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No último dia 15/11, a Comunidade da etapa formativa do Propedêutico celebrou a Festa das Famílias, com a Santa Missa na Igreja de São

No último dia 15/11, a Comunidade da etapa formativa do Propedêutico celebrou a Festa das Famílias, com a Santa Missa na Igreja de São Gonçalo, no Centro de Vitória-ES.

A cerimônia presidida pelo Diretor da Casa Bom Pastor – Propedêutico, Padre Ruan Coutinho da Cruz, e concelebrada pelo Vice-Diretor, Pe. Alessandro Rebonato, contou com a participação de familiares e amigos dos propedeutas, além dos colaboradores da Casa.

No Propedêutico o candidato ingressa, de fato, no processo formativo. Após serem avaliados pelos formadores durante os encontros vocacionais, os aprovados iniciam o processo de preparação para o Seminário Maior. caracteriza-se como etapa da complementação e aprofundamento do processo de iniciação à vida Cristã e preparação de caráter introdutório com vistas à sucessiva formação presbiteral ou à decisão de trilhar outro caminho de vida.

Rezemos pelas vocações!

O Papa Francisco visitou seus parentes em Asti, na Itália, neste final de semana, 19 e 20 de novembro de 2022. No sábado o

O Papa Francisco visitou seus parentes em Asti, na Itália, neste final de semana, 19 e 20 de novembro de 2022.

No sábado o Papa visitou a igreja Bem-Aventurada Virgem dos Anjos, paróquia de seus avós e dedicou o dia a visitar duas primas e uma casa de idosos.

Já o domingo Francisco cumpriu agendas públicas. Recebeu na Cúria o prefeito e o presidente da região de Piemonte. Recebeu a cidadania honorária, atribuído pelo Prefeito, Maurizio Rasero pelo compromisso com a paz no mundo e contra todas as formas de discriminação. Depois dirigiu-se em papa-móvel até à Catedral e presidiu a missa na Solenidade de Cristo Rei.

Antes de retornar ao Vaticano, o Papa esteve no Estádio Municipal Censin Bosia para um momento especial com mais de mil crianças, adolescentes acompanhados de seus pais e professores.

Assista o vídeo da chegada do Papa a Asti.

 

Anexos

Davi Lutzke| “Em verdade eu te digo: ainda hoje estarás comigo no Paraíso”. (Lc 23, 43) Hoje celebramos a Solenidade de Nosso Senhor Jesus
Davi Lutzke| “Em verdade eu te digo: ainda hoje estarás comigo no Paraíso”. (Lc 23, 43)

Hoje celebramos a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, na qual se encerra o Ano Litúrgico. Também com esta solenidade a Igreja no Brasil inicia o seu terceiro ano vocacional, que se encerrará nesta mesma solenidade do ano de 2023, com o tema: “Vocação, graça e missão”, e o lema: “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24, 32-33). Inicia-se, também neste domingo, a Campanha para a Evangelização.

A Solenidade de Cristo Rei do Universo foi estabelecida pelo Papa Pio XI, em 1925. No contexto da época, a Igreja via como necessário reafirmar a soberania real de Jesus e de seus ensinamentos em um mundo que ia se afastando cada vez mais do Senhor. Já se passaram quase 100 anos, mas ainda caberia a pergunta a todos nós se o mundo está caminhando ou não, rumo ao Reino instaurado por Cristo.

Porém, ao falar de realeza, facilmente nos afogamos em mal-entendidos, pois a experiência histórica que temos a respeito de reis, que detinham um poder absoluto sobre seus povos, é quase sempre de um homem com o coração corrompido pelo poder e ferido pelo pecado, fazendo recair sobre seu povo terríveis injustiças, dores e sofrimentos.

No entanto, esta solenidade que celebramos hoje não tem por tema central o poder de Deus, como muitos pensam. Celebrar Cristo Rei do Universo significa, antes de tudo, a universalidade da salvação, ou seja, a boa notícia de que ela é oferecida a todos e de que Deus não faz acepção de pessoas. Celebrar a realeza de Jesus significa que a realidade por ele semeada, pequena como uma semente de mostarda, vai se plenificar e dar frutos que podem ser usufruídos por todos.

O objetivo de Deus sempre foi se manifestar a todos como Pai Amoroso que perdoa incondicionalmente, que “faz nascer o sol sobre os bons e os maus” (Mt 5,45) e deseja dar a todos a vida plena. Todavia, apenas quando acreditarmos realmente que seu amor incondicional deve ser revelado a todos, a cada tradição e cultura e que os povos necessitam receber a Revelação Divina por meio de sua própria sensibilidade para o transcendente, poderemos ser cristãos menos soberbos e mais humildes. Quando isso acontecer, Cristo será, de fato, soberano em nossa vida e Rei do Universo.

