Notícias da Igreja

A partir de hoje Dom Wladimir passa a ser bispo eleito da Diocese de Lorena e administrador apostólico da Diocese de Colatina.

A Nunciatura Apostólica comunicou na manhã de hoje (13) a decisão do papa Francisco em nomear dom Joaquim Wladimir Lopes Dias, atual bispo de Colatina, como novo bispo da diocese de Lorena (SP), vacante desde a transferência de dom João Inácio Muller, ocorrida em 2019, para a arquidiocese de Campinas (SP). Com isso dom Wladimir passa a ser, a partir de hoje, bispo eleito da Diocese de Lorena e administrador apostólico da Diocese de Colatina.

De acordo com as primeiras informações Dom Wladimir deve deixar Colatina em fevereiro, quando tomará posse em Lorena. Quando a posse ocorrer, o governo da Diocese de Colatina passará para o Colégio de Consultores até que seja eleito o Administrador Diocesano. Até a nomeação de um novo bispo, a sede permanecerá vacante.

Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias

Nasceu em 23 de outubro de 1957, em Cafelândia (SP). Fez o ensino básico no Grupo Escolar de Cafelândia e o ensino médio na Escola Estadual Professor José Ranieri, em Bauru (SP). Em 1979, graduou-se em Administração de Empresas, na Faculdade Padre Anchieta, em Jundiaí (SP). A iniciação cristã foi realizada na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em sua terra natal, na Diocese de Lins. Ingressou no Seminário Diocesano de Jundiaí e estudou Teologia no Instituto Pio XI de 1994 a 1997. Após os estudos, foi ordenado diácono em 8 de agosto de 1997, vindo a exercer o ministério diaconal na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Jundiaí.

Foi ordenado sacerdote no dia 12 de dezembro do mesmo ano. A partir de então, exerceu as seguintes funções na Diocese de Jundiaí: codiretor do movimento Cursilho de Cristandade (dezembro de 1997); vigário da Paróquia São Sebastião (Itupeva, dezembro de 1997); pároco da Paróquia São Francisco de Assis (Campo Limpo, janeiro de 1999); pároco da Paróquia Nossa Senhora da Piedade (Várzea Paulista, outubro de 2001); presbítero a serviço da Diaconia Territorial de Santo Antônio (Botujuru, Campo Limpo Paulista, junho de 2002;) vice-reitor do Seminário Nossa Senhora do Desterro (Jundiaí, janeiro de 2003); membro do Colégio de Consultores da Diocese de Jundiaí (janeiro de 2006); reitor do Seminário Nossa Senhora do Desterro (Jundiaí, fevereiro de 2006); vigário paroquial da Paróquia Nova Jerusalém (Jundiaí, fevereiro de 2006); vigário geral da Diocese de Jundiaí (fevereiro de 2006); pároco da Paróquia São Roque (Jundiaí, janeiro de 2009); e administrador diocesano (março de 2009).

Em 21 de dezembro de 2011, foi nomeado pelo Papa Bento XVI bispo titular de “Sita” e bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória (ES). Foi ordenado bispo em 4 de março de 2012. Em 14 de maio de 2014, foi nomeado administrador apostólico da Diocese de Colatina. No dia 4 de março de 2015, foi nomeado bispo da Diocese de Colatina, pelo Papa Francisco.

Fontes: https://www.cnbb.org.br/nomeado-novo-bispo-para-a-diocese-de-lorena-sp/

https://diocesedecolatina.org.br/dom-wladimir-e-nomeado-bispo-da-diocese-de-lorena-sp/

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, divulgou vídeo nesta

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, divulgou vídeo nesta segunda-feira, 11 de janeiro, alertando que “é urgente cobrarmos celeridade para o início da vacinação” e que “a pandemia se tornará ainda mais perigosa se a desinformação prevalecer”.

Dom Walmor sublinha que a pandemia do novo coronavírus “é um deserto que todos nós família humana estamos atravessando”, ao recordar as 200 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19. “Para vencer essa travessia, precisamos caminhar juntos”, ressaltou.

Em seguida, o presidente da CNBB destaca a importância das vacinas, as quais são oferecidas pela ciência, “frutos de diferentes pesquisas”; e o início da vacinação em vários países.

