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O Provincial dos Monfortinos foi assassinado ontem, 9 de agosto de 2021, na França. Leia abaixo a notícia publicada no site Vatican News. Padre

O Provincial dos Monfortinos foi assassinado ontem, 9 de agosto de 2021, na França. Leia abaixo a notícia publicada no site Vatican News.

Padre Olivier Maire, Superior Provincial dos Monfortinos, foi assassinado na segunda-feira, 9, em Vendée, na localidade de Saint-Laurent-Sur-Sevre. Seu corpo foi encontrado pela gendarmaria após indicação de um ruandês que se apresentou como autor do assassinato.

Emmanuel Abayisenga, 40 anos, nascido em Ruanda, também é o principal suspeito do incêndio doloso da Catedral de Nantes, em julho de 2020. Indiciado, foi libertado sob vigilância judicial no início de junho, sendo acolhido em uma comunidade religiosa – da qual o sacerdote assassinado fazia parte – à espera do julgamento, previsto para 2022. Como indicado por seu advogado, seria um homem “frágil física e psicologicamente”. Os investigadores excluíram qualquer motivação ligada ao terrorismo e seguem a linha de homicídio voluntário.

A dor da Igreja na França

Dor e proximidade da Igreja na França à família do sacerdote e à sua Congregação, foram expressos por meio de um tweet pelo presidente do episcopado francês, Dom Éric de Moulins-Beaufort. Ele viveu – escreve o prelado – seguindo a Cristo até o fim, na acolhida incondicional de todos. Rezo por sua família, seus confrades e por toda a população traumatizada por esta tragédia, e também por seu assassino.

A mesma dor presente nas palavras do Superior Geral dos Monfortinos, padre Santino Brembilla, que fala do padre Olivier Maire como um “religioso, um sacerdote e um missionário de grande valor, um especialista em espiritualidade montfortiana que acompanhou toda a sua comunidade na compreensão profunda da mensagem de seu fundador, Louis-Marie Grignion de Montfort”.

A Conferência dos Bispos da França (CEF) e a Conferência dos Religiosos e Religiosas da França (CORREF) expressam sua imensa tristeza e também temor pelo ocorrido, assegurando suas orações “aos familiares, aos missionários monfortinos, à comunidade da Basílica de Saint Louis-Marie Grignon de Montfort em Saint-Laurent-sur-Sèvres e a toda a grande família religiosa Montfortina”.

Já Dom Dominique Lebrun, bispo da Diocese de Rouen – onde foi assassinado o padre Jacques Hamel -, uniu-se ao luto dos familiares do sacerdote, aos irmãos da comunidade dos Montfortinos, à Diocese de Luçon, recordando que “a dor e a ira costumam estar muito próximas. Todos experimentam isso.” Neste sentido, assegura a oração dos católicos de sua diocese para que Deus aplaque a dor do coração das pessoas próximas ao sacerdote assassinado.

“Pai Nosso… livra-nos do Mal”, são as primeiras e as últimas palavras da oração cristã. Todos os dias o cristão faz essa oração. Ela recobra a esperança na fraternidade que Deus deseja para todos os homens. Ela pede a Deus e a recebe d’Ele, como uma missão. Com todos os homens de boa vontade, ele quer lutar contra toda violência. Suas armas são a justiça, a paz e o perdão. Domingo, 15 de agosto, rezaremos intensamente à Virgem da Assunção pela França, com o coração em Vendée”.

As palavras do presidente Macron e do governo

Proximidade e solidariedade a todos os católicos da França, bem como à Congregação dos Montfortinos (Companhia de Mariaem latim Societas Mariae Montfortana) foi expressa pelo presidente Emmanuel Macron e pelo primeiro-ministro Jean Castex, que se disseram profundamente consternados com o ocorrido.  “Demonstrava nos traços de seu rosto a generosidade e o amor ao próximo”, escreveu o presidente no Twitter, assegurando que “proteger aqueles que creem é uma prioridade”.

