Notícias da Igreja

Estão disponíveis as orientações para elaboração das sínteses diocesanas da etapa de escuta. A Arquidiocese de Vitória deu prazo para as paróquias enviarem suas

Estão disponíveis as orientações para elaboração das sínteses diocesanas da etapa de escuta. A Arquidiocese de Vitória deu prazo para as paróquias enviarem suas sínteses até final de maio e as respostas estão chegando. Para quem ainda não enviou pode encaminhar para o email: [email protected]. Para a equipe que fará a síntese arquidiocesana seguem abaixo as orientações publicadas no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

A Equipe de Animação do Sínodo 2023 no Brasil divulgou nesta terça-feira, 5 de maio, os encaminhamos e as principais orientações para a padronização do formato da síntese diocesana. Trata-se, segundo informe da Equipe, de um material não para padronizar conteúdos, mas para oferecer um suporte tanto às Equipes Diocesanas quanto ao processo subsequente de elaboração da síntese nacional.

As orientações foram elaboradas tendo em conta os materiais indicados pela Secretaria Geral do Sínodo. A Equipe Nacional reforça que a síntese não é o ponto final do processo sinodal na (arqui) diocese, mas uma comunicação de tal processo, que também ajudará a vislumbrar possibilidades futuras advindas de tal experiência sinodal. Como parte do processo sinodal, a Equipe Nacional recomenda que a síntese final da Igreja Local seja tornada pública.

Recomendações para a elaboração da síntese:

“É importante, portanto, que a síntese seja objetiva, mas abranja a diversidade de opiniões e vozes expressas. Também é interessante recordar que a síntese visa colher e expressar os frutos do processo sinodal de modo que sejam compreensíveis mesmo àqueles que não participaram dele, indicando como o chamamento do Espírito Santo para a Igreja foi compreendido no contexto local”.

Prazo para o envio da síntese

O documento oferece ainda orientações sobre a formatação da síntese, a estrutura e o conteúdo (introdução, corpo da síntese e conclusões) e informações úteis como quem deve produzir a sistematização final do documento. O prazo para envio da síntese diocesana é até o dia 31 de julho deste ano e o material deverá ser  enviado para a Equipe Nacional de Animação do Sínodo de 2023, no e-mail: [email protected]

Para acessar o material clique aqui: Sínodo 2023 – Orientações para as sínteses diocesanas

Fonte: matéria publicada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

A POM, Pontifícias Obras Missionárias está reunida em Lyon na França de 16 a 23 de maio em Assembleia Geral. Para a ocasião o

A POM, Pontifícias Obras Missionárias está reunida em Lyon na França de 16 a 23 de maio em Assembleia Geral. Para a ocasião o Papa Francisco enviou uma mensagem. Leia abaixo a matéria publicada no site do Vaticano:

O Papa Francisco enviou uma mensagem às Pontifícias Obras Missionárias (POM) reunidas em Lyon, a partir desta segunda-feira (16/05), até o próximo dia 23, no Centro Valpré, para sua Assembleia Geral. Os 120 diretores nacionais das POM e o seu presidente, dom Giampietro Dal Toso, escolheram se encontrar nesta cidade francesa em concomitância com a beatificação de Pauline Jaricot, no próximo domingo, que 200 anos atrás fundou uma das quatro obras missionárias, a Obra de Propagação da Fé. O rito de beatificação será presidido pelo prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, cardeal Luis Antonio Tagle. Pauline tinha 23 anos quando fundou o organismo para apoiar a atividade missionária da Igreja.

“Alguns anos depois, ela começou o ‘Rosário Vivo’, um organismo dedicado à oração e à partilha de ofertas. De família rica, Pauline morreu na pobreza: com sua beatificação”, afirma o Pontífice em sua mensagem, “a Igreja atesta que ela soube acumular tesouros no Céu”.

Este ano, celebra-se também o centenário de elevação da Obra da Santa Infância e da Obra de São Pedro apóstolo, ao título de “Pontifícia”. Mais tarde, acrescentou a essas obras, a Pontifícia União Missionária, que celebra 150 anos do nascimento de seu fundador, o Beato Paolo Manna.

Não proselitismo, mas testemunho

O Papa ressalta na mensagem que “esses aniversários se inserem na celebração dos 400 anos da Congregação De Propaganda Fide, à qual as Pontifícias Obras Missionárias estão intimamente ligadas e com as quais colaboram no apoio às Igrejas nos territórios confiados ao Dicastério, para a difusão do Evangelho em terras até então desconhecidas”. “O impulso evangelizador nunca falhou na Igreja e seu dinamismo fundamental sempre permanece. É por isso que eu quis que o Dicastério para a Evangelização assumisse um papel especial na renovada Cúria Romana para promover a conversão missionária da Igreja (Praedicate Evangelium, 2-3), que não é proselitismo, mas testemunho: sair de si para anunciar com a vida o amor gratuito e salvífico de Deus por nós, chamados a ser irmãos e irmãs”, frisa o Pontífice no texto.

