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Nada melhor para celebrar São José de Anchieta, o apóstolo do Brasil, do que lembrar a língua dos indígenas. O ato penitencial foi cantado

Nada melhor para celebrar São José de Anchieta, o apóstolo do Brasil, do que lembrar a língua dos indígenas. O ato penitencial foi cantado em tupi. O apóstolo que aprendeu a língua dos nativos e buscou todas as formas para se comunicar com eles, servindo-se do teatro e da poesia, certamente aprovaria a homenagem.

A comunidade e os visitantes viveram com intensidade e entusiasmo o encerramento dos festejos e demonstraram devoção a São José de Anchieta. Durante a Celebração, a vida e o entusiasmo missionário do santo, foram realçados em diversos momentos.

Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, relacionou as leituras com as opções evangelizadoras de São José de Anchieta: os pés de São José de Anchieta peregrinaram com a Palavra de Deus na mão, tal como anunciou o profeta Isaías – ir mar adentro e buscar águas mais profundas, foi a atitude do apóstolo do Brasil ao procurar entender culturas e anunciar-lhes Jesus Cristo, a Igreja em saída que tanto nos recomendou o Papa Francisco.

“São José de Anchieta é um caminho de santidade e cada um de nós, na missão que recebeu, não sem lutas, mas com muita esperança, é chamado também percorrer. A vida de São José de Anchieta é um convite a perseverarmos no caminho da santidade”, disse dom Ângelo que também fez dois questionamentos: O que anunciamos verdadeiramente? O que São José de Anchieta trouxe para valorizar as culturas e apresentar Jesus?

Diante das dificuldades para transmitir a fé, dom Ângelo lembrou que São José de Anchieta foi um grande catequista e terminou sua homilia convidando todos a pedirem a graça “de ter coragem e criatividade para anunciarmos Jesus e não deixarmos a humanidade sem esperança e tornarmos José de Anchieta mais conhecido, mais reverenciado e mais amado”. O Arcebispo repetiu com todos os fiéis: São José de Anchieta ajudai-me a ser santo. A bênção final foi dada com a relíquia do santo.

Muitas fiéis e devotos compareceram à cerimônia vindos de diversos cantos e alguns arriscaram peregrinar a pé de Guarapari até Anchieta, pois o Santuário de Anchieta é um dos locais de peregrinação do Ano Jubilar da Esperança na Arquidiocese de Vitória.

Após a Celebração, pe. Álvaro Augusto Negromonte Pereira, pároco e dom Ângelo acolheram os fiéis, pousaram para fotos, abençoaram a quem pediu bênção e confraternizaram com aqueles que permaneceram nas barracas de quitutes.

São José de Anchieta foi canonizado pelo Papa Francisco em abril de 2014 e sua canonização foi lembrada por dom Ângelo que na ocasião participou desse momento histórico em Roma onde exercia a missão de Superior Geral da Congregação Rogacionista.

 

 

 

 

 

 

 

Hoje é Festa de São José de Anchieta, o apóstolo do Brasil. Ás 17h no Santuário Nacional em Anchieta, será celebrada uma missa, presidida

Hoje é Festa de São José de Anchieta, o apóstolo do Brasil. Ás 17h no Santuário Nacional em Anchieta, será celebrada uma missa, presidida pelo arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari.

São José de Anchieta “foi sacerdote, missionário, professor, historiador e, especialmente, evangelizador e catequista. É considerado iniciador da literatura, do teatro e da poesia brasileira.  Nasceu no dia 19 de março de 1534, em Tenerife, Ilha do Arquipélago das Canárias, Espanha. Era um dos doze filhos de João López de Anchieta e de Mência Diaz de Clavijo y Llarena. Foi batizado em 7 abril de 1534, na Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios, atual Catedral de San Cristóbal de La Laguna, de onde seu pai era prefeito.