“Queremos que este ato odioso seja esclarecido: agredir um sacerdote, um homem de Igreja, é agredir a alma da França”, disse por sua vez o ministro do Interior em uma coletiva de imprensa, ao final do encontro com os membros da Congregação montfortiana na tarde de segunda-feira. Gérald Darmanin rejeitou qualquer controvérsia com a líder da extrema direita Marine Le Pen, que condenou a não expulsão do ruandês após o incêndio em Nantes. Este é o momento de luto e não de polêmica, afirmou o ministro, explicando que o homem não poderia ser expulso pois estava sob controle judicial enquanto aguardava decisão da justiça.

Sacerdotes e religiosos vítimas da violência na França

Diversas tragédias envolvendo sacerdotes e religiosos na França suscitaram comoção, como o assassinato do padre Jacques Hamel, em 26 de julho de 2016, o primeiro ocorrido durante uma Celebração Eucarística desde a Revolução Francesa.

Antes ainda, recordemos padre Jean-Luc Cabes, da Diocese de Tarbes e Lourdes, assassinado em Tarbes na noite de 10 para 11 de maio de 1991. A Diocese de Tulle também recorda padre Louis Jousseaume, pároco de Égletons, em Corrèze , assassinado no seu presbitério no dia 26 de outubro de 2009. Era 16 de agosto de 2005, quando os peregrinos que rezavam as Vésperas na Igreja ds Reconciliação, coração da comunidade de Taizé, foram abalados pelo assassinato do fundador da Comunidade de Taizé, Irmão Roger Schutz, por uma pessoa com desequilíbrio mental.

Turíbulo ou incensário é o objeto litúrgico onde se queima incenso em Missas Solenes ou Exposição do Santíssimo. Um dos presentes oferecidos ao menino

Turíbulo ou incensário é o objeto litúrgico onde se queima incenso em Missas Solenes ou Exposição do Santíssimo. Um dos presentes oferecidos ao menino Jesus, o incenso é uma resina de origem oriental, extraída de árvore e que, ao contato com o fogo, produz fumaça branca e perfumada. Desde os tempos antigos é ofertado como símbolo de honra e reverência à divindade.

Conhecida na antiguidade judaica e greco-romana, a prática de queimar incenso foi adotada pela Igreja já nos primeiros séculos, segundo documentos históricos. Os primeiros incensários tiveram a forma de uma tampa perfurada e, a partir do séc. X, de globo manejado por três ou quatro correntes, tornando-se artísticos ao longo dos anos. É famoso o grande incensário da Catedral de Santiago de Compostela.

Semelhante a uma “esfera cortada ao meio”, o turíbulo traz a parte inferior ou base, onde se colocam o carvão incandescente e as pedras de incenso, suspensa por três correntes de metal presas à cápsula. Da parte superior ou opérculo, perfurada, sai o fumo do incenso.

O celebrante, o turiferário com o turíbulo e o naveteiro com a naveta – objeto litúrgico que guarda as pedras de incenso – preparam o momento da incensação. Os dois movimentos, ducto – de levar o opérculo à altura dos olhos e, hicto – de oscilar o turíbulo em direção do que ou quem será incensado, compõem o momento e são definidos pelo rito.

O rito da incensação exprime reverência e oração, como nos atesta o Salmo 140, 2: “Suba a minha prece como incenso à tua presença, minhas mãos erguidas como oferta vespertina! ”

Que estes momentos litúrgicos nos ajudem a celebrar melhor os mistérios de nossa fé e a fazer da nossa vida um suave perfume que chegue a Deus e aos irmãos.

Raquel Tonini, membro da Comissão de Arte Sacra da Arquidiocese de Vitória
e Grupo de Reflexão do Setor Espaço Celebrativo da Comissão Litúrgica da CNBB
Há 75 anos o Japão sofreu um bombardeio nuclear, primeiro em Hiroshima e depois em Nagasaki, que deixou marcas no país e no mundo.