“Pauline Jaricot gostava de dizer que a Igreja é de sua natureza missionária e que, portanto, cada pessoa batizada tem uma missão; aliás, é uma missão.  Ajudar a viver essa consciência é o primeiro serviço das Pontifícias Obras Missionárias, um serviço que realizam com o Papa e em nome do Papa.  Este elo das POM com o ministério petrino, estabelecido cem anos atrás, traduz-se em serviço concreto aos Bispos, às Igrejas particulares, a todo o Povo de Deus.  Ao mesmo tempo, é sua tarefa, de acordo com o Concílio, ajudar os Bispos a abrir cada Igreja particular aos horizontes da Igreja universal”, ressalta ainda Francisco.

Os jubileus celebrados e a beatificação de Pauline Jaricot ofereceram ao Papa a ocasião para propor três aspectos que, graças à ação do Espírito Santo, contribuíram muito para o anúncio do Evangelho na história das POM.

Conversão missionária

Em primeiro lugar, a conversão missionária. Segundo o Papa, “a bondade da missão depende do caminho de saída de si mesmo, do desejo de não centralizar a vida em si, mas em Jesus que veio para servir e não para ser servido. Nesse sentido, Pauline Jaricot viu sua existência como uma resposta à misericórdia compassiva e terna de Deus: desde sua juventude ela procurou a identificação com seu Senhor, também através dos sofrimentos que passou, a fim de acender a chama de seu amor em cada pessoa.  Aqui se encontra a fonte da missão, no ardor de uma fé que não se contenta e que, através da conversão, se torna a cada dia imitação, para canalizar a misericórdia de Deus nas estradas do mundo”.

Oração

Isso é possível, em segundo lugar, “apenas através da oração, que é a primeira forma de missão. Não foi por acaso que Pauline uniu a Obra de Propagação da Fé ao Rosário Vivo, como se reiterasse que a missão começa com oração e não pode ser cumprida sem ela. Sim, porque é o Espírito do Senhor que precede e permite todas as nossas boas obras: a primazia é sempre da sua graça. Caso contrário, a missão se tornaria uma corrida em vão”.

Concretude da caridade

Por fim, a concretude da caridade: “Junto com a rede de oração Pauline deu vida a uma coleta de ofertas em grande escala e de forma criativa, acompanhando-a com informações sobre a vida e as atividades dos missionários. As doações de muitas pessoas simples foram providenciais para a história das missões”, ressalta ainda Francisco.

“Queridos irmãos e irmãs que participam da Assembleia Geral das Pontifícias Obras Missionárias, espero que vocês sigam as pegadas deixadas por esta grande missionária, e que se deixem inspirar por sua fé concreta, por sua coragem audaz e sua criatividade generosa”, conclui o Papa em sua mensagem.

Ao completar 15 anos da V Conferência da América Latina e Caribe, os presidentes do CELAM e da CNBB falam sobre a atualidade do

Ao completar 15 anos da V Conferência da América Latina e Caribe, os presidentes do CELAM e da CNBB falam sobre a atualidade do Documento. Leia a matéria publicada no site da CNBB.

Os presidentes do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), dom Miguel Cabrejos Vidarte, e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, concederam na manhã da sexta-feira, 13 de maio,  uma coletiva de imprensa sobre a atualidade do Documento de Aparecida, fruto da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano realizada no Santuário Nacional de Aparecida, de 13 e 31 de maio de 2007.

Em referência ao Papa Francisco, o presidente da CNBB ressaltou que “Aparecida não é um evento do passado, não é um documento que se esgotou, mas um desafio e uma interpelação muito atual para a Igreja na América Latina e Caribe e também uma inspiração para a Igreja no mundo inteiro”.

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) destacou que o Documento de Aparecida fala, no início, dos discípulos e discípulas missionários. “A nossa Igreja precisa oferecer às pessoas, o que é uma grande insistência do documento, a formação para sermos autenticamente discípulos e discípulas missionários. Isto se não faz apenas com o olhar para a realidade para dizer o que ela é, às vezes até de modo agoureiro; não com um olhar para a realidade para tratá-la analiticamente, mas com um olhar de esperança”, afirmou.

Sobre a pandemia, o presidente da CNBB afirmou que os cristãos que fazem a experiência importante e bonita do discipulado, como missionários de uma fé autêntica partindo de Cristo, serão capazes de fazer brotar esperanças, devolver alegrias e ter uma palavra que console os corações, não como acomodação mas como mística profética, para que as pessoas apostem na vida em plenitude.

