Notícias da Arquidiocese

Morte de ir. Maria de Lourdes Malheiros Bezerra da Congregação do Sagrado Coração de Maria.

A Arquidiocese de Vitória, na pessoa de seu arcebispo, dom Dario Campos, se solidariza com a Comunidade das Irmãs do Sagrado Coração de Maria, Praia do Canto, pela morte da irmã Maria de Lourdes Brito de 96 anos. Ela faleceu na tarde de hoje, 18 de junho após internação por conta de um engasgue. A fragilidade da idade fez com que o caso se agravasse e a levasse a óbito. O enterro será amanhã no Cemitério Sto. Antonio em Vitória.

A outra irmã falecida foi ir. Maria de Lourdes Malheiros Bezerra. A irmã tinha 85 anos e estava na comunidade há apenas 1 ano e meio. Estava bem, embora sem atividades pastorais devido à idade.

A irmã estava internada no Cias e teve falência de órgãos, que a levou a óbito.

O enterro aconteceu ontem, 17 de junho no Cemitério de Sto. Antônio em Vitória.

Na certeza da ressurreição, rezemos para que Deus acolha ir. Maria de Lourdes em seu Reino.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a Ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”.

O exame é uma rotina para aqueles que são candidatos a presbíteros e faz parte da lei Canônica,

A tarde dessa quarta-feira, 17, foi marcada por um agradável bate-papo entre o Arcebispo e os seis diáconos transitórios da Arquidiocese de Vitória. Eles fizeram exame de jurisdição, que segundo Dom Dario nada mais é do que “recapitular um pouco do que estudou e conversar um pouco sobre a vida pastoral”. O exame é uma rotina para aqueles que são candidatos a presbíteros e faz parte da lei Canônica, segundo o Arcebispo.

Além de Dom Dario, também estiveram presentes ao encontro o Reitor do seminário, Pe Jorge Campos; Coordenador do Instituto Interdiocesano e Vice-reitor do seminário, Pe Arthur Juliatti; Coordenador de Pastoral, Pe Renato Criste e o Vigário Episcopal da Comunicação, Pe Anderson Gomes. Todos eles também fizeram perguntas aos diáconos. Este foi o primeiro encontro do bispo com os seis após eles terem participado de missões na Amazônia.

A primeira pergunta feita aos candidatos ao presbiterado foi: “Vocês querem ser padres, mesmo? Todos respondem que sim à pergunta de Dom Dario, que na sequência fez outras perguntas, tais como: “A igreja nunca saiu das catacumbas, porque lá nunca esteve. Certo ou errado e por que?”

Já o Pe Renato Criste tratou do tema família, Pe Jorge de questões pastorais, Pe Arthur perguntou sobre Bíblia e a espiritualidade do padre diocesano e Pe Anderson pediu para que eles atualizassem a Koynonia para os dias de hoje.

Alexandre Ferreira, Zaelton Costa, Rodrigo chagas, Ricardo Passamani, Rafael Martins e Tarcio Siqueira foram ordenados diáconos no final do ano passado. Diaconato é o primeiro grau da ordem, que é seguido do presbiterado (padre) e episcopal (bispo). No caso dos diáconos transitórios, eles estão em preparação para receberem a ordenação presbiteral, ou seja, para serem ordenados padres. Já os diáconos permanentes, são homens casados e não podem ascender ao segundo grau, isto é, não podem ser padres.

Diáconos são ordenados desde a Igreja primitiva e têm a função de chegar onde os presbíteros e bispos não conseguem chegar. Em ambos os casos, eles são ligados diretamente ao bispo e têm a função de servir o altar, ministrar a palavra e a caridade, como por exemplo, levar a eucaristia aos doentes e visitar hospitais.

Curiosidade

Ao final da conversa Dom Dario soltou um enigma: “Sem ter culpa morreu! Seu pai não nasceu! Sua mãe também não! O neto foi enterrado no ventre da vó! A sua vó ficou Virgem até que o neto morreu.”

E você sabe a resposta? Dica: Está nos primeiros livros do Gênesis. 

Responde lá no Face ou no insta: @arquivitoria

Já se passaram três meses desde o primeiro decreto do governo do Espírito Santo constituindo estado de emergência nos municípios capixabas e estabelecendo medidas

Já se passaram três meses desde o primeiro decreto do governo do Espírito Santo constituindo estado de emergência nos municípios capixabas e estabelecendo medidas sanitárias para prevenção, controle e contenção de riscos do surto de COVID-19. Entre essas medidas está a necessidade do isolamento social que tem afetado a rotina de muita gente. Nas congregações religiosas a situação também não é diferente: muitas estão passando por dificuldades financeiras e emocionais nesta pandemia. 

