Notícias da Igreja

Parábolas para um tempo novo com o cardeal dom José Tolentino de Mendonça, arquivista e bibliotecário no Vaticano.

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, promoveu um encontro virtual entre os bispos, uma forma de pensar a Igreja neste tempo de pandemia. O dom José Tolentino de Mendonça, cardeal português e arquivista e bibliotecário no Arquivo e Biblioteca Apostólicos no Vaticano foi o convidado e falou sobre “a pausa reflexiva que Jesus faz em seu discurso”, como diz o texto da CNBB. O texto de dom Tolentino tem como título ‘Parábolas para um tempo novo’ e propõe uma reflexão sobre o tempo que vivemos afirmando que “podemos olhar apenas para o assédio devastador da crise ou fazermos uma leitura crente e esperançada da história como o faz Deus incansavelmente”. É um texto que alerta para a forma como a Igreja se comunica. Leia o texto no anexo.

Papa Francisco, preocupado com essa parte da população que não tem o que comer, instituiu o Dia Mundial do Pobre. Estamos no quarto ano,

“Com caridade o pobre é rico, sem caridade o rico é pobre”. 

(Santo Agostinho)

 

Em casas improvisadas, sem acesso aos serviços mais básicos, como água tratada e energia elétrica, no Brasil cerca de 13,5 milhões de pessoas vivem na miséria, com renda mensal inferior a R$ 145 por mês, segundo dados do IBGE.

 

No Espírito Santo a extrema pobreza afeta cerca de 575 mil capixabas, que vivem com menos de R$ 147 por mês. Além disso, cerca de 919 mil pessoas possuem uma renda mensal menor do que R$ 425,22, o que as insere na linha da pobreza. Os dados constam no estudo “Perfil da Pobreza no Espírito Santo: famílias inscritas no Cadastro Único”, divulgado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN). No Estado, em 2019, a taxa de pobreza das pessoas inscritas no CadÚnico foi de 78,2% e a de extrema pobreza foi de 49%.

 

Papa Francisco, preocupado com essa parte da população que não tem o que comer, instituiu o Dia Mundial do Pobre. Estamos no quarto ano, e nesta ocasião, cada cristão tem a oportunidade de colocar em prática as obras de misericórdia, das quais a Escritura em diversos momentos recorda.

 

Para o Dia Mundial dos Pobres de 2020, o Papa publicou uma bela mensagem com o título “Estende a tua mão ao pobre” (Eclo 7,36). A mensagem chama nossa atenção ao afirmar que o culto prestado a Deus,precisa estar vinculado, lado a lado, ao amor concreto ao próximo. A caridade, faz com que nossa vida de cristãos esteja completa, agradando o coração de Deus.

 

Na Arquidiocese de Vitória, desde a instituição do Dia do Pobre, iniciamos também a Campanha Natal para Todos como forma de estender o momento de solidariedade proposto pelo Papa. Veja como participar na sua paróquia.

O bispo de Macapá (AP), dom Pedro José Conti, publicou um vídeo, na página do Facebook da diocese, sobre a situação das pessoas com

O bispo de Macapá (AP), dom Pedro José Conti, publicou um vídeo, na página do Facebook da diocese, sobre a situação das pessoas com o impacto da crise de energia pela qual atravessa o Estado do Amapá. “Me preocupa o povo pobre que mora nas periferias. É o nosso povo mais pobre, esquecido e excluído”, disse.

A diocese de Macapá disponibilizou uma conta da Cáritas Diocesana para receber as ofertas de doações que visam ajudar o povo do Amapá a superar as dificuldades deste momento. As contribuições serão destinadas para a compra de alimentos, água potável e cestas básicas.

“A ajuda, a colaboração e a fraternidade sempre é uma possibilidade que nós temos não só de manifestar o nosso amor, a nossa unidade e fraternidade, mas também superar as dificuldades, os medos e as divisões”, afirmou. 

É tempo de cuidar do Amapá

Cáritas Diocesana de Macapá – C.D.M.

CNPJ 11.452.602/0001-04.

Banco do Brasil: Agência: 2825-8 Conta: 60702-9.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança a campanha: É Tempo de Cuidar da Evangelização 2020, uma campanha da Igreja no Brasil.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza durante todo o mês de novembro a campanha “É tempo de cuidar da Evangelização”. A campanha tem como tema: “Somos Igreja – Cuidamos da vida, cuidamos do anúncio da Palavra e cuidamos dos pobres”. A mobilização será realizada durante todo o mês de novembro tendo na solenidade de Cristo Rei, dia 22, seu ponto alto com a realização do grande gesto concreto: a Coleta do Bem.

