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“Onde houver desespero, que eu leve a esperança”. Esse foi o tema do primeiro dia do Oitavário da Festa da Penha, que reuniu milhares

“Onde houver desespero, que eu leve a esperança”. Esse foi o tema do primeiro dia do Oitavário da Festa da Penha, que reuniu milhares de fiéis no Convento da Penha, em Vila Velha. A abertura da programação ficou sob responsabilidade da Área Pastoral de Vila Velha, que conduziu a animação e os momentos celebrativos.

Foto: Pascom Area Pastoral Vila Velha

Inserida no contexto do tempo pascal, a celebração destacou a esperança cristã diante das realidades desafiadoras enfrentadas pela população. Em meio a um cenário de inseguranças econômicas, crises sociais e dificuldades emocionais, o primeiro dia do oitavário propôs aos fiéis um caminho de fé, acolhida e renovação espiritual.

Durante a celebração, o Frei Daniel Delandrea, da fraternidade Frei Leão, de Itatiba (SP), participou pela primeira vez da festa e ressaltou o significado desse início. “É a primeira vez que participo da Festa da Penha, tenho esta graça, esta oportunidade. É uma alegria compartilhar esta fé e esta devoção com o povo capixaba”, afirmou. Sobre o momento vivido, destacou: “Iniciar esta festa no tempo pascal traz a alegria da Ressurreição, que vemos no rosto das pessoas. O povo traz sua história, mas vem cheio de esperança”.

Foto: Pascom Area Pastoral Vila Velha

Um dos momentos mais expressivos do dia foi o devocional com a bênção das chaves. Fiéis apresentaram chaves de casas, carros, comércios e outros espaços, em um gesto simbólico de entrega de suas vidas e responsabilidades a Deus. A prática manifesta a confiança na providência divina diante das incertezas do cotidiano.

O primeiro dia do oitavário evidenciou a força da fé do povo capixaba, que encontrou na celebração um espaço de oração, partilha e fortalecimento espiritual.

A programação da festa continua nesta segunda-feira (6), segundo dia do oitavario, iniciando às 9 horas com a imagem peregrina no Santu[ario Bom Pastor, em Cariacica, junto às pessoas em situação de rua. A tarde, há acolhida com os frades e oração da Coroa Franciscana das Sete Alegrias de Nossa Senhora às 14 horas, e no momento devociona, às 15 horas será abençoado os amiliemntos não perecíveis. A programação encerra com a missa do segundo dia do oitavario, às 16 horas, no Campinho, com a Área Pastoral Serrana com transmissão ao vivo pela TV, rádio e internet.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás. A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha. O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale. Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória. O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações. O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: Pascom / Área Pastoral Vila Velha

Madrugada de Páscoa e o silêncio se mistura com a alegria, a escuridão começa a dar lugar à luz do sol e aos poucos

Madrugada de Páscoa e o silêncio se mistura com a alegria, a escuridão começa a dar lugar à luz do sol e aos poucos a orla de Cariacica que acolhe os fiéis de quatro paróquias (Virgem Maria, Sagrado Coração de Jesus, São Francisco e  Santa Ana) foram chegando e recordando a Ressurreição de Jesus. O cenário também ajudou na vivência do momento que contou com a presença dos padres que atuam naquela região e a presidência do arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari.

As quatro paróquias dividiram as funções entre si e foram elogiadas pelo pe. Kremerson que ficou responsável pelos agradecimentos finais. Este é o segundo ano que as paróquias se juntam na orla para a Celebração da Ressurreição.

Na homilia, dom Ângelo manifestou a alegria de ver o povo reunido e ao final incentivou para que continuem repetindo a experiência. Durante a sua fala, o Arcebispo, relacionou a luz da Páscoa com o raiar do dia que acontecia no momento: “vamos acolher esta Luz que é Jesus, aqui na luz do círio pascal e na luz do sol que desponta. Aqui damos testemunho público de nossa fé. Que a Luz de Cristo em nossas vidas, nos ajude a abrir nosso coração e nossa mente, pois sabemos que esperamos a vida eterna. Em Cristo ressuscitado nós somos salvos, por isso vivemos a unidade e a comunhão. A nossa alegria não é imaginária nem superficial, Cristo vive e vai nos salvar se amarmos nossos irmãos. A alegria do Ressuscitado dá sentido à vida”. Dom Ângelo convidou o povo a repetir algumas frases ao longo da homilia: Cristo Ressuscitou, Aleluia, Aleluia – Nós acreditamos na Ressurreição – Alegrai-vos, Ele Ressuscitou! – Eu sou a presença de Cristo Ressuscitado – Jesus passou neste mundo fazendo o bem – Nós vamos passar neste mundo fazendo o bem.

