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Na audiência de hoje o Papa Francisco disse que a migração é um escândalo social da humanidade. Leia a matéria publicada no site Vatican
Na audiência de hoje o Papa Francisco disse que a migração é um escândalo social da humanidade. Leia a matéria publicada no site Vatican News.
Na Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa convidou a rezar “por todos os migrantes, todos os perseguidos e todos aqueles que são vítimas de circunstâncias adversas, sejam circunstâncias políticas, históricas, ou pessoais”.

“São José, migrante perseguido e corajoso” foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (29/12).

A família de Nazaré teve que fugir para o Egito, “experimentando em primeira pessoa a precariedade, o medo e a dor de ter que deixar a sua terra”. Francisco sublinhou que “ainda hoje muitos dos nossos irmãos e irmãs são obrigados a viver a mesma injustiça e sofrimento. A causa é quase sempre a prepotência e a violência dos poderosos. Isto aconteceu também com Jesus”.

Através dos Reis Magos, o rei Herodes toma conhecimento do nascimento do “rei dos Judeus”, e a notícia o perturba. “Ele se sente inseguro, ameaçado no seu poder” e manda “matar todas as crianças de Belém de até dois anos. Foi o tempo em que, segundo o cálculo dos Magos, Jesus teria nascido”. Entretanto, um anjo ordena a José: «Levanta-te, toma o menino e a sua mãe, e foge para o Egito; permanece lá até que eu te avise, pois Herodes vai à procura do menino para o matar». “Pensemos nas muitas pessoas que hoje sentem dentro de si esta inspiração: Fujamos! Fujamos porque aqui há perigo”, frisou o Papa.

Herodes é o símbolo de muitos tiranos de ontem e de hoje

“A fuga da Sagrada Família para o Egito salva Jesus, mas infelizmente não impede que Herodes leve a cabo o seu massacre. Assim, encontramo-nos diante de duas personalidades opostas: por um lado, Herodes com a sua ferocidade e, por outro, José com o seu esmero e a sua coragem. Herodes quer defender o seu poder, a própria pele, com crueldade impiedosa, como atestam também as execuções de uma das suas esposas, alguns dos seus filhos e centenas de adversários. Era um homem cruel. Para resolver os problemas tinha apenas uma receita, matar”, disse ainda o Papa, acrescentando:

Ele é o símbolo de muitos tiranos de ontem e de hoje, e para esses tiranos as pessoas não contam, conta o poder. Se eles precisam de espaço de poder, matam as pessoas. Isso acontece hoje. Não precisamos recorrer à história antiga. Isso acontece hoje. É o homem que se torna “lobo” para os outros homens. A história está cheia de personalidades que, vivendo à mercê dos seus temores, procuram vencê-los, exercendo o poder de forma despótica e praticando gestos de violência desumanos. Mas não devemos pensar que só viveremos na perspectiva de Herodes se nos tornarmos tiranos; na realidade, é uma atitude em que todos podemos cair, sempre que procuramos afugentar os nossos medos com a prepotência, ainda que seja apenas verbal ou feita de pequenos abusos cometidos para mortificar quem está ao nosso lado. Também nós temos dentro do coração a possibilidade de sermos pequenos Herodes.

Coragem é sinônimo de fortaleza

A seguir, o Papa sublinhou que “José é o oposto de Herodes: em primeiro lugar, é «um homem justo». Herodes é um ditador. Além disso, demonstra-se corajoso na execução da ordem do Anjo. Podemos imaginar as peripécias que teve de enfrentar durante a longa e perigosa viagem, e as dificuldades exigidas para a permanência num país estrangeiro. A sua coragem sobressai também na hora do regresso quando, tranquilizado pelo Anjo, supera os seus compreensíveis receios, estabelecendo-se com Maria e Jesus em Nazaré”.