Esse ano, em função do avanço da pandemia do novo coronavírus, o Conselho Permanente da CNBB decidiu realizar uma só coleta em 2020, unificando a coleta da Solidariedade que tradicionalmente é realizada no Domingo de Ramos, como o gesto da Campanha da Fraternidade, e a coleta para a Evangelização, realizada sempre no terceiro domingo do Advento.

O versículo: “Conheceis a generosidade de Cristo.” (2 Cor 8,9), lema bíblico da campanha, quer fortalecer o sentido de corresponsabilidade dos cristãos católicos na sustentabilidade da obra de Evangelização, das atividades pastorais e das iniciativas que promovem a vida na Igreja no Brasil.

Objetivos desta campanha:

1 – Mobilizar a comunidade, os homens e mulheres de boa vontade, a redescobrir a generosidade do amor de Cristo e revelá-la ao mundo por meio do gesto concreto de caridade e solidariedade, essência da identidade cristã.

2 – Renovar a corresponsabilidade dos cristãos católicos, fomentando a consciência sobre sua participação, como exigência da graça batismal, na obra e ação evangelizadora da Igreja no Brasil e na sustentação de suas atividades pastorais;

3 – Mobilizar os cristãos católicos para contribuírem no gesto concreto da campanha a Coleta do Bem a ser realizada de 21 a 22 de novembro, na Solenidade de Cristo Rei.

Fases e etapas:

A campanha buscará desenvolver um processo de conscientização sobre a participação dos cristãos católicos, esclarecendo para onde vão os recursos e as formas de doação, tendo em vista a adesão, o engajamento e a doação dos cristãos na Coleta do Bem. Para isto, se desdobrará em três fases:

FASE 1: Sensibilização – 31 de outubro a 7 de novembro Esta fase tem por objetivo explicar os impactos provocados na Igreja e na obra da Evangelização pela pandemia do novo Corona vírus, bem como reforçar que, mesmo num contexto de dificuldade, a Igreja no Brasil não deixou de cuidar da vida, dos pobres e da Evangelização. Anunciar a realização da campanha e da Coleta do Bem.

FASE 2: Convencimento – 8 a 16 de novembro Esta fase vai apresentar a campanha, com foco na explicação de para onde vão os recursos doados pelos fiéis (ciclo das doações), na gestão ética e transparente, nos resultados dos projetos e nos testemunhos certificantes sobre seu impacto e transformações que provocam em diferentes realidades e contextos.

FASE 3 – Chamada para a ação – “Call to action” – 17 a 22 de novembro Nesta fase, será reforçado o convite e mensagens ao engajamento e participação dos cristãos católicos na Campanha e na realização de seu gesto concreto: a Coleta do Bem, dias 21 a 22/11, na solenidade de Cristo Rei.

Produtos de comunicação e subsídios:

A campanha produziu produtos de comunicação (cards para redes sociais, spots e podcasts, vts, matérias para o site da CNBB, vídeos para whatsapp) para cada etapa de comunicação prevista. Este material poderá ser encontrado no site: https://campanhas.cnbb.org.br.

Formas de doação:

Para fazer parte da obra da Evangelização da Igreja no Brasil, apoiando iniciativas de animação pastoral e projetos da promoção da vida, os cristãos católicos poderão contribuir de duas formas. Com a sua oferta nas missas e celebrações realizadas dias 21 e 22 de novembro, na solenidade de Cristo Rei, e fazendo sua doação em sua própria comunidade ou paróquia.

Ou se preferir pode doar digitalmente. Basta entrar no site: www.doe.cnbb.org.br, fazer um breve cadastro e doar a sua oferta.

