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O segundo dia do Encontro Nacional das Virgens Consagradas, realizado na Arquidiocese de Vitória, foi de escuta, diálogo e construção conjunta. As participantes, vindas

O segundo dia do Encontro Nacional das Virgens Consagradas, realizado na Arquidiocese de Vitória, foi de escuta, diálogo e construção conjunta. As participantes, vindas de diversas dioceses do Brasil, se dedicaram à análise do esboço do Diretório Nacional, contribuindo com sugestões e reflexões ao lado dos bispos.

Foto: Arquidiocese de Vitória

O trabalho do dia teve como foco a organização da vivência da vocação das virgens consagradas no país. Em um ambiente de comunhão e sinodalidade, as mulheres puderam partilhar suas experiências concretas e colaborar diretamente na elaboração do documento que pretende orientar a caminhada dessa forma de vida consagrada nas dioceses brasileiras.

Durante o encontro, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, destacou a importância da construção de um diretório que ofereça unidade e clareza para a Igreja no Brasil. Segundo ele, a iniciativa é fruto de uma responsabilidade assumida pela Comissão dos Ministérios Ordenados e da Vida Consagrada da Conferência Episcopal.

“O momento é importante porque, por orientação de toda a Igreja e da Santa Sé, estamos elaborando diretrizes que ajudem os bispos a compreender com clareza o caminho a ser feito: o acompanhamento vocacional, o discernimento, as etapas formativas e a consagração das virgens como esposas de Cristo. Essa vocação vem crescendo e, diante dessa realidade, é necessário oferecer segurança, estabilidade e organização”, afirmou.

O Arcebispo ainda sublinhou o espírito sinodal do encontro, marcado pela escuta atenta das consagradas: “Estamos ouvindo as próprias Virgens Consagradas para que esse diretório seja uma resposta à diversidade presente no Brasil. O mais belo é ver mulheres que se consagram a Deus e vivem com fidelidade a sua missão”.

Teve início nesta sexta-feira (1º), na Arquidiocese de Vitória, o Encontro Nacional das Virgens Consagradas, reunindo cerca de 50 mulheres vindas de diversas regiões

Teve início nesta sexta-feira (1º), na Arquidiocese de Vitória, o Encontro Nacional das Virgens Consagradas, reunindo cerca de 50 mulheres vindas de diversas regiões do Brasil. A programação segue até o dia 3 de maio, com momentos de oração, formação e partilha entre as participantes.

Foto: Arquidiocese de Vitória

A abertura oficial aconteceu com a celebração da Santa Missa no Convento da Penha, um dos principais símbolos de fé do Espírito Santo. A celebração foi presidida por Dom Ângelo Mezzari, R.C.J, Arcebispo de Vitória do Espírito Santo e contou com a presença de Dom Fernando José Monteiro Guimarães, do padre Guilherme Maia, assessor do CMOVIC, e de outros membros do clero.

Em sua homilia, Dom Ângelo destacou a importância do encontro como um momento de unidade e fortalecimento da vocação das virgens consagradas na Igreja. Segundo ele, a realização do encontro no Convento da Penha expressa o desejo de confiar este caminho à intercessão de Nossa Senhora: “Quisemos estar aqui, no Convento da Penha, para pedir a intercessão de Maria por todas essas mulheres consagradas, vindas de diferentes partes do Brasil. Nas mãos e no coração da sempre Virgem, queremos entregar este encontro, pedindo que produza muitos frutos na vida da Igreja.”

O arcebispo também ressaltou o valor da Ordem das Virgens como uma das formas mais antigas de vida consagrada, que hoje ressurge com força na Igreja: “É uma vocação que pertence à Igreja particular, onde a mulher se consagra pelas mãos do bispo e vive sua entrega total a Cristo no cotidiano, em sua casa, em sua profissão, servindo à evangelização. É um testemunho belo de dedicação plena ao Senhor.”

Foto: Arquidiocese de Vitória – Dom Ângelo Mezzari e Dom Fernando

Dom Fernando José Monteiro Guimarães, C.Ss.R., Bispo Emérito do Ordinariado Militar, também destacou o objetivo central desta encontro, que busca avançar na organização e no acompanhamento da vocação das virgens consagradas no Brasil: “A finalidade deste encontro é a elaboração de um esboço de Diretório Nacional, que traça linhas gerais e servirá como orientação para todas as Dioceses do Brasil. Ao longo destes dias, as consagradas poderão oferecer suas contribuições, que serão reunidas e organizadas em um texto.”