Herodes e José são dois personagens opostos, que refletem as duas faces da humanidade de sempre. É um lugar-comum errado considerar a coragem como virtude exclusiva do herói. Na realidade, a vida quotidiana de cada pessoa requer coragem. Não é possível viver sem coragem para enfrentar as dificuldades de cada dia. Em todos os tempos e culturas encontramos homens e mulheres corajosos que, para ser coerentes com a sua crença, superaram toda a espécie de dificuldades, suportando injustiças, condenações e até a morte. Coragem é sinônimo de fortaleza que, com a justiça, a prudência e a temperança, faz parte do grupo de virtudes humanas chamadas “cardeais”.

Ver em Jesus os migrantes de hoje

“A lição que José nos deixa hoje é a seguinte: a vida nos apresenta sempre adversidades, diante das quais podemos sentir-nos também ameaçados, amedrontados, mas não é mostrando o pior de nós, como faz Herodes, que podemos superar certos momentos, mas agindo como José, que reage ao medo com a coragem da confiança na Providência de Deus”, disse ainda o Papa.

Rezemos hoje por todos os migrantes, todos os perseguidos e todos aqueles que são vítimas de circunstâncias adversas, sejam circunstâncias políticas, históricas ou pessoais. Pensemos nas muitas pessoas vítimas das guerras, que querem fugir de sua pátria, mas não podem. Pensemos nos migrantes que começam a estrada para serem livres e muitos terminam na rua ou no mar. Pensemos em Jesus nos braços de José e Maria fugindo e vejamos nele cada um dos migrantes de hoje. A migração de hoje é uma realidade diante da qual não podemos fechar os olhos. É um escândalo social da humanidade.

Assista e Bênção do Papa neste Natal de 2021 e leia a matéria publicada no site Vatican News. Papa: a esperança é mais forte

Assista e Bênção do Papa neste Natal de 2021 e leia a matéria publicada no site Vatican News.

Papa: a esperança é mais forte que as dificuldades, pois um Menino nasceu para nós

Diante das tantas crises, tragédias esquecidas e sofrimentos ao redor do mundo, em sua Mensagem de de Natal Francisco diz que “a esperança é mais forte, porque «um menino nasceu para nós»”. Que a seu exemplo, aprendamos a escutar-nos e a dialogar, e a caminhar com Cristo pelas sendas da paz!

“O Verbo fez-Se carne para dialogar conosco. Deus não quer construir um monólogo, mas um diálogo. Pois o próprio Deus, Pai e Filho e Espírito Santo, é diálogo, comunhão eterna e infinita de amor e de vida.”

Diálogo é a palavra a partir da qual o Pontífice desenvolve sua Mensagem de Natal dirigida à cidade e ao mundo, pronunciada da sacada central da Basílica de São Pedro em um 25 de dezembro chuvoso, o que não impediu a presença de milhares de peregrinos e turistas de várias partes do mundo na Praça São Pedro, na observância das novas medidas, mais restritivas, para conter a propagação da Covid-19.

Depois da Mensagem de Natal o Papa rezou o Angelus, seguido pelo anúncio da concessão da Indulgência Plenária pelo cardeal protodiácono Renato Raffaele Martino, que então passou novamente a palavra ao Santo Padre para a Bênção, extensiva também a todos que acompanhavam pelos meios de comunicação.

O sinal da transmissão estava disponível em seis satélites e a Mensagem com a Bênção Urbi et Orbi foi transmitida em Mundovisão por cerca de 170 redes de televisão. A mídia vaticana também ofereceu serviço de tradução na língua dos sinais (LIS). Já o Vatican News ofereceu transmissões em sete línguas: português, espanhol, italiano, inglês, francês, alemão e árabe.

Diálogo, única solução para conflitos

“Quando veio ao mundo, na pessoa do Verbo encarnado, Deus mostrou-nos o caminho do encontro e do diálogo” e “como seria o mundo sem o diálogo paciente de tantas pessoas generosas, que mantiveram unidas famílias e comunidades?”, pergunta o Papa, observando que a pandemia deixou isso muito claro ao afetar as relações sociais, aumentar “a tendência para fechar-se, arranjar-se sozinho, renunciar a sair, a encontrar-se, a fazer as coisas juntos”. E a nível internacional, a complexidade da crise pode “induzir a optar por atalhos”, mas só o diálogo conduz “à solução dos conflitos e a benefícios partilhados e duradouros”.