José viveu com a família até aos quatorze anos de idade, quando se mudou para Coimbra, Portugal, para estudar filosofia no Real Colégio das Artes e Humanidades, anexo à Universidade de Coimbra. Ali, em 1 de maio de 1551, entrou como noviço da Companhia de Jesus. Mas, pouco tempo depois, foi acometido por uma tuberculose óssea, que lhe causou uma escoliose. Como último recurso, os médicos aconselharam-lhe a partir para o Brasil, onde o clima era mais saudável.

Missão no Brasil

Em 1553, ao chegar às terras brasileiras, José de Anchieta começou a trabalhar como catequista dos indígenas.  Além disso, desempenhou outras funções: professor, músico, enfermeiro, sapateiro, taumaturgo, construtor e conselheiro espiritual. Aprendeu a língua tupi, tornando-se verdadeiro mestre: compôs a “Arte de gramática” da língua mais falada na costa do Novo Mundo.

Em janeiro de 1554, José de Anchieta participou da inauguração do Colégio de São Paulo de Piratininga, hoje “Páteo do Collégio”, onde teve origem a cidade de São Paulo.

Em 1566, José de Anchieta foi ordenado sacerdote, em Salvador da Bahia. Após três anos, fundou o povoado de Reritiba, atual cidade Anchieta, no Espírito Santo. Em 1577, foi nomeado Provincial da Companhia de Jesus no Brasil, função que exerceu até 1585. Em 1595, retirou-se para Reritiba, onde permaneceu até à sua morte, que ocorreu em 9 de junho de 1597, aos 63 anos de idade.

Poema à Virgem

Em 1563, com o apoio dos franceses, a tribo dos Tamoios rebelou-se contra a colonização portuguesa. Padre José de Anchieta e Padre Manuel da Nóbrega, chefe da primeira Missão Jesuíta no Brasil, foram à aldeia de Iperoig – atual cidade de Ubatuba, litoral norte de São Paulo – como mediadores da revolta. Anchieta ofereceu-se como refém, enquanto Manuel da Nóbrega pôs a negociar a paz.

Durante o cativeiro, que durou cinco meses, o Jesuíta dedicou a Nossa Senhora seu mais lindo poema: o “Poema à Virgem”, cujos versos foram escritos na areia.

Canonização

A Canonização do “Apóstolo do Brasil” ocorreu 417 anos depois da sua morte, no dia 24 de abril de 2014, pelo Papa Francisco, em Roma. Em um documento dos Postuladores da Causa de Canonização, de 488 páginas, registram-se 5.350 histórias de pessoas, que alcançaram graças, por intercessão de São José de Anchieta.

Oração a São José de Anchieta

São José de Anchieta, Apóstolo do Brasil,
Poeta da Virgem Maria intercede por nós, hoje e sempre.
Dá-nos a disponibilidade de servir a Jesus,
como tu o serviste nos mais pobres e necessitados.
Protege-nos de todos os males do corpo e da alma.
E, se for vontade de Deus, alcança-nos a graça, que te pedimos.
São José de Anchieta, rogai por nós!

O Carmelo de Nazaré, em Cariacica – ES, acolheu na manhã de hoje (07) a celebração da ordenação diaconal do Frei Luiz Eduardo, conhecido

O Carmelo de Nazaré, em Cariacica – ES, acolheu na manhã de hoje (07) a celebração da ordenação diaconal do Frei Luiz Eduardo, conhecido na vida religiosa como Frei Luiz Maria de Santa Teresa de Jesus, Carmelita Descalço. A celebração eucarística foi presidida por Dom Ângelo Mezzari, arcebispo da Arquidiocese de Vitória, sendo esta a primeira ordenação diaconal realizada por ele desde que assumiu como Arcebispo, e também a primeira na Arquidiocese sob seu pastoreio. Durante a cerimonia ele destacou a grandeza do chamado vocacional e a beleza do serviço eclesial.

