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As inscrições para a 55ª edição dos Prêmios de Comunicação, uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se encerram no próximo dia

As inscrições para a 55ª edição dos Prêmios de Comunicação, uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se encerram no próximo dia 10 de maio, conforme o regulamento. Os Prêmios visam reconhecer e valorizar o trabalho de profissionais da comunicação que, nos diversos meios,  apresentaram suas obras e se distinguiram pela promoção dos valores do Evangelho e da dignidade humana. A grande novidade deste ano é a inclusão do Prêmio São Carlo Acutis, voltado às áreas de publicidade, identidade visual e design digital.

Os Prêmios de Comunicação da CNBB abrangem diversas categorias, contemplando produções em cinema, rádio, televisão, imprensa, internet, pesquisas acadêmicas e iniciativas pastorais. Entre os prêmios tradicionais estão o “Margarida de Prata” (Cinema), “Microfone de Prata” (Rádio), “Dom Helder Câmara” (Imprensa), “Clara de Assis” (Televisão), “Dom Luciano Mendes de Almeida” (Internet), “Kerigma” (Pastoral da Comunicação) e “Papa Francisco” (Teses e Dissertações Acadêmicas).

Um novo prêmio “Carlo Acutis”

A grande inovação desta edição é a criação do Prêmio Carlo Acutis, destinado às produções de publicidade e design que promovam valores humanos e cristãos. As inscrições podem ser feitas em formatos como campanhas publicitárias (digitais ou impressas), identidades visuais para projetos evangelizadores, peças gráficas (cartazes, folhetos, outdoors), vídeos publicitários institucionais e layouts para redes sociais, sites ou aplicativos.

A inclusão dessa categoria reforça o papel estratégico da comunicação visual na evangelização e no diálogo com a sociedade. O padre Arnaldo Rodrigues, assessor de comunicação da CNBB, faz um convite às incrições nos Prêmios de Comunicação. Confira no vídeo:

Coordenação e seleção dos premiados

A organização dos prêmios é conduzida por uma coordenação geral composta por membros da Assessoria de Comunicação da CNBB, o padre Arnaldo Rodrigues (coordenador geral) e Willian Bonfim; e pelo doutor em comunicação pela PUC-SP, Rafael Alberto, que exerce a coordenação de forma voluntária.

A seleção dos premiados ocorre em duas etapas: um júri técnico, formado por especialistas das respectivas áreas indicado pelas Pontifícias Universidades Católicas do Brasil, que escolhe os cinco melhores trabalhos de cada categoria, e um júri pastoral, composto por bispos membros do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB, que define os vencedores com base na pertinência dos conteúdos aos valores cristãos e à dignidade humana.

Inscrições e premiação

As inscrições estarão abertas até o dia 10 de maio de 2025. Os interessados deverão acessar o site oficial dos Prêmios de Comunicação da CNBB (premios.cnbb.org.br) para preencher o formulário e enviar seus materiais.

Podem concorrer para esta edição dos Prêmios de Comunicação da CNBB, os autores dos trabalhos de todas as categorias realizados entre 1º de janeiro de 2022 a 31 de dezembro de 2024. Os três finalistas de cada categoria serão anunciados até 31 de agosto de 2025. A cerimônia de entrega dos prêmios ocorrerá em 18 de outubro, em São Paulo (SP). A premiação será exibida posteriomente pelas emissoras de inspiração católica.

Com esta nova edição e a inclusão do Prêmio Carlo Acutis, a CNBB reforça seu compromisso em valorizar a comunicação como instrumento essencial na promoção da dignidade humana e dos valores cristãos.

Clique (aqui) e acesse o regulamento completo.

“Os Cardeais, conscientes da responsabilidade a que são chamados, reconhecem a necessidade de serem sustentados pela oração de todos os fiéis”, ressalta o comunicado
“Os Cardeais, conscientes da responsabilidade a que são chamados, reconhecem a necessidade de serem sustentados pela oração de todos os fiéis”, ressalta o comunicado da Santa Sé.
A Santa Sé divulgou um comunicado, nesta quarta-feira (30/04), informando que o Colégio Cardinalício convida o povo de Deus a viver este momento eclesial como um acontecimento de graça e de discernimento espiritual.

Segue o comunicado da Santa Sé.

O Colégio Cardinalício, reunido em Roma e empenhado nas Congregações Gerais que preparam o Conclave, deseja dirigir ao Povo de Deus o convite a viver este momento eclesial como um acontecimento de graça e discernimento espiritual, na escuta da Vontade de Deus.