Há 75 anos o Japão sofreu um bombardeio nuclear, primeiro em Hiroshima e depois em Nagasaki, que deixou marcas no país e no mundo. Agora entre as Olimpíadas e as Paralimpíadas o Japão esteve e está novamente sob a observação do mundo e foi alvo de uma conversa de Padre Andrea Lembo, missionário PIME, Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras, com o site Vatican News. Pe. Andrea afirma que as Paralimpíadas estão sendo mais esperadas que as Olimpíadas porque os japoneses têm atenção especial às deficiências. Confira a matéria publicada no Vatican News.

Para o Japão, esta segunda-feira, 9 de agosto é um dia muito especial. Há 75 anos a cidade de Nagasaki foi atingida por um bombardeio nuclear,  três dias após o de Hiroshima. Um momento de dor, luto e oração, uma oportunidade de ouvir, como todos os anos, as vozes dos sobreviventes. Os testemunhos daqueles que, de geração em geração, ainda carregam nos seus corações e nos seus corpos as feridas que infelizmente ainda estão abertas. Hoje é também o dia seguinte ao encerramento dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, adiados por um ano por causa da pandemia da Covid-19. Olimpíadas que em meio a polêmicas, por fim, foram realizadas regularmente na qual foram entregues mais de mil medalhas – um recorde na história dos Jogos – a atletas de todos os continentes. Portanto, por um lado a memória de um longo período, doloroso e necessário, e por outro com os olhos já voltados para o próximo grande evento que começará dentro de algumas semanas: os Paraolímpicos.

Tóquio 2020: alegria com pesar

Não adianta esconder, quando Tóquio foi escolhida para sediar os Jogos – a segunda vez na história, após a edição de 1964 – as pessoas imaginaram um evento completamente diferente daquele vivido nos últimos 15 dias. A pandemia não só fez com que as Olimpíadas fossem adiadas por um ano, mas também fez com que estádios, pistas de atletismo e pavilhões esportivos fossem fechados ao público. Este foi um grande problema, tanto em termos do clima festivo que acompanha os Jogos quanto, é claro, a perda de renda do turismo e dos patrocinadores. Mesmo assim o espírito olímpico prevaleceu, com muitas histórias de amizade e fair play sendo contadas nos últimos dias, e tantas outras emoções sendo vivenciadas de hora em hora. Mas hoje, qual é o clima que se respira em Tóquio? O Padre Andrea Lembo, missionário PIME há mais de 10 anos no Japão, responde a esta pergunta em uma entrevista à Rádio Vaticano – Vatican News:

“O adiamento dos Jogos Olímpicos não criou apenas problemas organizacionais, mas também uma queda no entusiasmo, e não podemos esquecer a enorme quantidade de capital investido para acomodar o grande número de turistas que deveriam vir. As decisões em um determinado momento foram políticas, houve também movimentos sociais a favor e contra. Mas depois de ter iniciado, o esforço, o compromisso, o sacrifício dos atletas tiveram uma importante repercussão na mídia, mesmo sem a presença do público. Especialmente as competições à noite e as de sábado e domingo tiveram muita audiência”. Como os jovens viveram estas Olimpíadas? “Paralelamente aos Jogos, há muitas atividades esportivas realizadas por pessoas simples, onde se pode sentir o espírito olímpico”. Porém os problemas não faltam. “A Igreja está na linha de frente para as famílias, para os muitos desabrigados, porque a pobreza está aumentando. A pandemia”, explicou, “causou grandes dificuldades e, apesar da luz dos Jogos, estes problemas permanecem.

Os Paraolímpicos e o foco nos mais vulneráveis

Os Paraolímpicos começam em 25 de agosto. Quais são as expectativas no país para este evento? Para o padre Andrea, estes Jogos “são muito aguardados, eu diria até mais do que as Olimpíadas”. A razão é dupla. Por um lado”, explica, “as datas coincidem com um dos feriados mais longos do Japão, portanto haverá mais telespectadores. Mas acima de tudo, a sociedade japonesa dá muita atenção à deficiência, e este é o elemento mais importante. Assim, com este evento, o Japão quer mostrar ao mundo sua positividade, sua atenção aos frágeis, aos deficientes, àqueles que por nascimento ou acidente têm uma vida diferente, difícil, mas que apostam nesta vida, jogam, fazem um esforço. Tudo isso”, enfatiza, “é um grande incentivo, mostra que a coragem e a esperança, a capacidade de superar os próprios limites, conduz à verdadeira humanidade. Sempre em frente, o objetivo de alcançar um ponto pelo qual eu digo que sim, é bom viver! Mesmo em uma sociedade que exige excelência, uma realidade meritocrática, ver esses atletas paraolímpicos será um grande incentivo para todos”. Especialmente para a geração mais jovem. “Não é fácil para a geração mais jovem construir um futuro, isto pode ser um verdadeiro incentivo para a vida dos jovens”.