Segundo ele, após essa etapa, o material seguirá para avaliação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil: “Esse conteúdo será encaminhado ao Conselho Permanente da CNBB, para uma aprovação inicial. A proposta é que seja uma aprovação transitória, permitindo que o diretório seja aplicado por alguns anos. Com a experiência vivida nas dioceses, o texto poderá depois ser levado à Assembleia Geral dos Bispos do Brasil para uma aprovação definitiva.”

O encontro tem como objetivo aprofundar a identidade e a missão das virgens consagradas no país, além de oferecer orientações para dioceses e bispos no acompanhamento dessa vocação. Confiado à proteção de Nossa Senhora da Penha, o encontro se insere também no início do mês de maio, tradicionalmente dedicado à Virgem Maria, reforçando o caráter mariano da vocação das consagradas e o chamado à santidade no coração da Igreja.

A Comissão Nacional dos Presbíteros elegeu sua nova presidência, confiando a missão ao Pe. Diego Carvalho, presbítero da Arquidiocese de Vitória. A eleição aconteceu em

A Comissão Nacional dos Presbíteros elegeu sua nova presidência, confiando a missão ao Pe. Diego Carvalho, presbítero da Arquidiocese de Vitória. A eleição aconteceu em clima de fraternidade e unidade entre os sacerdotes. Ao assumir a presidência, Pe. Diego destacou a dimensão missionária do serviço que lhe foi confiado, colocando-se à disposição dos irmãos presbíteros em todo o país.

Em seu discurso, o novo presidente expressou gratidão e reforçou o chamado à comunhão entre os sacerdotes:

“Primeiro eu quero agradecer ao Padre Joel, a quem eu peço uma salva de palmas. Como bem disse Dom Cleocir Bonetti, nós nos colocamos a serviço, é uma missão. Agradeço a confiança de cada presbítero e recordo o que disse o Papa Leão aos sacerdotes, que ordenou no último domingo em Roma: ‘que nós sejamos canal da graça de Deus‘.

Um padre, que é uma grande referência para mim, uma vez me disse: ‘quem entende o padre é outro padre’. Então peço aos senhores que continuem cuidando uns dos outros, para que possamos formar laços de fraternidade, de verdade e de caridade. A minha gratidão a todos e que Nossa Senhora Aparecida continue nos protegendo.

E aos meus irmãos que foram eleitos, que possamos caminhar juntos, fazendo também uma comissão sinodal como nos pedia o Papa Francisco e nos pede o Papa Leão. Muito obrigado! ”

A nova presidência assume com o desafio de animar, articular e acompanhar a vida e a missão dos presbíteros no Brasil, promovendo a espiritualidade, a formação permanente e a fraternidade sacerdotal. Em sintonia com o apelo da Igreja por uma vivência cada vez mais sinodal, a Comissão buscará fortalecer os vínculos entre os sacerdotes, incentivando uma caminhada conjunta, marcada pelo cuidado mútuo e pela caridade pastoral.

A Arquidiocese de Vitória se alegra com a eleição do Pe. Diego Carvalho para esta nova missão. Confiamos o padre e toda a comissão eleita à intercessão de Nossa Senhora da Penha, para que sejam conduzidos com sabedoria, fraternidade e zelo pastoral.

Por ocasião do dia 1º de Maio, a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou uma mensagem em que presta homenagem aos

Por ocasião do dia 1º de Maio, a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou uma mensagem em que presta homenagem aos trabalhadores e trabalhadoras de todo o país, ao mesmo tempo em que chama atenção para os desafios contemporâneos no mundo do trabalho.

Inspirado na figura de São José Operário e fundamentado na Doutrina Social da Igreja, o texto destaca o papel essencial de milhões de brasileiros que atuam em diferentes setores – do campo às cidades, do serviço formal ao trabalho autônomo – como pilares na construção da sociedade e no sustento das famílias.

A Presidência da CNBB enfatiza que o trabalho vai além de sua dimensão econômica. Segundo a entidade, trata-se de uma expressão da dignidade humana e uma forma de participação na criação divina, além de um instrumento de promoção do bem comum.

