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Ontem e hoje, 10 de outubro, aconteceu o Encontro Catequético da Área Pastoral Cariacica-Viana, que teve como tema “Evangelizar no Tempo Presente”. A conferência de

Ontem e hoje, 10 de outubro, aconteceu o Encontro Catequético da Área Pastoral Cariacica-Viana, que teve como tema “Evangelizar no Tempo Presente”. A conferência de abertura foi conduzida pelo professor Altierez Sebastião dos Santos, fundador do projeto Catequista em Missão. Doutor e mestre em Ciências da Religião, graduado em História e Filosofia, com pós-graduação em Catequese e Docência Superior, o professor Altierez é amplamente reconhecido por sua trajetória acadêmica e pastoral, além de ser autor de diversas obras que têm inspirado catequistas em todo o Brasil.

Durante a exposição do tema, o professor destacou o papel da catequese diante das transformações culturais, sociais e digitais do mundo atual, ressaltando a importância de manter viva a fidelidade ao Evangelho e à tradição da Igreja, mesmo em meio às mudanças do tempo presente.

O encontro contou com a presença do Vigário Geral da Arquidiocese de Vitória, Pe. Ivo Amorim, e do Coordenador da Área Pastoral Cariacica-Viana, padre Ivanir Teodoro, além de uma expressiva participação dos catequistas de toda a área pastoral.

O evento marcou o início de uma série de formações que buscam fortalecer a missão evangelizadora da catequese na Arquidiocese de Vitória.

 

2º Dia

Segundo Dia do Encontro Catequético da Área Cariacica-Viana aprofundou o tema da Metodologia na Iniciação à Vida Cristã, conduzido pelo professor Altierez Sebastião dos Santos, doutor e mestre em Ciências da Religião, fundador do projeto Catequista em Missão.

Durante o encontro, o professor Altierez aprofundou o estudo sobre a metodologia e a prática catequética, propondo uma reflexão sobre a missão da catequese diante das transformações culturais, sociais e digitais do mundo contemporâneo. Ele destacou a importância de manter a fidelidade ao Evangelho e à tradição da Igreja, ao mesmo tempo em que se busca renovar os métodos e linguagens para melhor anunciar Cristo às novas gerações.

O momento formativo proporcionou aos participantes um aprofundamento teórico e prático sobre as etapas da IVC, enfatizando a necessidade de favorecer experiências comunitárias, celebrativas e de encontro pessoal com Cristo Ressuscitado.

**Fotos e texto em colaboração com a Pascom da Área Pastoral Cariacica-Viana.

Na pauta da Colegiada (reunião entre Dept. Pastoral, coordenadores de áreas pastorais e de comissões e o bispo auxiliar) assuntos diversos, mas foco nas

Na pauta da Colegiada (reunião entre Dept. Pastoral, coordenadores de áreas pastorais e de comissões e o bispo auxiliar) assuntos diversos, mas foco nas celebrações deste último trimestre de 2025: Celebrações pelos 50 anos das Cebs que acontece no mês de novembro, Celebração de encerramento das atividades Pastorais e Encerramento do Ano Jubilar. Outras informações sobre atividades foram lembradas como peregrinações jubilares das Áreas Pastorais Vitória (01 de novembro da igreja matriz ao Santuário Sto. Antônio a partir de 14h) e de Vila Velha (dia 11 de outubro da igreja do Rosário ao Convento da Penha, a partir de 14h); subsídios catequéticos sobre o dízimo; formação missionária e o lançamento da nova edição do hinário litúrgico Cantai.

2026 é o ano para a implementação das diretrizes do Sínodo na Arquidiocese, quando também será retomado o resultado da pesquisa realizada junto às comunidades.

As datas para participarmos como Arquidiocese nos próximos meses s:ao

  1. Tríduo de oração para comemorar os 50 anos das Cebs de 19 a 21 de novembro
  2. Celebração de 50 anos das Cebs a partir de 14h no Ginásio Dom Bosco. Na mesma Celebração encerram-se as atividades pastorais deste ano.
  3. Encerramento do Ano Jubilar no dia 28 de dezembro às 10h na Catedral de Vitória.

Todas as Áreas Pastorias estão mobilizando as paróquias, percorrendo-as como estandarte oficial dos 50 anos das Cebs, como forma de relembrarmos a história, e reconhecermos na caminhada, os motivos que nos permitiram chegar aqui.

