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Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar e frei Gabriel conversaram com a imprensa ao longo do dia para falar

Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar e frei Gabriel conversaram com a imprensa ao longo do dia para falar sobre a importância da Festa da Penha. O balanço foi positivo, a visita da imagem peregrina, a celebração jubilar de São Francisco e a participação dos fiéis foi acentuada por todos, que também agradeceram aos voluntários por todo o acolhimento e disponoibilidade

O povo que chegou cedo para ficar na frente para a missa de encerramento da Festa, aproveitou para  se aproximar dos bispos e do frei.

Bandas de Congo subiram até ao Campinho do Convento da Penha para homenagear Nossa Senhora, Foi a Romaria dos Conguistas. A concentração aconteceu no

Bandas de Congo subiram até ao Campinho do Convento da Penha para homenagear Nossa Senhora, Foi a Romaria dos Conguistas.
A concentração aconteceu no Portão do Convento e seguiu ladeira acima com muita animação das bandas. Frei Pedro Oliveira acompanhou todo o percurso, deu a bênção e desceu novamente para a fincada do mastro.
Estandartes, instrumentos e instrumentistas foram abençoados no ritmo que as bandas impõem: tambores, casacas, sinos, bumbos, chocalho, apito e muita animação.
O público que aguardava a missa participou, fazendo desta, uma grande homenagem.

 

 

A Festa da Penha 2026 chegou ao seu último dia como quem conclui uma grande oração vivida em comunidade. Ao longo de oito (8)

A Festa da Penha 2026 chegou ao seu último dia como quem conclui uma grande oração vivida em comunidade. Ao longo de oito (8) dias de celebrações, o Estados do Espírito Santo foi atravessado por gestos de fé, passos de devoção e corações abertos ao chamado de ser “Fazei  de nós instrumentos de paz”. No campinho do Convento da Penha, fiéis vindos de diversas Áreas Pastorais da Arquidiocese de Vitória e das Dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e São Mateus, se reuniram diariamente, expressando a força de uma Igreja viva, reunida em torno da Mãe.

A Imagem Peregrina, como mãe que visita seus filhos, percorreu caminhos diversos, encontrou pessoas em situação de rua, visitou presídios, quartéis e comunidades, levando consolo, escuta e esperança. Por onde passou, deixou marcas silenciosas, daquelas que só a fé é capaz de explicar.

Nas romarias, a fé se fez presença viva, pulsante, capaz de transformar passos em oração. Na tradicional Romaria dos Homens, uma das imagens mais marcantes deste ano tomou forma no caminho rumo ao Convento da Penha: sob uma chuva torrencial, os fiéis seguiram firmes. Entre ruas alagadas, trechos em obras e tantos desafios, ninguém desistiu. A água que caía do céu já não era apenas chuva, tornava-se símbolo de entrega, misturada ao suor e à perseverança de homens, mulheres e crianças, conduzidos por uma fé inabalável. Cada passo carregava confiança; cada dificuldade, uma oferta silenciosa elevada a Deus.

Assim, entre cantos, preces e passos firmes, a semana foi tecendo uma história viva de devoção há 456 anos, onde o sagrado se encontra com a realidade do povo.

O encerramento, nesta segunda-feira (13), reuniu uma multidão no Parque da Prainha, em Vila Velha, para a Missa Solene presidida por Dom Ângelo Ademir Mezzari RC,J, arcebispo da Arquidiocese de Vitória, e concelebrada pelos bispos do Regional Leste 3. Em sua homilia, o arcebispo destacou a presença materna de Maria na vida do povo e a força dessa devoção que atravessa gerações. “Ao contemplarmos a Virgem da Penha com o Menino Jesus nos braços, reconhecemos ali a nossa própria humanidade acolhida por Deus. Merecemos a visita de Maria quando a recebemos em nosso coração, em nossas famílias e quando vivemos os valores que ela nos ensina: o amor, a paz e a fraternidade”, afirmou.

Dom Ângelo também recordou que a verdadeira devoção se traduz em compromisso concreto com a vida e com o próximo. “Quem vive a fé em Cristo e a devoção à Nossa Senhora da Penha torna-se artesão da paz. Somos chamados a dizer não à violência, à morte e a toda forma de divisão, e a sermos, em nosso cotidiano, instrumentos de reconciliação e esperança”, completou, reforçando o tema da festa deste ano.

E assim, a Festa da Penha se despede, não como quem termina, mas como quem envia. Fica no coração a certeza de que, mesmo em meio às tempestades, é possível ser sinal de luz, esperança e paz, sob o olhar materno de Nossa Senhora da Penha.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás. A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha. O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale. Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória. O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações. O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

A cada um dos oito dias do Oitavário da Penha, um objeto foi abençoado pelos freis franciscanos durante o momento devocional , no dia

A cada um dos oito dias do Oitavário da Penha, um objeto foi abençoado pelos freis franciscanos durante o momento devocional , no dia de abençoar os guarda-chuva, o dia da Romaria das Mulheres, choveu. As mulheres que fizeram a Romaria saindo do Santuário Divino Espírito Santo foram recebidas com chuva na Prainha, mas não arredaram pé e permaneceram até ao final da missa, prestando homenagem a Nossa Senhora das Alegrias.