No entanto, a mensagem também aponta para as transformações profundas pelas quais passa o mundo do trabalho. Entre os fatores citados estão o avanço das tecnologias, novas formas de organização produtiva, mudanças nas profissões e o crescimento do trabalho por conta própria. Diante desse cenário, os bispos defendem a necessidade de diálogo e compromisso para garantir condições justas.

Um dos principais alertas do documento diz respeito à precarização das relações trabalhistas. A CNBB retoma preocupações já discutidas em sua 62ª Assembleia Geral, especialmente sobre a substituição de contratos formais, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), por vínculos mais frágeis de prestação de serviços.

Outro ponto de destaque é a defesa do direito ao descanso. A entidade reforça a importância de jornadas e escalas que permitam melhor qualidade de vida, além de mais tempo para o convívio familiar.

A mensagem também manifesta solidariedade aos trabalhadores que enfrentam dificuldades, como o desemprego, a instabilidade e problemas de saúde decorrentes da sobrecarga de trabalho. A Igreja reafirma sua proximidade pastoral com esses grupos, destacando a necessidade de políticas e práticas que não deixem ninguém para trás.

Ao final, a Presidência da CNBB invoca a intercessão de São José Operário e expressa o desejo de que o Brasil avance na construção de uma cultura do trabalho baseada na dignidade, na justiça, na cooperação e na esperança.

Confira (aqui) a mensagem na íntegra.

Confira o vídeo com a mensagem:

Entre os dias 27 de abril e 1º de maio, acontece o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), reunindo presbíteros de todo o Brasil em

Entre os dias 27 de abril e 1º de maio, acontece o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), reunindo presbíteros de todo o Brasil em Aparecida para dias de espiritualidade, formação e partilha.

Com o tema “Presbítero no Contexto Digital” e o lema “A quem iremos? Só tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68), o encontro propõe uma reflexão sobre os desafios e possibilidades da missão sacerdotal no ambiente digital.

No vídeo abaixo, dom Ângelo Mezzari, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, e padre Arnaldo Rodrigues, Assessor de Comunicação da CNBB, refletem sobre a presença do presbítero no mundo digital, os riscos e desafios desse ambiente, a autoridade espiritual em tempos de múltiplas vozes e os limites saudáveis para a atuação pastoral nas redes.

Confira a entrevista completa:

Matéria: CNBB Nascioal, por Larissa Carvalho

 

Acontece no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), promovido pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP). O 

Acontece no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), promovido pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP). O  Encontro teve início no dia 27 de abril e vai até 01 de maio de 2026 no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida. O objetivo é reunir presbíteros de todo o Brasil para formação, espiritualidade, partilha e reflexão. O  tema: “Presbítero no Contexto Digital”; e o lema: “A quem iremos? Só tu tens Palavras de vida eterna” (Jo 6,68). Confira a programação publicada no site cnbb.org.br

Pe. Zaelton da Costa Nascimento, representante dos presbíteros da Arquidiocese de Vitória pediu orações: “Nesse vigésimo Encontro Nacional dos Presbíteros, rezemos pelos padres na nossa Arquidiocese que participa deste momento de comunhão, formação e fraternidade junto aos Demais sacerdotes do nosso regional leste 3 e de todo Brasil. Rezemos por nossos padres e por toda a Igreja”.

A programação

A programação foi organizada em torno de momentos celebrativos, assessorias temáticas e espaços de convivência, com o objetivo de fortalecer a identidade e a missão do presbítero em sintonia com os desafios pastorais do tempo presente. A abertura oficial aconteceu na noite de 27 de abril, após o credenciamento e acolhida dos participantes.

Nesta terça-feira, 28, o encontro iniciou sua programação formativa com uma manhã de espiritualidade, seguida da apresentação do relatório e da prestação de contas da presidência da Comissão Nacional de Presbíteros. À tarde, os participantes seguem em procissão até a Basílica de Aparecida para a celebração eucarística presidida por dom Ângelo Mezzari, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB.

Na quarta-feira, 29, o cardeal dom Lazarus You Heung-sik, prefeito do Dicastério para o Clero, preside a celebração eucarística no Centro de Eventos e conduz a assessoria com o tema “A vida e a missão do presbítero em uma Igreja sinodal e missionária”, oferecendo aos participantes uma reflexão em sintonia com os caminhos da Igreja universal e o horizonte do Sínodo.

