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Na noite de ontem (20/12), a comunidade do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha – juntamente com os Bispos, Reitores, diretores espirituais e colaboradores-,

Na noite de ontem (20/12), a comunidade do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha – juntamente com os Bispos, Reitores, diretores espirituais e colaboradores-, se reuniu para a tradicional Missa de ação de graças e confraternização de encerramento do ano.

Este momento marca o retorno dos Seminaristas para junto de suas famílias, além de estreitar os laços de amizade e fraternidade na comunidade formativa.

Em nossas orações, incluímos todos aqueles que colaboraram conosco, com suas orações e ajuda material, durante todo este ano.

Abaixo confira as fotos deste feliz momento. Demos graças a Deus!

Anexos

Inscrições Escolas de Liturgia, Música e Catequese Inscrições abertas para Escola de Liturgia, Música e Catequese já estão com inscrições abertas e novos formatos

Inscrições Escolas de Liturgia, Música e Catequese

Inscrições abertas para Escola de Liturgia, Música e Catequese já estão com inscrições abertas e novos formatos para 2022.

A Escola de Liturgia, destinada a equipes de liturgia, ministros extraordinários de distribuição da Sagrada Comunhão e todos os interessados tem duração de dois anos. Os módulos serão distribuídos em 4 encontros por ano.

A Escola de Música tem duração de um ano e é destinada a cantores, instrumentistas e membros de equipes de liturgia. Ao longo do ano 4 encontros presenciais.

Escola de Catequese ou IPAC, também em novo formato, agora presencial e online com inspiração catecumenal e duração de 2 anos.

As inscrições para as três escolas estão abertas até 28 de fevereiro de 2022.

Todas precisam de uma declaração de compromisso por parte do aluno e aprovação da paróquia.

Se você faz parte de um destes grupos e quer participar, procure sua paróquia ou ligue para o departamento pastoral (3025-6265) ou envie email para:

[email protected] para Escola de Liturgia e Música.

[email protected]  para Escola de Catequese.

A Arquidiocese de Vitória reza pelo senhor, dom Luiz Mancilha Vilela e agradece por sua dedicação sacerdotal à Igreja. Saúde e paz!

A Arquidiocese de Vitória reza pelo senhor, dom Luiz Mancilha Vilela e agradece por sua dedicação sacerdotal à Igreja.

Saúde e paz!

Os seminaristas da Arquidiocese de Vitória passaram uma semana em missão em Brejetuba. Todos os anos é tradição do Seminário enviar os candidatos ao

Os seminaristas da Arquidiocese de Vitória passaram uma semana em missão em Brejetuba. Todos os anos é tradição do Seminário enviar os candidatos ao sacerdócio para que possam confrontar a realidade que vivem com a vida das paróquias da Arquidiocese, conforme sugere o Estatuto do Seminário Nossa Senhora da Penha. Desta vez a missão aconteceu no interior do Estado, as missões podem ocorrer também na área urbana, conforme a necessidade do momento.

Por que em Brejetuba, pode ser uma pergunte que paire na mente de algumas pessoas e, com razão. A escolhida de Brejetuba para a missão 2021 tem um motivo.

O diácono Paulo Mercedes,  foi ordenado no início de dezembro de 2021, é de Brejetuba e deseja ser ordenado padre na Matriz de Brejetuba no próximo ano. A missão dos seminaristas, de certa forma, prepara a paróquia para esse evento.

Desde agosto, dois seminaristas o Wellinton e Wilian, estiveram em contato com o Pe. Alexandre, pároco de Brejetuba, para organizarem toda a logística da missão incluindo as casas para hospedar os seminaristas. Este processo já foi o início da missão, pois os paroquianos foram se envolvendo e preparando junto esse momento.

A paróquia Sagrado Coração de Jesus tem 22 comunidades e distâncias grandes entre elas. É uma região produtora de café.

“Nós fizemos todo um trabalho em comunidades pequenas, foi uma experiência totalmente nova e desafiadora. O povo  estava precisando dessas missões para animar a caminhada de fé e o retorno à Igreja com  atenção e cuidado neste tempo da covid-19. Encontramos uma realidade totalmente diferente do nosso dia a dia”, comenta o seminarista Pedro.

As experiências foram diversas, sejam por parte das características de cada grupo, como pelas realidades que encontraram, mas todos com o mesmo propósito de evangelizar e levar a palavra de Deus a todos os lares. Tempo de graça para todos.

“Tivemos experiências muito interessantes como visitar casas de pentecostais, protestantes,  e podermos assim rezar com eles; participação em velório de criança recém nascida, sendo consolo para a família e os pais;  e missões específicas para jovens”,  ressalta Pedro.

