feridas, sonhos e esperanças desses migrantes”.

Cada migrante é único, não é um número, é uma pessoa, é único como cada um de nós. Cada migrante é uma pessoa com a própria dignidade, raízes e cultura. Cada um deles é portador de uma riqueza infinitamente maior do que os problemas que podem surgir. Não nos esqueçamos de que a Europa foi formada por migrações.

Malta é um “laboratório de paz”

Obviamente, “o acolhimento deve ser organizado, deve ser planejado juntos, no âmbito internacional”, frisou o Papa, pois “o fenômeno migratório não pode ser reduzido a uma emergência, é um sinal dos nossos tempos. Deve ser lido e interpretado como tal. Pode tornar-se um sinal de conflito ou um sinal de paz”.

A seguir, Francisco disse que o Centro de acolhimento de migrantes João XXIII, em Malta, é um “laboratório de paz”, e que “Malta no seu conjunto é um laboratório de paz! Toda nação com o seu comportamento é um laboratório de paz” e “pode cumprir esta missão se buscar nas suas raízes a seiva da fraternidade, da compaixão e da solidariedade. O povo maltês recebeu estes valores junto com o Evangelho, e graças ao Evangelho eles serão capazes de os manter vivos”.

Testemunho cristão em todo o mundo

O terceiro aspecto é que “Malta é um lugar-chave também do ponto de vista da evangelização. De Malta e Gozo, as duas dioceses do país, muitos sacerdotes e religiosos, bem como fiéis leigos, partiram, dando testemunho cristão em todo o mundo. Como se a passagem de São Paulo tivesse deixado a missão no DNA dos malteses! Por isso, a minha visita foi, primeiramente, um ato de gratidão, gratidão a Deus e ao seu santo povo fiel que está em Malta e Gozo”.

O Papa recordou que em Malta “também sopra o vento do secularismo e a pseudocultura globalizada do consumismo, do neocapitalismo e do relativismo”. “Também lá, portanto, é tempo de nova evangelização”, frisou ele, recordando a visita à Gruta de São Paulo, ao Santuário Nacional Mariano de Ta’ Pinu, na ilha de Gozo. “Lá senti palpitar o coração do povo maltês, que tem tanta confiança na sua Santa Mãe. Maria nos traz sempre de volta ao essencial, a Cristo crucificado e ressuscitado por nós, ao seu amor misericordioso. Maria nos ajuda a reavivar a chama da fé, atraindo o fogo do Espírito Santo, que anima o jubiloso anúncio do Evangelho de geração em geração, pois a alegria da Igreja é evangelizar!”, disse ainda o Papa, recordando as palavras de São Paulo VI: “A vocação da Igreja é evangelizar. A alegria da Igreja é evangelizar. É a definição mais bonita da Igreja”.

Francisco recordou o frade franciscano pe. Dionísio Mintoff de 91 anos que continua trabalhando no Centro de Acolhimento de Migrantes João XXIII, em Malta, com a ajuda de colaboradores da Diocese. “É um exemplo de zelo apostólico e amor pelos migrantes, muito necessário hoje”, concluiu o Papa, agradecendo ao povo maltês pelo acolhimento humano e cristão.

Na noite desta segunda-feira (04) nossa Casa de Formação celebrou seu septuagésimo primeiro aniversário de fundação em solene Liturgia na Catedral Metropolitana. Presidida por

Na noite desta segunda-feira (04) nossa Casa de Formação celebrou seu septuagésimo primeiro aniversário de fundação em solene Liturgia na Catedral Metropolitana.

Presidida por Dom Dario Campos, a cerimônia contou com grande participação de fiéis, padres, diáconos e seminaristas de todo o Regional Leste 3.

Na ocasião, foram admitidos às Ordens Sacras os seminaristas do primeiro ano de Teologia (Arthur Varanda, Ewerton Mariani, Jardel Martins, Lucas Saraiva e Thassio Cachoeiro).

Em sua homilia, Dom Dario recordou a belíssima trajetória do Seminário Arquidiocesano, seus fundadores e os testemunhos de tantos homens e mulheres que incentivaram e sustentaram as vocações durante estas sete décadas de história.

