Notícias

A visita da imagem peregrina da Virgem da Penha à paróquia Sta. Rita em Vila Velha, foi marcada por muita emoção. A presença da

A visita da imagem peregrina da Virgem da Penha à paróquia Sta. Rita em Vila Velha, foi marcada por muita emoção. A presença da imagem já era motivo para mobilizar e emocionar os devotos, mas o bispo auxiliar de Vitória, dom Andherson Franklin, conseguir conduzir o povo para sentir essa presença ainda mais forte. Dom Andherson iniciou sua reflexão dizendo que desde criança quando frequentava o Convento da Penha olhava a imagem de Nossa Senhora de longe e percebia o quanto era bom, sentir-se próximo e que a visita à paróquia era para fazer com que cada um sentisse a proximidade de Deus. Mas dom Andherson foi além: “eu procurei na igreja um banquinho para poder sentar aqui perto de Nossa Senhora e vocês também vão poder fazer isso. Cada um ao sentar-se neste banquinho vai poder dizer: ‘haverá sempre para mim, um lugar no coração de Deus! Eu já sentei ao lado de Nossa Senhora! Nossa Senhora veio nos visitar'”.

 

Com a reza do terço, o ofício de Nossa Senhora, cantos e orações individuais, a manhã na paróquia foi de fé e esperança. A realidade local, onde o tráfico de drogas impõe medo e desestrutura famílias, motivou os pedidos por paz e harmonia nas famílias.

Apontando para a imagem de Nossa Senhora, dom Andherson explicou que o Menino que a Virgem carrega no colo aponta o caminho e nos atrai e acrescentou que “precisamos aprender os ensinamentos da mãe que ficaram escritos no coração”. “O destino do mundo está nas mãos deste Menino, mas Ele conta conosco para instaurar a paz”, disse dom Andherson e acrescentou; “Maria vem e fica aqui pertinho de nossas casas para nos mostrar que Deus está perto de nós e que nunca cai por terra uma fala dirigida a Deus”.

Durante toda a manhã os paroquianos de Sta. Rita experimentaram a proximidade de Deus prestando homenagens à Virgem da Penha, a Senhora das Alegrias.

 

O quarto dia do Oitavário da Festa da Penha foi marcado pelo tema: “Onde houver erro, que eu leve a verdade”. A programação teve

O quarto dia do Oitavário da Festa da Penha foi marcado pelo tema: “Onde houver erro, que eu leve a verdade”.

A programação teve início de manhã com a passagem da Penha Peregrina pela Capelania Militar, levando bênçãos e esperança.

Inspirados pelo tema “Com a Virgem da Penha, junto aos irmãos que cuidam da ordem social e da paz”, militares e colaboradores participaram de momentos de oração e devoção.

Durante a tarde, a acolhida no Convento da Penha foi, mais uma vez, marcada pela alegria. Voluntários animaram a chegada dos romeiros com muita música.

No Campinho, os fiéis  rezaram as Sete Alegrias de Nossa Senhora e participaram da bênção das fotos de familiares.

Como novidade, foi anunciado que o objeto que o objeto abençoado no quinto dia, será, pela primeira vez, a imagem de Nossa Senhora da Penha.

A Santa Missa foi presidida pelo padre Anderson Teixeira, com a homilia conduzida pelo padre Arthur Juliatti, que, agora, estão de casa nova na área pastoral Benevente.

Encerrando a programação do dia, às 19h, na praça da Igreja do Rosário, acontece a pré-estreia do filme “Maria, esta fé que me leva”, proporcionando aos devotos mais um momento de aprofundamento espiritual e cultural dentro da Festa da Penha.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás. A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha. O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale. Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória. O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações. O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: Marcos Lucas / PASCOM Área Benevente,

 

 

Na manhã desta quarta-feira (8), o Quartel da Polícia Militar do Espirito Santo, se transformou em um espaço de fé, silêncio e profunda espiritualidade

Na manhã desta quarta-feira (8), o Quartel da Polícia Militar do Espirito Santo, se transformou em um espaço de fé, silêncio e profunda espiritualidade com a chegada da imagem peregrina de Nossa Senhora da Penha. Pontualmente às 11h30, a imagem foi acolhida entre continências, olhares atentos e corações tocados por um misto de devoção e respeito.

