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Entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro de 2024, aconteceu na Paróquia São José, em João Neiva, Diocese de Colatina, a

Entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro de 2024, aconteceu na Paróquia São José, em João Neiva, Diocese de Colatina, a I Experiência Vocacional-Missionária Regional de Seminaristas.

O encontro missionário reuniu cerca de 30 seminaristas diocesanos e religiosos, sendo promovido pela Coordenação Regional do Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE).

Com o tema “Chamados a Semear a Esperança e a Construir a Paz” e o lema “Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9), o encontro foi inspirado na Mensagem do Papa Francisco para o 61º Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

A Experiência Vocacional-Missionária teve como objetivos: dar testemunho da Esperança em Cristo, promovendo a fraternidade e a paz; intensificar o espírito missionário no coração dos futuros presbíteros; promover a unidade entre os seminaristas diocesanos e religiosos do Regional; consolidar a caminhada missionária do COMISE no Regional Leste 3; e conhecer a realidade da Paróquia São José, em João Neiva.

O seminarista Kaylan Bettim Ton, Assessor de Comunicação do COMISE – Leste 3, expressou a importância desta experiência: “Em um mundo que clama por paz, nós, seminaristas que estamos caminhando em direção ao sacerdócio, somos convidados a ser sinais de esperança na vida de tantas pessoas que precisam. E essa Experiência Missionária nos provocou e nos possibilitou ser semeadores dessa Esperança, mesmo onde não parece haver.”

Assim, o COMISE consolida com esse encontro seu papel na formação missionária dos futuros presbíteros, preparando-os para servir à Igreja local e globalmente, sempre atentos ao chamado do Papa Francisco para serem “Peregrinos de Esperança e Artífices de Paz”.

A missão foi encerrada no domingo, 1º de setembro, com a Santa Missa em Ação de Graças, presidida por Dom Décio Sossai Zandonade, bispo emérito da Diocese de Colatina, na Matriz São José, com a presença do Pe. Edgar Rigoni, reitor do Seminário de Colatina e presidente da OSIB no Regional Leste 3, e do Pe. André Luciano Masarim, reitor do seminário da Diocese de São Mateus.

Em seguida, houve um café da manhã, momento de partilha, avaliação do encontro, oração final e um almoço de confraternização entre os participantes.

   

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) publicaram na segunda-feira, 2 de setembro, uma

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) publicaram na segunda-feira, 2 de setembro, uma nota sobre o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 192/2023 que está tramitando no Senado e propõe alterações significativas na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº 135, de 2010), uma das mais importantes conquistas democráticas da sociedade brasileira, resultado de uma ampla mobilização popular coordenada pelas duas organizações.

No documento, a CNBB e o MCCE apontam que o projeto de lei ameaça desfigurar os principais mecanismos de proteção da Lei da Ficha Limpa, beneficiando especialmente aqueles condenados por crimes graves, cuja inelegibilidade poderá ser reduzida ou mesmo anulada antes do cumprimento total das penas.

A CNBB e o MCCE afirmam não ser “possível que uma das únicas leis de iniciativa popular de nosso país seja alterada sem um diálogo com todos os setores da sociedade brasileira” e exige um amplo debate com participação de todos sobre o PLP.

As organizações convidam os senadores a refletirem cuidadosamente sobre as consequências dessa proposta, que será debatida no plenário do Senado Federal em vista do “compromisso com a ética e a justiça, valores fundamentais para a construção de um Brasil mais justo, democrático e solidário.”

Confira abaixo a íntegra da nota:
NOTA SOBRE O PLP nº 192/2023, que desfigura a Lei da Ficha Limpa

Fonte: publicado no site cnbb.org.br

A missa mensal com os políticos católicos aconteceu na manhã de hoje em Ponta Formosa e foi presidida pelo bispo auxiliar, dom Andherson Franklin

A missa mensal com os políticos católicos aconteceu na manhã de hoje em Ponta Formosa e foi presidida pelo bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza. 

Estiveram presentes políticos, candidatos à eleição e assessores. A missa acontece sempre na primeira segunda-feira do mês às 8h no Centro de Treinamento Dom João Batista, na Praia do Canto.