“Esse irmão foi escolhido, preparado… Louvemos a Deus e agradeçamos a Deus por essa vocação. Por esse Religioso Carmelita. Ele que receberá a ordem do diaconato”, relembrou Dom Ângelo.

Em consonância com a liturgia do dia, que evidenciava o chamado à vida consagrada, o arcebispo conduziu a assembleia à contemplação do mistério da vocação. “Na Liturgia de hoje observamos o chamado à vida consagrada. Podemos perguntar: que mistério é esse, que graça é essa? Para entender, é preciso entrar no coração de Deus, porque é um mistério de Deus e de toda uma vida humana.”

A vocação, segundo Dom Ângelo, é um convite ao serviço e ao amor. Ele recordou que o ministério diaconal é antes de tudo um gesto de entrega e fidelidade.

A ordenação do Frei Luiz Maria representa não apenas a realização de um chamado pessoal, mas também um testemunho da ação de Deus na vida da Igreja. Como Carmelita descalço, ele agora assume um novo passo em sua consagração, comprometendo-se a servir com humildade, oração e amor a Igreja. “Para mim foi uma alegria muito grande poder ser ordenado na minha Arquiodiocese, porque sou filho dessa terra, da Paroquia São Francisco de Assis de Laranjeiras, vejo a manifestação do Espírito Santo em minha vida e nessa Igreja particular de Vitória. É um momento de ação de graças e de louvar a Deus”, comentou o Diácono Luiz.

A cerimônia foi marcada por grande emoção, presença de familiares, religiosos Carmelitas, Irmãs Carmelitas e amigos da comunidade, que celebraram com alegria a consagração deste novo diácono para a Igreja. A caminhada continua, e Frei Luiz Maria segue como sinal visível da graça de Deus que chama, prepara e envia.

Na intenção de oração para o mês de junho, o Papa nos convida a rezar “para que cada um de nós encontre consolo na
Na intenção de oração para o mês de junho, o Papa nos convida a rezar “para que cada um de nós encontre consolo na relação pessoal com Jesus e aprenda do seu Coração a compaixão pelo mundo”.

Foi divulgada, nesta terça-feira (03/06), a mensagem de vídeo do Papa Leão XIV com a intenção de oração para o mês de junho, tradicionalmente dedicado ao Sagrado Coração de Jesus.

“Rezemos para que cada um de nós encontre consolo na relação pessoal com Jesus e aprenda do seu Coração a compaixão pelo mundo.”

É a primeira vez que a voz de Leão XIV aparece no O Vídeo do Papa para pedir aos cristãos que rezem por suas intenções.

O vídeo apresenta uma oração inédita ao Sagrado Coração em que se invoca a Cristo para pedir-lhe que nos ajude a conhecê-lo melhor, a estar com Ele, a aprender de seu amor; transformando-nos, de modo que Ele seja a nossa meta em cada circunstância da vida diária; e nos envie em uma missão de compaixão levando sua consolação ao mundo.

As imagens que acompanham a oração foram feitas na igreja do Santo Nome de Jesus, em Roma – onde se encontra a célebre pintura do Sagrado Coração de Jesus, de Pompeo Batoni, cuja restauração se concluirá neste mês – e no Santuário nacional do Sagrado Coração de Makati, nas Filipinas, que representa um local de devoção popular para toda a arquidiocese de Manila.

 

Símbolo do amor de Deus

Tradicionalmente, a Igreja dedica todo o mês de junho ao Sagrado Coração de Jesus, e convida os cristãos a fazer seu o olhar de Cristo sobre a humanidade e a agir com os sentimentos de seu Coração, sobretudo para aliviar o sofrimento dos mais frágeis.

O Coração de Cristo simboliza seu centro pessoal, de onde brota seu amor pela humanidade: é o mistério do coração de Deus que se comove e derrama seu amor sobre todos os homens e mulheres do mundo, em todos os tempos.