Crianças, adolescentes, jovens e adultos participaram de diversos momentos, inclusive na hora do parabéns, todos os aniversariantes foram chamados à frente do palco montado para a Celebração e foram homenageados com a multidão cantando parabéns. Dom Ângelo que aniversariou no dia 2 foi agraciado com uma cesta de chocolate. Dom Ângelo agradeceu e disse aceitar o convite de pe. Kremerson para voltar no próximo ano.

 

 

A Catedral viveu, na noite do Sábado Santo, uma das celebrações mais significativas da fé cristã: a Vigília Pascal. Presidida por Dom Angelo Damir

A Catedral viveu, na noite do Sábado Santo, uma das celebrações mais significativas da fé cristã: a Vigília Pascal. Presidida por Dom Angelo Damir Mezzari e concelebrada pelo Padre Renato Criste, cura da Cateral e pelo Pe. Pedro Luke, vigário da catedral, a missa reuniu fiéis em um clima de profunda espiritualidade, simbolismo e renovação da esperança.

A celebração teve início do lado de fora da catedral, com a tradicional bênção do fogo novo. A partir desse momento, o Círio Pascal, símbolo de Cristo ressuscitado, luz do mundo, foi aceso e conduzido pelo diácono para o interior da Igreja, que estava completamente às escuras. À medida que o Círio avançava, os fiéis acendiam suas velas, iluminando gradualmente o espaço, em um gesto que representa a vitória da luz sobre as trevas.

Durante a homilia, Dom Ângelo destacou o sentido profundo da celebração, convidando todos a mergulharem na experiência litúrgica: “Cristo ressuscitou. Esta é a maior verdade da nossa fé. O mal, o pecado, a morte não é o fim; se Cristo ressuscitou, um dia ressuscitaremos com Ele.”

A Vigília Pascal, considerada a “mãe de todas as liturgias”, também foi marcada por momentos especiais de iniciação cristã. Nesta noite, 20 jovens receberam os sacramentos do Batismo, da Primeira Eucaristia e da Crisma, dando um passo decisivo em sua caminhada de fé.

Dom Ângelo ainda reforçou o chamado missionário próprio da Páscoa, lembrando que a ressurreição de Cristo não é apenas um acontecimento a ser celebrado, mas uma verdade a ser anunciada: “a vida venceu a morte, e essa esperança deve ser levada a todos”.

Hoje, 04 de abril, o Seminário Nossa Senhora da Penha apresenta a identidade visual comemorativa de seus 75 Anos. Confira a leitura simbólica da

Hoje, 04 de abril, o Seminário Nossa Senhora da Penha apresenta a identidade visual comemorativa de seus 75 Anos. Confira a leitura simbólica da logomarca Jubilar:

 

A LOGOMARCA JUBILAR

A identidade visual jubilar dos 75 anos do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora foi concebida como um símbolo de fé, história e missão, expressando, por meio de seus elementos, a riqueza da formação sacerdotal ao longo das décadas.

O número “75”, em destaque, não é apenas uma marca cronológica, mas um sinal de plenitude e gratidão. Sua tonalidade dourada remete à nobreza da vocação sacerdotal e à preciosidade da obra formativa realizada ao longo dos anos, evocando também a ação da graça divina que sustenta e conduz cada etapa desse caminho. O dourado, tradicionalmente associado ao sagrado, aponta para a eternidade de Deus, que ilumina e dá sentido à missão do Seminário.

Inserida no interior do número, a imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus ocupa um lugar central e profundamente significativo. Ela recorda que toda vocação nasce no coração da Igreja e é confiada à intercessão materna de Maria. Como Mãe do Sumo e Eterno Sacerdote, ela é modelo de escuta, entrega e fidelidade, virtudes essenciais à formação do clero. A presença do Menino Jesus nos braços de sua Mãe remete ao mistério da Encarnação, fonte de toda vocação, e à ternura pastoral que deve marcar o ministério sacerdotal.

À esquerda, a ilustração do edifício do Seminário simboliza a casa de formação, espaço sagrado onde se cultivam a vida espiritual, o estudo e a fraternidade. Mais do que uma construção física, representa o lugar onde Deus continua chamando, formando e enviando operários para a sua messe. A árvore ao lado do edifício reforça essa ideia, evocando o crescimento gradual e sólido das vocações, enraizadas na fé e chamadas a dar frutos abundantes para a Igreja.

O conjunto da composição revela harmonia entre tradição e missão: o passado é honrado, o presente é celebrado e o futuro é confiado à providência divina. Esta logomarca jubilar, não apenas comemora uma data, mas reitera uma história viva de doação, discernimento e serviço, reafirmando o compromisso do Seminário com a formação de sacerdotes segundo o Coração de Cristo.

Viva o Seminário Nossa Senhora da Penha!