Pouco depois, por volta das 12 horas, teve início a Santa Missa, presidida por Dom Andherson Franklin, que conduziu a celebração com palavras firmes e, ao mesmo tempo, carregadas de sensibilidade diante da realidade vivida pelos homens e mulheres da segurança.

Em sua homilia, Dom Andherson destacou a força do exemplo de Maria, que “guardava e meditava no coração tudo aquilo que ouvia de Deus”, convidando os presentes a fazerem o mesmo diante dos desafios cotidianos. Em um ambiente marcado pela disciplina e pela responsabilidade, suas palavras ecoaram como um chamado à interioridade e ao equilíbrio entre missão e fé.

“Devemos aprender com a Virgem Maria de que modo trazer a luz da Palavra de Deus para a vida do dia a dia, para os desafios cotidianos, para as lutas diárias”, afirmou o bispo, dirigindo-se especialmente aos militares.

A presença da imagem peregrina, nesse contexto, tornou-se sinal concreto de consolo e força espiritual, um abraço silencioso que alcança aqueles que, diariamente, enfrentam as dores e os desafios da sociedade.

Esse sentimento foi traduzido nas palavras emocionadas da coronel Leomara, que destacou o significado histórico e pessoal daquele momento. Segundo ela, a instituição, que celebra 191 anos, recebeu pela primeira vez a visita da imagem no Quartel do Comando-Geral. “Para nós que somos católicos dentro dessa instituição, isso representa demais, é como se ela tivesse jogado o manto dela sobre nós”, afirmou.

Em um testemunho marcado pela gratidão, a Coronel também partilhou que aquele era seu último dia na corporação, após 31 anos. A coincidência da visita tornou tudo ainda mais significativo: “Quando a gente viu que ela viria antes de a gente ir até ela no dia da romaria, nada mais é do que o carinho de mãe; é carinho de mãe”, disse, emocionada.

Leomara ainda ressaltou a sintonia entre a mensagem da homilia e a missão dos militares: “As palavras que foram ditas aqui são tudo que a gente sempre pregou dentro da instituição: ter um olhar humano, saber que vamos lidar com as mazelas da sociedade, mas sem perder a sensibilidade, tanto com o público interno quanto externo”.

Ainda muito emocionada a Coronel não deixo defrisar que esse momento foi como um encerramento marcante de sua trajetória: “A gente está fechando com chave de ouro. Sentimos o carinho da Mãe por nós, como se estivéssemos sendo abraçados. Sou muito grata a Deus por tudo que fiz e por tudo que sou, e muito grata à Nossa Senhora, porque sem ela a gente não chegaria a Ele”.

Ao longo da manhã, ficou evidente que, mais do que uma celebração, foi um momento de encontro entre fé e missão, entre o céu e a rotina exigente da segurança pública.

Ao final, permaneceu no ar uma certeza serena: naquele dia, não foi apenas a imagem que entrou no quartel. Entrou também a esperança. E, como quem aquece o coração sem fazer ruído, a Virgem da Penha deixou entre os presentes um convite silencioso e profundo: seguir firmes, iluminados pela fé, sendo instrumentos de paz onde quer que estejam.

 

O terceiro dia do oitavário teve como tema “Onde houver dúvida, que eu leve a fé” e foi coordenado pela Área Pastoral de Cariacica/Viana.

O terceiro dia do oitavário teve como tema “Onde houver dúvida, que eu leve a fé” e foi coordenado pela Área Pastoral de Cariacica/Viana.

A Santa Missa foi presidida pelo padre Leandro José Monteiro, da Paróquia Jesus Libertador. A homilia foi conduzida pelo padre Marwin Amaral Martins, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, com a concelebração dos demais sacerdotes da área.

Durante a homilia, padre Marwin refletiu sobre a figura da mulher a partir da presença de Maria Madalena, destacando o encontro com o Ressuscitado e as dificuldades enfrentadas no dia a dia.

Ele também ressaltou que, embora muitas vezes os fiéis vivam momentos de dor e choro, a graça de Deus, diante dessas situações, acolhe e transforma a vida de cada um.

Antes da celebração, houve o momento devocional, no qual os freis do convento animaram os fiéis e realizaram a bênção dos terços.

A partir das 19h, acontece o “Toda Terça Tem Terço”, com a oração das Sete Alegrias de Nossa Senhora.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas.

A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás. A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha.

O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale.

Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória.

O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações.