Desde a bomba atômica até a chama olímpica

O Japão se prepara para sentir novas emoções, mas ao mesmo tempo é chamado a lembrar a página mais dolorosa de sua história: o bombardeio atômico americano de Hiroshima e Nagasaki. Uma coincidência da qual o arcebispo de Nagasaki, Dom Joseph Mitsuaki Takami, também falou à Rádio Vaticano, e que o padre Andrea vê como “uma feliz e bela coincidência, até porque no mês passado o Supremo Tribunal japonês decidiu estender a distância de residência das pessoas que, devido aos danos causados pela bomba atômica, têm uma série de benefícios sociais e de saúde”. Mais de uma centena de pessoas que agora têm câncer ou outras doenças como resultado do bombardeio atômico se juntaram aos milhares de sobreviventes. O Estado reconhece que os efeitos dessa tragédia não param com apenas uma geração ou uma certa quilometragem”. O padre continuou a destacar a importância das celebrações que comemoram os dias 6 e 9 de agosto de 1945. “Todos os anos a nação para e medita sobre a paz e o absurdo da guerra. Sempre – acrescenta – são recordadas as palavras de São João Paulo II e também as mensagens do Papa Francisco. A Igreja desempenha um papel importante neste sentido e dá uma grande contribuição para a reflexão sobre a energia nuclear e a posse de armas nucleares”.

Ao lado dos jovens

Desde o mês passado, o padre Andrea Lembo é o novo diretor de um Centro que a diocese de Tóquio criou nos anos 30 para ajudar os jovens no seu crescimento humano e cristão, incentivando momentos de encontro e convívio. O Centro é chamado de Shinseikaikan, ou seja, Verdade e Vida. “Os jovens daquela época viviam sob um imperialismo muito forte, com uma mentalidade muito unânime. Ao longo dos anos, o Centro, que queria tornar o Evangelho conhecido, se desenvolveu e hoje”, diz o Padre Andrea, “é uma grande honra para mim e para o PIME dirigi-lo. É claro que é também uma grande responsabilidade.  Tentamos levar Jesus e o Evangelho, especialmente àquelas pessoas que vivem as experiências mais dramáticas da jornada humana. Refiro-me à doenças, famílias divididas, os muitos suicídios e, portanto, de forma mais geral, à solidão. Queremos – conclui – ser uma semente que possa crescer, dando um sopro de oxigênio evangélico às pessoas próximas a nós com atividades diárias de vários tipos com a intenção de estar sempre perto dos necessitados e encorajar encontros internacionais, em um mundo cada vez mais fechado por causa da pandemia, recuperando a beleza do verdadeiro encontro entre irmãos de diferentes culturas, línguas e tradições”.

Paulo Innocente I “Eu sou o pão que desceu do céu” (Jo 6, 41). A Liturgia da Palavra deste XIX Domingo do Tempo Comum

Paulo Innocente I “Eu sou o pão que desceu do céu” (Jo 6, 41).

A Liturgia da Palavra deste XIX Domingo do Tempo Comum ainda está ligada ao Evangelho da multiplicação dos pães. Jesus chama a atenção dos Judeus porque os seus corações ainda estavam fechados aos ensinamentos do Mestre e não queriam compreender o sinal da multiplicação (cf. Jo 6, 41-51).