De acordo com dom Walmor, o Documento de Aparecida tem respostas riquíssimas para este momento que está sendo vivido pela Igreja no continente com desafios que parecem, às vezes, intransponíveis. “Por exemplo, há um capítulo sobre a alegria da qual nós temos falado. A pandemia trouxe muita tristeza por causa dos muitos fracassos e o acirramento de lacunas que sempre experimentamos em nossa sociedade brasileira. Atingiu também muitas famílias. São muitos os mortos e muitas famílias enlutadas. Portanto, a alegria cristã é uma possibilidade de acender uma luz no coração de todos os homens e mulheres”, avaliou.

“Deus nos ajude como Igreja no Brasil, na América Latina e Caribe na participação de todo povo de Deus, como discípulos e discípulas missionárias para que possamos avançar nesta hora grave na história da humanidade, com problemas sérios na sociedade brasileira. Nós, com Cristo, temos uma grande contribuição a dar”, ressaltou.

Aparecida e o Sínodo 2023

Dom Walmor também apontou as contribuições da experiência da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano para o processo do Sínodo 2023. “Celebrar os 15 anos de Aparecida, e revisitar de maneira contemplativa, orante e reflexiva o seu documento, ajuda-nos a encontrar no caminho bonito que o Papa Francisco nos convoca, de celebração do Sínodo dos Bispos 2023, semelhanças com o caminho que já estamos percorrendo.

“Aparecida indica práticas sinodais nascidas da experiência do encontro pessoal e comunitário com Cristo. Tudo a partir Dele. Porque sinodalidade não é organização meramente, não é instituição meramente, sinodalidade é experiência de comunhão e participação fortalecendo a missão. Não se pode ter comunhão na Igreja e nem ser uma Igreja de comunhão no coração do mundo senão a partir da experiência do encontro pessoal com Cristo que é uma tônica, fundamental, no documento de Aparecida”, pontuou.

A Igreja e as polarizações presentes na sociedade

Um assunto que apareceu com muita ênfase nas questões levantadas pelos jornalistas foi a polarização presente na sociedade brasileira. Para dom Walmor onde se vê polarizações, se vê irracionalidades e falta de clareza nos  julgamentos. Como saída, o presidente da CNBB apontou ser necessário à Igreja investir na formação dos cristãos católicos para que compreendam que antes dos emocionalismos e posicionamentos político-partidários, é necessário iluminar as mentes e corações com a força do amor e de Deus.

“Por isto, o olhar do discípulo missionário é muito importante, porque do contrário nós corremos o risco de escorregar nos preconceitos, nas disputas, nos fundamentalismos, nos radicalismos, e isto não vai levar a nada. E a nossa Igreja está convocada a contribuir muit0. Não para indicar candidatos, mas no sentido civilizatório e evangelizador que precede esta escolha”, apontou.

Dom Walmor apontou que o Documento de Aparecida fala da política com a compreensão de que fora dela não é possível construir uma sociedade justa e fraterna. “Precisamos, como diz a Encíclica Fratelli Tutti, de uma ‘política melhor’ com vistas ao bem comum. Enquanto Igreja precisamos ajudar nesta compreensão, criando sensibilidades na perspectiva ecológica e social. É preciso muito diálogo em torno da sensibilidade que o Evangelho nos mostra com os pobres, com os sofredores e com a casa comum”, disse.

O presidente da CNBB disse que a polarização impede de ver a verdade e coloca as pessoas numa posição de se defender atacando, prática que apontou como não é cristã. “Reler o documento de Aparecida é se deixar banhar por uma espiritualidade que vai nos fazer sair destas polarizações e considerar as diferenças como riquezas e nos tornar capazes de oferecer uma palavra de Esperança. Mesmo como diferenças, podemos sentar numa mesa, dialogarmos e não rifarmos o sentido do bem comum”, disse.

Dom Walmor afirmou que o que está faltando é gente com competência humanística e espiritual. “Quem tem competência humanística sabe dialogar, articular as diferenças, escutar, opinar, abrir caminhos, dar novas respostas. Quem não tem, e falta espiritualidade, ataca, simplesmente se entrincheira, se põe contra e não é capaz de ter lucidez”, disse.

Desafios da Igreja na América Latina

O presidente CELAM e arcebispo de Trujillo (Peru), dom Miguel Cabrejos Vidarte, apontou que as polarizações não são apenas um fenômeno do Brasil mas que se repetem em todos os países da América Latina e Caribe.