 

 

 

Divulgada hoje, 09 de outubro, a primeira Exortação Apostólico do Papa Leão XIV. LEIA AQUI O TEXTO INTEGRAL DA EXORTAÇÃO APOSTÓLICA DO PAPA LEÃO
Divulgada hoje, 09 de outubro, a primeira Exortação Apostólico do Papa Leão XIV.

LEIA AQUI O TEXTO INTEGRAL DA EXORTAÇÃO APOSTÓLICA DO PAPA LEÃO XIV

Abaixo a matéria sobre a Exortação divulgada no site vaticannews.va

Seguindo os passos dos seus antecessores

Com este documento assinado a 4 de outubro, festa de São Francisco de Assis, o Pontífice agostiniano segue assim os passos dos seus antecessores: João XXIII com o apelo aos países ricos na Mater et Magistra para que não permaneçam indiferentes perante os países oprimidos pela fome e pela miséria (83); Paulo VI, com a Populorum progressio e o discurso na ONU “como advogado dos povos pobres”; João Paulo II, que consolidou doutrinariamente “a relação preferencial da Igreja com os pobres”; Bento XIV e a Caritas in Veritate, com sua leitura “mais marcadamente política” das crises do terceiro milênio. Por fim, Francisco, que fez do cuidado “pelos pobres” e “com os pobres” um dos pilares do seu pontificado.

Um trabalho iniciado por Francisco e relançado por Leão

Foi o próprio Francisco que, nos meses que antecederam sua morte, iniciou o trabalho sobre a exortação apostólica. Assim como aconteceu com a Lumen Fidei, de Bento XVI, recolhida em 2013 por Jorge Mario Bergoglio, também desta vez é o sucessor que completa a obra, que representa uma continuação da Dilexit Nos, a última encíclica do Papa argentino sobre o Coração de Jesus. Porque é forte a “ligação” entre o amor de Deus e o amor pelos pobres: através deles, Deus “ainda tem algo a nos dizer”, afirma o Papa Leão. E ele retoma o tema da “opção preferencial” pelos pobres, expressão nascida na América Latina (16) não para indicar “um exclusivismo ou uma discriminação em relação a outros grupos”, mas “a ação de Deus” que se move por compaixão pela fraqueza da humanidade.

Os “rostos” da pobreza

São numerosos os pontos para reflexão, numerosas as motivações para a ação na exortação de Robert Francis Prevost, na qual são analisados os “rostos” da pobreza. A pobreza daqueles que “não têm meios de subsistência material”, de “quem é marginalizado socialmente e não possui instrumentos para dar voz à sua dignidade e suas capacidades”; a pobreza “moral”, “espiritual”, “cultural”; a pobreza “de quem não tem direitos, nem lugar, nem liberdade” (9).

Novas formas de pobreza e falta de equidade

Diante desse cenário, o Papa considera “insuficiente” o compromisso de eliminar as causas estruturais da pobreza em sociedades marcadas por “numerosas desigualdades”, pelo surgimento de novas formas de pobreza “mais sutis e perigosas” (10) e por regras econômicas que aumentaram a riqueza, “mas sem equidade”.

A falta de equidade é a raiz dos males sociais (94)

A ditadura de uma economia que mata

“Quando dizem que o mundo moderno reduziu a pobreza, fazem-no medindo-a com critérios doutros tempos não comparáveis à realidade atual”, afirma Leão XIV (13). Deste ponto de vista, ele saúda “com satisfação” o fato de que “as Nações Unidas tenham colocado a erradicação da pobreza como um dos objetivos do Milênio”. No entanto, o caminho é longo, especialmente numa época em que continua a vigorar a “ditadura de uma economia que mata”, em que os ganhos de poucos “crescem exponencialmente”, enquanto os da maioria estão “cada vez mais longe do bem-estar daquela minoria feliz” e em que se difundem “ideologias que defendem a autonomia absoluta dos mercados e a especulação financeira” (92).

Cultura do descarte, liberdade de mercado, pastoral das elites

Tudo isso é sinal de que ainda persiste – “por vezes bem disfarçada” – uma cultura do descarte que “tolera com indiferença que milhões de pessoas morram de fome ou sobrevivam em condições indignas do ser humano” (11). O Papa condena então os “critérios pseudocientíficos” segundo os quais será “a liberdade do mercado” a levar à “solução” do problema da pobreza, bem como a “pastoral das chamadas elites”, segundo a qual “em vez de perder tempo com os pobres, é melhor cuidar dos ricos, dos poderosos e dos profissionais” (114).

Realmente, os direitos humanos não são iguais para todos (94)

Mudar a mentalidade

O que o Papa invoca é, portanto, uma “mudança de mentalidade”, libertando-se antes de tudo da “ilusão de uma felicidade que deriva de uma vida confortável”. Isso leva muitas pessoas a uma visão da existência centrada na riqueza e no sucesso “a todo custo”, mesmo em detrimento dos outros e por meio de “sistemas político-econômicos injustos” (11).

A dignidade de cada pessoa humana deve ser respeitada já agora, não só amanhã (92)

Em cada migrante rejeitado está Cristo batendo à porta

Leão XIV dedica um amplo espaço ao tema das migrações. Para ilustrar suas palavras, ele usa a imagem do pequeno Alan Kurdi, o menino sírio de 3 anos que se tornou, em 2015, símbolo da crise europeia dos migrantes com a foto de seu corpinho sem vida em uma praia. “Infelizmente, à parte de alguma momentânea comoção, acontecimentos semelhantes estão a tornar-se cada vez mais irrelevantes, como notícias secundárias” (11), constata o Pontífice.

Ao mesmo tempo, ele lembra a obra secular da Igreja em favor daqueles que são forçados a abandonar suas terras, expressa em centros de acolhimento, missões de fronteira, esforços da Caritas Internacional e outras instituições (75).

A Igreja, como mãe, caminha com os que caminham. Onde o mundo vê ameaça, ela vê filhos; onde se erguem muros, ela constrói pontes. Pois sabe que o Evangelho só é crível quando se traduz em gestos de proximidade e de acolhimento; e que em cada migrante rejeitado, é o próprio Cristo que bate às portas da comunidade (75)

Ainda sobre o tema das migrações, Robert Prevost faz seus os famosos “quatro verbos” do Papa Francisco: “Acolher, proteger, promover e integrar”. E do Papa Francisco ele também toma emprestada a definição dos pobres não apenas como objeto de nossa compaixão, mas como “mestres do Evangelho”.

Servir aos pobres não é um gesto a ser feito “de cima para baixo”, mas um encontro entre iguais… A Igreja, portanto, quando se curva para cuidar dos pobres, assume sua postura mais elevada (79)

Mulheres vítimas de violência e exclusão

O Sucessor de Pedro olha então para a atualidade marcada por milhares de pessoas que morrem todos os dias “por causas relacionadas com a desnutrição” (12). “Duplamente pobres”, acrescenta, são “as mulheres que padecem situações de exclusão, maus-tratos e violência, porque frequentemente têm menos possibilidades de defender os seus direitos” (12).

“Os pobres não existem por acaso…”

O Papa Leão XIV traça uma reflexão profunda sobre as causas da pobreza: “Os pobres não existem por acaso ou por um cego e amargo destino. Muito menos a pobreza é uma escolha, para a maioria deles. No entanto, ainda há quem ouse afirmá-lo, demonstrando cegueira e crueldade”, sublinha (14). “Obviamente, entre os pobres há também aqueles que não querem trabalhar”, mas há também muitos homens e mulheres que, por exemplo, recolhem papelão de manhã à noite apenas para “sobreviver” e nunca para “melhorar” a vida. Em suma, lê-se em um dos pontos centrais da Dilexi te, não se pode dizer “que a maioria dos pobres estão nessa situação porque não obtiveram méritos, de acordo com a falsa visão da meritocracia, segundo a qual parece que só têm méritos aqueles que tiveram sucesso na vida” (14).

Ideologias e orientações políticas

Em muitas ocasiões, observa o Papa Leão, são os próprios cristãos que se deixam “contagiar por atitudes marcadas por ideologias mundanas ou por orientações políticas e econômicas que levam a injustas generalizações e conclusões enganosas” (15).

Há quem continue a dizer: “O nosso dever é rezar e ensinar a verdadeira doutrina”. Mas, desvinculando este aspecto religioso da promoção integral, acrescentam que só o Governo deveria cuidar deles, ou que seria melhor deixá-los na miséria, ensinando-lhes antes a trabalhar (114)

A esmola frequentemente desprezada

Sintoma dessa mentalidade é o fato de que o exercício da caridade às vezes é “desprezado ou ridicularizado, como se fosse uma fixação somente de alguns e não o núcleo incandescente da missão eclesial” (15). O Papa detém-se longamente na esmola, raramente praticada e frequentemente desprezada (115).

Como cristãos, não renunciemos à esmola. Um gesto que pode ser feito de várias maneiras, e podemos tentar fazer da forma mais eficaz, mas que deve ser feito. E será sempre melhor fazer alguma coisa do que não fazer nada. Em todo o caso, tocar-nos-á o coração. Não será a solução para a pobreza no mundo, que deve ser procurada com inteligência, tenacidade e compromisso social. Mas precisamos praticar a esmola para tocar a carne sofredora dos pobres (119)

Indiferença por parte dos cristãos

Na mesma linha, o Papa destaca “a falta ou mesmo a ausência de compromisso” com a defesa e a promoção dos mais desfavorecidos em alguns grupos cristãos (112). Se uma comunidade da Igreja não coopera para a inclusão de todos, adverte ele, “correrá também o risco da sua dissolução, mesmo que fale de temas sociais ou critique os Governos. Facilmente acabará submersa pelo mundanismo espiritual, dissimulado em práticas religiosas, reuniões infecundas ou discursos vazios” (113).

Há que afirmar sem rodeios que existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres (36)

O testemunho dos santos, beatos e ordens religiosas

Para contrabalançar essa atitude de indiferença, há um mundo de santos, beatos e missionários que, ao longo dos séculos, encarnaram a imagem de “uma Igreja pobre e para os pobres” (35). De Francisco de Assis e seu gesto de abraçar um leproso (7) a Madre Teresa, ícone universal da caridade dedicada aos moribundos da Índia “com uma ternura que era oração” (77). E ainda São Lourenço, São Justino, Santo Ambrósio, São João Crisóstomo, seu Santo Agostinho, que afirmava:

“Aquele que diz amar a Deus e não se compadece dos necessitados, mente” (45).

Leão ainda lembra o trabalho dos Camilianos pelos doentes (49), das congregações femininas em hospitais e casas de repouso (51). Ele lembra o acolhimento nos mosteiros beneditinos a viúvas, crianças abandonadas, peregrinos e mendigos (55). E lembra também os franciscanos, dominicanos, carmelitas e agostinianos que iniciaram “uma revolução evangélica” através de um “estilo de vida simples e pobre” (63), juntamente com os trinitários e mercedários que, lutando pela libertação dos prisioneiros, expressaram o amor de “um Deus que liberta não só da escravidão espiritual, mas também da opressão concreta” (60).

A tradição destas Ordens não cessou. Pelo contrário, inspirou novas formas de ação diante das escravidões modernas: o tráfico de pessoas, o trabalho forçado, a exploração sexual, as diversas formas de dependência. A caridade cristã, quando encarnada, torna-se libertadora (61)

O direito à educação

O Pontífice recorda também o exemplo de São José de Calasanz, que fundou a primeira escola popular gratuita da Europa (69), para salientar a importância da educação dos pobres: “Não é um favor, mas um dever”.

Os pequenos têm direito à sabedoria, como exigência básica do reconhecimento da dignidade humana (72)

A luta dos movimentos populares

Na exortação, o Papa também menciona a luta contra os “efeitos destrutivos do império do dinheiro” por parte dos movimentos populares, conduzidos por líderes “colocados muitas vezes sob suspeita e até perseguidos” (80). Eles, escreve, “convidam a superar aquela ideia das políticas sociais concebidas como uma política para os pobres, mas nunca com os pobres, nunca dos pobres” (81).

Uma voz que desperte e denuncie

Nas últimas páginas do documento, Leão XIV apela a todo o Povo de Deus para “fazer ouvir, ainda que de maneiras diferentes, uma voz que desperte, denuncie e se exponha mesmo correndo o risco de parecer estúpidos”.

As estruturas de injustiça devem ser reconhecidas e destruídas com a força do bem, através da mudança de mentalidades e também, com a ajuda da ciência e da técnica, através do desenvolvimento de políticas eficazes na transformação da sociedade (97)

Os pobres, não um problema social, mas o centro da Igreja

É necessário que “todos nos deixemos evangelizar pelos pobres”, exorta o Papa (102). “O cristão não pode considerar os pobres apenas como um problema social: eles são uma questão familiar. Pertencem aos nossos”. Portanto, “a relação com eles não pode ser reduzida a uma atividade ou departamento da Igreja” (104).

Os pobres ocupam um lugar central na Igreja (111)

A juventude católica está convidada a participar da COP30, a 30ª Conferência da ONU sobre mudanças climáticas, que acontece em Belém (PA) de 13

A juventude católica está convidada a participar da COP30, a 30ª Conferência da ONU sobre mudanças climáticas, que acontece em Belém (PA) de 13 1 16 de novembro de 2025.  A ação é realizada em conjunto com o Setor Juventude da Arquidiocese de Belém e a Pastoral Juvenil do Regional Norte 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil *CNBB Norte 2). O objetivo é articular a presença de jovens católicos na 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas e discutir respostas aos desafios socioambientais.

As atividades ocorrerão no Santuário São João Batista e Nossa Senhora das Graças, em Icoaraci. Bispos, padres, religiosos e jovens líderes de todos os regionais estão convidados. A programação prevê momentos de formação, espiritualidade e mobilização, com foco no cuidado com a “Casa Comum” (defesa do meio ambiente).

Como participar

Inscrição para o Encontro Nacional (acesso a toda a programação)

Inscrição gratuita para a programação aberta

“As juventudes do Brasil se preparam para viver um momento histórico de fé e protagonismo, participando da COP30, em Belém do Pará. Queremos ser uma presença que testemunha esperança, compromisso e cuidado com a vida, como discípulos e missionários de Cristo”, disse Dom Vilsom Basso, presidente da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB.

 

Na manhã de hoje, 04 de outubro de 2025, foram ordenados três novos sacerdotes. A cerimônia aconteceu na Catedral de Vitória com a presença

Na manhã de hoje, 04 de outubro de 2025, foram ordenados três novos sacerdotes. A cerimônia aconteceu na Catedral de Vitória com a presença de familiares, amigos, colegas de Seminário, diáconos permanentes, padres e bispos. Presidiu a Celebração e ordenou os novos padres, o Arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari.

A emoção envolveu os ordenandos e principalmente os familiares. O pedido para que a Igreja os ordenasse, o sim de cada um, a invocação dos santos na ladainha, a imposição das mãos, a entrega das vestes, a unção, de maneira particular o momento em que as mães desataram a faixa das mãos ungidas, provocaram atitudes comoventes e lágrimas entre os envolvidos.

Na homilia dom Ângelo, arcebispo de Vitória dirigiu-se ao povo, às famílias e aos ordenandos.

  1. Estamos também procedendo à ordenação de três nossos irmãos, irmãos, filhos, familiar, membro da comunidade, ordenados presbíteros, sacerdotes para a Santa Igreja. Em primeiro lugar, queremos elevar esta gratidão e este louvor a Deus. Talvez, no nosso coração, nós poderíamos dizer assim, olhando para eles e tendo-os em nosso coração. Dessa vocação, eu fiz parte. Desta vida, eu participei. Neste caminho vocacional e formativo, estive presente. A comunidade local, a paróquia de origem pode dizer, eu rezei por ele, rezei por eles. Lembro quando eram crianças, quando eram adolescentes.
  2. A família pode dizer, muito feliz, é alguém de nós, é carne da minha carne, é sangue do meu sangue.  Então quando irmãos nossos são admitidos e ordenados, é a Igreja, é o povo de Deus que faz parte desta vida, deste caminho e desse ministério. Tudo é graça, tudo é dom, a resposta é pessoal deles. Daqui a pouco será perguntado e eles dirão, querem, eles querem.
  3. Na igreja, os que são ordenados presbíteros, têm consciência plena, que são frutos daquela fé, do batismo que os iniciou, do caminho de santidade, da escuta e resposta ao chamado, do caminho que se faz, mas toda vocação, só tem sentido, não para si, não para a autossatisfação, mas para que do povo, volte ao povo de Deus. Aliás, eles já estão a serviço do povo de Deus, como diáconos, e agora como presbíteros, designados já nas paróquias, já servindo o povo de Deus, porque só aí se encontra o sentido de todo o ministério. Foi o que aconteceu com Jesus Cristo, enviado pelo Pai, que foi obediente e assumiu a realidade humana, Neste dia vamos rezar, para que esses nossos irmãos, jamais esqueçam, que eles são frutos desse povo de Deus, e o seu ministério será mais frutuoso, quanto mais servirem, quanto mais se entregarem, quanto mais gastarem a sua vida, pelo amor do povo de Deus, por causa desse sacramento que recebem.  Sabemos que hoje também, diante de realidades, às vezes, conflituosas, difíceis, também nesse ambiente cultural que vivemos, o padre, o sacerdote, sofre muito, às vezes é rejeitado, muitas vezes é perseguido, outras vezes não é acolhido, faz um pouco aquela experiência da solidão sacerdotal. Mas em algum momento, ele tem junto de si, a graça de Deus, a sua fé, um irmão, alguém que o sustenta, por isso em muitos momentos, temos que estar sempre rezando, e nós confiamos nessa graça, e nesse amor de Deus. Queridos irmãos, vocês hoje, serão constituídos mestres, pelo anúncio da Palavra, e pelo vosso testemunho da Palavra de Deus, jamais se parem nessas duas realidades, a Palavra se anuncia com a voz, com o coração.  Sois mestres, sereis mestres, mas a Palavra se testemunha. Que a vossa vida, o vosso ministério, seja sinal que a Palavra de Deus está em vós, em vosso coração, e aquilo que vocês anunciam, é aquilo que vocês creem, e aquilo que vocês praticam, é isso que nós vemos no rito, vocês a partir de agora, serão sacerdotes, para glorificar a Deus e santificar o povo de Deus.  Dois sacramentos que só vocês terão nas mãos, no coração e na vida: a Eucaristia e o perdão, o sacramento da reconciliação, amem estes sacramentos, amem a Eucaristia e alimentem o povo de Deus. O Evangelho dizia ‘quem será este, que dará a comida no tempo certo’, nós temos o pão da Palavra, o pão da Eucaristia, vocês pelo sacramento, poderão consagrar o pão do  que será o corpo e o sangue do Senhor. Alimentem sempre o povo de Deus, não tenham receio e vocês serão bons pastores, aonde vocês forem enviados, aonde vocês já estão e continuarão trabalhando, aonde vocês servirão como amor. Vivam a luz, como Jesus o Bom Ppastor, segundo o coração de Deus. Convido todo o povo de Deus,  para que rezemos pelos nossos padres, rezemos por estes nossos irmãos. Hoje rendemos gratidão a Deus, pelo sim de vocês, diante do mistério e por esta resposta tão bonita, nós só temos que glorificar a Deus, por vocês dizerem sim e assumirem o ministério ordenado, o Presbiterato. Não é simples, não é fácil, certamente muitos momentos vieram dúvidas, inseguranças, mas com a ajuda de tantos irmãos e irmãs, formadores e formadoras, de tantas pessoas ao vosso redor, vocês foram caminhando, foram amadurecendo, foram crescendo, e pela graça de Deus, irmãos e irmãs, que bom estamos aqui, em nossa Catedral, na Igreja Mãe de Nossa Arquidioceses, que hoje se alegre, agradecendo a Deus por todos aqueles, desde a família, comunidade e aqueles que ontem e hoje, aqueles que continuarão, estando juntos, caminhando juntos, para que eles sejam bons e santos sacerdotes, sacerdotes felizes! E para concluir, uma palavra que volta agora, como o Papo Leão XIV disse no Jubileu dos Sacerdotes, voltou uma expressão que muitas vezes,  a gente foi esquecendo:  sejam sacerdotes felizes, felizes, homens felizes, consagrados felizes! porque vocês já são felizes, pelo amor de Deus, pela vocação que vocês receberam, e pela gratuidade de vossos serviços. Hoje vocês entram para o presbitério, são irmãos que estão aqui, sejam irmãos, sejam amigos dos outros presbíteros, para que vocês também sejam homens e presbíteros felizes e amigos, para que juntos, em torno do Cristo, possamos servir todo esse povo de Deus.

O site da Arquidiocese pediu que cada um deles contasse um pouco de sua caminhada vocacional.

Padre Marwin

1- Eu sou Marwin Amaral Martins, tenho 35 anos, minha paróquia de origem é São João Batista em Cariacica Sede.

2- Meu despertar vocacional teve início dentro da minha comunidade Santa Luzia, também em Cariacica, me chamava a atenção a força dos leigos e o amor deles pela Igreja.

A Renovação Carismática Católica também foi grande incentivadora da minha vocação, pois no Grupo de Oração que pude exercitar meus dons e conhecer mas profundamente a Igreja Católica. Além disso, o contato com os seminaristas me inspirava a também responder esse chamado do Senhor

3- Como seminarista passei pelas Paróquias: Nossa Senhora da Penha (Jardim Limoeiro, Serra), Bom Pastor, Praia da Costa (Vila Velha), São Francisco Xavier em Iriri, Nossa Senhora da Penha em Flexal, Cariacica. Nestas paróquias atuei contribuído com formações, celebrações, retiros, apoio às pastorais e sobretudo convivendo fraternalmente com todos os paroquianos.

4- Os momentos que marcaram muito em minha caminhada vocacional foram: a acolhida no Propedêutico e Seminário, os ministérios recebidos ao longo do processo. A ordenação diaconal. E de maneira muito especial as missões realizadas no Pará foram de grande crescimento pessoal e espiritual.

Padre Antonio Vitor
1 – Meu nome é Antonio Vitor Favero, e minha paróquia de origem é Nossa Senhora da Conceição em Alfredo Chaves.
2 – Iniciei minha caminhada vocacional a partir dos encontros vocacionais do Seminário.
3 – Durante a caminhada formativa, exerci serviços pastorais nas paróquias: Paróquia São Francisco de Assis, Laranjeiras, Serra; Paróquia Bom Jesus, Cariacica; Paróquia Bom Pastor, Praia da Costa, Vila Velha.
4 – O momento mais marcante na minha caminhada foi a admissão às Ordens Sacras, recepção dos Ministérios e Ordenação.

Padre João Luiz Caçandre

João Luiz Caçandre, paróquia de origem Sant’Ana em Marechal Floriano.

Durante os estudos desenvolveu atividades pastorais nas paróquias: São José, Guarapari; São Pedro em Jacaraípe, Serra; Nossa Senhora da Glória, Vila Velha e Virgem Maria em Itacibá, Cariacica.

 

Estamos no mês dedicado às missões e a Arquidiocese de Vitória convida os fiéis para celebrar o Dia Mundial das Missões. A missa será

Estamos no mês dedicado às missões e a Arquidiocese de Vitória convida os fiéis para celebrar o Dia Mundial das Missões. A missa será na Catedral de Vitória, dia 19 de outubro, às 8h.

O tema, Missionários da esperança entre os povos, inspira e fortalece os cristãos que concretizam a missão da Igreja com sua participação e ajuda das diversas formas e conforme a condição de cada um.

Neste dia acontece também a Campanha Missionário 2025. As doações e ofertas realizadas nos dias 18 e 19 são destinadas ao Fundo Mundial de Solidariedade. Este Fundo solidário garante o apoio a projetos de evangelização, educação, saúde e desenvolvimento comunitário nas regiões mais necessitadas do mundo. “A Igreja, por sua natureza, é missionária. Através do Dia Mundial das Missões, temos a oportunidade de apoiar concretamente a presença da Igreja em tantas regiões onde ela é a única presença de esperança, levando assistência e dignidade aos mais vulneráveis. É a solidariedade dos fiéis brasileiros que possibilita a continuidade desses projetos, que são a expressão mais genuína do nosso amor ao próximo”, disse dom Maurício da Silva Jardim, presidente da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, ao site cnbb.org.br

Participe da missa e faça sua oferta para as missões da Igreja.

 

 

 

Na tarde desta quinta-feira (02), o Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha recebeu os seminaristas das dioceses de Colatina e São Mateus, juntamente com

Na tarde desta quinta-feira (02), o Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Penha recebeu os seminaristas das dioceses de Colatina e São Mateus, juntamente com seus respectivos reitores, para um momento de convivência fraterna e espiritualidade.

O encontro teve início com a acolhida da Vela Missionária, recebida no V COMINSE (Congresso Missionário Nacional de Seminaristas). Este gesto simbólico recorda que a luz de Cristo deve iluminar a vida de cada vocacionado, despertando o ardor missionário e o compromisso de anunciar o Evangelho em todos os lugares. A chama da vela inspira a ser uma Igreja em saída, que escuta, acolhe e testemunha o amor de Deus, tornando os seminaristas presença viva de Cristo nas diversas realidades.

Na sequência, foi celebrada a Santa Missa em memória dos Santos Anjos da Guarda, dentro da 26ª Semana do Tempo Comum. A missa foi presidida pelo padre André Luciano Masarim, reitor do Seminário da Diocese de São Mateus, e concelebrada pelos padres Edgar Rigoni, reitor do Seminário da Diocese de Colatina, e Jorge Campos Ramos, reitor do Seminário da Arquidiocese de Vitória. 