Os Judeus compreendem apenas que Jesus é o filho de José, o Carpinteiro, e nada mais. Estavam presos às suas certezas, que por sua vez eram vazias e sem vida, fazendo com que permanecessem acomodados. Não compreendem que Jesus é o pão descido do céu para dar vida ao mundo inteiro. A visão que os Judeus têm sobre Jesus é superficial. Mas Jesus continua a ensiná-los, e declara: “Eu sou o pão da vida” (Jo 4, 48). Jesus afirma que é ele o Pão da vida, que veio do Pai como alimento que dá a vida a todo aquele que dele comer.

Jesus é o Pão da vida: é Ele o nosso sustento, a nossa força e coragem para seguirmos caminhando, principalmente nos momentos mais difíceis da vida, quando nos deparamos com situações que nos causam medo. O medo nos paralisa, não nos permite seguir em frente e faz com que busquemos uma posição segura e confortável.

A história de Elias na Primeira Leitura (1 Rs 19, 4-8) nos mostra exatamente tal situação de medo. Ele estava fugindo porque havia matado os profetas de Baal no Monte Carmelo e por conseqüência disso a rainha Jezabel o jurou de morte. Elias estava com medo, assustado, e resolve fugir para o deserto. E lá, ele enfrenta, além do medo, a solidão e o desânimo. Elias já não encontra sentido em sua vida, tudo parece tão amargo e sem ânimo, e então ele desiste de caminhar e resolve deitar-se debaixo de um junípero, desejar a morte e esperar que ela venha. O profeta se acomoda: não consegue vencer o seu medo e a frustração que sente naquele momento. Mas o Anjo do Senhor lhe trouxe pão e água e pediu a Elias que se alimentasse para ter forças, a fim de continuar a caminhada, pois o caminho é longo. Elias come e bebe, e fortalecido, põe-se outra vez a caminhar.

Assim como Elias, nós também estamos caminhando, e também precisamos de pão para termos sempre força e coragem neste nosso caminhar. Esse pão é o Senhor que nos dá, é o próprio Cristo o pão da vida, o nosso sustento. Encontramos n’Ele a força para encarar e vencer os nossos medos, romper com as zonas de conforto na quais nos colocamos. É em Cristo, o Pão da vida, que encontramos força para seguirmos em frente e vida plena e abundante.  

Paulo Henrique Innocente da Silva

Seminarista do 1º ano de Filosofia.

Paróquia de origem: Bom Jesus – Novo Horizonte – Cariacica.

Paróquia de Estágio Pastoral: São Francisco de Assis – bairro São Francisco – Cariacica.

Dia de festa e alegria, momento de graça para Igreja particular de Vitória que recebeu durante a manhã um novo presbítero. A Catedral Metropolitana

Dia de festa e alegria, momento de graça para Igreja particular de Vitória que recebeu durante a manhã um novo presbítero. A Catedral Metropolitana de Vitória foi o local escolhido para a missa de ordenação presbiteral do diácono transitório da Arquidiocese de Vitória Alessandro Rebonato. Os ritos começaram às 9h e a cerimônia foi presidida por Dom Dario Campos Arcebispo Metropolitano.

Concelebraram com ele diversos padres da Arquidiocese e também participaram da missa o diácono transitório Ruan Coutinho que também será ordenado padre no próximo dia 28 de agosto e seminaristas do Seminário Nossa Senhora da Penha. Logo após a proclamação do Evangelho começou o rito de admissão do candidato para a ordem do presbiterado e Dom Dario afirmou que ordenar um padre é uma responsabilidade muito grande.

Após este momento inicial, na apresentação do eleito, o Arcebispo perguntou ao padre Jorge Campos, Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha, se o considerava digno e também pediu que a assembleia se também se manifestasse pela aprovação de pé e com uma grande salva de palmas.

Em sua homilia Dom Dario agradeceu a família do padre Alessandro pelo dom de sua vida e afirmou como foi desafiante para ele chegar até este dia. O arcebispo fez uma brincadeira, contando sobre as brincadeiras que ele sofria no seminário no início em que era chamado do vovô e diziam que era “contemporâneo de Moisés e de Melquisedec”. Leia a homilia clicando aqui.