Durante a homilia, dom Andherson falou sobre a unção, citando o profeta Isaias, Jesus que ao citar Isaías atribui a si mesmo a profecia de ungido para realizar a missão a Ele confiada.

Ao finalizar, dom Andherson disse: “O batismo nos une a todos e nos revela que fomos ungidos e devemos pedir a esse Espírito que nos mova para o anúncio”.

A próxima missa com os políticos católicos acontece no dia 7 de outubro

“Rezemos pelo grito da Terra”: esta é a intenção de oração do Papa para setembro. Francisco faz uma constatação: a Terra está com febre e

“Rezemos pelo grito da Terra”: esta é a intenção de oração do Papa para setembroFrancisco faz uma constatação: a Terra está com febre e doente. E pergunta: “Nós ouvimos esta dor? Ouvimos a dor de milhões de vítimas de catástrofes ambientais?”.

Os que mais sofrem com as consequências destes desastres são os pobres, recorda o Pontífice, obrigados a abandonar as suas casas devido a inundações, ondas de calor ou secas.

Portanto, não se trata somente de um problema ecológico, mas fazer frente às crises ambientais provocadas pelo homem exige também respostas sociais, econômicas e políticas.

“Temos de nos comprometer na luta contra a pobreza e a proteção da natureza, alterando os nossos hábitos pessoais e os da nossa comunidade”, é o apelo do Pontífice.

“Rezemos para que cada um de nós ouça com o coração o grito da Terra e das vítimas das catástrofes ambientais e das alterações climáticas, comprometendo-nos pessoalmente a cuidar do mundo que habitamos.”

O homem e a Criação

A videomensagem proposta pela Rede Mundial de Oração do Papa foi realizada este mês com o apoio do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral. As imagens que acompanham as palavras do Papa Francisco mostram os efeitos da crise climática nos seres humanos: pessoas que fogem das catástrofes ambientais, aumento da emigração devido aos efeitos do clima e crianças obrigadas a viajar dezenas de quilômetros à procura de um pouco de água.

As preocupações do Papa são confirmadas por estudos fidedignos: segundo o Fórum Econômico Mundial, os países com rendimentos menores produzem um décimo das emissões, mas são os mais afetados pelas alterações climáticas. Estima-se que, até 2050, as alterações climáticas descontroladas obrigarão mais de 200 milhões de pessoas a migrar dentro dos seus próprios países, empurrando ao mesmo tempo 130 milhões de pessoas para a pobreza.

“A luta contra a pobreza” e “a proteção da natureza” são, para Francisco, dois caminhos paralelos, que devem ser seguidos da mesma forma: “alterando os nossos hábitos pessoais e os da nossa comunidade”. O homem, vítima da crise ambiental, pode, por isso, ser também o arquiteto da mudança, e as imagens de O Vídeo do Papa demonstram isso: da gestão dos resíduos à mobilidade, passando pela agricultura e pela própria política.

Espera e age com a Criação

A intenção deste mês insere-se no chamado Tempo da Criação, época do ano em que a Igreja Católica e demais denominações cristãs tradicionalmente se mobilizam para refletir sobre o cuidado da casa comum.

mensagem do Papa para o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação 2024 é uma reflexão teológica inspirada na Carta aos Romanos: “Espera e age com a criação”. “A salvaguarda da criação não é apenas uma questão ética, mas é eminentemente teológica: na realidade, diz respeito ao entrelaçamento entre o mistério do homem e o mistério de Deus”, reflete Francisco e acrescenta: “Nesta história, não está em jogo apenas a vida terrena do homem, está sobretudo em jogo o seu destino na eternidade”.

Tempo da Criação terá início no próximo dia primeiro de setembro e terminará no dia 4 de outubro, festa de São Francisco de Assis, padroeiro da ecologia.

Fonte: publicado no site vatinanews.va
Está acontecendo neste final de semana, em Aparecida, SP, a Romaria Nacional de Catequistas. O objetivo do encontro, é um momento celebrativo, para alinhar a catequese

Está acontecendo neste final de semana, em Aparecida, SP, a Romaria Nacional de Catequistas.

