Notícias da Arquidiocese

O relicário, uma urna com alguns ossos do corpo da santa, veio da Basílica de Santa Teresa de Lisieux, na França, está percorrendo cidades

O relicário, uma urna com alguns ossos do corpo da santa, veio da Basílica de Santa Teresa de Lisieux, na França, está percorrendo cidades brasileiras desde 1 de fevereiro e continuará no Brasil até o mês de outubro.

Em Vitória, os fiéis poderão ver o relicário e participar das celebrações a partir de amanhã (02/07), no Carmelo de Nazaré, em Cariacica (Av Obed Emerich.1552- Santo Antônio – Cariacica/ES – 29156-813)

Confira a programação:

Dia 02

13h30 – Chegada da Relíquia e acolhida

15h – Missa de abertura com o Frei Emerson, OCD

18 horas – Oração das Vesperas

19h – Missa

21h – Recolhimento (Capela fechada)

 

Dia 03

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Terço Mariano

12h – Terço Mariano

Dia 04

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Paróquias Santa Terezinha (Paul)

14h – Perpétuo Socorro (Praia da Costa)

Dia 05

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Terço Mariano

12h – Terço Mariano

14h – Momento Oracional

17h30 – Oração das Vesperas

19h – Missa de encerramento com Dom Andherson Franklin

História

Santa Teresinha do Menino Jesus, também conhecida como Santa Teresa de Lisieux, é uma das santas mais amadas e veneradas do Católico. Nascida em Alençon, França, em 1873, Teresa Martin entrou no Carmelo de Lisieux aos 15 anos e viveu uma vida de simplicidade, humildade e profundo amor a Deus. Sua espiritualidade, centrada na “pequena via” do amor e da confiança, inspirou milhões de pessoas ao redor do mundo.

Santa Teresinha nasceu em uma família com ótimas condições financeiras e temente a Deus. Seus pais, Luis e Zélia, que agora são santos, recentemente canonizados pela Igreja, tiveram oito filhos, antes da caçula Teresinha. Quatro de seus irmãos morreram com pouca idade, restaram quatro irmãs de Teresa que também se tornaram freiras (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Terezinha também sentiu um forte desejo de abraçar a vida religiosa e com apenas 15 anos obteve a autorização do Papa Leão XIII para entrar no mosteiro das carmelitas, em Lisieux.  

Santa Teresinha não nasceu santa, mas foi aos poucos trilhando um caminho de santidade. Teresinha teve uma vida dura e sofreu alguns baques. Além de perder os seus irmãos, como já relatamos, perdeu sua mãe quando tinha apenas quatros anos e oito meses de idade, vítima de câncer. Viu suas irmãs irem para o convento e seu pai sofrer com problemas psiquiátricos. Por fim, a tuberculose e outros problemas de saúde que a santa foi acometida nos últimos dias de vida. Para todos esses acontecimentos, Santa Terezinha precisou de muita resiliência e de confiar na misericórdia divina. Com muita simplicidade, entendeu os desígnios de Deus e se entregou a ele totalmente, não se revoltou em nenhum momento.  

Depois da morte de sua mãe, Terezinha ficava por diversos momentos bem triste e chorava muito. Aos dez anos, ela fez uma experiência forte com Nossa Senhora e mudou completamente a sua vida. Ela viu a imagem de Nossa Senhora como nunca havia visto antes, uma alegria tomou conta de seu ser e todas as suas penas foram entregues a Mãe de Deus. Após essa visão, Santa Terezinha diz: “a Santíssima Virgem sorriu para mim, foi por causa das orações que eu tive a graça do sorriso da Rainha do Céu” (História de uma alma). 

Terezinha teve uma importante experiência com o Menino Jesus, no Natal de 1883, quando tinha apenas 13 anos de idade. Ela viu Jesus como o doador de uma total conversão. Depois disso, a sua vida foi transformada e ela começou a dar grandes passos na vida espiritual. Esse fato foi tão importante na vida da santa, que ela adotou o nome de Terezinha do Menino Jesus.  

O seu lema de vida a partir do momento que entrou no Carmelo foi rezar pela conversão dos pecadores e por todos os sacerdotes. Porém, trazia em seu coração o grande desejo de ser missionária e anunciar aos quatro cantos do mundo a boa nova do Evangelho. Até que entendeu que deveria rezar do carmelo pela missão de toda a Igreja, devido à impossibilidade de sair em missão. Logo após a sua morte, o Papa Pio XI a declarou padroeira das missões.  