“Agora o que todos esperam de ti é ser um padre de verdade, humilde, piedoso e incentivador incendiado pelo amor de Cristo, amigo de todas as famílias, das crianças, dos jovens, dos pais e dos velhinhos, onde me incluo. Conserve este modo de ser buscando sendo trilhar o caminho de Jesus de Nazaré”, disse Dom Dario.

Dom Dario também afirmou que é essencial que os padres reconheçam o chamado de Deus em suas vidas com o objetivo de que sejam formados e enviados: “Caro diácono você foi nesse caminho do discipulado e que você sempre esteja atento a voz do senhor. Todos nós somos chamados a permanecermos unidos ao Senhor”.

Ao final da reflexão Dom Dario destacou o tempo de pandemia que vivemos e que tantos irmãos e irmãs se encontram desolados, sem saber por onde ir e orientou: “Saber ouvir e escutar. Nossa sociedade ainda está marcada pela violência e pela exclusão e mais do que nunca precisamos de homens e mulheres marcados pelo gesto divino. Que o seu ministério seja marcado pelo cuidado e compaixão do Bom Pastor pelos mais pobres e excluídos. E que a virgem da Penha sempre interceda por você meu irmão Alessandro, junto do seu filho Jesus Cristo”.

O momento em que, ordenado presbítero, padre Alessandro recebeu os paramentos litúrgicos, sinais pelos quais se reveste de Cristo, foi de muita emoção. As vestes foram levadas ao altar pelos seus pais Deuzilio Rebonato e Maria da Conceição Rebonato e sob muita emoção e lágrimas foi vestido pelo vestido padre Diego Azevedo, que é Vigário paroquial na Catedral de Vitória.

Padre Diego Carvalho falou como representante dos presbíteros da Arquidiocese de Vitória dando boas-vindas ao padre Alessandro. Ele destacou o tempo de Deus não é o tempo do mundo: “Nessa manhã presenciamos o cumprir de Deus na sua vida sua ordenação é motivo de alegria para nós e alegria para o povo de Deus. Agradecemos a Deus pois tudo aconteceu no tempo dele. Seja bem-vindo entre nós para servir o povo de Deus, sua vocação é motivo de alegria e júbilo para a Igreja”.

Ao final da missa de ordenação presbiteral as sobrinhas de padre Alessandro entraram pelo corredor da Catedral com rosas que foram oferecidas para Nossa Senhora como uma forma de homenagem feita pelo recém-ordenado. A equipe de música entoava o canto “Te coroamos” e simbolicamente padre Alessandro corou a imagem de Nossa Senhora.

Na mensagem de agradecimento o neo-presbítero lembrou das paróquias onde fez estágio pastoral: paróquia da Ressurreição; Paróquia São Camilo de Léllis; Paróquia Bom Pastor, em Vila Velha e a sua paróquia de origem, a Paróquia Virgem Maria em Itacibá. Também destacou a experiência missionária vivida na Diocese de Santíssima Conceição do Araguaia, no estado Pará, no início deste ano.

As primeiras missas do padre Alessandro serão:

Paróquia Virgem Maria – Cariacica

Domingo – 08 de agosto – às 10h

Paróquia Bom Pastor – Vila Velha

Domingo – 08 de agosto – às 19h30

Paróquia São Camilo de Lellis – Vitória

Segunda-feira – 09 de agosto – às 19h30

Paróquia da Ressurreição – Vitória

Terça-feira – 10 de agosto – às 19h30

Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha

Quarta-feira – 11 de agosto – às 17h

Casa de Formação Bom Pastor

Quinta-feira – 12 de agosto – às 18h.

 

A Campanha Paz e Pão da arquidiocese de Vitória foi contemplada com o Prêmio Dom Luis Gonzaga Fernandes e o coordenador, pe. Kelder Brandão

A Campanha Paz e Pão da arquidiocese de Vitória foi contemplada com o Prêmio Dom Luis Gonzaga Fernandes e o coordenador, pe. Kelder Brandão irá receber o Prêmio no próximo dia 26 de agosto de 2021  às 17h.

O Prêmio simboliza o reconhecimento que a Campanha vem adquirindo, não apenas pela iniciativa e empenho dos voluntários que a coordenam, mas pelas tantas iniciativas que vem despertando em diversos coletivos que criaram suas campanhas integrando-as à Paz e Pão.

