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No último dia 02 de outubro aconteceu o segundo “Pedal Solidário” organizado pelo padre Ronaldo Rosa, Vigário da paróquia São Francisco de Assis, em

No último dia 02 de outubro aconteceu o segundo “Pedal Solidário” organizado pelo padre Ronaldo Rosa, Vigário da paróquia São Francisco de Assis, em Porto de Santana, Cariacica. Foram percorridos 250 km com o objetivo de arrecadar doações ao mesmo tempo em que os participantes praticaram uma atividade física. O resultado deste ano foi de arrecadação de 3.045 kg de alimentos não perecíveis, roupas usadas, brinquedos e fraldas descartáveis geriátricas.

As doações foram destinadas da seguinte forma: 31 cestas básicas para famílias carentes da Grande Porto de Santana; fraldas descartáveis, roupas e alimentos para a Casa das Irmãs da Caridade de Vitória; roupas, brinquedos e Alimentos para Fraternidade o Caminho, em Vila Velha, no bairro Primeiro de Maio; alimentos para Projeto Amar, em Viana – uma casa de recuperação de drogados e roupas para Projeto Amor e Vida, em Cariacica, no bairro Limão.

“O sentimento que trago ao final desse segundo pedal solidário é de gratidão a Deus, São Miguel – na largada foi rezada uma oração de São Miguel Arcanjo – e Nossa Senhora. Chegamos no final na comunidade Santa Ana, em Porto de Santana, rezando a Ave Maria. Eles nos protegeram do começo ao fim. Também agradeço a todos que de uma forma contribuíram para esse projeto com: doações, orações, serviço voluntário e pedalando”, afirma padre Ronaldo.

O sacerdote também ressalta a felicidade por terem terminado mais um pedal solidário, agora com mais pessoas: dos 14 ciclistas que iniciaram, 11 terminaram os 250 km e por também poderem ajudar tantas pessoas necessitadas com as 3.045 toneladas de doações.

“Como o número de ciclistas aumentou de 7 para 18 do primeiro para o segundo pedal solidário, se tornou um projeto audacioso e por isso, foi necessária uma maior atenção com cada detalhe e com cada integrante e para que desse tudo certo criei 4 pilares para o grupo: união, humildade, alegria e segurança. Com muita oração, planejamento e colocando na mão de Deus, deu tudo certo”, agradece padre Ronaldo.

O Papa Francisco nomeou, nesta quarta-feira, 27 de outubro, o novo bispo diocesano de Colatina (ES). Cônego Lauro Sérgio Versiani Barbosa, da arquidiocese de

O Papa Francisco nomeou, nesta quarta-feira, 27 de outubro, o novo bispo diocesano de Colatina (ES). Cônego Lauro Sérgio Versiani Barbosa, da arquidiocese de Mariana (MG) irá assumir a diocese capixaba vacante desde a nomeação de dom Wladimir Lopes Dias para a diocese de Lorena (SP), em janeiro deste ano. A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou saudação ao novo membro do episcopado brasileiro. 

Cônego Lauro Sérgio é, atualmente, pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em Viçosa (MG), na arquidiocese de Mariana. Ele exerceu, desde 2017, a função de diretor executivo da Fundação Cultural e Educacional da arquidiocese de Mariana (Fundarq). 

A Arquidiocese de Vitória se alegra com esta nomeação e deseja um bom pastoreio ao Cônego Lauro Sérgio Versiani Barbosa e a toda Diocese de Colatina, nossa Igreja Irmã.  

Informações biográficas 

Natural de Ouro Preto (MG), padre Lauro Sérgio nasceu em 29 de abril de 1959, filho de Almir Barbosa e Maria do Carmo Versiani Barbosa. Foi ordenado presbítero da arquidiocese de Mariana no dia 2 de setembro de 1995.  

É licenciado em História e bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O bacharelado em Teologia foi cursado no Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus no Brasil, em Belo Horizonte (MG). Cônego Lauro é mestre em Teologia Dogmática pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. 

Entre a década de 1980 e o início da década de 1990, foi pesquisador do Instituto de Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto (IAC/UFOP) e atuou como coordenador do Núcleo de Ação Cultural do IAC/UFOP.  