As tragédias esquecidas

E ao lançar seu olhar para o panorama internacional, Francisco observou que contemporaneamente ao “anúncio do nascimento do Salvador, fonte da verdadeira paz, “vemos ainda tantos conflitos, crises e contradições. Parecem não ter fim, e já quase não os notamos”.

“De tal maneira nos habituamos, que há tragédias imensas das quais já nem se fala; corremos o risco de não ouvir o grito de dor e desespero de tantos irmãos e irmãs nossos.”

Oriente Médio e Afeganistão

E dentre as tragédias esquecidas por todos, o sofrimento das populações da Síria, Iraque, Iêmen, em particular das crianças. Mas também o conflito entre israelenses e palestinos, “com consequências sociais e políticas cada vez mais graves”.

“Menino Jesus, dai paz e concórdia ao Médio Oriente e ao mundo inteiro. Amparai a quantos se encontram empenhados em prestar assistência humanitária às populações forçadas a fugir da sua pátria; confortai o povo afegão que, há mais de quarenta anos, está submetido a dura prova por conflitos que impeliram muitos a deixar o país.”

Myanmar e Ucrânia

Ao Rei dos Povos, o Papa pede que ajude as autoridades políticas a  pacificar “as sociedades abaladas por tensões e contrastes”, em particular Myanmar, “onde intolerância e violência se abatem, não raro, também sobre a comunidade cristã e os locais de culto, e turbam o rosto pacífico daquela população.” Mas também “luz e amparo” para quem acredita e trabalha em prol do encontro e do diálogo na Ucrânia e não permitir que “metástases dum conflito gangrenado” se espalhem pelo país.

África

O Santo Padre volta então seu olhar para os países africanos atribulados por conflitos, divisões, desemprego, desigualdades econômicas, pedindo ao Príncipe da Paz pela Etiópia para que descubra o caminho da paz e da reconciliação e para que ouça o clamor “das populações da região do Sahel, que sofrem a violência do terrorismo internacional”, bem como pelas vítimas dos conflitos internos no Sudão e Sudão do Sul.

América

Para as populações do continente americano Francisco pede que “prevaleçam os valores da solidariedade, reconciliação e convivência pacífica, através do diálogo, do respeito mútuo e do reconhecimento dos direitos e valores culturais de todos os seres humanos.”

Vítimas de violência, abusos, abandono

O Papa também pede ao Filho de Deus conforto para as mulheres vítimas de violência, esperança para as crianças e adolescentes vítimas de bullying e abusos, consolação e carinho aos idosos, sobretudo os mais abandonados e serenidade e unidade às famílias, “lugar primário da educação e base do tecido social.”

Na saúde, generosidade dos corações

Para os doentes o Papa pede saúde, bem como inspiração às pessoas de boa vontade para que encontrem “as soluções mais adequadas para superar a crise sanitária e as suas consequências”:

“Tornai generosos os corações, para fazerem chegar os tratamentos necessários, especialmente as vacinas, às populações mais necessitadas. Recompensai todos aqueles que mostram solicitude e dedicação no cuidado dos familiares, dos doentes e dos mais fragilizados.”

Não renegar a humanidade que nos une

Mas não só: o olhar de Francisco também abarca civis e militares prisioneiros de guerras, migrantes, deslocados e refugiados, cujos olhos “pedem-nos para não voltarmos o rosto para o outro lado, para não renegarmos a humanidade que nos une, para assumirmos as suas histórias e não nos esquecermos dos seus dramas.”

O ambiente que deixaremos para gerações futuras

E para que as gerações futuras possam viver num ambiente respeitoso da vida, o Papa exorta as autoridades políticas a encontrarem acordos eficazes e assim sermos mais solícitos pela nossa Casa Comum, “também ela enferma pelo descuido com que frequentemente a tratamos”.

