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Aconteceu no último sábado, dia 05 de março, o primeiro retiro espiritual para todos os segmentos da Pastoral Catequética da Paróquia São Pedro Apóstolo,

Aconteceu no último sábado, dia 05 de março, o primeiro retiro espiritual para todos os segmentos da Pastoral Catequética da Paróquia São Pedro Apóstolo, em São Pedro, Vitória. O retiro contou com dois ricos momentos sendo o primeiro desenvolvido uma reflexão com o tema “A mulher Samaritana” (JO 4,5-42). Após oração inicial o segmento da Perseverança fez uma bela atuação sobre o tema e em seguida Padre José Paulino fez uma exegese nos levando a refletir sobre pontos importantes da nossa caminhada Pastoral.

Já no segundo momento reuniram-se em grupos os seis segmentos da Paróquia: Batismo, Eucaristia, Crisma, Perseverança, Circulo Bíblico e Catecumenato para reafirmar e reestruturar as coordenações pertinentes que ficou assim estabelecido: Coordenação Geral da Pastoral Catequética: Sr. Carlos Pitomba, CEB São José e Mara Rúbia CEB São Pedro; coordenação da catequese Infantil: Maria Clara, CEB N.S. Aparecida, Yolanda, CEB S. André e Mara Rúbia, CEB S. Pedro; coordenação da Crisma: Rozita, CEB.N.S. Aparecida; coordenação do Catecumenato: Sr. Carlos Pitomba, CEB.S. José e Lindaura, CEB. S. Pedro; coordenação do Circulo Bíblico: Sr. Manoel, CEB. S. André; coordenação do Batismo: Simone, CEB. S.André e Joanice, CEB. N. S. da Conceição e Perseverança: Yasmin e Paola, CEB. S. André, respectivamente.

Ficou ainda definido que a catequese deve dar início no segundo sábado do mês de março e que todos os catequistas devem ter e participar das formações Paroquiais que se iniciarão em abril tendo como tema principal as orientações da Arquidiocese de Vitória, além dos principais documentos Pastorais.

CF 2022: PRESIDÊNCIA DA CNBB APRESENTA “CARTA DO EPISCOPADO BRASILEIRO ÀS FAMÍLIAS, EDUCADORES E GESTORES” A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
CF 2022: PRESIDÊNCIA DA CNBB APRESENTA “CARTA DO EPISCOPADO BRASILEIRO ÀS FAMÍLIAS, EDUCADORES E GESTORES”

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tornou pública, neste domingo, 6 de março, no Santuário Nacional de Aparecida, durante a Missa Solene de abertura da Campanha da Fraternidade 2022, a “Carta do Episcopado Brasileiro às famílias, aos educadores e gestores por ocasião da Campanha da Fraternidade 2022”.

De acordo com o assessor do Setor de Educação da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Júlio César Resende, a ideia de escrever a carta foi proposta originalmente pelo arcebispo de Goiânia (GO) e presidente da Comissão para a Cultura e a Educação da CNBB, dom João Justino de Medeiros Silva.

O objetivo, segundo o assessor da Comissão, é fazer com que a mensagem da Campanha da Fraternidade fosse levada de forma mais simples e direcionada a alguns públicos específicos (famílias, educadores e gestores) de tal maneira que estes pudessem acolhê-la.

“A carta foi pensada como uma mensagem de proximidade e cuidado pastoral do coração dos bispos e pastores da Igreja no Brasil para as famílias, na missão que têm  na educação, aos educadores, com sua grande tarefa, e àqueles que tem a missão de gerir, os gestores, sejam das instituições ou de órgãos públicos”, ressaltou.

Agradecimento e reconhecimento aos educadores

A ideia, segundo o representante da Pastoral da Educação, é ter uma mensagem de proximidade para aqueles que muitas vezes não têm acesso a todos os textos. “Uma carta também com o intuito de ser uma proximidade. A carta tem o intuito de agradecer e reconhecer o empenho que as famílias, os educadores e gestores fazem em prol da educação em seus diversos ambientes”, disse.