A partir de 1994 inicia uma trajetória de serviços no Seminário São José de Mariana. Cônego Lauro Sérgio integrou a equipe de formadores do Seminário arquidiocesano por dez anos. No período, foi professor de Filosofia e Teologia, diretor de estudos do Instituto de Teologia e reitor. De 2005 a 2014, foi diretor da Escola Diaconal São Lourenço. 

Seu currículo ainda contém atividades como vigário paroquial da paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Mariana; assessor do Conselho de Leigos da arquidiocese de Mariana; presidente da Organização de Seminários e Institutos do Brasil (OSIB) no Regional Leste 2 da CNBB (2007 a 2011); assessor da Pastoral Familiar na Região Pastoral Mariana Leste; vigário episcopal; diretor executivo da Fundarq e pároco.  

O novo bispo também integrou diversos Conselhos da arquidiocese de Marina, entre 2006 e 2019: Colégio de Consultores, Conselho Presbiteral, Conselho Arquidiocesano de Pastoral, Conselho Administrativo e Econômico, Conselho Curador da Fundação Marianense de Educação e Conselho Diretor Da Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese De Mariana (Fundarq). 

Cônego Lauro é membro fundador, editorialista, articulista de jornais e revistas. Publicou o livro “Memórias de Ouro Preto” e colaborou na publicação da Academia Ouro-Pretana de Letras “A Família Ouro-Pretana”. 

No processo de elaboração e redação das atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019 – 2023), padre Lauro integrou a Comissão de Assessores da CNBB.  

  

Saudação da CNBB ao Cônego Lauro Sérgio Versiani Barbosa 

 

Estimado Cônego Lauro Sérgio Versiani Barbosa, 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) congratula-se com a sua nomeação para a diocese de Colatina, no Estado do Espírito Santo. Junto com a porção do povo de Deus que lhe será confiada, o acolhemos, e oferecemos votos de uma frutuosa missão.  

Vislumbramos um profícuo ministério no episcopado ao ver sua atuação como presbítero na Arquidiocese de Mariana. Sua larga experiência como colaborador das primeiras horas aos arcebispos e na formação dos seminaristas nos indicam sinais de comunhão e compromisso eclesial. Já a função de postulador da causa de beatificação de nosso irmão e ex-presidente Dom Luciano Mendes de Almeida, para além da convivência que teve com ele, revela uma privilegiada fonte de inspiração para um ministério episcopal encarnado como serviço de evangelização e compromisso com os mais pobres. 

Compartilhamos uma prece do Papa Francisco na ordenação episcopal por ele presidida nas últimas semanas: “Que o Senhor os faça crescer neste caminho da proximidade, assim imitarão melhor o Senhor, porque Ele sempre esteve próximo a nós e, com a sua proximidade que é de compaixão e de ternura, nos leva avante”. 

Nossa Senhora Saúde, padroeira da Diocese de Colatina, interceda, proteja e acompanhe essa nova jornada em sua missão.  

Em Cristo,   

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB 

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB 

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB 

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Com informações do site da CNBB. 

Catequese inclusiva na iniciação à vida cristã é o tema da aula online para os alunos que terminaram curso no IPAC, Instituto Pastoral Catequético

Catequese inclusiva na iniciação à vida cristã é o tema da aula online para os alunos que terminaram curso no IPAC, Instituto Pastoral Catequético da Arquidiocese de Vitória. A aula, encerra o ciclo desta turma e acontece  no dia 27 de outubro de 2021 às 19h30. A disciplina ficara pendente ao longo dos dois anos de curso, mas dada a sua relevância foi organizada pelo departamento de pastoral e a Comissão Bíblico-catequética.

Para ministrar a aula a convidada é Margareth Rosalina de Jesus da Comissão Bíblico-Catequètica do Regional Leste 2, que vem aprofundando o tema há algum tempo.

Sandra Sabattini, foi beatificada e o processo de canonização continua na Congregação para as Causas dos Santos. Sandra faleceu vítima de um atropelamento quando
Sandra Sabattini, foi beatificada e o processo de canonização continua na Congregação para as Causas dos Santos. Sandra faleceu vítima de um atropelamento quando se dirigia com seu noivo para um encontro da Comunidade Papa João XXIII, da qual os dois eram membros. A beata Sandra Sabattini é a primeira noiva em processo de canonização na Igreja. Leia a matéria publicada no site Vatican News.
Em Rimini, na Basílica Catedral de Santa Colomba, o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos presidiu a Missa de beatificação de Sandra Sabattini, falecida em 1984, aos 22 anos. Filha espiritual de padre Oreste Benzi, fundador da Comunidade Papa João XXIII, Sandra dedicou sua breve vida a ajudar as pessoas com deficiência física e toxicodependentes.
“Demos tudo de nós, mas são pessoas que eu nunca abandonarei”: Sandra Sabattini tem apenas 13 anos quando conta à sua mãe, com estas palavras, a experiência de serviço às pessoas com deficiência, vivida na Comunidade Papa João XXIII.