O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: PASCOM Área Cariacica/Viana

A produção capixaba “Maria, essa fé que me leva” terá exibição especial no dia 8 de abril, às 19h, em frente à Igreja do

A produção capixaba “Maria, essa fé que me leva” terá exibição especial no dia 8 de abril, às 19h, em frente à Igreja do Rosário, em Vila Velha, antes da estreia nacional, marcada para 12 do mesmo mês.

O documentário “Maria, essa fé que me leva” será exibido no dia 08 de abril, às 19h, em frente à Igreja do Rosário, em Vila Velha, como parte da programação do oitavário da Festa da Penha 2026. Com direção de Rodrigo Cerqueira e Roberta Fernandes, o filme apresenta um olhar sensível e profundo sobre a celebração mariana mais antiga do Brasil e uma das maiores manifestações religiosas do país.

A narrativa se desenvolve a partir da vivência de três mulheres – Gabriela, Florinda e Leda – que se preparam para participar da festa. Por meio dessas histórias reais, a obra evidencia a relação do povo capixaba com Nossa Senhora da Penha e mostra como a religiosidade e a cultura do Espírito Santo se entrelaçam em um evento que mobiliza devotos de Norte a Sul do estado e também de outras regiões do país.

Mais do que registrar o evento religioso, o filme evidencia a força da fé, da tradição e da devoção dos capixabas. “É um retrato sensível de como a fé está presente na vida das pessoas e de como essa devoção atravessa gerações. Nosso intuito foi não apenas contribuir para a preservação desse importante patrimônio imaterial do Estado, mas também reforçar o potencial do turismo religioso na região”, afirma Rodrigo Cerqueira.

O documentário tem estreia nacional prevista para o dia 12 de abril, quando passa a integrar a programação da TV Aparecida, ampliando seu alcance para todo o país.

“Maria, essa fé que me leva” é uma coprodução da Andaluz Filmes e da TV Aparecida, com patrocínio de Extrabom Supermercados, financiado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), administrados pela Prefeitura Municipal de Vila Velha, e da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC).

Festa da Penha: do ES para todo o País

Após a pré-estreia no Espírito Santo, o filme será exibido em rede nacional pela TV Aparecida, e levará a tradição e devoção do povo capixaba à Nossa Senhora da Penha para milhões de brasileiros.

“Ter a TV Aparecida junto neste projeto é motivo de muita alegria e responsabilidade, por ser um grande veículo de comunicação religiosa no Brasil, que dialoga diariamente com milhões de fiéis e que tem um papel essencial na evangelização por meio da comunicação. Essa parceria amplia o alcance do nosso filme de forma muito significativa e permite que a devoção à Nossa Senhora da Penha, tão forte entre os capixabas, possa tocar o coração de pessoas em todo o país. Mais do que isso, é um reconhecimento da relevância dessa história e da força cultural e espiritual da Festa da Penha”, frisa ainda o diretor do filme, Rodrigo Cerqueira.

Música para a Padroeira

A trilha sonora do filme ganha destaque com a canção “Maria, essa fé que me leva”, composta especialmente para o documentário pelos músicos Gabriela Deorce e Janderson de Oliveira. A música traduz a devoção à Virgem da Penha e amplia a conexão entre o audiovisual e a experiência dos fiéis.

Serviço
Pré-estreia do documentário “Maria, essa fé que me leva”
Data: 08 de abril
Horário: 19h
Local: Praça em frente à Igreja do Rosário – Vila Velha
Entrada: gratuita

O segundo dia da Festa da Penha teve como tema: “Onde houver tristeza, que eu leve a alegria”. A manhã do segundo dia teve

O segundo dia da Festa da Penha teve como tema: “Onde houver tristeza, que eu leve a alegria”.

A manhã do segundo dia teve inicio com a chegada da Penha Peregrina, no Santuário Bom Pastor, com o tema: “Com a Virgem da Penha, junto aos irmãos que vivem em situação de rua”.

A programação reuniu fiéis e membros da comunidade em um momento de fé, escuta e proximidade com pessoas em situação de vulnerabilidade, em um gesto concreto de caridade cristã e vivência do Evangelho.

E durante a tarde, após a oração das Sete Alegrias de Nossa Senhora, quem estava no Campinho, teve o quilo de alimento abençoado.

Em um gesto simbólico de fé e devoção, os fiéis trouxeram rosas cultivadas nas montanhas capixabas. As flores, levadas até o altar, representavam a entrega da fé de cada participante, como se cada pétala carregasse uma oração ou um agradecimento.