Ainda que a devoção ao Coração de Cristo tenha estado sempre presente na espiritualidade cristã, o seu auge se deu com as revelações a santa Margarida Maria Alacoque e sua interpretação por São Claudio La Colombière, SJ, no séc. XVII. O Papa Pio IX proclamou a festa do Sagrado Coração em 1856; posteriormente, o Papa Leão XIII reforçou sua importância elevando-a como Solenidade em 1889.

Um bom motivo da relevância do Sagrado Coração na vida da Igreja se encontra tanto na devoção popular quanto no fato de que quatro Papas lhe dedicaram uma encíclica.

Leão XIII, de quem o atual Pontífice assumiu o nome, escreveu a Annum sacrum em 1899; nela, consagra toda a humanidade ao Coração de Jesus. Em 1928, Pio XI, na Miserentissimum Redemptor, convida a reparar, con gestos de amor, as feridas causadas por nossos pecados ao Coração de Cristo. Em 1956, o Papa Pio XII publica a Haurietis aquas, na qual se aprofunda a teologia da devoção ao Sagrado Coração. Finalmente, o Papa Francisco, em 2024, escreve a Dilexit nos e propõe a devoção ao Coração de Cristo como resposta à cultura do descarte e da indiferença.

Segue a oração feita no O Vídeo do Papa.

Senhor,

hoje procuramos a companhia do teu terno Coração,

a Ti, que tens palavras que fazem arder meu coração,

a Ti que derramas compaixão sobre os mais pequenos e pobres,

sobre os que sofrem, e sobre todas as misérias humanas.

Desejamos conhecer-te melhor, contemplar-te no Evangelho,

estar contigo e aprender de Ti,

da caridade com que te deixaste tocar por todas as pobrezas.

Tu que nos mostraste o amor do Pai

amando-nos sem medida com o teu Coração divino e humano.

Concede a todos nós a graça do encontro contigo.

Muda, modela e transforma os nossos planos;

para que só te busquemos a Ti em todas as circunstâncias:

na oração, nos trabalhos, nos encontros e na rotina diária.

E deste encontro, envia-nos em missão;

uma missão e compaixão pelo mundo.

Sê para nós fonte de onde brota toda a consolação.

Amém.

No último sábado (31), a paróquia Sant’Ana, em Marechal Floriano, recebeu três Seminaristas que apresentaram a programação da Missão do Seminário Nossa Senhora da

No último sábado (31), a paróquia Sant’Ana, em Marechal Floriano, recebeu três Seminaristas que apresentaram a programação da Missão do Seminário Nossa Senhora da Penha para este ano, a qual será realizada de 27 de julho à 03 de agosto e contará com os 7 Diáconos Transitórios, 31 Seminaristas e 12 Propedeutas que estarão distribuídos nas 13 comunidades que compõem a Paróquia Sant’Ana.

Na dimensão formativa dos futuros presbíteros, a Missão traz consigo o aprendizado Teórico e Prático, através da vivência com o povo de Deus. Cada Comunidade possui suas particularidades culturais e sociais. Essa realidade é uma forma de apresentar aos Seminaristas tanto o contexto estrutural quanto o espiritual, os quais serão vivenciados futuramente em seu Ministério como Presbíteros.

Dentre os vários objetivos que podem ser contemplados com as missões no âmbito formativo, destacam-se que ela apresenta um caráter evangelizador, no qual os seminaristas buscam compartilhar a mensagem de Jesus Cristo e promover a fé na comunidade; o servir, pois eles procuram colaborar com a comunidade local, especialmente com os mais necessitados, visando a promoção da justiça social; e por fim, o crescimento espiritual onde os seminaristas também têm a oportunidade de crescerem espiritualmente e se prepararem para o ministério sacerdotal. 