O prefeito da Congregação para as Causas dos Santos,  cardeal Marcello Semeraro, cita estas mesmas palavras, ao presidir na tarde deste domingo, 24, em Rímini, a Missa de beatificação desta jovem, falecida aos 22 anos, atropelada por um carro em alta velocidade.

“Amar é levar o sofrimento do outro”, acrescenta o purpurado na homilia da Missa, repleta de muitas pessoas, sobretudo jovens e também alguns amigos da Beata. O purpurado também sublinhou o fato de que o “desejo de servir os pobres” da nova Beata não era mera caridade, mas fruto do amor sem limites de Deus, em cujo mar “sem fundo e sem margens”, Sandra “mergulhou o coração”.

Exemplo de caridade criativa e concreta

“Sandra foi uma autêntica artista”, acrescentou o cardeal Semeraro, porque “aprendeu muito bem a linguagem do amor, com as suas cores e sua musicalidade”. A sua santidade foi “abrir-se à partilha com os últimos, o colocar ao serviço de Deus toda a sua jovem existência terrena, feita de entusiasmo, simplicidade e grande fé”.

Primeira noiva santa a subir às honras dos altares, a Beata Sabattini “doava a quem tinha necessidade a acolhia sem julgamentos, porque desejava comunicar o amor do Senhor”. Neste sentido, explica ainda o purpurado, a sua caridade era “criativa e concreta”, porque “amar alguém é sentir o que ela necessita e levar a sua dor”.

Cada minuto é uma oportunidade para amar

Por fim, o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos concluiu sua homilia com os versos de uma oração escrita pela própria Sandra em 7 de setembro de 1982, dois anos antes de sua morte: “Senhor, que cada ação minha seja determinada pelo fato de querer o bem dos jovens, cada minuto é uma ocasião para amar, a ser aproveitada”.

Foi grande a emoção no momento do pronunciamento da fórmula em latim que declarou a beatificação de Sandra: um clamoroso aplauso, que parecia quase interminável, acompanhou o momento principal da cerimônia, que continuou com a procissão da relíquia da nova beata, levada para o altar pelo miraculado Stefano Vitali.

 

O Papa Francisco recebeu no Vaticano nesta segunda-feira (25) uma peregrinação ecumênica vinda da Alemanha “Com Lutero ao Papa”. Na ocasião convidou todos a
O Papa Francisco recebeu no Vaticano nesta segunda-feira (25) uma peregrinação ecumênica vinda da Alemanha “Com Lutero ao Papa”. Na ocasião convidou todos a se unirem para escutar a melodia de Deus, que o Senhor compôs dentro da vida de cada um. Também desejou a disponibilidade de escuta para a Igreja afirmando: “Estamos reaprendendo a escuta no processo sinodal”

Na manhã desta segunda-feira (25) o Papa Francisco recebeu uma peregrinação ecumênica proveniente da Alemanha que tem como lema “Melhor todos juntos”. Após a saudação inicial o Papa agradeceu a canção comunitária cantada pelos presentes e disse: “Cantar une as pessoas. No coro, ninguém está sozinho: é importante escutar os outros. Desejo esta disponibilidade de escuta para a Igreja. Estamos reaprendendo a escuta no processo sinodal”.

Abram seus corações

Em seguida disse aos presentes:

Queridos amigos, escutem também a melodia de Deus em suas vidas; a melodia que o Senhor compôs dentro de suas vidas. Abram não somente seus ouvidos, mas também seus corações. Quem canta de coração aberto, talvez sem se dar conta, já toca o mistério de Deus. Este mistério é o amor, o amor que em Jesus Cristo encontra seu som esplêndido, pleno e único“.