E o povo gostou da visita e presença dos seminaristas do Seminário Nossa Senhora da Penha na paróquia? Bom, Reinaldo Dutra expressou com um poema:

Hoje Oficialmente
Encerra-se a missão.
Período tão prazeroso,
Que guardaremos no coração.

Cada seminaristas com sua história,
Trazendo consigo uma bagagem.
Ao conhecer a nossa realidade,
Estão saindo cheios de vigor e coragem.

Uma semana abençoada,
Com vários acontecimentos.
Ficará guardado na memória,
O registro de cada momento.

Nos despedimos com alegria,
Sensação de tarefa realizada.
No coração de cada pessoa,
Uma semente certamente foi plantada.

Semente cujo a qual,
Frutos sem dúvidas renderá.
Quem sabe para o seminário,
Um seminarista sairá.

Recebam nosso carinho e gratidão,
Por esta abençoada missão.
Ficamos lisonjeados por este dias,
De muita fé caridade e oração.

Teve muitas formações,
Brincadeiras e até baralho para jogar.
Deixando mais prazeroso o convívio,
E descontraído na hora de descansar.

E chegada a hora da despedida,
Que Deus possa os abençoar.
Que Maria Santíssima passe a frente,
Abrindo portas por onde passar.

Poema escrito por Reinaldo Dutra
Aconteceu neste sábado dia 18/12 no Centro de Formação Dom João Batista – Ponta Formosa, o II Encontro vocacional ao Diaconato Permanente da Arquidiocese

Aconteceu neste sábado dia 18/12 no Centro de Formação Dom João Batista – Ponta Formosa, o II Encontro vocacional ao Diaconato Permanente da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo. O tema do encontro foi: O Diaconato Permanente nos documentos da Igreja.

Participaram 32 vocacionados, tendo como assessor o Pe. Márcio Ferreira (Diretor da Escola Diaconal) e o Pe. Roberto Natal (Diretor Espiritual), os Diáconos Marcos Rezende e Fabrício (CAD) e os membros da Equipe de Formadores: Diáconos Antônio Bandeira, Emanuel Duarte, Sandro Magdo e Sérgio Pinto.

O Papa Francisco conversou com pessoas que passam por problemas de violência, pobreza e outras realidades e a entrevista foi transmitida pela rede de

O Papa Francisco conversou com pessoas que passam por problemas de violência, pobreza e outras realidades e a entrevista foi transmitida pela rede de TV italiana. Mediaset. Leia a matéria publicada no site Vatican News.

O Papa sobre as mulheres abusadas em casa: “problema quase satânico”

No diálogo de Francisco com quatro “invisíveis” transmitido pela rede de televisão italiana Mediaset, o Pontífice fala de abusos: “É aproveitar-se da fraqueza de alguém que não pode se defender”.
“O número de mulheres que são espancadas, abusadas em casa, também pelos seus maridos, é tão grande. Para mim, o problema é quase satânico”. Na Casa Santa Marta, o Papa Francisco conversou com quatro “invisíveis” e abordou – diante das câmaras da rede italiana Mediaset – os problemas ligados à violência, à pobreza, às consequências da pandemia, e à vida dos prisioneiros. O encontro, coordenado pelo vaticanista Fabio Marchese Ragona, contou com a presença de Giovanna, uma mãe que perdeu o seu emprego e cuja vida familiar é feita de violência; Maria, uma mulher sem casa; Maristella, uma escoteria de 18 anos a quem a pandemia tirou a alegria; Pierdonato, ex-condenado à prisão perpétua e que cumpriu 25 anos de cárcere.

A Giovanna, que perguntou como recuperar a sua dignidade, o Papa, depois de descrever o problema da violência como “quase satânico”, respondeu: “É humilhante, muito humilhante. É humilhante quando um pai ou uma mãe bate no rosto de uma criança, é muito humilhante e eu digo sempre, nunca bata no rosto de uma criança. Por quê? Porque a dignidade é o rosto. Esta é a palavra que eu gostaria de retomar porque por detrás dela está a sua pergunta: há dignidade em mim? Qual é a minha dignidade depois de tudo isto, qual é a dignidade das mulheres espancadas e maltratadas? Uma imagem vem-me à mente ao entrar na Basílica à direita, a piedade de Nossa Senhora, Nossa Senhora humilhada diante do seu filho nu, crucificado, malfeitor aos olhos de todos, ela é a mãe que o criou, totalmente humilhada. Mas ela não perdeu a sua dignidade e olhar para esta imagem em momentos difíceis como o seu de humilhação e quando se sente perder a dignidade, olhar para aquela imagem dá-nos força… Olhe para Nossa Senhora, fique com essa imagem de coragem”.