A carta, segundo o padre, aprovada pelos Conselho Pastoral e Permanente da CNBB, convida as famílias, os educadores e gestores a acolherem a proposta da educação cristã, uma proposta que busca formar a pessoa na sua integralidade é voltada e direcionada à promoção do bem comum e também apresenta uma esperança na humanidade e no papel que a educação tem.

 

Carta do Episcopado Brasileiro às famílias, educadores e gestores por ocasião da Campanha da Fraternidade 2022

 

“Fala com sabedoria, ensina com amor” (cf. Pr 31,26).

 

Ao iniciar a Quaresma de 2022, nós, bispos católicos do Brasil, com coração de pastores, movidos pela força do amor de Deus e da missão que nos foi confiada, dirigimo-nos a todas as famílias, aos educadores e aos gestores, para lhes falar de um tema tão caro a nós todos, a educação. Ao escutar o apelo à conversão, próprio do tempo quaresmal, contemplamos a realidade da educação e precisamos descobrir gestos concretos de mudança e transformação pessoal que tenham resultados no âmbito da educação.

Reconhecimento e gratidão

“Suplicamos-vos, irmãos, que reconheçais aqueles que arduamente trabalham entre vós.
Tende para com eles singular amor, em vista do cargo que exercem” (1Ts 5,12-13).

Reconhecemos o caminho que se fez no Brasil referente à educação e elevamos a Deus nossa gratidão por tantas pessoas de boa vontade que se dedicaram e se dedicam à missão de educar inspirados em Cristo Mestre e educador da vida e do amor.

Prezadas famílias, nossa gratidão a vocês que se esforçam a cada dia assumindo sua laboriosa missão de educar. Vocês têm compreendido sua missão educadora: “Ensina à criança o caminho que ela deve seguir; mesmo quando envelhecer, dele não se há de afastar” (Pr 22,6). Sabemos que a educação não é função exclusiva da escola, mas um esforço coletivo, um dever tanto das famílias quanto do Estado, uma obra a ser feita em mutirão!

Obrigado, educadores e educadoras das redes públicas municipal, estadual e federal e da rede privada, confessional e comunitária, espalhados por todos os rincões do país. Vocês levam conhecimento, novos horizontes e cidadania ao incontável número de estudantes abrindo-lhes novas oportunidades de sonharem seus projetos de vida. Reconhecemos o valor de sua profissão de educadores que consagraram e consagram sua vida à missão de educar, enfrentando com compromisso ético-profissional os desafios próprios das estruturas e condições de trabalho assim como do próprio sistema educacional. Nossa gratidão também aos gestores públicos que se esforçam por cumprir a implementação do direito constitucional do ensino universal e gratuito para o povo brasileiro.

Com a pandemia da COVID-19, escolas foram fechadas. É preciso agradecer, de modo muito particular às famílias e outros agentes educativos que não se descuidaram da educação das crianças, adolescentes, jovens e adultos, apesar de todas as dificuldades enfrentadas. Nossa gratidão e reconhecimento por seus esforços, compromisso e humanismo. Com certeza, a pandemia teria consequências muito mais devastadoras se não fosse a atuação das famílias e professores(as), pessoas de boa vontade e espírito solidário e abnegado que demostraram assim que educação também se faz com paixão.

Pelo Pacto Educativo Global

“Levanta-te e come, porque tens um longo caminho a percorrer” (1Rs 19,7).

No entanto, apesar de todos os avanços que merecem não só nosso reconhecimento como também nossa gratidão, é urgente afirmar que este é um caminho inconcluso, que há muito a se fazer, que talvez o Brasil ainda esteja no início de seu processo de consolidação educacional. Afinal, educar exige o esforço e dedicação das famílias, dos educadores, das instituições, do Estado e principalmente de toda sociedade. Exige também investimento ostensivo, diretrizes e políticas públicas claras, acompanhamento sistemático e empenho geral de toda a sociedade. E isso não se faz de um dia para o outro, nem sem um projeto de Estado, para além de projetos pontuais de governos.