Por isso, os Cardeais, conscientes da responsabilidade a que são chamados, reconhecem a necessidade de serem sustentados pela oração de todos os fiéis. Esta é a verdadeira força que, na Igreja, favorece a unidade de todos os membros no único Corpo de Cristo (cf. 1 Cor 12, 12).

Diante da grandeza desta iminente tarefa e das urgências do tempo presente, é necessário, antes de tudo, fazermo-nos instrumentos humildes da infinita Sabedoria e Providência do Pai Celeste, na docilidade à ação do Espírito Santo. É Ele, na verdade, o protagonista da vida do Povo de Deus, Aquele a quem devemos escutar, acolhendo o que diz à Igreja (cf. Ap 3, 6).

Que Nossa Senhora, com a sua intercessão maternal, acompanhe esta comum invocação.

Vatican News

Neste 1º de maio, data em que a Igreja celebra a memória de São José Operário e a sociedade volta seu olhar para a

Neste 1º de maio, data em que a Igreja celebra a memória de São José Operário e a sociedade volta seu olhar para a dignidade do trabalho humano, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulga uma mensagem especial dirigida a todos os trabalhadores e trabalhadoras do país.

Atendendo ao pedido de nosso Arcebispo Metropolitano, Dom Ângelo Mezzari, RCJ, compartilhamos este texto como expressão de solidariedade pastoral e de compromisso cristão com a justiça social, o bem comum e os direitos daqueles que, com esforço e esperança, constroem o Brasil com o suor de seu trabalho.

Leia a seguir a íntegra da mensagem da CNBB para o Dia do Trabalhador.

Eles trouxeram cor e alegria ao Campinho para realizar a Romaria da diocese de Colatina. Chegaram animados, subiram a ladeira e homenagearam Nossa Senhora

Eles trouxeram cor e alegria ao Campinho para realizar a Romaria da diocese de Colatina. Chegaram animados, subiram a ladeira e homenagearam Nossa Senhora com cantos e flores.

A Diocese lembrou  Jubileu que estamos vivendo e entregou nas mãos de Nossa Senhora as atividades pastorais diocesanas.

Dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa, bispo diocesano falou sobre esperança, alegria e fé. Lembrou que a falta de fé de Tomé, o discípulo que precisou ver para crer, não foi calado ou condenado por Jesus e nem pelos outros discípulos, porque o amor respeita os momentos de cada um e por isso, Jesus lhe mostrou as chagas, provocando “a maior confissão de fé de todos os tempos”, disse dom Lauro. “Tomé ainda não havia entendido que a marca da ressurreição é o amor”, continuou o bispo de Colatina e acrescentou que a fé tem uma dimensão pessoal, mas também uma dimensão comunitária.

A Romaria de Colatina depositou muitas flores aos pés de Nossa Senhora.

 

Depois de um percurso de 14km, a imagem de Nossa Senhora da Penha que acompanhou a Romaria dos homens chegou ao palco da Prainha

Depois de um percurso de 14km, a imagem de Nossa Senhora da Penha que acompanhou a Romaria dos homens chegou ao palco da Prainha em Vila Velha. Uma multidão aguardava a chegada para participar da missa.

Mais uma vez muita fé e devoção foi a demonstração dos romeiros que ali permaneceram apesar do cansaço. Os romeiros vêm de todos os cantos, alguns de muito longe em caminhadas que duram até mais que um dia, outros mais de perto e um grande número parte da Catedral. Ao longo do percurso grupos vão se juntando e “um mar” de gente se forma por longas extensões. Sem dúvida é a maior de todas as romarias da Festa da Penha.

Cansados, mas firmes na fé e na devoção, os romeiros participaram da missa e ouviram logo no início as palavras de dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória que se disse: “estou encantado com esta manifestação de fé”.

Na homilia, dom Ângelo convidou a todos para que elevassem os braços e dissessem obrigado ao Papa Francisco. Os devotos repetiram e, espontaneamente, inundaram a Prainha com uma salva de palmas.

O Arcebispo lembrou que somos peregrinos a caminho com Maria, com Jesus e com a Igreja e, ainda lembrando o Papa Francisco, repetiu que “somos peregrinos rumo à vida plena”.