A cultura da indiferença

A Maria, que pergunta por que razão a sociedade é tão cruel para com os pobres, Francisco disse: “você fala de crueldade, é assim, esta é a bofetada mais dura da sociedade, ignorar o problema dos outros… Estamos entrando numa cultura da indiferença onde tentamos distanciar-nos dos problemas reais, da dor dos sem-teto, da falta de trabalho. Pelo contrário, com esta pandemia os problemas aumentaram porque batem à porta aqueles que oferecem dinheiro emprestado: os agiotas. Uma pessoa pobre, uma pessoa em necessidade, cai nas mãos dos agiotas e perde tudo, porque eles não perdoam. É crueldade e mais crueldade, digo isto para chamar a atenção das pessoas para não serem ingênuas; o agiota não é uma saída para o problema, o agiota traz novos problemas”. O Papa perguntou então à mulher se, quando encontra uma pessoa que está em uma situação pior, vai dar-lhe uma mão. E depois da resposta afirmativa de Maria, ele acrescentou: “Quando se sofre, compreende-se a profundidade da dor. Tente sempre olhar de frente para os problemas porque haverá alguém que estará pior do que você e que precisa do seu olhar para seguir em frente”.

Deus próximo aos encarcerados

Pierdonato perguntou ao Papa se há esperança para quem deseja uma mudança. Francisco respondeu com a frase da Bíblia: “a esperança nunca desilude”. E acrescentou: “Há uma ópera de que gosto muito, que diz o contrário: na Turandot sobre a esperança, se diz que a esperança desilude sempre. Mas eu digo a você: a esperança nunca desilude. Há Deus, não em órbita, mas Deus ao seu lado, porque o estilo de Deus é proximidade, compaixão e ternura… Deus está com cada um dos encarcerados, com qualquer pessoa que passe por dificuldades… Você não diz, mas você sabe no fundo do coração que foi perdoado e que tem a esperança que não desilude… É por isso que eu posso lhe dizer uma coisa: Deus perdoa sempre, Deus perdoa sempre… A nossa força reside na esperança deste Deus que é próximo, compassivo e terno, terno como uma mãe. Ele próprio o diz, e é por isso que você tem a esperança. Obrigado pelo seu testemunho”.

Papa Francisco durante a entrevista
Papa Francisco durante a entrevista

A necessidade do contato face a face

Maristella abordou a questão das consequências da Covid para os jovens e perguntou como criar uma relação saudável feita de contatos e experiências. O Papa disse: “no lockdown faltou o contato com amigos e amigas, com a família porque não se podia sair e talvez a escola não funcionava. Precisamos de contato, contato face a face, mas temos a tentação de nos isolarmos com outros métodos, por exemplo, entrar em contato apenas por celular, as amizades do celular, a falta de diálogo concreto. Você aprendeu com esta situação que o diálogo concreto não pode ser substituído pelo diálogo on-line, que há algo mais”. Falando do hábito dos jovens terem sempre de usar os seus smartphones, Francisco acrescentou: “Se você quiser usar o celular, use-o, mas isso não cancele o contato com as pessoas, contato direto, contato de ir juntos à escola, de passear, ir tomar um café juntos, contato real e não contato virtual. Porque se deixarmos de lado o contato real, também nós acabaremos líquidos ou gasosos, sem consistência, sempre on-line, e à pessoa on-line falta ternura”.

Crise, conflito e esperança

Giovanna tomou novamente a palavra, e depois de contar como tinha perdido tudo devido à pandemia, perguntou como é possível ter esperança. “A Covid colocou todos nós em crise”, respondeu o Papa. “Uma maneira de sair da crise é amargurar-se, e uma amargura é muitas vezes acabar com tudo. O número de suicídios tem aumentado muito com a crise…. A crise está aberta, o conflito fecha você, e você não vê uma saída para o conflito, com a sua luta vejo que você está lutando para sair melhor da crise, não desistiu e isto é ótimo, está dando uma lição de resistência, uma lição de resistência às calamidades… Está fazendo uma aposta, para a vida e para a vida dos seus entes queridos de seguir em frente. Não sabe para onde, porque não tem casa nem emprego, não sabe o que fazer. Mas está olhando para a frente, está saindo melhor do que antes, mas não sozinha. Isto é importante: procure alguém, pessoas que a acompanhem”.