Dúvidas e esclarecimentos: Comunicação CNBB

Em reunião, CONSER Leste 2 debate sobre Novo Estatuto da CNBB, Pilar da Caridade e Pacto pela Vida e pelo Brasil

Os (Arce)Bispos das (Arqui)Dioceses do Estado de Minas Gerais e do Espírito Santo reuniram-se, por videoconferência, na quinta-feira (29), para a reunião do Conselho Episcopal Regional (CONSER) do Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Após um momento de oração, os integrantes do CONSER partilharam sobre as contribuições de cada Província para o novo Estatuto da CNBB e sobre o Pilar da Caridade; Pacto pela Vida e pelo Brasil e as Indicações Pastorais do Regional. Os (Arce)Bispos também abordaram o Regimento das Comissões Episcopais de Pastoral; Diretório; TEIA (Tribunal Eclesiástico Interdiocesano e de Apelação); Pauta do Conselho Permanente; Lei Geral de Proteção de Dados; Processo de beatificação e outros.

Dom José Carlos de Souza Campos, bispo da Diocese de Divinópolis (MG) e presidente do Regional Leste 2, avaliou que a reunião foi positiva, considerando a riqueza da colegialidade, partilha entre os participantes e do momento de comunhão que os encontros do CONSER representam. Houve boa participação tanto no debate sobre o novo Estatuto, como nas iniciativas para concretizar o Pacto, o Pilar e as Indicações Pastorais.

Durante a reunião virtual ficou definido que Dom Francisco Cota de Oliveira, bispo da Diocese de Sete Lagoas (MG), assumirá o como bispo referencial da Comissão para o Ecumenismo, que atua em sintonia com o CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil) no diálogo ecumênico e inter-religioso. E também que Dom Roberto José da Silva, bispo da Diocese de Janaúba (MG), irá integrar o Conselho Fiscal do Regional Leste 2. 

Fonte: Regional Leste 2

A Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu nesta quarta-feira, dia 07 de outubro, um encontro

A Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu nesta quarta-feira, dia 07 de outubro, um encontro online com Padres Cantores. A iniciativa, que reuniu cerca de 23 padres, buscou refletir sobre as perspectivas pastorais para os padres cantores na Igreja do Brasil. O presidente da Comissão, dom Joaquim Giovani Mol, apresentou Dom Edilson Nobre para acompanhar os padres cantores.

“A ideia é buscarmos à luz das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da igreja no Brasil um alinhamento mínimo, de modo que mesmo falando palavras diferentes e de formas diferentes estejamos falando do mesmo Evangelho”, explicou o presidente da Comissão, dom Joaquim Giovani Mol. 

Presenças: 

Dom Edilson Nobre (acompanhe mais de perto os padres cantores)

Dom Mol

Pe. Tiago Sibula (secretário) 

Pe. Zezinho, SCJ

Pe. Zerou Coelho 

Frei Renã Barros

Pe. Cleidimar 

Pe. Joazinho, SCJ 

Pe. Rodrigo Papi 

Frei Gilson 

Pe. Reginaldo Carreira 

Pe. Nunes 

Pe. Ezequiel 

Pe. Ederson 

Pe. Rodrigo Rodrigues 

Pe. Alessandro Campos 

Pe. Kleber Tostes 

Pe. Marcelo Rossi 

Pe. Denis 

Pe. Jairo 

Pe. Anderson Gomes

Pe. Omar 

Pe. Reginaldo Manzotti 

Pe. Fabrício Farias 

Pe. Diogo Albuquerque 

Pe. Patrick (Campanhas da CNBB)

Manuele (secretária de comunicação CNBB)

Fratelli Tutti, a nova encíclica do Papa Francisco

O Papa Francisco assinou ontem a 3ª encíclica do seu pontificado: Fratelli Tutti (Todos Irmãos). Hoje, 4 de outubro de 2020, dia que a Igreja celebra São Francisco de Assis, a Encíclica foi publicada e, como diz o Papa, logo no primeiro artigo aponta e propõe “a forma de vida com sabor a Evangelho” que São Francisco proponha aos seus irmãos e seguidores.

O Papa assinou a Encíclica em Assis, junto ao túmulo de São Francisco e não esconde que este santo foi sua inspiração tanto na publicação da Encíclica Laudato Si quanto agora na Fratelli Tutti: fraternidade com todas as criaturas. O gesto do Papa de ir até Assis para assinar a Encíclica é carregado de simbolismo e nos faz lembrar que a escolha do nome Francisco pelo Papa foi um compromisso com o santo da ‘paz e bem’.

O subtítulo da nova encíclica traz uma expressão também nova “amizade social” que se completa como uma chave de leitura do documento: Sobre a fraternidade e a amizade social. Este é o assunto principal que permeia os oito capítulos.