O Prêmio Dom Luis Gonzaga Fernandes está na sua XVII edição e foi criado para homenagear o trabalho daqueles que lutam pela justiça social, defendem os direitos humanos e se empenham nos cuidados com o meio ambiente. A iniciativa é do Governo do Estado através da Secretaria de Direitos Humanos.

Dom Luis foi bispo auxiliar de Vitória entre 1966 e 1981e faleceu em 2003 como bispo em Campina Grande, PB. Destacou-se devido ao seu empenho na defesa dos mais necessitados, luta para reduzir desigualdades e valorização da mulher na Igreja e na sociedade.

Parabéns à coordenação da Campanha Paz e Pão e que o reconhecimento vindo do Prêmio seja incentivador para que continuem firmes na teimosia de cuidar de quem precisa.

A partir de hoje, 6 de agosto de 2021, para visitar os Museus do Vaticano é necessário apresentar o passe verde, um comprovante de

A partir de hoje, 6 de agosto de 2021, para visitar os Museus do Vaticano é necessário apresentar o passe verde, um comprovante de vacinação exigido na Itália. Leia abaixo a explicação pela adesão ao passe verde publicada no site Vatican News.

Os Museus e Jardins do Vaticano já se adequaram às novas regras do governo italiano que entram em vigor nesta sexta-feira, 6 de agosto, para controlar a disseminação do coronavírus. Para as visitas, então, o acesso só será permitido com a apresentação do Certificado Verde Covid-19, também chamado de “Green Pass” e “Passe verde”, ou uma autorização equivalente. Além do certificado digital ou em papel, os responsáveis por fazer o controle também poderão solicitar um documento de identidade para verificar a efetiva titularidade do Green Pass.

A regra também se aplica aos visitantes que fizeram reservas anteriores, explica a direção dos Museus Vaticanos através de um comunicado no site oficial. Para qualquer dificuldade ou solicitação, é possível contatar o Departamento de Serviços e Relações com o Público no e-mail: [email protected].

Passe verde não é obrigatório nas missas

Já os bispos italianos, através de um comunicado oficial do Departamento Nacional de Comunicações Sociais junto a uma carta da presidência da Conferência Episcopal Italiana (CEI) dirigida aos bispos e às paróquias do país ainda no final de julho, esclarecem que “o certificado não será solicitado para participar das celebrações” e nem para as procissões. O Green Pass, porém, será obrigatório para participar de outras atividades organizadas pela Igreja.

A comunicação dos bispos também alerta que continuarão sendo observadas as recomendações divulgadas em maio de 2020 que, ainda hoje, são obrigatórias, como por exemplo: uso de máscara, distanciamento interpessoal e entre os bancos, comunhão dada somente na mão. São medidas “ainda atuais”, reforçam os bispos, que continuarão a serem garantidas: “o bom senso e a evolução da situação epidemiológica no local e no momento da procissão continuam sendo critérios de referência”, se lê ainda na carta da Conferência Episcopal à comunidade católica.

A obrigatoriedade do Green Pass na Itália

O Certificado Verde – consentido às pessoas que completaram o ciclo de imunização contra a Covid-19, que se curaram da doença ou testaram negativo para o vírus – será obrigatório, porém, nas práticas diárias dos italianos que vão precisar apresentá-lo para ir ao restaurante, ao cinema, ao teatro ou piscinas e academias, por exemplo, mas também a grandes eventos públicos e ao deslocamento no território nacional. O governo também anunciou nesta quinta-feira (5) que o uso do Green Pass, uma extensão do certificado digital anti-Covid da União Europeia, também será obrigatório a partir de setembro para o acesso às escolas e universidades para “evitar fechamentos, proteger a liberdade”, tentando reduzir os riscos de uma nova onda do vírus por causa da variante Delta, disse o ministro da Saúde, Roberto Speranza.