“Estamos tentando responder, enquanto Celam, ao magistério pontifício mas também os desafios de hoje”, disse.  De acordo com ele, um dos desafios, é a formação de políticos que trabalhem para o interesse comum e não em vista de interesses particulares. “Uma coisa fundamental é compreender o poder como serviço”, pontuou.

O presidente do CELAM também falou sobre os desafios da comunicação da Igreja e a estruturação, no organismo, de um Centro de Comunicação. Ele ressaltou a importância da articulação de redes de ação pastoral e de comunicação e citou a experiência da primeira Assembleia Eclesial da América Latina e Caribe como uma expressão deste salto de comunicação dado pelo Conselho Episcopal. “Mais de mil pessoas se conectaram não apenas pela técnica mas em torno de um verdadeiro diálogo”, avaliou.

Para ele, é necessário que a Igreja se cerque de especialistas da comunicação, sobretudo da comunicação virtual, para avançar mais, conseguir ir além da transmissão de conteúdos e estabelecer um diálogo autêntico. Ele disse que o CELAM está ampliando os meios de comunicação mas que ainda falta muito. “Depois da pandemia, não há um caminho de volta. Estamos combinando metodologia de trabalho presencial e virtual”, disse.

Dom Walmor pontuou que, desde o início, a atual presidência da CNBB escolheu três eixos, entre o quais “A comunicação estratégica e o diálogo com a sociedade”. O presidente da CNBB disse que em termos de comunicação, a Igreja Católica no Brasil é um gigante mas se não avançar na articulação será como um gigante adormecido. “Avançamos muito, mas precisamos avançar mais para fortalecer a evangelização, com um cuidado com os conteúdos, respeitando os diferentes carismas”, disse.

Dom Miguel destacou que Aparecida vive e está presente em todo o contexto pastoral da América Latina e Caribe. Para resumir, citando uma frase do Papa, ele disse que Aparecida tem muito o que ensinar à Igreja Universal.

“O Celam tem tentando responder ao magistério do Papa com um processo de renovação e restruturação do organismo. Assumiu os grandes eixos: desenvolvimento humano e integral, ecologia integral e Igreja em saída. E agora, outro eixo importantíssimo, a comunhão e a sinodalidade”. Neste sentido, o presidente do Celam apontou o surgimento da Conferência Eclesial da Amazônia (CEAMA), como um esforço pastoral para fortalecer o sonho eclesial de uma Igreja com rosto amazônico.

Como desafios pastorais apontados por Aparecida que ainda precisam ser melhor trabalhados, o arcebispo de Trujillo (Peru) apontou a importância da vida missionária, a opção preferencial pelos pobres, conforme  apontada pelo Papa Bento XVI como um traço do coração de Cristo, a sinodalidade como exercício já vivido em Aparecida, uma nova organização do poder a partir do povo e o conceito de discípulos missionários. A referência da centralidade da Palavra de Deus para a missão e para ser discípulo missionário foi reforçada como um desafio a ser melhor trabalhado pelo presidente da CNBB.

Para assistir o vídeo da coletiva clique aqui.

O Papa Francisco que já havia anunciado uma viagem ao Sudão do Sul no próximo mês de julho (5 a 7), anunciou hoje, pelo
O Papa Francisco que já havia anunciado uma viagem ao Sudão do Sul no próximo mês de julho (5 a 7), anunciou hoje, pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, uma viagem ao Canadá nos dias 24 a 30 de julho.
A viagem foi um convite feito pelas autoridades civis, eclesiásticas e comunidades indígenas. O Papa acolheu o convite, pois já havia manifestado o desejo de ir ao Canadá motivado pelo processo de reconciliação da Igreja Local com os indígenas.
“Esta será a 38ª viagem apostólica do Papa, que visitará as cidades de Edmonton, Québec e Iqaluit. Na audiência de 1º de abril com delegações dos povos indígenas do Canadá, que havia encontrado individualmente antes, Francisco havia indicado um período de máxima, recordando a devoção “a Santa Ana, a avó de Jesus, este ano – disse ele – gostaria de estar com vocês, naqueles dias”. A memória de Santa Ana cai em 26 de julho”, diz a notícia divulgada no site do Vaticano.

Rezemos pelo Papa e suas viagens.

De 29 de maio a 5 de junho de 2022, Igreja cristãs se unem para celebrar a Semana de Oração pela Unidade Cristã. Leia

De 29 de maio a 5 de junho de 2022, Igreja cristãs se unem para celebrar a Semana de Oração pela Unidade Cristã. Leia a matéria e o convite publicado no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Comunidades católicas do Brasil se preparam, com outras Igrejas cristãs, para a celebração da Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC), edição 2022, de 29 de maio a 5 de junho. Organizada pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial de Igrejas, a SOUC deste ano tem o tema: “Vimos o seu astro no oriente e viemos prestar-lhe homenagem”, tendo como base o versículo 2, do capítulo 2, do Evangelho de Mateus.