Ainda na quarta-feira, o encontro contará com a participação de organismos eclesiais como a Conferência dos Institutos Seculares do Brasil (CNISB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), ampliando o diálogo entre diferentes expressões de vocação e missão na Igreja. O assessor de comunicação da CNBB, padre Arnaldo Rodrigues, também conduz momentos de reflexão ao longo do dia, retomando temas ligados à vida presbiteral e à evangelização.

Na quinta-feira, 30, a programação segue com novas assessorias do padre Arnaldo Rodrigues, além da participação de organismos como a Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB), a Pastoral Vocacional/SAV, o Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) e as Pontifícias Obras Missionárias (POM). O dia também será marcado pelas eleições e pela leitura da carta final do 20º ENP, documento que deverá reunir as principais reflexões e encaminhamentos do encontro.

O encerramento acontece na sexta-feira, 1º de maio, com celebração eucarística no Santuário Nacional de Aparecida, presidida por dom Jaime Spengler, presidente da CNBB.

A Arquidiocese de Vitória sedia, entre os dias 1º e 3 de maio, o Encontro Nacional da Ordem das Virgens Consagradas, que neste ano

A Arquidiocese de Vitória sedia, entre os dias 1º e 3 de maio, o Encontro Nacional da Ordem das Virgens Consagradas, que neste ano acontece no Centro de Treinamento Dom João Batista de Albuquerque, reunindo consagradas de todos os regionais do Brasil.

O encontro é um importante momento de comunhão, espiritualidade, formação e partilha, fortalecendo a caminhada pastoral e formativa da Ordo Virginum no país. Durante os três dias, a programação contará com momentos de oração, celebrações, estudos e reflexões sobre a missão e a identidade da vocação das virgens consagradas na Igreja.

De acordo com a Doris Almeida, uma das organizadoras do encontro, esta é uma ocasião privilegiada para aprofundar a caminhada da Ordem das Virgens no Brasil. “Este encontro configura-se como ocasião privilegiada para o fortalecimento da caminhada pastoral e formativa da Ordo Virginum em nosso país. Em espírito sinodal, as participantes se dedicam ao estudo do Instrumentum Laboris, que apresenta indicações nacionais para o itinerário formativo e as normativas da Ordem das Virgens no Brasil”, destacou.

Segundo Doris, a reflexão acontece à luz do Magistério da Igreja e das orientações contidas no documento Ecclesiae Sponsae Imago, buscando consolidar a identidade e a missão das consagradas em cada Igreja particular.

O material de estudo foi elaborado por Dom Fernando José Monteiro Guimarães, C.Ss.R., Bispo Emérito do Ordinariado Militar – do Brasil, assessor do encontro, com base no referido documento e nas necessidades concretas da realidade brasileira. O texto preliminar será posteriormente apresentado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), onde será submetido à leitura e votação dos bispos.

Após a aprovação, o documento nacional servirá de referência para que cada diocese elabore o seu próprio diretório, favorecendo uma vivência cada vez mais orgânica, fiel e fecunda da vocação das virgens consagradas no Brasil.

Ordem das Virgens Consagradas

O Ordo Virginum constitui uma forma de Vida Consagrada (cf. cân. 604). Não são leigas consagradas (cf. cân. 588). O Concílio Vaticano II revitalizou o interesse pelo rito litúrgico do consecratio virginum e do Ordo Virginum. O Rito foi submetido a uma revisão e, em 31 de maio de 1970, foi promulgado o novo Ordo consecrationis virginum. Desta forma, a Cúria Romana, mediante a Constituição Pastor Bonus, insere o Ordo Virginum no âmbito da competência da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. Também o Catecismo (n.922-924) e a exortação Vita Consecrata (n.7 e 42) dizem que o lugar di Ordo Virginum é entre os consagrados.

Em 2018, foi publicada, pelo atual Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, a Instrução sobre o Ordo Virginum ECCLESIAE SPONSAE IMAGO, que “estabelece os princípios normativos e os critérios orientadores que os Pastores deverão aplicar no cuidado pastoral do Ordo Virginum” (ESI, n. 10). Essa Instrução a CNBB publicou na série “Documentos da Igreja, n. 50”.