Famílias, vocês são chamadas a rever seu compromisso com a educação de seus filhos atuando sempre mais de maneira colaborativa e cooperativa com a escola e os educadores. Por sua vez, vocês educadores são chamados a avaliar de que maneira sua prática docente tem colaborado na formação humana, ética e cidadã de seus estudantes. Vocês gestores, precisam discernir profundamente como os programas, currículos e políticas educacionais colaboram na construção de um novo modelo de sociedade, preparando pessoas para a vida e não apenas para o mercado.

É urgente uma reforma de mentalidade que torne a educação realmente prioridade. O Brasil precisa de uma mudança realmente completa, radical, na qual a educação seja prioridade do Estado brasileiro e de toda sociedade como nos propôs o Papa Francisco no Pacto Educativo Global.

E, para que este processo educacional seja levado a bom termo, isto é, torne os homens e mulheres mais humanos, é necessário olhar a pessoa como um todo, complexa e indivisível. Não é à toa que o mandamento maior do Senhor anuncia que é preciso amar de todas as formas e por todas as dimensões da existência: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu pensamento; e a teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10,27).

Nossas esperanças

“O Senhor é bom para quem nele confia, para a alma que o procura. Bom é esperar” (Lm 3,25-26).

Nossa mais viva esperança é que as famílias, os educadores, os gestores, as escolas e a sociedade em sua totalidade assumam com entusiasmo e coragem sua missão na aldeia educativa de forma participativa e colaborativa. Cada lar seja um autêntico ambiente educativo, no qual, por meio do encontro de gerações, se partilhe vivamente as experiências edificando pessoas conscientes de sua história. Nossa esperança é que as escolas e universidades sejam centros de excelência não só acadêmica, mas também humanística. Que acolham todos os estudantes, especialmente os mais pobres e desamparados, oferecendo-lhes uma oportunidade de vida diferente, com mais esperança e alegria de viver. Nossa firme esperança é que cada educador receba o apoio necessário no exercício de sua missão educativa e assim desperte e acompanhe as novas gerações na construção de projetos de vida que tenham como horizonte o bem comum e a fraternidade. Por fim, esperamos que os gestores conscientes de seu importante papel priorizem políticas públicas de projetos educativos inclusivos.

Educar é uma tarefa exigente, que se faz com paixão e com coragem frente aos desafios. Mas não estamos sozinhos neste esforço diário. Assistidos pela graça divina e amparados pelas luzes do Espírito de Deus, temos esperança de que este caminho, já iniciado pelo povo brasileiro e que continua a ser trilhado, ora com grandes avanços ora com preocupantes retrocessos, chegará um dia a bom termo.

Nós, bispos do Brasil, em total espírito de serviço aos irmãos e irmãs, colocamo-nos à disposição para ajudar neste processo. A Igreja é solidária à causa educacional e nós, seus pastores, queremos continuar empregando todos os meios e recursos dos quais dispomos para ajudar neste amplo processo transformador da sociedade brasileira. Afinal, tudo o que toca a educação toca diretamente a sociedade.

Convocamos todas as famílias, comunidades, paróquias, dioceses para abraçarem a causa da educação em prol de uma humanidade fraterna. Renovando o processo educacional, temos certeza de que renovaremos as estruturas institucionais do Brasil em favor de um novo tempo para nosso país.

Que o Senhor, Pai de toda sabedoria e Deus das luzes, nos guie a todos e nos ampare em todos os nossos esforços! Que Maria e José, os educadores de Jesus, Filho de Deus, nos inspirem com seus exemplos e nos ajudem a sermos todos aprendizes e servidores do Evangelho da vida. Que a força renovadora da Páscoa sustente nossos sonhos e missão.

Aparecida (SP), 6 de março de 2022

Fonte: CNBB

No Dia Internacional da Mulher, pensemos nas mulheres que estão sofrendo com a guerra que está sendo travada na Ucrânia. Neste ano, o Papa
No Dia Internacional da Mulher, pensemos nas mulheres que estão sofrendo com a guerra que está sendo travada na Ucrânia. Neste ano, o Papa exortou a olhar para a humanidade das mulheres que pode regenerar o mundo.
Em lágrimas enquanto se despedem de seus maridos, sólidas em abraçar seus filhos assustados, corajosas em gritar nas ruas “não” a uma guerra que não pertence a ninguém, prontas para ajudar os soldados que deveriam ser inimigos, e que, em vez disso, são jovens assustados e frágeis. O conflito entre Rússia e Ucrânia mostrou o rosto das mulheres de hoje: um poliedro composto de cuidado, força, delicadeza, mas sobretudo expressão de um amor que, na dor, se torna casa e abrigo.
Ucrânia: as mulheres um exemplo de esperança, força e amor