Em Blumenau,  nos dias 9 e 10 de maio, o Conselho de Igrejas para Estudo e Reflexão (CIER), extensão do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) em SC, realizou um seminário on-line Preparatório da SOUC 2022, com a assessoria da secretária-geral do CONIC, pastora Romi Benke.

O Núcleo Ecumênico de Blumenau está em ritmo de preparação da Celebração da SOUC 2022, a ser realizada dia 29 de maio, às 17h, na Capela Ecumênica na cidade de Pomerode, da qual participarão o pastor sinodal do Sínodo Vale do Itajaí, Guilherme Lieven, e o bispo de Blumenau, dom Rafael Bienarski. Integram o Núcleo, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), a Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB), a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR).

De acordo com o presidente do Núcleo Ecumênico de Blumenau, padre Raul Kestring, na capela onde acontecerá a celebração (foto abaixo), famílias luteranas e católicas utilizam o mesmo espaço sagrado sob a orientação do padre e do pastor num inequívoco testemunho de convivência solidária, a caminho da visível unidade.

Capela ecumênica na cidade de Pomerode (SC) | Foto: padre Raul Kestring

Amizade: primeiro passo para o diálogo ecumênico

Na diocese de São José dos Campos (SP), no Vale do Paraíba, cinco celebrações, que envolverão oito regiões pastorais e diferentes Igrejas que participam da caminhada ecumênica local, marcarão a SOUC 2022. A Celebração de Abertura será na Igreja de Nossa Senhora das Graças, dia 30 de maio, às 19h30, e contará com pregação do bispo diocesano, dom José Valmor Cesar Teixeira, e do reverendo, Reinaldo de Souza, representante da Igreja Anglicana Família. A celebração tem o mesmo tema da SOUC 2022. Confira aqui a programação.

O assessor da Comissão Diocesana do Diálogo Ecumênico da diocese de São José dos Campos, padre Sebastião Cesar Barbosa, conta que a caminhada ecumênica na diocese se fortaleceu a partir da celebração, em 2000, do Grande Jubileu na Igreja Católica. Segundo ele, a aproximação ecumênica na diocese se dá entre a Igreja Católica Apostólica Romana, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) e a Igreja Anglicana Família, pertencente à diocese de João Pessoa (PB).

De lá para cá, o grupo lançou a Cartilha Ecumênica, escrita em conjunto pelo Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI) e o CONIC, promoveu uma grande celebração que marcou os 500 anos da reforma protestante, um momento de Oração na Câmara Municipal baseada nos cantos da tradição da Igreja Cristã e um ato para marcar os 20 anos da Declaração Conjunta entre Católicos e Luteranos sobre a Doutrina da Justificação.

De acordo com o padre, atividades como a Semana de Oração pela Unidade Cristã são importantes para dar mais visibilidade à promoção do ecumenismo na Igreja Católica fazendo que ele não seja um tema periférico e fique apenas nas discussões dos líderes das Igrejas mas chegue às bases e na vida das comunidades. A caminhada ecumênica, segundo ele, precisa começar aprofundando a amizade entre as diferentes Igrejas tendo em vista o diálogo.

“Precisamos tornar mais clara a proposta ecumênica da Igreja Católica a partir do Concílio Vaticano II. Já se passaram mais de 50 anos do Concílio Vaticano II e o tema do ecumenismo ainda encontra muitas resistências entre lideranças católicas do país”, disse,

Caminhar juntos na Esperança e na unidade

O bispo de Cornélio Procópio (PR) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Manoel João Francisco, conclama a Igreja no Brasil a se preparar para celebrar a Semana de Oração pela Unidade Cristã com muito fervor.

“A pandemia global do COVID – 19, a permanente crise econômica e o fracasso das estruturas políticas, econômicas e sociais na proteção aos mais fracos e vulneráveis destacaram a necessidade global de uma luz que brilhe na escuridão. A estrela que brilhou no oriente, o Oriente Médio, dois mil anos atrás, ainda nos chama à manjedoura, onde Cristo nasceu. Ela nos conduz para onde o Espírito de Deus está vivo e ativo, para a realidade do nosso batismo e para a transformação de nossos corações”.

Para o assessor da Comissão para o Ecumenismo e subscretário adjunto de Pastoral da CNBB, padre Marcus Barbosa, o lema bíblico da SOUC deste ano “Vimos o seu astro no Oriente e viemos prestar-lhe homenagem” é um forte convite, nestes tempos tão sombrios, para levantar a cabeça e caminhar na esperança e na unidade, seguindo a estrela que Deus faz brilhar sobre nós.