O objetivo do encontro, é um momento celebrativo, para alinhar a catequese no Brasil à proposta de uma catequese a serviço da iniciação a vida cristã, com inspiração catecumenal.

O bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitoria, Dom Andherson Franklin, fez a celebração de abertura, na sexta feira,  dia 30, às 9h. Já no sábado, às 14h30, ele fala sobre mistagogia.

Na sexta feira também, a Romaria foi iniciada com a Renovação das Promessas do Batismo e a reflexão sobre o ABC da IVC. Na parte da tarde, a programação seguiu com a oração do Ângelus, Adoração ao Santissimo Sacramento, reflexão sobre o Querigma e o Catecumenato, encerrando com a Santa Missa no Santuário Nacional, presidida por Dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da CNBB.istagogia é compreendida como o caminho de introdução ao mistério do amor divino. Isto é, um mergulho profundo no amor do Pai que enviou o Seu Filho para salvar a humanidade.”

No domingo, último dia,  a discussão é sobre catequese, mídias digitais e inteligência artificial.

A Romaria termina com a missa de abertura do Mês da Bíblia, que este ano tem como lema “Porei em vós meu espírito, e vivereis” e traz reflexões sobre o livro de Ezequiel.

A Paróquia do Divino Espírito Santo e a Congregação dos Missionários do Verbo Divino, em Santa Leopoldina, celebraram com muita alegria a Ordenação Presbiteral

A Paróquia do Divino Espírito Santo e a Congregação dos Missionários do Verbo Divino, em Santa Leopoldina, celebraram com muita alegria a Ordenação Presbiteral do, agora padre, Welton Ramos Sabino, SVD, após quatro décadas sem nenhuma ordenação.

Filho desta terra e da Arquidiocese de Vitória, nascido em Rio do Meio, Comunidade Nossa Senhora das Graças, Padre Welton cresceu, assistido na fé, pelos padres da Congregação do Verbo Divino, que junto com a comunidade, influenciaram na sua decisão vocacional.

A cerimônia, que foi presidida pelo Arcebispo de Vitoria, Dom Dario Campos, a pedido do próprio padre Welton, correu naturalmente com a participação de quase duas mil pessoas, seminaristas de vários estados do país, religiosos e religiosas da Europa e da Ásia, além de padres da Arquidioce.

Durante sua homilia, Dom Dario destacou a importância do sacerdote buscar sempre a palavra do Senhor, principalmente diante dos desafios e quando estiver cansado e não deve se deixar abater pelas dificuldades. Falou ainda sobre ser fiel ao chamado do Senhor e estar sempre disponível.

A cerimônia seguiu com a imposição das mãos e a oração de ordenação, que selou a nova missão de Welton como presbítero a serviço da Igreja e do povo de Deus.

O Vicariato para a Comunicação, conversou com o diácono Welton dias antes da ordenação. Acompanhe a entrevista e conheça um pouco mais sobre o novo sacerdote.

Na entrevista concedida ao site da Arquidiocese, o diácono respondeu convicto à primeira pergunta:

Vicariato – A sua vocação já nasceu verbita?

Diac. Welton – Sim, por ser de uma paróquia onde via o tempo todo os padres missionários sempre alegres no meio do povo, me motivou e me cativou. Quando eu tinha 16/17 anos eu comecei a pensar que queria ser como eles: feliz no meio das pessoas. Fiquei motivado para conhecer mais os missionários do Verbo Divino, a história da Congregação e ali comecei minha trajetória vocacional.

A trajetória não foi linear e nem só de alegrias: As três etapas iniciais foram cumpridas: aspirantado, postulantado e curso de Filosofia. Mas, a experiência não foi suficiente para amadurecer a vocação e Welton retornou ao Espírito Santo, para um tempo de experiência no mundo do trabalho, nas relações sociais e na vida afetiva. Ao todo cinco anos.

Dúvidas fazem parte do processo de discernimento vocacional, mas para Welton “a alegria de ver os missionários verbitas na paróquia de origem e por onde passou e conviveu, a missão dos verbitas brasileiros que iam para o exterior como missionários além-fronteiras” não sumiu e o interesse pela congregação do Verbo Divino reacendeu e ele voltou para a formação.