No Evangelho de hoje, vemos que Cristo é ridicularizado pelos chefes, soldados e até mesmo por um outro crucificado ao seu lado, porém, ao fazerem isso não percebiam que era exatamente em sua crucifixão que se iniciava o seu Reinado. Aquele que outrora fora preso, humilhado, torturado, crucificado, do alto da cruz perdoa os seus algozes dizendo: “eles não sabem o que fazem”; e ainda mais, o ladrão que reconhece suas faltas ouve do Senhor as mais belas palavras de amor e misericórdia: “ainda hoje estarás comigo no Paraíso”. E assim reitero, o objetivo de Deus sempre foi se manifestar a todos como Pai Amoroso, que perdoa incondicionalmente, que “faz nascer o sol sobre os bons e os maus” (Mt 5,45) e deseja dar a todos a vida plena.

Sejamos nós os colaboradores deste Reino de amor, paz e justiça!

 

Davi Gabriel Lutzke

Seminarista do 2º ano de filosofia 

Paróquia de origem: Sant’Ana, Marechal Floriano – ES;

Paróquia de pastoral: Santuário Bom Pastor, Campo Grande, Cariacica – ES.

“Só nessa cultura é que o Evangelho encontrará lugar para germinar e produzir seus frutos, que são os frutos da evangelização. Não há verdadeira

“Só nessa cultura é que o Evangelho encontrará lugar para germinar e produzir seus frutos, que são os frutos da evangelização. Não há verdadeira evangelização que não conduza a uma “cultura do encontro”, que supere polarizações e confrontos” (Texto-base da Campanha para a Evangelização 2022).

Inspirada no 3º Ano Vocacional do Brasil, a Campanha para a Evangelização 2022 tem como tema: “Evangelizar: graça e missão que se dá no encontro”. A iniciativa busca recordar que evangelizar é a vocação da Igreja e, nela, a vocação de cada batizado, discípulo missionário de Jesus Cristo. “Essa vocação é dom e compromisso, ou seja, é graça e missão, a qual se realiza no encontro interpessoal, intercomunitário, intergeracional etc”.

Texto-base

Em sua apresentação, o texto-base da Campanha para a Evangelização 2022 chama atenção para o fato de que depois de dois anos de um isolamento motivado por ocasião da pandemia da Covid-19, a Igreja no Brasil quer, por meio da Campanha, convidar ao encontro e motivar à construção de uma “cultura do encontro”.

Nesse contexto, o subsídio retoma explicações do Papa Francisco para edificar a cultura do encontro, em especial a partir de trechos da encíclica Fratelli Tutti, sobre a amizade e a paz social:

“A palavra ‘cultura’ indica algo que penetrou no povo, nas suas convicções mais profundas e no seu estilo de vida. Quando falamos de uma ‘cultura’ no povo, trata-se de algo mais que uma ideia ou uma abstração; inclui as aspirações, o entusiasmo e, em última análise, um modo de viver que caracteriza aquele grupo humano. Assim, falar de ‘cultura do encontro’ significa que, como povo, somos apaixonados por querer encontrar-nos, procurar pontos de contato, construir pontes, planejar algo que envolva a todos. Isso tornou-se uma aspiração e um estilo de vida. O sujeito dessa cultura é o povo, não um setor da sociedade que tenta manter tranquilo o resto com recursos profi ssionais emediáticos” (FT, n. 216).

texto-base salienta que o tempo forte da Campanha para a Evangelização acontece no Advento, no qual “Deus vem ao nosso encontro e renova a nossa esperança de um mundo novo”. Com isso, a Campanha para a Evangelização convida todos os cristãos e demais pessoas de boa vontade a intensificar: o encontro com a Palavra; o encontro com o Cristo-Pão; o encontro com os irmãos que sofrem; e o encontro missionário.

texto-base recorda, ainda, que um dos pontos altos da Campanha é a coleta nacional realizada nas comunidades no 3º Domingo do Advento, este ano, no dia 11 de dezembro.

A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% do montante arrecadado permanecem na diocese para subsidiar a ação missionária, evangelizadora e pastoral da própria Igreja local; 20% do total arrecadado são encaminhados para os regionais da CNBB, com a mesma finalidade, sustentar as estruturas regionais de evangelização; e os demais 35% destinam-se à CNBB nacional, de forma a garantir iniciativas e estruturas evangelizadoras em todo o Brasil, especialmente nas regiões mais carentes.

O texto-base está disponível para download (aqui).