“O encontro com Jesus e com os irmãos e irmãs nessa Semana da Unidade, na adoração e partilha, certamente será mais uma oportunidade que nos fará percorrer caminhos novos que testemunhem com menos palavras e mais ações o desejo expresso por Jesus “Que todos sejam um” (Jo 17,21)”, destaca.

Papa Francisco: “Ao cristão não é viável ir sozinho com a própria confissão”

No dia 6 de maio deste ano, o Papa Francisco recebeu os participantes da Plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. No encontro, o Santo Padre enfatizou que hoje para um cristão não é possível, não é viável, ir sozinho com a própria confissão. “Ou vamos juntos, todas as confissões fraternais, ou não caminhamos. Hoje, a consciência do ecumenismo é tal que não se pode pensar em seguir no caminho da fé sem a companhia de irmãos e irmãs de outras igrejas ou comunidades eclesiais. E isto é uma grande coisa. Sozinho, nunca. Não podemos”, reforçou.

Papa: “não se pode pensar em seguir no caminho da fé sem a companhia de irmãos e irmãs de outras igrejas ou comunidades eclesiais” | Foto: VaticanNews

Saiba mais:
Conic disponibiliza e-book gratuito preparatório à Semana de Oração pela Unidade Cristã 2022
Para encoraja participantes na plenária do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos “a desejar mais que nunca a unidade”

 

Na Audiência desta quarta-feira, o Papa falou aos peregrinos de Fátima. Leia a matéria publicada no site do Vaticano: Na Audiência Geral, o Papa
Na Audiência desta quarta-feira, o Papa falou aos peregrinos de Fátima. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:
Na Audiência Geral, o Papa saudou os fiéis de língua portuguesa que estão se dirigindo ao Santuário de Fátima, em véspera de celebração do dia 13 de maio, data da primeira aparição da mãe de Deus aos três pastorzinhos em Portugal. “Unidos a estes nossos irmãos, também nós confiamos o ardente desejo de paz no mundo à Virgem Maria, que a todos envolve com o seu olhar materno”, disse o Pontífice.
O 13 de maio está chegando, data em que comemoramos Nossa Senhora de Fátima. Nesse mesmo dia, em 1917, a mãe de Deus fez a sua primeira aparição aos três pastorzinhos em Portugal. O Papa Francisco justamente fez referência à data durante a Audiência Geral desta quarta-feira (11), ao se dirigir aos peregrinos de língua portuguesa e àqueles que estão se preparando para as celebrações oficiais em Fátima que, neste ano, vai oferecer um programa completo e com serviços de acolhimento funcionando com total normalidade, dois anos após a pandemia. O Pontífice confiou a Nossa Senhora um desejo comum:

“Ao acolher vocês, o meu pensamento se dirige também àqueles que, nestes dias, rumam ao Santuário de Fátima, levando a Nossa Senhora as alegrias e as preocupações dos seus corações. Unidos a estes nossos irmãos, também nós confiamos o ardente desejo de paz no mundo à Virgem Maria, que a todos envolve com o seu olhar materno. Que a bênção do Senhor sempre os acompanhe!”

“Mais uma vez, convido-os a rezar o Terço pela paz no mundo. Que o Senhor nos conceda experimentar a sua proximidade nas alegrias e dificuldades do nosso tempo.”

Mês mariano na Basílica de São Pedro

Em homenagem a Maria, a Basílica de São Pedro também está com programação especial neste mês de maio, através de oração itinerante toda quarta-feira à tarde, seguida de missa, e de procissão a luz de velas todo sábado à noite, acompanhada pela oração do Terço. As celebrações são presididas pelo cardeal Angelo Comastri, arcipreste emérito da Basílica de São Pedro.

Em mensagem para o Dia Mundial dos Avós e Idosos que a Igreja Católica celebra no dia 24 de julho, neste ano, o Papa

Em mensagem para o Dia Mundial dos Avós e Idosos que a Igreja Católica celebra no dia 24 de julho, neste ano, o Papa Francisco divulgou uma mensagem que servirá de inspiração para a reflexão da data. Confira abaixo a matéria publicada no site do Vaticano.

A mensagem do Pontífice começa com o versículo 15 do Salmo 92 que diz: «Até na velhice continuarão a dar frutos». Esta “é uma boa notícia, um verdadeiro «evangelho» que podemos, por ocasião do II Dia Mundial dos Avós e Idosos, anunciar ao mundo”, afirma o Papa no texto, ressaltando que esta frase vai contracorrente ao que “o mundo pensa desta idade da vida” e “ao comportamento resignado de alguns idosos” que caminham “com pouca esperança e sem nada mais esperar do futuro”.