Nesse sentido, “não podemos ficar para traz”, exortou dom Walmor. “É urgente cobrarmos celeridade dos governantes para o início da vacinação. Ainda mais importante, não podemos nos deixar enganar por notícias falsas. As vacinas, antes de chegarem à população, são amplamente testadas por variadas equipes de cientistas independentes”, afirmou.

Os riscos de se vacinar, continuou, são infinitamente menores do que as ameaças da doença que, a cada dia, mata mais pessoas. Dom Walmor convida a todos exigirem a solução para a pandemia: “Insista junto às autoridades públicas para que fortaleçam o Sistema Único de Saúde (SUS) para que cada pessoa, rica ou pobre, tenha o direito de ser vacinada. A vacina nos ajuda a superar a covid-19″.

Por outro lado, as notícias falsas e a desinformação tornam a pandemia ainda mais perigosa, “afastando aas pessoas da vacina”. Dom Walmor ressalta que sejam evitadas as notícias falsas e que todos sejam “corresponsáveis” no cuidado uns pelos outros.

Fonte: https://www.cnbb.org.br/dom-walmor-cobrar-celeridade-inicio-vacinacao/

Na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim padre Walter Luiz Barbiero Milaneze Altoé é o Administrador Diocesano há 2 anos.

Nesta semana Dom Dario Campos completou seu segundo aniversário como Arcebispo Metropolitano de Vitória. Ele foi nomeado no dia 07 de novembro de 2018 e assumiu a Igreja particular de Vitória em 05 de janeiro de 2019. Na época Dom Dario era bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, região Sul do Espírito Santo, e desde então a Sé está vacante e o padre Walter Luiz Barbiero Milaneze Altoé foi escolhido como Administrador Diocesano.

O presbítero lembra de todo processo com a saída de Dom Dario. Ele conta que o colégio de consultores de Cachoeiro de Itapemirim tinha apenas 8 dias para eleger seu Administrador Diocesano e no dia 11 de janeiro de 2019 foi realizada uma reunião dos padres, em que ele foi eleito para esta missão onde permanece até os dias atuais.

Padre Walter foi ordenado presbítero em 25 de março de 2000, por Dom Luiz Mancilha Vilela, que era Bispo de Cachoeiro de Itapemirim na época. Dom Luiz também veio da Diocese no Sul de Estado quando foi nomeado Bispo Coadjutor da Arquidiocese de Vitória, em 2003.

Existe uma ligação muito grande entre as Dioceses da Província Eclesiástica do Espírito Santo, mas em especial entre a Diocese de Cachoeiro e a Arquidiocese de Vitória quando se trata dos bispos. O administrador Diocesano lembra que Dom Silvestre é filho de Cachoeiro de Itapemirim, Dom Luiz Mancilha foi bispo deles por 17 anos e Dom Dario foi bispo durante 7 anos.

Sobre a função de um Administrador Diocesano padre Walter destaca que com a Sé Vacante é eleito um ordinário para o lugar que é provisório e temporário. Ele administra a Diocese em todos os âmbitos: econômico, financeiro, mas também pastoral e litúrgico, naquilo que sejam as necessidades da Igreja particular.

“O Administrador Diocesano deve manter a Igreja viva, ajudar para que todas as forças vivas da Diocese estejam firmes, atuantes. E é o que a gente tem tentado fazer nesses dois anos juntamente com os irmãos padres do colégio de consultores. Animar a vida diocesana para que permaneça firme, constante, animada e fortalecida enquanto aguardamos um novo bispo chegar”, reforça.

Conforme o Código de Direito Canônico a missão também fala duas coisas que são orientadoras: primeiro que nada se mude na Sé Vacante, no princípio de que nada que seja importante e fundamental na vida Diocese seja modificado porque pode prejudicar a atuação do bispo, quando este chegar. Por outro lado, o código diz que a partir de um ano da Vacância da Sé o Administrador Diocesano tem seus poderes aumentados para favorecer que a Igreja particular não seja prejudicada pela ausência do bispo diocesano.