Fonte: CNBB Campanhas

O Papa Francisco deu entrevista à La Stampa, jornal italiano e falou sobre a guerra e visita a parentes. Leia a matéria publicada no
O Papa Francisco deu entrevista à La Stampa, jornal italiano e falou sobre a guerra e visita a parentes. Leia a matéria publicada no site Vatican News:
No jornal diário italiano La Stampa, a entrevista de Domenico Agasso com o Papa lembra o incessante trabalho diplomático da Santa Sé para identificar uma “fresta que poderia levar a um verdadeiro cessar-fogo e a verdadeiras negociações”: estamos próximos das necessidades humanitárias de um povo “que carrego em meu coração junto com seus sofrimentos”.

Santidade, amanhã o senhor irá a Asti pela primeira vez como Papa. Com sua família festejará o 90º aniversário de sua prima Carla Rabezzana. Eram crianças durante a Segunda Guerra Mundial e nos anos sombrios da Guerra Fria: como se sente em ter que enfrentar como Papa a “terceira guerra mundial”, como o senhor a definiu, com uma nova ameaça nuclear?

É um absurdo. E provoca particular raiva e tristeza perceber que por detrás de todas essas tragédias estão a ânsia pelo poder e o comércio de armas. Foi-me dito que se as armas não fossem fabricadas e vendidas em um ano, acabaria com a fome no mundo. Em vez disso, prevalece sempre a vocação destrutiva, resultando em guerras. Quando os impérios enfraquecem, eles visam fazer uma guerra para se sentirem fortes, e também para vender armas. Em um século, três guerras mundiais! E nós não aprendemos! No entanto, bastaria ir ao cemitério de Anzio, e pensar na idade daqueles enterrados ali: fui lá e em frente ao túmulo daqueles jovens estadunidenses, de vinte anos, que morreram no desembarque de Anzio, chorei…. E meu coração chorou em Redipuglia (meu avô esteve em Piave e me contou o que aconteceu lá). E como eu disse antes: o desembarque na Normandia… foi o início da queda do nazismo, é verdade… mas quantos jovens foram deixados na praia, mortos? Dizem 30 mil…. Nós não aprendemos…”.

Há alguma novidade diplomática entre o Vaticano e o Kremlin?

“Estamos continuamente atentos à evolução da situação”. Como eu disse no avião vindo do Bahrein, a Secretaria de Estado está trabalhando e trabalha bem, todos os dias, e está avaliando qualquer hipótese e valorizando qualquer fresta que possa levar a um verdadeiro cessar-fogo, e a negociações verdadeiras. Entretanto, estamos comprometidos com o apoio humanitário ao povo da martirizada Ucrânia, que carrego em meu coração juntamente com seus sofrimentos. E também tentamos desenvolver uma rede de relações que favoreça uma aproximação entre as partes, para encontrar soluções. Além disso, a Santa Sé faz o que deve para ajudar os prisioneiros”.

O Vaticano está pronto para desempenhar o papel de mediador de paz, a sediar possíveis negociações?

“Como temos confirmado há meses, e como o cardeal Secretário de Estado Parolin afirmou várias vezes, a Santa Sé está pronta para fazer todo o possível para mediar e pôr um fim ao conflito na Ucrânia”.

O senhor tem esperança de que possa haver uma reconciliação entre Moscou e Kiev?

“Sim, eu tenho esperança. Não nos resignemos, a paz é possível. Mas todos devem trabalhar para desmilitarizar os corações, começando com seus próprios corações, e depois desarmar a violência. Todos nós devemos ser pacifistas. Querendo a paz, não apenas uma trégua que pode servir apenas para rearmar-se. A verdadeira paz, que é fruto do diálogo, não se consegue com armas, porque elas não derrotam o ódio e a sede de domínio, que reaparecerão, talvez de outras formas, mas reaparecerão”.

O senhor advertiu muitas vezes a Europa contra os nacionalismos e os populismos. Neste período se fala e se escreve sobre o perigo de um retorno de alguma forma do fascismo em várias nações: o que o senhor acha disso?

“Devemos estar sempre atentos a todos os ‘-ismos’, porque eles semeiam, com hipocrisia, maldade social e política”.

No domingo o senhor celebrará a Santa Missa na catedral de Asti, para encontrar a comunidade diocesana de onde seus pais partiram para emigrar para a Argentina. Qual é a sensação de voltar à sua terra natal vestido de branco?