Caminhar pelas sendas da paz

“Queridos irmãos e irmãs, muitas são as dificuldades do nosso tempo, mas a esperança é mais forte, porque «um menino nasceu para nós». Ele é a Palavra de Deus que Se fez “in-fante”, capaz apenas de chorar e necessitado de tudo. Quis aprender a falar, como qualquer criança, para que nós aprendêssemos a escutar Deus, nosso Pai, a escutar-nos uns aos outros e a dialogar como irmãos e irmãs. Ó Cristo, nascido para nós, ensinai-nos a caminhar convosco pelas sendas da paz. Feliz Natal para todos!”

A missa de Natal na Catedral de Vitória teve como momento forte o canto do Glória juntamente com o toque dos sinos que inundaram

A missa de Natal na Catedral de Vitória teve como momento forte o canto do Glória juntamente com o toque dos sinos que inundaram a catedral. O coral da Catedral e os fiéis repetiram a exemplo dos anjos por ocasião do nascimento de Jesus: Glória a Deus nas alturas e na terra paz aos homens.

Assim foi celebrada a vigília presidida por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória e concelebrada pelo pe. Renato Criste, pároco da Catedral e o pe. Diego Azevedo, vigário paroquial.

Ao final da Celebração, pe. Renato passou pela nave da Catedral com o Menino Jesus enquanto os fiéis acendiam as lanternas de celular e as luzes eram apagadas. Depois o Menino foi colocado no presépio.

Na homilia, o Arcebispo iniciou expressando seu desejo de que todos se sentissem abraçados por ele e disse “não é permitido que nenhum coração viva na escuridão, nas trevas, o Menino Deus dissipou toda a escuridão da nossa vida.[…] é momento de entoar um cântico novo, levantar a cabeça e olhar em frente, porque temos a certeza que não estamos sozinhos, Jesus caminha conosco”.  Depois o Arcebispo lembrou que foram os pequenos os primeiros a receberem o anúncio do nascimento de Jesus e disse: “Se mergulharmos no mistério profundo da encarnação, vendo a singeleza do Menino Deus, nossa vida vai ser muito mais leve, porque ela estará na palma das mãos de Deus e assim a nossa vida será de partilha”. Por fim, dom Dario agradeceu a todos que contribuem com a Campanha Paz e Pão permitindo que muitas mesas hoje tenham o que compartilhar entre os familiares graças às doação, generosidade e partilha de muitos”.

Leia abaixo a mensagem enviada por Monsenhor Andherson Franklin, bispo auxiliar nomeado pelo Papa Francisco no dia 22 de dezembro para a Arquidiocese de

Leia abaixo a mensagem enviada por Monsenhor Andherson Franklin, bispo auxiliar nomeado pelo Papa Francisco no dia 22 de dezembro para a Arquidiocese de Vitória.

Cachoeiro de Itapemirim, 24 de dezembro de 2021

“Ide, fazei discípulos
todas as nações” (Mt 28,19)