Sobre como estão sendo esses dois anos na Diocese, padre Walter destaca que eles celebraram em 2018 a Assembleia Diocesana e estão seguindo todos os passos que foram traçados. Além disso, desde o primeiro dia da nomeação de Dom Dario para a Igreja de Vitória, o povo tem rezado pela nomeação de seu novo bispo. 

“Então na Diocese tem um clima de muito acolhimento para aquele que for nomeado nosso bispo diocesano e nosso povo está insistindo na oração ao longo desses dois anos. Mantemos essa firmeza na oração com a confiança de que está nas mãos de Deus e Ele vai nos encaminhar o que for melhor para nossa Diocese”, finaliza o Administrador Diocesano. 

Livro “Ação Pastoral na dinâmica do novo normal”, lançado pela Edições CNBB, aponta pistas para a Ação Pastoral e Eclesial neste tempo da pandemia.

A Edições CNBB, editora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lançou o livro “A Ação Pastoral na dinâmica do novo normal”, de autoria de dom Edson Oriolo, bispo de Leopoldina (MG). A obra visa iluminar o pensamento da dinâmica evangelizadora da Igreja diante da crise pandêmica que assola o Brasil e o mundo.

O bispo escreveu uma série de artigos em que analisa o impacto da pandemia no agir da missão, com o desejo de trazer luzes para a ação pós-pandemia. “Dessa maneira, penso que poderão nos ajudar a reorganizar, reinventar, repensar, redesenhar e redescobrir estratégias e metas para que – criativos e ativos – alcancemos os objetivos Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil 2019-2023”, afirma dom Edson.

A série de artigos aborda temas importantes que ajudam a pensar a evangelização nos dias atuais. Nesse aspecto, para fins de clareza da compreensão, dom Edson elaborou o texto a partir de três eixos: a perspectiva eclesiológica, a perspectiva midiática e a perspectiva pastoral. Estão didaticamente divididos em capítulos intitulados “olhares”.

No que concerne à perspectiva eclesiológica-celebrativa, estão inseridos os seguintes títulos: Renovação Eclesial inadiável; O Sacerdote mistagogo; Igreja: Corpo Místico de Cristo; A procrastinação na atualidade; A Celebração Eucarística na sociedade do espetáculo; Celebrar a beleza da fé e A Igreja pensada em “rede”.

A perspectiva referente à questão midiática compreende os artigos: Lives na Evangelização; Redes Sociais; Notícias falsas na contemporaneidade e Fomo ou Jomo? Eis a questão. O eixo pastoral está contemplado pelos artigos: Economia de Jesus; Comunhão, solidariedade e humanização; A generosidade; #fiqueemfamília; Fraternidade e vida em tempos de coronavírus; Na invisibilidade de um vírus, a visibilidade de um crucifixo que impõe silêncio; Tempo e espaço na dinâmica da Evangelização; e Pistas para a Ação Evangelizadora.

O bispo segure que esses artigos sejam analisados à luz dos objetivos da ação evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023), como um apoio para uma leitura da ação pastoral.

“Não aconselhamos que sejam lidos de uma só vez: é interessante que, de acordo com a realidade vivenciada, sejam refletidos com as forças vivas das paróquias, comunidades eclesiais missionárias, pastorais, movimentos etc. Esse “novo normal” está apontando caminhos, tendências, estratégias, demandas, perguntas e respostas para evangelização no mundo urbano”, sugeriu dom Edson.

O livro está disponível para venda no site da Editora da CNBB: https://www.edicoescnbb.com.br/

Covid-19 e a Ação Evangelizadora da Igreja

Dom Edson salienta que a crise sanitária ocasionada pelo surto da Covid-19 repercute na ação evangelizadora, levando-os a refazer planos, adiar compromissos, reconsiderar metas. “Modifica grandemente projetos e ações imediatas, imperativos para cumprir a missão de evangelizar, sobretudo o anúncio da Palavra de Deus, a administração dos Sacramentos e o cuidado para com os últimos da sociedade”, afirma.

Mesmo diante de uma crise com tal dimensão, dom Edson reitera que a missão da Igreja no Brasil é importantíssima e não pode parar:

“Diante de nós, ela se apresenta com premência na responsabilidade de “evangelizar no Brasil cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais missionárias, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude” (Doc. CNBB 109, Objetivo Geral)”, finaliza.