No Carmelo de Nazaré, em Cariacica, desde o dia 17 de março os funcionários foram dispensados de suas atividades e as missas com a participação do povo foram suspensas dois dias depois. As irmãs também abriram mão da visita dos padres por um tempo e começaram a participar das missas pela TV. 

A Irmã Adriana do Sagrado Coração de Jesus, ocd, Priora do Carmelo de Nazaré, conta que elas têm conseguido manter o salário integral dos funcionários e as contas da casa em dia graças ao apoio dos benfeitores que contribuem com o convento. Foi criada uma conta no Picpay para o Carmelo e uma conta bancária também foi disponibilizada para as doações. 

“As nossas economias são mantidas pelas doações, pela coleta de domingo e o acesso a lojinha quando as pessoas vêm comprar nossos produtos. Também temos a Associação dos Amigos do Carmelo que tem o carnê. E como as pessoas não estavam vindo nos visitar, esse dinheirinho que entra todo mês e mantém o que é natural do período não estava entrando. Então, esse pedido que foi feito pela internet foi como uma bomba e várias pessoas que nunca viram a gente se dispuseram a ajudar.” 

Segundo a Priora outra dificuldade que encontram é o isolamento. Ela conta que as pessoas acham que por elas já viverem em clausura, estão acostumadas com o afastamento social: “uma coisa é a gente viver em clausura porque optamos por isso. É claro que para nós a questão de espaço é bem melhor do que a pessoa que vive em um apartamento, pois o convento é grande, a gente tem jardim. Mas em relação a tensão, o medo, o receio, a preocupação com a doença, nós também somos vítimas”.  

Empadinhas do Bem

Na Casa Martina Toloni, na Prainha, em Vila Velha, vivem as Irmãs de Jesus na Eucaristia. Elas cuidam do local que é destinado ao acolhimento de pessoas para a realização de retiros, encontros, seminários, congressos e hospedagens. Devido a pandemia todos os eventos do primeiro semestre foram cancelados e alguns remarcados para o segundo. Com a fonte de renda paralisada elas precisaram se reinventar e começaram a produzir empadões, tortas e salgados para ajudar nas despesas e no pagamento dos 8 funcionários da casa.  

Irmã Maria Cleonice Castro conta que elas recebem as doações dos produtos para a produção da empada, pasteis e tortas e as pessoas fazem a encomenda pelo WhatsApp. De terça a sábado as encomendas podem ser retiradas na Casa Martina Toloni e um motoboy faz as entregas uma vez por semana. As vendas estão sendo muito boas e a religiosa acredita que este momento difícil tem fortalecido a rede do bem.

“Eu vejo um momento em que nós estamos tirando muita lição, coisas bonitas de dentro do nosso coração que as vezes nós nem conhecíamos. E diante da situação, diante da necessidade do outro eu sou capaz de ver que a minha é menor que a dele. Então eu posso estar nessa rede, aumentando a rede da solidariedade”.

Faça sua encomenda ou doação:

Carmelo de Nazaré

PicPay: carmelo.nazare

Transferência: Banco do Brasil

CNPJ: 27.398.999/0001-25

Agência: 0021-5

Conta Corrente: 16.043-1

Casa Martina Toloni – Irmãs de Jesus na Eucaristia

WhatsApp: (27) 9.9810-9544

Membros da Comunidade Missionária da Boa Nova estão com sintomas de COVID-19.

Em comunicado oficial divulgado hoje a Comunidade Missionária Católica Mensageiros da Boa Nova, afirma que Padre Vandaike e 5 membros da Casa de Missão Jesus Eucarístico, localizada em Vitória/ES, estão com sintomas que condizem com as da COVID19.

 Todos os membros estão estáveis e cumprindo o isolamento social recomendado pelas autoridades civis. 

Mais informações acesse o site da Comunidade: https://mensageirosdaboanova.org.br/2020/06/17/12411/

A pastoral de comunicação tornou-se uma pastoral indispensável para a evangelização, através das transmissões online de missas, momentos de oração, arrecadação do dizimo

Foi realizada na manhã desta quarta-feira, 17 de junho, o primeiro encontro online dos coordenadores da Pascom com a participação do Vigário Episcopal para Comunicação, padre Anderson Gomes. A reunião contou com a presença de diversos coordenadores paroquiais da Arquidiocese de Vitória. 

Em sua fala inicial padre Anderson Gomes ressaltou a importância da unidade nesse novo momento da comunicação na Arquidiocese de Vitória com a criação do Vicariato. “Todo este momento atual, é importante para unir forças e levar a Igreja para a sociedade. Precisamos pautar a sociedade com informações que nós temos e são muitas”, afirmou. O Vigário lembrou a importância de fazer com que as informações dos movimentos e pastorais sejam disponibilizadas para todos. “Vamos trabalhar juntos, para que assim, a mensagem da Igreja alcance todas as instâncias. Através da rádio, das redes sociais, dos programas de televisão. ”, concluiu. 