No retorno mais um ano de postulantado, noviciado e tornou-se um verbita ao professar os votos de pobreza, castidade e obediência.

Welton explica que “os verbitas após a profissão religiosa interrompem os estudos acadêmicos para uma experiência além-fronteiras, um programa de formação transcultural:

Nesse período, em 2020 fui para a Itália. Veio a pandemia que não permitiu a minha inserção na pastoral, mas na medida em foi sendo liberado o contato social me inseri na Cáritas e fui atuar na realidade italiana, primeiro no norte do país e depois em Roma. Deveria ter voltado ao Brasil, mas a comunidade verbita da província italiana me convidou a terminar a formação em Roma, os superiores aprovaram e eu terminei a teologia, fiz os votos perpétuos, me preparei para o diaconato e agora serei ordenado presbítero”.

Vicariato – Com essa vocação missionária, qual seu destino? Fica em Sta. Leopoldina?

Diac. Welton – Infelizmente não. Eu até gostaria, mas os meus superiores me designaram para continuar o trabalho missionário na Itália. Então, após a ordenação, fico no Brasil por um mês e retorno à Itália para assumir atividades missionárias. Pode ser paróquia ou alguma pastoral específica, como a Cáritas. A Congregação, na Itália, tem trabalhos com os imigrantes, ajudamos nos corredores humanitários, então a Itália será meu campo de missão.

Dom Dario Campos será o ordenante na Celebração da ordenação presbiteral de Welton. O Vicariato perguntou:

Vicariato – A ordenação em Sta. Leopoldina foi uma opção sua ou uma conveniência da Congregação?

Diac. Welton – As duas coisas. Uma opção minha de poder voltar e celebrar este momento com meu povo, com meus familiares e na minha paróquia de origem. Mas é também uma conveniência para todos. Seria mais fácil ser ordenado na Itália, temos um confrade que é bispo na província da Itália, mas celebrar aqui e poder fazer da minha ordenação um momento de atividade missionária na paróquia foi o que pensamos como Congregação.

A nossa conversa estava chegando ao fim, mas aquele desejo de ser um padre feliz, como eram felizes os padres verbitas com quem Welton conviveu na adolescência voltou.

Vicariato – Por que dom Dario para te ordenar?

Diac. Welton – Eu escolhi dom Dario, porque eu estudei filosofia em Juiz de Fora e nesse tempo dom Dario era bispo em Leopoldina. Quando ele ia a Juiz de Fora para nos dar palestras, era sempre desse jeito: alegre, motivador, muito humano. Mais tarde voltei a encontrar com ele, quando já era arcebispo de Vitória, e ele continuava daquele jeito: alegre, motivador, contando piadas… rsrs. Para mim ficou claro que eu gostaria muito que fosse ele. Fiquei muito feliz que ele aceitou o convite, ele é franciscano, pastor de nossa arquidiocese, vai ser muito bom para todos. Estou muito feliz.

Vicariato – Durante a nossa conversa me chamou a atenção, você dizer que observando a alegria dos padres com o povo na sua paróquia você sentiu que queria ser como eles. Agora você disse que a alegria de dom Dario te fez desejar que ele fosse o ordenante, em sua ordenação. Posso concluir que você será o pe. Welton alegre, feliz?

Diac. Welton – Com certeza. Todo o meu caminho vocacional sempre foi com o povo. Nós temos casas de formação, temos estrutura, porém, eu tenho convicção que os nossos formadores são as pessoas. Se nos entregarmos ao povo, estando no meio nas alegrias e nas tristezas, estaremos sempre felizes. Felizes em poder ajudar, felizes em poder participar. Felizes, também, por poder chorar junto às vezes. Por segurar e entender as dores do povo. Certamente, chegando na Itália como brasileiro, latino-americano, já me inculturando, numa realidade muito diferente e complexo, tenho toda a certeza de que serei feliz, já sou feliz entre eles.

Vicariato – Sua vivência em Sta. Leopoldina encontra reflexos no carisma da sua congregação?

