Notícias da Arquidiocese

Com um grupo de meninas que atuam nos grupos de serviço da paróquia Nossa Senhora da Glória incensando o espaço litúrgico, teve início a

Com um grupo de meninas que atuam nos grupos de serviço da paróquia Nossa Senhora da Glória incensando o espaço litúrgico, teve início a missa do primeiro dia do Oitavário da Penha, animada pela área pastoral Vila Velha. Incenso e acendimento da vela criaram um clima de oração no público que com fé e devoção se concentrou no Campinho do Convento desde as 14h.

Às 14h foi apresentado o programa Salve Mãe das Alegrias, em seguida o momento devocional conduzido pela fraternidade franciscana que no dia de hoje terminou com a bênção das chaves de residências e veículos. O gesto da bênção será repetido todos os dias do Oitavário. Para amanhã, os fiéis são convidados a trazerem fotos de pessoas queridas. Frei Djalmo, guardião do Convento fez uma reflexão sobre o início da Festa e chamou a atenção para o manto de Nossa Senhora, uma oferta de um padre franciscano.

A homilia foi proferida pelo frei Gustavo Medella, vigário provincial da Província Franciscana, iniciou cantando “ ando devagar porque já tive pressa” que destacou: Nossa Senhora vem caminhar conosco porque ela é movimento, disse frei Gustavo referindo-se ao tema da Festa deste ano. Movimento que animou os discípulos, fez Maria Madalena acordar cedo para ir ao túmulo e nos movimenta para sermos discípulos seguidores de Jesus. A homilia foi intercalada por cantos, puxados pelo frei acompanhado pelos fiéis que foram elogiados por ele.
Frei Augusto referiu-se às enchentes no sul do Espírito Santo e comparou o resgate da jovem grávida que boiou dentro de uma geladeira, com a arca de Noé, e disse que Deus estava com ela.
O Frei referiu-se ainda às guerras e lembrou os apelos do Papa pela paz e pediu empenho de cada um nos pequenos gestos no cotidiano.
Terminou desejando a cada um que a caminhada seja feita juntos e que este tempo seja de Feliz Páscoa.

Ao final o mesmo grupo de meninas prestou uma homenagem à Senhora das Alegrias, encenando o canto: Consagração a Nossa Senhora.

Após o acendimento do círio pascal realizado por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, acenderam-se os círios pascais de cada comunidade e com estes

Após o acendimento do círio pascal realizado por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, acenderam-se os círios pascais de cada comunidade e com estes acesos a procissão de entrada da Vigília Pascal teve início na Catedral. As luzes da Catedral continuaram apagadas até ao canto do Glória.

O clima de oração foi beneficiado pelo ambiente escuro e a penumbra que foi diminuindo à medida que as velas  foram acendidas com o fogo vindo do círio pascal e distribuído pelo diácono e representantes das comunidades paroquiais. aos poucos a Catedral foi ficando iluminada, mesmo continuando com as luzes apagadas.

A Sequência Pascal, hino de exaltação pela ressurreição de Jesus e pela vitória da vida sobre a morte, foi cantado pelo pe. Renato Criste, pároco de Nossa Senhora da Vitória.
Resumidamente, podemos afirmar que a Celebração da Vigília Pascal é a memória da história da salvação.

Na homilia dom Dario iniciou desejando paz e bem a toda a assembleia. Depois disse que a procissão de entrada (feita com os círios pascais acesos) foi uma caminhada da luz em direção à luz.
A Páscoa nos fala da passagem da morte à vida, das trevas para a luz. Queremos seguir a Cristo e isso significa estar atento à sua palavra, a Palavra que nos corrige e nos renova. A Palavra de Deus é o verdadeiro maná, o pão do céu.

Após abençoar a água e mergulhar o círio pascal na mesma, ministros, padres e o arcebispo aspergiram os fiéis.

Na manhã desse sábado, dia 30 de março, o Campinho do Convento da Penha aconteceu a instalação do Terço Gigante, uma tradição que perdura

Na manhã desse sábado, dia 30 de março, o Campinho do Convento da Penha aconteceu a instalação do Terço Gigante, uma tradição que perdura há 26 anos em preparação para a 454ª edição da Festa da Penha. Com mais de 20 metros de comprimento, essa imponente estrutura trouxe consigo uma mensagem de paz, não apenas para os fiéis devotos de Maria, mas para todo o mundo. O evento foi marcado por música, louvor e oração, fortalecendo os votos de paz.

Osmar Sales, idealizador do Terço, compartilhou sua emoção ao ver a imensa peça montada entre as palmeiras centenárias: “Vê-lo instalado é como testemunhar o nascimento de um filho. Durante a produção e montagem, é como acompanhar uma ultrassonografia, mas vê-lo entre as palmeiras é como ver a criança nascer. O crucifixo no terço nos lembra que Cristo ressuscitou e é Ele quem traz a paz para o mundo.”