As carmelitas de hoje seguem o mesmo carisma de Santa Terezinha do Menino Jesus e, do Mosteiro, rezam pela conversão dos pecadores e por toda a Igreja. Elas rezam e trabalham pela salvação das almas. Elas são madrinhas de oração dos sacerdotes, religiosos e seminaristas, intercedem junto à Deus por todas as vocações. 

Por meio do amor, Terezinha confiava plenamente em Deus, desenvolveu a infância espiritual ou pequena via. Ela aprendeu muito com seu pai, que dizia que Deus é bondoso, compassivo e misericordioso. Santa Terezinha era humilde e acreditava que tínhamos que ser como crianças diante de Deus. Do mesmo modo deveria ser a nossa convivência com o próximo, aceitá-lo como ele é, amar sem reservas.  

Santa Terezinha falece aos 24 anos de idade e diz em suas últimas palavras: “Oh Amo-O. Deus meu… amo-Vos!”. Após a morte de Terezinha, foram publicados os inúmeros escritos deixados por ela, que se tornaram conhecidos mundialmente. Dessa forma, cumpriu-se o seu desejo de que se espalhe pelo mundo chuva de rosas, de milagres e graças por todo o mundo. Sua beatificação aconteceu em 1923, sendo canonizada pelo Papa Pio XI em 1925, que a chamava de “uma palavra de Deus”. O Papa João Paulo II a proclamou doutora da Igreja, no dia 19 de outubro de 1997.  

Celebremos com alegria a festa litúrgica de Santa Terezinha do Menino Jesus e sigamos o seu exemplo de nos confiarmos à misericórdia de Deus, rezemos pela Igreja e por sua missão de levar a paz e o amor ao mundo inteiro, em especial, aprofundando nossa Missão. 

Relicário 

A primeira visita do relicário de Santa Teresinha ao Brasil ocorreu em 1997, ano do centenário de sua morte. Desde então, as relíquias têm percorrido diversas cidades brasileiras, atraindo milhares de fiéis em procissões, missas e eventos de oração. Em 2018, por exemplo, o relicário voltou ao Brasil para uma peregrinação que abrangeu várias regiões do país, passando por capitais e cidades do interior.

Para os católicos, as relíquias são um meio de sentir a presença dos santos de maneira mais próxima e concreta. Elas são veneradas não por serem objetos mágicos, mas como recordações sagradas de pessoas que viveram vidas exemplares de fé e amor. Santa Teresinha, com sua mensagem de simplicidade e confiança total em Deus, tocou profundamente o coração dos brasileiros.

A presença do relicário de Santa Teresinha no Brasil tem gerado um grande impacto espiritual e cultural. Muitos devotos relatam experiências de cura, conversão e renovação da fé ao visitar o relicário. As paróquias e comunidades que recebem as relíquias organizam celebrações especiais, momentos de adoração e reflexão sobre os escritos e a vida da santa.

 

Na semana de 8 a 12 de julho, o Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Vitória não terá expediente. Durante esta semana, funcionários e membros

Na semana de 8 a 12 de julho, o Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Vitória não terá expediente. Durante esta semana, funcionários e membros do Tribunal estarão participando doXXXVII Simpósio da Sociedade Brasileira de Canonistas e XL Encontro de Servidores dos Tribunais Eclesiásticos do Brasil.

Os atendimentos retornam no dia15 de julho.

O XXXVII Simpósio da Sociedade Brasileira de Canonistas e o XL Encontro de Servidores dos Tribunais Eclesiásticos do Brasil, acontecem em Vitória de 8

O XXXVII Simpósio da Sociedade Brasileira de Canonistas e o XL Encontro de Servidores dos Tribunais Eclesiásticos do Brasil, acontecem em Vitória de 8 a 12 de julho de 2024.

A Abertura será na Catedral de Vitória às 18h, no dia 8 com a presença do arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, que preside a missa.

De terça-feira a sexta-feira, momentos de oração e conferências e, não poderia faltar uma visita ao Convento da Penha, o símbolo capixaba da devoção mariana.

Estão inscritos…… participantes das diversas dioceses do Brasil, sendo destinado a Vigários Judiciais, Juízes, Defensores do Vínculo, Auditores, Notários e Advogados.