Meus irmãos e irmãs!
No último dia 22 de dezembro, com espírito de serviço, acolhi a nomeação como bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, pelo nosso amado Papa Francisco. Hoje, na véspera do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, dirijo-me a toda a Arquidiocese, no desejo de manifestar a minha alegria e compromisso evangelizador, junto a esta Igreja Particular.
Manifesto a minha gratidão e total comunhão com o querido arcebispo Dom Dario Campos, assumindo a missão como o seu bispo auxiliar, um direto colaborador de seu ministério episcopal. Saúdo também Dom Luiz Mancilha Vilela e Dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispos eméritos das respectivas arquidioceses de Vitória e Mariana, que são tesouros vivos da história e da caminhada eclesial do Estado do Espírito Santo.
Dirijo uma saudação afetuosa aos presbíteros, agradecendo pela palavra de acolhida a mim dirigida. Saúdo, também, a todos os diáconos, religiosos e religiosas, seminaristas e vocacionados, todos os leigos e leigas, presentes em todas as Comunidades Eclesiais de Base, bem como, todos os homens e mulheres de boa vontade.
Escolhi como lema inspirador do meu serviço episcopal o envio missionário de Jesus, dirigido aos seus discípulos, encontrado no Evangelho de Mateus: “Ide, fazei discípulos todas as nações” (Mt 28,19). Um apelo que ressoa em meu coração e me impulsiona a acolher, com serenidade, disponibilidade e liberdade, esta nova missão, a mim confiada pela Igreja. O Papa Francisco tem nos exortado a ser uma Igreja em Saída Missionária, comprometida com a construção da Casa Comum e promovendo sempre a Solidariedade e a Fraternidade entre todos, de maneira especial, junto aos mais vulneráveis. Assim, eu me coloco como um irmão entre os irmãos e irmãs, a fim de que sejamos todos inspirados pela Palavra de Deus e iluminados pela luz do Espirito Santo, promovendo sempre entre nós a Comunhão, a Participação em vista da Missão.
Termino desejando a todos e todas um Feliz e Santo Natal e um Ano Novo cheio da graça e benção divinas; um tempo novo de saúde para todos, justiça, fraternidade e paz! Gostaria ainda, de pedir e poder contar sempre com as orações de todas e todos vocês.
Que a Virgem da Vitória, padroeira da Arquidiocese, interceda ao Seu Filho, o Emanuel, por todos nós!
Deus vos abençoe, hoje e sempre!

Mons. Andherson Franklin Lustoza de Souza
Bispo auxiliar nomeado – Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo

No dia 19 de fevereiro de 2022, acontecerá a cerimônia de ordenação episcopal do novo bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória, o monsenhor Andherson

No dia 19 de fevereiro de 2022, acontecerá a cerimônia de ordenação episcopal do novo bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória, o monsenhor Andherson Franklin Lustoza de Souza. A Santa Missa será realizada no Centro Universitário São Camilo de Cachoeiro de Itapemirim, a partir das 16h. Monsenhor Andherson foi nomeado no último dia 22 de dezembro pelo Papa Francisco. Para maiores informações sobre a ordenação, basta entrar em contato com a Diocese de Cachoeiro pelo número (28) 99972-2023.

Monsenhor Andherson nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, no estado do Espírito Santo, no dia 3 de novembro de 1969. Atualmente com 52 anos pertence ao clero da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, sendo Vigário da Paróquia Nosso Senhor dos Passos, e professor do Instituto Interdiocesano de Filosofia e Teologia em Vitória.

O religioso ingressou no Seminário Bom Pastor, da mesma diocese no sul do Estado, para cursar o Propedêutico e a Filosofia, em Fevereiro de 1992. Concluiu o curso de Filosofia em 1995, sendo o mesmo reconhecido pela Pontifícia Universidade Católica, de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Ingressou no Seminário São João Maria Vianney, localizado em Vitória, a fim de cursar a Teologia, no Instituto de Filosofia e Teologia da arquidiocese de Vitória, Espírito Santo, concluindo o mesmo em 1999. Sua ordenação presbiteral foi celebrada no Ginásio da Faculdade Camiliana, em Cachoeiro de Itapemirim, no dia 25 de março de 2000.

 

Reverendíssimo Monsenhor Andherson Franklin Lustoza de Souza! Saudações de Graça e Paz! O Santo Padre o Papa Francisco, na manhã de Hoje, confiou a

Reverendíssimo Monsenhor Andherson Franklin Lustoza de Souza!

Saudações de Graça e Paz!

O Santo Padre o Papa Francisco, na manhã de Hoje, confiou a nossa querida Igreja Particular uma grande missão: acolher o senhor como mais novo membro de nossa família Arquidiocesana. Nossa gratidão ao Santo Padre, como também ao nosso Arcebispo Metropolitano Dom Dario Campos, que na simplicidade e na alegria tem nos ajudado a caminhar nas estradas de Jesus.