Extremamente contextualizada, a Fratelli Tutti, traz luzes para pensarmos o mundo pós-pandemia, economia do futuro, fome, desigualdades, refugiados, guerras. Enfim, o Papa aponta o caminho da fraternidade e amizade social como solução para “as pandemias” que afetam a sociedade atual.

 

Capítulos que compõem a Encíclica:

I – As sombras de um mundo fechado

II – Um estranho no caminho

III – Pensar e gerar um mundo aberto

IV – Um coração aberto ao mundo

V – A política melhor

VI – Diálogo e amizade social

VII – Percursos dum novo encontro

VIII – As religiões ao serviço da fraternidade no mundo

 

A linguagem é direta e simples e reflete os medos e desafios atuais assim como imagens e exemplos de vida que jogam luzes sobre o momento que vivemos. Fratelli Tutti é a terceira encíclica do Papa Francisco que já havia publicado a Evangeliio Gaudium em 2013 e a Laudato Sí em 2015.

 

A Nova Encíclica já está disponível em português e pode ser lida clicando no anexo ou aqui.

 

Padre João Carlos Almeida (Pe. Joãozinho, scj) escreveu suas impressões sobre o novo documento. Leia abaixo:

“Logo que recebi o texto da Encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco – assinada em Assis no dia 03 de outubro de 2020 – comecei imediatamente a ler, imaginando que continuaria a leitura mais tarde… mas não consegui parar antes da última página.

Esse é o texto que o mundo precisava neste momento dramático de sua história. No número 6 o papa revela que o tema central da encíclica é a “fraternidade universal”. Não pretende dizer tudo sobre o amor fraterno, mas apenas falar sobre essa abertura a todos, num tempo em que os tribalismos, partidarismos e todo tipo de fechamento sobre povos e ideologias ganham um espaço tremendo. O papa nos provoca a termos um coração aberto e fraterno. Afirma também que a Fratelli Tutti é uma encíclica social, assim como foram a Rerum Novarum de Leão XIII até a Caritas in Veritate de Bento XVI. Aliás, pelas minhas pesquisas, a Caritas in Veritate é o documento social mais citado pelo Papa Francisco na sua terceira encíclica. Ele continua traduzindo o pensamento teológico do papa emérito Bento XVI de maneira muito pastoral, atual e provocativa.

Fiquei encantado com o primeiro capítulo, onde ele descreve as sombras de um mundo fechado sobre si. É como se o papa pintasse um cenário do nosso tempo, com todas as sombras que temos hoje e, a partir daí, nos outros capítulos ele mostrasse as luzes de esperança sobre este cenário de sombras. São os nossos dramas deste século 21, que já começa com uma pandemia inesperada, citada também no documento, que continua oferecendo caminhos de esperança.

O capítulo 2 já começa com a história do bom samaritano, esse estranho no caminho, que faz trazer todos para dentro da festa da vida. Essa é a proposta do cristianismo. Queremos chamar a Deus de Pai, como fez São Francisco, que em seu momento de conversão chamou a Deus de “pai nosso”.

O capítulo 3 procura pensar e gestar um mundo aberto. Precisamos estar mais próximos uns dos outros. Os povos e nações precisam estar mais próximos. O capítulo 4 me encantou porque, afinal, sou um sacerdote do Sagrado Coração de Jesus. O papa nos pede que tenhamos um coração aberto ao mundo inteiro. Precisamos ter um coração aberto e solidário. Esse pedido atravessa todas as páginas do texto da encíclica.  O quinto capítulo vai direto ao ponto da questão política, criticando os populismos. Ser popular não é ser populista. O papa denuncia a nova onda de demagogia mundial; não é democracia é demagogia. É um capítulo tão curto quanto forte. O sexto capítulo fala sobre o diálogo e a amizade social. Mostra como criar uma cultura do encontro na prática. Essa encíclica desdobra a cultura do encontro característica do Papa Francisco. No sétimo capítulo são apresentados caminhos de reencontro a partir da verdade. O papa mostra claramente como é que podemos arquitetar a paz. Ele usa a expressão “artesanalidade”. Devemos ser “artesãos da paz”. A paz se faz como tricô; é ponto depois de ponto; nó depois de nó. Não se faz simplesmente com projetos escritos. A encíclica critica duramente a guerra e a pena de morte. Esta é claramente excluída de toda a possibilidade de legislação sensata. O capítulo oitavo é o último e encerra as reflexões do papa Francisco sobre a fraternidade universal. Ele afirma que as religiões estão a serviço da fraternidade no mundo e não podem ser instrumentalizadas em favor de interesses particulares. A religião é instrumento de fraternidade e não instrumento de guerra, como alguns querem fazer crer.

