Notícias da Arquidiocese

Dois momentos, deste quarto dia do Oitavário da Penha, emocionaram os romeiros da Penha no Campinho do Convento: o momento em que os frades

Dois momentos, deste quarto dia do Oitavário da Penha, emocionaram os romeiros da Penha no Campinho do Convento: o momento em que os frades do Convento abençoaram os celulares dos fiéis e a homenagem a Nossa Senhora nos diversos títulos que lhe são atribuídos.
Frei Gabriel Dellandrea motivou a bênção lembrando que o celular deve ser usado para o bem e alertou sobre o cuidado de não espalhar ‘fake news’ (notícias falsas).

 

Após a oração conduzida pela fraternidade franciscana, entraram em ação os fiéis da Área Pastoral Benevente que animaram a missa.
Presidiu a missa pe. Diego Carvalho e concelebraram outros padres que atuam na Área Pastoral Benevente.
17 crianças da catequese da paróquia Nossa Senhora da Conceição em Guarapari, entraram com suas mães para homenagearem os diversos títulos de Nossa Senhora. As mães carregavam placas com o título representado. Ao final coroaram a criança que representou Nossa Senhora da Penha. Durante a homenagem foram executados os cantos: Maria de Nazaré, Senhora Rainha e Todas as Nossas Senhoras, interpretados pelo coral da paróquia São José.
Os fiéis acompanharam e se expressaram cantando, rezando e se emocionando com a apresentação.

Pe. Diego, durante a homilia, mencionou o tema do dia “Luta por um mundo novo de unidade e paz” e disse: “Jesus nos trouxe aqui e nos coloca aos pés de Maria. Ela nos ensina que precisamos nos levantar e entrar em movimento para construir um mundo de justiça, unidade e paz. Quando estamos prostrados devemos pedir a Deus a graça de nos levantarmos e seguirmos proclamando o tempo de Deus o tempo da graça, o tempo da salvação. Nós somos discípulos daquele que venceu. Devemos dizer: em nome de Jesus eu quero me levantar. Os discípulos do ressuscitado olham para a frente com esperança. E nos momentos de dificuldade digamos como os discípulos de Emaús: fica conosco, Senhor”.

“Não negues nunca a tua mão a quem te encontrar!” foi este o tema do 3º Dia do Oitavário, coordenado pela Área Pastoral Cariacica/Viana.

“Não negues nunca a tua mão a quem te encontrar!” foi este o tema do 3º Dia do Oitavário, coordenado pela Área Pastoral Cariacica/Viana.

Antes da missa, os Freis Gabriel Dellandrea e Felipe Carretta, conduziram o momento Devocional e benzeram as águas levadas pelos fiéis. Ainda durante o Devocional, subiram ao altar, o estandarte de Frei Pedro Palácios, um representante de cada voluntário e a imagem de Nossa Senhora da Penha.

Foto: Fernando Madeira

A santa missa foi presidida pelo padre Paulo Henrique Ribeiro Inácio, Pároco da Sagrada Família Jesus, Maria e José, Nova Rosa da Penha, Cariacica. Concelebraram, padres das áreas de Cariacica e Viana e a música ficou por conta da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Itaquari.

Durante a homilia, padre Jonatan Rocha Nascimento, Vigário do Santuário Bom Pastor, Campo Grande, destacou a importância de Frei Pedro Palácios, que deu inicio a toda a Festa da Penha. Ainda em sua fala, o padre fala sobre a subida da ladeira do Convento, que muitas vezes, representa as angustias vividas pelos fiéis, que se compara as dores de Maria, a beira do túmulo.O vigário completa, que é necessário descansar nos braços da mãe, pois a alegria está na Virgem Maria.

Ao final, o padre Ivanir Teodoro, coordenador da área pastoral Cariacica/Viana, recebeu de alguns fiéis, flores, que foram colocadas aos pés de Nossa Senhora da Penha.

O 2º Dia do Oitavário foi conduzido pela Área Pastoral Serrana, tendo como tema “Contigo pelo caminho, Santa Maria vai!”.  Os fiéis lotaram o

O 2º Dia do Oitavário foi conduzido pela Área Pastoral Serrana, tendo como tema “Contigo pelo caminho, Santa Maria vai!”.  Os fiéis lotaram o Campinho do Convento da Penha nesta segunda-feira (1). Antes da Missa, durante o Devocional, animado pelo Frei Gabriel Dellandrea e  Frei Felipe Carretta, cantaram e louvaram Nossa Senhora da Penha.  Ao final os freis abençoaram as fotos de familiares dos fiéis presentes no Campinho.