A abertura das Missões 2025 será realizada no dia 27 de julho, dia da Festa da Padroeira da Paróquia Sant’Ana. Confira a programação a seguir: 

 

PROGRAMAÇÃO DE ABERTURA DAS MISSÕES – 27 DE JULHO

9h30 – Recepção na Paróquia de Sant’Ana;

10h – Santa Missa de Abertura e Envio para as Missões 

(Presidida por nosso Arcebispo, Dom Angelo Mezzari – RCJ);

12h – Almoço e participação dos Diáconos, Seminaristas e Propedeutas na Festa da Padroeira da Paróquia.

 

Fotos: Pascom Paróquia Sant’Ana

O segundo semestre na Arquidiocese de Vitória oferece muitas oportunidades para a vivência do Jubileu da Esperança, assim ficou entendido no evento de hoje

O segundo semestre na Arquidiocese de Vitória oferece muitas oportunidades para a vivência do Jubileu da Esperança, assim ficou entendido no evento de hoje que iniciou com a missa presidida pelo arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari e a apresentação dos subsídios que irão nortear os fieis nas peregrinações individuais ou em grupo aos locais determinados para acolher os peregrinos, em nossas igrejas distribuídas pelas Áreas Pastorais, com o intuito de facilitar o acesso a todos que desejarem fazer esta experiência e receber a indulgência.

O Ano Jubilar é uma graça e uma oportunidade de fé. A Igreja nos oferece a possibilidade de um recomeço, voltar às origens e, principalmente neste ano jubilar de 2025, a possibilidade de renovar a esperança ancorados na experiência do amor de Deus por cada um de nós.

Na motivação para a Celebração e na homilia, dom Ângelo falou sobre a caminhada já percorrida, lembrando a Festa da Penha que retomou o tema jubilar e tantos outros momentos já experienciados nas paróquias, áreas pastorais, comunidades e grupos de fé e lembrou a frase do Senhor a Paulo quando este estava em Corinto: “”Não tenhas medo; continua a falar e não te cales, porque eu estou contigo. Ninguém te porá a mão para fazer mal. Nesta cidade há um povo numeroso que me pertence”. “O jubileu é uma grande ocasião, uma grande oportunidade para anunciar, mas é também uma grande oportunidade para abrirmos o coração para tantos irmãos afastados da fé ou que vivem em situações particulares. ‘Eu estou contigo’, esta é a certeza que nos acompanha sempre”, disse dom Ângelo.

Ao final da missa os padres coordenadores ou representantes das Áreas Pastorais lembraram as peregrinações já realizadas e as que irão acontecer e pe. Rodrigo Chagas apresentou os subsídios que já estão disponíveis e servirão de auxílio tanto para quem faz peregrinação individual, em grupo e também para quem quer aprofundar o tema do Jubileu da Esperança. O momento foi conduzido pelo pe. Anderson Gomes, vigário episcopal para a Comunicação.

São três cadernos: peregrinação Individual – Peregrinação em Grupo e análise sobre o Jubileu. No primeiro um roteiro simples sugerindo as orações e os requisitos para receber a indulgência. O segundo repete as orientações, acrescenta sugestões para o percurso da peregrinação e inclui a agenda dos eventos que acontecerão ao longo do ano. Estes dois subsídios estão disponíveis no site e também estão impressos e serão distribuídos nos locais de peregrinação e nas paróquias. O terceiro está disponível apenas no formato digital. Todos podem ser acessados no site da Arquidiocese: aves.org.br/publicações/subsidiospastorais

Sobre os subsídios, dom Ângelo lembrou a todos que “esses subsídios certamente serão uma ocasião e favorecerão a vivência pessoal, familiar, de grupos, e de instituições”. 

Durante a apresentação da agenda, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória lembrou que três atitudes são essenciais para melhor vivermos o Ano Jubilar: Rever o caminho (nos perguntarmos de que modo temos vivido) – Fazer experiência do amor de Deus (deixar-se alcançar pelo amor de Deus que nos alcança, sustenta e indica por onde caminhar) – Celebrar compromissos (tomar consciência do amor divino e se comprometer).