“Há muito tempo eu queria passar algumas horas com meus parentes nos lugares da minha família”. Antes de ser Papa, eu ia frequentemente à região de Asti, era um hábito: quando chegava a Roma como provincial dos jesuítas da Argentina, ou como arcebispo para participar de algum sínodo. Em todas as ocasiões eu ia até o Piemonte para ver os primos do meu pai. Somos muito próximos. Com a prima mais velha, Carla, conversamos frequentemente pelo telefone. Amanhã também estaremos juntos com outros cinco primos, e isto me enche de alegria”.

Está se aproximando dos dez anos de pontificado: que reflexões provoca no senhor esse aniversário?

“Todos os dias eu reflito sobre minha vida. Uma das coisas que Santo Inácio de Loyola (fundador da Companhia de Jesus, ndr) recomendou a todos, não apenas aos padres e freiras, foi examinar a própria consciência pelo menos uma vez por dia. Não para saber que pecados se cometeu, não, mas para perceber o que está acontecendo conosco e ao nosso redor. Às vezes nosso coração, nossa consciência, é como uma estrada onde muitos passam e ninguém percebe o que está acontecendo. Em vez disso, é importante parar, talvez no final do dia, e observar o que estamos experimentando. E assim se compreende as bênçãos que se recebe da vida, as boas ações que se fez, e também o que se pensa e se realiza de ruim. Desta forma se avança, compreendendo com qual espírito se relaciona nas diversas esferas: por exemplo, com um desejo de conciliação, amizade, fraternidade, ou caindo na tentação da vingança, de brigas, da prepotência, buscando a prevaricação”.

O senhor é feliz de ser o Papa?

“Graças à minha vocação, sempre fui feliz nos lugares em que o Senhor me colocou e me enviou. Mas não porque “ganhei algo”, não ganhei nada… isto é um serviço, e a Igreja me pediu; eu não pensei que seria eleito, e ao invés disso o Senhor o quis. Portanto, avante. E eu faço o que posso, todos os dias, tentando nunca parar”.

Foi nomeado na manhã desta quinta-feira (17), por Dom Dario Campos, o novo Coordenador Arquidiocesano de Pastoral. O escolhido foi o Pe. Claudio Alves

Foi nomeado na manhã desta quinta-feira (17), por Dom Dario Campos, o novo Coordenador Arquidiocesano de Pastoral. O escolhido foi o Pe. Claudio Alves Moreira, que já exercia a função de Coordenação da Área Pastoral Cariacica / Viana.

Pelos últimos anos o ofício foi desempenhado pelo Pe. Renato Criste,  Pároco da Catedral de Vitória.

Para o Pe. Claudio foi uma supresa a elição como Coordenador de Pastoral da Arquidiocese. “Recebi com supresa e apreenção. Vivemos um tempo difícil no mundo, na Igreja e sobretudo para a Ação Pastoral no pós-pandemia. É um desafio, mas ao mesmo tempo uma responsabilidade. Entendi como um chamado de Deus e espero corrsponder da melhor maneira possível a confiança depositada em mim. Estou aberto a compreender e a responder a esse chamado”, comenta Pe. Cláudio após sua eleição.

Ao coordenador arquidiocesano de pastoral cabe programar, acompanhar e avaliar as atividades pastorais na igreja diocesana de Vitória, favorecendo o espírito de comunhão eclesial e de colaboração entre pastorais, movimentos, associações e organismos eclesiais presentes nesta porção do povo de Deus. Ele especialmente deverá acompanhar o recebimento e aplicação do Plano Diocesano de Pastoral e demais orientações pastorais do Bispo em nível diocesano, regional e paroquial.

Ao padre Renato Criste fica o nosso agradecimento por esse tempo de dedicação ao Departamento de Pastoral da Arquidiocese de Vitória.

Padre Cláudio seja muito bem-vindo a essa nova missão que o Senhor lhe concede.

Durante o curso para formadores latino-americanos promovido pelo Dicastério para o Clero, o Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha, Padre Jorge Campos, encontrou

Durante o curso para formadores latino-americanos promovido pelo Dicastério para o Clero, o Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha, Padre Jorge Campos, encontrou com o Santo Padre, o Papa Francisco.

Na ocasião, o Papa recordou que “…vocês, como formadores, têm que formar os rapazes acerca de quatro proximidades: a proximidade com Deus e o próximo, a proximidade com o bispo, que não é negociável; a proximidade no colégio presbiteral, formando uma comunidade de irmãos, e a proximidade com o povo de Deus…”

Ainda em sua visita à Roma, Padre Jorge concelebrou no último domingo a Santa Missa na Basílica Vaticana, durante as atividades para o Dia Mundial dos Pobres.

Encontrou com o Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, o Cardeal brasileiro, Dom João Braz de Aviz, que foi Bispo Auxiliar de Vitória nos anos 1990.