O senhor chega em nossa Arquidiocese de Vitória, num tempo de muita esperança e escuta! Cremos que o Senhor Jesus, está utilizando também da sua vida e vocação para fazer ecoar em nossos corações, aquele sentimento que nutriu a fé do Apóstolo Paulo: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação”! (2 Cor 1, 3), não temos dúvida que a sua nomeação e presença no meio de nós, será um sinal visível da misericórdia e do consolo de Deus.

Conte com nossas orações, nosso apoio, nossa amizade, e assim como nos orienta o Santo Padre, ajude-nos:
“A reforçar os vínculos de fraternidade e amizade no presbitério e com o vosso bispo, apoiando-vos mutuamente, cuidando de quem está doente, procurando aquele que se isola, encorajando e aprendendo a sabedoria do idoso, partilhando os bens, sabendo rir e chorar juntos…”.

Nós, Padres da Arquidiocese de Vitória, Rogamos a Nossa Senhora da Vitória, a Virgem das Alegrias e ao glorioso São Pedro, que guardem sua vida e missão! Seja muito bem-vindo!

Guarapari, 22 de Dezembro de 2021.

Padre Diego Carvalho dos Santos.
Representante dos Presbíteros da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo.
Secretário do CRP do Leste 3 da CNBB.

O apelo do Papa Francisco na audiência de hoje, 22 de dezembro de 2021 foi sobre os migrantes. Leia abaixo a matéria publicada no
O apelo do Papa Francisco na audiência de hoje, 22 de dezembro de 2021 foi sobre os migrantes. Leia abaixo a matéria publicada no site Vatican News.
Na audiência geral, o Papa exortou com força, uma vez mais, a uma ação partilhada para aliviar o drama dos migrantes na área do Mediterrâneo. Na Sala Paulo VI, algumas das pessoas recebidas na Itália após a última viagem apostólica a Chipre e Grécia: “Assumiremos a responsabilidade como Igreja nos próximos meses”.

O Papa Francisco reiterou no final da Audiência geral desta quarta-feira a necessidade de um compromisso concreto e geral para enfrentar o fenômeno migratório, especialmente na área do Mar Mediterrâneo, que mais uma vez testemunhou uma nova tragédia no silêncio geral. Em uma semana, mais de 160 refugiados perderam a vida na faixa de mar entre a Líbia e a ilha italiana de Lampedusa. O Pontífice faz um novo e sentido apelo a toda a comunidade internacional.

Ouça e compartilhe

É necessário uma responsabilidade partilhada

“Durante a minha viagem a Chipre e Grécia”, disse o Papa, “pude tocar com a mão, mais uma vez, a humanidade ferida dos refugiados e migrantes. Também constatei como apenas alguns países europeus estão suportando a maioria das consequências do fenômeno migratório na área mediterrânica, quando na realidade exige uma responsabilidade partilhada, da qual nenhum país se pode isentar”.

O Papa recordou então como, “graças à generosa abertura das autoridades italianas”, pôde trazer a Roma um grupo de pessoas que conheceu durante a sua última viagem.

“Hoje, alguns deles estão aqui entre nós. Sejam bem-vindos! Trataremos deles, como Igreja, nos próximos meses. É um pequeno sinal,” salientou, “que espero que sirva de estímulo para outros países europeus, para que permitam às realidades eclesiais locais de se encarregar de outros irmãos e irmãs que precisam urgentemente de serem recolocados”.

Abrir uma porta aos migrantes

Outra necessidade salientada pelo Papa Francisco é, após a acolhida, a da integração dos migrantes.

“Há muitas Igrejas locais, congregações religiosas e organizações católicas”, disse o Santo Padre, “que estão prontas para acolhê-los e a acompanhá-los na direção de uma integração frutuosa. Serve somente abrir uma porta, a porta do coração!”

Nomeação Monsenhor Andherson Franklin Lustoza de Souza foi nomeado hoje, 22 de dezembro de 2021, pelo Papa Francisco, bispo auxiliar para a Arquidiocese de

Nomeação

Monsenhor Andherson Franklin Lustoza de Souza foi nomeado hoje, 22 de dezembro de 2021, pelo Papa Francisco, bispo auxiliar para a Arquidiocese de Vitória.