Fonte: https://www.cnbb.org.br/edicoes-cnbb-publica-livro-sobre-a-acao-pastoral-na-dinamica-do-novo-normal/

Todos os anos, no dia 1º de janeiro, é celebrado o Dia Mundial da Paz.

Todos os anos, no dia 1º de janeiro, é celebrado o Dia Mundial da Paz. Inicialmente era chamado de Dia da Paz. A data foi instituída pelo Papa Paulo VI, no dia 08 de dezembro de 1967. 

“A proposta de dedicar à paz, o primeiro dia do novo ano, não tem a pretensão de ser qualificada como exclusivamente religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da paz”, dizia o Papa Paulo VI em sua mensagem em 1967

Todos os anos o Vaticano realiza uma cerimônia oficial sobre a data, havendo sempre um novo tema para o Dia Mundial da Paz escolhido pelo Papa. 

Já foram abordados 52 temas. São sempre abordados assuntos relacionados à solidariedade, conflitos mundiais, pobreza, infância e adolescência, educação, direitos humanos, perdão etc.

Em 2018 o tema escolhido foi “Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz”. Em 2019, “A boa política está ao serviço da paz”. O tema de 2020 foi “A paz como caminho de esperança: diálogo, reconciliação e conversão ecológica”. Para o ano de 2021 temos: “A cultura do cuidado como percurso para a paz”.

 

Carta sobre o dia mundial da Paz 01/01/2021

O Santo Padre, como é de costume, todos os anos escreve uma carta com vistas ao dia Mundial da Paz, que é celebrado em primeiro de janeiro. Nesse ano ele traz como tema “A Cultura do Cuidado como Percurso de Paz”.

 

Se dirigindo à todos os povos do planeta, Francisco começa o documento falando sobre as dificuldades enfrentadas em 2020. Segundo ele, foi um tempo de sacrifício e de perdas de vidas , empregos e de muito trabalho para os profissionais de saúde que atuaram fadigados por causa da pandemia. “O ano de 2020 ficou marcado pela grande crise sanitária da Covid-19, que se transformou num fenômeno plurissetorial e global, agravando fortemente outras crises inter-relacionadas como a climática, alimentar, económica e migratória, e provocando grandes sofrimentos e incómodos.”

 

O Papa também falou sobre como é “é doloroso constatar que, ao lado de numerosos testemunhos de caridade e solidariedade, infelizmente ganham novo impulso várias formas de nacionalismo, racismo, xenofobia e também guerras e conflitos que semeiam morte e destruição.”

 

Num dos subtemas da carta, “Deus criador, modelo do cuidado”, o Papa Francisco discorre sobre a importância do carinho com o outro, para ele “digna de nota é também a tradição profética, onde o auge da compreensão bíblica da justiça se manifesta na forma como uma comunidade trata os mais frágeis no seu seio. É por isso que particularmente Amós (2, 6-8; 8) e Isaías (58) erguem continuamente a voz em prol de justiça para os pobres, que, pela sua vulnerabilidade e falta de poder, são ouvidos só por Deus, que cuida deles (cf. Sal 34, 7; 113, 7-8).”

 

Num outro trecho está o alerta para o trabalho de ajuda comunitária: “As obras de misericórdia espiritual e corporal constituem o núcleo do serviço de caridade da Igreja primitiva. Os cristãos da primeira geração praticavam a partilha para não haver entre eles alguém necessitado (cf. At 4, 34-35) e esforçavam-se por tornar a comunidade uma casa acolhedora, aberta a todas as situações humanas, disposta a ocupar-se dos mais frágeis.

 

Ao dizer que não há paz sem a cultura do cuidado, ele observa que tal ação é compromisso comum e que não devemos ceder “à tentação de nos desinteressarmos dos outros, especialmente dos mais frágeis.” E completa dizendo que “a cultura do cuidado, enquanto compromisso comum, solidário e participativo para proteger e promover a dignidade e o bem de todos, enquanto disposição a interessar-se, a prestar atenção, disposição à compaixão, à reconciliação e à cura, ao respeito mútuo e ao acolhimento recíproco, constitui uma via privilegiada para a construção da paz.”

 

Abaixo está a carta na íntegra.

Anexos

Convocação do Papa Francisco para o Ano dedicado a São José.

No ano de 8 de dezembro 2020 (ontem) a 8 de dezembro de 2021, o Papa Francisco convocou a Igreja Católica a celebrar o Ano de São José. A convocação foi feita juntamente com a publicação da Carta Apostólica ‘Patris corde’, em português ‘Com coração de Pai’, na qual o Papa enaltece o pouco que os Evangelistas narram sobre este homem a quem Deus confiou a missão de criar o Seu Filho.

 

8 de dezembro marca também os 150 anos do decreto Quenadmodum (1870) do beato Pio IX, que declarou São José como Padroeiro da Igreja Católica.

 

Na Carta Apostólica, Francisco, faz uma relação das dificuldades que São José enfrentou para cumprir a missão que Deus lhe confiou: o casamento com Maria, o nascimento de Jesus, a fuga e permanência no Egito e a vida em Nazaré e ressalta que ele foi a expressão do amor de Deus que é Pai.  O Papa lembra o quanto São José pode nos ensinar com seu exemplo sobre as dificuldades que enfrentamos com a pandemia, a falta de emprego e frágeis condições de vida e as necessidades dos imigrantes.

 

O objetivo da Carta é, segundo o Papa “ é aumentar o amor por este grande Santo, para nos sentirmos impelidos a implorar a sua intercessão e para imitarmos as suas virtudes e o seu desvelo”.

 

Em 7 pontos, a ‘Patris corde’ nos leva a percorrer e entender o personagem silencioso, obediente e fiel e ainda nos convida a adotá-lo como modelo e intercessor perante Deus: 1. Pai Amado 2. Pai na ternura 3. Pai na obediência 4. Pai no acolhimento 5. Pai com coragem criativa 6. Pai trabalhador 7. Pai na sombra.

Leia a Carta Apostólica ‘Patris corde’ no anexo. 

Anexos

Primeiro de dezembro é o Dia Mundial de Luta contra a Aids. A data é uma criação da ONU e é celebrada desde 1987,

Primeiro de dezembro é o Dia Mundial de Luta contra a Aids. A data é uma criação da ONU e é celebrada desde 1987, porém, no Brasil, o projeto só foi adotado pelo Ministério da Saúde em 1988.

Em 2020 a Pastoral da Aids adotou como tema para a campanha o título “É tempo de Cuidar”, fazendo alusão a Ação Solidária da Igreja no Brasil. Segundo Dom Luiz Ricci, Presidente da Comissão Episcopal para a Pastoral da Aids, mesmo diante da pandemia do COVID-19 a pastoral continua dando assistência espiritual e material aos infectados pela doença.

Segundo a CNBB, “a Pastoral da Aids tem se somado ao esforço de organizações da sociedade e do governo brasileiro na mobilização para realizar ações de conscientização, prevenção e autocuidado e luta contra estigma e preconceito em relação ao HIV.”

Dom Luiz, que está em Vitória, disse que o trabalho dos agentes tem sido muito importante nesse tempo de pandemia, pois mesmo sem poder fazer encontros presenciais eles têm estado presentes na vida das pessoas. Ele afirma que “se não podemos curar, podemos cuidar” e “cuidar sempre”, afirmou.

O bispo referencial da Aids presidirá missa na Catedral de Vitória hoje, às 18h. Ela será transmitida para todo o Brasil pelos canais da CNBB (Facebook/pastoraldaaidsnacional – Youtube/pastoraldaaidscnbb) e pela rádio América FM 91,1.

Dom Luiz disse que dentro da dimensão do cuidar é preciso “oração em favor da vida dos pesquisadores, profissionais de saúde e outros que trabalham na busca de um medicamento que cure.”

O vigário da Pastoral da Aids no Brasil é o Pe Antônio Peroni, membro do clero da Arquidiocese de Vitória. Ele trabalha na comissão episcopal diretamente com Dom Luiz Ricci.