São 152 inscritos e o evento acontece no Hotel Senac na Ilha do Boi, Vitória.

O Centro de Interpretação foi inaugurado hoje na igreja Reis Magos em Nova Almeida, Serra. A cerimônia que começou às 10h30 contou com a

O Centro de Interpretação foi inaugurado hoje na igreja Reis Magos em Nova Almeida, Serra. A cerimônia que começou às 10h30 contou com a presença de autoridades, patrocinadores, Órgãos de Cultura e membros da comunidade local.

 

O Centro de Interpretação é composto por diversos ambientes ou espaços que fazem o resgate histórica da história do local: a igreja –  o museu – a sala de pertencimento – a sala de arte indígena e sala indígena – espaço do aldeamento e o pátio que nos mostram com uma linguagem atual a história e a relação da Igreja com a comunidade.

Os patrocinadores, BNDS, Centro Cultural VALE e a EDP, através de seus representantes no evento, manifestaram a alegria de participar do restauro e, desta forma, contribuírem com o resgate histórico que, com orgulho, entregaram hoje à comunidade e aos visitantes. O Iphan expressou a importância da união de forças, afirmando que nem o governo e nem o Iphan conseguiriam sozinhos dar conta deste desafio.

A presidente do Instituto responsável pela obra, Érika Kunkel do Instituto Modus Vivendi, expressou sua alegria e emoção e agradeceu a todos que colaboraram com a construção e realização do projeto.

O Prefeito do município de Serra e o governador do Estado agradeceram a todos e manifestaram orgulho pelo resultado da parceria entre todos.

O arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, dirigiu suas palavras após os discursos dos patrocinadores e representantes do Iphan:

Inicio minha palavra breve agradecendo do fundo do meu coração a todos que de alguma forma contribuíram para o restauro do complexo arquitetônico de Reis Magos, que é sem dúvida, um marco na história do Espírito Santo, tanto do ponto de vista cultural, histórico e, principalmente religioso na pastoral, compromisso com a evangelização que hoje também celebramos com esta inauguração.

Agradeço a presidente do Instituto Modus Vivendi (Erika Kunkel) e, do Iphan (Diretor: Deyvesson Gusmão e Superintendente: Joubert Jantorno Filho), pela preocupação e zelo do restauro.

Aos patrocinadores, BNDS (Luciane Gorgulho), VALE (Claudia Afonso), EDP (Dyogenes Rosi), INSTITUTO CULTURAL VALE (Hugo Barreto). Ao senhor prefeito da Serra (Sergio Vidigal) e ao Governador (Renato Casagrande) pelo apoio e presença neste evento.

Agradeço ao padre Paulo Régis, responsável pelo cuidado com o patrimônio da Igreja Católica e ao padre André Paiva, pároco nesta paróquia, pelo acompanhamento deste processo que foi longo.

Meus irmãos vou me ater ao aspecto religioso.

Os padres e irmãos jesuítas calcaram as digitais da Igreja Católica no nosso Estado e este monumento é uma das amostras ou das provas, se quisermos contemplar algo que esses homens de fé nos deixaram.

Já nos tempos em que os jesuítas aqui estiveram o trabalho pela inclusão aconteceu. Isso é possível ver nas pinturas feitas com a participação dos índios e nas histórias expostas que narram ao envolvimento das comunidades nos diversos ambientes aqui recordados.

Este conjunto arquitetônico, de Reis Magos, foi um importante núcleo de catequese indígena, muito utilizado pelos padres Jesuítas, entre o século XVI e XVIII. A sua construção se deu no período entre os anos 1580 e 1615, com a ajuda dos mesmos indígenas tupiniquins.

Penso que esta inauguração não diz respeito somente à celebração de uma parte da presença e da fé católica em nosso Estado, mas, traz à tona o caminho ttrilhado na composição da identidade do nosso Estado do Espírito Santo. De fato, todas as vezes que nos dispomos a restaurar, a proteger e valorizar um monumento, um edifício e, neste caso, esta igreja dedicada aos Reis Magos, celebramos a nossa história e a entregamos, como um rico tesouro à atual e às novas gerações. Hoje é dia de olharmos, com gratidão, para o passado, refletirmos, profundamente, sobre o presente e, com grande esperança, seguirmos para o futuro.