Padre Jorge, nosso Reitor, ao final da celebração teceu os agradecimentos em nome do Pe. Arthur (Vice-Reitor) e de toda a comunidade dos seminaristas. As palavras finais recordaram a simbologia bíblica do número 70, que em sua gematria, assinala a presença da graça divina na caminhada até aqui alcançada e as forças necessárias para um novo recomeço. “Setenta, na história bíblica, tem um significado especial: O sinédrio era composto por 70 membros, 70 eram os anciãos na época de Moisés, 70 foram os que fizeram a primeira tradução da Bíblia. O Salmo 90 diz que ‘os dias de nossas vidas são setenta…’: tempo que Deus nos dá para cumprir nossa missão, para medir nossas conquistas, refletir sobre nossos caminhos. É o número que demanda reflexão, que define uma geração. Setenta é múltiplo de 7, o número da perfeição. Setenta anos, tempo de uma geração, por isso temos que celebrar. E também rezar e pedir que outras gerações venham e que nosso Seminário possa cumprir sua missão!”.

Pe. Jorge fez um pequeno relato quanto a localização do Seminário, destacando as transformações por que passou a Casa de Formação em um tempo de insegurança e grandes mudanças.

“O Seminário foi instalado na Chácara Santa Helena em Vitória. Pouco depois, foi transferido, em 1965, para a Fazenda São José, no município de Viana, próximo a Campo Grande. Em 1969, o Seminário retorna para Vitória, na Colina São Francisco; residência episcopal cedida pelo então Arcebispo, Dom João Batista, para instalação do seminário. Em 1974, período de forte crise quanto às vocações sacerdotais, o Seminário contava com apenas um seminarista, o jovem Jair Coco; hoje, Padre Jair – a quem tivemos a alegria de receber no Seminário nesse período de comemoração. Logo depois, chegou o seu companheiro, o jovem Antônio Rocha de Araújo, o Padre Toninho. Mais tarde, finalmente, o Seminário retorna ao Bairro Santa Helena, Vitória-ES, onde permanece até os dias atuais”.

Ao falar sobre os ilustres filhos de nossa Casa, destacou entre os nossos ex-alunos as figuras de Dom Geraldo Lyrio (Arcebispo Emérito de Mariana-MG) presente na ocasião, e do Sr. Gerson Camata (in memoriam) que fora Governador do Estado e Senador da República. “O Seminário nasceu próximo a um período de mudanças significativas na Igreja. Chamo-o de advento do Concílio Vaticano II. E, naquele tempo de mudanças e transformações eclesiais e sociais, o seminário também passou por mudanças; em sintonia com o tempo e a história”.

Pontuou que o “no tempo presente, em que o mundo passa por profundas mudanças – hoje rápidas e instantâneas – o Seminário Nossa Senhora da Penha se lança para o futuro. Procura estar sempre atento e acompanhar os sinais dos tempos; guiado pelo Espírito Santo, seguindo os passos de Jesus, o Bom Pastor, sob os cuidados maternos de Maria, a Senhora das Alegrias”.

Diante da imagem peregrina de Nossa Senhora da Penha, renovamos nossos votos de consagração e entoamos através do Hino à Nossa Senhora da Penha, o nosso pedido de que a Santa Mãe de Deus envie-nos mais sacerdotes, sábios e santos, para a Messe de Seu amado Filho.

Festivamente, o cântico final (composto pelos ex-alunos no cinquentenário do Seminário) bradava na Catedral o entusiasmo de todos por esta feliz data de 04 de abril:

“1 – Colina Santa Helena / prepara com amor / quem leva na patena o Pão, o Salvador; / Quem “chega” a Deus, levando a cruz, / e traz almas à luz, / quem dá perdão, na confissão, / em nome de Jesus.

Parabéns, meu Seminário / quero te homenagear / pelo teu aniversário / que hoje eu vim comemorar!