Para essas mulheres, sejam elas russas ou ucranianas, o mundo olha hoje no Dia Internacional da Mulher dedicado a elas e no qual as palavras do Papa Francisco, proferidas várias vezes, parecem costuradas em sua pele queimada pela dor. Na solenidade da Mãe de Deus, 1º de janeiro passado, o Pontífice recordou Maria, mulher que “protege meditando” e sublinhou que “as mães olham o mundo não para explorá-lo, mas para que tenha vida: olhando com o coração, conseguem manter juntos os sonhos e a concretude”.

Enquanto as mães dão a vida e as mulheres custodiam o mundo, vamos todos trabalhar para promover as mães e proteger as mulheres. Quanta violência há contra as mulheres! Chega! Ferir uma mulher é ultrajar Deus, que obteve a humanidade de uma mulher, não de um anjo, não diretamente: de uma mulher. Assim como de uma mulher, a Igreja toma a humanidade dos filhos.

Maria e a piedade

A violência contra as mulheres é um problema “quase satânico”, disse o Papa em sua entrevista televisiva a Mediaset em dezembro de 2021, depois de ouvir o testemunho de vida familiar difícil de Joana. A ela, ele repetiu a palavra “dignidade”:

Qual é a dignidade das mulheres espancadas e abusadas? Uma imagem me vem à mente ao entrar na Basílica. À direita, a piedade de Nossa Senhora, Nossa Senhora humilhada diante de seu filho nu, crucificado, malfeitor aos olhos de todos. Aquela é a mãe que o criou, totalmente humilhada. Mas ela não perdeu sua dignidade e olhar aquela imagem em momentos difíceis como o seu de humilhação e onde se sente de perder a dignidade, olhar aquela imagem nos dá força… Olhe para Nossa Senhora, fique com essa imagem de coragem.

O olhar de esperança

Humilhação, sofrimento e dureza de espírito: hoje, no coração de cada mulher, em momentos particulares da vida, se continua vivendo esta oscilação. Há o cuidado, há o olhar que se apoia na fragilidade, na dor, por exemplo dos próprios filhos. Esse olhar feminino – explicou o Papa – transforma o desânimo e oferece esperança mesmo num cenário de guerra.

Vêm à mente os rostos das mães que cuidam de um filho doente ou em dificuldade. Quanto amor há em seus olhos, que enquanto choram sabem infundir motivos de esperança! O seu olhar é consciente, sem ilusões, mas para além da dor e dos problemas oferece uma perspectiva mais ampla, a do cuidado, do amor que regenera a esperança.

Há palavras-chave nestes pronunciamentos de Francisco que fazem suspirar de alívio, porque nas mulheres, ainda que maltratadas, abusadas e vítimas, há a semente de Deus que é Amor, há o exemplo de Maria que ajuda, há o seu sim que não é rendição, mas confiança no Senhor e também numa humanidade que nestes dias não vê luz e que parece aniquilada pelo ruído doloroso da guerra.

Fonte: Vatican News
Jornalista: Benedetta Capelli
O Papa Francisco vem fazendo esforços para que a paz seja restabelecida na Ucrânia. Ontem, 6 de março, fez um novo apelo. Leia a
O Papa Francisco vem fazendo esforços para que a paz seja restabelecida na Ucrânia. Ontem, 6 de março, fez um novo apelo. Leia a matéria publicada no site do Vaticano.
O Santo Padre lançou este domingo, 6 de março, após a oração mariana do Angelus, um novo apelo em favor da Ucrânia, para que seja garantido o acesso às zonas de guerra e assegure realmente os corredores humanitários. O Pontífice agradece a todos os envolvidos no acolhimento de refugiados e aos jornalistas comprometidos em relatar a crueldade da guerra. Francisco relança a ação diplomática da Santa Sé para as negociações de paz

Após a oração mariana do Angelus neste I Domingo da Quaresma, o Papa Francisco fez mais um novo premente apelo em favor da paz na Ucrânia:

Correm rios de sangue e lágrimas na Ucrânia. Não se trata apenas de uma operação militar, mas de guerra, que semeia morte, destruição e miséria. As vítimas são cada vez mais numerosas, assim como as pessoas que fogem, especialmente mães e crianças. A necessidade de assistência humanitária neste país atormentado está crescendo dramaticamente a cada hora.