Um coração aberto aos pobres

A Maria, que perguntou o que pode ser feito para abrir o coração das pessoas aos pobres, Francisco respondeu: “quando você olha para o rosto de uma pessoa pobre, o seu coração muda porque chegou ao ‘sacramento do pobre’, digamos ‘sacramental’… porque o olhar de uma pessoa pobre muda você. Esta cultura do descarte não é só com os pobres, com as pessoas que têm necessidades: quantas vezes numa família temos a realidade de descartar os velhos, descartar os avós… quando automaticamente numa certa idade se procura uma casa de repouso para colocar no depósito, não repouso, no despósito, o seu velho, os avós, faz-se algo impiedoso…. Enviamos para fora o que não gostamos, e também isto acontece por vezes desde o início da vida: muitas vezes aparece uma criança (e se diz, ndr): ‘Mas não…, vamos mandá-la de volta porque ela é um problema para nós’. E assim, quando a sociedade adoece, começa a descartar os pobres. Mas temos de lutar contra isto”.

Superlotação nas prisões

Pierdonato perguntou como curar as feridas dos detentos que estão ainda mais sozinhos em tempos de pandemia, e Francisco explicou: “a pandemia faz isto, deixa você sozinho… E depois o problema da superlotação das prisões: a superlotação é certamente um muro, não é humano! Qualquer condenação por um crime cometido deve ter uma esperança, uma janela. Um cárcere sem janela não é bom, é um muro. Uma cela sem janela não é bom. Não necessariamente uma janela física, uma janela existencial, uma janela espiritual. Para poder dizer: ‘Sei que vou sair, sei que poderia fazer isto ou aquilo’. É por isso que a Igreja é contra a pena de morte, porque na morte não há janela, não há esperança, se fecha uma vida. Há esperança do outro lado, mas não há nenhuma aqui. É por isso que a prisão deve ter uma janela”. O Papa relatou então a experiência de um prisioneiro não crente que trabalhava com madeira. Um visitante aconselhou-o a ler o Evangelho. “Recebeu o Evangelho, começou a ler alguns trechos. No meu coração (disse, ndr) algo aconteceu, aquele muro que eu tinha à minha frente caiu, abriu-se’ e como ele era um bom carpinteiro fez isto (o Papa mostra a escultura de madeira feita pelo prisioneiro, ed.), e disse-me: ‘Esta é a minha experiência desde que conheci Jesus’. Isto foi feito por um carcerado que viu que com Jesus o muro caiu e que havia uma janela de vida”.

Relação com Deus colocada à prova

Mariastella perguntou então como poderia, na sua idade, ter uma relação com Deus e mantê-la. “No lockdown tudo vai à prova, também a relação com Deus… a relação com Deus não é uma coisa linear que corre sempre bem, a relação com Deus tem crises como qualquer relacionamento de amor numa família…. Pegue o Evangelho, no Evangelho está a palavra de Deus que lhe ajustará mais uma vez: tenho medo dos pregadores que querem curar a vida em crise com palavras, palavras, palavras. A vida em crise é curada com proximidade, compaixão, ternura. O estilo de Deus. O Evangelho lhe dá isto. Parecerá um pouco estranho para alguns, mas se você me dissesse: “Padre, zangar-se com Deus é pecado? Dizer: ‘Senhor, eu não te entendo…’. É uma forma de rezar! Muitas vezes ficamos zangados com o pai, com a mãe. As crianças irritam-se com os seus pais porque pedem mais atenção. Não tenha medo de se zangar com Deus, você deve ter a liberdade de uma criança perante Deus. Quando você se zanga com o seu pai e a sua mãe não é bom, mas saiba que o seu pai e a sua mãe amam você; você se zanga com Deus porque isto ou aquilo não está bem, mas você sabe que Ele o ama e Ele não se assusta, porque Ele é pai e sabe como podemos reagir, nós que somos todas crianças perante Deus. Deve ter a coragem de dizer ao Senhor todos os sentimentos que você tem. Evangelho na mão e o coração pacificado”.

