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No dia 17/02, com a Santa Missa, 12 novos jovens iniciaram o Ano Propedêutico 2025 na Casa de Formação Bom Pastor, primeira etapa da

No dia 17/02, com a Santa Missa, 12 novos jovens iniciaram o Ano Propedêutico 2025 na Casa de Formação Bom Pastor, primeira etapa da caminhada rumo ao sacerdócio.

Após um ano de discernimento junto aos encontros vocacionais, o jovem que se decidiu pela vocação sacerdotal é convidado a ingressar no Propedeutico, ou período introdutório, onde permanecerá por um ano unido à sua comunidade fraterna.

Ao findar este período, o candidato solicita, caso assim o queira, o ingresso na comunidade de filosofia, na qual prosseguirá sua jornada.

Oremos, a fim de que, à luz da Palavra de Deus, possam viver o corrente ano com muita sabedoria e o olhar sempre atento ao Nosso Senhor Jesus Cristo, o Bom Pastor que dá a vida por suas ovelhas.

“Caminhemos juntos na esperança”, é o título da mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano, 2025. A mensagem relaciona o Tempo Quaresmal
“Caminhemos juntos na esperança”, é o título da mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano, 2025. A mensagem relaciona o Tempo Quaresmal com o Ano Jubilar e serve como orientação aos cristãos para uma vivência deste tempo especial em que nos aproximamos intensamente com a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Leia na íntegra clicando aqui e veja abaixo a matéria publicada no site vaticannews.va

Foi divulgada, nesta terça-feira (25/02), a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2025 intitulada “Caminhemos juntos na esperança”.

“Com o sinal penitencial das cinzas sobre as nossas cabeças, iniciamos na fé e na esperança a peregrinação anual da Santa Quaresma”, escreve Francisco, reiterando o convite da Igreja, mãe e mestra, a “preparar os nossos corações e a abrir-nos à graça de Deus para podermos celebrar com grande alegria o triunfo pascal de Cristo, o Senhor, sobre o pecado e a morte”. “Jesus Cristo, morto e ressuscitado, é o centro da nossa fé e a garantia da nossa esperança na grande promessa do Pai, já realizada n’Ele, Seu Filho amado: a vida eterna”.

Quaresma enriquecida pela graça do Ano Jubilar

“Nesta Quaresma, enriquecida pela graça do Ano Jubilar”, o Papa oferece algumas reflexões sobre “o que significa caminhar juntos na esperança e evidencia “os apelos à conversão que a misericórdia de Deus dirige a todos nós, enquanto indivíduos e comunidades”.

Em primeiro lugar, caminhar. “O lema do Jubileu – “Peregrinos de Esperança” – traz à mente a longa travessia do povo de Israel em direção à Terra Prometida, narrada no livro do Êxodo: a difícil passagem da escravidão para a liberdade, desejada e guiada pelo Senhor, que ama o seu povo e sempre lhe é fiel. Não podemos recordar o êxodo bíblico sem pensar em tantos irmãos e irmãs que, hoje, fogem de situações de miséria e violência e vão à procura de uma vida melhor para si e para seus entes queridos”.

De acordo com Francisco, “aqui, surge um primeiro apelo à conversão, porque todos nós somos peregrinos na vida, mas cada um pode perguntar-se: como me deixo interpelar por esta condição? Estou realmente a caminho ou estou paralisado, estático, com medo e sem esperança, acomodado na minha zona de conforto? Busco caminhos de libertação das situações de pecado e falta de dignidade? Seria um bom exercício quaresmal confrontar-nos com a realidade concreta de algum migrante ou peregrino e deixar que ela nos interpele, a fim de descobrir o que Deus pede de nós para sermos melhores viajantes rumo à casa do Pai. Esse é um bom “exame” para o viandante”.

Caminhar juntos, ser sinodal, é esta a vocação da Igreja

“Em segundo lugar, façamos esta viagem juntosCaminhar juntos, ser sinodal, é esta a vocação da Igreja. Os cristãos são chamados a percorrer o caminho em conjunto, jamais como viajantes solitários. O Espírito Santo impele-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro de Deus e dos nossos irmãos, e nunca a fechar-nos em nós mesmos”, ressalta o Pontífice. “Caminhar juntos significa ser tecelões de unidade, partindo da nossa dignidade comum de filhos de Deus; significa caminhar lado a lado, sem pisar ou subjugar o outro, sem alimentar invejas ou hipocrisias, sem deixar que ninguém fique para trás ou se sinta excluído. Sigamos na mesma direção, rumo a uma única meta, ouvindo-nos uns aos outros com amor e paciência”, escreve o Papa no texto.