Na pauta da reunião, discutiram-se os seguintes assuntos: a criação do vicariato para comunicação e o seu formato, o novo site e suas ferramentas que estarão disponíveis para os coordenadores da pascom. Além de estreitar laços a partilhar os trabalhos desenvolvidos nas paróquias, o encontro trouxe discussões, reflexões e sugestões.

Os coordenadores puderam compartilhar a relevância da atuação da Pascom neste momento da pandemia, apresentaram alguns desafios e sugestões para trabalhar a comunicação em âmbito paroquial. A pastoral de comunicação tornou-se uma pastoral indispensável para a evangelização, através das transmissões online de missas, momentos de oração, arrecadação do dizimo e outras atividades. 

Carol Perim, coordenadora da Pascom da Paróquia Santa Luzia no Barro Vermelho, falou sobre a sua experiência em participar da reunião online e como foi importante essa unidade da comunicação na Arquidiocese. “A reunião com o Vigário hoje foi um grande passo para a comunicação de nossa igreja. Socializar a informação, as ações que estão sendo desenvolvidas, e nos deixar participar do processo com opiniões, sem dúvida nos colocam num caminho de integração e só fortalecem nossa missão de proclamar a palavra de Deus”, reforçou.

Em meio a uma pandemia e a realidade do isolamento social, as famílias têm fortalecido a sua Fé por meio da comunhão espiritual.

Em meio a uma pandemia e a realidade do isolamento social, as famílias têm fortalecido a sua Fé por meio da comunhão espiritual. Na Arquidiocese de Vitória, a recomendação do Arcebispo Dom Dario Campos é que as paróquias celebrem as missas sem aglomeração de pessoas. Com isso, os fiéis podem participar da Celebração Eucarística pelas transmissões no rádio, TV e redes sociais.

Muita gente ainda tem dúvida sobre o que é a comunhão espiritual e como se preparar para que ela aconteça. Dom Geraldo Lyrio Rocha é capixaba, arcebispo emérito da Arquidiocese de Mariana e atualmente reside no território da Arquidiocese de Vitória. Ele explica que se entende por comunhão espiritual a atitude interior da pessoa que deseja se unir profundamente a Jesus Cristo.

“A máxima expressão dessa união pessoal com Jesus Cristo se dá na Comunhão Eucarística. Recebendo a hóstia consagrada, o vinho consagrado, nós recebemos o corpo, sangue, alma e divindade de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto é o próprio Jesus que se entrega a nós como alimento. Impossibilitados de receber este alimento sagrado fisicamente, então nós buscamos entrar em comunhão de forma espiritual, pedindo que já que não podemos receber Jesus na Sagrada Eucaristia, que ele venha habitar em nosso coração, em nossa vida, nos transformar, nos iluminar e ser uma presença em nós”, detalha.

Segundo Dom Geraldo para estar em comunhão com Jesus Cristo, o fiel precisa estar com o coração também aberto para acolhê-lo, rejeitando o mal, o erro e o pecado. Dessa forma primeiro ele deve pedir perdão, para que com o coração purificado pela misericórdia de Deus possa acolher nele mesmo o Cristo Senhor.

O arcebispo emérito reforça que através dos meios de comunicação que hoje dispomos, todos têm a grande oportunidade de estar em sintonia com a Sagrada Eucaristia que está sendo celebrada. Mas é necessário fazer uma preparação para também celebrar em casa, cuidando do ambiente e reunindo a família: “nós procuramos a partir daí ir formar uma verdadeira Igreja Doméstica em nosso lar. E isso tem consequências muito profundas tanto para os pais quanto para os filhos que são nutridos pela Fé. Essa religiosidade também vai sendo alimentada de forma que mantemos os laços que nos ligam a nossa comunidade eclesial”.

Toda essa preparação para viver a comunhão espiritual é feita na casa de Daniela De Nadai. Ao lado do marido Bruno e da filha Marina de 7 anos, eles decidem o horário que vão participar da missa todos os domingos e meia hora antes eles já transformam a sala de casa em uma Igreja Doméstica, acendem uma vela e trocam de roupa, como se fossem se deslocar até a comunidade Santo Antônio, que pertence à paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro e da qual fazem parte. 

Daniela conta que desde o início da pandemia sua filha montou um altar no móvel da sala reunindo as imagens de Nossa Senhora e dos santos que eles têm em casa. Embaixo da televisão, que é onde eles acompanham a missa, também é colocada uma cruz como se fosse um altar. Ela reforça que eles sempre participam com todos os gestos: sentados, em pé ou ajoelhados e fazem as preces em voz alta.