A Santa Missa foi presidida pelo padre Antônio Monteiro, e quem fez a homilia foi padre Cesar Delarmelina da área Serrana.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás.

A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha.

O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale. Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória. O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações. O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: PASCOM Área Serrana / Maria Rosa Menegatti 

 

 

Ontem encerrou-se a missão do Seminário Nossa Senhora da Penha, realizada entre os dias 29 de março e 05 de abril, e que teve

Ontem encerrou-se a missão do Seminário Nossa Senhora da Penha, realizada entre os dias 29 de março e 05 de abril, e que teve como tema “A espiritualidade missionária do seminarista na Semana Santa”. A iniciativa mobilizou os seminaristas em suas paróquias de estágio, proporcionando uma intensa vivência pastoral e fortalecendo os laços entre o Seminário e o povo de Deus neste tempo central da fé cristã.

À luz do caminho formativo proposto por nosso Seminário, a Semana Santa se apresentou como um tempo privilegiado no qual a espiritualidade missionária do seminarista deixou de ser apenas um conteúdo assimilado para tornar-se experiência viva e concreta. Ao percorrer as etapas da iniciação, amadurecimento e aprofundamento espiritual, o seminarista foi chamado, nesses dias centrais da fé cristã, a configurar-se mais intensamente a Cristo, Servo e Pastor, que se entrega pela salvação do mundo. A vivência profunda da liturgia, a intimidade com a Palavra e a participação ativa na vida sacramental não apenas fortaleceram sua vida interior, mas também o impulsionaram para a missão, recordando que a Igreja é, por natureza, missionária.

Breno Erlacher, Seminarista do 1º Ano de Filosofia, destacou: “Vivenciar minha primeira Semana Santa como seminarista, na Paróquia São Paulo Apóstolo, em Porto Canoa, na Serra, foi uma experiência profundamente marcante, repleta de graça, oração e encontro com o mistério do amor de Deus. Ao longo desses dias, pude não apenas participar das celebrações, mas verdadeiramente entrar no caminho de Cristo, contemplando sua paixão, morte e ressurreição”. Ele ainda completou dizendo: “Essa Semana Santa foi, para mim, um verdadeiro caminho de conversão, oração e amadurecimento espiritual. Uma experiência que marcou profundamente meu coração e fortaleceu ainda mais minha vocação, na certeza de que Cristo nos amou até o fim e continua a nos chamar a viver esse amor”.

O Seminarista Wilian Miranda do 4º Ano de Teologia, que realiza estágio pastoral na Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Serra Sede, afirmou: “Viver a Semana Santa na minha pastoral foi uma experiência marcante de fé e comunhão. Em cada celebração, especialmente no Domingo de Ramos e na Vigília Pascal, pude perceber a força da participação do povo, que vive com simplicidade e devoção os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo”. Ele ressaltou ainda: “Mais do que participar, senti-me próximo das pessoas, partilhando com elas gestos, olhares e momentos de oração. Essa vivência me fez compreender que a fé se fortalece na proximidade e no serviço, onde a Igreja se torna verdadeiramente viva no meio do povo”.

Assim, ao contemplar o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor, os seminaristas puderam assumir, com maior consciência e generosidade, o seguimento de Cristo, traduzindo em serviço, comunhão e doação aquilo que foi celebrado, tornando-se sinal vivo do amor do Pai que envia, salva e chama a todos ao encontro com o Redentor.

 

MENSAGEM DE PÁSCOA

Celebramos, com imensa alegria, a Ressurreição do Senhor, a passagem para um caminho de vida plena e vida nova em Cristo. Neste caminho, renova-se a nossa fé, pois este é um trajeto de encontros e esperanças renovadas. Celebrar a Páscoa é deixar-se envolver ainda mais, pois é um salto para a novidade, para a beleza e para a verdadeira extensão da vida.

Este tempo mistagógico é tempo de alegria, pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente e está no meio de nós. A Páscoa nos convida à contemplação da luz que integra tudo e à contemplação do amor em sua plenitude; é essa certeza que nos impele, em nossa caminhada cotidiana e de fé, a não desanimar, a seguir a direção e os passos do Mestre, na certeza de que Ele prepara para nós dias melhores, dias em que a esperança se transforma em paz.