De acordo com Francisco, “nesta Quaresma, Deus nos pede que verifiquemos se nas nossas vidas e famílias, nos locais onde trabalhamos, nas comunidades paroquiais ou religiosas, somos capazes de caminhar com os outros, de ouvir, de vencer a tentação de nos entrincheirarmos na nossa autorreferencialidade e de olharmos apenas para as nossas próprias necessidades”.

O Papa nos convida a perguntar “diante do Senhor se somos capazes de trabalhar juntos a serviço do Reino de Deus, como bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e leigos; se, com gestos concretos, temos uma atitude acolhedora em relação àqueles que se aproximam de nós e a quantos se encontram distantes; se fazemos com que as pessoas se sintam parte da comunidade ou se as mantemos à margem. Este é o segundo apelo: a conversão à sinodalidade“.

Horizonte do caminho quaresmal rumo à vitória pascal

Em terceiro lugar, Francisco nos convida a fazer “este caminho juntos na esperança de uma promessa. esperança que não engana, mensagem central do Jubileu, seja para nós o horizonte do caminho quaresmal rumo à vitória pascal. Como o Papa Bento XVI nos ensinou na Encíclica Spe salvi, «o ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: “Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”». Jesus, nosso amor e nossa esperança, ressuscitou e, vivo, reina glorioso. A morte foi transformada em vitória e aqui reside a fé e a grande esperança dos cristãos: na ressurreição de Cristo!”

“Eis o terceiro apelo à conversão: o da esperança, da confiança em Deus e na sua grande promessa, a vida eterna“, escreve o Papa, convidando a nos perguntar: “Estou convicto de que Deus me perdoa os pecados? Ou comporto-me como se me pudesse salvar sozinho? Aspiro à salvação e peço a ajuda de Deus para a receber? Vivo concretamente a esperança que me ajuda a ler os acontecimentos da história e me impele a um compromisso com a justiça, a fraternidade, o cuidado da casa comum, garantindo que ninguém seja deixado para trás?”

Francisco conclui a mensagem, afirmando que “graças ao amor de Deus em Jesus Cristo, somos conservados na esperança que não engana. A esperança é “a âncora da alma”, inabalável e segura. Nela, a Igreja reza para que «todos os homens sejam salvos» e anseia estar na glória do céu, unida a Cristo, seu esposo. Que a Virgem Maria, Mãe da Esperança, interceda por nós e nos acompanhe no caminho quaresmal”.

Anexos

Na manhã desta quarta-feira, 26 de fevereiro, o novo Arcebispo de Vitória teve seu primeiro encontro com os presbíteros da Arquidiocese no Centro de

Na manhã desta quarta-feira, 26 de fevereiro, o novo Arcebispo de Vitória teve seu primeiro encontro com os presbíteros da Arquidiocese no Centro de Formação Dom João Batista, na Praia do Canto, em Vitória.

O encontro teve início com a celebração da Santa Missa. Após o café, houve um momento de partilha e apresentação de cada sacerdote por área pastoral.

Após esse momento, Dom Ângelo agradeceu a presença de todos e a acolhida. Ele ressaltou que o primeiro passo na missão de um novo bispo é conhecer e se aproximar do seu presbitério. Comentou que, em janeiro, esteve alguns dias na Arquidiocese, onde pôde conversar bastante com Dom Dario e conhecer melhor alguns aspectos da Igreja local.

Manifestou sua gratidão pela acolhida recebida desde o anúncio de sua nomeação até a posse, destacando, inclusive, a excelente impressão que sua família teve ao perceber a organização de tudo.

Dom Ângelo confirmou a permanência de todos os presbíteros em suas funções e ministérios até segunda ordem, considerando que qualquer alteração nesse momento seria inviável. Frisou que, à medida que as demandas surgirem e o tempo permitir, os próximos passos serão discernidos com maturidade.

Ele também aproveitou a ocasião para compartilhar um pouco mais sobre sua trajetória vocacional, sua origem italiana e sua pertença à família religiosa dos Rogacionistas. Mencionou sua experiência acadêmica e destacou que foi o primeiro superior geral da congregação a não ser italiano, vivendo na Itália por seis anos. Durante esse período, esteve presente na renúncia do Papa Bento XVI e na eleição do Papa Francisco.

Com humildade, Dom Ângelo afirmou que não imaginava ser chamado ao episcopado, especialmente por já ter ultrapassado os 60 anos. Hoje, aos 67, assume com alegria essa nova missão confiada pela Igreja. “Eu sou isso que vocês estão vendo, desse jeito aqui”, declarou.

Ele informou que, em alguns momentos, precisará se ausentar em viagens devido às responsabilidades que ainda exerce junto à CNBB, como presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e outros conselhos dos quais faz parte.

Ao final de sua fala, fez um apelo aos presbíteros: “Vamos caminhar juntos. Caminhar, caminhar juntos, caminhar com esperança.”