“No momento do ofertório, além de ofertar os dons, fazemos nossa oferta pelo Picpay. E na comunhão a gente faz a comunhão espiritual. Enquanto o padre comunga pedimos a Jesus que fique em nós e que seja nosso alimento. Fazemos nossas orações de agradecimento, pois em todas as dificuldades a gente tem muito que agradecer a Deus”.

Daniela explica que ela e o marido são ministros da Eucaristia e participam de outras equipes e movimentos na comunidade. Eles estão sentindo muita falta da participação presencial na Igreja, mas acham importante a comunhão espiritual para renovar a Fé e sentirem que tem um Deus cuidando de tudo.

“É tanto medo, tantas coisas que acontecem não só na parte da saúde, mas na parte financeira, psicológica, criança estudando em casa. Dúvidas surgem como o que vai ser daqui pra frente? Como serão as convivências? Os relacionamentos? Essas respostas só confiando em Deus mesmo e tendo um renovo de participar das missas e das novenas em uma Igreja doméstica. Isso dá um acalento ao coração: saber que a Igreja está viva.”, conclui.

Uma atitude tão simples, mas tão significativa. Doar sangue é um ato verdadeiro de amor ao próximo, um exemplo da verdadeira caridade.

Doar é amar gratuitamente, é fazer o bem sem olhar a quem. O doador de sangue é aquele que doa um pouco de si em prol de tantas vidas. É um gesto nobre e solidário. O processo é simples, fácil e seguro. É um ato de cidadania e solidariedade.

Muitos não doam sangue por medo e preconceito. Muitas pessoas deixam de doar com medo da picada e com isso deixam de salvar muitas vidas. O sangue é um material insubstituível sendo assim a doação é indispensável.

Gabriela Medeiros moradora da grande Vitória, doou sangue pela primeira vez como voluntária, em 2015 e reconhece a importância desse gesto de solidariedade.

“Fiquei muito feliz após a doação, com uma sensação de que fiz o bem. Fica meu incentivo a todos. Não dói, não demora… seu saguem pode salvar uma pessoa, me tornei uma doadora depois da minha primeira vez”, detalha.

É preciso que haja conscientização desse simples gesto de doar, essa atitude pode salvar quatro vidas. O sangue doado faz a diferença na vida de quem precisa. 

Segundo Marcela Murad, diretora geral do Hemoes, o desafio desse ano é manter os estoques de sangue abastecidos.

“As doações estão diminuindo diante da evolução da pandemia do covid-19. É necessário que a população se conscientize que doar sangue é um ato de amor extremamente necessário, pois não há substituto para o sangue”, comenta.

Doação de sangue significa vidas, pois pessoas passam por situações que se não fosse a doação não estariam vivas.

“ O doador de sangue ajuda a manter os estoques estáveis fazendo com que as pessoas que necessitam de transfusões regulares ou aquelas que passam por enfermidades transitórias sejam salvas” ressalta Marcela Murad.

Uma atitude tão simples, mas tão significativa. Doar sangue é um ato verdadeiro de amor ao próximo, um exemplo da verdadeira caridade.

O Hemocentro, nesse tempo de pandemia, está tomando todos os cuidados necessários. Para que seja evitado aglomerações está trabalhando com horários agendados. São cuidados necessários para a proteção do doador como também dos funcionários. Os agendamentos para doação deverão ser feitos pelo telefone 3636- 7929, ou pelo e-mail [email protected]

Seja um doador, ajude a salvar vidas!

Mensagem do Papa para o Dia Mundial de conscientização da violência contra os idosos

Hoje, 15 de junho é o dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa: o Respeito não Envelhece.

Em seu tweet de hoje o Papa Francisco escreveu: “A pandemia da #Covid19 mostrou que nossas sociedades não estão organizadas o suficiente para dar lugar aos idosos, com justo respeito à sua dignidade e fragilidade. Onde não há cuidado com os idosos, não há futuro para os jovens”.  

A Campanha Mundial tem dois objetivos claros: conscientizar e denunciar a violência contra os idosos.

No município de Vitória algumas iniciativas já vêm acontecendo e hoje a programação conta com duas lives no canal do youtube @idosovitoria:

A partir de 12h será divulgado um vídeo com o título “Mesmo de máscara não se cale”.

Às 17h uma live será realizada com o tema “è preciso se importar” com Fabíola Calazans – Coordenadora Geral dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social – CREAS.

Ás 18h live “Violência contra a Pessoa Idosa: É preciso se importar”

Convidado: Representante da OAB-ES

Mediador: Ludovico Muniz (Instagram @odomodevitoria).