2 – Colina Santa Helena, / meu santo e doce lar, / a vida mais serena que alguém pode sonhar. / Oh, santa Mãe, abençoai / quem vai servir ao Pai: / na vocação, missão de amor, / na messe do Senhor!”

Viva a Igreja! Viva nosso Seminário!

Confira o vídeo com a transmissão e os registros fotográficos da cerimônia:

A próxima viagem do Papa Francisco será ao Sudão do Sul na África Oriental. Leia a matéria publicada no site Vatican News. Alguns dias

A próxima viagem do Papa Francisco será ao Sudão do Sul na África Oriental. Leia a matéria publicada no site Vatican News.

Alguns dias após a etapa em Malta, o olhar se dirige agora para a próxima viagem apostólica do Papa Francisco ao Sudão do Sul, programada para 5-7 de julho, que será “o cumprimento de uma ação iniciada pelo Pontífice há muito tempo para pedir a paz para este país”. Esta é a convicção de dom Christian Carlassare, bispo da diocese sudanesa de Rumbek, cuja ordenação episcopal e posterior cerimônia de posse ocorreu no dia 25 de março passado.

Perdão e esperança na África Oriental

O prelado sabe bem como é difícil levar a paz a esta nação da África Oriental devastada por anos de luta tribal e política, mas também enormemente provada pela pobreza extrema. Ele experimentou ódio e violência sobre a sua pele quando, na noite de 25 de abril do ano passado, foi baleado nas pernas em um ataque realizado logo após o anúncio de sua nomeação como bispo de Rumbek. Mas ele nunca perdeu a esperança: “Para mim, reiniciar significa perdoar, porque sem o perdão não haveria reinício. A misericórdia, por outro lado, torna-se a capacidade de estabelecer relações e reconstruir relações de onde foram interrompidas”, afirma com voz serena.

A visita do Papa Francisco é, portanto, parte dessa profunda esperança. A visita do Papa”, explica o bispo, “dará um importante impulso ao processo de paz que afetará todas as comunidades, especialmente as mais frustradas e marginalizadas”. Não somente. Para dom Carlassare, a presença do Papa será também um estímulo para a Igreja local empenhada em curar as feridas da população: “Será um grande estímulo para que a Igreja seja um verdadeiro instrumento de reconciliação e de paz através das muitas obras já presentes no país: desde as de evangelização até as de promoção humana baseada no cuidado total do homem”.

Abraçando o Papa

Alguns dias antes de sua ordenação episcopal e cerimônia de posse, dom Carlassare foi recebido pelo Papa Francisco no Vaticano. Para mim”, disse ele, “foi uma grande alegria poder encontrar pessoalmente o Santo Padre”. Foi um momento muito simples de grande harmonia no qual ele me disse algumas palavras essenciais: ‘Não tenha medo, o Senhor sempre o acompanha e o apoia’. A bênção que ele me deu é a de um homem que confiou no Senhor e está dando sua vida pela Igreja, e é por isso que eu a considero muito importante”.

Nesta terça-feira (05), a partir de 19h30, acontece a Celebração Penitencial do Clero da Arquidiocese de Vitória, na Catedral Metropolitana, presidida por Dom Dario

Nesta terça-feira (05), a partir de 19h30, acontece a Celebração Penitencial do Clero da Arquidiocese de Vitória, na Catedral Metropolitana, presidida por Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória. Padres, diáconos, seminaristas, religiosos e religiosas e leigos consagrados são convidados a participar deste momento especial que acontece anualmente e é uma preparação para que toda a Igreja vivencie melhor a Semana Santa – que começa no próximo domingo – em especial o Tríduo Pascal.

Segundo padre Diego Carvalho – Representante dos Presbíteros da Arquidiocese de Vitória – a noite penitencial tem um caráter reflexivo. É uma oportunidade de todos os religiosos avaliarem quem são e quem podem ser, pois são instrumentos nas mãos de Deus para ajudar as outras pessoas a também se aproximarem do Senhor. A celebração penitencial também acontece todos os anos, em outro momento: antes da Igreja começar a celebrar o Advento que é a preparação para o Natal de Jesus Cristo.