Monsenhor Andherson tem 52 anos e já é conhecido da Arquidiocese, pois pertence ao clero da diocese de Cachoeiro de Itapemirim, é professor no Instituto Interdiocesano de Filosofia e Teologia em Vitória e assessorou diversos encontros pastorais na Arquidiocese.

Seja bem-vindo Mons. Andherson, a Arquidiocese de Vitória o acolhe e reza por sua nova missão.

Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória na mensagem de acolhida, ao dar as boas-vindas disse: “Desejo que a nossa convivência episcopal possa manifestar aos nossos presbíteros, diáconos, religiosos e religiosas, nossos seminaristas, vocacionados e todos os leigos e leigas, a Comunhão e Participação em vista da Missão”, “Que Nossa Senhora da Vitória, padroeira de nossa Arquidiocese, cubra com o seu manto materno o seu ministério e serviço episcopal entre nós”. Clique aqui para ler a mensagem de acolhida de dom Dario Campos completa.

Histórico de Mons. Andherson

Percurso e preparação ao sacerdócio: O Padre Andherson Franklin Lustoza de Souza nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, no estado do Espírito Santo, no dia 03 de novembro de 1969. É filho de Adelcio Louzada de Souza, já falecido e de Maria Angélica Hemerly Lustoza de Souza. Tem dois irmãos: Alessandro Lustoza de Souza e Sheila Mayra Lustoza Lovatti.

Ingressou no Seminário Bom Pastor, da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, para cursar o Propedêutico e a Filosofia, em fevereiro de 1992. Concluiu o curso de Filosofia em 1995, sendo o mesmo reconhecido pela PUC (Pontifícia Universidade Católica), de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Ingressou no Seminário São João Maria Vianney, em Vitória, a fim de cursar Teologia, no IFTAV (Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, concluindo o mesmo em 1999.

Foi ordenado diácono na Paróquia Nossa Senhora do Rosário em Ibatiba, Espírito Santo, no dia 18 de dezembro de 1999.

Em 25 de março de 2000 foi ordenado presbítero no Ginásio da Faculdade Camiliana, em Cachoeiro de Itapemirim.

Foi administrador paroquial na paróquia Senhora Sant´Ana em Apiacá até setembro de 2001.

Estudos acadêmicos: Em Roma fez Mestrado em Teologia Bíblica na Pontifícia Universidade Gregoriana.

Em 2004 concluiu o Mestrado e deu início ao Doutorado, na referida Universidade, sendo este concluído no ano de 2009.

Atividades e serviços pastorais e acadêmicos: De volta ao Brasil foi pároco na paróquia do Sagrado Coração de Jesus – Itaipava de 2009 a 2016.

De 2016 a 2021 foi vigário paroquial da Paróquia Nosso Senhor dos Passos em Cachoeiro de Itapemirim.

Desde seu retorno (2009) atua como professor de Teologia Bíblica no IFTAV (Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória, hoje chamado de Instituto Interdiocesano de Filosofia e Teologia).

É professor no Instituto Teológico Dom Hermínio Malzone Hugo, da Diocese de Governador Valadares, Minas Gerais.

É professor e diretor acadêmico na Escola Diaconal Santo Estevão, em Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo.

Atividades diocesanas e nos Regionais da CNBB: Na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim foi: Coordenador Diocesano de Pastoral de 2016 até 2021, Assessor Diocesano da Iniciação à Vida Cristã de 2019 a 202.

Membro do Conselho de Formadores, sendo responsável pela Formação Pastoral do Seminário Maior, membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores.

Nos Regionais Leste 2 e 3 assumiu alguns serviços, tais como: Representante dos Coordenadores (Arq) Diocesanos de Pastoral (2017 a 2021); assessor Teológico e de Formação Permanente dos dois Regionais e assessor Teológico da Iniciação à Vida Crista do Regional Leste 3.

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