No Brasil, o Ordo Virginum está presente em dioceses localizadas nas cinco regiões. As primeiras consagrações ocorreram em 1971, 1972 e 1973. A primeira consagrada, que temos registro, foi Ivone Leite de Faria (*28/02/1924 – +10/03/2007), em 21/11/1971, na Arquidiocese de Aracaju, por Dom Clemente José Carlos de Gouvea Inard, OSB. A terceira consagrada (31/05/1972) é Maria Angela Borsoi, está com 84 anos e realiza trabalho voluntário no arquivo da Arquidiocese de São Paulo. Foi secretária do Cardeal Paulo Evaristo Arns por 40 anos (1967 – 2007).  No Brasil, até dezembro de 2023, estima-se que somos 206 consagradas vivas e que ocorreram 323 consagrações desde a renovação do Rito (Ordo consecrationis virginum, documento promulgado em 31 de maio de 1970, pela então Congregação para o Culto Divino).

Missão

O essencial do Ordo Virginum (Ordem das Virgens) desde os primeiros séculos é ser imagem que representa a Igreja esposa de Cristo. Esta é sua única e verdadeira missão no desempenho desta obra em seu todo. Por isso, ele ora pela sua Igreja Particular, engaja-se nas ações pastorais, obras de misericórdia e outros serviços que porventura venham a ser atribuídos pelo Bispo. A dedicação da virgem consagrada à Igreja “manifesta-se na ‘missão de iluminar, abençoar, vivificar, levantar, curar, libertar’, (ESI n.39) na paixão pelo anúncio do Evangelho, pela edificação da comunidade cristã e pelo seu testemunho profético de comunhão fraterna, de amizade oferecida a todos, de proximidade cuidadosa para com as necessidades espirituais e materiais dos homens, de empenho em trabalhar pelo bem comum da sociedade”. As virgens consagradas são seculares enquanto vivem no mundo, exercendo sua profissão. Porém, essa secularidade não é um elemento de essencialidade (como é para os institutos de vida secular). Trata-se de uma condição para testemunhar no mundo o sentido da virgindade consagrada (cânon 604).

Saiba mais pelo site do CMOVIC

Acontecido há 40 anos, a tragédia nuclear em Chernobyl, ainda afeta as memórias e a vida ao redor do mundo. O Papa Leão XIV,

Acontecido há 40 anos, a tragédia nuclear em Chernobyl, ainda afeta as memórias e a vida ao redor do mundo. O Papa Leão XIV, fez memória desse evento ao final da  oração Regina Caeli. Leia abaixo a publicação do site vaticannews.va

Recorrem-se neste domingo, 26 de abril, os 40 anos da tragédia nuclar que abalou a Ucrânia e a Europa. Dados oficiais apontam que apenas 31 pessoas morreram como resultado imediato da explosão, mas a extensão dos danos atingiu e atinge milhares de pessoas ainda hoje.

Ao final do Regina Caeli, o Papa recordou os 40 anos do desastre de Chernobyl e fez um alerta:

Hoje marca o 40º aniversário do trágico acidente de Chernobyl, que impactou a consciência da humanidade. Ele permanece como um alerta sobre os riscos inerentes ao uso de tecnologias cada vez mais poderosas. Confiamos à misericórdia de Deus as vítimas e todos aqueles que ainda sofrem as consequências. Espero que, em todos os níveis de tomada de decisão, o discernimento e a responsabilidade sempre prevaleçam, para que todo uso da energia atômica esteja a serviço da vida e da paz. 

Em 26 de abril de 1986, aconteceu um dos piores acidentes da história envolvendo energia nuclear onde hoje é o norte da Ucrânia. O desastre ocorreu perto da cidade de Chernobyl, na ex-URSS, que investiu pesadamente em energia nuclear após a Segunda Guerra Mundial

Durante um teste de segurança mal executado no reator nº 4, houve uma combinação de falhas humanas e problemas no projeto do reator. Isso causou uma explosão seguida de um incêndio, liberando uma enorme quantidade de material radioativo na atmosfera. Esse material se espalhou por grande parte da Europa.

Trabalhadores e bombeiros morreram logo após o acidente por exposição intensa à radiação. Milhares de pessoas desenvolveram câncer, especialmente câncer de tireoide. A resposta inicial foi lenta, o que agravou a exposição à radiação.

A cidade de Pripyat foi abandonada, e uma grande área ao redor (zona de exclusão) permanece praticamente desabitada até hoje. Solo, água e florestas ficaram contaminados por décadas.

Hoje, o reator destruído está coberto por uma estrutura de contenção (um “sarcófago” moderno) para impedir a liberação contínua de radiação.

lembrança do crime ….. afeta as memórias e a vida até aos dias de hoje