Muito obrigado a todos que, direta ou indiretamente, contribuíram para que pudéssemos chegar até este momento, tão esperado, por todos desde os que empenharam recurso e tempo para consegui-los. Que Deus vos recompense. Saibam que o que fazemos hoje é sinal de nosso compromisso com a nossa história, a nossa cultura e a nossa fé.

Deixem-nos inspirar pelo caminho trilhado pelos reis magos que abandonaram a sua terra para irem ao encontro do Menino Jesus que nasceu em Belém, e o tendo encontrado, voltaram trilhando uma outra estrada, iluminados pela Luz divina. Que a nossa presença aqui hoje nos sensibilize, profundamente, a fim de iluminados pela força histórico-religiosa deste espaço sagrado, também sejamos capazes de fazer sempre o caminho contrário àquele da perda da memória e o descaso com a história.

Que a mesma força e vigor evangélicos que conduziram os que aqui viveram e gastaram a sua vida, possam nos mover sempre, a fim de que, em todos os momentos, ofereçamos o que temos de melhor, para continuar construindo a história de nosso Estado do Espirito Santo.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

  

 

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Signis Brasil estendem seus sinceros agradecimentos a todos os participantes e apoiadores do recente

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Signis Brasil estendem seus sinceros agradecimentos a todos os participantes e apoiadores do recente evento “É hora de cuidar do Rio Grande do Sul”.

Realizado no dia 7 de junho, o evento mobilizou a sociedade com sucesso, gerando a arrecadação de R$ 829.753,80 (oitocentos e vinte e nove mil, setecentos e cinquenta e três reais e oitenta centavos) em doações.

Em nota oficial, a CNBB destacou os constantes desafios enfrentados pelos moradores do Rio Grande do Sul. Embora algumas vítimas estejam a começar a reconstruir as suas vidas, muitas estão agora a regressar às suas casas danificadas pelas cheias, enfrentando o grave impacto da catástrofe natural.  A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil enfatizou a importância da solidariedade e do apoio contínuos, afirmando: “Que o Deus da esperança nos fortaleça na fé e continue a nos impulsionar em direção à solidariedade que transforma”. A organização está comprometida com esforços contínuos para ajudar as comunidades afetadas e apela ao público

A CNBB e a Signis Brasil expressam sua mais profunda gratidão e orações, na esperança de que os esforços coletivos ajudem a restaurar e reconstruir as vidas destruídas por este desastre ambiental sem precedentes.

Leia o documento na integra clicando no link abaixo.

https://www.aves.org.br/wp-content/uploads/2024/06/document-1.pdf

Anexos

Após um ano e quatro meses fechada, a Igreja do Rosário, no Centro Histórico de Vitória, foi reaberta ao público hoje, através da lei de incentivo federal e

Após um ano e quatro meses fechada, a Igreja do Rosário, no Centro Histórico de Vitória, foi reaberta ao público hoje, através da lei de incentivo federal e patrocínio cultural do Bandes.

Além da reabertura do patrimônio histórico, o projeto também prevê a realização de outras atividades, como oficinas de música e a criação de um inventário participativo.

E para marcar este momento tão significativo, houve a abertura da porta principal, com sinos badalando ao mesmo tempo em que a Orquestra Philarmônica Rosariense tocava

A partir de hoje também, a Igreja está aberta ao público de quarta a sábado, nos seguintes horários: quarta a sexta-feira de 13h às 17h e aos sábados: de 9h às13h . Também nestes dias e horários estão abertas as inscrições para as oficinas de música.

Quem quiser, pode agendar missas, casamentos, formaturas. Basta marcar através do telefone: (27) 997071099 ou pelo instagram: @saobeneditodorosario.vix

Estiveram presentes na reabertura Nelce Pizzani Rios, Provedora da Venerável Arquiconfraria Irmandade de São Benedito do Rosário; Marlene Ferreira, Membro da Irmandade; Virginia Casagrande, Primeira Dama do Estado; Celia Tavares, Representante do Ministério da Cultura no Espírito Santo; Jober Jantorno, Superintendente do IPHAN-ES; Patricia Bragatto Gerente de Memória e Patrimônio da Secretaria de Cultura; Vinicius Simões, Vereador de Vitória; Jocelino Junior, Representante do Instituto Raízes e o Pároco, e Cura da Catedral Metropolitana de Vitória, Renato Criste.