Diac. Welton – Na congregação temos uma diversidade multicultural e multi-étnica que nos facilita a promover o diálogo inter-religioso, em alguns lugares no mundo. Procuramos construindo pontes, estabelecendo relações, a partir do diálogo, sempre visando o melhor para todos, o melhor para a sociedade, principalmente para os imigrantes. No caso de Sta. Leopoldina, a comunidade junta pelo bem do município. Católicos e Luteranos, fazem muitas coisas juntos para o bem do povo e do município. Esse é um dos pilares que me sustenta na vocação missionária. O mundo é de todos, é a casa comum. Todos somos filhos de Deus e todos nós fazemos parte da mesma família de batizados.

Vicariato – Qual a sua expectativa com o rito da ordenação, qual momento deixa você mais ansioso?

Diac. Welton – Eu estou tranquilo. Fiz o retiro espiritual e estou meditando cada passo do rito da ordenação. Acredito que a oração consecratória. É uma oração forte, profunda, quando se invoca o Espírito Santo. Todo o rito é profundo, mas acho que essa oração será um momento muito forte.

Vicariato – Como é a sua ligação com a Arquidiocese de Vitória?

Diac. Welton – Não tenho contato específico, mas nós verbitas temos uma tradição na Arquidiocese, atuando nas paróquias Sta. Leopoldina, Sta. Isabel, Marechal Floriano e Pedra Azul. Além disso, dom Silvestre, um grande pai, grande missionário era verbita e foi arcebispo aqui. Então tem uma ligação, mas é mais em acompanhar notícias e oração.

Vicariato – Como está sua família?

Diac. Welton – Grande expectativa, ansiosos, organizando tudo. É uma festa compartilhada e precisa estar organizada. Meu pai está organizando as doações para a cozinha. Minha mãe está ansiosa e não vê a hora de chegar a ordenação. Ela é a grande intercessora da minha vida.

 

 

 

Em resposta às necessidades pastorais da nossa Arquidiocese, nosso Arcebispo, Dom Dario Campos, realizou o remanejamento de nossos presbíteros. Contamos com as orações de

Em resposta às necessidades pastorais da nossa Arquidiocese, nosso Arcebispo, Dom Dario Campos, realizou o remanejamento de nossos presbíteros. Contamos com as orações de todos os fiéis para que esses pastores, em suas novas missões, possam continuar a ser sinais vivos do amor de Cristo em suas novas paróquias.

Paroquia Nossa Senhora da Vitória, Catedral.

Padre José Pedro Luchi

Padre José Pedro Luchi assume o Ofício de Vigário Paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Vitória, Catedral. Padre José Pedro Luchi também é professor de Filosofia no Centro Universitário Salesiano, Vitória-ES.

 

 

 

Casa de Formação Bom Pastor, Propedêutico.

Pe. Ruan Coutinho
Pe. Ruan Coutinho

Padre Ruan Coutinho da Cruz, até então, Diretor da Casa de Formação Bom Pastor, Propedêutico, está liberado para curso de doutorado em filosofia pela Universidade Gregoriana, Roma, Itália, a partir de setembro de 2024.

Pe. Claudio Moreira

Padre Cláudio Alves Moreira, atualmente Administrador Paroquial da Paróquia Santíssima Trindade, Vila Capixaba, Cariacica-ES e Coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Vitória, assume o Ofício de Diretor da Casa de Formação Bom Pastor, Propedêutico, juntamente com Padre Alessandro Rebonato, Vice-Diretor, atualmente Administrador Paroquial da Paróquia São Pedro, Vila Palestina, São Pedro, Vitória-ES.

 

 

Pe. Genilson José

Padre Genilson José Dellapicola. Solicitou ao Senhor Arcebispo, Dom Dario Campos, licença para tratamento de saúde. Residirá com familiares e receberá Uso de Ordens para celebrar Missas onde for solicitado; colaborando com os colegas presbíteros. Padre Genilson atualmente é Pároco da Paróquia Sagrada Família, Praia do Morro, Guarapari-ES.