Este ano, o Terço foi elaborado predominantemente na cor branca, com detalhes de flores em alumínio e a palavra “paz” escrita em várias línguas. Pesando cerca de 50 quilos, o Terço Gigante foi pendurado entre duas palmeiras centenárias, tornando-se uma presença marcante no Campinho do Convento da Penha, em Vila Velha.

A tradição do Terço Gigante remonta a 1998, quando Osmar Sales decidiu criar uma réplica do grande terço utilizado durante a Missa celebrada pelo Papa João Paulo II, durante sua visita ao Rio de Janeiro, em 1997. Embora a primeira tentativa tenha sido frustrada devido ao peso excessivo da estrutura, a tradição persistiu. Desde então, o Terço Gigante tem sido um símbolo de fé e devoção, transmitindo ensinamentos e tradições católicas.

          Silêncio é a palavra que melhore define a Sexta-feira Santa, e hoje, a Catedral de Vitória foi o exemplo

 

 

 

 

 

Silêncio é a palavra que melhore define a Sexta-feira Santa, e hoje, a Catedral de Vitória foi o exemplo dessa definição. Em silêncio, coroinhas, cerimoniários, ministros, diácono, padres e o Arcebispo entraram na Catedral para iniciar a cerimônia da Paixão do Senhor. Diante do altar despido, dom Dario Campos, arcebispo de Vitória se prostrou.

A cerimônia começou com a oração e as leituras, porque é a continuidade, a 2ª parte da Celebração do Tríduo Pascal que iniciou ontem. Durante a homilia, dom Dario disse: “Esta é uma tarde, uma sexta-feira diferente de todas as outras. O silêncio invade todo o universo e somos convidados a um profundo silêncio. Cada um deve refletir sobre o seguimento de Jesus de Nazaré.  A nossa reflexão é sobre a doação da vida pela vida. Somos chamados a lutar pela essência da vida, a lutar pelo irmão mais próximo e ser solidário nas lutas pela vida. Temos todas as razões para permanecermos firmes, basta olhar para a cruz de Jesus e veremos que a vida tem valor. Somos atendidos por Deus quando fazemos de nossa vida uma entrega total. Hoje é o momento de rezarmos pelos irmãos em guerra e pedirmos paz”.

Após a homilia e oração pela Igreja no mundo, intercalada por momentos de silêncio e a assembleia de joelhos, a cruz foi desvelada e, em procissão, cada fiel fez seu gesto de adoração a Jesus Crucificado.

A 3ª parte do Tríduo Pascal será realizado amanhã com a Vigília às 19h.

 

O Tríduo Pascal teve início, na Catedral de Vitória, com a presidência de pe. Renato Criste e uma assembleia de fiéis que encheu a

O Tríduo Pascal teve início, na Catedral de Vitória, com a presidência de pe. Renato Criste e uma assembleia de fiéis que encheu a igreja.


Serão três cerimônias em uma única Celebração: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.
Hoje lembramos e celebramos a última ceia de Jesus com seus discípulos.
O coral da Catedral deu o tom que a Celebração requer, com cânticos eruditos e populares que levou os fiéis a uma participação com entusiasmo e vibração.
O momento do lava-pés, com várias pessoas  representando as comunidades foi acompanhado com cantos suaves que ajudaram na interiorização de que a missão da Igreja é servir e, principalmente, servir a quem mais precisa.

Pe. Renato na homilia destacou:
“Celebramos o mistério da nossa fé: um único mistério em 3 partes. Esta é a Semana Maior da Igreja. Esta é a missa das missas porque nos renova e nos transporta à ceia de Jesus com os discípulos, momento que deu origem à celebração da missa. É nesta ocasião que Jesus lava os pés dos discípulos. Lavar os pés era um costume dos serviçais ao acolherem as visitas de seus senhores. Pedro, porém, não queria aceitar, porque se achava indigno, mas Jesus sempre acredita em nós e não se importa com a nossa “sujeira”. Deus não nega seu perdão e seu amor”.
Ao final da primeira parte do Tríduo Pascal (celebração da Quinta-feira Santa), o Santíssimo Sacramento foi colocado em um espaço preparado onde permanecerá até a Vigília Pascal que será celebrada no sábado. Ali diante do Santíssimo os católicos são convidados a fazer adoração, dando continuidade à celebração que vivenciamos.

A Arquidiocese de Vitória, com seus padres e fiéis leigos, vivenciou a Missa da Unidade, na manhã dessa quinta-feira, 28 de março. A missa

A Arquidiocese de Vitória, com seus padres e fiéis leigos, vivenciou a Missa da Unidade, na manhã dessa quinta-feira, 28 de março. A missa aconteceu na Catedral de Vitória e foi presidida por Dom Dario Campos e concelebrada por Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória e o todo o clero presente.