Foi realizado na manhã do dia 02 de abril, sábado, o Encontro dos Diáconos Permanentes da Arquidiocese de Vitória (ES) em Ponta Formosa. Dom

Foi realizado na manhã do dia 02 de abril, sábado, o Encontro dos Diáconos Permanentes da Arquidiocese de Vitória (ES) em Ponta Formosa. Dom Dario Campos, Arcebispo Metropolitano de Vitória presidiu a missa de abertura, concelebrada pelo padre Márcio Ferreira, Presbítero assessor do Diaconado Arquidiocesano.

No plenário, que contou com a participação do Bispo auxiliar de Vitória dom Andherson Franklin Lustosa de Souza, dom Dario teceu várias considerações acerca do momento em que vivemos, de pandemia e da vida e missão do Diácono Permanente: “Lamento as mortes causadas pela COVID-19, mas devemos nos alegrar pela volta das atividades presenciais”, disse dom Dario. “O Diácono é essencial na Igreja, tem seu próprio ministério. Precisa estar presente na vida de sua família, e estar à serviço do Altar, da Caridade e na administração dos Sacramentos e dos Sacramentais, em especial do serviço de Exéquias e, para poder realizar sua missão à contento é necessário ter vida de oração”, exortou.

“Não se descuidem da Formação Permanente, ela é muito necessária, especialmente sobre as Sagradas escrituras e Documentos da Igreja, reitero a importância dos retiros, dos momentos de oração pessoal e comunitária, mas tenham momentos de laser com suas respectivas esposas e respectivos filhos, netos, familiares”, continuou o arcebipo.

Por fim, dom Dario exortou: “Cuidem das viúvas dos Diáconos Permanentes, elas precisam ainda mais de atenção e suas famílias serão importantes para manter esse relacionamento. E ainda destaco três pontos fundamentais para o diácono: simplicidade, humildade e obediência”, completou. Dom Dario agradeceu a presença do bispo auxiliar dom Andherson e expressou sua alegria pela reabertura da Escola Diaconal “São Lourenço”, da Arquidiocese de Vitória. Passou ainda uma “lição de casa”: revisitar o texto do Evangelho de Marcos 10,17-31) e refletir sobre essa realidade.

Dom Andherson falou sobre sua própria experiência vocacional: “Devemos dar um sim largo a Deus”. E ressaltou que esse SIM deve ser continuo em nosso ministério e na nossa caminhada de fé. Padre Márcio Ferreira também dirigiu algumas palavras aos diáconos. Falou da busca da mística do diaconato, que inspirada na Santíssima Trindade passa por uma experiência sinodal. O diácono deve buscar comunhão nas diferenças, além de “enraizar-se nas comunidades eclesiais de base”. Ele também informou que atualmente a Escola Diaconal São Lourenço possui 5 aspirantes no Propedêutico e 47 vocacionados fazendo os encontros vocacionais.

Por fim, o Coordenador da Comissão dos Diáconos CAD, diácono Marcos Rezende, agradeceu a presença de todos e convidu o diácono Frabício Ramos, tesoureiro da Comissão Arquidiocesana dos Diáconos, a apresentar a prestação de contas das finanças da Comissão.

O encontro foi encerrado com um almoço oferecido a todos os presentes.

Se você é da área médica e sente que pode fazer um trabalho voluntário de ajuda a populações ribeirinhas no Amazonas, a missão Laguna

Se você é da área médica e sente que pode fazer um trabalho voluntário de ajuda a populações ribeirinhas no Amazonas, a missão Laguna Negra espera por você para te levar até Lábrea. Para se inscrever veja os contatos abaixo.

O Laguna Negra é um barco hospital que presta assistência numa região com mais de 230 km² com população de 81 mil habitantes.

Os voluntários da área de saúde se revezam em turnos de 15 dias entre os meses de maio a agosto. Segundo Amélia, coordenadora do projeto, a primeira missão sairá no dia 07 de maio até o dia 24 de maio, “os profissionais vão de dois em dois e farão atendimentos às comunidades ribeirinhas do rio Purus”.