A luz do Ressuscitado é, assim, uma mensagem de verdade e de vida para todos e para a vida de nossas comunidades de fé. Páscoa é fazer uma passagem para uma vida nova, e isso sempre requer uma experiência profunda de fé; essa realização, em sua plenitude, acontece quando seguimos com o Ressuscitado.

Percorrer este caminho pascal é deixar-se iluminar pelo Cristo Ressuscitado e, assim, buscar as “coisas do alto” (Cl 3,1). Seguir com aquele que caminha conosco é ser testemunha no cotidiano e agir sempre com a lógica do amor, rompendo as indiferenças e semeando os frutos, pois somente assim, por nós e em nós e, sobretudo, com Ele, por Ele e n’Ele, nós podemos renovar todas as coisas (Ap 21,5).

Que a Páscoa do Senhor renove em nós a alegria de ser ternura na vida dos nossos irmãos, renove em nós a alegria da mansidão e, sobretudo, a alegria de ser presença para juntos com Cristo, sermos verdadeiramente luzes; pois, como nos ensina o Apóstolo Paulo: “o fruto da luz é toda bondade, justiça e verdade” (Ef 5,8-9).

Procuramos Jesus e o procuramos fora do túmulo: nas estradas, no meio da multidão! E é o próprio Jesus que nos convida a reentrar em nossa casa, em nosso próprio coração, onde Ele deseja encontrar-se conosco. Celebremos a Páscoa na pureza e na verdade, pois Ele vive! Aleluia, aleluia!

 

Veja alguns registros da missão!

 

 

Insistindo em fazer apelos pela paz, o Papa Leão XIV, transformou o apelo em vigília de oração e convocou os cristãos a rezar pela

Insistindo em fazer apelos pela paz, o Papa Leão XIV, transformou o apelo em vigília de oração e convocou os cristãos a rezar pela paz na Praça de São Pedro no dia 11 de abril. A postagem é do site vaticannews.va

Após celebrar a Missa da Ressurreição na Praça São Pedro, o Papa Leão XIV dirigiu à Cidade de Roma e ao Mundo a sua Mensagem de Páscoa. Disse a “quem tem armas nas mãos, que as deponha”! ” A quem tem o poder de desencadear guerras, que opte pela paz”! Convidou todos a unirem-se a ele na vigília de oração pela paz que será realizada, na Basílica de São Pedro, no próximo sábado, 11 de abril.

Em sua mensagem Urbi et Orbi, à Cidade de Roma e ao Mundo, proferida da sacada central da Basílica de São Pedro, neste domingo pascal (05/04), o Papa Leão XIV recordou que “a Páscoa é uma vitória: da vida sobre a morte, da luz sobre as trevas, do amor sobre o ódio”.

Ouça e compartilhe

“Uma vitória a um preço muito alto”, disse ele, pois “Cristo, o Filho do Deus vivo, teve de morrer, e morrer numa cruz, depois de ter sofrido uma condenação injusta, de ter sido ridicularizado e torturado, e de ter derramado todo o seu sangue. Como verdadeiro Cordeiro imolado, tomou sobre si o pecado do mundo e assim nos libertou a todos do domínio do mal, e conosco também a criação”.

Jesus percorreu até o fim o caminho do diálogo

“Mas como é que Jesus venceu? Com que força derrotou de uma vez para sempre o antigo adversário, o príncipe deste mundo? Com que poder ressuscitou dos mortos, não regressando à vida anterior, mas entrando na vida eterna e abrindo assim, na sua própria carne, a passagem deste mundo para o Pai”? Perguntou o Papa.

Esta força, este poder é o próprio Deus, Amor que cria e gera, Amor fiel até o fim, Amor que perdoa e resgata. Cristo, o nosso «Rei vitorioso», travou e venceu a sua batalha através do abandono confiante à vontade do Pai, ao seu desígnio de salvação”, disse Leão XIV, lembrando que assim, Jesus “percorreu até o fim o caminho do diálogo, não com palavras, mas com obras: para nos encontrar a nós, que estávamos perdidos, fez-se carne; para nos libertar a nós, que éramos escravos, fez-se escravo; para nos dar vida a nós, mortais, deixou-se matar na cruz”.