Segundo Francisco, “muitas pessoas têm medo da velhice. Consideram-na uma espécie de doença, com a qual é melhor evitar qualquer tipo de contato. É a «cultura do descarte»: aquela mentalidade que, enquanto nos faz sentir diversos dos mais frágeis e alheios à sua fragilidade, permite-nos imaginar caminhos separados entre «nós» e «eles»”.

Aprender a viver uma velhice ativa

O Papa ressalta que “a velhice constitui uma estação que não é fácil de entender”, mesmo para aqueles que já a vivem. Segundo o Pontífice, “as sociedades mais desenvolvidas gastam muito para esta idade da vida, mas não ajudam a interpretá-la: proporcionam planos de assistência, mas não projetos de existência”. A aposentadoria e os filhos “autônomos fazem esmorecer os motivos pelos quais gastamos muitas das nossas energias. A consciência de que as forças declinam ou o aparecimento de uma doença podem pôr em crise as nossas certezas. O mundo – com os seus ritmos acelerados, que sentimos dificuldade em acompanhar – parece não nos deixar alternativa, levando-nos a interiorizar a ideia do descarte”. Confiando no Senhor, “descobriremos que envelhecer não é apenas a deterioração natural do corpo ou a passagem inevitável do tempo, mas também o dom de uma vida longa”.

“Envelhecer não é uma condenação, mas uma bênção!”

“Por isso, devemos vigiar sobre nós mesmos e aprender a viver uma velhice ativa, inclusive do ponto de vista espiritual, cultivando a nossa vida interior através da leitura assídua da Palavra de Deus, da oração diária, do recurso habitual aos Sacramentos e da participação na Liturgia.” Francisco convida também a cultivar “as relações com os outros: primeiramente, com a família, os filhos, os netos, a quem havemos de oferecer o nosso afeto cheio de solicitude; bem como as pessoas pobres e atribuladas, das quais nos façamos próximo com a ajuda concreta e a oração. Tudo isto ajudará a não nos sentirmos meros espectadores no teatro do mundo, não nos limitarmos a olhar da sacada, a ficar à janela. Ao contrário, apurando os nossos sentidos para reconhecerem a presença do Senhor, seremos como uma «oliveira verdejante na casa de Deus», poderemos ser uma bênção para quem vive junto de nós”.

“A velhice não é um tempo inútil, no qual a pessoa deva pôr-se de lado recolhendo os remos para dentro do barco, mas uma estação para continuar dando fruto: há uma nova missão, que nos espera, convidando-nos a voltar os olhos para o futuro. «A nossa sensibilidade especial de idosos, da idade anciã às atenções, pensamentos e afetos que nos tornam humanos deve voltar a ser uma vocação para muitos. E será uma escolha de amor dos idosos para com as novas gerações».  É a nossa contribuição para a revolução da ternura, uma revolução espiritual e desarmada da qual os convido, queridos avós e idosos, a serem protagonistas”, ressalta o Papa.

Necessidade de uma mudança profunda

A seguir, Francisco recorda que “o mundo vive um período de dura provação, marcado primeiro pela tempestade inesperada e furiosa da pandemia, depois por uma guerra que fere a paz e o desenvolvimento à escala mundial”.

“Não é por acaso que a guerra tenha voltado à Europa no momento em que está desaparecendo a geração que a viveu no século passado. E estas grandes crises correm o risco de nos tornar insensíveis ao fato de que existem outras «epidemias» e outras formas generalizadas de violência que ameaçam a família humana e a nossa Casa comum.”

“Perante tudo isto, temos necessidade de uma mudança profunda, duma conversão, que desmilitarize os corações, permitindo a cada um reconhecer no outro um irmão. E nós, avós e idosos, temos uma grande responsabilidade: ensinar às mulheres e aos homens do nosso tempo a contemplar os outros com o mesmo olhar compreensivo e terno que temos para com os nossos netos. Aprimoramos a nossa humanidade ao cuidar do próximo e, hoje, podemos ser mestres dum modo de viver pacífico e atento aos mais frágeis. ”

Segundo o Papa, um dos frutos que os idosos são “chamados a produzir é o de guardar o mundo”. «Todos nos sentamos nos joelhos dos avós, que nos tiveram ao colo»; mas hoje é o momento de colocar sobre os nossos joelhos – com a ajuda concreta ou mesmo só com a oração –, junto com os nossos netos, muitos outros assustados que ainda não conhecemos e que talvez fujam da guerra ou sofram por causa dela. Guardemos no nosso coração – como fazia São José, pai terno e solícito – os pequeninos da Ucrânia, do Afeganistão, do Sudão do Sul…”.