Locais de peregrinação

Área Pastoral Vitória
* Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Vitória – Centro.
* Basílica Santo Antônio – Santo Antônio.
* Matriz São Francisco de Assis – Jardim da Penha.

Área Pastoral Vila Velha
* Convento da Penha – Prainha.
* Comunidade Nossa Senhora dos Navegantes – Ponta da Fruta.
* Matriz Santa Teresinha do Menino Jesus – Paul.

Área Pastoral Cariacica/Viana
* Matriz São João Batista – Cariacica-Sede.
* Matriz Nossa Senhora da Conceição – Viana-Sede.
* Santuário Bom Pastor – Campo Grande.
* Igreja Nossa Senhora da Ajuda – Araçatiba -Viana

Área Pastoral Serra/Fundão
* Matriz Nossa Senhora da Conceição – Serra-Sede.
* Matriz São Francisco de Assis – Laranjeiras.
* Santuário Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Bairro de Fátima.
* Igreja da Epifania do Senhor aos Reis Magos – Nova Almeida

Área Pastoral Benevente
* Matriz Nossa Senhora da Conceição – Centro, Guarapari.
* Santuário Nacional de São José de Anchieta – Centro, Anchieta-ES.
* Matriz Nossa Senhora da Conceição – Centro, Alfredo Chaves-ES.

Área Pastoral Serrana

* Matriz São Sebastião – Centro, Afonso Cláudio.
* Matriz Santa Isabel – Santa Isabel, Domingos Martins.
* Matriz Sagrada Família – Santa Leopoldina.

 

de 1 a 8 de junho celebramos a Semana de Oração pela Unidade Cristã. Veja a programação organizada pelo CONIC . Leia abaixo a

de 1 a 8 de junho celebramos a Semana de Oração pela Unidade Cristã. Veja a programação organizada pelo CONIC .

Leia abaixo a publicação do site cnbb.org.br sobre a Semana de Oração.

A Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC) será celebrada, no Brasil, entre os dias 1º e 8 de junho de 2025, com o tema provocativo: “Crês nisso?” (cf. João 11,26). Promovida mundialmente pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pelo Conselho Mundial de Igrejas, a iniciativa busca unir cristãos de diferentes tradições em oração e diálogo pela superação das divisões históricas e pela construção de uma fé comum.

Oração, reflexão e compromisso com a unidade

A Semana de Oração acontece tradicionalmente em janeiro, no hemisfério Norte, entre os dias 18 e 25, datas simbólicas entre as festas de São Pedro e São Paulo. No hemisfério Sul, especialmente no Brasil, a SOUC é celebrada próximo à festa de Pentecostes, que remete à união e ao nascimento da Igreja.

No país, a coordenação da Semana é feita pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), que propõe materiais litúrgicos, reflexivos e formativos, disponíveis gratuitamente em formato digital. A proposta é que igrejas, comunidades e grupos ecumênicos organizem celebrações, encontros e momentos de oração ao longO texto bíblico traz à tona a dor da perda, o poder da ressurreição e, acima de tudo, uma pergunta essencial sobre o conteúdo da fé cristã.o da semana.

O tema de 2025

O versículo de João 11,26, no qual Jesus pergunta a Marta: “Crês nisso?”, inspira toda a SOUC 2025.  O grupo internacional que elaborou os subsídios deste ano convida os fiéis a refletirem profundamente: Em que Jesus acreditamos? Um Jesus compassivo, solidário e libertador, ou um Cristo moldado por interesses pessoais e ideológicos?

Outro destaque da SOUC 2025 é a celebração dos 1.700 anos do Concílio Ecumênico de Nicéia, realizado em 325 d.C. O evento foi um marco na história do cristianismo, estabelecendo consensos fundamentais sobre a natureza divina de Jesus Cristo e a data da celebração da Páscoa. O concílio resultou na formulação do Credo Niceno, uma das declarações de fé mais importantes para diversas tradições cristãs.