Passe verde: instrumento social importante

O Fórum das Associações Sócio-sanitárias da Itália, que inclui médicos e farmacêuticos católicos, além de movimentos cristãos, acredita que a campanha de vacinação e o Green Pass são instrumentos preciosos para vencer a pandemia. O presidente nacional, Aldo Bova, em entrevista ao Vatican News, recorda que se trata de um passo importante para voltar a ter uma vida social normal e que “as associações cristãs e sociais, que têm o bem comum como um de seus objetivos, têm o dever de transmitir esse valor da importância da vacinação e do Green Pass, que significa respeito mútuo”.

“Vacinas e Green Pass são ferramentas valiosas. Com a vacinação, menos pessoas ficam gravemente doentes. Também reduz o número de pessoas que podem se infectar. E quando uma pessoa (vacinada) fica infectada, já que seu corpo reage muito bem ao vírus, dentro de um curto período de tempo ele o cancela e, portanto, dificilmente pode infectar outras pessoas. No que diz respeito ao Green Pass, na minha opinião ele é muito útil. Naturalmente, não se pode forçar as pessoas, a menos que não haja uma lei, a serem vacinadas. Mas as pessoas que não se vacinam, e têm o direito de fazê-lo no momento, não devem estar em posição de prejudicar os outros. O Green Pass é uma salvação porque não só protege aqueles que já foram vacinados, mas também lhes dá a oportunidade de continuar a sua vida social normal. Muitas pessoas, infelizmente, estão persuadidas e fazem parte da lista dos chamados ‘no vax’. Eles devem ser respeitados, mas muitas vezes, algumas dessas pessoas não têm a cultura para entender a importância social da vacinação, de um instrumento como o Green Pass.”

“Não apenas protege as pessoas vacinadas, mas também protege os empregos, a economia e permite que a sociedade siga adiante.”

No próximo domingo (08) é celebrado o Dia dos Pais e a Igreja também inicia nesta data a Semana Nacional da Família – dentro

No próximo domingo (08) é celebrado o Dia dos Pais e a Igreja também inicia nesta data a Semana Nacional da Família – dentro do mês vocacional – que tem como tema este ano “A alegria do amor na família”, em sintonia com a proposta do Papa Francisco ao convocar o Ano Família Amoris Laetitia. O lema é: “Dá e recebe, e alegra a ti mesmo (Sir 14, 1) ”.

Na Arquidiocese de Vitória uma programação especial foi pensada pela Comissão Vida e Família que é composta por representantes Arquidiocesanos da Pastoral Familiar, Encontro de Casais com Cristo (ECC), Ministério das Famílias da RCC, Movimento Familiar Cristão e Equipes de Nossa Senhora. Entre as atividades que serão realizadas estão lives, missas nas paróquias e a missa de encerramento que acontece no sábado, dia 14 de agosto.

“Estamos fazendo ações em nível de Arquidiocese com a Comissão de Vida e Família. Estamos fazendo um pouco menos do que o ano passado, pois ano passado não tinha como fazer nada presencial e esse ano graças a Deus mesmo com limitação já é possível fazer. Então liberamos todas as paróquias que quisessem para fazerem as missas, vamos fazer algumas lives e o encerramento será com a missa no Convento da Penha”, explica Fábio Reis representante Arquidiocesano da Pastoral Familiar.

As lives vão acontecer a partir das 21h pelo canal do Youtube da Arquidiocese de Vitória e entre os convidados palestrantes estão padre Crispim Guimarães e padre Zezinho. O horário foi escolhido por ser um período após o encerramento das atividades nas paróquias. Em relação a tradicional Romaria das Famílias até o Convento da Penha que encerrava esta semana, assim como no ano passado não vai acontecer devido à pandemia.

Outra ação que também será realizada na Rádio América na próxima semana serão programetes que vão ao ar as 13h e as 20h com reflexões sobre a temática central e diária da Semana da Família, feitas pelos representantes das pastorais e movimentos que compõe a comissão. Ao final de cada programa padre Renato Criste, coordenador arquidiocesano de pastoral. A rádio também vai transmitir a missa de encerramento no sábado (14) a partir das 15h, pela 91,1 FM e também pelo aplicativo escuteamerica.

Confira a programação completa: