Notícias

O arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, juntamente com o bispo auxiliar Dom Andherson Franklin, participaram na manhã de hoje (25) do Jubileu dos

O arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, juntamente com o bispo auxiliar Dom Andherson Franklin, participaram na manhã de hoje (25) do Jubileu dos Bispos, celebrado em Roma, como parte do Ano Jubilar convocado pelo Papa Leão XIV. O encontro reuniu bispos de diversas partes do mundo para momentos intensos de espiritualidade, comunhão e escuta do sucessor de Pedro.

Foto: Pe. Tarcio Siqueira

Segundo Dom Ângelo, a programação teve início com uma peregrinação até a Porta Santa, seguida pela oração, canto da Ladainha e celebração da Santa Eucaristia. Após a missa, os bispos rezaram o Terço enquanto aguardavam a chegada do Papa. Às 12h20, o Santo Padre foi recebido com entusiasmo pelos presentes.

Durante a audiência, o Papa dirigiu palavras profundas ao episcopado, exortando-os a serem “peregrinos de esperança”, configurando-se ao Cristo Bom Pastor. “Somos pastores, mas também ovelhas”, recordou Dom Ângelo, destacando o apelo do Papa à conversão pessoal e à vivência do ministério com autenticidade.

O Papa Leão XIV orientou os bispos a viverem a prudência pastoral, acompanhando com amor e discernimento o povo de Deus, especialmente o clero e as lideranças. Ele também ressaltou a importância da pobreza evangélica, como sinal de serviço e desapego ao poder, e da castidade vivida com profundidade, como expressão do celibato e da entrega total a Deus.

Outro ponto enfatizado foi a necessidade de uma Igreja sinodal, marcada pela comunhão, unidade e serviço. Dom Ângelo resumiu o momento como um “dia especial, cheio de graças e esperanças, que renova em nós a força para continuarmos sendo, como bispos, peregrinos de esperança”.

 

 

 

 

Seminaristas de várias partes do mundo acolheram o Pontífice cantando em coro “Papa Leone”. O Santo Padre advertiu para o perigo do narcisismo, da
Seminaristas de várias partes do mundo acolheram o Pontífice cantando em coro “Papa Leone”. O Santo Padre advertiu para o perigo do narcisismo, da superficialidade, da hipocrisia e da sede de poder. E aconselhou dois caminhos: a oração e o discernimento, para que se assemelhem sempre mais a Cristo.

Não só peregrinos, mas testemunhas de esperança: o Papa se reuniu com milhares de seminaristas na Basílica de São Pedro presentes em Roma para o seu Jubileu, juntamente com seus formadores.

A eles, Leão XIV fez uma meditação, na qual agradeceu por terem dito seu “sim”, com humildade e coragem, a essa aventura fascinante da vocação sacerdotal num tempo não fácil: “Obrigado, porque com essa energia vocês alimentam a chama da esperança na vida da Igreja!”.

Jesus, afirmou, chama os seminaristas a viverem uma experiência de amizade com Ele, uma experiência destinada a crescer de modo permanente mesmo depois da ordenação, de modo que se tornem pessoas e sacerdotes felizes, pontes e não obstáculos para os outros ao encontro com Cristo. Nesta caminhada, é importante dirigir toda a atenção para o centro, isto é, o coração.

“O seminário deve ser uma escola dos afetos. Hoje de modo especial, num contexto social e cultural marcado pelo conflito e pelo narcisismo, precisamos aprender a amar e fazê-lo como Jesus. Assim como Cristo amou com coração de homem, vocês são chamados a amar com o Coração de Cristo!”

Que os seminaristas tenham “perfume de Evangelho”

Para isso, acrescentou o Pontífice, é preciso trabalhar a própria interioridade, onde Deus faz ouvir a sua voz e de onde saem as decisões mais profundas. É um local de tensões e lutas, que devem ser convertidas para que toda a humanidade dos candidatos ao sacerdócio “perfume de Evangelho”. Cuidando das feridas do próprio coração, os seminaristas aprenderão a estar ao lado de quem sofre. “Sem a vida interior não é possível nem mesmo a vida espiritual, porque Deus nos fala exatamente ali, no coração.”

Aprendendo a conhecer o próprio coração, acrescentou, não será necessário usar máscaras, bastará seguir o caminho da oração, que conduz à interioridade. “Num período onde estamos hiperconectados, se torna sempre mais difícil fazer a experiência do silêncio e da solidão. Sem o encontro com Ele, não conseguimos nem mesmo conhecer verdadeiramente a nós mesmos.”

O convite de Leão XIV é invocar com frequência o Espírito Santo, para que plasme um coração dócil, capaz de colher a presença de Deus ouvindo também as vozes da natureza, da arte e da cultura e, com elas, os desafios do tempo atual, como a inteligência artificial e as redes sociais. De modo especial, como fazia Jesus, saber ouvir o clamor dos pobres e oprimidos e dos jovens que buscam um sentido para a própria vida.

Gratidão e generosidade para combater a sede de poder

Além de cuidar do coração, os seminaristas devem aprender também a arte do discernimento. E o Papa pediu que não sejam superficiais, questionando: o que estou vivendo me ensina? Para onde o Senhor está me guiando?

“Caríssimos, tenham um coração manso e humilde como o de Jesus. A exemplo do apóstolo Paulo, vocês possam assumir os sentimentos de Cristo, para progredir na maturidade humana, sobretudo afetiva e relacional. É importante, ou melhor, necessário, desde o seminário, investir no amadurecimento humano, rejeitando todo disfarce e hipocrisia. Mantendo o olhar fixo em Jesus, é preciso aprender a dar nome e voz também à tristeza, ao medo, à angústia, à indignação, levando tudo para a relação com Deus. As crises, os limites, as fragilidades não devem ser escondidos, são antes ocasiões de graça e de experiência pascal.”

Em um mundo onde muitas vezes há ingratidão e sede de poder, disse ainda o Papa, onde por vezes parece prevalecer a lógica do desperdício, os seminaristas são chamados a testemunhar a gratidão e a generosidade de Cristo, a exultância e a alegria, a ternura e a misericórdia do seu Coração; a praticar o estilo de acolhida e proximidade, de serviço generoso e desinteressado.

Leão XIV concluiu fazendo votos de que os seminaristas percorram esse caminho sem especulações, sem nunca se acomodar sendo apenas receptores passivos, mas que se apaixonem pela vida sacerdotal, vivendo o presente e olhando para o futuro com um coração profético. Pediu ainda que o próprio coração se assemelhe sempre mais aos sentimentos do Coração de Cristo: “Aquele Coração que pulsa de amor por vocês e pela humanidade. Bom caminho!”

Fonte: publicado no site vaticannews.va
Dom Ângelo Mezzari, RCJ, Arcebispo Metropolitano de Vitória, e Dom Andherson Franklin, Bispo Auxiliar, estão em Roma por ocasião da entrega do Pálio a

Dom Ângelo Mezzari, RCJ, Arcebispo Metropolitano de Vitória, e Dom Andherson Franklin, Bispo Auxiliar, estão em Roma por ocasião da entrega do Pálio a Dom Ângelo, que acontecerá no próximo dia 29 de junho, na Solenidade de São Pedro e São Paulo, presidida pelo Papa Leão XIV.

Durante este período, ambos participarão das celebrações do Jubileu dos Seminaristas, que teve início nesta segunda-feira (23), e também dos jubileus dedicados aos presbíteros e aos bispos, em comunhão com o Ano Jubilar 2025, que a Igreja vive.

Na manhã de hoje, Dom Ângelo celebrou a Santa Missa na Capela da Comunidade da Cúria Geral dos Rogacionistas, em Roma — o mesmo local onde ele e Dom Andherson estão hospedados. A celebração contou com a concelebração de Dom Andherson Franklin. “Nesta casa, vivi e trabalhei por seis anos, entre 2010 e 2016”, comentou o Arcebispo.

Durante a tarde, Dom Ângelo visitou os padres capixabas Ruan e Tarcio, que estão realizando seus estudos no Pontifício Colégio Pio Brasileiro, também em Roma. Padre Ruan compartilhou a alegria do encontro:

“Pe. Tarcio e eu (Pe. Ruan) e o recebemos Dom Ângelo e Dom Andherson aqui no Pontifício Colégio Pio Brasileiro. Foi um momento de conversa, conhecimento e de partilha. Falamos um pouco da nossa história, dos nossos estudos e fomos atualizados sobre o caminhar da Arquidiocese de Vitória. Tivemos a impressão de que Dom Ângelo é um homem de coração grande, com clareza sobre o caminho que está conduzindo a Arquidiocese. Para nós, que estamos fora, ouvir sobre a caminhada da Arquidiocese pela boca dos nossos pastores foi muito gratificante. Se Deus quiser, em breve estaremos de volta para viver com intensidade a missão na Arquidiocese de Vitória”, partilhou padre Ruan.

 

 

Na manhã deste domingo (22), os Seminaristas Arthur Henrique Silva Varanda e Jardel Martins Ferreira, ambos do Quarto Ano de Teologia – Etapa da

Na manhã deste domingo (22), os Seminaristas Arthur Henrique Silva Varanda e Jardel Martins Ferreira, ambos do Quarto Ano de Teologia – Etapa da Configuração, embarcaram para Canutama / Foz de Tapauá, no Estado do Amazonas, onde permanecerão em missão até o dia 11 de julho.

A missão é uma parceria entre a Comunidade Epifania, a Arquidiocese de Vitória e a Prelazia de Lábrea e tem como objetivo levar atendimento médico, odontológico e pastoral às comunidades ribeirinhas e indígenas da região, que enfrentam grandes dificuldades de acesso a serviços básicos. Sobre as expectativas para o período missionário, o Seminarista Jardel destacou: “As expectativas para a missão são as melhores possíveis. Como nos propõe o Jubileu 2025, vamos como peregrinos de esperança, levando conosco a fé, o entusiasmo e o desejo de servir. Sabemos que a Igreja é missão, e essa certeza deve nos animar sempre.” Ele ainda completou dizendo: “Vou com o coração desejoso de levar aos irmãos e irmãs que lá vivem um olhar fraterno, amigo e solidário e, ao mesmo tempo, buscar neles o combustível necessário para continuar nossa caminhada vocacional.”

A participação dos seminaristas em missões como a Laguna Negra é uma experiência enriquecedora para a formação pastoral. Arthur e Jardel poderão atuar de diversas formas, seja auxiliando nos atendimentos, participando das celebrações, visitas e em atividades de espiritualidade junto às comunidades. A missão busca levar esperança e cuidado às comunidades ribeirinhas e indígenas da Amazônia, principalmente neste ano em que a Prelazia de Lábrea celebra 100 anos.

Créditos: Coordenação Comissão Missionária – Texto Adaptado

 

CONHEÇA MAIS SOBRE A MISSÃO LAGUNA NEGRA

Histórico

Em 2006 a Comunidade Epifania inicia uma missão na Prelazia de Lábrea com envio de quatro missionárias consagradas para auxílio na formação pastoral na Paróquia São João Batista no Município de Canutama que compõe a Prelazia de Lábrea. Na trajetória da missão o trabalho com a população ribeirinha torna-se um encanto e ao mesmo tempo um desafio em meio à realidade precária das necessidades básicas humanas destes povos. Em janeiro 2007, ao realizar uma visita à Casa de Missão em Canutama, e deparando-se com este desafio, Dóris Pereira de Almeida, fundadora da Comunidade Epifania, senti uma inspiração em iniciar um trabalho direcionado especificamente à população ribeirinha através de um Barco Hospital que percorreria a calha do Rio Purus, afim de que esta mesma população pudesse receber atendimento médico e odontológico.

Assim, este “sonho” projeto, é apresentado a D. Jesus, bispo da Prelazia de Lábrea que acolheu muito bem. A partir de então inicia-se um processo de elaboração de um projeto a ser encaminhado à uma Instituição na Itália para aquisição da embarcação. Durante o tramite de aprovação de tal projeto, D. Jesus viaja em férias para sua cidade natal na Espanha, e tem uma grande a surpresa de encontrar um médico que procurava alguém para fazer a doação de um Barco Hospital equipado com um consultório médico e um consultório odontológico.

Em tempos, a Comunidade Epifania consegue alterar o objetivo do projeto e encaminha à Itália, que prontamente aprova, direcionando a verba para a manutenção e compra de alguns equipamentos que ainda faltavam para o Barco Hospital. Em setembro de 2007, o Barco Laguna Negra chega à Prelazia. No início de 2008 Pe. Éder Carvalho Assunção, atual Administrador Paroquial de Canutama, solicita a Pastoral Social da Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, uma campanha de medicamentos a serem enviados para Canutama em vista das viagens.

A Pastoral Ribeirinha da Paróquia São João Batista coordenada pela Comunidade Epifania realiza 03 viagens em parceria com a Prefeitura Municipal de Canutama. Em novembro de 2010, a Comunidade Epifania retorna à Vitória, porém com o convite de D. Jesus a continuarmos a missão com o Barco Laguna Negra. Em 2013 a Comunidade Epifania reassume a missão com o Barco Hospital Laguna Negra.

O que é a Missão Laguna Negra? 

Trata-se de um serviço voluntário realizado em uma embarcação denominada “Barco Laguna Negra”, direcionado para levar amor e esperança à população ribeirinha e indígena de parte da Região Amazônica, através de atendimento médico e odontológico, com prescrição e distribuição de medicamentos e encaminhamentos de especialidades.

A embarcação é de propriedade da Prelazia de Lábrea. 

Possui 02 consultórios médicos com ar-condicionado, armários e maca; 01 consultório odontológico com cadeira odontológica, instrumentos e equipamentos odontológicos; 03 camarotes com camas e ar-condicionado; 01 depósito; 01 cozinha com fogão, armários e máquina de fazer pão; 01 despensa com geladeira, bebedouro, freezer e armários; 01 sala de comando e 02 áreas externas para circulação e descanso da tripulação com TV e antena parabólica. A energia utilizada na embarcação é gerada por dois motores que funcionam com óleo diesel, com alto consumo deste combustível.

Durante a missão, os atendimentos diários têm início às 8h e término às 17h. No final ou início de cada dia, é realizado um momento de celebração ou uma missa, presidida por padres que acompanham a viagem. Diversas atividades são realizadas durante o período de três meses ao longo da missão: consultas médicas com exame clínico, aferimento de pressão arterial, administração e fornecimento de medicamentos; tratamento odontológico (extrações, restaurações, profilaxia, consultas e palestras preventivas sobre higiene bucal; curativos e atendimentos emergenciais com administração de medicamento endovenoso e intramuscular; visitas domiciliares com atendimento médico aos idosos e acamados, bem como de apoio espiritual realizado pelos padres.

Os municípios de Pauini, Tapauá, Canutama e Lábrea são o cenário da Missão Laguna Negra, que visa despertar no voluntário da saúde a vivência da vocação missionária, convivendo, conhecendo, aprendendo e trocando experiências na realidade amazônica das comunidades ribeirinhas e indígenas. A Prelazia de Lábrea é uma circunscrição eclesiástica e está situada no centro-sul ocidental do Estado do Amazonas e pertence ao regional Noroeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. Quatro municípios com uma extensão territorial de 232.240,0Km², quase o tamanho do estado de São Paulo (Brasil). É composta por cinco paróquias e uma área missionária: N. Sra. de Nazaré (Lábrea); São João Batista (Canutama); Santo Agostinho (Pauini); Santa Rita (Tapauá) e São Francisco e São Sebastião (entre Canutama e Tapauá).

Fonte: epifania.org

A Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, em fidelidade à missão recebida de Cristo e em total comunhão com o Santo Padre, o Papa

A Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, em fidelidade à missão recebida de Cristo e em total comunhão com o Santo Padre, o Papa Leão XIV, reitera seu compromisso com a unidade da Igreja e com o magistério autêntico que a sustenta. Diante de recentes declarações e eventos promovidos por organizações que se afastam dessa comunhão, é necessário oferecer aos fiéis orientação segura e esclarecimentos que reforcem a verdade da fé católica.

A Arquidiocese de Vitória está em plena sintonia com a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro no que diz respeito à recente nota publicada pelo Delegado Episcopal para a atenção pastoral dos grupos de fiéis que celebram o rito romano segundo o Missal anterior à reforma de 1970. O esclarecimento, assinado pelo Monsenhor André Sampaio de Oliveira, Delegado Episcopal, alerta os fiéis sobre os perigos doutrinários e canônicos envolvendo a Associação Civil Centro Dom Bosco de Fé e Cultura e sua recente adesão à direção espiritual da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Segue a Nota da Arquidiocese de São sebastião do Rio de Janeiro

Foto de capa: Arquidiocese do Rio de Janeiro

Segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, Leão XIV “destacou que, durante seu trabalho missionário na América Latina e na África, foi
Segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, Leão XIV “destacou que, durante seu trabalho missionário na América Latina e na África, foi precioso poder receber as transmissões em ondas curtas da Rádio Vaticano, que chegam a lugares onde poucas emissoras conseguem chegar, e reafirmou o valor missionário da comunicação”.

Na manhã desta quinta-feira, 19 de junho, o Papa Leão XIV visitou o Centro de Ondas Curtas da Rádio Vaticano, em Santa Maria di Galeria, área extraterritorial nos arredores de Roma.

O Pontífice conversou com a equipe do Centro, administrado pelo Dicastério para a Comunicação, visitou a sala dos transmissores projetada pelo arquiteto Pier Luigi Nervi e sentou-se na sala de controle das transmissões em ondas curtas.

O Papa se informou sobre o funcionamento das antenas, das transmissões e do sistema de “digital disaster recovery” e, com a equipe, comemorou os seus 43 anos de sacerdócio, celebrados hoje.

Segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, Leão XIV “destacou que, durante seu trabalho missionário na América Latina e na África, foi precioso poder receber as transmissões em ondas curtas da Rádio Vaticano, que chegam a lugares onde poucas emissoras conseguem chegar, e reafirmou o valor missionário da comunicação”.

Por fim, ao abençoar todos os presentes, agradeceu pelo trabalho realizado com fidelidade e continuidade, mesmo em um dia de feriado como hoje, Solenidade de Corpus Christi.

Em seguida, o Pontífice teve a oportunidade de conhecer a área extraterritorial, cujo estatuto remonta ao acordo de 1951 com o Governo italiano, para a qual, com base no motu proprio “Fratello Sole”, está sendo estudado um projeto de sistema agrovoltaico para garantir não apenas o fornecimento de energia da estação de rádio, mas também o completo sustento energético do Estado da Cidade do Vaticano.

O Centro de Rádio foi inaugurado pelo Papa Pio XII em 1957. A última visita de um Papa ao local foi em 1991, com João Paulo II.

Fonte: Publicado no site vaticannews.va
Os tapetes de Corpus Christi, no entorno da Catedral, formaram uma linda exposição ao ar livre. As pastorais e grupos da paróquia representaram, com

Os tapetes de Corpus Christi, no entorno da Catedral, formaram uma linda exposição ao ar livre. As pastorais e grupos da paróquia representaram, com suas artes, momentos e símbolos de ações religiosas que compõem nossa fé católica. Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, mencionou a importância desta tradição: “expressamos hoje uma das mais belas tradições: os tapetes. É o nosso testemunho público e ao passar com o Santíssimo Sacramento é o povo de Deus que caminha. Vamos preservar e manter vivas estas tradições que expressam a fé”.

Micael Isaac, cerimoniário da Catedral, participou pela primeira vez da confecção dos tapetes e explicou: “Foi montado um grupo e cada pastoral definiu a arte que iria fazer e organizou a forma de buscar os materiais que precisaria. Nós da pastoral dos cerimoniários usamos areia tingida, areia normal, sal grosso e sal grosso tingido e café para fazer os contornos e os detalhes. Começamos às 06h”.

– Como foi a experiência?

Micael: Muito legal. Foi a primeira vez que participei e foi uma experiência muito interessante.

– O que foi mais interessante,a preparação, a decisão sobre o que fazer ou fazer?

Micael: Fazer, porque a gente pegou uma arte bem detalhada e tivemos que ‘quebrar’ a cabeça para fazer, mas no final ficou muito bonito.

– Qual foi a arte de vocês?

Micael: O Cordeiro.

Para iniciar a Celebração (missa e procissão), o coral da Catedral acolheu os fiéis com uma música que era, ao mesmo tempo, um convite e uma recepção.

O sentido da Solenidade foi colocado por dom Ângelo: “Celebramos hoje o grande mistério da nossa fé, a Santa Eucaristia. Somos os filhos e filhas tão amados de Deus, e reunidos em seu nome, na sua Palavra, celebramos no Corpo e Sangue do Senhor a nossa comunhão, a nossa unidade, a nossa presença e o nosso testemunho de Igreja. E hoje todos nós, cristãos católicos, temos a grande graça de poder celebrar e participar da Santa Missa, da Eucaristia e também de dar um testemunho público,  um testemunho visível do Sacramento que nós veneramos, que nós nos alimentamos, que nós adoramos. Por isso cada irmão, cada irmã, nossas famílias, grupos, pastorais, membros e fiéis desta comunidade da Catedral, de outras comunidades, aqui nos reunimos. A nossa presença nesta Assembleia Eucarística já é um sinal visível, um sinal concreto do que significa venerar o Santíssimo Sacramento, adorar Jesus na Eucaristia, porque formamos aqui o seu corpo visível, somos seus membros e o corpo de Cristo que nos é dado. Corpo e sangue, também se expressa, se manifesta, se concretiza no corpo vivo do povo de Deus que somos todos nós”.

Os fieis lotaram a Catedral e participaram da procissão que percorreu algumas ruas do Centro de Vitória e retornou à Catedral para passar com o Santíssimo Sacramento por cima dos tapetes preparados com carinho e devoção para esta ocasião.

Na homilia, dom Ângelo lembrou que a Festa de hoje é uma ocasião para gradecermos, admirarmos e nos rejubilarmos porque “não pode haver tesouro maior que o Corpo e Sangue de Cristo” e que nós somos felizes por podermos celebrar este memorial sagrado da última ceia de Jesus com seus discípulos. E o Arcebispo acrescentou: “a multiplicação dos pães, narrada no Evangelho, que é real também nos remete à Eucaristia. A Eucaristia tem consequências. Nos nutrimos do corpo e sangue, porque a Eucaristia se faz Igreja e a Igreja se faz eucarística e se reverte na vida dos irmãos. Por isso, precisamos ser Igreja que partilha, que é solidária. Alimentar-se da Eucaristia é comprometer-se com o pão de cada dia para que não falte pão de cada dia a nenhum irmão”.

Neste dia, o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin, também presidiu a missa e acompanhou a procissão na paróquia Sagrados Corações de Jesus e de Maria, em Barcelona na Serra.
Catedral
Sagrados Corações de Jesus e de Maria – Barcelona – Serra

 

Amanhã, 19 de junho de 2025, os adros e as ruas no entorno das igrejas matrizes das 91 paróquias que compõem a Arquidiocese de

Amanhã, 19 de junho de 2025, os adros e as ruas no entorno das igrejas matrizes das 91 paróquias que compõem a Arquidiocese de Vitória enfeitarão os bairros dos 15 municípios com os tapetes que são uma expressão de fé e ao mesmo tempo viram atração até para quem não é católico. Diversos materiais (flores, pó de café, areia, itens recicláveis, sementes, entre outros), serão utilizados dependendo da compreensão de cada grupo para “desenhar” nas ruas temáticas que representam a fé católica.

Os horários das celebrações podem ser encontrados nas redes sociais das paróquias. Nesta matéria destacamos o horário da Celebração Eucarística que será presidida por dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, na Catedral às 16h e lembramos que a confecção dos tapetes inicia-se às 06h. Na paróquia Sagrados Corações de Jesus e de Maria a confecção dos tapetes começa às 19h na véspera com cerca de 1,5km de extensão. Durante o dia os fiéis podem contemplar “o tapete temático”. À noite uma procissão luminosa sai da Comunidade Sagrado Coração de Maria  às 18h e a missa campal será celebrada na Praça da Igreja Matriz e presidida por dom Andherson Franklin, bispo auxiliar.

Na Arquidiocese de Vitória, a exceção fica para a paróquia Santíssimo Sacramento em Paraju. A solenidade de Corpus Christi é realizada no domingo (22) e os tapetes são confeccionados durante a noite, a partir de 18h, e apenas com flores. Os fiéis cultivam flores durante o ano e disponibilizam para este momento. A missa campal e procissão inicia às 14h e termina com a bênção do Santíssimo em frente à igreja Matriz.

Os tapetes são obras de arte que os fiéis confeccionam com carinho e dedicação que devem ser contempladas e apreciadas, porém representam muito mais. Preparar os tapetes é construir um caminho por onde o Santíssimo Sacramento irá passar, mostrando não apenas para aqueles que frequentam as igrejas, mas para todos, que nós católicos acreditamos na presença real de Cristo na Eucaristia e queremos dizer isso para o mundo. O dia de Corpus Christi é a ocasião de expressar a fé publicamente.

A devoção eucarística de uma religiosa na Bélgica levou o bispo a iniciar a solenidade. Outras dioceses começaram também a dedicar um dia para celebrar Jesus Eucarísticos até que o Papa Urbano IV estabeleceu que a Igreja em todo o mundo celebrasse esta solenidade a partir de 1264. A data escolhida também é cheia de significado. Acontece 60 dias após a Páscoa e sempre numa quinta-feira, uma referência à última ceia de Jesus com seus apóstolos.