 

 

Bispo, padres e fieis de Cachoeiro de Itapemirim trouxeram lembranças para este dia do Oitavário: recordaram os 40 anos de martírio de ir. Cleuza

Bispo, padres e fieis de Cachoeiro de Itapemirim trouxeram lembranças para este dia do Oitavário: recordaram os 40 anos de martírio de ir. Cleuza e a morte do Papa Francisco, mas trouxeram também esperança, principalmente no momento de homenagem a Nossa Senhora que foi realizada pelos jovens da diocese.

um momento forte da Celebração aconteceu quando dom Luiz Lisboa, bispo diocesano pediu que o povo ficasse de pé, fizesse silêncio e em seguida uma salva de palmas pelo Papa sepultado hoje na Basílica Sta. Maria Maior.  Dom Luiz citou o legado do Papa, dizendo que não podemos esquecer seus apelos, homilias, encíclicas e orientações: ser Igreja pobre para os pobres – Igreja em saída – Igreja com coragem para enlamear os pés – Igreja sinodal – Igreja que acolhe todos – Igreja peregrina e de esperança – Igreja profética e samaritana – Igreja compassiva e misericordiosa – Igreja sem medo de mudar.

“O Papa nos pediu para cuidarmos da Casa Comum tão ameaçada e sua encíclica Laudate Si se tornará uma grande referência na Doutrina Social da Igreja”, disse dom Luiz e terminou pedindo ao Papa: “O senhor sempre pediu que rezássemos pelo senhor, agora reze por nós”.

No momento devocional que antecedeu a romaria, os freis Gabriel e Felipe abençoaram as velas que os devotos trouxeram e prepararam com a ajuda da equipe de canto a acolhida para receber os romeiros com seu bispo.

A morte e funeral do Papa Francisco motivaram a homilia de dom Paulo D’alBó, bispo de São Mateus na romaria que aconteceu na manhã

A morte e funeral do Papa Francisco motivaram a homilia de dom Paulo D’alBó, bispo de São Mateus na romaria que aconteceu na manhã de hoje durante os festejos da Festa da Penha.

Lembrando que a grande maioria dos romeiros de Nossa Senhora não conseguiu acompanhar o translado do corpo e cerimônia fúnebre, dom Paulo falou sobre perda, ausência, saudade, mas principalmente sobre a vida e o legado de Papa Francisco.

um grande número de fieis acompanhou a Celebração no Campinho e a realidade da diocese foi apresentada durante o ofertório, quando jovens da diocese apresentaram com banner’s os municípios da região, a preparação para a Assembleia diocesana, as iniciativas para o  Jubileu e o tema da Campanha da Fraternidade.

Dom Paulo fez memória da vida do Papa Francisco, cujos restos mortais, percorriam as ruas de Roma em direção à Basílica Santa Maria Maior, local escolhido pelo Papa para ser sepultado. “ao escolher a Basílica Santa Maria Maior, o Papa volta ao útero da mãe, agora para a vida eterna. A Basílica é considerada o coração mariano de Roma”, disse dom Paulo. O bispo de São Mateus lembrou ainda que a “Igreja chora e se entristece, mas Jesus tranquiliza nossos corações” e acrescentou “quando a perda deixa um vazio e a saudade aperta é hora de confiar no Senhor. A dor e a saudade não desaparecem de repente, porque a saudade é um pedacinho do outro dentro da gente. Olhemos para o legado onde se destaca a sinodalidade, Igreja em Saída e seu olhar para os pequenos e pobres”.

A Romaria encerrou-se com a oração a Nossa Senhora e bênção aos fieis.

 

 

Ninguém sabe realmente o que se passa no coração de cada um”, é uma daquelas frases prontas usadas em diversas situações. Mas hoje, 25

Ninguém sabe realmente o que se passa no coração de cada um”, é uma daquelas frases prontas usadas em diversas situações. Mas hoje, 25 de abril de 2025, essa frase ganhou um novo sentido para todos aqueles que visitaram a Penitenciária Feminina de Cariacica- Bubu. As presidiárias rezaram, cantaram, pediram bênção, se ajoelharam, estenderam os braços o quanto lhes era possível para tocar no vidro que cobria a imagem de Nossa Senhora da Penha que as visitava. O arcebispo de Vitoria, dom Ângelo Mezzari, os freis da fraternidade franciscana do Convento da Penha e os membros da pastoral carcerária se emocionaram diante da recepção das presidiárias à visita de Nossa Senhora. Nos corredores, dom Ângelo e frei Gabriel acolheram as mãos estendidas, abençoaram, disseram palavras de conforto e rezaram.

O primeiro contato foi através da rádio que é conduzida por uma presidiária e pela qual o Frei e o Arcebispo se dirigiram a todas as presidiárias. Depois foi uma verdadeira procissão por todos os corredores. Depois a imagem foi atravessando as grades do presídio e entrando nos corredores e nos corações de quem vive atrás das grades.

 

O resultado do trabalho manual realizado pelas presidiárias foi entregue aos freis franciscanos e serão colocadas no Convento da Penha.

Veja as imagens da visita.