Foto: Fernando Madeira

Após o Devocional iniciou a santa Missa presidida pelo Padre Daniel Calil, Coordenador da Área Pastoral Serrana. Padre Daniel refletiu sobre o período da Oitava da Páscoa, onde precisamos viver intensamente a alegria da ressurreição.  Lembrou das primeiras palavras que Jesus disses as mulheres relatada no Evangelho de Mateus: “Alegrai-nos” e “Não tenhais medo”. Nos dias atuais Jesus continua a nos impulsionar a seguir em frente sem medo.

Ao final da celebração, foi feita uma homenagem da imigração Alemã que completa esse ano 200 anos e a imigração Italiana que completa 150 anos. Ambos os povos colonizadores da região Serrana de nossa Arquidiocese.

 

 

 

A missa mensal com os políticos católicos aconteceu na manhã de hoje em Ponta Formosa, Praia do Canto, às 8h. Presidiu a missa dom

A missa mensal com os políticos católicos aconteceu na manhã de hoje em Ponta Formosa, Praia do Canto, às 8h. Presidiu a missa dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória e concelebrou pe. Kelder Brandão, vigário episcopal para a Ação Social, Política e Ecumênica.

Leituras e preces foram realizadas pelos presentes sob a orientação do Vicariato para a Ação Social Política Ecumênica.
Durante a homilia, dom Andherson destacou:

  • Jesus abriu um caminho para seus discípulos, resta-nos escolhermos para nós o seu caminho.
  • Salomão pediu um coração capaz de escutar. Queremos pedir ao Senhor um coração atento para entendermos a missão que ele nos deu, um coração capaz de ouvir, ouvir as vozes daqueles que entendem das áreas onde precisamos agir.
  • Salomão ao pedir um coração capaz de escutar, recebeu de Deus a sabedoria.
  • Sabedoria técnica e a sabedoria política que se desdobra no caminho de guiar outros.
  • Sabedoria que fez com que as mulheres se prostrassem diante de Jesus.

Ao final da missa, um diálogo espontâneo entre os participantes aconteceu durante um café e renovou-se o compromisso para a missa no próximo dia 6 de maio.

Com um grupo de meninas que atuam nos grupos de serviço da paróquia Nossa Senhora da Glória incensando o espaço litúrgico, teve início a

Com um grupo de meninas que atuam nos grupos de serviço da paróquia Nossa Senhora da Glória incensando o espaço litúrgico, teve início a missa do primeiro dia do Oitavário da Penha, animada pela área pastoral Vila Velha. Incenso e acendimento da vela criaram um clima de oração no público que com fé e devoção se concentrou no Campinho do Convento desde as 14h.

Às 14h foi apresentado o programa Salve Mãe das Alegrias, em seguida o momento devocional conduzido pela fraternidade franciscana que no dia de hoje terminou com a bênção das chaves de residências e veículos. O gesto da bênção será repetido todos os dias do Oitavário. Para amanhã, os fiéis são convidados a trazerem fotos de pessoas queridas. Frei Djalmo, guardião do Convento fez uma reflexão sobre o início da Festa e chamou a atenção para o manto de Nossa Senhora, uma oferta de um padre franciscano.

A homilia foi proferida pelo frei Gustavo Medella, vigário provincial da Província Franciscana, iniciou cantando “ ando devagar porque já tive pressa” que destacou: Nossa Senhora vem caminhar conosco porque ela é movimento, disse frei Gustavo referindo-se ao tema da Festa deste ano. Movimento que animou os discípulos, fez Maria Madalena acordar cedo para ir ao túmulo e nos movimenta para sermos discípulos seguidores de Jesus. A homilia foi intercalada por cantos, puxados pelo frei acompanhado pelos fiéis que foram elogiados por ele.
Frei Augusto referiu-se às enchentes no sul do Espírito Santo e comparou o resgate da jovem grávida que boiou dentro de uma geladeira, com a arca de Noé, e disse que Deus estava com ela.
O Frei referiu-se ainda às guerras e lembrou os apelos do Papa pela paz e pediu empenho de cada um nos pequenos gestos no cotidiano.
Terminou desejando a cada um que a caminhada seja feita juntos e que este tempo seja de Feliz Páscoa.

Ao final o mesmo grupo de meninas prestou uma homenagem à Senhora das Alegrias, encenando o canto: Consagração a Nossa Senhora.

Após o acendimento do círio pascal realizado por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, acenderam-se os círios pascais de cada comunidade e com estes

Após o acendimento do círio pascal realizado por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, acenderam-se os círios pascais de cada comunidade e com estes acesos a procissão de entrada da Vigília Pascal teve início na Catedral. As luzes da Catedral continuaram apagadas até ao canto do Glória.