A encíclica Fratelli Tutti termina com duas belíssimas orações, a primeira ao Criador e a segunda em tom mais ecumênico. O Papa Francisco acertou em cheio nesse texto sobre fraternidade inspirado em Francisco de Assis, patrono do seu pontificado, em um tempo tão dividido por discórdias e agredido por um vírus que nós não pedimos e por uma pandemia que nos incomoda e que demora para passar. O Papa Francisco lança uma luz de Esperança com sua nova encíclica Fratelli Tutti”.

O Seminário de Comunicação tem como principal objetivo ser um canal de colaboração para a Igreja no Brasil, de forma acadêmica e prática no

Anualmente, a Arquidiocese do Rio de Janeiro organiza o Seminário de Comunicação Social para participantes de todo o Brasil. É um evento que reúne por três dias os principais responsáveis dos departamentos de comunicação das (arqui)dioceses, congregações religiosas, institutos e pessoas interessadas na comunicação institucional da Igreja. O Seminário de Comunicação tem como principal objetivo ser um canal de colaboração para a Igreja no Brasil, de forma acadêmica e prática no âmbito da comunicação.

Nesta sétima edição, que se realizará de 22 a 24 de outubro de 2020, o evento será 100% no formato virtual por causa da pandemia do Covid-19, o tema escolhido é “Mídia e religião: as novas concepções de relação com o sagrado”. Para este seminário, alguns profissionais das diversas áreas da comunicação, ligados com o tema central do evento, foram convidados para conduzir os participantes.

Garanta sua vaga, fazendo a pré-inscrição pelo link:

seminariodecomunicacao.com.br

O que é o Seminário?

O Seminário é um encontro de profissionais da área da comunicação eclesial no Brasil. Tem como principal objetivo ser um local de colaboração na formação destes referenciais das dioceses, Congregações, Institutos e Movimentos que desenvolvem um papel fundamental na comunicação. Estes referenciais são os facilitadores na multiplicação das informações nas suas instituições de correspondência.

A cada ano um tema é escolhido de acordo com uma linha de planejamento, em consonância com as necessidades atuais na Igreja do Brasil, dentro desta área. Ao longo das 5 edições se observa um crescimento no número de participantes, chegando atualmente a mais de 70 dioceses, congregações religiosas, movimentos, institutos e leigos com iniciativas próprias.

O Seminário de Comunicação prima o máximo de aproveitamento possível dos estudos apresentados pelos conferencistas convidados, enriquecendo-se substancialmente com a interação dos participantes durante todo o período do encontro.

As áreas de interesse do Seminário de Comunicação: Jornalismo, Marketing, Publicidade, Gestão e Estratégias, Tecnologia, Pascom, Dioceses, Arquidioceses, Congregações Religiosas, Institutos e Movimentos.

Programação do Seminário de Comunicação 2020

22/10

16h Abertura – Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro e Pe Arnaldo Rodrigues, Vigário episcopal para a Comunicação;

16h20 Primeira conferência – Moisés Sbardelotto – Jornalista, tradutor e consultor em comunicação para diversas entidades civis e religiosas;

17h Perguntas

17h20 Segunda Conferência – Edson Andrade – Pesquisador e Analista de monitoramento das redes

 18h Perguntas

 18h20 Encerramento

23/10

 16h0 Acolhida 

16h10 Terceira Conferência – Fernando Gallo – Twitter Brasil – Gerente de políticas públicas do Twitter no Brasil

 17h Perguntas

 17h20 Quarta Conferência – Adriano Marcandali – Diretor do Workplace by Facebook na América Latina

 18h10 Perguntas

 18h30 Quinta conferência

 19h Perguntas

 19h20 Encerramento

24/10 

09h Sexta Conferência – Prof. Filipe Montargil – Coordenador do curso de Mestrado em audiovisual e Multimédia – Portugal 

10h Perguntas 

10h20 Sétima Conferência – Cristiane Murray – Vice diretora da Sala de imprensa da Santa Sé (Vaticano)

11h20 Perguntas

11h40 Dom Orani João Tempesta – Encerramento