Ao concluir sua celebração de posse, Dom Ângelo ligou para sua mãe, que acompanhou toda a cerimônia pela internet, desde as 8h até as 11h, e se emocionou ao assistir. Ele também recordou as palavras do Cardeal Dom Odilo, que lhe disse: “Dom Ângelo, mantenha sempre a sua paz interior.”

Após a fala do arcebispo, houve um momento de interação, em que os padres puderam fazer perguntas, esclarecer dúvidas e partilhar reflexões.

O encontro foi encerrado com um almoço fraterno.

Na manhã de hoje, 25 de fevereiro de 2025, dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória reuniu-se com o grupo que compõe a Colegiada

Na manhã de hoje, 25 de fevereiro de 2025, dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória reuniu-se com o grupo que compõe a Colegiada (coordenação de pastoral – representantes de áreas pastorais – coordenadores de comissões – vicariatos e o Bispo Auxiliar) para ouvir as funções, tarefas e atividades de cada grupo e mergulhar um pouco mais na estrutura pastoral da Arquidiocese.

A ordem de apresentações começou com as Comissões (Missionária – Bíblico-catequética – Litúrgica – Vida e Família – Juventude e Laicato). Depois foram as áreas pastorais (Benevente – Cariacica/Viana – Serra/Fundão – Serrana – Vila Velha e Vitória), e por fim, os vicariatos para a Ação Social, Política e Ecumênica e para a Comunicação).

Embora as instâncias sejam conhecidas, e de maneira geral, as funções e atividades serem conhecidas, e a estrutura ser nova para dom Ângelo, este ao ouvir sobre a Comissão Bíblico-catequética perguntou sobre o ministério do catequista, ainda não instituído na Arquidiocese.

Nas áreas pastorais, a Benevente já tem datas para peregrinações jubilares: 15 de março em Guarapari – 24 de maio em Anchieta e 15 de agosto em Alfredo Chaves. Esta definição suscitou a possibilidade de organizar para que dom Ângelo esteja presente presente nas áreas pastorais, por ocasião das peregrinações. Todas as áreas apresentaram seu número de paróquias e comunidades, e Cariacica/Viana sai na frente com 243 Comunidades Eclesiais. Vila Velha falou sobre escola de Teologia, Liturgia e Catequese e Vitória já se apresentou com o planejamento 2025 impresso.

Na sequência apresentaram-se os dois Vicariatos. O Vicariato Social lembrou projetos que são desenvolvidos na Arquidiocese, falou sobre a Campanha Paz e Pão e a quantidade de pessoas beneficiadas pelas ações que são realizadas; representação nos Conselhos da Sociedade Civil e organização de eventos como a Abertura da Campanha da Fraternidade. O Vicariato para a Comunicação relembrou que o papel do Vicariato é dar visibilidade ao que existe e apontou duas desafios: resolver as pendências em relação às Fundações Nossa Senhora da Penha e Rômulo Balestrero e a comunicação interna.

Dom Ângelo iniciou sua fala dizendo que está na “fase da imersão” e elogiou a organização e estrutura. Afirmou que está disposto a conhecer e disse que “não tem medo da agenda”. Para isso pretende visitar áreas pastorais e paróquias para conhecer e ver como podemos avançar. Confirmou todos os cargos existentes e concluiu dizendo: “Quero colocar a experiência, conhecimentos e vivências à disposição para podermos avançar”.

A reunião tratou ainda da discussão sobre materiais a serem elaborados para o ano jubilar.

O Papa Francisco nomeou, nesta terça-feira (25), o Monsenhor Joselito Ramalho Nogueira, atual pároco da Paróquia Santo Antônio, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), como

O Papa Francisco nomeou, nesta terça-feira (25), o Monsenhor Joselito Ramalho Nogueira, atual pároco da Paróquia Santo Antônio, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), como bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro. A nomeação foi divulgada oficialmente pelo Vaticano e recebida com grande alegria pelos fiéis capixabas.

Natural do Espírito Santo, Monsenhor Joselito construiu uma trajetória marcada pelo compromisso pastoral e pelo zelo com a evangelização. Sua atuação como pároco em Cachoeiro de Itapemirim e sua experiência na formação de fiéis destacam-se como pilares de sua caminhada sacerdotal. Agora, como bispo auxiliar, terá a missão de auxiliar o governo pastoral da Arquidiocese do Rio de Janeiro, uma das mais importantes do Brasil.

A Diocese de Cachoeiro de Itapemirim manifestou-se em nota, expressando gratidão pelo serviço prestado por Monsenhor Joselito e desejando-lhe bênçãos nesta nova etapa. “Recebemos com alegria a notícia de sua nomeação e elevamos nossas preces para que o Espírito Santo o ilumine nesta missão de servir à Igreja”, diz o comunicado.