A felicidade é um pão que se come juntos

Francisco recorda que “não nos salvamos sozinhos, a felicidade é um pão que se come juntos”. Até mesmo o deixar-se cuidar, “muitas vezes por pessoas que provêm de outros países, é uma maneira de dizer que é não só possível, mas também necessário vivermos juntos”. Segundo o Papa, os avós e idosos são “chamados a ser artífices da revolução da ternura”, e os convidou “a usar cada vez mais e melhor o instrumento mais precioso e apropriado” que eles têm para a sua idade: “a oração”. “A nossa imploração confiante pode fazer muito: é capaz de acompanhar o grito de dor de quem sofre e pode contribuir para mudar os corações. Podemos ser «o “grupo coral” permanente dum grande santuário espiritual, onde a oração de súplica e o canto de louvor sustentam a comunidade que trabalha e luta no campo da vida»”, sublinhou.

O Papa pede para que o Dia Mundial dos Avós e Idosos seja anunciado nas paróquias e comunidades, que seja um dia para visitar os idosos abandonados em casa ou nos asilos. “Que ninguém viva este dia na solidão. Ter alguém para cuidar pode mudar a orientação dos dias de quem já não espera nada de bom do futuro; e dum primeiro encontro pode nascer uma nova amizade. A visita aos idosos abandonados é uma obra de misericórdia do nosso tempo!” “Peçamos a Nossa Senhora, Mãe da Ternura, que faça de todos nós dignos artífices da revolução da ternura para, juntos, libertarmos o mundo da sombra da solidão e do demônio da guerra“, conclui.

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Com três palavras, o Papa Francisco definiu como deve ser o cristão. A reflexão foi feito hoje, IV Domingo da Páscoa durante o Regina
Com três palavras, o Papa Francisco definiu como deve ser o cristão. A reflexão foi feito hoje, IV Domingo da Páscoa durante o Regina Caeli. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:

No 4° Domingo de Páscoa (08/05) durante o Regina Caeli, Francisco falou sobre “o bom pastor”. Para recordar esta “terna e bela imagem” do pastor com suas ovelhas, o Papa usou três verbos, presentes no Evangelho de João, refletindo sobre eles: escutar, conhecer, seguir.

Escutar

“Antes de tudo, as ovelhas escutam a voz do pastor. A iniciativa vem sempre do Senhor; tudo parte da sua graça: é Ele quem nos chama à comunhão com Ele. Mas esta comunhão se realiza se nos abrirmos à escuta. Escutar significa disponibilidade, docilidade, tempo dedicado ao diálogo”. O Papa destacou que a escuta é fundamental para o Senhor, explicando:

“O Senhor é a Palavra do Pai e o cristão é filho da escuta, chamado a viver com a Palavra de Deus ao alcance da mão”

Recomendando que escutemos os outros, pois “quem escuta os outros também escuta o Senhor, e vice-versa”. “Hoje estamos sobrecarregados com palavras – disse ainda o Papa – e com a pressa de sempre ter que dizer e fazer alguma coisa, na verdade quantas vezes duas pessoas estão falando e uma não espera que a outra termine seu pensamento, ela o corta pela metade, ela responde… Mas se você não o deixa falar, não há escuta. Este é um mal do nosso tempo. Hoje estamos sobrecarregados pelas palavras, pela pressa de sempre ter que dizer algo, temos medo do silêncio”.

Conhecer

“Escutar Jesus torna-se assim o caminho para descobrir que Ele nos conhece. Aqui está o segundo verbo, que diz respeito ao bom pastor: Ele conhece suas ovelhas”, explica Francisco. Enfatizando:

“Conhecer no sentido bíblico significa amar. Significa que o Senhor, enquanto ‘nos lê por dentro’, nos ama”

“Ele quer nos dar um novo e maravilhoso conhecimento – continua o Papa – o de saber que somos sempre amados por Ele e, portanto, nunca deixados sós, a nós mesmos”. Neste ponto o Papa adverte que devemos nos perguntar: “eu me deixo ser conhecido pelo Senhor? Eu lhe abro espaço na minha vida, levo-lhe o que eu vivo?”

Seguir

Ao refletir sobre o terceiro verbo sobre o bom pastor Francisco disse: “As ovelhas que escutam e se descobrem conhecidas seguem o seu pastor. E quem segue a Cristo, o que faz? Vai para onde Ele for, na mesma estrada, na mesma direção”. Recordando ainda que seguir significa interessar-se pelos que estão longe, carregar no coração a situação dos que sofrem, sabe chorar com os que choram, estender a mão ao próximo, carregá-lo sobre os ombros.

O Papa concluiu invocando:

“Que a Virgem Santíssima nos ajude a escutar Cristo, a conhecê-lo cada vez mais e a segui-lo no caminho do serviço”