Força que traz a paz à humanidade

A força com que Cristo ressuscitou é completamente não violenta. É semelhante à de um grão de trigo que, ao decompor-se na terra, cresce, abre passagem pelas leivas, germina e transforma-se numa espiga dourada. É ainda mais semelhante à do coração humano que, ferido por uma ofensa, rejeita o instinto de vingança e, cheio de piedade, reza por quem o ofendeu”, disse ainda Leão XIV, acrescentando:

“Irmãos e irmãs, esta é a verdadeira força que traz a paz à humanidade, porque gera relações respeitosas a todos os níveis: entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, as nações. Não visa o interesse particular, mas o bem comum; não pretende impor os próprios planos, mas contribuir para os conceber e concretizar em conjunto com os outros.”

“Sim, a ressurreição de Cristo é o princípio da nova humanidade, é a entrada na verdadeira terra prometida, onde reinam a justiça, a liberdade e a paz, onde todos se reconhecem irmãos e irmãs, filhos do mesmo Pai que é Amor, Vida e Luz”, sublinhou.

Quem tem armas nas mãos, que as deponha

Segundo o Papa, com a sua ressurreição, “o Senhor coloca-nos ainda mais intensamente perante o drama da nossa liberdade. Diante do sepulcro vazio, podemos encher-nos de esperança e admiração, como os discípulos, ou de medo, como os guardas e os fariseus, obrigados a recorrer à mentira e ao subterfúgio para não reconhecerem que aquele que fora condenado tinha realmente ressuscitado”!

“À luz da Páscoa, deixemo-nos surpreender por Cristo! Deixemos transformar o nosso coração pelo seu imenso amor por nós! Quem tem armas nas mãos, que as deponha! Quem tem o poder de desencadear guerras, que opte pela paz! Não uma paz conseguida com a força, mas com o diálogo! Não com a vontade de dominar o outro, mas de o encontrar!”

 Tornamo-nos indiferentes

Leão XIV disse que nos habituamos “à violência, resignamo-nos a ela e tornamo-nos indiferentes. Indiferentes à morte de milhares de pessoas. Indiferentes às repercussões de ódio e divisão que os conflitos semeiam. Indiferentes às consequências econômicas e sociais que produzem e que todos sentimos“.

“Há uma “globalização da indiferença” cada vez mais acentuada”, frisou o Papa Leão, retomando uma expressão querida ao Papa Francisco, que um ano atrás, da Praça São Pedro, dirigiu ao mundo as suas últimas palavras, recordando-nos: «Quanto desejo de morte vemos todos os dias em tantos conflitos que ocorrem em diferentes partes do mundo!»

Vigília de oração pela paz, em 11 de abril

“A cruz de Cristo recorda-nos sempre o sofrimento e a dor que envolvem a morte, e o tormento que ela acarreta. Todos temos medo da morte e, por medo, voltamo-nos para o outro lado, preferimos não olhar. Não podemos continuar indiferentes! Não podemos resignar-nos ao mal! Santo Agostinho ensina: «Se tens medo da morte, ama a ressurreição!». Amemos também nós a ressurreição, que nos recorda que o mal não é a última palavra, porque foi derrotado pelo Ressuscitado”, disse ainda Leão XIV, lembrando que Jesus “atravessou a morte para nos dar vida e paz”: «Deixo-vos a paz; dou-vos a minha paz. A paz que eu dou não é como a dá o mundo».

“A paz que Jesus nos entrega não é aquela que se limita a calar as armas, mas aquela que toca e transforma o coração de cada um de nós! Convertamo-nos à paz de Cristo! Façamos ouvir o grito de paz que brota do coração! Por isso, convido todos a unirem-se a mim na vigília de oração pela paz que celebraremos aqui, na Basílica de São Pedro, no próximo sábado, 11 de abril.”

Saudações em dez idiomas

“Neste dia de festa, abandonemos toda a vontade de contendas, domínio e poder, e imploremos ao Senhor que conceda a sua paz ao mundo atormentado pelas guerras e marcado pelo ódio e pela indiferença, que nos fazem sentir impotentes perante o mal“, disse o Pontífice, confiando ao Senhor “todos os corações que sofrem e esperam a verdadeira paz que só Ele pode dar”.

O cardeal protodiácono Dominique Mamberti anunciou a concessão de indulgência plenária a todos os fiéis presentes e aos que receberem a sua bênção. Por fim, Leão XIV, como fez no Natal, pronunciou as saudações pascais em dez idiomas: italiano, francês, inglês, alemão, espanhol, português, polonês, árabe, chinês e latim.

Em português, disse:

“Feliz Páscoa! Levai a todos a alegria do Senhor Ressuscitado e presente entre nós.”