O Pontífice dirigiu seu veemente apelo a fim de que sejam realmente assegurados os corredores humanitários e para que seja garantido e facilitado o acesso das ajudas às zonas sitiadas, para oferecer o socorro vital aos nossos irmãos e irmãs oprimidos por bombas e pelo medo.

“Agradeço a todos aqueles que estão acolhendo refugiados. Acima de tudo, imploro que os ataques armados cessem e que prevaleçam a negociação e o bom senso. E um retorno ao respeito ao direito internacional!”

Agradecimento aos jornalistas

O Papa dirigiu um agradecimento particular aos jornalistas que, colocando em risco a própria vida, contam a dura realidade da guerra:

E também gostaria de agradecer às jornalistas e aos jornalistas que colocam suas vidas em risco para garantir a informação: obrigado, irmãos e irmãs, por seu serviço! Um serviço que nos permite estar perto da tragédia daquela população e nos permite avaliar a crueldade de uma guerra. Obrigado, irmãos e irmãs.

Esforço diplomático da Santa Sé a serviço da paz

O Papa concluiu ressaltando o esforço diplomático da Santa Sé para colocar-se a serviço da paz:

A Santa Sé está pronta para fazer tudo, para colocar-se a serviço desta paz. Nestes dias, dois cardeais foram à Ucrânia, para servir o povo, para ajudar. O cardeal Krajewski, esmoleiro, para levar ajuda aos necessitados, e o cardeal Czerny, prefeito (interino) do Dicastério (para o Serviço) do Desenvolvimento Humano Integral. Esta presença dos dois cardeais ali é a presença não só do Papa, mas de todo o povo cristão que quer se aproximar e dizer: ‘A guerra é uma loucura! Parem, por favor! Vejam esta crueldade.

Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza encontrou na manhã de hoje (07/03/22), com os funcionários da Mitra para um café da manhã. Na ocasião,

Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza encontrou na manhã de hoje (07/03/22), com os funcionários da Mitra para um café da manhã. Na ocasião, Pe. Ivo Amorim, Vigário Geral, dirigiu-lhe palavras de acolhida:

Dom Andherson, 

Saiba que é motivo de alegria e esperança sua nomeação e presença como bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória. O lema que você escolheu como inspirador do seu ministério episcopal é muito significativo: 'Ide, fazei discípulos todas as nações' (Mt 28, 19).

A Arquidiocese de Vitória, com suas 90 paróquias, é terra de missão, lugar para sermos, 'Igreja em saída missionária', apelo do nosso querido Papa Francisco. 

A Cúria Metropolitana de Vitória, com seus diversos organismos, quer ser lugar de acolhida e animação de vida eclesial, nas suas diferentes expressões. Aqui se encontram os organismos de colaboração com a missão e o pastoreio do nosso Arcebispo, Dom Dario Campos. Aqui estão as pessoas com suas funções ou serviços, cujo ponte de unidade e autoridade encontra-se na pessoa do Arcebispo. 

Nossa acolhida fraterna e de coração aberto!

Pe. Ivo Amorim, vigário geral

Dom Dario Campos, arcebispo pediu ao Chanceler para ler a provisão que atribui ao Bispo Auxiliar, as funções de vigário geral. O Arcebispo também dirigiu palavras de acolhida e disse que ele pode contar com a colaboração dos funcionários.