A imagem foi carregada por mulheres e também foram elas que ao final, representando as mulheres que trabalham voluntariamente na Festa, entraram junto com o frei e o quadro da Senhora das Alegrias, enquanto um texto foi lido:

Ao cair desta tarde abençoada, quando o céu parece se inclinar para ouvir nossas preces, reunimos nossos passos, dores, alegrias, histórias e silêncios aos pés de Nossa Senhora da Penha, Mãe terna, abrigo dos corações e estrela que guia o povo capixaba.
Hoje, na força e beleza da Romaria das Mulheres, ecoa em nós um chamado que é oração e compromisso: “onde houver ofensa, que eu leve o perdão”, juntas e de mãos dadas, repitamos. não como palavras soltas ao vento, mas como sementes lançadas na terra da vida, sementes que brotam em gestos, reconciliações e recomeços.
É o mesmo sopro que um dia incendiou o coração de São Francisco de Assis e iluminou os passos de Santa Clara de Assis. Eles nos ensinaram que a paz não nasce da ausência de conflitos, mas da coragem de amar quando tudo parece ferido. E hoje, esse legado floresce em cada mulher aqui presente: mulheres que são fonte, que são ponte, que são colo e resistência.
Ao contemplarmos Frei Filipe que, para nós é a personificação de Francisco de Assis nos dias de hoje, segurando em suas mãos amorosas, o ícone da Mãe das Alegrias, recordamos que a alegria da Páscoa nasce no coração que sabe amar, servir e permanecer fiel. Revela-nos que, mesmo após a dor, Deus faz brotar vida nova e que Maria, em sua ternura, nos conduz a essa esperança que não decepciona. A alegria da Ressurreição passa pelo coração feminino, pela sensibilidade que acolhe a dor e a transforma em esperança.
O sonho de tantas e tantas Marias entregamos ao Pai, na força do Filho, com a luz do Espírito e a proteção da Mãe que caminha conosco. Ela conhece nossas lágrimas, mas também nos ensina a reconhecer os sinais da vida nova. Em seu silêncio fecundo, aprendemos que o perdão é um milagre cotidiano discreto, mas capaz de mudar destinos.
Que, inspiradas por Maria, a Virgem da Penha, e fortalecidas pelo exemplo de Francisco e Clara, possamos sair daqui como quem carrega luz nas mãos: levando o perdão onde houver ofensa, a luz onde houver escuridão, a ternura onde houver dureza, a escuta onde houver gritos, e o amor onde ele ainda não é conhecido.
Que a Mãe das Alegrias abençoe cada mulher, cada família, cada coração peregrino e todo o povo capixaba, hoje e sempre. Amém.
Neste momento da homenagem, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, pediu para olharmos o gesto do Menino que se encosta no rosto da Mãe e pediu para sentirmos esse carinho com Nossa Senhora. Na homilia, dom Andherson Franklin, que presidiu a missa, falou sobre misericórdia, lembrou das mulheres que sofrem violências e disse que não podemos esquecer que “durante este oito dias celebramos a alegria da bondade de Deus que não nos deixou órfãos. Deus nos amou e por nos amar nos fez novos em Cristo. O Senhor e a esperança não podem ser perdidos”. Depois referindo-se ao tema da Festa, Senhor fazei de nós instrumentos de paz, disse: “a paz que queremos é construída em diversos níveis e assim vamos construir o mundo que queremos, um mundo onde se destroem muros e se constroem pontes, com diálogo entre casais, entre pais e filhos e entre vizinhos”. “Deus nos trouxe aqui, deixemos que ele nos atinja como esta chuva que cai sobre nós”, finalizou.
Foram 5 horas de caminhada, boa parte debaixo de forte chuva e enfrentando os transtornos de áreas alagadas e estreitamento das faixas por conta

Foram 5 horas de caminhada, boa parte debaixo de forte chuva e enfrentando os transtornos de áreas alagadas e estreitamento das faixas por conta das obras na avenida Carlos Lindenberg, para que os romeiros e a imagem peregrina de Nossa Senhora da Penha chegassem da Catedral à Prainha.


Ao longo do percurso, a Romaria dos Homens deste ano de 2026, foi acolhendo os grupos de romeiros vindos de bairros e municípios vizinhos. Os contratempos não foram impedimento para esta celebração de fé se manifestar, nas orações e devoção de cada romeiro e de cada grupo.

Na chegada à Prainha a chuva diminuiu e enorme multidão permaneceu para participar da missa que encerrou a Romaria.

O bispo auxiliar, dom Andherson Franklin e alguns padres que fizeram a romaria, juntaram-se ao arcebispo, dom Ângelo Mezzari, que presidiu a missa.
A imagem de Nossa Senhora foi acolhida por todos e colocada no local a ela destinado, com o destaque que merece a dona da Festa,

Dom Ângelo iniciou pedindo que o povo repetisse o tema da Festa: fazei de nós instrumentos da paz.
Lembrou do convite do Papa a rezarmos pela paz, neste dia, e disse: “que cada oração chegue ao coração de Deus e Ele faça de nós instrumentos da paz do Senhor. A nossa missão é um sinal de presença de Cristo Ressuscitado. A Festa da Penha nos une e nos reúne para crescermos na misericórdia e na compaixão
Tocamos as chagas de Cristo quando tocamos os sofrimentos dos irmãos”. Para terminar a homilia, dom Ângelo repetiu o pedido: Senhor, faça de nós instrumentos da paz!