E concluiu o encontro desejando: “Ouçam sempre a melodia de Deus em suas vidas. Porque um canto é formado por muitas vozes. E o mesmo acontece com o ecumenismo, na Alemanha e em muitas outras partes do mundo”.

A notícia está postada no site Vatican News.

João L. Caçandre I “Então Jesus lhe perguntou: ‘O que queres que eu te faça?’ O cego respondeu: ‘Mestre, que eu veja!’” (Mc 10, 51).

João L. Caçandre I “Então Jesus lhe perguntou: ‘O que queres que eu te faça?’ O cego respondeu: ‘Mestre, que eu veja!’” (Mc 10, 51).

O Evangelho deste XXX Domingo Comum nos mostra a última etapa do caminho que Jesus iniciou com os discípulos na Galileia, e que irá levá-lo a Jerusalém. A passagem de hoje situa-nos à saída da cidade de Jericó. Marcos coloca no centro da cena um mendigo cego com o nome de Bartimeu (cf. Mc 10,46-52).

Os cegos faziam parte do grupo de pessoas excluídas da sociedade. As deficiências físicas eram consideradas consequências do pecado e se pensava que eram castigo de Deus. A cegueira era considerada o resultado de um pecado especialmente grave: uma doença que impedisse o homem de estudar a Lei era considerada uma maldição.

Com a passagem de Jesus, diante da situação de miséria, de dependência, de escravidão de Bartimeu, este percebe o sem-sentido de sua situação e sente à vontade de apostar numa outra experiência.

Jesus perguntou ao cego: “que queres que te faça?”. É a mesma pergunta que, pouco antes, Jesus fizera a João e Tiago (cf. Mc10,36). A identidade da pergunta acentua, contudo, a diferença da resposta. Os dois irmãos queriam sentar-se ao lado de Jesus e ver concretizados os seus sonhos de grandeza e de poder; o cego Bartimeu, ao contrário, cansado de estar sentado numa vida de escravidão e de cegueira, quer encontrar a luz para seguir Jesus.

Bartimeu encontrou a cura e a salvação, deixou a vida da escuridão, e nasceu para essa vida verdadeira e eterna, o cego Bartimeu representava, inicialmente, os pecadores que viviam longe de Deus e à margem da salvação. É com Bartimeu que os discípulos de Jesus são convidados a identificar-se.

Portanto, aquele que encontra Cristo e aceita o desafio para viver como discípulo tem, a partir daí, um caminho fácil? De forma nenhuma. Tem de abandonar a vida cômoda e instalada em que vivia e enfrentar uma nova realidade, e, num desafio permanente, tem de percorrer, dia a dia, o difícil caminho do amor, do serviço, da entrega, do dom da vida. Jesus disse: Que queres que te faça? Então não tenhamos medo de dizer a Jesus: “que eu veja”. A alegria de Jesus que nos ama é esta fé, que transforma e nos leva para o caminho de amor e santidade que é o próprio Cristo Jesus.

João Luís Caçandre

Seminarista do 1º ano de Teologia.

Paróquia de Origem: Santa Ana – Marechal Floriano.

Paróquia de estágio Pastoral: N. Sra. da Glória – Vila Velha.

A missão da iniciação à vida cristã precisa ser como na primeira comunidade cristã: “perseverantes no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração

A missão da iniciação à vida cristã precisa ser como na primeira comunidade cristã: “perseverantes no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações” (At 2,42).

A catequese tem por missão encontrar respostas de fé para o ser humano, desafiado pelos tempos atuais sobre as inúmeras interrogações. Quem é Jesus Cristo? O que a catequese ensina? Como transmitir Jesus Cristo para as crianças, adolescentes, jovens e adultos? A resposta fundamenta-se em Cristo, missionário de Deus, enviado ao mundo para anunciar o Reino, de paz, justiça e fraternidade.

A Campanha Missionária de 2021 apresenta uma sólida resposta para as várias perguntas feitas na catequese. O tema proposto para esse ano é: “Jesus Cristo é missão” e o lema: “Não podemos deixar de falar sobre o que vimos e ouvimos” (At 4,20). A catequese necessita de catequistas missionários e missionárias da ternura, compaixão e da esperança, que sejam buscadores de Cristo dando máxima importância para ouvir e colocar em prática a Palavra de Deus. Assim, poderão anunciar Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, sendo alimentados pelo banquete da Palavra e pela mesa da Eucaristia.