 

Na tarde desta Sexta-feira Santa, a Catedral Metropolitana de Vitória foi tomada por um grande silêncio. Fiéis reunidos, passos contidos, olhares voltados ao altar

Na tarde desta Sexta-feira Santa, a Catedral Metropolitana de Vitória foi tomada por um grande silêncio. Fiéis reunidos, passos contidos, olhares voltados ao altar despido: ali, mais do que uma celebração, vivia-se um mergulho no mistério central da fé cristã: a Paixão de Cristo.

Presidida por Dom Ângelo Ademir Mezzari, a liturgia seguiu o rito austero próprio do dia. Sem a celebração da Eucaristia, a Igreja se detém na escuta da Palavra, na oração universal e, sobretudo, na adoração da Cruz, gesto que sintetiza dor, entrega e esperança.

Em sua homilia, o arcebispo conduziu os fiéis a uma contemplação profunda. Mais do que recordar um acontecimento histórico, ele convidou a assembleia a um encontro pessoal com o Crucificado. “O convite deste dia santo é que nos coloquemos diante da Cruz e olhemos com os olhos da fé, do amor, da misericórdia e da gratidão”, afirmou.

Ao longo da celebração, a narrativa da Paixão segundo o Evangelho de João ressoou como um fio que costura sofrimento e redenção. A cruz, instrumento de morte no mundo antigo, foi apresentada como sinal paradoxal de vida. Dom Ângelo destacou esse contraste ao recordar que, na fé cristã, a dor não é o ponto final.

“A Cruz não gera medo, não gera angústia; é nela que podemos nos aproximar com confiança”, disse, sublinhando que o sofrimento de Cristo não afasta, mas aproxima, humaniza a dor e a transforma em caminho de esperança.

O momento da adoração da Cruz foi o ápice da celebração. Um a um, os fiéis se aproximaram, alguns em silêncio absoluto, outros em oração sussurrada. Ao contemplar o Cristo crucificado, Dom Ângelo lembrou dos “crucificados” de hoje: os pobres, os doentes, os esquecidos, os que carregam cruzes invisíveis no cotidiano. A Paixão, assim, deixa de ser apenas memória litúrgica e se torna lente para enxergar o mundo.

No fim da celebração, poderiamos pensar na pergunta: o que significa, hoje, olhar para a cruz?

Talvez a resposta não esteja em compreendê-la totalmente, mas em aceitá-la como espelho da própria condição humana. A cruz é dor, mas também é caminho. É limite, mas também abertura. Nela, o sofrimento não é negado, é atravessado.

E é justamente aí que reside sua força: no mistério de um Deus que não elimina a dor, mas a habita e, ao habitá-la, a transforma em possibilidade de vida.

A Igreja Católica inicia hoje, 5ª Feira Santa, a Celebração da Páscoa. Na Catedral de Vitória a missa começou às 19h30, com a Catedral

A Igreja Católica inicia hoje, 5ª Feira Santa, a Celebração da Páscoa. Na Catedral de Vitória a missa começou às 19h30, com a Catedral cheia e o local para receber o Santíssimo Sacramento preparado, um ambiente que já introduzia no Mistério que terá seu ápice na missa da Ressurreição. Esta noite e o dia de amanhã são de silêncio, que será rompido com o Aleluia do Sábado Pascal.

Na celebração de hoje, realiza-se também o rito do Lava-pés, gesto que Jesus fez na última ceia com seus discípulos, como gesto de amor e serviço.

A missa foi presidida pelo arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari e concelebrada por pe. Renato Criste, pároco na Catedral. Logo no início dois coroinhas presentearam, em nome da paróquia, dom Ângelo, que completou hoje, 2 de abril de 2026, 69 anos,

Dom Ângelo agradeceu pela vida, as orações e por ter celebrado com os padres na Celebração dos Óleos e no almoço e pediu desculpa por andar estar em recuperação pela cirurgia realizada no quadril. Pe. Renato o auxiliou, lavando os pés dos representantes das comunidades e grupos de evangelização existentes na paróquia.

Os fiéis participaram com orações, cantos e silêncio, sentindo a profundidade do momento que revive a Paixão Morte e Ressurreição de Jesus.

Na homilia, dom Ângelo começou lembrando a oração da coleta: “estamos reunidos para celebrar a Ceia do Senhor” e disse: “É isto, estaremos sempre unidos em toda a Eucaristia, quando nos alimentamos do Corpo e Sangue de Jesus”. Em seguida, o Arcebispo afirmou que mesmo participando de muitas missas, cada um é um encontro novo com Jesus e pediu que agradeçamos a Deus por isso. “A Ceia do Senhor é um memorial que permanece em todos os tempos e hoje, especialmente, não nos esqueçamos de que fomos salvos pelo Sangue de Cristo”. Referindo-se ao gesto do Lava-pés, dom Ângelo disse que “o Lava-pés é fazer memória do serviço, do mandamento do amor. A Eucaristia é a prática do amor e do serviço. Serviço é cuidar dos pobres e dos mais necessitados, dando-lhes vida, amor e dignidade”.