Antes de servir o café da manhã, oferecido pela Mitra, dom Andherson disse ter recebido da família aquilo que é e que como diz o salmista “Eis que eu venho e faço com prazer a vontade de Deus”. O Bispo Auxiliar disse que apesar da proximidade entre a diocese de Cachoeiro e a arquidiocese de Vitória, era como se ele olhasse para a arquidiocese do outro lado da ponte. Agora, disse ele, “é preciso atravessar a ponte a primeira ponte que quero passar é a da escuta”.

Depois dos agradecimentos, o Bispo Auxiliar, cumprimentou e conversou com os funcionários.

 

A Campanha da Fraternidade teve sua Abertura hoje, 6 de março de 2022 na Arquidiocese de Vitória. Uma caminhada que saiu da Praia de

A Campanha da Fraternidade teve sua Abertura hoje, 6 de março de 2022 na Arquidiocese de Vitória.
Uma caminhada que saiu da Praia de Camburi e foi até à UFES, Universidade Federal do Espírito Santo marcou a Abertura. Estiveram presentes pastorais sociais, o arcebispo dom Dario Campos e o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin. A organização foi do Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica, pe. Kelder Brandão.

Campanha 2022

A Campanha deste ano tem como tema: Fraternidade e Educação. O lema: Fala com sabedoria, ensina com amor (Pr 31,26).

A proposta da Igreja Católica no Brasil é fazer com que católicos e pessoas de boa vontade se debrucem sobre o tema da educação e façam propostas que pensem a educação de forma abrangente. Isto é, educação integral que cuide da pessoa em seus diversos aspectos: humanos, sociais e religiosos.

A presidência da CNBB, que também fez a Abertura da Campanha na manhã de hoje em Aparecida entende que a educação não pode ser compreendida “apenas com um ato escolar, com transmissão de conteúdo ou preparação técnica para o mundo do trabalho, mas de um processo que envolve uma “comunidade” ampliada que inclui todos os atores (família, Igreja, Estado e sociedade)”. Portanto, o tempo da Quaresma para os católicos deve ser uma ocasião para avaliação dos processos educativos e repensar o papel de cada um para que um novo modelo possa surgir.

Abertura na Arquidiocese de Vitória

Milhares de pessoas participaram da caminhada e das atividades que marcaram a tarde de hoje. Ao longo do percurso foram três paradas, cada uma delas com motivações diferentes sobre a educação, e muitos momentos de reflexão com textos, cantos e falas. O evento teve início com um momento celebrativo e a reflexão de Dom Dario Campos.

Durante a caminhada a Arquidiocese lançou um  “manifesto em defesa da educação com fraternidade”. Nele estão propostas e reflexões que fazem pensar sobre uma “profunda mudança de comportamento de todos nós”, bem como uma conclamação dos fiéis para nos unirmos pela defesa da educação. Entre os temas tratados estão a adequada utilização dos recursos da educação, acessibilidade e valorização do magistério, entre outros.

Objetivo das Campanhas da Fraternidade

A Campanha da Fraternidade acontece desde 1962 e tem como finalidade oferecer reflexões sobre assuntos atuais que possam promover mudanças sociais à luz da Palavra de Deus.

MANIFESTO EM DEFESA DA EDUCAÇÃO COM FRATERNIDADE

Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória foi apresentado e acolhido hoje pelo Arcebispo, Bispos Eméritos, padres e fiéis

Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória foi apresentado e acolhido hoje pelo Arcebispo, Bispos Eméritos, padres e fiéis na missa das 18h na Catedral de Vitória e recebeu uma flor como sinal desse acolhimento.

Após a leitura da bula de nomeação, feita pelo vigário episcopal para a Comunicação, pe. Anderson Gomes foi a vez do representante dos presbíteros, pe. Diego Carvalho acolher o bispo. Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória manifestou sua alegria e expressou em diversos momentos que a nomeação de dom Franklin é um presente de Deus: “você diz ser uma graça poder iniciar seu ministério junto comigo, mas também para nós, você é um presente de Deus”. O Arcebispo pediu que Nossa Senhora da Vitória interceda pelo ministério episcopal de dom Franklin e disse: “Conte com minhas orações e amizade sincera”.