Durante a missão inúmeras atividades são realizadas pelos voluntários: consultas médicas, exames, aferimento de pressão arterial, administração e distribuição de medicamentos e tratamentos odontológico.

Veja o calendário e se puder ajudar, inscreva-se. A solidariedade é cada vez mais necessária e os povos ribeirinhos precisam de ajuda médica.

As etapas para a missão Laguna Negra serão:

Primeira etapa: 07 a 24 de maio de 2022

Segunda etapa: 23 de maio a 09 de junho 2022

Terceira etapa: 25 de junho a 18 de julho de 2022

Quarta etapa: 16 de junho a 01 de agosto de 2022

Mais informações:

Missão Lagna Negra – Barco Hospital

Local: Prelazia de Lábrea Amazônia

(27) 99961 5600 / (27) 3025 6292

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) informa que estão abertas até o dia 9 de maio deste ano as inscrições à 54ª

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) informa que estão abertas até o dia 9 de maio deste ano as inscrições à 54ª edição dos Prêmios de Comunicação da CNBB. Podem se candidatar trabalhos em todas as categorias (Margarida de Prata – cinema, Microfone de Prata – produções radiofônicas, Clara de Assis – televisão, Dom Helder Câmara – reportagens e trabalhos jornalísticos, Dom Luciano Mendes de Almeida – sites, blogs, aplicativos e redes sociais, Pastoral Kerigma – trabalhos da Pascom-Brasil e Papa Francisco – teses de doutorado e dissertações de mestrado), realizados entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2021.

Além dos prêmios tradicionais (Cinema, TV, Rádio, Internet/Redes Sociais e Imprensa), a novidade desde a última edição foi a inclusão de duas novas categorias – o Prêmio Papa Francisco (para teses de Doutorado e dissertações de Mestrado) e o Prêmio Pastoral Kerigma (para trabalhos da Pastoral da Comunicação).

A Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, com aprovação da Presidência da CNBB, poderá outorgar “Menção Honrosa Irmã Doroty Stang” a pessoas ou trabalhos do mundo da comunicação que se destacarem na promoção de valores humanos e cristãos.

Reconhecimento do mérito
Em carta publicada para divulgar a abertura do edital e das inscrições, a presidência da CNBB afirma que, com a realização deste prêmio, os bispos do Brasil querem reconhecer publicamente o mérito de trabalhos que dão voz a realidades humanas que desafiam a nossa fé.

“Os trabalhos que buscamos reconhecer com os prêmios denunciam situações que são contratestemunho do Evangelho que pregamos. Os prêmios são expressão concreta da preocupação profética da CNBB, e encontra respaldo nos ensinamentos do Papa Francisco, que sonha com uma Igreja em saída”, expressou a presidência da CNBB.

Edital, informações e inscrições
O edital, as informações detalhadas de cada categoria, bem como as notícias das etapas da premiação podem ser acompanhadas no site da 54ª Edição dos Prêmios (https://premios.cnbb.org.br), e também no site e redes sociais da CNBB.

Os Prêmios de Comunicação da CNBB
Os Prêmios de Comunicação foram criados pela CNBB com o objetivo de oferecer um reconhecimento público da Igreja Católica Apostólica Romana ao trabalho meritório de profissionais da comunicação social nos diversos meios que apresentaram suas obras e se distinguiram pelo serviço à dignidade humana e aos valores do Evangelho.

Eles também têm por objetivo estimular, fomentar e reconhecer as boas iniciativas de trabalho jornalístico e cultural provenientes de todo o país nas áreas do Cinema, Rádio, Televisão, Imprensa e Internet, bem como do campo da pesquisa acadêmica em comunicação e iniciativas da Pastoral da Comunicação.

Concessão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, os Prêmios têm caráter exclusivamente cultural e não se vinculam a nenhuma modalidade de sorteio ou a qualquer exigência de pagamento pelos concorrentes, tampouco estão condicionados à aquisição ou ao uso de quaisquer bens, direitos ou serviços. Eles serão entregues aos profissionais autores dos trabalhos que são apresentados para a seleção.