A manhã da Quinta-feira Santa (2) em Vitória começou marcada pela fé e pela comunhão. Ainda nas primeiras horas do dia, a Catedral Metropolitana

A manhã da Quinta-feira Santa (2) em Vitória começou marcada pela fé e pela comunhão. Ainda nas primeiras horas do dia, a Catedral Metropolitana acolheu presbíteros, religiosos e fiéis para a celebração da Missa do Crisma, dando início às solenidades centrais da Semana Santa na Arquidiocese. A Eucaristia foi presidida por Dom Ângelo Ademir Mezzari e concelebrada por Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, juntamente com os padres de toda a Arquidiocese.

Durante a celebração, foram abençoados os óleos dos catecúmenos, dos enfermos e do Crisma, que serão utilizados ao longo do ano nos sacramentos. Outro momento significativo foi a renovação das promessas sacerdotais, quando os presbíteros reafirmaram seu compromisso com a missão recebida na ordenação.

Em sua homilia, Dom Ângelo destacou o sentido do sacerdócio ministerial à luz da vocação e da missão da Igreja, em sintonia com o convite à oração pelas vocações proposto pelo Papa Francisco para o mês de abril.

“O sacerdócio ministerial não é poder, nem privilégio, mas doação da vida. Somos um único presbitério a serviço do povo de Deus, dentro de um povo que, pelo batismo, é chamado a viver como povo sacerdotal”, afirmou.

O arcebispo ressaltou ainda que a vocação sacerdotal exige profunda configuração a Cristo e fidelidade ao Evangelho, especialmente diante dos desafios do tempo presente. Segundo ele, a força do ministério está na intimidade com Cristo e no amor que sustenta a missão.

“Se não for por amor, o ministério se torna apenas um ofício. É o amor que sustenta a fidelidade e dá sentido à entrega”, destacou.

Os sacerdotes são homens inseridos na vida do povo, chamados a servir com dedicação, partilhando das mesmas alegrias, desafios e fragilidades próprias da condição humana. Ao refletir sobre essa realidade, Dom Ângelo Ademir Mezzari destacou: “Queremos hoje nos apresentar diante de Deus, do Seu Filho Jesus, na nossa humanidade, na nossa fragilidade. Infelizmente, na cultura atual, sonhamos, muitas vezes, com sacerdotes não enraizados na história, como se fossem ‘extraterrestres’ no meio de nós. Na verdade, são homens, membros do povo, que vivem plenamente sua humanidade e que, por graça e vocação, deixam tudo para servir ao povo de Deus”.

Nos dias 3 e 4 de abril, acontece o 145º Leilão Cerâmica pela Vida, em uma edição comemorativa que marca os cinco anos do

Nos dias 3 e 4 de abril, acontece o 145º Leilão Cerâmica pela Vida, em uma edição comemorativa que marca os cinco anos do projeto. A ação será realizada integralmente online, por meio do Instagram @ceramicapelavida, com início às 18h do dia 03/04 e encerramento às 18h do dia 04/04.

Criado em abril de 2021 por um grupo de ceramistas do Espírito Santo, o Projeto Cerâmica pela Vida tem como missão apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar. Desde então, a iniciativa já leiloou 5.389 obras, arrecadando R$ 886.239,00 e contribuindo para a distribuição de 11.160 cestas básicas por meio da Campanha Paz e Pão.

Durante o leilão, serão disponibilizadas peças produzidas por ceramistas de todo o Brasil, incluindo nomes de destaque no cenário nacional. A participação é aberta ao público em todo o país: os interessados podem dar seus lances diretamente nos comentários das fotos das obras, publicadas no perfil do projeto no dia do evento.

Ao final do leilão, serão realizados sorteios especiais tanto para os participantes que deram lances quanto para os ceramistas doadores.

Todo o valor arrecadado com as vendas é destinado integralmente à Campanha Paz e Pão, iniciativa permanente da Arquidiocese de Vitória no combate à fome. O pagamento das peças é feito diretamente pelos arrematantes à campanha, garantindo total transparência na destinação dos recursos, que são convertidos em cestas básicas. O custo do frete fica sob responsabilidade do comprador.

SERVIÇO
145º Leilão Cerâmica pela Vida – Edição especial 5 anos
Data: 03/04 (a partir das 18h) até 04/04 (até 18h)
Onde: Instagram @ceramicapelavida
Como participar: lances realizados via comentários nas fotos das peças publicadas no perfil

Mais informações: https://instagram.com/ceramicapelavida?igshid=YmMyMTA2M2Y=