A data da ordenação episcopal ainda será definida.

A partir de hoje, 24 de fevereiro de 2025, os cardeais residentes em Roma e os colaboradores da Cúria Romana, farão uma vigília de

A partir de hoje, 24 de fevereiro de 2025, os cardeais residentes em Roma e os colaboradores da Cúria Romana, farão uma vigília de oração com a reza do terço pela saúde do Papa.

A vigília acontecerá na Praça de São Pedro às 21h (17h no Brasil), e hoje será presidida pelo secretário de Estado, card. Pietro Parolin.

É possível acompanhar a vigília pelos canais de comunicação do Vaticano e unir-se em oração pela saúde do Papa.

 

 

Na manhã deste domingo (23), Dom Ângelo Mezzari celebrou sua primeira missa dominical na Arquidiocese de Vitória. A celebração aconteceu na Catedral Metropolitana de

Na manhã deste domingo (23), Dom Ângelo Mezzari celebrou sua primeira missa dominical na Arquidiocese de Vitória. A celebração aconteceu na Catedral Metropolitana de Vitória, às 8h, reunindo fiéis e diversas autoridades eclesiásticas.

A cerimônia contou com a presença de Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória; Dom José Aristeu Vieira, bispo da Diocese de Luz; Pe. Renato Criste, cura da Catedral; e Pe. Pedro Luke, vigário da Catedral.

Em sua homilia, Dom Ângelo expressou profunda gratidão pela acolhida calorosa que recebeu. “Sinto-me acolhido e profundamente amado por todos”, afirmou. O novo arcebispo também convidou os presentes a realizarem um minuto de silêncio em oração pela saúde do Papa Francisco, reforçando a importância da união e da intercessão pela Igreja.

A reflexão de Dom Ângelo girou em torno do amor, destacando que viver o amor e a misericórdia não é uma tarefa simples, mas um chamado diário. “Precisamos, dia após dia, amar uns aos outros”, pontuou. Ele ainda instigou os fiéis a refletirem: “Qual é a medida do nosso amor?”. Ressaltou que o amor cristão deve ser profundo e afetuoso, indo além das conveniências e alcançando até aqueles que mais nos desafiam. “Amar é uma medida exigente do Evangelho. Precisamos amar a todos, especialmente os mais difíceis, que são os nossos inimigos”, concluiu.

A missa marcou o início de um novo ciclo na Arquidiocese de Vitória sob a liderança de Dom Ângelo Mezzari, que se mostrou comprometido em conduzir o rebanho com amor, fé e dedicação.

Hoje, dia 22 de fevereiro de 2025, a Catedral Metropolitana de Vitória acolhei a cerimônia de posse de Dom Ângelo Ademir Mezzari como novo

Hoje, dia 22 de fevereiro de 2025, a Catedral Metropolitana de Vitória acolhei a cerimônia de posse de Dom Ângelo Ademir Mezzari como novo arcebispo da Arquidiocese de Vitória. A cerimônia contou com a presença de 17 bispos, sacerdotes e representantes de movimentos e pastorais da arquidiocese. Fiéis de diferentes paróquias compareceram em grande número, evidenciando a expectativa e esperança depositadas no novo arcebispo.

Em sua homilia de posse, Dom Ângelo expressou gratidão pela acolhida calorosa e destacou seu compromisso com a evangelização e o fortalecimento das comunidades locais. “Chego com o coração aberto para servir e caminhar junto com o povo capixaba, buscando sempre a construção de uma Igreja viva e atuante”, afirmou.

Dom Dario Campos, agora arcebispo emérito, esteve presente na celebração e recebeu homenagens pelo seu dedicado pastoreio à frente da arquidiocese. Ele agradeceu a colaboração de todos durante seu ministério e desejou bênçãos ao sucessor.

A posse de Dom Ângelo marca um novo tempo para a Igreja em Vitória, com a expectativa de continuidade e renovação nas ações pastorais, visando sempre o bem-estar espiritual e social.

História

Dom Ângelo Ademir Mezzari, membro da Congregação Rogacionista do Coração de Jesus, foi nomeado pelo Papa Francisco em 30 de dezembro de 2024, sucedendo a Dom Dario Campos, que renunciou ao cargo após completar 75 anos.

Natural de Forquilhinha, Santa Catarina, Dom Ângelo nasceu em 2 de abril de 1957. Ingressou no Seminário Rogacionista Pio XII em 1969 e foi ordenado sacerdote em 22 de dezembro de 1984. Ao longo de sua trajetória, destacou-se em áreas como pastoral vocacional, comunicação social e formação teológica. Antes de sua nomeação como arcebispo de Vitória, atuava como bispo auxiliar na Arquidiocese de São Paulo, na Região Ipiranga, desde setembro de 2020.