Quando a imagem se aproximava da chegada à Prainha, um show de drones uniu o céu e a terra, saudando a imagem e emocionando os romeiros.

   

A programação continua amanhã, com destaque para a Romaria das Mulheres e a vigília dos jovens.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás. A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha. O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale. Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória. O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações. O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Um padre cadeirante presidindo a missa e uma cadeirante  fazendo a tradução em libras foram dois destaques da Romaria das pessoas com deficiência que

Um padre cadeirante presidindo a missa e uma cadeirante  fazendo a tradução em libras foram dois destaques da Romaria das pessoas com deficiência que aconteceu na manhã de hoje, 11 de abril, saindo da Praça Duque de Caxias e terminando com a Celebração da missa em frente à igreja do Rosário na Prainha.

Pessoas sentadas na frente, seguiam com gestos a tradutora, expressando contentamento e vontade de participar.

Grande parte dos participantes são cadeirantes, por isso a participação da jovem e do padre, tornam-se ainda mais significativos, na Romaria que a cada ano nos surpreende. O pe. Gilberto trabalha na paróquia em Jerônimo Monteiro e pertence ao clero de Cachoeiro de Itapemirim. A Romaria contou com a presença de pe. Carlos Barbosa, que acompanha estes romeiros há 20 anos. Segundo ele, apenas com uma interrupção no período da pandemia.

Pe. Gilberto, fez a homilia bem direcionada à assembleia. começou perguntando quem, quando sente dor, reza para a dor passar e, como todos levantaram as mãos, convidou a rezar por quem estava ao lado. Na homilia lembrou que no tempo de Jesus, pessoas com deficiência eram esquecidas, abandonadas e consideradas posse de satanás, e disse: “estamos numa sociedade que exclui e, quem exclui, pertence a satanás. Então, nós somos chamados a incluir”. Referindo-se à Festa que é em honra a Nossa Senhora, lembrou que Nossa Senhora era da comunidade, sabia onde faltava comida e remédio e, por isso, servia.

“Neste tempo novo que Jesus inaugurou, nós vamos ter muitas Romarias de pessoas com deficiência, porque nós queremos dizer que existimos”, terminou pe. Gilberto.

Pe. Carlos lembrou o início da Romaria, agradeceu a cada participante e a cada instituição que se empenhou para a Romaria acontecer.

 

 

O sexto dia da Festa da Penha teve como tema: “Onde houver ódio, que eu leve o amor”. A chegada ao Convento foi marcada

O sexto dia da Festa da Penha teve como tema: “Onde houver ódio, que eu leve o amor”.

A chegada ao Convento foi marcada por um clima de alegria, com voluntários animando os fiéis por meio de cantos e acolhida.

A programação da tarde teve início com a Romaria dos Militares, que conduziram a imagem de Nossa Senhora até o altar, acompanhados pelos frades franciscanos e pela oração da Coroa Franciscana das Sete Alegrias de Nossa Senhora.

No Campinho, os fiéis receberam a bênção da água.

A Santa Missa foi presidida pelo padre Antônio Peroni, da área de Vitória, enquanto a homilia ficou por conta do padre Osmar Braido.

Neste ano, uma novidade: a bênção dos casais acontece no Parque da Prainha, às 19h, com a presença do padre Anderson Gomes e da cantora Fátima Souza.

E após a bençãos dos casais acontece Show da Orquestra de violões Cordas & Acordes.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas.

A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás.

A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha.

O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale.

Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória.

O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações.

O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: PASCOM Área Vitória.

O quinto dia do oitavário teve como tema: “Onde houver discórdia, que eu leve a união” e foi coordenado pela Área Pastoral: Serra/Fundão. Pela

O quinto dia do oitavário teve como tema: “Onde houver discórdia, que eu leve a união” e foi coordenado pela Área Pastoral: Serra/Fundão.

Pela manhã, aconteceu a Penha Peregrina, na Paróquia Santa Rita, em Vila Velha, com o tema: “Com a Virgem da Penha, junto aos irmãos que anseiam pela paz e pela concórdia”.

Presidiu a missa, padre Jacob Firme, da Paróquia Sagrados Corações de Jesus e de Maria e fez a homilia padre Reinaldo Vitor, da Paróquia São José de Anchieta.

Antecedendo a missa, teve o momento Devocional.

Os freis Gabriel Dellandrea e Felipe Carretta animaram os fiéis e benzeram, pela primeira vez, as imagens de Nossa Senhora da Penha.

A noite, às 19h, aconteceu o Concerto com Projeto Casa Verde, no Campinho do Convento.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas.

A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás.

A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha.

O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale.

Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória.

O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações.

O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: PASCOM Área Serra/Fundão