A prática da Igreja para proteger crianças e adolescentes e garantir cidadania e direitos  está na PPI, Política de Proteção Integra à Criança e

A prática da Igreja para proteger crianças e adolescentes e garantir cidadania e direitos  está na PPI, Política de Proteção Integra à Criança e ao Adolescente, lançada hoje em São Paulo. Leia a matéria publicada no site cnbb.org.br

A Pastoral do Menor Nacional (Pamen) Nacional, vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), lança no próximo dia 29 de agosto, às 10h, no auditório 333 da PUC-SP, a sua Política de Proteção Integral à Criança e ao Adolescente (PPI).

A atividade de lançamento acontece em resposta ao chamado do Motu Proprio do Papa Francisco “Vós Sois a Luz do Mundo” e no momento em que se completam 18 anos de falecimento de seu fundador dom Luciano Mendes de Almeida, marcado no último 27 de agosto de 2006, reconhecido como um incansável defensor da cidadania e direitos humanos de crianças e adolescentes brasileiros. No lançamento haverá a apresentação de um vídeo feito em parceria do Escritório Modelo da PUC-SP e das entidades católicas Ação Episcopal Adveniat e Miserior Ação Justa Global.

Compromisso com as políticas infantojuvenis

A Política de Proteção Integral da Pamen Nacional lança um chamado de compromisso ativo da Igreja, com a promoção, a defesa e a garantia da cidadania de na infância e juventude.

Para o bispo de Amparo (SP) e referencial da Pastoral do Menor Nacional, dom Luiz Dom Luiz Gonzaga Fechio, a Política de Proteção Integral é um chamado missionário engajado. “A Pamen,  com a Política de Proteção Integral, anuncia e provoca a reiterar o seu compromisso com o cuidado dos pequeninos, que independentemente da idade, devem estar no centro das atividades da Igreja, como está no programa do Reino que Jesus nos deixou,” destaca o bispo.

Luzes para ação da Igreja

A  pedagoga e coordenadora da Pastoral do Menor Nacional, Marilda dos Santos Lima, aponta que, no contexto de violências, abuso sexual e negligências contra crianças e adolescentes no Brasil, a Política de Proteção Integral lança luzes para a ação prática da Igreja e para atividades concretas de proteção e garantia de direitos das crianças e adolescentes do Brasil”.

Para Marilda, a Política de Proteção Integral reforça a ação pastoral. “Nestes 47 anos de caminhada da Pastoral do Menor e 34 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os agentes da pastoral, presentes nas cinco regiões do Brasil, estão comprometidos com a defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes e com a vida digna junto com si suas famílias nas comunidades dos seus territórios”, declara a coordenadora.

Ela ainda esclarece que a Política de Proteção Integral reforça o chamado do Papa Francisco e das parcerias com as entidades católicas. “A partir do Motu Proprio Santo Padre e dos diálogos com nossas parcerias Misereor e Adveniat, o Conselho Nacional da Pamen aprofunda a reflexão sobre o cenário institucional em relação às formas de violência e abusos”.

A coordenadora ainda reflete que “a Política de Proteção demonstra a importância do pleno funcionamento do Sistema de Garantia de Direitos, fortalecendo o papel de incidência política dos agentes da Pastoral do Menor em todas as instâncias. ”

Entenda a Pastoral do Menor

Pastoral vinculada à  CNBB, a Pastoral do Menor (Pamen) Nacional tem a missão de “promover e defender a vida de crianças e adolescentes empobrecidos e em situação de risco pessoal e/ou social desrespeitados em seus direitos fundamentais”.

A Pastoral surge pelo protagonismo, em plena ditadura militar, de um grupo de agentes das comunidades eclesiais de base de São Paulo, impulsionados pela irmã Maria do Rosário e Ruth Pistore e, com apoio incondicional de dom Luciano Mendes de Almeida, iniciou as primeiras atividades de acompanhamento adolescentes vítimas das diversas formas de violências da sociedade daquela época.

Em 1987, a Campanha da Fraternidade tem como tema “Quem acolhe um menor a mim acolhe” (Mc) afirma para a Igreja Católica, a necessidade evangélica e pastoral para o serviço em favor da vida de meninos e meninas. Esse anúncio continua até hoje. A Pastoral do Menor Nacional é um grito de serviço em favor da vida de crianças e adolescentes por todo o Brasil. Principalmente, as (os) mais vulneráveis e violentados em sua dignidade humana.