Em sua homilia, padre Edgar Rigoni ressaltou a importância de viver o seguimento de Jesus no amor. Ele recordou que celebrar os Santos Anjos é celebrar a proximidade de Deus, pois eles nos colocam no caminho e nos ajudam a reconhecer a ternura do Pai. O padre afirmou ainda que a fé precisa ser madura, mas deve carregar o sentido e a confiança de uma criança, como evidenciada no Evangelho. Ele destacou: “A criança sabe confiar e, assim também, cada vocacionado é chamado a se lançar com confiança em Deus, permitindo-se ser conduzido por Ele”. Ele ainda completou dizendo: “A vocação deve sempre ser guiada pela ternura divina e pelo espírito de perdão e confiança”. O encontro, de modo particular, contribuiu para reforçar a comunhão entre as dioceses e reacender, nos seminaristas, o ardor de viver a própria vocação com espírito missionário, esperança renovada, generosidade e plena entrega ao Senhor.

Reze, em comunhão com a Igreja do Brasil, a Oração dos 40 anos do COMISE.

 

ORAÇÃO DOS 40 ANOS DO COMISE

Pai de bondade, nesses 40 anos de Conselho Missionário dos Seminaristas (COMISE), fazemos memória de nossa história de fé, nas pegadas de Teu amado Filho, Jesus de Nazaré. 

Rendemos graças, ó Pai, por tua presença amorosa nesta caminhada, por tantas bênçãos recebidas, frutos de ações missionárias no meio de teu povo preferido e as ricas experiências no processo formativo humano e espiritual.

Senhor Jesus, nosso amigo e Bom Pastor, agradecemos com todo nosso ser, por ter nos amado, escolhido e chamado a sermos instrumento do Teu amor misericordioso no mundo. 

Queremos Te agradecer também por nos capacitar e nos guiar em nossa missão do anúncio da Boa Notícia a todos sem distinção, sem medo de nos aproximar dos pobres e testemunhar que, no seu Reinado todos são acolhidos e incluídos como filhos e filhas de Deus. 

Nossa prece por cada seminarista e assessores que passaram por este conselho, por suas vidas dedicadas no cuidado a fim de que a Igreja possa crescer e avançar na sua missão evangelizadora.

Divino Espírito Santo, que a tua presença continue a inundar nossos corações e mentes transformando-os segundo os desígnios do seu amor que tudo renova e transforma para o bem da humanidade. Na alegria da tua presença, queremos estar atentos para ouvir e discernir a Palavra que nos liberta e nos ajuda a crescer na santidade e no compromisso com a missão a nós confiado, sob a proteção da Divina Providência. 

Que Maria, Mãe de Deus e nossa, interceda por todos os membros do COMISE, para que sejam fortalecidos na fé e em sua missão, guiados pela luz do Espírito Santo, sejam inspirados pelo lema: “alegrando-vos na esperança, perseverando na oração” (Rm 12,2) e possam acolher a todos os que encontrarem em seu caminho. 

Por Cristo Senhor nosso. Amém.

 

Os três diáconos transitórios da Arquidiocese de Vitória serão ordenados presbíteros no próximo sábado, 4 de outubro de 2025. A missa, na qual serão

Os três diáconos transitórios da Arquidiocese de Vitória serão ordenados presbíteros no próximo sábado, 4 de outubro de 2025. A missa, na qual serão ordenados, acontece na Catedral de Vitória às 9h e será presidida pelo Arcebispo, dom Ângelo Mezzari.

Antonio Vitor Favero, Marwin  Amaral Martins e João Luís Caçandre atuam como diáconos nas paróquias Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Cobilândia, Vila Velha-ES – Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Viana, Sede-ES – Paróquia Santíssimo Sacramento, Parajú, Domingos Martins-ES, respectivamente.

A preparação para o sacerdócio tem duração de cerca de 8 anos, contemplando um ano preparatório para amadurecimento e discernimento vocacional (Propedêutico) e curso de filosofia e teologia.

Todos despertaram para a vocação em suas comunidades de origem:

Antonio Vitor Favero, paróquia  Nossa Senhora da Conceição- Alfredo Chaves

Marvim Amaral Martins, paróquia São João Batista – Cariacica Sede

João Luiz Caçandre paróquia Santa Ana, Marechal Floriano

Os três diáconos cumpriram essas etapas e agora iniciam a missão sacerdotal à qual foram chamados para servir à Igreja nas paróquias que lhes forem destinadas.

Somos convidados a participar da Celebração de Ordenação e rezar por cada um, pedindo que Deus ilumine a caminhada e que sejam felizes no exercício da missão sacerdotal.