Em sua homilia, Dom Dario Campos, relembrou o quão grande é o amor de Deus por cada um dos presbíteros. “Depositaremos nessa promessa nossas vidas, nossa vocação, nosso ,ministério e nossa missão, para que, formados por esse amor renovado, , nos tornemos dele testemunhas”.

E destacou: “Nesta celebração na qual renovamos as promessas de nossa ordenação presbiteral, confirmemos, diante do Senhor e de toda a assembleia aqui reunida nosso sincero desejo de anunciar, com alegria evangélica, o amor de Deus, por meio de nossas palavras e, sobretudo, de nossas vidas. Que nossa presença junto aos irmãos e irmãs seja fecunda e marcada por laços de um pastoreio comprometido, fiel e sempre solicito, a exemplo de Jesus, o Bom Pastor.”

Sobre a liturgia do dia, falou sobre a preocupação que Jesus apresenta no Evangelho: a proclamação da graça do Senhor. “Quero recordar ainda a afirmação de Jesus que nos convida a uma missão, apresentada no Evangelho de Lucas: “proclamar um ano da graça do Senhor”. A cena que o Evangelho de Lucas propõe é de grande importância, pois introduz o ministério público de Jesus, não dando somente início à sua Missão, mas, conferindo-Lhe um sentido profundo. Diante dos que o ouviam, o Mestre assume para si as palavras do profeta Isaías, colocando no coração de sua missão o anúncio do ano da graça do Senhor”.

Após a homilia, os padres renovaram seus votos sacerdotais diante dos bispos e de toda a comunidade. Este ato de renovação fortalece os laços fraternos entre os clérigos e reafirma seu compromisso com o serviço e o ministério na Igreja.

 

Faleceu hoje (27), o padre Luiz Carlos Meneghetti, Passionista, aos 69 anos, vigário paroquial da Paróquia Santa Maria Goretti, em Jardim América, após sofrer

Faleceu hoje (27), o padre Luiz Carlos Meneghetti, Passionista, aos 69 anos, vigário paroquial da Paróquia Santa Maria Goretti, em Jardim América, após sofrer um mal súbito.

Nascido em Barra de São Francisco em 27 de agosto de 1954, padre Luiz Carlos Meneghetti ingressou no Seminário Passionista aos 17 anos de idade, sendo ordenado presbítero em 1985, pelas mãos do Bispo da Diocese de São Mateus/ES, D. Aldo Gerna, na Igreja Matriz de Barra de São Francisco/ES.

Padre Luiz Carlos era formado em Filosofia, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais ( PUC-MG) e em Teologia pelo Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória/ES. Atuou como pároco ou vigário nas paróquias de Belo Horizonte/MG, Colatina/ES, Cascavel/PR, Barbacena/MG, Goiânia/GO, Vila Velha/ES e Cariacica/ES, onde realizou sua missão com dedicação, carisma e muito afeto, promovendo a memória da Paixão de Cristo, por meio da sua vocação.

A Arquidiocese de Vitória, reconhece e agradece toda a dedicação de pe. Meneghetti e também à comunidade Passionistas pelos serviços pastorais prestados. Aos Passionistas, a Arquidiocese de Vitória, nas pessoas do arcebispo, dom Dario Campos e, o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, une-se em solidariedade e oração pela perda deste irmão que dedicou sua vida à evangelização e reza para que Deus o acolha em seus braços.

Informações sobre velório e sepultamento:

Quinta-feira (28): Velório a tarde/noite – Paróquia Santa Maria Goretti, em Jardim América. (Rua Bolívia s/n Jardim América – Cariacica)

Às 16h – Missa de corpo presente, presidida por Dom Dario Campos, Arcebispo de Vitória.

Sexta-feira (29): Velório a tarde – Barra de São Francisco -ES

Sábado (30): Velório pela manhã – sepultamento a tarde – Colatina -ES

Horários ainda a confirmar!

Os temporais que atingiram o sul do Estado deixaram desalojados, desabrigados, pessoas desaparecidas, mortes e muita tristeza e desalento. Algumas pessoas ainda estavam se

Os temporais que atingiram o sul do Estado deixaram desalojados, desabrigados, pessoas desaparecidas, mortes e muita tristeza e desalento. Algumas pessoas ainda estavam se recuperando dos estragos provocados pelas chuvas em janeiro.

Agora resta a solidariedade que levará um pouco de conforto aos atingidos. As paróquias da Arquidiocese de Vitória, uniram-se para ajudar a diocese de Cachoeiro de Itapemirim a arrecadar doações. Dom Dario Campos, nosso arcebispo, também gravou um vídeo pedindo aos católicos que sejam solidários e façam doações. Escute o pedido de dom Dario e seja solidário.

Faça sua doação:

Conta Sicoob – Cáritas Diocesana

Conta c/c: 3188-7

Ag.: 3260

Pix – 07.563.421 / 0001 – 55