Embora tenha sido convocado por motivos políticos pelo imperador Constantino, o Concílio representou o primeiro esforço de reunir lideranças cristãs para refletirem coletivamente sobre a fé. O termo “ecumênico”, à época, referia-se ao território do Império Romano, mas hoje remete ao diálogo e à busca por comunhão entre diferentes igrejas.

Material digital e participação ativa

Desde 2021, todos os materiais da SOUC passaram a ser exclusivamente digitais. O Caderno de Celebração (e-book), o cartaz oficial e a explicação da arte criada por Gabriel Zinani estão disponíveis para download no site do CONIC.

Além disso, as comunidades são incentivadas a realizar uma oferta especial durante a Semana, como forma concreta de apoiar o ecumenismo. Os recursos arrecadados são destinados a ações regionais e nacionais promovidas pelo CONIC.

Oferta

A oferta da SOUC simboliza o comprometimento das pessoas com o ecumenismo. É uma forma concreta de mostrar que se acredita realmente na unidade dos cristãos (João 17:21). Os frutos das ofertas doadas ao longo da Semana são distribuídos, anualmente, da seguinte maneira: 40% para a representação regional do CONIC (onde houver), que é destinado a subsidiar reuniões e atividades ecumênicas locais, e 60% para o CONIC Nacional, para projetos de maior alcance.

SOUC pelo Brasil

A abertura da Semana de Oração pela Unidade Cristã 2025, em Brasília (DF), será realizada no dia 2 de junho, às 20 horas, na Catedral Episcopal Anglicana de Brasília. A celebração contará com a participação do padre Marcus Barbosa, assessor da Comissão para o Ecumenismo da CNBB.

Na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), também em Brasília, haverá um momento de celebração que contará com a participação de assessores e colaboradores da Sede, no dia 4 de junho, às 15h30.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta terça-feira, 27 de maio, uma nota pública em que denuncia a gravidade do Projeto de

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta terça-feira, 27 de maio, uma nota pública em que denuncia a gravidade do Projeto de Lei 2.159/2021, que institui uma nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Aprovado pelo Senado Federal em 21 de maio, o texto segue agora para tramitação final na Câmara dos Deputados. Para a Presidência da CNBB, a proposta representa um “grave retrocesso” nas políticas ambientais do país.

A entidade se une a diversas organizações da sociedade civil, movimentos sociais, comunidades tradicionais e povos originários ao denunciar que o projeto desmonta mecanismos essenciais de controle e prevenção de danos socioambientais.

“O que se aprova, na prática, é a institucionalização da flexibilização dos mecanismos de proteção da vida, das águas, das florestas e dos povos originários”, afirma a nota assinada pela presidência da CNBB.

Entre os principais pontos criticados estão a possibilidade de dispensa do licenciamento para empreendimentos autodeclarados de baixo impacto, a adoção do modelo de “licença por adesão e compromisso” e o enfraquecimento da participação popular nas decisões sobre projetos com potencial impacto ambiental.

Para a Presidência da CNBB, tais medidas podem abrir caminho para a impunidade e favorecer a repetição de tragédias como as de Mariana e Brumadinho, além de acelerar o desmatamento e a degradação dos biomas brasileiros.

A nota faz referência à encíclica Laudato Si’, do Papa Francisco, reforçando que a proteção ambiental é uma dimensão fundamental da justiça social. “Não há justiça social sem justiça ambiental”, pontua o texto, que também convoca católicos e cidadãos a se posicionarem contra a proposta e pressionarem os parlamentares pela sua rejeição.

O apelo ganha força em um momento simbólico: o décimo aniversário da Laudato Si’, a Campanha da Fraternidade de 2025 dedicada à Ecologia Integral e a aproximação da COP30, conferência climática da ONU que será sediada pelo Brasil. A CNBB conclama os fieis a reafirmarem seu compromisso com o cuidado da Casa Comum e os direitos das futuras gerações.

Confira (aqui) a nota na íntegra.