A Igreja do Rosário teve sua construção iniciada em 1765 e sua estrutura principal foi erguida em apenas dois anos, a partir da mão-de-obra negra. Sua fachada colonial com frontão barroco, ainda mantém suas características originais, inclusive um cemitério em um de seus corredores.

O Centro de Espiritualidade Padre José de Anchieta (CESPA) está prestes a sediar um evento profundamente transformador: o retiro inaciano de 8 dias, marcado

O Centro de Espiritualidade Padre José de Anchieta (CESPA) está prestes a sediar um evento profundamente transformador: o retiro inaciano de 8 dias, marcado para acontecer de 6 a 14 de julho de 2024. Localizado no município de Anchieta, ao lado do majestoso Santuário Nacional de São José de Anchieta, este retiro é organizado pela comunidade jesuíta da cidade.

Os Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola são o cerne deste retiro, oferecendo aos participantes a oportunidade de mergulhar em uma jornada de autoconhecimento e discernimento espiritual. Padre Edilberto Brandão, Sj, coordenador do CESPA, descreve o retiro como um convite para ordenar os afetos e descobrir a vontade de Deus na vida de cada participante.

“Quando se propõe a fazer a experiência dos Exercícios Espirituais, a pessoa é convidada a seguir um caminho de ordenar seus afetos, para poder encontrar a vontade de Deus em sua vida”, explica Padre Edilberto. “Santo Inácio de Loyola oferece uma série de exercícios, onde a pessoa volta o seu olhar para dentro de si mesma, iluminada pela Palavra de Deus.”

O retiro inaciano oferece um ambiente propício para uma imersão profunda na espiritualidade, incentivando os participantes a se entregarem com “grande ânimo e generosidade”, conforme preconizado nos Exercícios Espirituais. É uma oportunidade única para aqueles que buscam paz interior, discernimento e crescimento espiritual.

Os interessados em participar deste retiro podem se inscrever através deste link de inscrição e entrar em contato com o CESPA para obter mais informações.

Para mais detalhes, entre em contato com o CESPA:

Endereço: Praça do Santuário, 240, Morro da Penha, Anchieta-ES
Telefone: 28 99939-4243
E-mail: [email protected]

Este ano, o Santuário Nacional de São José de Anchieta comemorou os dez anos da canonização de São José e os 490 anos do

Este ano, o Santuário Nacional de São José de Anchieta comemorou os dez anos da canonização de São José e os 490 anos do nascimento do santo jesuíta.

Foram 16 dias de festividades, incluindo novenas, acolhimento dos peregrinos dos Passos de Anchieta, apresentações culturais locais, lançamento de uma música em homenagem ao santo, romarias, quermesse e shows.

A celebração contou, neste domingo, com a presença do vice-presidente da Confederação Nacional dos
Bispos do Brasil, CNBB, Dom João Justino.

Entre outras coisas, o bispo destacou a importância do legado jesuíta para o Brasil e, principalmente, para o Espirito Santo, afirmando que São José de Anchieta foi crucial para o início da evangelização no estado e no Brasil.

As celebrações começaram no dia 25 de maio com a tradicional Romaria Luminosa. A primeira novena teve início no dia 29, de maio e se estendeu até 8 de junho.

A cada dia da novena, a missa era presidida por um padre convidado e contava com a participação de diversas paróquias do Espírito Santo, incluindo Guarapari, Piúma, Alfredo Chaves e Meaípe.

Durante os dias de celebração, o Santuário recebeu centenas de visitantes vindos de diversas partes do país, todos em busca da bênção de São José de Anchieta.

Para marcar os 10 anos de canonização do jesuíta, um ícone russo-bizantino foi enviado ao Santuário Nacional de São José de Anchieta e passou a compor a arte sacra do espaço, onde fica exposto no retábulo lateral.

O ícone foi entronizado por Dom Justino e passa a compor o espaço da devoção ao Apóstolo do Brasil.

O evento atraiu centenas de visitantes de todo o país, muitos em busca de bênçãos e com histórias de superação e cura.

Os festejos em homenagem a São José de Anchieta se estenderam ao longo de todo o domingo e reuniram aproximadamente 5 mil pessoas.

As celebrações começaram, às 9h, com adoração ao Santíssimo no Santuário. Às 14h, houve a exibição do Projeto Viva Anchieta, seguida pela missa solene de encerramento dos festejos às 16h.

O dia foi encerrado com um show do Dunga, às 17h.