Dom Luiz Fernando Lisboa, bispo de Cachoeiro disse que dom Franklin fará falta em Cachoeiro, mas que a diocese está feliz porque a Igreja ganha. Depois dom Lisboa prometeu rezar para que dom Franklin “escute Deus com um ouvido e o povo com o outro, um olho voltado para Deus e outro para o povo”.

Ao final da missa, dom Franklin agradeceu aos bispos, à família e aos padres, lembrou os sofrimentos provocados pela pandemia e a guerra, expressou sua comunhão com o Papa Francisco e a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e pediu aos padres que o ajudem a olhar o povo com o olhar do Bom Pastor. O Bispo Auxiliar terminou com uma frase do salmo cantando em sua ordenação episcopal: “Eis que venho com prazer fazer a vossa vontade”.

A Celebração terminou com a bênção dada pelo Bispo Auxiliar e a assinatura da ata de posse canônica.

“Estamos vivendo cada dia como se fosse uma Páscoa”, afirma padre brasileiro em Kiev “Eu estou aqui para falar: Deus está aqui. Para que
“Estamos vivendo cada dia como se fosse uma Páscoa”, afirma padre brasileiro em Kiev
“Eu estou aqui para falar: Deus está aqui. Para que não apareça outro Nietzsche, por exemplo, perguntando onde está Deus neste absurdo, onde está Deus lá na Ucrânia, onde está Deus atuando através do Putin. Eu estou aqui para falar: Deus está aqui, em meio a toda essa desgraça.”
“Estamos vivendo cada dia como se fosse uma Páscoa, como se hoje tivéssemos que morrer”: palavras do sacerdote brasileiro Lucas Perozzi Jorge, que vive em Kiev desde 2004.

Do caminho necatecumenal, Pe. Lucas atualmente é vigário da Igreja da Dormição da Santíssima Virgem Maria. Ele e mais 35 pessoas, entre membros da comunidade e paroquianos que pediram abrigo, estão vivendo dentro da Igreja, numa parte segura que fica no subsolo. Por enquanto, não faltam luz nem calefação.

Ele afirma que a Quaresma já começou na Ucrânia, mas para o brasileiro, se trata de um “momento de graça”:

“Eu estou vivendo num contexto que é uma graça, uma graça de Deus. Que não sou digno de viver nada disso, porque sou realmente fraco, sou covarde, sou um pecador muito grande, mas o que estou vivendo vai além, porque Deus me dá a graça de estar contente no meio de toda essa bagunça.”

“Dá para ver a mão de Deus muito forte aqui. Estou vivendo a gratuidade, a graça do amor de Deus. De poder estar aqui no meio desta situação toda e poder experimentar o amor de Deus, que Ele é bom, que Ele é amoroso.”

Comentando o Dia de oração e jejum convocado pelo Papa Francisco, Pe. Lucas fala da importância de saber que toda a Igreja está rezando por ele, enquanto retribui as orações pelo Pontífice, “capitão do barco”.

“Deus está na Ucrânia”

Natural do interior de São Paulo, o brasileiro afirma que não pensou em sair da Ucrânia, não obstante os laços familiares muito fortes que deixou em Álvares Machado, sobretudo com o pai. Quando a guerra começou, ele estava fora de Kiev para um curso, mas voltou imediatamente; e a confirmação que tinha que ficar veio quando a primeira família de paroquianos pediu abrigo.

“Eu estou aqui para falar: Deus está aqui. Para que não apareça outro Nietzsche (filósofo niilista, ndr), por exemplo, perguntando onde está Deus neste absurdo, onde está Deus lá na Ucrânia, onde está Deus atuando através do Putin. Eu estou aqui para falar: Deus está aqui, em meio a toda essa desgraça.”

Em meio ao calvário que estão vivendo, Pe. Lucas tem a certeza da ressurreição:

“Acredito não, estou convencido. Mas não a ressurreição do fim da guerra, isso não sei. Estamos obrigados a viver um dia de cada vez, mas a ressureição é o que me mantém em pé, porque se não existisse a ressurreição, não teria sentido estar aqui. Não é se eu acredito, eu estou plenamente convencido na ressurreição dos mortos, isso é o que me permite estar aqui.”

Fonte: Vatican News

Jornalista: Bianca Fraccalvieri