As felicitações de Francisco

Em conclusão, o Papa dirigiu-se diretamente aos telespectadores e perguntou: O que você pensa do Natal? Que tenho de sair e comprar isto ou aquilo… OK, mas o que é o Natal? É uma árvore? Uma estátua de um menino com uma mulher e um homem ao seu lado? Sim, é Jesus, é o nascimento de Jesus, pare um pouco e pense no Natal como uma mensagem de paz. Desejo-lhes um Natal com Jesus, um verdadeiro Natal. Será que isto significa que não podemos comer? Que não podemos festejar? Não, façam festa, comam de tudo, mas o façam com Jesus, isto é, com paz no coração. E a todos vocês que estão me ouvindo, desejo-lhes um Feliz Natal. Façam festa, dêem presentes, mas não se esqueçam de Jesus. O Natal é Jesus que vem, Jesus que vem tocar o seu coração, Jesus que vem tocar a sua família, que vem até você, à sua casa, ao seu coração, à sua vida. É fácil conviver com Jesus, ele é muito respeitoso, mas não se esqueça d’Ele. Feliz e Santo Natal a todos. E rezem por mim”!

A confraternização dos funcionários da Mitra Arquidiocesana de Vitória aconteceu hoje pela manhã em Ponta Formosa. Missa, café da manhã, brincadeiras e churrasco alegraram

A confraternização dos funcionários da Mitra Arquidiocesana de Vitória aconteceu hoje pela manhã em Ponta Formosa. Missa, café da manhã, brincadeiras e churrasco alegraram a turma que manteve o uso de máscara e higienização com álcool durante todo o evento.

A missa foi o momento em que dom Dario Campos, arcebispo agradeceu a todos dizendo: “vocês os nossos colaboradores diretos na missão.  O serviço que vocês prestam é de fundamental relevância, quando acolhem a cada um que busca ajuda nos setores de trabalho. Para mim é uma grande alegria puder celebrar com vocês nesta manhã”.  Depois dom Dario lembrou os sofrimentos que passamos ao longo deste ano com perdas de vida entre familiares, amigos e padres. Mas disse: “não podemos perder a esperança. Lembremos o salmo quando diz: ‘a justiça florirá e reinará a paz. Pensemos também em Isabel que vivia na montanha com o marido porque pessoas estéreis tinham que viver longe da convivência social. Por isso, neste Natal lembremos, rezemos e ajudemos aqueles que estão sem trabalho, vivem na rua ou de alguma forma estão marginalizados.  Acolhamos com largueza de coração o Salvador e que a simplicidade, a verdade, a ética e a ternura sejam sinal do nosso compromisso”.

As palavras de gratidão e desejos escritas pelos funcionários e colocadas na árvore de Natal foram lembradas no início da Celebração: Saúde, fé, família, paz e bem, coragem, esperançar, empatia, amor, humanidade, cura espiritual, prosperidade, dignidade, gratidão, glória a Deus.

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, divulgou nota sobre os novos esquemas de tráfico humano. Leia a matéria publicada no site da

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, divulgou nota sobre os novos esquemas de tráfico humano. Leia a matéria publicada no site da CNBB e lei a nota na íntegra.

A Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quarta-feira, 15 de dezembro, uma nota na qual manifesta preocupação com a realidade apresentada pela reportagem apresentada no Fantástico, no último domingo (12), sobre a megaoperação internacional que descobriu um novo esquema para entrar ilegalmente nos EUA: “as famílias de mentira”. De acordo com a matéria, este novo esquema está a serviço do tráfico de pessoas, e só neste ano, movimentou R$ 8 bilhões no Brasil, segundo a estimativa da Polícia Federal.

“A Comissão vê com preocupação e indignação as realidades de exploração associadas ao tráfico de pessoas no Brasil e no mundo. Os criminosos assumem estratégias cada vez mais ousadas para burlar as leis, manipulando os laços afetivos e transformando pessoas em mercadoria. Dentre essas estratégias criam-se “famílias de mentira” para possibilitar a entrada ilegal de imigrantes nos Estados Unidos e por consequência em outros países. O chamado “Rei dos Coiotes”, que faz parte de uma quadrilha internacional e o esquema para criação dessas famílias, deflagra outras questões estruturais como a violação e exploração de crianças e adolescentes, mulheres e trabalhadores, atingindo especialmente as cidades próximas às fronteiras”.

No documento, a Comissão de Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB reconhece e valoriza o trabalho dos órgãos de fiscalização e denuncia, como a Polícia Federal e da imprensa e exige do Estado Brasileiro uma maior atuação na responsabilização dos agentes destes crimes, na implantação das políticas públicas, celeridade nos canais responsáveis pelo cumprimento da legislação e medidas de proteção aos migrantes e refugiados e às vítimas do tráfico de pessoas.

A Comissão conclama todas as pessoas comprometidas com a dignidade humana, para não fecharem os olhos e os ouvidos diante dessas situações, denunciando, por meio do Disque 100, situações suspeitas de serem criminosas e associadas ao tráfico de pessoas.

Link para a nota: https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Nota-contra-trafico-de-Pessoas.pdf