A missão da catequese é introduzir os catequizandos no Mistério da fé, na pessoa de Cristo, na missão de anunciar o Reino de Deus que exige: “Credes em Deus e crede também em mim” (Jo 14,1). Jesus quer mostrar uma fé substancial, incluindo confiança num triplo e uno: Pai, Filho e Espírito Santo em plena comunhão na missão divina. O Filho amado, revelado na plenitude dos tempos, manifesta a totalidade de Deus, que precisa ser acolhido com atitude de fé, oferecendo o anúncio da Salvação aos pobres e necessitados, na vida eclesial em suas diversas formas de celebrar a fé encarnada em Cristo e ensinada na catequese. Antes de ser uma verdade, o Mistério é um acontecimento realizado na história e oferecido como Salvação. Esse Mistério de Deus chega à sua plenitude em Jesus de Nazaré, anunciado pelos catequistas que têm a missão de fazer que a mensagem chegue ao coração dos catequizandos.

A missão da catequese é buscar fundamentos sólidos para viver a fé, fundamentada na Palavra de Deus e na pessoa de Jesus Cristo. “A Igreja sempre venerou as divinas Escrituras, da mesma forma como venera o próprio Corpo do Senhor, já que, principalmente na Sagrada Liturgia, sem cessar toma tanto da Palavra de Deus quanto do Corpo do Cristo, o pão da vida, e o distribui aos fiéis” (DV, n. 21), para uma missão específica. “Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19). Deve levar os catequizandos  a entenderem o “logos” de Deus, encarnado em Maria, que fez morada em seu ventre, nasceu, viveu e caminhou cuidando da “casa comum” ensinando a verdadeira missão do discípulo missionário. Uma catequese que anuncia Cristo e seu Reino, com igualdade e justiça, mesmo que não seja compreendido por muitos, porque sua proposta era revolucionária; por isso não era entendido mesmo entre seus familiares, assim também é o anúncio da catequese.

O catequista precisa ser um pedagogo da fé no Mistério de Deus, que revela Cristo, utilizando o caminho fecundo, expressado pelo ano litúrgico, que apresenta o Mistério de Cristo, ao longo do decurso do tempo. Deve valorizar a importância de cada dia, e, de modo especial, o domingo, Dia do Senhor. A catequese precisa garimpar para descobrir que a liturgia é caminho que leva os catequizandos para fonte mais profunda, Cristo. “Mas o mistério de Cristo se desdobra por todo o ciclo anual, desde a sua encarnação e nascimento até a ascensão, pentecostes e a expectativa, cheia de esperança, da vinda do Senhor” (SC, n. 102).

Percorrendo esse caminho muitos afirmarão que: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” ((Gl 2,20). Essa é a missão da catequese, apontar o caminho e identificar Cristo, na liturgia e no Mistério da Igreja, “Ela é, ao mesmo tempo, humana e divina, visível, mas dotada de bens invisíveis, presente no mundo, mas peregrina, de tal forma que o que nela é humano está subordinado ao que é divino, o visível ao invisível” (SC, n. 02).

Pe. Roberto Francisco Sebastião Natal

Coordenador da Comissão Arquidiocesana para a Ação Missionária

“Sempre tereis pobres entre vós” Mc 14,7 No próximo dia 14 de Novembro celebramos o Dia do Pobre e nossa Paróquia, juntamente com toda

“Sempre tereis pobres entre vós” Mc 14,7

No próximo dia 14 de Novembro celebramos o Dia do Pobre e nossa Paróquia, juntamente com toda Área Pastoral Benevente, promove um dia de encontro e acolhida com as pessoas em situação de rua da cidade de Guarapari. Este dia oportunizará a estes nossos irmãos@ uma manhã de lazer, higienização e festa que culminará com um almoço de domingo.

Precisamos de sua ajuda para custear banheiros químicos com chuveiro para higienização de nossos irmãos@. Necessitamos de 20 pessoas que doem R$ 200 cada, e nos ajudem a chegar ao valor necessário para o aluguel dos banheiros.

Contamos com sua solidariedade para que em comunhão com nosso Papa Francisco e nossa Igreja de Vitória do Espírito Santo, celebremos o dia do Pobre.

Pe. Márcio Ferreira de Souza,
Pároco e articulador da Campanha Paz e Pão – Área Benevente.