Junto ao padre Jorge estão os formadores do Seminário de Cachoeiro de Itapemirim (Pe. Thiago Vargas e Pe. Alci Monteiro), São Mateus (Pe. André Masarim) e de Colatina (Pe. Edgar Rigoni)

Padre Jorge destacou que  “a oportunidade é única de estar próximo ao Papa e o enriquecimento mútuo com as experiências de diálogo e estudo da Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis”, documento publicado em 2016, em que a Igreja propõe um novo itinerário para a formação dos futuros presbíteros.

O Curso para Reitores e Formadores de Seminários da América Latina, encerra no dia 19 de novembro. O evento teve início na segunda-feira (7) em Roma, Itália.

A cidade de Goiânia, capital do Estado de Goiás, foi anunciada como sede do 19º Congresso Eucarístico Nacional (CEN), que será realizado de 3

A cidade de Goiânia, capital do Estado de Goiás, foi anunciada como sede do 19º Congresso Eucarístico Nacional (CEN), que será realizado de 3 a 7 de setembro de 2027. O anúncio foi feito pelo bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), dom Joel Portella Amado, no encerramento da missa do 18º CEN, que aconteceu de 11 a 15 de novembro, na arquidiocese de Olinda e Recife (PE).

O arcebispo de Goiânia e presidente da Comissão Episcopal para Cultura e Educação da CNBB, dom João Justino de Medeiros Silva, recebeu das mãos do arcebispo de Olinda e Recife (PE), dom Antônio Fernando Saburido, a réplica do ostensório símbolo do CEN 2020. A realização do Congresso será de responsabilidade da arquidiocese de Goiânia em colaboração com as dioceses de todo o regional Centro-Oeste da CNBB, que abrande o Distrito Federal e o estado de Goiás.

História do Congresso Eucarístico

Realizado pela primeira vez em 1881, em Lille, na França, por iniciativa de um grupo de fiéis leigos apoiado por São Pedro Julião Eymard, o Congresso Eucarístico é um momento de convergência das pessoas que professam a fé católica na realidade da Eucaristia e que desejam dar testemunho público de fé.

No Brasil, a realização dos congressos teve início em 1933, em Salvador (BA), que teve como tema: “Vinde, adoremos o Santíssimo Sacramento”.  O último aconteceu em Recife (PE), que sediou o CEN pela segunda vez, a primeira foi em 1939.

  • 1933 – Salvador-BA
  • 1º Congresso Eucarístico Nacional – Vinde, adoremos o Santíssimo Sacramento.
  • 1936 – Belo Horizonte-MG
  • 2º Congresso Eucarístico Nacional – Luz e Vida.
  • 1939 – Recife-PE
  • 3º Congresso Eucarístico Nacional – A Eucaristia e a vida cristã.
  • 1942 – São Paulo-SP
  • 4º Congresso Eucarístico Nacional – Vinde a mim todos.
  • 1948 – Porto Alegre-RS
  • 5º Congresso Eucarístico Nacional – Ação social.
  • 1953 – Belém-PA
  • 6º Congresso Eucarístico Nacional – Luz e Vida.
  • 1960 – Curitiba-PR
  • 7º Congresso Eucarístico Nacional – Eucaristia, luz e vida do mundo.
  • 1970 – Brasília-DF
  • 8º Congresso Eucarístico Nacional – A mesa do Senhor.
  • 1975 – Manaus-AM
  • 9º Congresso Eucarístico Nacional – Repartir o pão.
  • 1980 – Fortaleza-CE
  • 10º Congresso Eucarístico Nacional – Para onde vais?
  • 1985 – Aparecida-SP
  • 11º Congresso Eucarístico Nacional – Pão para quem tem fome.
  • 1991 – Natal-RN
  • 12º Congresso Eucarístico Nacional – Eucaristia e Evangelização.
  • 1996 – Vitória-ES
  • 13º Congresso Eucarístico Nacional – Eucaristia, vida para a Igreja.
  • 2001 – Campinas-SP
  • 14º Congresso Eucarístico Nacional – Fonte da missão e vida solidária.
  • 2006 – Florianópolis-SC
  • 15º Congresso Eucarístico Nacional – Ele está no meio de nós.
  • 2010 – Brasília-DF
  • 16º Congresso Eucarístico Nacional – Eucaristia, pão da unidade dos discípulos e missionários.
  • 2016 – Belém-PA
  • 17º Congresso Eucarístico Nacional – Eucaristia e partilha na Amazônia missionária.
  • 2022 – Recife-PE
  • 18º Congresso Eucarístico Nacional – Pão em todas as mesas.
Foto de capa: arquidiocese de Goiânia
Fonte: CNBB