O clima de oração foi beneficiado pelo ambiente escuro e a penumbra que foi diminuindo à medida que as velas  foram acendidas com o fogo vindo do círio pascal e distribuído pelo diácono e representantes das comunidades paroquiais. aos poucos a Catedral foi ficando iluminada, mesmo continuando com as luzes apagadas.

A Sequência Pascal, hino de exaltação pela ressurreição de Jesus e pela vitória da vida sobre a morte, foi cantado pelo pe. Renato Criste, pároco de Nossa Senhora da Vitória.
Resumidamente, podemos afirmar que a Celebração da Vigília Pascal é a memória da história da salvação.

Na homilia dom Dario iniciou desejando paz e bem a toda a assembleia. Depois disse que a procissão de entrada (feita com os círios pascais acesos) foi uma caminhada da luz em direção à luz.
A Páscoa nos fala da passagem da morte à vida, das trevas para a luz. Queremos seguir a Cristo e isso significa estar atento à sua palavra, a Palavra que nos corrige e nos renova. A Palavra de Deus é o verdadeiro maná, o pão do céu.

Após abençoar a água e mergulhar o círio pascal na mesma, ministros, padres e o arcebispo aspergiram os fiéis.

Na manhã desse sábado, dia 30 de março, o Campinho do Convento da Penha aconteceu a instalação do Terço Gigante, uma tradição que perdura

Na manhã desse sábado, dia 30 de março, o Campinho do Convento da Penha aconteceu a instalação do Terço Gigante, uma tradição que perdura há 26 anos em preparação para a 454ª edição da Festa da Penha. Com mais de 20 metros de comprimento, essa imponente estrutura trouxe consigo uma mensagem de paz, não apenas para os fiéis devotos de Maria, mas para todo o mundo. O evento foi marcado por música, louvor e oração, fortalecendo os votos de paz.

Osmar Sales, idealizador do Terço, compartilhou sua emoção ao ver a imensa peça montada entre as palmeiras centenárias: “Vê-lo instalado é como testemunhar o nascimento de um filho. Durante a produção e montagem, é como acompanhar uma ultrassonografia, mas vê-lo entre as palmeiras é como ver a criança nascer. O crucifixo no terço nos lembra que Cristo ressuscitou e é Ele quem traz a paz para o mundo.”

Este ano, o Terço foi elaborado predominantemente na cor branca, com detalhes de flores em alumínio e a palavra “paz” escrita em várias línguas. Pesando cerca de 50 quilos, o Terço Gigante foi pendurado entre duas palmeiras centenárias, tornando-se uma presença marcante no Campinho do Convento da Penha, em Vila Velha.

A tradição do Terço Gigante remonta a 1998, quando Osmar Sales decidiu criar uma réplica do grande terço utilizado durante a Missa celebrada pelo Papa João Paulo II, durante sua visita ao Rio de Janeiro, em 1997. Embora a primeira tentativa tenha sido frustrada devido ao peso excessivo da estrutura, a tradição persistiu. Desde então, o Terço Gigante tem sido um símbolo de fé e devoção, transmitindo ensinamentos e tradições católicas.

          Silêncio é a palavra que melhore define a Sexta-feira Santa, e hoje, a Catedral de Vitória foi o exemplo

 

 

 

 

 

Silêncio é a palavra que melhore define a Sexta-feira Santa, e hoje, a Catedral de Vitória foi o exemplo dessa definição. Em silêncio, coroinhas, cerimoniários, ministros, diácono, padres e o Arcebispo entraram na Catedral para iniciar a cerimônia da Paixão do Senhor. Diante do altar despido, dom Dario Campos, arcebispo de Vitória se prostrou.

A cerimônia começou com a oração e as leituras, porque é a continuidade, a 2ª parte da Celebração do Tríduo Pascal que iniciou ontem. Durante a homilia, dom Dario disse: “Esta é uma tarde, uma sexta-feira diferente de todas as outras. O silêncio invade todo o universo e somos convidados a um profundo silêncio. Cada um deve refletir sobre o seguimento de Jesus de Nazaré.  A nossa reflexão é sobre a doação da vida pela vida. Somos chamados a lutar pela essência da vida, a lutar pelo irmão mais próximo e ser solidário nas lutas pela vida. Temos todas as razões para permanecermos firmes, basta olhar para a cruz de Jesus e veremos que a vida tem valor. Somos atendidos por Deus quando fazemos de nossa vida uma entrega total. Hoje é o momento de rezarmos pelos irmãos em guerra e pedirmos paz”.

Após a homilia e oração pela Igreja no mundo, intercalada por momentos de silêncio e a assembleia de joelhos, a cruz foi desvelada e, em procissão, cada fiel fez seu gesto de adoração a Jesus Crucificado.

A 3ª parte do Tríduo Pascal será realizado amanhã com a Vigília às 19h.